UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO, CULTURA E ASSUNTOS ESTUDANTIS
1. Modalidade da Ação
Projeto - Ação Processual e contínua de caráter educativo, social, cultural, científico ou tecnológico, com objetivo específico e prazo determinado. Pode ser vinculado a um programa, fazendo parte de uma nucleação de ações, ou não-vinculado a um Programa (projeto isolado).
2. Apresentação do Proponente
Unidade Faculdade de Odontologia Sub-Unidade Odontologia Pediátrica
3. Identificação da Proposta
Registro no SIEX 15708 Ano Base 2017
Campus Uberlândia Título
Ambulatório de avaliação multiprofissional do frênulo da língua em bebês
Área Temática Principal
Linha de Extensão
Educação Saúde Área do Conhecimento
Área Temática Secundária Programa Vinculado
Ciências da Saúde PEIC 2018
Infância e adolescência
A anquiloglossia é uma condição congênita caracterizada pela presença de um freio lingual curto, a avaliação precoce dessa estrutura é importante, pois o lactente poderá ter dificuldades significativas com relação ao aleitamento materno.
As taxas de prevalência da anquiloglossia em recém-nascidos podem variar entre 3% a 16%, esta discrepância se justifica pela falta de padronização ou critérios clínicos aceitos para a realização do diagnóstico precoce desta condição.
Atualmente existem três instrumentos de avaliação: Ferramenta de Avaliação de Hazelbaker, Instrumento Bristol de Avaliação da Língua e Protocolo de Avaliação do Frênulo da Língua em Bebês. No entanto, a avaliação deve ser realizada de forma mais criteriosa, por meio de uma equipe multiprofissional. O objetivo do projeto será implementar um programa de avaliação multiprofissional do frênulo da língua no Hospital Odontológico da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Uberlândia, para bebês até seis meses de idade. Inicialmente, será realizada uma anamnese bem detalhada do bebê, em seguida será realizada a avaliação da mamada e por fim será realizada a avaliação clínica do frênulo da língua. Todos os bebês que após a avaliação necessitarem de realização da frenotomia lingual, receberá o procedimento pela equipe. Todos os bebês recebidos no projeto sendo necessário a realização da frenotomia lingual ou não serão encaminhados para a Clínica de Odontopediatria de zero a três anos para receber acompanhamento de saúde bucal. Como estratégia de educação em saúde serão oferecidos cursos de curta duração de forma teórico-prática para que os profissionais da saúde possam se familiarizar com a avaliação precoce. Os dados serão tabulados e os resultados reavaliados anualmente.
Resumo
Palavras-Chave frênulo da língua ; anquiloglossia ; aleitamento materno Período de Realização Início 01/02/2018 Término 30/11/2018
Não definida Período de Inscrições Início Não definida Término
Carga Horária Total 800
Status da Ação Aguardando Parecer PROEX
800
4. Detalhamento da Proposta
Justificativa
A anquiloglossia é uma anomalia bucal congênita que se caracteriza por um freio lingual curto, o qual pode apresentar clinicamente com aspecto delgado ou espesso, e estar inserido anteriormente, restringindo a mobilidade da língua em graus variáveis de severidade (Francis et al., 2015; Ferrés-Amat et al., 2016; O’Shea et al., 2017). O frênulo possibilita ou interfere na livre movimentação da língua. Quando não ocorre a sua apoptose completa, durante o desenvolvimento embrionário, o tecido residual que permanece pode limitar os movimentos da língua, podendo levar à anquiloglossia (Martinelli et al., 2012). A exata etiologia da anquiloglossia é ainda desconhecida, embora seja provável que decorra de um desenvolvimento anormal da mucosa que recobre os dois terços anteriores da língua. Na maioria dos casos a anquiloglossia é um achado isolado em crianças (Junqueira et al., 2014). Existem algumas evidências que a anquiloglossia pode ser uma alteração geneticamente transmissível, porém os componentes genéticos que regulam o fenótipo e a penetrância nos pacientes afetados são desconhecidos (Silva et al., 2016). No entanto, tal achado físico pode estar associado a algumas síndromes (Jangid et al., 2015). Bebês diagnosticados com anquiloglossia podem vivenciar dificuldades na amamentação, pois apresentam destacamentos constantes do mamilo, incapacidade