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INCIDENTE BARRAGEM DE FUNDÃO

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Academic year: 2021

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(1)

TÍTULO SOBRE ALGUM ASSUNTO

SAMARCO MINERAÇÃO SA

INCIDENTE

BARRAGEM DE FUNDÃO

23/11/15

(2)

LOCAL DO INCIDENTE

Local do incidente Barragem de

Fundão

Barragem de Santarém

(3)

LOCAIS IMPACTADOS

Área de maior impacto

Local do evento

(4)

ESTRUTURAS DE TRABALHO

(5)

ORGANOGRAMA

MONITORAMENTO E RECUPERAÇÃO AMBIENTAL

Monitoramento e recuperação Marcio Perdigão

Gestão e relacionamento com órgãos ambientais

Minas Gerais

João / Thiago

Espírito Santo

Euzimar / Paulo Cezar

*IPRAM – Instituto de pesquisa e reabilitação de animais

Núcleo gestão sugestões

ETA Manguezal Retenção sólidos Recup.

Corpo hid.

Recup.

marinha Solo

Agua subterrânea

501

10

Total de envolvidos Recup. áreas/resíduos Loyola / Dezidério / Márcia

73

Distribuição e Abastecimento Alysson

Grupo de especialistas Monitoramento hídrico

5

Thiago / João

108

Estudo dispersão pluma Paulo Cezar

Resgate fauna

5

Sandrelly / Sonielle

51

Barreiras de Contenção Fernando Artilha

176 71

(6)

PLANO DE MONITORAMENTO

(7)

PONTOS DE MONITORAMENTO

Local do evento

Do local do evento até a foz 664 quilômetros

(8)

FUND.GORCEIX

20 pontos de monitoramento

• Diagnóstico Ambiental e monitoramento do local do incidente até a foz

LIMNUS

• Análises físicas, químicas e biológicas

• Coleta: Todas terças e sextas

25 Pontos de monitoramento

DIAGNÓSTICO MONITORAMENTO

APLYSIA

• Análises físicas, químicas e biológicas

• Coleta: Todas segundas e quintas

30 pontos de monitoramento

GEOSOL

• NBR 1004 (Periculosidade)

• 5 Pontos de coleta (já realizados)

PLANO DE MONITORAMENTO

ENTIDADES ENVOLVIDAS

(9)

PLANO DE MONITORAMENTO DEFINIÇÃO DAS EMPRESAS

ARCADIS

• Análise de risco de saúde e meio ambiente

• Previsão conclusão do laudo: 45 após mobilização

• Portaria 2914 (Potabilidade)

• Conama 357 (Agua superficial)

• Conama 420 (Sedimento)

80 Pontos de análise

DIAGNÓSTICO

EQUIP.SAMARCO

• Acompanhamento de cor, turbidez, pH e condutividade

20 Pontos de monitoramento

MONITORAMENTO

Quantidade total de pontos

de monitoramento 180

(10)

PLANO DE MONITORAMENTO

PRINCIPAIS PARÂMETROS MONITORADOS

MATRIZ Referência PARÂMETROS

ÁGUA SUPERFICIAL

CONAMA 357/05 Classe 2 - Agua

Doce

Alcalinidade de Bicarbonato; Alcalinidade total; Alumínio dissolvido; Arsênio Total; Bário Total; Boro Total; Cádmio Total; Cálcio; Chumbo total; Cianeto livre; Cianotoxinas; Cloreto total; Clorofila; Cobre

Dissolvido; Coliformes Termotolerantes/E coli; Coliformes totais; Condutividade elétrica; cor verdadeira; Cromo total; DBO; DQO; Cianobactérias; Dureza de cálcio; Dureza de magnésio; Dureza

total; Estreptococos, Fenóis; Feoftina; Ferro dissolvido; Fósforo Total; zoobentos; Magnésio total;

Manganês total; Mercúrio total; Níquel Total; Nitrato; Nitrito; Nitrogênio Amoniacal Total; Nitrogênio Orgânico; Óleos e Graxas, OD; pH; Potássio; Selênio Total; Sódio; Sólidos Dissolvidos; Sólidos em suspensão; Sólidos Totais; MBAS; Sulfatos; Sulfetos; Temperatura da água; Temperatura do ar; turbidez;

Zinco; Carbonato; Bicarbonato; Fluoreto; Alumínio Total; Cobalto total; Cobre total; Estanho total; Ferro total; Manganês solúvel; Prato total; eH

Cloramina Total; Amina especiada (monocloramina, dicloroamina, tricloroamina, Eteramina, Nitrosaminas), Poli (cloreto de dialildimetilamonio) e Trihalometanos, cloro livre e cloro total.

