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Responsabilidade Social e Meio Ambiente

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Responsabilidade Social e Meio Ambiente

Ms. Elisa Kerber Schoenell Gestora Ambiental CREA RS 172364

Mestra em Engenharia Civil – Gerenciamento de Resíduos

1

Disciplina: Responsabilidade Social e Meio Ambiente

• Responsabilidade Social e Ambiental: Histórico e Conceitos;

• Temáticas e Legislações relacionadas à Responsabilidade Social e Ambiental;

• Indicadores de Responsabilidade Social e Ambiental;

• Importância da Responsabilidade Social e Ambiental para as organizações;

• Cenário atual, desafios e tendências da Responsabilidade Social e Ambiental.

2

•Indicadores Socioambientais;

•Rotulagem Ambiental;

•EIA/RIMA;

•Licenciamento Ambiental;

•Programa Zeri;

•Ecodesign;

•Produção mais Limpa (P + L);

•Análise do Ciclo de Vida (ACV);

•SA 8000 – Responsabilidade Social;

•ISO 26000;

•ISO 14001 – Sistema de Gestão Ambiental.

3

Gestão Socioambiental em

organizações e empresas AIA – EIA - RIMA

AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL

(AIA)

ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL

(EIA)

RELÁTÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL

(RIMA)

Resolução CONAMA n° 01 – 1986

Instrumento da PNMA (Lei 6.938/81)

O primeiro passo da gestão ambiental empresarial é a análise dos efeitos que a atividade poderá produzir no local.

Definições, Responsabilidades,

Critérios para uso

e implementação 4

CONAMA 01 – 1986

•Artigo 1º - Considera-seimpacto ambientalqualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetam:

•I -a saúde, a segurança e o bem-estar da população;

•II - as atividadessociaiseeconômicas;

•III - abiota;

•IV - as condições estéticas e sanitárias domeio ambiente;

•V - a qualidade dosrecursos ambientais.

5

VERIFICAÇÃO ATIVIDADE (Art 2 – CONAMA 01/86)

ESCOPO DO PROJETO - EMPREENDIMENTO

EIA RIMA

ANÁLISE TÉCNICA EIA/RIMA ÓRGÃO PÚBLICO

CONSULTA POPULAR

DECISÃO ÓRGÃO PÚBLICO

ACOMPANHAMENTO MONITORAMENTO

6

(2)

Artigo 2º - Dependerá de elaboração de EIA e respectivo RIMA, a serem submetidos à aprovação do órgão estadual competente e do IBAMA em caráter supletivo, o licenciamento de atividades modificadoras do meio ambiente:

• I - Estradas;

• II - Ferrovias;

• III - Portos e terminais de minério, petróleo e produtos químicos;

• IV - Aeroportos;

• V - Oleodutos, gasodutos, minerodutos, troncos coletores e emissários de esgotos sanitários;

• VI - Linhas de transmissão de energia elétrica acima de 230KV;

7

Artigo 2º - Dependerá de elaboração de EIA e respectivo RIMA, a serem submetidos à aprovação do órgão estadual competente e do IBAMA em caráter supletivo, o licenciamento de atividades modificadoras do meio ambiente:

• VII - Obras hidráulicas para exploração de recursos hídricos, tais como:

barragem para fins hidrelétricos, acima de 10MW, de saneamento ou de irrigação, abertura de canais para navegação, drenagem e irrigação, retificação de cursos d'água, abertura de barras e embocaduras, transposição de bacias, diques;

• VIII - Extração de combustível fóssil (petróleo, xisto, carvão);

• IX - Extração de minério, inclusive os da classe II, definidas no Código de Mineração;

8

•X - Aterros sanitários, processamento e destino final de resíduos tóxicos ou perigosos;

•Xl - Usinas de geração de eletricidade, qualquer que seja a fonte de energia primária, acima de 10MW;

•XII - Complexo e unidades industriais e agroindustriais (petroquímicos, siderúrgicos, cloroquímicos, destilarias de álcool, hulha, extração e cultivo de recursos hídricos);

•XIII - Distritos industriais e zonas estritamente industriais;

Artigo 2º - Dependerá de elaboração de EIA e respectivo RIMA, a serem submetidos à aprovação do órgão estadual competente e do IBAMA em caráter supletivo, o licenciamento de atividades modificadoras do meio ambiente:

9

•XIV - Exploração econômica de madeira ou de lenha, em áreas acima de 100 hectares ou menores, quando atingir áreas significativas em termos percentuais ou de importância do ponto de vista ambiental;

•XV - Projetos urbanísticos, acima de 100ha. ou em áreas consideradas de relevante interesse ambiental a critério da SEMA e dos órgãos municipais e estaduais competentes;

•XVI - Qualquer atividade que utilize carvão vegetal, em quantidade superior a dez toneladas por dia.

Artigo 2º - Dependerá de elaboração de EIA e respectivo RIMA, a serem submetidos à aprovação do órgão estadual competente e do IBAMA em caráter supletivo, o licenciamento de atividades modificadoras do meio ambiente:

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Competência – Aprovação

• Artigo 3º - Dependerá de elaboração de EIA e respectivo RIMA, a serem submetidos àaprovação do IBAMA,o licenciamento de atividades que, por lei, seja de competência federal.

• Artigo 5º - Parágrafo Único - Ao determinar a execução do EIA o órgão estadual competente, ou o IBAMA ou, quando couber, o Município, fixará as diretrizes adicionaisque, pelas peculiaridades do projeto e características ambientais da área, forem julgadas necessárias, inclusive os prazos para conclusão e análise dos estudos.

• Artigo 10 -O órgão estadual competente, ou o IBAMA ou, quando couber, o Município terá um prazo para se manifestar de forma

conclusiva sobre o RIMA apresentado. 11

Artigo 5º - O EIA, além de atender à legislação, em especial os princípios e objetivos expressos na Lei de PNMA, obedecerá às seguintes diretrizes gerais:

•I - Contemplar todas as alternativas tecnológicas e de localização de projeto, confrontando-as com a hipótese de não execução do projeto;

•II - Identificar e avaliar sistematicamente os impactos ambientais gerados na implantação e operação da atividade;

•III - Definir os limites da área geográfica a ser direta ou indiretamente afetada pelos impactos (área de influência do projeto), considerando, em todos os casos, a bacia hidrográfica na qual se localiza;

•lV - Considerar os planos e programas governamentais, propostos e em implantação na área de influência do projeto,

e sua compatibilidade. 12

(3)

Artigo 6º - EIA - conteúdo mínimo:

• I -Diagnóstico ambiental da área de influência do projeto - descrição e análise dos recursos ambientais e suas interações, caracterizar a situação ambiental da área, antes da implantação do projeto, considerando:

• a)o meiofísico- subsolo, água, ar e clima, recursos minerais, topografia, tipos e aptidões do solo, corpos d'água, regime hidrológico, correntes marinhas, correntes atmosféricas;

• b)o meiobiológicoe osecossistemas naturais- fauna e flora, destacando as espécies indicadoras da qualidade ambiental, de valor científico e econômico, raras e ameaçadas de extinção e as APPs;

• c) o meiosocioeconômico- uso e ocupação do solo, usos da água e a socioeconomia, destacando os sítios e monumentos arqueológicos, históricos e culturais da comunidade, as relações de dependência entre a sociedade local, os recursos ambientais e a potencial utilização futura desses recursos.