de vedamento no seio materno, engasgos, risco de desidratação neonatal, perda de peso e desmame precoce (Pransky et al., 2015). Para as lactantes, podem ser observados quadros de mastite, mamilos doloridos, dor ao amamentar ou hematomas no mamilo sendo também relacionados também à anquiloglossia (Rowan-Legg et al., 2015). A literatura mostra considerável discrepância nas taxas de prevalência da anquiloglossia em recém-nascidos, variando entre 3% a 16%, todavia, os estudos coincidem quanto à predileção pelo sexo masculino, numa proporção homem/mulher de 3:1 (Buryk; Bloom; Shope, 2011). A principal razão para esta ampla variação parece ser a falta de uma padronização ou critérios clínicos aceitos para a realização do diagnóstico (Venâncio et al., 2015). Não existe um padrão universalmente aceito para diagnosticar a anquiloglossia, os critérios diagnósticos utilizados atualmente apresentam uma considerável variação. Algumas tentativas foram feitas nesse sentido, entretanto, ainda não se estabeleceu uma clara definição diagnóstica para a anquiloglossia, bem como para a classificação da sua severidade (Suter e Bornstein, 2009; Yousefi et al., 2015). O diagnóstico precoce possibilita o tratamento imediato e a prevenção dos problemas decorrentes da anquiloglossia. Além disso, o exame é simples, rápido, indolor e acessível aos profissionais da área da saúde (Martinelli et al., 2015). A ferramenta de avaliação de Hazelbaker para função do frênulo lingual - Assessment Tool for Lingual Frenulum Function - (ATLFF) (1993) foi o primeiro instrumento desenvolvido para avaliar de forma quantitativa a anquiloglossia e, por conseguinte, a recomendação de frenotomia lingual. São avaliados cinco itens relacionados à aparência do frênulo lingual e sete itens relacionados à sua função (Amir et al., 2006; Ferrés-Amat et al., 2016). Com o objetivo de produzir uma ferramenta simples para proporcionar uma avaliação consistente da aparência e função da língua em crianças com anquiloglossia, Ingram et al. (2015) desenvolveram a Ferramenta de Avaliação da Língua de Bristol (BTAT), com base na prática clínica e tendo como referência a ferramenta de avaliação de Hazelbaker para função do freio lingual (ATLFF). Os elementos da BTAT são: (1) aparência da ponta da língua – foi selecionada porque, para muitos, é uma das principais formas de identificar a língua presa; (2) ligação à crista gengival inferior – permite ao profissional identificar a presença de anquiloglossia nos casos em que a aparência pode não ser óbvia; (3) a elevação da língua - também é fácil de ver, desde que o bebê esteja acordado e é idealmente avaliado quando o bebê está chorando; (4) protrusão da língua – se a criança estiver dormindo e o avaliador for incapaz de perceber a protrusão da língua do bebê, os pais costumam estar cientes do quão longe o seu bebê pode projetar sua língua. Este é também um dos itens em que os pais prioritariamente observam melhoria após a frenotomia. As pontuações obtidas para os quatro itens são somadas e podem variar de 0 a 8, sendo que, escores de 0 a 3 indicam redução mais grave da função da língua (Ingram et al., 2015). Em 20 de junho de 2014 foi sancionada no Brasil a lei nº 13.002, segundo a qual torna-se obrigatória a realização do Protocolo de Avaliação do Frênulo da Língua em Bebês, proposto por Martinelli e colaboradores (2013), nas crianças nascidas nas dependências de todos os hospitais e maternidades do país. Este novo protocolo é dividido em três partes: história clínica (aspectos hereditários e perguntas à mãe sobre a amamentação); avaliação anatomofuncional e avaliação da sucção não–nutritiva e nutritiva. O protocolo de avaliação do frênulo lingual, recomenda a triagem neonatal (realizada nas primeiras 48 horas após o nascimento), na qual é realizada somente a avaliação anatomofuncional do bebê, considerando que o bebê demora de 15 a 20 dias para se adaptar às novas condições de vida. Esta avaliação inicial permite diagnosticar os casos mais severos e indicar a frenotomia lingual já na maternidade. Nos casos onde houver dúvida, ou não for possível visualizar o frênulo lingual, o bebê é encaminhado para reteste com 30 dias de vida e o protocolo completo é aplicado. Deve-se ressaltar que os pais devem ser orientados sobre possíveis dificuldades na
