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Teoria dos grafos Aula 1 - Introdu¸c˜ao ao curso

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Academic year: 2022

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Teoria dos grafos

Aula 1 - Introdu¸c˜ ao ao curso

Guilherme Oliveira Mota

Universidade Federal do ABC - UFABC

Sala 530-2 - 5o andar - Torre 2 [email protected]

Mota Teoria dos grafos [email protected] 1 / 31

(2)

Grafos

Grafo G: Conjunto de pontos e linhas ligando esses pontos

Grafo G = (V,E): estrutura matem´atica ondeV ´e o conjunto de v´ertices e E ⊆ V2

´

e o conjunto dearestas

Representando um grafo: cores nas arestas, cores nos v´ertices, pesos nas arestas, pesos nos v´ertices, orienta¸c˜ao nas arestas

x1

x2 x7

x8 x1

x2 x7

y1

y2

y3 y7

y8

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Grafos

Grafo G: Conjunto de pontos e linhas ligando esses pontos Grafo G = (V,E): estrutura matem´atica ondeV ´e o conjunto de v´ertices e E ⊆ V2

´

e o conjunto dearestas

Representando um grafo: cores nas arestas, cores nos v´ertices, pesos nas arestas, pesos nos v´ertices, orienta¸c˜ao nas arestas

x1

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x4 x5

x6 x7 x8 x1

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x6 x7 y1

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Grafos

Grafo G: Conjunto de pontos e linhas ligando esses pontos Grafo G = (V,E): estrutura matem´atica ondeV ´e o conjunto de v´ertices e E ⊆ V2

´

e o conjunto dearestas Representando um grafo

: cores nas arestas, cores nos v´ertices, pesos nas arestas, pesos nos v´ertices, orienta¸c˜ao nas arestas

x1

x2 x7

x8 x1

x2 x7

y1

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y3 y7

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Grafos

Grafo G: Conjunto de pontos e linhas ligando esses pontos Grafo G = (V,E): estrutura matem´atica ondeV ´e o conjunto de v´ertices e E ⊆ V2

´

e o conjunto dearestas Representando um grafo

: cores nas arestas, cores nos v´ertices, pesos nas arestas, pesos nos v´ertices, orienta¸c˜ao nas arestas

x1

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x3

x4 x5

x6 x7 x8 x1

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Grafos

Grafo G: Conjunto de pontos e linhas ligando esses pontos Grafo G = (V,E): estrutura matem´atica ondeV ´e o conjunto de v´ertices e E ⊆ V2

´

e o conjunto dearestas Representando um grafo: cores nas arestas

, cores nos v´ertices, pesos nas arestas, pesos nos v´ertices, orienta¸c˜ao nas arestas

x1

x2 x7

x8 x1

x7 x2

y1

y2

y3 y7

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Grafos

Grafo G: Conjunto de pontos e linhas ligando esses pontos Grafo G = (V,E): estrutura matem´atica ondeV ´e o conjunto de v´ertices e E ⊆ V2

´

e o conjunto dearestas

Representando um grafo: cores nas arestas, cores nos v´ertices

, pesos nas arestas, pesos nos v´ertices, orienta¸c˜ao nas arestas

x1

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x4 x5

x6 x7 x8 x1

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Grafos

Grafo G: Conjunto de pontos e linhas ligando esses pontos Grafo G = (V,E): estrutura matem´atica ondeV ´e o conjunto de v´ertices e E ⊆ V2

´

e o conjunto dearestas

Representando um grafo: cores nas arestas, cores nos v´ertices, pesos nas arestas

, pesos nos v´ertices, orienta¸c˜ao nas arestas

x1

x2 x7

x8 y1

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y3 y7

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Grafos

Grafo G: Conjunto de pontos e linhas ligando esses pontos Grafo G = (V,E): estrutura matem´atica ondeV ´e o conjunto de v´ertices e E ⊆ V2

´

e o conjunto dearestas

Representando um grafo: cores nas arestas, cores nos v´ertices, pesos nas arestas, pesos nos v´ertices

, orienta¸c˜ao nas arestas

x1

x2

x3

x4 x5

x6 x7 x8 y1

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y6 y7 y8

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Grafos

Grafo G: Conjunto de pontos e linhas ligando esses pontos Grafo G = (V,E): estrutura matem´atica ondeV ´e o conjunto de v´ertices e E ⊆ V2

´

e o conjunto dearestas

Representando um grafo: cores nas arestas, cores nos v´ertices, pesos nas arestas, pesos nos v´ertices, orienta¸c˜ao nas arestas

y1

y2

y3 y7

y8 x1

x2 x7

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(11)

Grafos

V´ertices podem representar pessoas, animais, computadores, f´abricas, antenas ...

Arestas podem representar interferˆencias, rela¸c˜oes sociais, estradas, conex˜oes ...

Grafos s˜ao utilizados em ´areas como Computa¸c˜ao, Ciˆencias Sociais, Bioinform´atica, Lingu´ıstica ...

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Grafos

V´ertices podem representar pessoas, animais, computadores, f´abricas, antenas ...

Arestas podem representar interferˆencias, rela¸c˜oes sociais, estradas, conex˜oes ...

Grafos s˜ao utilizados em ´areas como Computa¸c˜ao, Ciˆencias Sociais, Bioinform´atica, Lingu´ıstica ...

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Grafos

V´ertices podem representar pessoas, animais, computadores, f´abricas, antenas ...

Arestas podem representar interferˆencias, rela¸c˜oes sociais, estradas, conex˜oes ...

Grafos s˜ao utilizados em ´areas como Computa¸c˜ao, Ciˆencias Sociais, Bioinform´atica, Lingu´ıstica ...

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Grafos

Internet e World Wide Web (WWW) Redes sociais de amizade

Redes sociais profissionais

Redes de relacionamentos entre empresas Redes neurais

Redes celulares e metab´olicas Redes de intera¸c˜ao entre genes Cadeias alimentares

Redes de distribui¸c˜ao (log´ıstica, vasos sangu´ıneos...) Redes de colabora¸c˜ao entre pesquisadores

...