13

•II - Análise dos IA do projeto e de suas alternativas - identificação, magnitude e importância, discriminando: os impactos positivos e negativos, diretos e indiretos, imediatos e a médio e longo prazos, temporários e permanentes; grau de reversibilidade; propriedades cumulativas e sinérgicas;

distribuição dos ônus e benefícios sociais.

•III - Definição das medidas mitigadoras dos impactos negativos(preventiva ou corretiva, fase, prazo, responsável);

•lV - Elaboração do programa de acompanhamento e monitoramento dos impactos(ex: Indicadores).

Artigo 6º - EIA - conteúdo mínimo:

14

ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL - EIA

•Depois de iniciados os estudos, ainda é preciso acompanhar de perto a opinião da sociedade, através de críticas e sugestões.

•Monitorar o impacto ambiental também é fundamental, já que devemos respeitar os ciclos de renovação do ecossistema para evitar o esgotamento dos recursos naturais.

•Todo EIA deve ser acompanhado do seu RIMA. 15 ETAPAS DE PLANEJAMENTO, IMPLANTAÇÃO, OPERAÇÃO E

DESATIVAÇÃO.

RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL - RIMA

•Documento que apresenta os resultados dos estudos técnicos e científicos da AIA;

•Deve esclarecer todos os elementos do projeto em estudo, de modo compreensível aos leigos, para que possam ser divulgados e apreciados pelos grupos sociais interessados (principalmente a comunidade afetada) e por todas as instituições envolvidas na tomada de decisão.

16

Artigo 9º - O RIMA refletirá as conclusões do EIA e conterá, no mínimo:

•I - Objetivos e justificativas do projeto, sua relação e compatibilidade com as políticas setoriais, planos e programas governamentais;

•II -Descrição do projeto e suas alternativas tecnológicas e locacionais, especificando nas fases de construção e operação a área de influência: matérias-primas, mão-de-obra, fontes de energia, processos e técnicas operacionais, prováveis efluentes, emissões, resíduos, energia, empregos diretos e indiretos a serem gerados;

•III -Síntese dos resultados dos estudos de diagnósticos ambiental da área de influência do projeto;

•IV -Descrição dos prováveis IAda implantação e operação da atividade e indicando os métodos, técnicas e critérios adotados para sua identificação, quantificação e interpretação;

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Artigo 9º - O RIMA refletirá as conclusões do EIA e conterá, no mínimo:

•V -Caracterização da qualidade ambiental futura da área de influência, comparando as diferentes situações da adoção do projeto e suas alternativas, bem como a hipótese de sua não realização;

•VI - Descrição doefeito esperado das medidas mitigadoras previstas aos impactos negativos, mencionando aqueles que não puderam ser evitados, e o grau de alteração esperado;

•VII -Programa de acompanhamento e monitoramento dos impactos;

•VIII - Recomendação quanto à alternativa mais favorável (conclusões e comentários de ordem geral).

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(4)

EIA/RIMA

•Equipe multidisciplinar habilitada

•Responsável tecnicamente pelos resultados

•Composição da equipe técnica responsável pela elaboração:

• Nome

• Título

• Registro profissional

Deve ser apresentado de formaobjetiva e adequadaà compreensão.

As informações devem ser traduzidas em linguagem acessível, ilustradaspor mapas, cartas, quadros, gráficos e demais técnicas de comunicação visual, de modo que se possamentender as vantagens e desvantagens do projeto, bem como todas as consequências ambientaisda sua implantação.

19

Estatuto das Cidades (Lei 10.257/2001)

•ESTUDO DE IMPACTO DE VIZINHANÇA (EIV)

•RELATÓRIO DE IMPACTO DE VIZINHANÇA (RIVI)

•Não são de caráter obrigatório.

•Necessários em empreendimentos onde haja uma comunidade atingida diretamente pelos aspectos e impactos.

•Órgão ambiental competente pode exigir.

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21

Estudo de Impacto Ambiental (EIA) - Diagnóstico

- Análise impactos - Medida mitigadoras - Monitoramento

CONAMA 01/1986

Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) - Objetivos, justificativas e alternativas - Descrição impactos

- Caracterização qualidade ambiental - Efeitos das medidas mitigadoras - Programa de monitoramento

EIA/RIMA Art. 225 – CF 88

•§ 1º Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público:

•IV – exigir,na forma da lei, para instalação de obra ou atividade potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente, estudo prévio de impacto ambiental, a que se dará publicidade;

Divulgação e publicidade do EIA/RIMA Audiência Pública

Ampliar a participação popular nas questões ambientais.

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LICENCIAMENTO AMBIENTAL

Licença Prévia (LP) Licença de Instalação (LI) Licença de Operação (LO)

OBRIGAÇÃO LEGAL CONAMA 237/1997 Lei Complementar 140/2011

CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE 23

Resolução CONAMA 237/97

•Incorpora instrumentos de gestão ambiental, visando o desenvolvimento sustentável;

•Licenciamento como instrumento da PNMA (Lei 6.938/81);

•Regulamenta, estabelece competências e se manifesta em relação à necessidade de “ação integrada” entre os órgãos do SISNAMA na execução da PNMA.

Dispõe sobrelicenciamento ambiental; competência da União, Estados e Municípios; listagem de atividades sujeitas ao licenciamento; Estudos Ambientais, EIA e RIMA.

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(5)

I – Licenciamento Ambiental:procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licenciaa localização, instalação, ampliação e a operação de empreendimentos e atividadesutilizadoras de recursos ambientais, consideradas efetiva ou potencialmente poluidorasou daquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação ambiental, considerando as disposições legais e regulamentares e as normas técnicas aplicáveis ao caso.

II – Licença Ambiental:ato administrativo pelo qual o órgão ambiental competente, estabelece as condições, restrições e medidas de controle ambiental que deverão ser obedecidaspelo empreendedor, pessoa física ou jurídica, para localizar, instalar, ampliar e operar empreendimentos ou atividades utilizadoras dos recursos ambientais consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou aquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação ambiental.

Resolução CONAMA 237/97

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LICENCIAMENTO

A localização, construção, instalação, ampliação, modificação e operação de empreendimento e atividades utilizadoras de recursos ambientais consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras, bem como empreendimentos capazes, sob alguma forma, de causar degradação ambiental DEPENDERÃO DE PRÉVIO LICENCIAMENTO DO ÓRGÃO AMBIENTAL COMPETENTE.

ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL

(EIA) RELÁTÓRIO DE

IMPACTO AMBIENTAL

(RIMA) CONAMA 237/97

Empreendimentos e atividades consideradas efetiva ou potencialmente causadoras de significativa

degradação do meio

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Anexo I – CONAMA 237/97 - Atividades ou Empreendimentos Sujeitos ao Licenciamento Ambiental

Extração e Tratamento de Minerais

•Pesquisa mineral

•Lavra

•Perfuração de poços e produção de petróleo e gás natural

•Beneficiamento e Fabricação de minerais não metálicos (cerâmica, cimento, gesso, amianto e vidro)

•Indústria metalúrgica

•Fabricação de ferro/aço e de metais não ferrosos

•Indústria mecânica

•Fabricação de máquinas, aparelhos, peças, utensílios...

