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O e-book definitivo: tudo sobre intercâmbio nos EUA!

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Academic year: 2022

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O e-book definitivo: tudo sobre intercâmbio nos EUA!

Bônus: passo a passo para fazer um curso de inglês nos EUA!

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Esse ano meu marido fez um curso de inglês em Seattle, EUA, e para contratar esse curso tivemos que pesquisar bastante sobre intercâmbio nos EUA. Confesso que senti uma certa dificuldade de encontrar exatamente as informações que precisávamos... Tem muita coisa no “google”, muita informação espalhada, mas nem sempre exposta de forma clara e objetiva.

É muita informação! Difícil filtrar e impossível ler tudo!

Bom, eu pelo menos tive essa dificuldade... Mas agora, depois de muito pesquisar, a coisa ficou mais clara;

li o bastante (e como li!). Para terem uma ideia, li até as explicações de cada tipo de visto do site do departamento de imigração dos EUA...

Por isso, resolvi juntar aqui tudo que aprendi sobre intercâmbio nos EUA. Tentei colocar de uma forma mais organizada e objetiva para facilitar o entendimento e sanar todas as dúvidas.

Espero que te ajude!

Ah, e de quebra ainda vai o passo a passo para fazer um CURSO DE

INGLÊS NOS EUA. Pode segui-lo que dá certo!

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O que vem na sua cabeça logo que falamos de intercâmbio?

Na minha época de ensino médio e início do superior, intercâmbio era quando os pais de um jovem o mandava para outro país ficar hospedado em casa de família por um certo tempo para experimentar outra realidade e adquirir responsabilidade e autonomia, longe de tudo e de todos.

O jovem estudava, vivia a cidade, seus costumes, sua rotina, conhecia pessoas diferentes e tinha toda uma experiência de vida por lá. Chegava a criar vínculos com a família que o recebia, e até costumava se referir a eles como “meus pais”. Se o intercâmbio fosse nos EUA, por exemplo, seriam “meus pais americanos”.

Em contrapartida, pais brasileiros também recebiam jovens vindo de exterior para passar uma temporada em sua casa. Era literalmente uma “troca” de jovens. Ainda que o volume de jovens brasileiros indo para os EUA sempre tenha sido maior do que o do sentido inverso, ainda assim, era uma “troca” de jovens.

Repare na definição do dicionário:

in·ter·câm·bi·o (inter- + câmbio), substantivo masculino 1. Troca, permuta, barganha, câmbio.

2. Estabelecimento de relações recíprocas de ordem cultural, comercial, social, etc. entre nações ou instituições.

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Ou seja, eu não estava de todo errada! Repare que a troca de jovens se encaixa no conceito.

Hoje, não mais! O conceito de intercâmbio deu uma modernizada com o passar do tempo. Está longe de ser aquele meu entendimento do passado; tornou-se bem mais abrangente que isso.

Hoje, o intercâmbio pode ser feito de muitas formas. O mais importante é que, atualmente, não é mais necessário haver uma “troca”, não é mais preciso ter com quem trocar!

Desta forma, um estágio de trabalho ou um curso de inglês no exterior também podem ser chamados de intercâmbio. Ambos não deixam de ser uma forma de trocar experiências no exterior... um intercâmbio educacional e cultural!

Para os intercâmbios nos EUA, independente do objetivo final, além de aprender e aperfeiçoar, ou até se tornar fluente no inglês, você vai experimentar o famoso “american way of life”!

Em português, o famoso estilo americano de vida!

Intercâmbio é uma experiência internacional em que a pessoa passa um tempo em outro país para adquirir novos conhecimentos, aprender um novo idioma, conhecer uma nova cultura e vivenciar novas experiências, usando, em sua grande maioria, o estudo ou o trabalho como meio para isso, sem a

necessidade de trocar de lugar com alguém do país escolhido.

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Há uma infinidade de programas de intercâmbio entre Brasil e Estados Unidos. Aqui é onde o negócio começa a ficar mais confuso na internet. Você vai ouvir falar tudo quanto é nome: Work & Travel, Work &

Study, Au Pair, Internship, Summer Jobs, etc... Uma verdadeira sopa de letrinhas!