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Grafos

Internet e World Wide Web (WWW) Redes sociais de amizade

Redes sociais profissionais

Redes de relacionamentos entre empresas Redes neurais

Redes celulares e metab´olicas Redes de intera¸c˜ao entre genes Cadeias alimentares

Redes de distribui¸c˜ao (log´ıstica, vasos sangu´ıneos...) Redes de colabora¸c˜ao entre pesquisadores

N´umero de Erd˝os ...

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Grafos

Grafos pequenos podem ser facilmente visualizados

(17)

Grafos

Em grafos grandes a situa¸c˜ao pode ser bem diferente

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Grafos

Em grafos grandes a situa¸c˜ao pode ser bem diferente

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Grafos

Imposs´ıvel analisar visualmente a estrutura do grafo.

O que fazer?

Uso de recursos computacionais

Uso de t´ecnicas sofisticadas envolvendo: combinat´oria, probabilidade,

´

algebra ...

Figura:Pesquisadores de Ciˆencias exatas

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Grafos

Imposs´ıvel analisar visualmente a estrutura do grafo.

O que fazer?

Uso de recursos computacionais

Uso de t´ecnicas sofisticadas envolvendo: combinat´oria, probabilidade,

´

algebra ...

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Grafos

Imposs´ıvel analisar visualmente a estrutura do grafo.

O que fazer?

Uso de recursos computacionais

Uso de t´ecnicas sofisticadas envolvendo: combinat´oria, probabilidade,

´

algebra ...

Figura:Pesquisadores de Ciˆencias exatas

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Objetivos

Conhecer de forma profunda os principais aspectos da Teoria dos Grafos Para isso, vamos entender:

Conceitos b´asicos

Alguns algoritmos importantes Propriedades estruturais Classes importantes de grafos

Resultados cl´assicos em Teoria dos Grafos Resultados modernos em Teoria dos Grafos

(23)

Outros objetivos

Aplicar diversas t´ecnicas de provas em problemas envolvendo grafos Adquirir a habilidade de provar resultados com diferentes t´ecnicas Acelerar o amadurecimento matem´atico

Ter contato com diversas vertentes da Teoria dos Grafos Ver demonstra¸c˜oes elegantes e importantes

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(24)

Informa¸c˜ oes

http://professor.ufabc.edu.br/~g.mota/courses/grafos-2018-q3/

Verificar o site com frequˆencia!

Listas ficar˜ao dispon´ıveis no site TPI (3-1-4)

D´uvidas: [email protected]

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Informa¸c˜ oes

http://professor.ufabc.edu.br/~g.mota/courses/grafos-2018-q3/

Verificar o site com frequˆencia!

Listas ficar˜ao dispon´ıveis no site TPI (4-0-4)

D´uvidas: [email protected]

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Informa¸c˜ oes

http://professor.ufabc.edu.br/~g.mota/courses/grafos-2018-q3/

Verificar o site com frequˆencia!

Listas ficar˜ao dispon´ıveis no site TPI (4-0-4)

D´uvidas: [email protected]

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Sobre as aulas

Aulas ser˜ao dadas no quadro

Lembrarei alguns conceitos vistos em aulas passadas sempre que necess´ario

Perguntas s˜ao sempre bem-vindas! N˜ao fique sem entender algo por ter deixado de fazer uma pergunta

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Pr´ e-requisitos

O que ´e necess´ario saber para ir bem no curso?

Matem´atica Discreta

Processamento da Informa¸ao Algoritmos e Estruturas de Dados

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Pr´ e-requisitos

O que ´e necess´ario saber para ir bem no curso?

Implica¸oes l´ogicas

ecnicas de prova (direta, indu¸ao, contrapositiva, contraexemplo minimal, contradi¸ao, construtiva, an´alise de casos, ...)

Opera¸oes e conceitos sobre conjuntos Combinat´oria b´asica

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Aula de hoje

Demonstra¸c˜ao / Prova Teorema

Proposi¸c˜ao Lema Corol´ario

T´ecnicas de provas Exemplos de provas

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Aula de hoje

Demonstra¸c˜ao / Prova: Sequˆencia de afirma¸c˜oes precisas que garantem que um dado resultado ´e verdadeiro.

Teorema: Uma afirma¸c˜ao em que h´a uma demonstra¸c˜ao para ela. Proposi¸c˜ao: O mesmo que teorema, mas utilizado para resultados simples.

Lema: Um resultado que ´e utilizado para provar resultados maiores. Corol´ario: Um teorema que ´e consequˆencia de outro resultado.

A⇔B: Para provar A⇔B, dividimos a demonstra¸c˜ao em duas partes. A primeira prova “a ida” (A⇒B) e a segunda prova “a volta” (B⇒A).

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Aula de hoje

Demonstra¸c˜ao / Prova: Sequˆencia de afirma¸c˜oes precisas que garantem que um dado resultado ´e verdadeiro.

Teorema: Uma afirma¸c˜ao em que h´a uma demonstra¸c˜ao para ela.

Proposi¸c˜ao: O mesmo que teorema, mas utilizado para resultados simples.

Lema: Um resultado que ´e utilizado para provar resultados maiores. Corol´ario: Um teorema que ´e consequˆencia de outro resultado.

A⇔B: Para provar A⇔B, dividimos a demonstra¸c˜ao em duas partes. A primeira prova “a ida” (A⇒B) e a segunda prova “a volta” (B⇒A).

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Aula de hoje

Demonstra¸c˜ao / Prova: Sequˆencia de afirma¸c˜oes precisas que garantem que um dado resultado ´e verdadeiro.

Teorema: Uma afirma¸c˜ao em que h´a uma demonstra¸c˜ao para ela.

Proposi¸c˜ao: O mesmo que teorema, mas utilizado para resultados simples.

Lema: Um resultado que ´e utilizado para provar resultados maiores. Corol´ario: Um teorema que ´e consequˆencia de outro resultado.

A⇔B: Para provar A⇔B, dividimos a demonstra¸c˜ao em duas partes. A primeira prova “a ida” (A⇒B) e a segunda prova “a volta” (B⇒A).