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Anexo I – CONAMA 237/97 - Atividades ou Empreendimentos Sujeitos ao Licenciamento Ambiental

Indústria de material elétrico, eletrônico e comunicações

•Fabricação de pilhas, baterias

•Fabricação de material elétrico, eletrônico e equipamentos para telecomunicação e informática

•Fabricação de aparelhos elétricos e eletrodomésticos

28

Anexo I – CONAMA 237/97 - Atividades ou Empreendimentos Sujeitos ao Licenciamento Ambiental

Indústria de material de transporte

•Fabricação e montagem de veículos rodoviários e ferroviários, aeronaves, embarcações e estruturas flutuantes

•Indústria de madeira

•Indústria de papel e celulose

•Indústria de borracha

•Indústria de couros e peles

•Indústria química (produtos, combustíveis, resinas, óleos, solventes, fertilizantes, perfumaria,...)

29

Anexo I – CONAMA 237/97 - Atividades ou Empreendimentos Sujeitos ao Licenciamento Ambiental

Indústria de material de transporte

•Indústria de laminados plásticos

•Indústria têxtil, de vestuário, calçados e artefatos de tecidos

•Indústria de produtos alimentares e bebidas

•Indústria de fumo

•Indústrias diversas

•Usinas de produção de concreto

•Usinas de asfalto

30

(6)

Anexo I – CONAMA 237/97 - Atividades ou Empreendimentos Sujeitos ao Licenciamento Ambiental

Obras civis

•Rodovias, ferrovias, hidrovias e metropolitanos

•Barragens e diques

•Canais para drenagem

•Retificação de curso de água

•Abertura de barras, embocaduras e canais

•Transposição de bacias hidrográficas

31

Anexo I – CONAMA 237/97 - Atividades ou Empreendimentos Sujeitos ao Licenciamento Ambiental

Serviços de utilidade

•Produção e transmissão de energia

•ETA e ETE

•Tratamento, destinação e disposição de RSU, industriais, de saúde, agroquímicos

•Dragagem em corpos d’água

•Recuperação de áreas contaminadas ou degradadas

•Transporte, terminais e depósitos de produtos

•Transporte de cargas perigosas

•Transporte por dutos

•Marinas, portos e aeroportos

•Terminais de minério, petróleo e produtos químicos

32

Anexo I – CONAMA 237/97 - Atividades ou Empreendimentos Sujeitos ao Licenciamento Ambiental

Turismo

•Complexos turísticos e de lazer Atividades diversas

•Parcelamento do solo

•Distrito e pólo industrial Atividades agropecuárias

•Projeto agrícola

•Criação de animais

•Projetos de assentamentos e de colonização

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Anexo I – CONAMA 237/97 - Atividades ou Empreendimentos Sujeitos ao Licenciamento Ambiental

Uso de recursos naturais

•Silvicultura

•Exploração econômica da madeira ou lenha e subprodutos florestais

•Atividade de manejo de fauna exótica e criadouro de fauna silvestre

•Utilização do patrimônio genético natural

•Manejo de recursos aquáticos vivos

•Introdução de espécies exóticas e/ou geneticamente modificadas

•Uso da diversidade biológica pela biotecnologia

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Competência Licenciamentos

•O licenciamento ambiental está previsto nos vários níveis de competência pública: MUNICIPAL, ESTADUAL E FEDERAL.

•A competência dependerá do âmbito de abrangência do impacto ambiental:

• Impactos locais, regionais ou que ultrapassem a região.

• Significância: Baixo, médio e alto impacto ambiental.

Considerado aptidão técnica dos órgãos ambientais dos Estados e Municípios em que se localizar a atividade ou

empreendimento. 35

Competência Licenciamentos IMPACTOS

IBAMA - União Estadual (ex: FEPAM) ou

Distrito Federal Município

Significativo Médio Baixo

Âmbito nacional ou regional

Âmbito regional Âmbito Local

Impactos ambientais diretos ultrapassem os limites territoriais do País ou de um ou mais Estados

Impactos ambientais diretos ultrapassem os limites territoriais de um

ou mais Municípios;

Impactos ambientais diretos no município

36 CONAMA 237/97 Lei Complementar 140/11

(7)

Competência Licenciamentos LOCALIZAÇÃO -

DESENVOLVIMENTO

IBAMA - União Estadual (ex: FEPAM) ou

Distrito Federal Município - Brasil e em país limítrofe;

- 2 ou mais estados;

- Mar territorial;

- Plataforma continental;

- Zona econômica exclusiva;

- Terras indígenas;

- UC do domínio da União;

- Bases ou empreendimentos militares.

- Mais de 1 município;

- UC de domínio estadual ou do Distrito Federal;

- Florestas e demais formas de vegetação natural de preservação permanente .

- 1 Município;

- UC instituída pelo município

CONAMA 237/97 Lei Complementar 140/11

37

Competência Licenciamentos OUTROS

IBAMA - União Estadual (ex: FEPAM) ou

Distrito Federal Município Material radioativo ou

energia nuclear

Delegados pela União por instrumento legal ou

convênio.

Delegadas pelo Estado por instrumento legal

(Resolução do COSENLHO ESTADUAL DE

MEIO AMBIENTE) ou convênio.

CONAMA 237/97 Lei Complementar 140/11

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Licenciamento Municipal

•EXIGÊNCIAS

•Impacto local;

•Estrutura administrativa adequada (ex: Secretaria de Meio Ambiente) e técnicos capacitados e habilitados;

•CONSELHO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE - caráter deliberativo e participação social;

•Lei municipal – EIA, critérios e atividades licenciáveis, custo para licenças - URMs;

39

I – Licença Prévia (LP)– concedida na fase preliminar do planejamentodo empreendimento ou atividade aprovando sua localização e concepção, atestando a viabilidade ambiental e estabelecendo osrequisitos básicos e condicionantesa serem atendidos nas próximas fases de sua implementação;

II – Licença de Instalação (LI) – autoriza a instalação do empreendimento ou atividade de acordo com as especificações constantes dos planos, programas e projetos aprovados, incluindo as medidas de controle ambiental, e demais condicionantes, da qual constituem motivo determinante;

III – Licença de Operação (LO) – autoriza a operação da atividade ou empreendimento, após a verificação do efetivo cumprimento do que consta das licenças anteriores, com as medidas de controle ambiental e condicionantes determinadas para a operação.

CONAMA 237/97 40

Etapas Licenciamento

1 - Definição pelo órgão público dos documentos, projetos e estudos (EIA) a serem exigidos;

2 - Requerimento da licença pelo empreendedor com os documentos exigidos (profissional habilitado + ART);

3 - Análise dos documentos e vistoria técnica pelo órgão público;

4 - Solicitação de esclarecimentos e complementações pelo órgão público, se couber;

5 - Audiência pública, se couber;

6 - Emissão de parecer técnico conclusivo e se necessário jurídico;

7 - Deferimento ou indeferimento do pedido de licença, dando- se a devida publicidade;

8 – Pagamento da licença – Lei municipal – URMs. 41 42

(8)

43 CNPJ 44 Ramo da atividade

45

Licenciamento Prazos

•Órgão ambiental competente pode estabelecer prazos diferentes para LP, LI e LO;

•PRAZO MÁXIMO DE 6 MESESapós protocolado o pedido;

•Quando necessárioEIA/RIMAouaudiência pública= Prazo máximo de1 ANO;

•Prazo suspenso durante a elaboração dos estudos ambientais complementares ou esclarecimentos pelo empreendedor.