No fim, é tudo para separar o intercâmbio de estudo do de trabalho, e ainda diferenciar os tipos de estudo e trabalho.

Intercâmbio para estudar

Intercâmbio para trabalhar

Intercâmbio para estudar e trabalhar

Separei aqui no e-book os principais

programas de intercâmbio nos EUA.

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Esses são os mais tradicionais. São os intercâmbios educacionais, onde o estudante passa um período estudando nos EUA.

Esse é o tipo mais comum de intercâmbio e o mais procurado por brasileiros hoje em dia. São planejados para aprender ou aperfeiçoar o idioma através de um curso de inglês em escolas de idioma.

A busca por um segundo idioma no mundo atual vem crescendo e com ele a procura por intercâmbios em inglês. Exatamente por isso, eles são os mais procurados hoje em dia por brasileiros. Foi, inclusive, o caso do meu marido que saiu do Brasil rumo aos EUA para fazer um curso de inglês.

Hoje, a oferta de cursos de inglês é grande e não há nenhuma grande dificuldade em se conseguir fazer um intercâmbio desses nos EUA. Você só precisa escolher o tipo de curso e sua duração; normalmente de 2 semanas até 1 ano, com possibilidade de extensão.

Nesse caso, o estudante de nível médio vai para os EUA para estudar normalmente 1 semestre ou 1 ano letivo numa escola americana. Fica hospedado em casa de família.

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As agências de intercâmbio fazem o contato entre as escolas de nível médio dos dois países, e organizam a troca dos estudantes. O estudante brasileiro vai para os EUA, estuda numa escola americana e fica hospedado na casa de um estudante americano, que por sua vez, vem estudar no Brasil e hospedar-se na casa do estudante brasileiro.

Além da experiência de morar fora, de conhecer um novo mundo e de aprender a se virar sozinho, o estudante ainda aprende ou aprimora o inglês, podendo até ficar fluente no idioma.

Aqui os estudantes podem realizar cursos de nível técnico, graduação, pós-graduação, mestrado ou MBA.

Perfeito para quem deseja viver uma experiência universitária ou profissionalizante no exterior. Normalmente varia entre 2 semanas e 1 ano, sendo que na maioria das vezes o intercâmbio se dá por semestre ou ano letivo. Tem como pré-requisito a proficiência no inglês.

Muitas instituições de ensino superior no Brasil têm convênios com instituições dos EUA para o intercâmbio entre seus alunos. Nas instituições privadas normalmente os estudantes continuam a pagar a mensalidade em sua própria instituição no Brasil, sem custo na instituição de destino. Pagam somente os custos com passagem, hospedagem e alimentação. Já nas instituições públicas não há mensalidade a ser paga, sobretudo quando a instituição de destino também for pública, e ainda existem alguns programas de ajuda de custo e bolsas de intercâmbio.

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Mas há quem queira fazer todo o curso e tirar o diploma na universidade americana, o que pode durar até 5 anos. Estes estudantes têm que bancar o custo do bolso (muito alto, diga-se de passagem), ou a solução mais viável; conseguir o curso através de uma bolsa estudantil, como a bolsa de estudo esportiva, por exemplo.

Os americanos são incentivados à prática de esportes e aprendem a ser competitivos desde cedo. É tão sério que as universidades e faculdades possuem “olheiros” que ficam de olho nos atletas de times colegiais para descobrir talentos e trazê-los para os times de suas instituições através de bolsas de estudo pelo esporte.

São bolsas de 30% a 100% em gastos com os estudos, moradia, alimentação, e até com os gastos com o esporte.

Estudantes estrangeiros também podem conseguir uma bolsa de estudo esportiva. É preciso ser bom no esporte, manter uma rotina de treinos fixa e intensa e ainda ter bom desempenho nos estudos; tem que conciliar treino e estudo. E claro, passar no processo seletivo.

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Esses são os intercâmbios de trabalhos temporários, onde você passa um tempo nos EUA trabalhando.