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Aula de hoje

Demonstra¸c˜ao / Prova: Sequˆencia de afirma¸c˜oes precisas que garantem que um dado resultado ´e verdadeiro.

Teorema: Uma afirma¸c˜ao em que h´a uma demonstra¸c˜ao para ela.

Proposi¸c˜ao: O mesmo que teorema, mas utilizado para resultados simples.

Lema: Um resultado que ´e utilizado para provar resultados maiores.

Corol´ario: Um teorema que ´e consequˆencia de outro resultado.

A⇔B: Para provar A⇔B, dividimos a demonstra¸c˜ao em duas partes. A primeira prova “a ida” (A⇒B) e a segunda prova “a volta” (B⇒A).

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Aula de hoje

Demonstra¸c˜ao / Prova: Sequˆencia de afirma¸c˜oes precisas que garantem que um dado resultado ´e verdadeiro.

Teorema: Uma afirma¸c˜ao em que h´a uma demonstra¸c˜ao para ela.

Proposi¸c˜ao: O mesmo que teorema, mas utilizado para resultados simples.

Lema: Um resultado que ´e utilizado para provar resultados maiores.

Corol´ario: Um teorema que ´e consequˆencia de outro resultado.

A⇔B: Para provar A⇔B, dividimos a demonstra¸c˜ao em duas partes. A primeira prova “a ida” (A⇒B) e a segunda prova “a volta” (B⇒A).

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Aula de hoje

Demonstra¸c˜ao / Prova: Sequˆencia de afirma¸c˜oes precisas que garantem que um dado resultado ´e verdadeiro.

Teorema: Uma afirma¸c˜ao em que h´a uma demonstra¸c˜ao para ela.

Proposi¸c˜ao: O mesmo que teorema, mas utilizado para resultados simples.

Lema: Um resultado que ´e utilizado para provar resultados maiores.

Corol´ario: Um teorema que ´e consequˆencia de outro resultado.

A⇔B: Para provar A⇔B, dividimos a demonstra¸c˜ao em duas partes. A primeira prova “a ida” (A⇒B) e a segunda prova “a

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M´ etodos de provas

Direta: Usamos uma sequˆencia de dedu¸c˜oes at´e que o resultado seja provado.

Contradi¸c˜ao: Supomos que o que se quer provar ´e falso e obtemos uma contradi¸c˜ao.

Contrapositiva: Para provar resultados do tipoA⇒B. Supomos que B ´e falso e provamos que nesse caso A´e falso.

Contra-exemplo minimal: Supomos que o resultado ´e falso e consideramos uma estrutura de menor “tamanho” poss´ıvel em que o resultado ´e falso para essa estrutura. Feito isso, mostramos que existe uma estrutura menor ainda em que o resultado ´e falso, obtendo uma contradi¸c˜ao.

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M´ etodos de provas

Direta: Usamos uma sequˆencia de dedu¸c˜oes at´e que o resultado seja provado.

Contradi¸c˜ao: Supomos que o que se quer provar ´e falso e obtemos uma contradi¸c˜ao.

Contrapositiva: Para provar resultados do tipoA⇒B. Supomos que B ´e falso e provamos que nesse caso A´e falso.

Contra-exemplo minimal: Supomos que o resultado ´e falso e consideramos uma estrutura de menor “tamanho” poss´ıvel em que o resultado ´e falso para essa estrutura. Feito isso, mostramos que existe uma estrutura menor ainda em que o resultado ´e falso, obtendo uma contradi¸c˜ao.

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M´ etodos de provas

Direta: Usamos uma sequˆencia de dedu¸c˜oes at´e que o resultado seja provado.

Contradi¸c˜ao: Supomos que o que se quer provar ´e falso e obtemos uma contradi¸c˜ao.

Contrapositiva: Para provar resultados do tipoA⇒B. Supomos que B ´e falso e provamos que nesse caso A´e falso.

Contra-exemplo minimal: Supomos que o resultado ´e falso e consideramos uma estrutura de menor “tamanho” poss´ıvel em que o resultado ´e falso para essa estrutura. Feito isso, mostramos que existe uma estrutura menor ainda em que o resultado ´e falso, obtendo uma contradi¸c˜ao.

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M´ etodos de provas

Direta: Usamos uma sequˆencia de dedu¸c˜oes at´e que o resultado seja provado.

Contradi¸c˜ao: Supomos que o que se quer provar ´e falso e obtemos uma contradi¸c˜ao.

Contrapositiva: Para provar resultados do tipoA⇒B. Supomos que B ´e falso e provamos que nesse caso A´e falso.

Contra-exemplo minimal: Supomos que o resultado ´e falso e consideramos uma estrutura de menor “tamanho” poss´ıvel em que o resultado ´e falso para essa estrutura. Feito isso, mostramos que existe uma estrutura menor ainda em que o resultado ´e falso, obtendo uma

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M´ etodos de provas

Indu¸c˜ao: Utilizado para provar que resultados sobre os inteiros positivos s˜ao verdadeiras. Prova-se que o resultado ´e v´alido para n= 1, e prova-se que se o resultado ´e v´alido para 1,2, . . . ,n−1, ent˜aoo resultado ´e v´alido paran.

Construtiva: Para provar resultados de existˆencia de uma certa estrutura exibindo a estrutura desejada.

Probabil´ıstica: Para provar resultados de existˆencia de uma certa estrutura atrav´es de t´ecnicas probabil´ısticas. Apesar de garantir a existˆencia da estrutura, n˜ao mostra como constru´ı-la.

An´alise de casos: Uma certa informa¸c˜ao ´e particionada em todos os casos poss´ıveis, e cada um desses casos ´e demonstrado

separadamente.

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M´ etodos de provas

Indu¸c˜ao: Utilizado para provar que resultados sobre os inteiros positivos s˜ao verdadeiras. Prova-se que o resultado ´e v´alido para n= 1, e prova-se que se o resultado ´e v´alido para 1,2, . . . ,n−1, ent˜aoo resultado ´e v´alido paran.

Construtiva: Para provar resultados de existˆencia de uma certa estrutura exibindo a estrutura desejada.