Ecotoxicidade aguda e crônica com Daphnia similis e Ceriodaphinia dubia e Danio rerio (peixes).

ÍNDICES: IQA, ISTO, IPMCA, IET, IVA SEDIMENTO CONAMA 420/09

pH, eH, Cádmio total, níquel total, zinco total, chumbo total, cobre total, cromo total, Ferro total, fósforo total, manganês, mercúrio,nitrogênio Kjeldhal total, Carbono orgânico total (%), ecotoxicidade

Aguda com Hyalella sp. (sedimento total), granulometria, Zoobentos(Número de taxa, Abundância relativa, Densidade, Riqueza, Diversidade, Uniformidade, Grau de similaridade, BMWP).

Águas Salinas

CONAMA 357/05 Classe 1 - Águas

salinas

Alcalinidade de Bicarbonato; Alcalinidade total; Alumínio dissolvido; Arsênio Total; Bário Total; Boro Total; Cádmio Total; Cálcio; Chumbo total; Cianeto livre; Cianotoxinas; Cloreto total; Clorofila; Cobre

Dissolvido; Coliformes Termotolerantes/E coli; Coliformes totais; Condutividade elétrica; cor verdadeira; Cromo total; DBO; DQO; Cianobactérias; Dureza de cálcio; Dureza de magnésio; Dureza

total; Estreptococos, Fenóis; Feoftina; Ferro dissolvido; Fósforo Total; zoobentos; Magnésio total;

Manganês total; Mercúrio total; Níquel Total; Nitrato; Nitrito; Nitrogênio Amoniacal Total; Nitrogênio Orgânico; Óleos e Graxas, OD; pH; Potássio; Selênio Total; Sódio; Sólidos Dissolvidos; Sólidos em suspensão; Sólidos Totais; MBAS; Sulfatos; Sulfetos; Temperatura da água; Temperatura do ar; turbidez;

Zinco; Carbonato; Bicarbonato; Fluoreto; Alumínio Total; Cobalto total; Cobre total; Estanho total; Ferro total; Manganês solúvel; Prato total; eH

Cloramina Total; Amina especiada (monocloramina, dicloroamina, tricloroamina, Eteramina, Nitrosaminas), Poli (cloreto de dialildimetilamonio) e Trihalometanos, cloro livre e cloro total.

Ecotoxicidade aguda e crônica com Daphnia similis e Ceriodaphinia dubia e Danio rerio (peixes).

(11)

RECUPERAÇÃO DO RIO DOCE DOSAGEM DE REAGENTES

Pontos de dosagens Grandes cidades Ipatinga

Gov. Valadares

Baixo Guandu

Colatina

Floculante (Não testado)

Floculante

(12)

RECUPERAÇÃO DO RIO DOCE

RESULTADOS OBTIDOS - TURBIDEZ

Gráfico 03

Gráfico 04 Gráfico 05

Gráfico 01 Gráfico 02

Gráfico 06 0

50000 100000 150000 200000 250000 300000 350000 400000 450000

07/11/2015 08/11/2015 09/11/2015 10/11/2015 11/11/2015 12/11/2015 13/11/2015 14/11/2015 15/11/201516/11/2015 17/11/2015 18/11/2015 19/11/2015 20/11/201521/11/2015 22/11/2015 23/11/2015

Turbidez (NTU)

Ipatinga - Cenibra

23900 4867 2867 2233 5200 3934 4600 6300 5934 5500 3934 5500

0 5000 10000 15000 20000 25000 30000

11/11/2015 12/11/2015 13/11/2015 14/11/2015 15/11/2015 16/11/2015 17/11/2015 18/11/2015 19/11/2015 20/11/2015 21/11/2015 22/11/2015 23/11/2015