Não é novidade para ninguém que os EUA têm algumas das regras de imigração mais rígidas do mundo, certo? Pois bem, esse tipo de intercâmbio, portanto, é bem específico para determinados tipos de trabalho temporário.

São os trabalhos temporários remunerados do Summer Work Travel Program, também conhecidos como Work & Travel.

É um programa destinado aos jovens universitários, que oferece aos estudantes estrangeiros a oportunidade de viver e trabalhar nos Estados Unidos durante suas férias de verão da faculdade ou universidade no Brasil.

Os jovens precisam ter conhecimento intermediário de inglês. Passam entre 3 e 4 meses trabalhando em estações de esqui, hotéis, resorts e restaurantes.

É um dos programas de trabalho mais procurados nos Estados Unidos. O custo é seu principal atrativo. Além disso, o jovem não perde aulas no Brasil, consegue recuperar o dinheiro investido e manter-se durante sua estadia.

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É um programa de estágio em empresas americanas para universitários, estudantes de pós-graduação e recém-formados (até 1 ano) interessados em adquirir experiência profissional internacional.

Há opções remuneradas e não remuneradas que duram de 3 a 18 meses. O processo seletivo é feito no Brasil, e o jovem já sai daqui sabendo para quem vai trabalhar. Exige-se nível avançado de inglês.

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Para quem quer estudar inglês, mas não consegue arcar com o investimento de um intercâmbio, existem as opções que incluem trabalho. Em alguns casos é possível garantir recursos para se manter durante a estadia no país e até recuperar o dinheiro investido.

Nos EUA as regras de imigração são muito rígidas e esse tipo de intercâmbio, conhecido como Work & Study, não é permitido.

Você não consegue fazer um curso de inglês e trabalhar legalmente nos EUA, mesmo que um trabalho de meio período!

Basta lembrar que um visto que permite um curso de inglês é concedido partindo-se do pressuposto que você comprovou ter fundos suficientes para bancar o período de estudos nos EUA.

Os brasileiros que querem esse tipo de intercâmbio em inglês têm que procurar países que permitam estudantes estrangeiros trabalharem. Canadá, Irlanda, Austrália e Nova Zelândia são países em que é possível frequentar uma escola de idiomas e trabalhar nas horas vagas.

Nos EUA existem duas opções bem específicas de intercâmbio que permitem estudo e trabalho de forma legal. Seguem abaixo.

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O programa Au Pair é totalmente regulamentado pelo governo americano, você viaja com visto especial de intercambista, trabalha legalmente como babá e ainda recebe uma bolsa de estudos.

É um programa em que o estrangeiro mora com uma família americana e ajuda no cuidado com as crianças da casa pelo período de 1 ano, prorrogável por mais 6, 9 ou 12 meses. E ainda tem a oportunidade de fazer um curso a sua escolha.

O estrangeiro recebe, além da remuneração semanal pelo trabalho de babá, estadia, alimentação e uma bolsa de estudos.

Para se candidatar no programa você tem que preencher uma série de pré-requisitos, inclusive o de antecedentes criminais, e para aprovação, o candidato passa por uma entrevista em inglês cujo resultado é reportado à família contratante.

Estudantes internacionais matriculados em cursos acadêmicos integrais em uma universidade americana não podem trabalhar fora do campus universitário durante o primeiro ano acadêmico, mas podem aceitar empregos de meio período dentro do próprio campus.

Trabalhar no campus implica que a instituição onde você estuda seja o seu empregador. Desta forma, eles podem trabalhar para empresas que prestam serviços para a instituição de educação, como uma livraria, biblioteca, uma cafeteria ou uma loja dentro do campus, ou para um órgão educacional, ligado a

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universidade, que lhes permite trabalhar em funções que sejam parte de uma bolsa de estudo ou como assistentes acadêmicos.