Probabil´ıstica: Para provar resultados de existˆencia de uma certa estrutura atrav´es de t´ecnicas probabil´ısticas. Apesar de garantir a existˆencia da estrutura, n˜ao mostra como constru´ı-la.

An´alise de casos: Uma certa informa¸c˜ao ´e particionada em todos os casos poss´ıveis, e cada um desses casos ´e demonstrado

separadamente.

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M´ etodos de provas

Indu¸c˜ao: Utilizado para provar que resultados sobre os inteiros positivos s˜ao verdadeiras. Prova-se que o resultado ´e v´alido para n= 1, e prova-se que se o resultado ´e v´alido para 1,2, . . . ,n−1, ent˜aoo resultado ´e v´alido paran.

Construtiva: Para provar resultados de existˆencia de uma certa estrutura exibindo a estrutura desejada.

Probabil´ıstica: Para provar resultados de existˆencia de uma certa estrutura atrav´es de t´ecnicas probabil´ısticas. Apesar de garantir a existˆencia da estrutura, n˜ao mostra como constru´ı-la.

An´alise de casos: Uma certa informa¸c˜ao ´e particionada em todos os casos poss´ıveis, e cada um desses casos ´e demonstrado

separadamente.

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M´ etodos de provas

Indu¸c˜ao: Utilizado para provar que resultados sobre os inteiros positivos s˜ao verdadeiras. Prova-se que o resultado ´e v´alido para n= 1, e prova-se que se o resultado ´e v´alido para 1,2, . . . ,n−1, ent˜aoo resultado ´e v´alido paran.

Construtiva: Para provar resultados de existˆencia de uma certa estrutura exibindo a estrutura desejada.

Probabil´ıstica: Para provar resultados de existˆencia de uma certa estrutura atrav´es de t´ecnicas probabil´ısticas. Apesar de garantir a existˆencia da estrutura, n˜ao mostra como constru´ı-la.

An´alise de casos: Uma certa informa¸c˜ao ´e particionada em todos os

(45)

Exemplo: Prova direta

Por simplicidade vamos considerar somente n´umerosm en n˜ao negativos no teorema a seguir.

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Suponha que me n s˜ao pares.

2 Ent˜ao existem inteirosr e s tais quem= 2r e n= 2s.

3 Podemos escrever, portanto m+n= 2r+ 2s = 2(r+s).

4 Logo, por defini¸c˜ao,m+n´e par.

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Exemplo: Prova direta

Por simplicidade vamos considerar somente n´umerosm en n˜ao negativos no teorema a seguir.

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Suponha que me n s˜ao pares.

2 Ent˜ao existem inteirosr e s tais quem= 2r e n= 2s.

3 Podemos escrever, portantom+n= 2r+ 2s = 2(r+s).

4 Logo, por defini¸c˜ao,m+n´e par.

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Exemplo: Prova direta

Por simplicidade vamos considerar somente n´umerosm en n˜ao negativos no teorema a seguir.

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Suponha que me n s˜ao pares.

2 Ent˜ao existem inteirosr e s tais quem= 2r e n= 2s.

3 Podemos escrever, portantom+n= 2r+ 2s = 2(r+s).

4 Logo, por defini¸c˜ao,m+n´e par.

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Exemplo: Prova direta

Por simplicidade vamos considerar somente n´umerosm en n˜ao negativos no teorema a seguir.

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Suponha que me n s˜ao pares.

2 Ent˜ao existem inteirosr e s tais quem= 2r e n= 2s.

3 Podemos escrever, portantom+n= 2r+ 2s = 2(r+s).

4 Logo, por defini¸c˜ao,m+n´e par.

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Exemplo: Prova direta

Por simplicidade vamos considerar somente n´umerosm en n˜ao negativos no teorema a seguir.

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Suponha que me n s˜ao pares.

2 Ent˜ao existem inteirosr e s tais quem= 2r e n= 2s.

3 Podemos escrever, portantom+n= 2r+ 2s = 2(r+s).

4 Logo, por defini¸c˜ao,m+n´e par.

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(50)

Exemplo: Prova por contrapositiva

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Vamos provar por contrapositiva que se m+n ´e ´ımpar, ent˜aom ´e

´ımpar oun ´e ´ımpar.

2 Suponha que m+n ´e ´ımpar.

3 Ent˜ao existe inteiro k tal que m+n= 2k+ 1.

4 Se n ´e ´ımpar, ent˜ao o resultado vale.

5 Assuma que n ´e par.

6 Ent˜ao existe inteiro r tal que n= 2r.

7 Por (3), temos m= 2k+ 1−n= 2k+ 1−2r = 2(k−r) + 1.

8 Comok−r ´e inteiro, ent˜ao conclu´ımos que m´e ´ımpar.

(51)

Exemplo: Prova por contrapositiva

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Vamos provar por contrapositiva que se m+n ´e ´ımpar, ent˜aom ´e

´ımpar oun ´e ´ımpar.

2 Suponha que m+n ´e ´ımpar.

3 Ent˜ao existe inteiro k tal que m+n= 2k+ 1.

4 Se n ´e ´ımpar, ent˜ao o resultado vale.

5 Assuma que n ´e par.

6 Ent˜ao existe inteiro r tal que n= 2r.

7 Por (3), temos m= 2k+ 1−n= 2k+ 1−2r = 2(k−r) + 1.

8 Comok−r ´e inteiro, ent˜ao conclu´ımos que m´e ´ımpar.

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Exemplo: Prova por contrapositiva

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Vamos provar por contrapositiva que se m+n ´e ´ımpar, ent˜aom ´e

´ımpar oun ´e ´ımpar.

2 Suponha que m+n ´e ´ımpar.

3 Ent˜ao existe inteiro k tal que m+n= 2k+ 1.

4 Se n ´e ´ımpar, ent˜ao o resultado vale.

5 Assuma que n ´e par.

6 Ent˜ao existe inteiro r tal que n= 2r.

7 Por (3), temos m= 2k+ 1−n= 2k+ 1−2r = 2(k−r) + 1.

8 Comok−r ´e inteiro, ent˜ao conclu´ımos que m´e ´ımpar.

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Exemplo: Prova por contrapositiva

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Vamos provar por contrapositiva que se m+n ´e ´ımpar, ent˜aom ´e

´ımpar oun ´e ´ımpar.