Turbidez (NTU)

Baguari

3 2980 41260 79150 18556 4466 1591 1760 5000 5000 3967 6800 6534 6000 4600 4667

0 10000 20000 30000 40000 50000 60000 70000 80000 90000

07/11/2015 08/11/2015 09/11/2015 10/11/2015 11/11/2015 12/11/2015 13/11/2015 14/11/2015 15/11/2015 16/11/2015 17/11/2015 18/11/2015 19/11/2015 20/11/2015 21/11/2015 22/11/2015 23/11/2015

Turbidez (NTU)

Governador Valadares

98200 58790 6740 2765 5300

0 20000 40000 60000 80000 100000 120000

Turbidez (NTU)

Barra Longa

26500 5417 5600 8024 16615 24350 50733 16347 7665 13625 7317 20850 6333 4953

0 10000 20000 30000 40000 50000 60000

10/11/2015 11/11/2015 12/11/2015 13/11/2015 14/11/2015 15/11/2015 16/11/2015 17/11/2015 18/11/2015 19/11/2015 20/11/2015 21/11/2015 22/11/2015 23/11/2015

Turbidez (NTU)

Rio Doce

2 6 5 5 7159 9335 3084 3324 1685 1238 982

0 1000 2000 3000 4000 5000 6000 7000 8000 9000 10000

08/11/2015 09/11/2015 10/11/2015 11/11/2015 12/11/2015 13/11/2015 14/11/2015 15/11/2015 16/11/2015 17/11/2015 18/11/2015 19/11/2015 20/11/2015 21/11/2015 22/11/2015 23/11/2015

Turbidez (NTU)

Aimorés

(13)

RECUPERAÇÃO DO RIO DOCE

RESULTADOS OBTIDOS - TURBIDEZ

Gráfico 10 Gráfico 11 Gráfico 12

Gráfico 07 Gráfico 08 Gráfico 09

66 8869 33340 15462 5800 2403 3585 3115 4480 4710 7860

0 5000 10000 15000 20000 25000 30000 35000 40000

Turbidez (NTU)

Resplendor

2 4 7 3 7 74 2080 4734 6435 3410 2170 1360

0 1000 2000 3000 4000 5000 6000 7000

08/11/2015 09/11/2015 10/11/2015 11/11/2015 12/11/2015 13/11/2015 14/11/2015 15/11/2015 16/11/2015 17/11/2015 18/11/2015 19/11/2015 20/11/2015 21/11/2015 22/11/2015

Turbidez (NTU)

Baixo Guandu

6 10 9 7 8 1441 4880 4155 2150 1235

0 1000 2000 3000 4000 5000 6000

08/11/2015 09/11/2015 10/11/2015 11/11/2015 12/11/2015 13/11/2015 14/11/2015 15/11/2015 16/11/2015 17/11/2015 18/11/2015 19/11/2015 20/11/2015 21/11/2015 22/11/2015 23/11/2015

Turbidez (NTU)

Colatina

8 7 11 2 835 3252 5218 5534

0 1000 2000 3000 4000 5000 6000

09/11/2015 10/11/2015 11/11/2015 12/11/2015 13/11/2015 14/11/2015 15/11/2015 16/11/2015 17/11/2015 18/11/2015 19/11/2015 20/11/2015 21/11/2015 22/11/2015 23/11/2015

Turbidez (NTU)

Linhares

4 97 5467

0 1000 2000 3000 4000 5000 6000

10/11/2015 11/11/2015 12/11/2015 13/11/2015 14/11/2015 15/11/2015 16/11/2015 17/11/2015 18/11/2015 19/11/2015 20/11/2015 21/11/2015 22/11/2015 23/11/2015

Turbidez (NTU)

Povoação

3 2 136 1517 1530

0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600 1800

10/11/2015 11/11/2015 12/11/2015 13/11/2015 14/11/2015 15/11/2015 16/11/2015 17/11/2015 18/11/2015 19/11/2015 20/11/2015 21/11/2015 22/11/2015 23/11/2015