amamentação, para que não ocorra o desmame precoce nesse período (Martinelli, 2013). É bem estabelecido o fato de que a anquiloglossia não se resolve por conta própria. A frenotomia, que é comumente realizada, pode corrigir a restrição ao movimento da língua e permitir uma amamentação mais efetiva com menos dor mamilar materna (O’Shea et al., 2017). De acordo com a Academia Americana de Odontologia Pediátrica (2015/16), a frenotomia é o procedimento de escolha para tratamento da anquiloglossia em lactentes, que consiste na divisão (corte) do freio lingual. Outros procedimentos incluem a frenuloplastia (correção da posição anatômica) e frenectomia ou frenulectomia (excisão do frênulo lingual). O procedimento de frenotomia gera mínimo desconforto para os bebês, uma vez que o freio lingual tem sua membrana desprovida de inervação sensorial, é fino e pouco vascularizado, resultando em escasso sangramento após o corte. A criança pode ser amamentada imediatamente após a frenotomia (Junqueira et al., 2014;
Praborini et al., 2015). No entanto, um estudo de revisão de literatura foi realizado com o objetivo de determinar se a frenotomia é um procedimento seguro e eficaz na melhora da capacidade de alimentação bucal entre crianças com menos de três meses de idade e verificou-se que a frenotomia reduziu a dor nos mamilos e nas mamas no curto prazo, porém nenhum estudo foi capaz de relatar se a frenotomia leva à uma amamentação bem sucedida de longo prazo, não sendo encontrados efeito positivo consistente sobre a amamentação infantil (O’Shea et al., 2017). Até o momento não existe um teste validado, considerado padrão-ouro para diagnóstico de anquiloglossia em neonatos, que identifique casos graves e moderados ou que seja recomendado para triagem neonatal (Venâncio et al., 2015). Diante dessas informações justifica-se a implementação de um programa que busque a avaliação conjunta e multiprofissional do frênulo da língua, para conseguirmos oferecer um diagnóstico precoce, preciso e assim evitar a realização de frenotomias desnecessárias.
Objetivo Geral
Implementar um programa de avaliação multiprofissional do frênulo da língua no Hospital Odontológico da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Uberlândia, para bebês até seis meses de idade.
Objetivos Específicos
1) Realizar a avaliação da amamentação do bebê;
2) Avaliar os protocolos utilizados para avaliar o frênulo da língua;
3) Avaliar a anatomia e função do frênulo da língua antes e após a realização da frenotomia;
4) Colher dados relacionados às queixas da mãe quanto à sensibilidade dolorosa e ferimentos antes e após a realização da frenotomia lingual;
5) Observar o grau de aceitação dos pais em relação ao procedimento de frenotomia lingual;
6) Observar questões quanto ao ganho de peso, desenvolvimento infantil daqueles bebês submetidos ao procedimento de frenotomia lingual;
7) Avaliar das emoções dos pais antes, durante e após a realização do procedimento de frenotomia lingual;
8) Avaliar a percepção dos pais da dor no recém-nascido.
Metodologia
Atendimento de bebês até seis meses de idade:
Participarão do projeto bebês até seis meses de idade de ambos os sexos, que procurarem o atendimento odontológico no Hospital Odontológico da Universidade Federal de Uberlândia ou que forem encaminhados do Banco de Leite Humano e do Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia. Na primeira consulta, será realizada uma entrevista com os pais, incluindo dados sobre a criança (idade, sexo, cor, procedência) e da sua condição clínica (história médica, peso e altura ao nascimento, peso e altura atual, perímetro cefálico, Índice de Apgar), sobre os pais (idade, sexo, estado civil, escolaridade, profissão, estrutura familiar), sobre a gestação (idade gestacional, intercorrências durante a gestação, uso de medicações durante a gestação, tipo de parto) e a família (renda familiar e se os pais vivem juntos). O método de aplicação do instrumento será por meio de uma entrevista pessoal para garantir que todas as perguntas sejam respondidas. O questionário será aplicado individualmente, pelos alunos, em uma sala reservada para evitar constrangimento por parte do participante.