2 Suponha que m+n ´e ´ımpar.

3 Ent˜ao existe inteiro k tal que m+n= 2k+ 1.

4 Se n ´e ´ımpar, ent˜ao o resultado vale.

5 Assuma que n ´e par.

6 Ent˜ao existe inteiro r tal que n= 2r.

7 Por (3), temos m= 2k+ 1−n= 2k+ 1−2r = 2(k−r) + 1.

8 Comok−r ´e inteiro, ent˜ao conclu´ımos que m´e ´ımpar.

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Exemplo: Prova por contrapositiva

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Vamos provar por contrapositiva que se m+n ´e ´ımpar, ent˜aom ´e

´ımpar oun ´e ´ımpar.

2 Suponha que m+n ´e ´ımpar.

3 Ent˜ao existe inteiro k tal que m+n= 2k+ 1.

4 Se n ´e ´ımpar, ent˜ao o resultado vale.

5 Assuma que n ´e par.

6 Ent˜ao existe inteiro r tal que n= 2r.

7 Por (3), temos m= 2k+ 1−n= 2k+ 1−2r = 2(k−r) + 1.

8 Comok−r ´e inteiro, ent˜ao conclu´ımos que m´e ´ımpar.

(55)

Exemplo: Prova por contrapositiva

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Vamos provar por contrapositiva que se m+n ´e ´ımpar, ent˜aom ´e

´ımpar oun ´e ´ımpar.

2 Suponha que m+n ´e ´ımpar.

3 Ent˜ao existe inteiro k tal que m+n= 2k+ 1.

4 Se n ´e ´ımpar, ent˜ao o resultado vale.

5 Assuma que n ´e par.

6 Ent˜ao existe inteiro r tal que n= 2r.

7 Por (3), temos m= 2k+ 1−n= 2k+ 1−2r = 2(k−r) + 1.

8 Comok−r ´e inteiro, ent˜ao conclu´ımos que m´e ´ımpar.

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(56)

Exemplo: Prova por contrapositiva

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Vamos provar por contrapositiva que se m+n ´e ´ımpar, ent˜aom ´e

´ımpar oun ´e ´ımpar.

2 Suponha que m+n ´e ´ımpar.

3 Ent˜ao existe inteiro k tal que m+n= 2k+ 1.

4 Se n ´e ´ımpar, ent˜ao o resultado vale.

5 Assuma que n ´e par.

6 Ent˜ao existe inteiro r tal que n= 2r.

7 Por (3), temos m= 2k+ 1−n= 2k+ 1−2r = 2(k−r) + 1.

8 Comok−r ´e inteiro, ent˜ao conclu´ımos que m´e ´ımpar.

(57)

Exemplo: Prova por contrapositiva

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Vamos provar por contrapositiva que se m+n ´e ´ımpar, ent˜aom ´e

´ımpar oun ´e ´ımpar.

2 Suponha que m+n ´e ´ımpar.

3 Ent˜ao existe inteiro k tal que m+n= 2k+ 1.

4 Se n ´e ´ımpar, ent˜ao o resultado vale.

5 Assuma que n ´e par.

6 Ent˜ao existe inteiro r tal que n= 2r.

7 Por (3), temos m= 2k+ 1−n= 2k+ 1−2r = 2(k−r) + 1.

8 Comok−r ´e inteiro, ent˜ao conclu´ımos que m´e ´ımpar.

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(58)

Exemplo: Prova por contrapositiva

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Vamos provar por contrapositiva que se m+n ´e ´ımpar, ent˜aom ´e

´ımpar oun ´e ´ımpar.

2 Suponha que m+n ´e ´ımpar.

3 Ent˜ao existe inteiro k tal que m+n= 2k+ 1.

4 Se n ´e ´ımpar, ent˜ao o resultado vale.

5 Assuma que n ´e par.

6 Ent˜ao existe inteiro r tal que n= 2r.

(59)

Exemplo: Prova por contradi¸c˜ ao

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Por contradi¸c˜ao, suponha que me n s˜ao pares e quem+n ´e ´ımpar.

2 Por defini¸c˜ao, existem inteiros r es tais quem= 2r e n= 2s.

3 Tamb´em por defini¸c˜ao, existe inteirok tal que m+n= 2k+ 1.

4 Logo, 2r+ 2s = 2k+ 1, ou seja, 2(r+s−k) = 1.

5 Mas isso ´e uma contradi¸c˜ao, poisr+s−k ´e par e 1 ´e ´ımpar.

6 Ent˜ao m+n deve ser par.

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(60)

Exemplo: Prova por contradi¸c˜ ao

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Por contradi¸c˜ao, suponha que me n s˜ao pares e que m+n ´e ´ımpar.

2 Por defini¸c˜ao, existem inteiros r e s tais quem= 2r e n= 2s.

3 Tamb´em por defini¸c˜ao, existe inteirok tal que m+n= 2k+ 1.

4 Logo, 2r+ 2s = 2k+ 1, ou seja, 2(r+s−k) = 1.

5 Mas isso ´e uma contradi¸c˜ao, poisr+s−k ´e par e 1 ´e ´ımpar.

6 Ent˜ao m+n deve ser par.

(61)

Exemplo: Prova por contradi¸c˜ ao

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Por contradi¸c˜ao, suponha que me n s˜ao pares e que m+n ´e ´ımpar.

2 Por defini¸c˜ao, existem inteiros r e s tais quem= 2r e n= 2s.

3 Tamb´em por defini¸c˜ao, existe inteirok tal que m+n= 2k+ 1.

4 Logo, 2r+ 2s = 2k+ 1, ou seja, 2(r+s−k) = 1.

5 Mas isso ´e uma contradi¸c˜ao, poisr+s−k ´e par e 1 ´e ´ımpar.

6 Ent˜ao m+n deve ser par.

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(62)

Exemplo: Prova por contradi¸c˜ ao

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Por contradi¸c˜ao, suponha que me n s˜ao pares e que m+n ´e ´ımpar.

