EDITORIAL
FORTALECENDO A PROFISSÃO
Ganhar. Perder. Viver: é m lema de vida. Nos últimos ete s, ais s vitóias que podem r contads o evoluir da asistêcia de enfermagem e dos que a produzem? Convidos nossos leitores a fazer ua ligeira avaliação.
1 . Há
ete ancs, depois de um perído lono de tentativa infrutífera para convencer alguns tecratas obre a ecesidade de o País formar recrss us de efermagem, houve a m'gnífia rovidência de tra çarem-se metas e de se abârem curos de graduação em enfermagem,
-a princípio naquelas universida,ds federais em que inexistiam tais
curos. Trata-se de m imortante projeto vado à ação ela Sretaria
de Esino Superior do Ministério da Eação e Cultura; foraml, dese mdo, aumentados em
70%
tis curss de grduaço. Também esa linha de eduaço, o ao de1975
viu antar, �m orentagem aior, s crsos de pós-graduação - de mestrado e doutorado em enfermaem.O interesse dos jovens ela careira de enfermagm mantém-e m om
nível nos exames vestibulaes.
2 . Mas, ainda assim, são insuficientes os enfermeirs nas instituições de aúde. A procura ds serviços de saúde e expade, e não aumenta, a mesa proporção, o número de enfermeiros ontratados ses svios. Há uma carência daquele esoal de enfermagem de 2.° grau de ensio; essa carêia agrava a situaço. No final da década de
1950,
o Levanta mento dos Recurss e Nssidades de Enfermagem, equia realizadapela ABEn, enontrara
70%
de atedents o onjunto o sol de enfermagem, inclusive enfermeirs e auxiliares de efermagem, s rviços de
e
do pais.Felizente, de
1975
em diante,há
um auento de ilitaço de té nicos de enfermagem e auxilirs de efrmagem (Rolução do Conelo Federal de Educação n.08
7
e8
de1977)
no esio sngular e nas suplêias profissionalizantes. Estas últimas sustituiram com vantagem as habilitaçõs precaríssims segudo o antigo Deret-lei n.o8.778
de1946.
Quanto às suplências profissionalizantes, elas vão ajudar aqueles2
que não puderam fazer curO regular, as precisam elltorar sas m
diçs de empreo e sua prooço
l.
Se trazem para, s estabeleci ments de saúde pesoal ouco itado tecnicaente, cometirá aSS8 istituiçes rganizar treinamentos de orientação iniial e de duca
ção ontinuada pa'a os melorar. Estamos num País de grades necessi dades quanto a eses aspcts do ralho e s de contribuir para o progreso de todos. Justamente, este apecto de eduação continuada tem de ser encarado pelos enlermeiros irigentes de enfermagem dos setres de intnação e demais da assistência à saúde. A própria Lei n.o 5.905, de 1973, que criou os Conelos de Enfermagem, determina que haja aperfeiamento o trabalo.
3 . Finalmente, a grande modificação para melhor, que os evis de en fermagem deverão ter nos anos próximos, deve advir da existênia dos Conse!os Federal (COFEN) e Regioais (CORENs) de Enfermagem. Eles foram instalados em 1975. Um dos maiores traalhos realizados elo Conselho Federal de Enfermagem tem sido aquele em que, obilizando o ponto de vista de todas as entidades sindicais e culturais em que e agremiava, naquela época, pessoal de enfermagem, conseguiu elaorar o anteprojeto de uma futura lei do exercício profissional (que deverá subs tituir a defasada