CONAMA 237/97 46

Licenciamento - Duração

•O órgão ambiental competente estabelecerá os prazos de validade de cada tipo de licença.

•LP =no mínimo o estabelecido pelo cronograma dos planos, programas e projetos do empreendimento ou atividade,não podendo sersuperior a 5 anos.

•LI =no mínimo o estabelecido pelo cronograma de instalação do empreendimento ou atividade,nãopodendo sersuperior a 6 anos.

•LO =deverá considerar os planos de controle ambiental e será deno mínimo 4 anos e no máximo 10 anos.

•RENOVAÇÃO =requerida comantecedência mínima de 120 diasda expiração de seu prazo de validade.

CONAMA 237/97

47 48

Exemplo de Licença de Operação emitida pelo órgão ambiental estadual do RS: FEPAM

(9)

49 50

51

3 – Quanto aos resíduos: Proibida a queima; Manejo e destinação adequada, MTR. Enviar comprovação do destino semestralmente a FEPAM;

4 – Quanto aos efluentes:Tratamento fossa – filtro anaeróbio;

Tratamento Físico-Químico. Não poderão ser lançados efluentes em desacordo com a CONAMA 140/11 e CONSEMA 128/06;

5 – Quanto as emissões atmosféricas: Minimização de odores; Controle: Utilização de Filtro manga – lavador de gás;

6 – Quanto aos riscos ambientais: Alvará do Corpo de Bombeiros; Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio;

Manual Operacional. 52

53

Exemplo de Placa para Licenciamento - Órgão estadual do

RS: FEPAM

54

(10)

Causas de Problemas de Relacionamentos entre indústrias e órgãos ambientais (CNI)

55 0

5 10 15 20 25 30 35 40 45

Dificuldades enfrentadas pelas indústrias no licenciamento ambiental (CNI)

0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50

56

PROGRAMA ZERI

Zero Emission Research & Initiatives (Iniciativas e Pesquisa para Emissão Zero)

57

Programa Zeri

• Criado pelo empresário belga Gunter Pauli, na Universidade das Nações Unidas em 1994.

• Modelo da natureza: o conceito de Emissões Zero representa o entendimento de que todo e qualquer resíduo de um processo deverá constituir-se em insumo de um outro processo, num encadeamento capaz de agregar valor em todas etapas e trocas.

58

SIMBIOSE

• A educação tem um papel preponderante, pois ela deve criar a base para a nova realidade.

• ZERI apresenta sugestões de como e o que as organizações podem incorporar as demandas do século XXI.

59

Programa Zeri

60

Programa Zeri

(AR, SOLO, ÁGUA – Resíduos e Efluentes) /reclamações

(11)

DESIGN AMBIENTAL

61

Materiais Alternativos

62

• Planejamento no desenvolvimento de produtos;

• Planejamento no uso de produtos – vida útil;

• Planejamento no pós-uso de produtos – descarte final.

Reduzir os impactos ambientais causado na produção de produtos

Ecodesign dentro da empresa

ECODESIGN

Prevenção da poluição Desenvolvimento

integrado do produto Gestão da Qualidade

Gestão Ambiental

Desenvolvimento Sustentável Desenvolvimento

Sustentável

Integração empresarial

Integração empresarial

63

Ecoprodutos - Características

• Reduzido consumo de matérias-primas;

• Elevado índice de conteúdo reciclável;

• Produção não poluidora e matérias não tóxicas;

• Não realiza testes com animais.

64

Não produz ou minimiza impactos negativos;

• Não produz ou minimiza impactos negativos;

• Baixo consumo de energia durante seu ciclo de vida;

• Embalagem mínima ou nula;

• Possibilidade de reuso e reaproveitamento;

• Longa vida útil.

65

Ecoprodutos - Características

Consumidor

Reconhece valor do produto ecologicamente correto

Não compra produtos com excesso de embalagens

66 Prefere produtos com embalagens recicláveis

(12)

Busca a qualidade e durabilidade, evitando produtos com impactos ambientais negativos

Recusa produtos derivados de animais e principalmente de espécies em extinção

67

Consumidor

Observa selos verdes

Consumidor

Leva em conta a biodegradabilidade do produto 68

Escolhe produtos isentos de alvejantes e corantes

PRODUÇÃO MAIS LIMPA P + L

(Cleaner Production)

69

Produção mais Limpa (P+L)

70

Aplicação contínua de uma estratégia ambiental preventiva e integrada, aplicada a processos, produtos e serviços, visando aumentar a ecoeficiência e reduzir

riscos ao homem e ao meio-ambiente.

(United Nations Environmental Program – PNUMA, 1989)

Avaliação técnica, econômica e ambiental - INDICADORES

Objetivos Programa para P + L (PNUMA)

•Aumentar o consenso mundial para uma visão de P+L;

•Apoiar a rede de organizações dedicadas à promoção de estratégias de P+L e à ecoeficência;

•Ampliar as possibilidades de melhoria ambiental das empresas mediante a capacitação e a educação;

•Apoiar projetos que sirvam de modelo de referência;

•Fornecer assistência técnica. 71

Criado em 1995 pelo SENAI para capacitar profissionais e dar suporte a programas de implantação de sistemas deProdução mais Limpana indústria. O CNTL faz parte da rede criada pela UNIDO e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP), para estimular a adoção de processos baseados em tecnologias limpasnos países emergentes.

72 P+L: Aplicação contínua de uma estratégiaeconômica,ambiental e tecnológicaintegrada aos processos e produtos, a fim de aumentar a eficiência no uso de matérias-primas, água e energia, através da não-geração, minimização ou reciclagem de resíduos gerados em um processo produtivo.

(13)

Declaração Internacional sobre P+L (PNUMA – 1999) - Comprometimentos

LIDERANÇA

73

CONSCIENTIZAÇÃO, EDUCAÇÃO E

FORMAÇÃO

INTEGRAÇÃO

INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO

TRANSPARÊNCIA IMPLEMENTAÇÃO

•Uso mais eficiente dos recursos naturais;

•Eliminação de desperdícios (não agrega valor);

•Conversão de matérias-primas (ex: eliminação de materiais tóxicos);

•Redução dos efeitos negativos do produto ao longo de seu ciclo de vida;

•Melhora questões de saúde e segurança;

•Benefícios Ambientais e Econômicos - Redução de Custos;

•Melhoria da Produtividade. 74

Produção mais Limpa (P+L)

Produção mais Limpa (P+L)

• Eliminar a geração;

• Prevenir a geração;

• Minimizar a geração;

• Reaproveitar/Reutilizar;

• Tratar;

• Dispor.

75

EMISSÕES RESÍDUOS EFLUENTES

Princípios da P + L

•Precaução: melhor estar seguro do que arrepender-se depois.