Após o primeiro ano letivo, esses estudantes podem participar de 2 tipos de estágios práticos remunerados relacionados à sua área de estudo, fora do campus (trabalho off-campus):

1. Treinamento Prático Curricular (Curricular Practical Training - CPT): disponível e obrigatório somente quando o programa de treinamento faz parte da grade curricular do curso. Nesse caso, os estudantes DEVEM passar por uma experiência prática relacionada à área de estudo. O trabalho pode ser em tempo integral ou parcial.

2. Treinamento Prático Opcional (Optional Practical Training - OPT): é um programa de treinamento opcional temporário que pode ser feito durante ou depois de concluir o curso. Durante o curso tem que ser em período parcial e depois do curso pode ser parcial ou integral.

Mas atenção: essas regras variam com o tipo do visto de estudante. Dependendo do tipo de visto, estudantes NÃO são permitidos trabalhar no país durante os estudos, e esses treinamentos práticos na área de estudo, fora do campus da instituição de ensino, só são permitidos após a conclusão do curso e por tempo determinado.

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A documentação necessária pode variar com o tipo de intercâmbio. Vejam dois Exemplos:

1) Estudantes universitários ou do ensino médio precisam do certificado de estudo ou diploma.

2) Intercambistas do programa au pair precisam, dentre outras coisas, de certificado de conclusão do ensino médio, comprovante de experiências com crianças, ficha de antecedentes criminais, relatório médico e permissão internacional para dirigir.

Em comum, todos precisam do passaporte e do visto para entrar nos EUA.

O passaporte é o documento principal para quem viaja para o exterior. É um documento único; igual para todos do mesmo país (salvo algumas exceções).

O visto americano é uma “autorização” para que estrangeiros viajem até os Estados Unidos; varia com o tipo de intercâmbio. Desta forma, a documentação necessária para sua solicitação depende do tipo de visto solicitado.

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O processo de aplicação do visto é o mais burocrático e o que exige maior parte da documentação para um intercâmbio. Além da documentação geral (como passaporte, formulários preenchidos e taxas pagas), documentos adicionais podem ser solicitados pelo funcionário consular para estabelecer se você é qualificado. Documentos que comprovem o propósito da viagem, sua intenção de voltar dos EUA, sua capacidade financeira para arcar com os custos da viagem e sua preparação acadêmica.

É muito importante se informar sobre toda documentação necessária para o seu tipo de visto no site da embaixada ou do consulado onde você irá se inscrever. Leve tudo para a entrevista e vá preparado; nunca se sabe o que podem pedir!

Atenção: acho importante lembrar que o visto não garante a entrada nos Estados Unidos, mas permite que os estrangeiros viagem até um porto de entrada do país.

Quem fornece a permissão de entrada é o oficial da imigração que te recebe logo no desembarque em solo americano (no aeroporto, por exemplo). Ele tem autoridade para permitir ou negar a admissão nos Estados Unidos, e de determinar quanto tempo lhes é permitido ficar no país.

Se a permissão for dada, ele faz um registro de entrada e saída (duração da estadia) no seu passaporte, através de um carimbo no passaporte ou através do formulário I-94 em papel. Se neles constar uma data de saída, esta será sua estadia máxima permitida no país.

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Não é segredo para ninguém que para viagens internacionais você precisa ter um passaporte válido. Não seria diferente numa viagem para os EUA.

Mas o prazo de validade do passaporte brasileiro requerido para entrar nos EUA gera muitas dúvidas.

Há quem diga que ele deve ter validade mínima de 6 meses a partir da data de embarque e há quem diga que ele precisa ser válido por mais 6 meses além do período da viagem.

Na realidade, não é uma coisa nem outra!

Para um brasileiro viajar para os EUA ele tem que ter um

passaporte que deve permanecer válido por todo o período de

sua viagem.

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Acontece que os EUA exigem mesmo validade de 6 meses para cidadãos de diversos países, mas não para nós brasileiros. O Brasil faz parte de um acordo (Six-Month Club) que garante que pessoas com passaportes emitidos pelos países participantes possam entrar nos EUA desde que seus passaportes sejam válidos por todo período da viagem.

Se você tem um passaporte português segue a mesma regra; Portugal também faz parte do Six-Month Club.

