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Rev. Bras. Enferm. vol.35 número1

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Academic year: 2018

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EDITORIAL

FORTALECENDO A PROFISSÃO

Ganhar. Perder. Viver: é m lema de vida. Nos últimos ete s, ais s vitóias que podem r contads o evoluir da asistêcia de enfermagem e dos que a produzem? Convidos nossos leitores a fazer ua ligeira avaliação.

1 . Há

ete ancs, depois de um perído lono de tentativa infrutífera para convencer alguns tecratas obre a ecesidade de o País formar re­

crss us de efermagem, houve a m'gnífia rovidência de tra­ çarem-se metas e de se abârem curos de graduação em enfermagem,

-a princípio naquelas universida,ds federais em que inexistiam tais

curos. Trata-se de m imortante projeto vado à ação ela Sretaria

de Esino Superior do Ministério da Eação e Cultura; foraml, dese mdo, aumentados em

70%

tis curss de grduaço. Também esa linha de eduaço, o ao de

1975

viu antar, �m orentagem aior, s crsos de pós-graduação - de mestrado e doutorado em enfermaem.

O interesse dos jovens ela careira de enfermagm mantém-e m om

nível nos exames vestibulaes.

2 . Mas, ainda assim, são insuficientes os enfermeirs nas instituições de aúde. A procura ds serviços de saúde e expade, e não aumenta, a mesa proporção, o número de enfermeiros ontratados ses svios. Há uma carência daquele esoal de enfermagem de 2.° grau de ensio; essa carêia agrava a situaço. No final da década de

1950,

o Levanta­ mento dos Recurss e Nssidades de Enfermagem, equia realizada

pela ABEn, enontrara

70%

de atedents o onjunto o sol de enfermagem, inclusive enfermeirs e auxiliares de efermagem, s r­

viços de

e

do pais.

Felizente, de

1975

em diante,

um auento de ilitaço de té­ nicos de enfermagem e auxilirs de efrmagem (Rolução do Cone­

lo Federal de Educação n.08

7

e

8

de

1977)

no esio sngular e nas suplêias profissionalizantes. Estas últimas sustituiram com vantagem as habilitaçõs precaríssims segudo o antigo Deret-lei n.o

8.778

de

1946.

Quanto às suplências profissionalizantes, elas vão ajudar aqueles

(2)

2

que não puderam fazer curO regular, as precisam elltorar sas m­

diçs de empreo e sua prooço

l.

Se trazem para, s estabeleci­ ments de saúde pesoal ouco itado tecnicaente, cometirá a

SS8 istituiçes rganizar treinamentos de orientação iniial e de duca­

ção ontinuada pa'a os melorar. Estamos num País de grades necessi­ dades quanto a eses aspcts do ralho e s de contribuir para o progreso de todos. Justamente, este apecto de eduação continuada tem de ser encarado pelos enlermeiros irigentes de enfermagem dos setres de intnação e demais da assistência à saúde. A própria Lei n.o 5.905, de 1973, que criou os Conelos de Enfermagem, determina que haja aperfeiamento o trabalo.

3 . Finalmente, a grande modificação para melhor, que os evis de en­ fermagem deverão ter nos anos próximos, deve advir da existênia dos Conse!os Federal (COFEN) e Regioais (CORENs) de Enfermagem. Eles foram instalados em 1975. Um dos maiores traalhos realizados elo Conselho Federal de Enfermagem tem sido aquele em que, obilizando o ponto de vista de todas as entidades sindicais e culturais em que e agremiava, naquela época, pessoal de enfermagem, conseguiu elaorar o anteprojeto de uma futura lei do exercício profissional (que deverá subs­ tituir a defasada

ei

n.o 2.604 de 1955) . Tems o dever de, em união de esforços, tudo fazer ara ajudar o Conselho Federal de Enfermagem a ver sancionada ss, ova lei. "Ganhar, perder, viver!" Está na hora de termos om seno e de cerrarmos fileira, unidos, para que s sevios de enfermagem deste país se orgaizem e tenham um deemenho à altura do que já

s

er exequível. Estams recusando continuar m um nível indesejável de seviços de enfermagem. Unidos, sabendo o que qereos, odemos ganhar essa batalha de vida.

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