•Prevenção do resíduo na fonte: é mais barato prevenir do que curar/tratar/dispor.

•Integração total da produção(visão holística): avaliação do ciclo de vida.

•Participação democrática: direito de acesso público as informações sobre os riscos de produtos e processos para o homem e o ambiente.

76

Perdas no processo

•Matérias-primas não convertidas em produtos por falta de eficiência na produção ou produtos mal projetados;

•Perdas de Matérias-Primas e/ou produtos, por especificações de produtos malfeitas;

•Gerenciamento de estoques inadequado;

•Derramamento e desperdícios ao longo do processo produtivo, falta de treinamento, manutenção preventiva, insuficiente ou inadequada, layout inadequado;

•Acidentes por falta de planos de prevenção e atendimento;

•Perdas de energia por falta de eficiência no planejamento, projeto ou uso de energia.

Atividades que geram custo e não agregam

77

valor ao produto.

78

FIM DE TUBO P + L

VISÃO REATIVA - CORRETIVA PRÓ-ATIVA – PREVENTIVA

PROTEÇÃO AMBIENTAL

ESPECIALISTAS. ATUA APÓS DESENV. DO PROCESSO E PRODUTOS

TODOS. ATUA COMO PARTE INTEGRANTE DO

‘DESIGN’ DO PRODUTO

PROBLEMAS AMBIENTAIS PONTO DE VISTA TECNOLÓGICO

RESOLVIDOS EM TODOS OS NÍVEIS E CAMPOS

USO DE MATÉRIAS- PRIMAS, ENERGIA E

ÁGUA

NÃO HÁ PREOCUPAÇÃO USO EFICIENTE

RESÍDUOS, EFLUENTES E EMISSÕES

CONTROLADOS POR TRATAMENTOS

PREVENIDOS E MINIZADOS

CUSTOS ADICIONAIS REDUÇÃO E GANHOS

(14)

•Uso mais eficiente dos recursos naturais;

•Eliminação de desperdícios (não agrega valor);

•Conversão de matérias-primas (ex: eliminação de materiais tóxicos);

•Redução dos efeitos negativos do produto ao longo de seu ciclo de vida;

•Melhora questões de saúde e segurança;

•Benefícios Ambientais e Econômicos - Redução de Custos;

•Melhoria da Produtividade.

79

Produção mais Limpa (P+L)

Christie et al (1995) apud Lemos (1998)

Fim-de-tubo

•O que devo fazer com ele?

•Como controlar?

•Como tratá-lo?

•Onde devemos dispô-lo?

•Por quanto tempo somos responsáveis por ele?

P + L

•De onde vem?

•Por quê é gerado?

•Como é gerado?

•Quando ele é gerado?

•Quanto é gerado?

•Como posso evitá-lo?

•Ou reduzi-lo?

•Ou minimizá-lo?

80

RESÍDUO, EFLUENTE OU EMISSÃO GERADOS

81

Formas de atuação da P+L para gerar oportunidades de melhoria

UNEP, 1996 apud SILVA FILHO et al, 2007

ECODESIGN

82

Aplicações P + L

• Processos produtivos: conservação de matérias- primas e energia, eliminação de matérias-primas tóxicas e redução da quantidade e toxicidade dos resíduos e emissões.

• Produtos: redução dos impactos negativos ao longo de vida de um produto (design), desde a extração das matérias-primas até sua disposição final.

• Serviços: incorporação de preocupações ambientais no planejamento e na entrega dos serviços.

83

•Reduzir a perda de matérias-primas e dos produtos;

•Equipamento p/ minimizar derramamentos, perdas e contaminação durante transporte e peças materiais;

•Programação da produção de modo a reduzir necessidade de limpeza de equipamentos;

•Melhorar a administração de estoque de matérias-primas e produtos p/ evitar vencimento do prazo de validade ou deterioração;

•Manutenção preventiva;

•Desligar lâmpadas e motores quando não estiverem em uso;

•Evitar misturar diferentes tipos de resíduos.

84

Boas práticas de P + L

(15)

Reaproveitamento de caixas de papelão para lixeiras de resíduos recicláveis nos setores administrativos de Hospital.

Boas práticas de P + L

Venda

R$ 140,00 R$ 332,00

85

Como implementar P+L

•ETAPA 1: Planejamento e Organização

•Passo 1: Obter comprometimentoe envolvimento da alta direção

•Passo 2: Estabelecer a equipedo projeto

•Passo 3: Estabelecer aabrangência da P+L

•Passo 4: Identificar barreiras e soluções

•ETAPA 2 : Pré-avaliação e Diagnóstico

•Passo 5: Desenvolver o fluxograma do processo

•Passo 6: Avaliar as entradas e saídas

•Passo 7: Selecionar o focoda avaliação da P+L

86

•ETAPA 3: Avaliação de PmaisL

•Passo 8: Originar um balanço material e de energia

•Passo 9: Conduzir uma avaliaçãode P+L

•Passo 10: Gerar opçõesde P+L

•Passo 11: Selecionar opções de P+L

•ETAPA 4: Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental

•Passo 12: Avaliação preliminar

•Passo 13: Avaliação técnica

•Passo 14: Avaliação econômica

•Passo 15: Avaliação ambiental

•Passo 16: Selecionar as opções a serem implementadas 87

Como implementar P+L

•ETAPA 5: Implementação de Opções e Plano de Continuidade

•Passo 17: Preparar plano de implementação de P+L

•Passo 18: Implementar as opções de P+L

•Passo 19: Monitorar e avaliar – indicadores

•Passo 20: Sustentaratividades de P+L

88

Como implementar P+L

Metodologia desenvolvida pelo CNTL SENAI e apoiada pela UNIDO

LEGISLAÇÃO TECNOLOGIA

Barreiras P + L

• Resistência burocrática e a mudanças;

• Tendência conservadora;

• Legislação descoordenada;

• Falta de informação;

• Escassez de fundos/financiamentos;

• Falta de apoio;

• Dificuldade de venda de novos produtos;

• Falta de comunicação interna;

• Atraso de programas educativos.

89

Incentivos P + L

• Medo da responsabilidade civil e penal diante de danos ambientais;

• Imagem no mercado;

• Investimentos e benefícios econômicos;

• Governos como clientes e consumidores – imposições aos fornecedores.

90

(16)

Poder Público e P+L Recomendações PNUMA

• Introdução de reformas regulatórias (exigência e premiações de cumprimento, prioridade a P+L);

• Utilização de instrumentos econômicos (ex:

impostos ambientais, desconto IPTU);

• Medidas de apoio a programas de P+L (informação e assistência);

• Assistência externa (comprometes recursos próprios para empresas).

91

ANÁLISE DO CICLO DE VIDA ACV

92

Análise do Ciclo de Vida (ACV)

93

Técnica para avaliação e comparação entre dois ou mais produtos referente aos seus aspectos ambientais e impactos potenciais associados – DESEMPENHO AMBIENTAL.

Metodologia utilizada na avaliação dos efeitos ambientais de um produto, processo ou atividade ao longo de todo o seu ciclo de vida.

Comparação deve ser feita entre produtos que exercem a mesma função.