2 Por defini¸c˜ao, existem inteiros r e s tais quem= 2r e n= 2s.

3 Tamb´em por defini¸c˜ao, existe inteirok tal que m+n= 2k+ 1.

4 Logo, 2r+ 2s = 2k+ 1, ou seja, 2(r+s−k) = 1.

5 Mas isso ´e uma contradi¸c˜ao, poisr+s−k ´e par e 1 ´e ´ımpar.

6 Ent˜ao m+n deve ser par.

(63)

Exemplo: Prova por contradi¸c˜ ao

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Por contradi¸c˜ao, suponha que me n s˜ao pares e que m+n ´e ´ımpar.

2 Por defini¸c˜ao, existem inteiros r e s tais quem= 2r e n= 2s.

3 Tamb´em por defini¸c˜ao, existe inteirok tal que m+n= 2k+ 1.

4 Logo, 2r+ 2s = 2k+ 1, ou seja, 2(r+s−k) = 1.

5 Mas isso ´e uma contradi¸c˜ao, poisr+s−k ´e par e 1 ´e ´ımpar.

6 Ent˜ao m+n deve ser par.

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(64)

Exemplo: Prova por contradi¸c˜ ao

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Por contradi¸c˜ao, suponha que me n s˜ao pares e que m+n ´e ´ımpar.

2 Por defini¸c˜ao, existem inteiros r e s tais quem= 2r e n= 2s.

3 Tamb´em por defini¸c˜ao, existe inteirok tal que m+n= 2k+ 1.

4 Logo, 2r+ 2s = 2k+ 1, ou seja, 2(r+s−k) = 1.

5 Mas isso ´e uma contradi¸c˜ao, poisr+s−k ´e par e 1 ´e ´ımpar.

6 Ent˜ao m+n deve ser par.

(65)

Exemplo: Prova por contradi¸c˜ ao

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Por contradi¸c˜ao, suponha que me n s˜ao pares e que m+n ´e ´ımpar.

2 Por defini¸c˜ao, existem inteiros r e s tais quem= 2r e n= 2s.

3 Tamb´em por defini¸c˜ao, existe inteirok tal que m+n= 2k+ 1.

4 Logo, 2r+ 2s = 2k+ 1, ou seja, 2(r+s−k) = 1.

5 Mas isso ´e uma contradi¸c˜ao, poisr+s−k ´e par e 1 ´e ´ımpar.

6 Ent˜ao m+n deve ser par.

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(66)

Exemplo: Prova por contra-exemplo minimal

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Sejam o menor n´umero par tal quem+n ´e ´ımpar.

2 Note quem≥2 (casom= 0, temos m+n par).

3 Existe inteiro k tal que m+n= 2k+ 1.

4 Fazendo m0 =m−2, temos que

m0+n=m−2 +n= 2k+ 1−2 = 2(k−1) + 1

5 Ent˜ao m0 ´e um n´umero par menor quem comm0+n´ımpar.

6 Comom0<m, temos uma contradi¸c˜ao com (1).

(67)

Exemplo: Prova por contra-exemplo minimal

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Sejam o menor n´umero par tal que m+n ´e ´ımpar.

2 Note quem≥2 (casom= 0, temos m+n par).

3 Existe inteiro k tal que m+n= 2k+ 1.

4 Fazendo m0 =m−2, temos que

m0+n=m−2 +n= 2k+ 1−2 = 2(k−1) + 1

5 Ent˜ao m0 ´e um n´umero par menor quem comm0+n´ımpar.

6 Comom0<m, temos uma contradi¸c˜ao com (1).

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(68)

Exemplo: Prova por contra-exemplo minimal

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Sejam o menor n´umero par tal que m+n ´e ´ımpar.

2 Note quem≥2 (casom= 0, temos m+n par).

3 Existe inteiro k tal que m+n= 2k+ 1.

4 Fazendo m0 =m−2, temos que

m0+n=m−2 +n= 2k+ 1−2 = 2(k−1) + 1

5 Ent˜ao m0 ´e um n´umero par menor quem comm0+n´ımpar.

6 Comom0<m, temos uma contradi¸c˜ao com (1).

(69)

Exemplo: Prova por contra-exemplo minimal

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Sejam o menor n´umero par tal que m+n ´e ´ımpar.

2 Note quem≥2 (casom= 0, temos m+n par).

3 Existe inteiro k tal quem+n= 2k+ 1.

4 Fazendo m0 =m−2, temos que

m0+n=m−2 +n= 2k+ 1−2 = 2(k−1) + 1

5 Ent˜ao m0 ´e um n´umero par menor quem comm0+n´ımpar.

6 Comom0<m, temos uma contradi¸c˜ao com (1).

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(70)

Exemplo: Prova por contra-exemplo minimal

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Sejam o menor n´umero par tal que m+n ´e ´ımpar.

2 Note quem≥2 (casom= 0, temos m+n par).

3 Existe inteiro k tal quem+n= 2k+ 1.

4 Fazendo m0 =m−2, temos que

m0+n=m−2 +n= 2k+ 1−2 = 2(k−1) + 1

5 Ent˜ao m0 ´e um n´umero par menor quem comm0+n´ımpar.

6 Comom0<m, temos uma contradi¸c˜ao com (1).

(71)

Exemplo: Prova por contra-exemplo minimal

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Sejam o menor n´umero par tal que m+n ´e ´ımpar.

2 Note quem≥2 (casom= 0, temos m+n par).

3 Existe inteiro k tal quem+n= 2k+ 1.

4 Fazendo m0 =m−2, temos que

m0+n=m−2 +n= 2k+ 1−2 = 2(k−1) + 1

5 Ent˜ao m0 ´e um n´umero par menor quem comm0+n´ımpar.

6 Comom0<m, temos uma contradi¸c˜ao com (1).

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(72)

Exemplo: Prova por contra-exemplo minimal

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Sejam o menor n´umero par tal que m+n ´e ´ımpar.