Turbidez (NTU)

Regência

(14)

SUPRIMENTO DE ÁGUA

(15)

DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA

LOCAL Demanda Nº Contratado

(Caminhões)

Estimativa de Volume Fornecido

Alpercata 8 Pipas 8 240.000

Aymores 2 Pipas 3 190.000

Belo Oriente 180 Mil Lts 19 1.300.000

Baixo Guandu 5 Pipas 7 163.000

Colatina 35 Pipas (3 MM Lts) 165 12.784.000

Linhares 3 Pipas 3 188.000

Galiléia 5 Pipas 16 800.000

Governador Valadares 1,7 MM Lts 66 2.523.000

Itueta 2 Pipas 4 170.000

Periquito

2 Pipas 2 200.000

(Pedra Corrida)

Quatituba 2 Pipas 2 170.000

Resplendor 21 Pipas 24 590.000

TOTAL CONTRATAÇÕES - 321 19.318.000

Água Mineral:

Governador Valadares: 3,7 milhões de litros distribuídos e 2,9 milhões em estoque.

Colatina: 950 mil litros distribuídos e 1,3 milhões de litros em estoque.

(16)

RESGATE E ATENDIMENTO À FAUNA NAS

ÁREAS IMPACTADAS

(17)

CENTRO DE TRIAGEM PARA RECEBER E TRATAR ANIMAIS RESGATADOS

 Galpão

 Ferramentas

 3 caminhonetes e

combustível;

 Rádios comunicadores portáteis

 Água e alimentação para as equipes de resgate de fauna

 Lixeiras

 Energia elétrica

 Mesas e cadeiras

 Paletes de madeira

 Armário

 Frigobar

 EPIs

 Papel e pranchetas

 Veterinário

 Biólogos

 Bombeiros

 Clinica veterinária de emergência

 Rações

 Vacinas

(18)

TABELA DE ANIMAIS RESGATADOS:

ANIMAIS QUANTIDADE

Bovino 33

Cachorros 163

cágado 2

Calopsitas 6

cão 8

equinos 10

Frango d'água 1

Galinhas 263

Galos 14

Gansos 4

Gatos 7

Mulas 4

Patos 10

Pintinhos 18

Suínos 61

Total Geral 604

Fonte: BRANDT

Bovino; 33

Cachorros; 163

cágado; 2

Calopsitas; 6 cão; 8 equinos; 10 Frango d'água; 1 Galinhas; 263

Galos; 14 Gansos; 4

Gatos; 7 Mulas; 4

Patos; 10 Pintinhos; 18

Suínos; 61

(19)

MONITORAMENTO E RESGATE DE

ICTIOFAUNA

(20)

Estrutura Mobilizada, mais de 100 colaboradores :

Especialistas:

Biólogos Ictiólogos

Ecólogo/Limnólogo Piscicultores

Veterinários

Tratadores de Peixes Pescadores

150.000 PEIXES RESGATADOS

Caminhões e caixas para transporte

dos peixes Peixes resgatados

Equipe técnica e voluntários na ação de resgate de peixes

Especialista em reunião na REBIO Comboios.

PLANO DE RESGATE DE ICTIOFAUNA

(21)

PLANO DE RESGATE DE ICTIOFAUNA PONTOS DE MONITORAMENTO

Local Ação Detalhamento

Baixo Guandu Monitoramento pela BR-259

Margem sul. Proximidades da ponte que faz a divisa ES/MG pela Avenida Santos Neves.

Fazendas locais Monitoramento

pela BR-259 Margem sul. Pontos estratégicos de acesso ao rio.

Usina Hidrelétrica de Mascarenhas

Monitoramento

pela BR-259 Acesso à margem sul do rio.

Itapina Monitoramento

pela BR-259

Margem norte. Escassos pontos de acesso ao rio, com predominância de barrancos.

Colatina

Monitoramento pela BR-259, ES-446

e ES-248

Margem norte e sul. Pontos de acesso ao rio muito difíceis, com predominância de barrancos.

Colatina Instalação de Base Principal

Ponto de apoio para monitoramento entre Baixo Guandú e Linhares.