ACV: Principais Usos

• COMPARAÇÃO DE PRODUTOS

• OPORTUNIDADES DE MELHORIA DE DESEMPENHO DE PRODUTOS

• APOIO A TOMADA DE DESIÇÕES

94

EMPRESAS – PRODUTOS - SOCIEDADE

Análise do Ciclo de Vida (ACV)

• “Analisar a vida do produto do berço ao túmulo” (túmulo saturado).

• “Analisar a vida do produto do berço à reencarnação (mesmo produto)”.

• “Analisar a vida do produto do berço ao berço

(outro produto)”.

95

EVOLUÇÃO

Análise do Ciclo de Vida (ACV)

•ETAPAS

•Definição

do objetivo e

Escopo

(área de abrangência);

Análise do Inventário: Entradas e Saídas do Processo (energia, resíduos, emissões, produto, coprodutos...);

Avaliação dos Aspectos e Impactos Ambientais de cada Etapa - Quantificação dos Impactos;

Interpretação de Resultados.

96

(17)

Análise do Ciclo de Vida (ACV)

ESCOPO

• Extração e processamento da(s) matéria(s)-prima(s);

• Manufatura (produção);

• Transporte e distribuição;

• Uso, reuso e manutenção;

• Reciclagem e disposição final.

97

Pode compatibilizar os impactos ambientais decorrentes de todas as etapas envolvidas ou de

apenas uma (desvantagem).

98

99

Planejamento Transporte

Coprodutos

100

Produtos RESÍDUOS

EMISSÕES EFLUENTES

Matéria-prima

Elementos Fundamentais

• Mesma Unidade Funcional (ex: kg, m³, T CO

2

);

• Fronteiras do Sistema (início – fim; área;

tempo de estudo; atividades estudadas);

• Alocação (dividir cargas ambientais entre coprodutos; ex: leite e queijo);

• Qualidade dos Dados e Coleta de Dados – confiabilidade – realidade.

101 COLTRO - CETEA, 2007

O que prejudica menos o meio ambiente e a saúde?

102 Exemplos

Papel toalha ou secador elétrico?

Garrafa pet ou de vidro?

Álcool ou gasolina?

Usar filtro de café descartável ou de pano?

Consumir água em copo de vidro ou de plástico?

Qual o maior desperdício? Usar água e detergentes para lavar os copos de vidro ou gastar recursos na confecção de copos e depois reciclá-los?

(18)

103

Análise do Ciclo de Vida (ACV)

Normas ISO relativas

ISO 14040 – Estrutura geral, princípios e requisitos;

ISO 14041 – Objetivo, escopo e análise de inventário;

ISO 14042 – Estruturação dos dados, avaliação dos impactos;

ISO 14043 – Procedimento para avaliar as

informações do inventário.

104

• Identificação das partes críticas da produção e do uso, orientando as ações voltadas à melhoria do sistema;

Vantagens da ACV - Empresa

• Visão sistêmica do setor em relação ao impacto ambiental;

• Sensibiliza todos os componentes do sistema para os problemas ambientais envolvidos;

• Melhoria da Imagem da Empresa.

105

• Informações básicas para a discussão e avaliação de assuntos ambientais e escolha de produtos e processos;

Produtos com melhor relação custo-benefício

SA 8000 – Sistema de Responsabilidade Social ISO 26000 - Responsabilidade

Social e Sustentabilidade

106

ABNT NBR 16001/2004

•Requisitos mínimos de gestão de Responsabilidade Social;

•Sistema da gestão;

•Requisitos.

Verificar se empresa segue leis de concorrência, sem a adoção de práticas desleais, se participa do desenvolvimento da comunidade, se traz prejuízos ao meio ambiente, se promove a diversidade e combate a discriminação profissional de seus empregados,... 107

SA 8000 – Sistema de Responsabilidade Social

Norma elaborada pela SAI (Social Accountability International – Responsabilidade Social Internacional);

Condições de Trabalho;

Controle para verificação do cumprimento pelas empresas;

Baseada em estratégias comprovadas de garantia de qualidade.

108

(19)

SA 8000 - Objetivos

•Completa adoção pela empresa das exigência legais;

•Aprimorar o ambiente organizacional através da valorização do componente humano – saúde e segurança;

•Melhoramento contínuo das condições de trabalho em toda cadeia;

•Ética, transparência, comunicação, boas práticas e correta gestão da imagem empresarial;

•Desenvolvimento Sustentável e consciência de responsabilidade social.

Processo no qual se escutam as opiniões de todas as partes 109

interessadas, tanto internas como externas à empresa.

SA 8000 – Requisitos de Responsabilidade Social

• Trabalho Infantil ;

• Trabalho Forçado;

• Segurança e Saúde;

• Liberdade de Associação e Direito a Negociação Coletiva;

• Discriminação;

• Práticas Disciplinares;

• Horário de Trabalho;

• Remuneração;

• Sistema de Gestão.

110

SA 8000 - Certificação

•Função: Validar as declarações da empresa a respeito de seu compromisso com a responsabilidade social.

•Empresa preocupada com bem-estar dos funcionários – garantia dos direitos humanos básicos.

111

CREDIBILIDADE REPUTAÇÃO NIVEL DE CONFIANÇA DA COMUNIDADE

SA 8000 – Fases Certificação

•1. Diagnóstico ou Pré-auditoria(com recomendações de adequação);

•2. Início do Processo(correção de práticas inadequadas;

nova postura de relacionamento com funcionários;

treinamento de auditores internos);

•3. Análise Crítica(sistema de gestão deve contemplar os requisitos, incluindo os fornecedores);

•4. Auditoria Externa(empresa certificadora pela SAI realiza auditoria. Após certificação, ainda são necessárias auditorias externas para mantê-la).

112

ISO

• O nome escolhido "ISO" , é derivado do gregoisos,que significa "igual".

PADRONIZAÇÃO

NÃO OBRIGATÓRIO

113

ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL PARA NORMALIZAÇÃO (INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION)

ISO - Padrões

•Fazer o desenvolvimento, fabricação e fornecimento de produtos e serviçosmais eficientes, mais seguros e mais limpos;

•Facilitar o comércioentre os países e torná-lomais justo;

•Proporcionar aos governos uma base técnica para a legislação de saúde, segurança e ambiental, e avaliação da conformidade;

•Avanços tecnológicos e boas práticas de gestão para difundira inovação;

•Proteger os consumidores e usuários em geral, de produtos e serviços;

•Tornar a vida mais simples, oferecendo soluções para

problemas comuns. 114

(20)

•TEMAS CENTRAIS

•Governança organizacional;

•Direitos humanos;

•Práticas trabalhistas;

•Meio Ambiente;

•Práticas operacionais justas;

•Questões dos consumidores;

•Envolvimento com a comunidade e seu desenvolvimento.

115

ISO 26000 - Responsabilidade Social e Sustentabilidade

Acesse a ISO 26000 em português:

http://www.iso26000qsp.org/2010/12/conheca-iso-26000-em-portugues- versao.html

•Norma de diretrizes;

•Recomendações fundamentais e ferramentas para gestores;

•Organizações devem obedecer as leis e regulamentos do setor social e também devem assumir o ônus ambiental provocado por suas atividades.

116

ISO 26000 - Responsabilidade Social e Sustentabilidade

Não é norma de gestão;

Não é dispositivo pra fins de certificação ou para uso regulatório ou contratual.