2 Note quem≥2 (casom= 0, temos m+n par).

3 Existe inteiro k tal quem+n= 2k+ 1.

4 Fazendo m0 =m−2, temos que

m0+n=m−2 +n= 2k+ 1−2 = 2(k−1) + 1

5 Ent˜ao m0 ´e um n´umero par menor quem comm0+n´ımpar.

(73)

Exemplo: Prova por indu¸c˜ ao

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Sejamm e n pares. Existem inteiros r es tais quem= 2r e n = 2s.

2 Vamos provar por indu¸c˜ao em r que m+n ´e par.

3 Base: r = 1. Temosm= 2. Assim, m+n= 2 + 2s = 2(s+ 1) ´e par.

4 Hip´otese: Suponha n+m par, ondem= 2r0, para 1≤r0 <r.

5 Passo indutivo: seja m= 2r, com r >1.

Note quem= 2r= 2r2 + 2 = 2(r1) + 2. Por hip´otese de indu¸c˜ao,n+ 2(r1) ´e par. Ent˜aon+ 2(r1) = 2k para algum inteirok.

Portanton+m=n+ 2r =n+ 2(r1) + 2 = 2k+ 2 = 2(k+ 1). Logo,n+m´e par.

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(74)

Exemplo: Prova por indu¸c˜ ao

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Sejamm e n pares. Existem inteiros r es tais quem= 2r e n= 2s.

2 Vamos provar por indu¸c˜ao em r que m+n ´e par.

3 Base: r = 1. Temosm= 2. Assim, m+n= 2 + 2s = 2(s+ 1) ´e par.

4 Hip´otese: Suponha n+m par, ondem= 2r0, para 1≤r0 <r.

5 Passo indutivo: seja m= 2r, com r >1.

Note quem= 2r= 2r2 + 2 = 2(r1) + 2. Por hip´otese de indu¸ao,n+ 2(r1) ´e par. Ent˜aon+ 2(r1) = 2k para algum inteirok. Portanton+m=n+ 2r

=n+ 2(r1) + 2 = 2k+ 2 = 2(k+ 1). Logo,n+m´e par.

(75)

Exemplo: Prova por indu¸c˜ ao

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Sejamm e n pares. Existem inteiros r es tais quem= 2r e n= 2s.

2 Vamos provar por indu¸c˜ao em r que m+n ´e par.

3 Base: r = 1. Temosm= 2. Assim, m+n= 2 + 2s = 2(s+ 1) ´e par.

4 Hip´otese: Suponha n+m par, ondem= 2r0, para 1≤r0 <r.

5 Passo indutivo: seja m= 2r, com r >1.

Note quem= 2r= 2r2 + 2 = 2(r1) + 2. Por hip´otese de indu¸ao,n+ 2(r1) ´e par. Ent˜aon+ 2(r1) = 2k para algum inteirok. Portanton+m=n+ 2r

=n+ 2(r1) + 2 = 2k+ 2 = 2(k+ 1). Logo,n+m´e par.

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(76)

Exemplo: Prova por indu¸c˜ ao

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Sejamm e n pares. Existem inteiros r es tais quem= 2r e n= 2s.

2 Vamos provar por indu¸c˜ao em r que m+n ´e par.

3 Base: r = 1. Temosm= 2. Assim, m+n= 2 + 2s = 2(s+ 1) ´e par.

4 Hip´otese: Suponha n+m par, ondem= 2r0, para 1≤r0 <r.

5 Passo indutivo: seja m= 2r, com r >1.

Note quem= 2r= 2r2 + 2 = 2(r1) + 2. Por hip´otese de indu¸ao,n+ 2(r1) ´e par. Ent˜aon+ 2(r1) = 2k para algum inteirok. Portanton+m=n+ 2r

=n+ 2(r1) + 2 = 2k+ 2 = 2(k+ 1). Logo,n+m´e par.

(77)

Exemplo: Prova por indu¸c˜ ao

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Sejamm e n pares. Existem inteiros r es tais quem= 2r e n= 2s.

2 Vamos provar por indu¸c˜ao em r que m+n ´e par.

3 Base: r = 1. Temosm= 2. Assim, m+n= 2 + 2s = 2(s+ 1) ´e par.

4 Hip´otese: Suponha n+m par, ondem= 2r0, para 1≤r0 <r.

5 Passo indutivo: seja m= 2r, com r >1.

Note quem= 2r= 2r2 + 2 = 2(r1) + 2. Por hip´otese de indu¸ao,n+ 2(r1) ´e par. Ent˜aon+ 2(r1) = 2k para algum inteirok. Portanton+m=n+ 2r

=n+ 2(r1) + 2 = 2k+ 2 = 2(k+ 1). Logo,n+m´e par.

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(78)

Exemplo: Prova por indu¸c˜ ao

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Sejamm e n pares. Existem inteiros r es tais quem= 2r e n= 2s.

2 Vamos provar por indu¸c˜ao em r que m+n ´e par.

3 Base: r = 1. Temosm= 2. Assim, m+n= 2 + 2s = 2(s+ 1) ´e par.

4 Hip´otese: Suponha n+m par, ondem= 2r0, para 1≤r0 <r.

5 Passo indutivo: seja m= 2r, com r>1.

Note quem= 2r= 2r2 + 2 = 2(r1) + 2. Por hip´otese de indu¸c˜ao,n+ 2(r1) ´e par. Ent˜aon+ 2(r1) = 2k para algum inteirok. Portanton+m=n+ 2r

=n+ 2(r1) + 2 = 2k+ 2 = 2(k+ 1). Logo,n+m´e par.

(79)

Exemplo: Prova por indu¸c˜ ao

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Sejamm e n pares. Existem inteiros r es tais quem= 2r e n= 2s.

2 Vamos provar por indu¸c˜ao em r que m+n ´e par.

3 Base: r = 1. Temosm= 2. Assim, m+n= 2 + 2s = 2(s+ 1) ´e par.

4 Hip´otese: Suponha n+m par, ondem= 2r0, para 1≤r0 <r.

5 Passo indutivo: seja m= 2r, com r>1.

Note quem= 2r = 2r2 + 2 = 2(r1) + 2.