Colatina-Linhares Monitoramento pela ES-248

Margem norte. Maior parte do trajeto distante do rio, porém com diversos pontos de aproximação.

Linhares Instalação de Base secundária

Ponto de apoio para monitoramento até a foz do Rio Doce (Povoação)

Linhares-Povoação Monitoramento pela ES-248

Extensos trechos longe do rio, com poucas

aproximações.

(22)

PLANO DE RESGATE DE ICTIOFAUNA TERRESTRE E SEMIAQUÁTICA

Espaço do Centro de Reabilitação de Animais Marinhos IPRAM, AQUAAMBIENTAL

e BIOMA.

(23)

MONITORAMENTO

TERRESTRE E SEMIAQUÁTICA

(24)

PLANO DE RESGATE DE PEIXES

CRONOGRAMA

(25)

AÇÕES EMERGENCIAIS DE CONTENÇÃO, PREVENÇÃO E MITIGAÇÃO DOS IMPACTOS

AMBIENTAIS DA CHEGADA DA PLUMA DE

TURBIDEZ

(26)

MEDIDAS DE CONTENÇÃO MITIGAÇÃO

Objetivo:

Mitigar o impacto ambiental da pluma de turbidez no estuário do rio Doce.

Ações:

• Elaboração de Mapa de Sensibilidade com a indicação de áreas vulneráveis a serem protegidas;

• Análise em campo para instalação de barreiras de contenção;

• Envolvimento da comunidade local na ação;

• Instalação de Barreiras, protegendo as margens do estuário da foz do Rio Doce;

• Acompanhamento de especialistas em emergências ambientais antes, durante e após a instalação de barreiras de contenção;

• Acompanhamento das ações por especialista ambiental.

(27)

MODELAGEM NUMÉRICA DA PLUMA DE TURBIDEZ

Modelo DELFT3D, desenvolvido WL | Delft Hydraulics

Para uma modelagem inicial, foi

considerado um cenário

extremamente conservador

baseado em números atualizados

pelo CPRM, considerando

turbidez de 10.000 NTU, tempo

de simulação de 10 dias, a foz do

rio com abertura somente para o

lado norte, tempo de passagem

da maior concentração de oito

dias, velocidade de deslocamento

da pluma e vazão conforme

sensor ADCP.

(28)

Concentração após 2 dias da chegada na foz

Concentração após 10 dias da chegada na foz

Perfis de concentração de sólidos em suspensão:

MODELAGEM NUMÉRICA DA PLUMA DE TURBIDEZ

(29)

A partir do dia 21/11, com a chegada da pluma de turbidez na foz do Rio Doce, iniciou-se o monitoramento por sobrevoo com equipamentos de infravermelho.

O principal objetivo é gerar registros detalhados da evolução da pluma para orientação e acompanhamento das ações de alerta, proteção e recuperação.

Mapeamento por infravermelho

MODELAGEM NUMÉRICA DA PLUMA DE TURBIDEZ

(30)

MEDIDAS DE CONTENÇÃO

MITIGAÇÃO DE PLUMA DE TURBIDEZ

Barreiras para contenção das

margens

(31)

MEDIDAS DE CONTENÇÃO

MITIGAÇÃO DE PLUMA DE TURBIDEZ

(32)

MEDIDAS DE CONTENÇÃO

MITIGAÇÃO DE PLUMA DE TURBIDEZ

(33)

ABERTURA DA BARRA DO RIO DOCE

A abertura da Barra visa direcionar a pluma de turbidez para o mar e dispersá-la no oceano Atlântico, de forma a minimizar o impacto nas áreas de sensibilidade ambiental da foz do Rio Doce.

Foram realizadas reuniões com as comunidades de Regência e Povoação, além da Prefeitura Municipal de Linhares, para apresentação da proposta de intervenção no Rio Doce.

Primeira foz aberta na Barra Segunda foz aberta na Barra

(34)

OUTRAS AÇÕES DE CONTENÇÃO

Visando impedir o direcionamento da pluma de turbidez para os rios e lagoas interligadas ao Rio Doce, tais como o Rio Pequeno, a Lagoa Nova, a Lagoa do Taboão e a Lagoa Limão, foram construídas barreiras físicas para obstrução temporária dos canais de acesso.