ISO 26000

Objetivo: Melhorar o desempenho organizacional e o desempenho de todos que estejam sob seu controle ou área de influência.

117

• Abordagem preventiva – degradação ambiental e saúde;

• Gestão de risco ambiental – informação e conscientização da comunidade e avaliação e redução de impactos ambientais;

• Dívida da Organização poluidora – Princípio do Poluidor Pagador.

•1. Escopo;

•2. Temas, definições e abreviaturas;

•3. A Compreensão da Responsabilidade Social;

•4. Princípios da Responsabilidade Social;

•5. Reconhecimento da Responsabilidade Social e engajamento das partes interessadas;

•6. Orientações sobre temas centrais da Responsabilidade Social;

•7. Orientações sobre a integração da Responsabilidade Social em toda a organização.

118

ISO 26000

ISO 26000 – Recomendações para gestão ambiental nas organizações

•Ciclo de Vida;

•Avaliação de Impacto Ambiental;

•P+L e Ecoeficiência;

•Tecnologias e práticas ambientalmente sólidas;

•Compras Sustentáveis

119

ISO 26000

•Prevenção da poluição;

•Uso sustentável de recursos;

•Mitigação e adaptação às mudanças climáticas;

•Proteção e restauração de habitats naturais.

120

Responsabilidade

Social e Meio Ambiente

(21)

Relação entre a organização, suas partes interessadas e a sociedade (ISO 26000)

121

Órgãos acreditadores

Enquanto as normas permanecem apenas como padrões, as certificações atribuem atestados de conformidade aos padrões seguidos por determinada organização. Assim, estas últimas têm um aspecto avaliativo e de referência.

122

• Auditados e aprovados pela ISO

• Objetivo de auditar e aprovar os órgãos certificadores

• Brasil: INMENTRO

Órgãos certificadores

• Auditados e aprovados pelo órgão acreditador

• Objetivo de auditar, recomendar o certificado e realizar auditorias de manutenção

• Brasil: ABNT

ISO 14001

Sistema de Gestão Ambiental (SGA)

123

Parte de um sistema da gestão de uma organização utilizada para desenvolver e implementar sua política ambientale para gerenciar seusaspectos

ambientais. 124

PDCA

PLANEJAR (Plan)

Objetivos e processos em concordância com a política ambiental.

EXECUTAR (Do)

Implementar o sistema de gestão ambiental.

Realizar avaliação do ciclo de vida e gerir os aspectos ambientais.

VERIFICAR (Check)

Realização de auditorias (conformidade com política, objetivos, requisitos legais) e

avaliar o desempenho ambiental.

AGIR (Act)

Comunicar, usar declarações ambientais e reivindicações para melhoria continua do

SGA.

125

A família ISO 14000 foi projetada para

ser implementada de acordo com a metodologia PDCA

Planejar Executar Verificar Agir

Implementação do sistema de gestão

ambiental

Realizar avaliação do ciclo de vida e gerir os aspectos ambientais

Realização de auditorias e avaliar o desempenho ambiental

Comunicar e usar declarações ambi

entais e reivindicações

ISO 14050:2009 - Gestão ambiental - Vocabulário

ISO 14040:2006 - Gestão ambiental - Avaliação do ciclo de vida - Princípios

e estrutura

ISO 14015:2001 - Gestão ambiental - Avaliação Ambiental dos locais e das organizações

ISO 14020:2000 - Rótulos e declarações ambientais - Princípios

gerais

ISO 14001:2004 - Sistemas de gestão ambiental - Requisitos com orientações para

uso

ISO 14044:2006 - Gestão ambiental - Avaliação do ciclo de vida - Requisitos

e diretrizes

ISO 14031:1999 - Gestão ambiental - Avaliação do desempenho ambiental -

Diretrizes

ISO 14021:1999 - Rótulos e declarações ambientais - Auto- declarado alegações ambientais (Tipo II rotula

gem ambiental)

ISO 14004:2004 - Sistemas de gestão ambiental - Diretrizes gerais sobre princípios, sistemas e técnicas de

apoio

ISO /TR 14047:2003 Gestão ambiental - avaliação do impacto do

ciclo de vida - Exemplos de aplicação

da ISO 14042

ISO 19011:2002 - Diretrizes para a qualidade e / ou de

gestão ambiental auditoria de

processos

ISO 14024:1999 - Rótulos e declarações ambientais - Tipo I rotulagem ambiental -

Princípios e procedimentos

126

(22)

A normaISO 14.001, publicada em 1996 e atualizada em 2004, trouxe à questão ambiental ummodelo de gestão padronizado com possibilidade de certificação.

Certificação de um Sistema de Gestão Ambiental (SGA)

127

Norma com abrangênciainternacional que diz O QUÊ uma organização deve fazer para gerenciar seus aspectos ambientais, mas não impõeCOMOfazê-lo.

ISO 14001

3

128

• Para se obter a ISO 14001 a empresa deve implementar ferramentas para monitorar atividades, produtos e serviços que podem interagir com o meio ambiente e desenvolver programas ambientais que promovam redução ou eliminação dos impactos adversos produzidos.

Esta Norma se aplica a qualquer organização que deseje:

•Estabelecer, implementar, manter e aprimorar umsistema da gestão ambiental (SGA);

•Assegurar-se da conformidade com suapolítica ambiental;

•Demonstrarconformidadecom esta Norma ao:

•1) fazer uma auto avaliação ou auto declararão;

•2) buscar certificação/registro de seu SGA ou confirmação de sua auto declaração e conformidade por uma organização externa ou por partes que tenham interesse na organização, comoclientes.

129

OBJETIVOS DA ISO 14001

130

5

2. POLÍTICA AMBIENTAL

Intenções e princípios gerais de uma organização em relação ao seu desempenho ambiental, conforme formalmente expresso pela alta administração.

Desempenho ambiental:resultados mensuráveis da gestão de uma organização sobre seus aspectos ambientais

131 Prevenção da Poluição Conservação do Meio Ambiente

Atendimento a Legislação Melhoria Continua Desenvolvimento Sustentável

1. ESCOPO – área de abrangência da certificação

Devem ser listados todos os detalhes relacionados a:

Matérias-primas e de produtos químicos;

Utilização de energia e água;

Tratamento de efluentes e água;

Acondicionamento e destinação dos resíduos;

Emissões atmosféricas.

3. ASPECTO X IMPACTO AMBIENTAL

ENTRADAS SAÍDAS 132

(23)

Elemento das atividades, produtos ou serviços da Organização que

podem interagir com o meio

ambiente.

(CAUSA)

Qualquer modificação do meio

ambiente, adversa ou benéfica, que resulte, no todo ou em parte, dos Aspectos Ambientais

da Organização.

(EFEITO) ASPECTO

AMBIENTAL

IMPACTO AMBIENTAL Toda ATIVIDADErealizada gera um aspecto e impacto

ambiental

133

3. ASPECTO X IMPACTO AMBIENTAL

Critérios de Avaliação

•3 - 5: Desprezível

•6 - 9: Moderado

•10 - 22: Crítico SIGNIFICATIVOS 134

Situação + Abrangência + Severidade + Frequência 3. ASPECTO X IMPACTO AMBIENTAL

• Estabelecer, implementar e manter procedimentos para identificar e ter acesso a requisitos legais aplicáveis relacionados aos seus aspectos ambientais;

• Levados em consideração no estabelecimento, implementação e manutenção de seu sistema da gestão ambiental.