A segunda etapa será a avaliação clínica do seio materno para verificar a presença ou ausência de ingurgitamento mamário, traumatismo mamilares (fissuras, escoriação, erosão, vesículas, dilaceração), candidíase ou monilíase mamária, fenômeno de Raynaud, obstrução de ductos lactíferos, mastite, hipogalactia (baixa produção de leite). Além dessa avaliação clínica também será realizada a avaliação da mamada por meio de um roteiro desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde (2004) onde são apresentadas comportamentos favoráveis à amamentação e possíveis dificuldades, tanto da mãe como do recém-nascido além de outros indícios de problemas através de quatro seções:
estado geral da mãe/observação do bebê; posição; pega e sucção. Além dessas informações serão coletados dados de quantas sucções e quantas pausas o bebê faz, se são pausas longas ou curtas, se bebê adormece durante a mamada e quanto à coordenação entre sucção deglutição e respiração.
A terceira etapa será a avaliação do frênulo da língua por meio da aplicação dos protocolos disponíveis na literatura:
Ferramenta de Avaliação da Língua de Bristol (BTAT) e o Protocolo de Avaliação do Frênulo
da Língua com Escores para Bebês. O exame será realizado com o bebê no colo da mãe e/ou responsável e será avaliado quanto presença do frênulo da língua e sua possível interferência na amamentação.
Os bebês que forem diagnosticados com frênulo da língua encurtado prejudicando a amamentação será realizada a frenotomia lingual com o uso de têntacanula para elevar a língua do bebê e tesoura de ponta fina para realizar o corte no frênulo. Após sete dias da realização do procedimento os bebês serão avaliados quanto à cicatrização no sito de operação, quanto à melhora na mamada, quanto ao ganho de peso e quanto à melhora no quadro clínico das mamas.
Nesses casos em forem indicados a frenotomia lingual os pais serão avaliados indicando o nível de aceitação de acordo com os seguintes critérios: totalmente inaceitável, parcialmente aceitável, aceitável, totalmente aceitável, demonstrando o grau de aceitação de realização do procedimento. Além do grau de aceitação também será avaliada as emoções antes, durante e após a realização do procedimento, por meio da utilização a escala EAS – Escala de Avaliação das Emoções (Emotional Assessment Scale), desenvolvida por Carlson, Collins, Stewart, Porzellius, Nitz e Lind (1989). Nessa escala são avaliados os fatores: ansiedade, felicidade, medo, surpresa, cólera, culpa e tristeza.
Por fim será feito a avaliação da dor no bebê utilizando a escala Neonatal Infant Pain Scale – NIPS (Silva et al., 2007).
A escala NIPS será respondida por um profissional da saúde que não participou da execução do procedimento. Nessa escala avalia-se expressão facial, choro, respiração, braços, pernas e estado de alerta, por meio de escore de 0 a 2, a dor é definida se atingir um escore maior ou igual a 4.
Todos os procedimentos realizados pelos alunos serão acompanhados pelos docentes participantes. Serão realizadas palestras, distribuição de folhetos educativos e exposição na clínica de Odontopediatria de material ilustrativo e instrutivo voltado aos pais (mãe) e/ou responsáveis e profissionais da saúde fornecendo informações sobre: a importância do aleitamento materno, a necessidade do diagnóstico precoce quanto ao freio encurtado, consequências que podem ocorrer devido a não correção do freio adequadamente e motivação contínua. Além disso os bebês que necessitarem ou não da frenotomia lingual serão encaminhados para a Clínica de Odontopediatria que se destina ao atendimento de bebês de zero a três anos de idade, para que o mesmo possa receber o acompanhamento odontológico precoce.
Orientações educativas e preventivas
As orientações educativas e preventivas para outros profissionais da área de saúde e da educação que atuam com bebês, serão realizadas por meio de reuniões educativas semanais e distribuição de folhetos de orientação contendo os mesmos tópicos citados anteriormente para as orientações dos pais e/ou responsáveis.