Na foz do Rio Pequeno, foi construída uma barreira com areia, fechando a interligação com o Rio Doce.

Equipamentos móveis em operação de contenção no Rio Pequeno

(35)

RECUPERAÇÃO EMERGENCIAL DAS ÁREAS

(36)

RECUPERAÇÃO DO RIO DOCE

LIMPEZA EM RIO DOCE

(37)

MUNICÍPIO DE BARRA LONGA PERÍODO - 09/11 A 17/11/2015

Tabela de acompanhamento de quantitativos em campo

Parâmetros Total diário

Trabalhadores 295

Caminhões 20

Pás-carregadeiras 8

Escavadeiras 10

Caminhões-pipa 6

Bobcat 9

Tratores 1

Total de equipamentos 54

Remoção resíduos Local de armazenamento

temporário

(38)

MUNICÍPIOS DE RIO DOCE E SANTA CRUZ DO ESCALVADO

PERÍODO 11/11 A 17/11/2015

Tabela de acompanhamento de quantitativos em campo

Parâmetros Total diário em média

Trabalhadores 44

Caminhões 09

Pás-carregadeiras 02

Escavadeiras 04

Veículos leves 03

Caminhões-pipa 03

Micro ônibus 01

Vans 01

Tratores 01

Total de equipamentos 24

Resgate de Cágado

Remoção de resíduos

(39)

PLANO DE RECUPERAÇÃO AMBIENTAL

(40)

PLANO DE RECUPERAÇÃO AMBIENTAL

A Samarco contratou empresa de consultoria com atuação internacional para

elaboração do plano de recuperação ambiental. Profissionais brasileiros e

estrangeiros, experts nesse tipo de trabalho, irão compor a equipe Golder.

(41)

 O escopo do trabalho de recuperação ambiental inclui os seguintes serviços:

 Avaliação de impacto ambiental;

 Caracterização do material liberado;

 Caracterização dos contaminantes dos solos, água superficial e água subterrânea;

 Caracterização dos ecossistemas impactados;

 Avaliação de risco a saúde humana e ecológica;

 Consultoria relacionada às ações de remediação e supervisão/execução delas.

 Primeira etapa:

 Avaliação Ambiental Imediata;

 Plano de Remediação preliminar.

ESCOPO PROPOSTO PARA O TRABALHO

DE RECUPERAÇÃO AMBIENTAL

(42)

Fases do Projeto:

Resposta Inicial

• Estabelecer condições seguras de trabalho

• Interrupção das fontes

• Identificação principal das questões de saúde humana

Ações de curto prazo

• Identificação de estressores, ambientes impactados e o grau de significância deles

• Identificação de necessidades de reabilitação no curto período

• Definição dos estudos necessários (ex.: qualidade da água e sedimento)

• Desenvolvimento de modelo conceitual (fonte-caminho-receptor)

Ações de longo prazo

• Objetivos de recuperação – impactos e magnitude (Avaliação do risco ecológico e para a saúde humana)

• Lista de opções para direcionar os impactos identificados

• Viabilidade e impactos dos trabalhos de recuperação

• Lista de ações

Monitoramento e ações de recuperação

• Decisões de remediação

• Execução do plano de trabalho

• Plano de gerenciamento ambiental

• Licenças e permissões

• Monitoramento e relatórios

SERVIÇOS DE REMEDIAÇÃO AMBIENTAL RELACIONADOS

COM O INCIDENTE DA BARRAGEM FUNDÃO

(43)

PLANO DE RECUPERAÇÃO AMBIENTAL

A área impactada foi dividida em 10 setores

para os quais haverá uma solução específica

aplicável.

(44)

44

PARCERIAS EM CONSTRUÇÃO

Programa Olhos D’Água – Instituto Terra

Fonte: Programa Olhos D’Água Instituto Terra - 2015

(45)

SAMARCO MINERAÇÃO SA

MUITO OBRIGADO!!!

MÁRCIO PERDIGÃO

Referências

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