135

4. REQUISITOS LEGAIS

• Mensuráveis;

• Política Ambiental;

• Prevenção da poluição;

• Atendimento aos Requisitos Legais;

• Melhoria Contínua;

• Aspectos Ambientais significativos;

• Opções tecnológicas, financeiras, operacionais e comerciais;

• Indicar os responsáveis e o prazo.

136

5. OBJETIVOS, METAS E PROGRAMAS

6. CONTROLE OPERACIONAL

Relacionada aos Aspectos Ambientais Significativos INSTRUÇÕES OPERACIONAIS

Exemplos

Geração de Resíduos;

Manutenção preventiva e corretiva de equipamentos

Geração de Efluentes

Manuseio de produtos químicos

137

TREINAMENTOS

PREPARAÇÃO E ATENDIMENTO A EMERGÊNCIAS

7. VERIFICAÇÃO

MONITORAMENTO E MEDIÇÃO;

AVALIAÇÃO DO ATENDIMENTO AOS REQUISITOS LEGAIS;

AUDITORIA INTERNA E EXTERNA (RECERTIFICAÇÃO);

NÃO CONFORMIDADE, AÇÃO CORRETIVA E AÇÃO PREVENTIVA;

REQUISIÇÃO DE AÇÃO CORRETIVA (RAC).

138

(24)

PLANO DE AUDITORIA

Data, Auditores, Atividades/Setores, Documentos do SGA, Registros, Requisitos.

RELATÓRIO DE AUDITORIA

Setor, data, requisitos, temas de verificação, resultados (ação de contenção imediata,corretiva, observação, oportunidade de melhoria, conformidade), resumo e documentos/registros.

REQUISIÇÃO DE AÇÃO CORRETIVA (RAC)

Setor, data, nº, requisito norma, constatação, evidência, causas prováveis e/ou potenciais, ação de contenção,

descrição da ação/responsável/prazo. 139

7. VERIFICAÇÃO 8. ANÁLISE PELA ALTA ADMINISTRAÇÃO

Oportunidades de melhoria;

Alterações no SGA;

Resultados das auditorias;

Comunicações de partes externas;

Desempenho Ambiental;

Objetivos e Metas;

Ações corretivas e preventivas. 140

Gestão de resíduos (lucros e diminuição de riscos);

Economiano consumo de energia, água e materiais;

Melhoria da imagem corporativa;

Melhoria contínuado desempenho ambiental.

141

ISO 14001: Principais Benefícios

142

Atualidades e Tendências Dilemas e Desafios

Conclusões Considerações Finais

143

Dilemas e limites para o avanço da gestão socialmente responsável

•Natureza das empresas e do sistema na qual estão inseridas (interesse de acionistas; punição jurídica ao invés de física a pessoa diretamente que ocasionou o dano; falta de consciência moral; externar problemas);

•Ganhar dinheiro como foco (pressões por eficiência, lucratividade, competitividade e redução de custos ainda são mais fortes do que as pressões por transparência, respeito aos direitos dos trabalhadores);

•Questões sociais não são de competência das empresas (Estado e sociedade civil têm o papel primordial de cuidar das questões sociais - responsabilidade social = apoio

financeiro a projetos sociais). 144

(25)

Dilemas e limites para o avanço da gestão socialmente responsável

•Ninguém quer ser o responsável pela definição de novos padrões em cada setor(altos custos para os pioneiros;

pressões entre os concorrentes para que não haja avanço nos benefícios a funcionários, clientes ou fornecedores.

Oferta excedente de mão de obra disposta a trabalhar com baixos salários e sem observância de direitos trabalhistas).

•Pouco poder de pressão da sociedade sobre as empresas;

•Muitas empresas ainda estão na era da filantropia (disponibilizam verbas para os projetos sociais em comunidades externas, sem discutirem a relação destas ações sociais com a sua forma de gerenciar o negócio). 145

“O desafio não é apenas uma questão empresarial, mas de toda a sociedade, de cada um

de nós enquanto indivíduos, cidadãos, consumidores, até mesmo no sentido de

identificar o que desejamos e o que não desejamos, o que não estamos dispostos a

sacrificar e o que podemos conceder.”

146 SCHOMMER E ROCHA, 2007

No Brasil há o desafio de superar as históricas desigualdades e injustiças - social, econômica, criminal, racial, gênero – que marcam a trajetória do país.

Contradições da realidade

Competição X Solidariedade Consumismo X Preservação Responsabilidade X Competitividade Visão de longo prazo X Resultados imediatos

147

A realidade é um campo de possibilidades

Tendências

• Responsabilidade socioambiental empresarial = desenvolvimento sustentável (conciliar crescimento econômico, proteção ambiental e justiça social);

• Problemas sociais e ambientais = oportunidades de negócios (focos do investimento em novas tecnologias, produtos e processos);

• Responsabilidade socioambiental empresarial =

diferencial competitivo;

148

Tendências

• Profissionalização da gestão (cursos, formação, consultorias...);

• Articulação e consolidação de ferramentas de gestão (acordos internacionais, ISO,...);

• Incentivo a novas estratégias de pressão sobre as empresas.

149

Relação Social e Ambiental

150

Conclusões e Considerações Finais

MEIO AMBIENTE SAÚDE

SANEAMENTO

ÉTICA

VIDA

RESPONSABILIDADE DIVERSIDADE

ALIMENTO

DOENÇA

ÁGUA

NECESSIDADES

POLUIÇÃO

(26)

• O conceito de desenvolvimento sustentável no meio empresarial tem se pautado mais como um modo de empresas assumirem formas de gestão mais eficientes, como práticas identificadas como eco eficiência e P+L, do que uma elevação do nível de consciência.

• Necessitamos de muito para que as empresas se tornem agentes de um desenvolvimento sustentável, socialmente justo – melhoria na qualidade de vida, economicamente viável e ambientalmente correto – uso sustentável dos

recursos naturais.

151

EDUCAÇÃO AMBIENTAL

152

Ferramentas - Benefícios

PUNIÇÕES JURÍDICAS CRIMES AMBIENTAIS

PASSIVOS AMBIENTAIS RESPONSABILIDADE SÓCIO AMBIENTAL

CERTIFICAÇÕES (ISO), NORMAS, ROTULAGENS /SELOS ACORDOS INTERNACIONAIS

LEGISLAÇÕES DIAGRAMA DE BLOCOS

INDICADORES

LICENCIAMENTO ECODESIGN P+L

ACV

AIA

• Não se pode gerenciar o que não se pode medir.

• Não se pode medir o que não se consegue definir.

• Não se pode definir sem compreender.

153

SOCIAL

ECONÔMICO AMBIENTAL

Responsabilidade Social e Meio Ambiente

Ms. Elisa Kerber Schoenell Gestora Ambiental CREA RS 172364

Mestra em Engenharia Civil – Gerenciamento de Resíduos 154

OBRIGADA PELA ATENÇÃO

Referências

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