Classificação
Sem Classificação Metas / Ações
1) Conscientizar sobre a importância da manutenção do aleitamento materno exclusivo até os seis meses;
2) Desmistificar o atendimento do bebê e realizar do diagnóstico precoce do frênulo da língua encurtado;
3) Salientar a importância a abordagem precoce no tratamento do frênulo da língua e prevenir as consequências que essa alteração pode trazer;
4) Capacitar outros profissionais da área da saúde para que esses possam atuar junto aos seus núcleos disseminando informação de qualidade e atuando de forma precoce.
Avaliação do Projeto
Esse projeto pode ser considerado inédito, visto que a maioria dos trabalhos publicados nesse assunto, trazem informações coletadas apenas de questionários estruturados e restritos para a avaliação do frênulo da língua. No entanto, quando aplicamos o questionário validado no Brasil, verificamos certas dificuldades de respostas por parte dos pais e questionamentos são respondidos de forma bastante subjetiva. Por isso a necessidade de avaliarmos mais de um questionários validado, em conjunto com avaliações clínicas com a equipe de odontologia, enfermagem, fonoaudiologia e a equipe do banco de leite. O envolvimento de uma equipe multiprofissional, poderá fornecer dados fidedignos quanto à indicação ou contraindicação da realização da frenotomia lingual.
Público Atingido
Direto 120 Indireto 360 Total 480
Público Almejado
Bebês com até seis meses de idade e seus pais e/ou responsáveis, nascidos no Hospital Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia e Hospital e Maternidade Municipal de Uberlândia.
Promoção Interdepartamental Parceiros Internos
Não possui
Parceiros Externos Não possui
Cronograma de Execução
O cronograma das atividades a serem desenvolvidas está dividido em todos os dias da semana, com carga horária diária de 4 horas, totalizando 20 horas semanais:
Dias de funcionamento do Projeto:
- Segundas-Feiras – 08:00 às 12:00 - Reunião com os docentes e alunos envolvidos no projeto;
- Terças-feiras - 14:00 às 18:00h - Reunião profissionais da área da saúde e da educação.
- Quartas-Feiras - 18:00 às 22:00 - Horário de estudo
- Quintas-Feiras - 8:00 às 12:00h - Discussão dos protocolos e ações quanto ao diagnóstico e tratamento do frênulo da língua;
- Sextas-Feiras = Das 8:00 às 12:00h - Atendimento dos bebês até seis meses de idade.
Referências Bibliográficas
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Disponível em: file:///C:/Users/User/Downloads/PTC_Anquiloglossia_com_capa_09set2015%20(1).pdf. Acesso em Jun/2017.
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5. Equipe de Trabalho
5.1. Coordenador(a) Responsável
DANIELLY CUNHA ARAÚJO FERREIRA Nome
078.026.136-47
CPF Matrícula SIAPE 1197732
E-Mail [email protected]
Unidade Faculdade de Odontologia Sub-Unidade Odontologia Pediátrica Categoria Magistério Superior, 1 e 2 graus
Av. Pará, 1720, Sala 2G - Campus Umurama - Uberlândia - MG Telefone (34) 3225-8146
Endereço
Coordenador do Projeto Atribuições
Regime de Trabalho Dedicação Exclusiva Titulação Acadêmica Doutor Área de Atuação PROFESSOR 3 GRAU
Estágio Supervisionado 7 (Criança ESF) (Turma A) Ano 2017 Estágio Supervisionado 8 (Adulto ESF) (Turma B) Ano 2017 Unidade de Odontologia Pediátrica 1 (Turma B) Ano 2017 Unidade de Odontologia Pediátrica 2 (Turma B) Ano 2017 Unidade de Odontologia Pediátrica 3 (Turma C) Ano 2017