Por hip´otese de indu¸c˜ao,n+ 2(r1) ´e par. Ent˜aon+ 2(r1) = 2k para algum inteirok. Portanton+m=n+ 2r

=n+ 2(r1) + 2 = 2k+ 2 = 2(k+ 1). Logo,n+m´e par.

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(80)

Exemplo: Prova por indu¸c˜ ao

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Sejamm e n pares. Existem inteiros r es tais quem= 2r e n= 2s.

2 Vamos provar por indu¸c˜ao em r que m+n ´e par.

3 Base: r = 1. Temosm= 2. Assim, m+n= 2 + 2s = 2(s+ 1) ´e par.

4 Hip´otese: Suponha n+m par, ondem= 2r0, para 1≤r0 <r.

5 Passo indutivo: seja m= 2r, com r>1.

Note quem= 2r = 2r2 + 2 = 2(r1) + 2.

Por hip´otese de indu¸ao,n+ 2(r1) ´e par.

Ent˜aon+ 2(r1) = 2k para algum inteirok. Portanton+m=n+ 2r

=n+ 2(r1) + 2 = 2k+ 2 = 2(k+ 1). Logo,n+m´e par.

(81)

Exemplo: Prova por indu¸c˜ ao

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Sejamm e n pares. Existem inteiros r es tais quem= 2r e n= 2s.

2 Vamos provar por indu¸c˜ao em r que m+n ´e par.

3 Base: r = 1. Temosm= 2. Assim, m+n= 2 + 2s = 2(s+ 1) ´e par.

4 Hip´otese: Suponha n+m par, ondem= 2r0, para 1≤r0 <r.

5 Passo indutivo: seja m= 2r, com r>1.

Note quem= 2r = 2r2 + 2 = 2(r1) + 2.

Por hip´otese de indu¸ao,n+ 2(r1) ´e par.

Ent˜aon+ 2(r1) = 2k para algum inteirok.

Portanton+m=n+ 2r

=n+ 2(r1) + 2 = 2k+ 2 = 2(k+ 1). Logo,n+m´e par.

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(82)

Exemplo: Prova por indu¸c˜ ao

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Sejamm e n pares. Existem inteiros r es tais quem= 2r e n= 2s.

2 Vamos provar por indu¸c˜ao em r que m+n ´e par.

3 Base: r = 1. Temosm= 2. Assim, m+n= 2 + 2s = 2(s+ 1) ´e par.

4 Hip´otese: Suponha n+m par, ondem= 2r0, para 1≤r0 <r.

5 Passo indutivo: seja m= 2r, com r>1.

Note quem= 2r = 2r2 + 2 = 2(r1) + 2.

Por hip´otese de indu¸ao,n+ 2(r1) ´e par.

=n+ 2(r1) + 2 = 2k+ 2 = 2(k+ 1).

Logo,n+m´e par.

(83)

Exemplo: Prova por indu¸c˜ ao

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Sejamm e n pares. Existem inteiros r es tais quem= 2r e n= 2s.

2 Vamos provar por indu¸c˜ao em r que m+n ´e par.

3 Base: r = 1. Temosm= 2. Assim, m+n= 2 + 2s = 2(s+ 1) ´e par.

4 Hip´otese: Suponha n+m par, ondem= 2r0, para 1≤r0 <r.

5 Passo indutivo: seja m= 2r, com r>1.

Note quem= 2r = 2r2 + 2 = 2(r1) + 2.

Por hip´otese de indu¸ao,n+ 2(r1) ´e par.

Ent˜aon+ 2(r1) = 2k para algum inteirok. Portanton+m=n+ 2r

=n+ 2(r1) + 2 = 2k+ 2 = 2(k+ 1).

Logo,n+m´e par.

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(84)

Exemplo: Prova por indu¸c˜ ao

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Sejamm e n pares. Existem inteiros r es tais quem= 2r e n= 2s.

2 Vamos provar por indu¸c˜ao em r que m+n ´e par.

3 Base: r = 1. Temosm= 2. Assim, m+n= 2 + 2s = 2(s+ 1) ´e par.

4 Hip´otese: Suponha n+m par, ondem= 2r0, para 1≤r0 <r.

5 Passo indutivo: seja m= 2r, com r>1.

Note quem= 2r = 2r2 + 2 = 2(r1) + 2.

Por hip´otese de indu¸ao,n+ 2(r1) ´e par.

= 2k+ 2 = 2(k+ 1).

Logo,n+m´e par.

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Exemplo: Prova por indu¸c˜ ao

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Sejamm e n pares. Existem inteiros r es tais quem= 2r e n= 2s.

2 Vamos provar por indu¸c˜ao em r que m+n ´e par.

3 Base: r = 1. Temosm= 2. Assim, m+n= 2 + 2s = 2(s+ 1) ´e par.

4 Hip´otese: Suponha n+m par, ondem= 2r0, para 1≤r0 <r.

5 Passo indutivo: seja m= 2r, com r>1.

Note quem= 2r = 2r2 + 2 = 2(r1) + 2.

Por hip´otese de indu¸ao,n+ 2(r1) ´e par.

Ent˜aon+ 2(r1) = 2k para algum inteirok.

Portanton+m=n+ 2r =n+ 2(r 1) + 2 = 2k+ 2

= 2(k+ 1).

Logo,n+m´e par.

Mota Teoria dos grafos [email protected] 25 / 31

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Exemplo: Prova por indu¸c˜ ao

Teorema

Se m e n s˜ao n´umeros pares n˜ao negativos, ent˜ao m+n ´e par.

Demonstra¸c˜ao.

1 Sejamm e n pares. Existem inteiros r es tais quem= 2r e n= 2s.

2 Vamos provar por indu¸c˜ao em r que m+n ´e par.

3 Base: r = 1. Temosm= 2. Assim, m+n= 2 + 2s = 2(s+ 1) ´e par.

4 Hip´otese: Suponha n+m par, ondem= 2r0, para 1≤r0 <r.

5 Passo indutivo: seja m= 2r, com r>1.

Note quem= 2r = 2r2 + 2 = 2(r1) + 2.

Por hip´otese de indu¸ao,n+ 2(r1) ´e par.

Logo,n+m´e par.

Referências

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