Estágio Supervisionado 7 (Criança ESF) (Turma Única) Ano 2016 Estágio Supervisionado 7 (Criança ESF) (Turma Única) Ano 2016 Estágio Supervisionado 8 (Adulto ESF) (Turma Única) Ano 2016 Estágio Supervisionado 8 (Adulto ESF) (Turma Única) Ano 2016 Unidade de Odontologia Pediátrica 1 (Turma Única) Ano 2016 Unidade de Odontologia Pediátrica 1 (Turma Única) Ano 2016 Unidade de Odontologia Pediátrica 2 (Turma Única) Ano 2016 Unidade de Odontologia Pediátrica 2 (Turma Única) Ano 2016 Unidade de Odontologia Pediátrica 3 (Turma Única) Ano 2016 Unidade de Odontologia Pediátrica 3 (Turma Única) Ano 2016 Disciplinas Ministradas
Experiência em Extensão
Registr Tipo Ação Título Função Linha Extensão Início -
15385 Liga de Odontopediatria Colaborador(a) 01/06/2017 -
20/12/2017 Infância e
adolescência Projeto
Registr Tipo Ação Título Função Linha Extensão Início -
15404 Evento
Aula Rápida: Terapia Pulpar em dentes decíduos e permanentes no Pronto Socorro Odontológico da Universidade Federal de Uberlândia
Colaborador(a) 26/05/2017 -
26/05/2017 Temas específicos
Evento
5.2. Demais Participantes da Equipe de Trabalho
725.680.116-53 3418044
Forma de Participação Sub-coordenador(a)
Número do SIAPE Nome
ALESSANDRA MAIA DE CASTRO PRADO CPF
Caracterização da Função
Auxiliar o coordenador do projeto em todas as atividades a serem desenvolvidas durante a execução do mesmo
Unidade Sub-Unidade
FOUFU - Faculdade de Odontologia AOPED - Odontologia Pediátrica Segmento Docente
Categoria Magistério Superior, 1 e 2 graus Titulação Doutor
Departamento Área de Odontologia Pediátrica
Horas Disponíveis 8
778.029.936-87 1035216
Forma de Participação Colaborador(a)
Número do SIAPE Nome
FABIANA SODRE DE OLIVEIRA CPF
Caracterização da Função
Colaborar com o desenvolvimento do projeto em todas as atividades a serem desenvolvidas durante a execução do mesmo
Unidade Sub-Unidade
FOUFU - Faculdade de Odontologia AOPED - Odontologia Pediátrica Segmento Docente
Categoria Magistério Superior, 1 e 2 graus Titulação Ensino Superior
Departamento Área de Odontologia Pediátrica
Horas Disponíveis 12
6. Orçamento Previsto do Projeto
UFU - Atividade mantida com recursos da UFU (especificar o valor total do financiamento cedido pela UFU).
Fonte de Recursos
R$ 10,100.00 Valor Total Previsto
6.1. Rubricas de Gastos
Bolsa de Extensão Descrição
Ent. Resp. Custo Qtde. Custo Total
UFU Destinado ao pagamento de dois bolsistas de
extensão. R$ 4,000.00 2 R$ 8,000.00
Material de Consumo Descrição
Ent. Resp. Custo Qtde. Custo Total
UFU Têntacanula - 16cm: utilizado para elevar e
posicionar a língua do bebê. R$ 8.00 12 R$ 96.00
UFU Tesoura Goldman Fox reta - Quinelato R$ 57.00 12 R$ 684.00
UFU Anestésico Emla (creme): Princípios ativos:
Lidocaína, Prilocaína R$ 20.00 10 R$ 200.00
UFU Pacotes de folha sulfite R$ 18.00 5 R$ 90.00
UFU Tonner preto para impressora HP R$ 200.00 1 R$ 200.00
Serviços de Terceiros - Pessoa Física Descrição
Ent. Resp. Custo Qtde. Custo Total
UFU
Palestra destinada à disseminação do conhecimento
aos profissionais da saúde e discentes da UFU R$ 300.00 1 R$ 300.00
UFU
Mesas redondas: destinada ao debate das diferentes áreas da saúde (Odontologia,
Fonoaudiologia, Medicina) a respeito do assunto e definição dos pontos mais relevantes.
1
R$ 500.00 R$ 500.00
R$
Custo Total Geral: 10,070.00
________________________ , ____ de _____________________ de ________
___________________________________________________________
Assinatura do(a) Coordenador(a) Responsável pelo Projeto