A lista completa dos países participantes do Six-Month Club está no site oficial do Serviço de Alfândega e Proteção de Fronteiras do Departamento de Segurança Interna dos EUA (cbp.gov).

É sempre bom consulta-la na ocasião de sua viagem pois ela pode sofrer alteração. A última revisão foi publicada em 21 de novembro de 2016.

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Para um brasileiro entrar nos EUA ele precisa de um visto de entrada concedido pelo Departamento de Estado dos EUA através de um de seus consulados ou embaixada.

Os cidadãos de outros países que estejam indo temporariamente para os EUA recebem um visto de não- imigrante. O propósito da sua viagem e alguns outros fatores determinarão que tipo de visto é exigido pela lei de imigração dos EUA. Existem pelo menos uns 20 tipos de visto americano para não imigrantes.

Como solicitante de visto, cabe a você verificar o tipo de visto mais apropriado para sua viagem. Se o motivo da viagem for estudo ou intercâmbio, temos 3 tipos de visto possíveis:

1. Tipo F (estudante acadêmico)

2. Tipo M (estudante vocacional)

3. Tipo J (intercâmbio)

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Para estudar nos EUA você deve ter um visto de estudante. O curso e o tipo de escola que você planeja participar é que determinam o tipo de visto de estudante que você precisa, F-1 ou M-1.

Visto F-1

: estudante acadêmico ou de línguas (para cursar uma universidade ou outra instituição acadêmica, inclusive as escolas de idiomas).

Visto M-1

: estudante vocacional ou não acadêmico (para cursar uma instituição profissional ou não-acadêmica, como exemplo uma escola técnica).

Para receber esse tipo de estudante as escolas devem ser inscritas

e aprovadas pelo SEVP (Student and Exchange Visitor Program); somente instituições autorizadas participam desse tipo de programa de ensino.

Os estudantes podem estudar em período integral e, exceto algumas exceções, não podem trabalhar enquanto estudam. Ao final do curso, recebem diploma ou certificado acadêmico concedido pelas

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O visto de visitante de intercâmbio é o J-1. São vistos de não-imigrantes concedidos às pessoas aprovadas para participar em programas de visitante de intercâmbio nos Estados Unidos. Ou seja, pessoas aprovadas para exercer uma função pré-combinada, treinamento ou pesquisa em programas aprovados oficialmente e patrocinados por uma instituição americana.

Visto J-1

: visitante de intercâmbio (para participar de programas de intercâmbio).

Podem incluir estudantes de pós-graduação ou especialização, acadêmicos de pesquisa, profissionais estagiários, trainees, e alguns programas para jovens, como programas de emprego de verão, programas de estágio e programas au pair.

Da mesma forma que no tipo de visto anterior, a organização patrocinadora de um programa de visitante de intercâmbio deve ser inscrita e aprovada pelo SEVP (Student and Exchange Visitor Program); somente patrocinadores autorizadas participam desse tipo de programa.

Estudantes e visitantes de intercâmbio precisam se candidatar, preencher os

requisitos e serem aceitos pelas escolas ou patrocinadores do programa de

intercâmbio, antes de solicitar seus respectivos vistos.

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Nas regras de vistos de não-imigrantes existe uma OPORTUNIDADE para o estudante estudar nos EUA sem um visto de estudante. São casos bem específicos, mas é importante tomar ciência.

Cidadãos dos países participantes do Programa de Isenção de Vistos (VWP) ou cidadãos com visto de visitante (tipo B-1 para negócios ou B-2 para turismo) não podem estudar nos EUA, exceto para realizar estudos de lazer como parte de uma visita turística.

Estudos que conduzem a um diploma ou certificado concedido nos Estados Unidos não são permitidos com esses tipos de visto, mesmo que seja por uma curta duração.

Desta forma, cursos de pequena duração de estudo recreativo, ou seja, cursos que não oferecem

crédito acadêmico ou profissional (como um curso de inglês de curta duração, por exemplo), podem ser feitos com a autorização eletrônica do VWP (ESTA) e com o visto de visitante (B).

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O Programa de Isenção de Vistos (Visa Waiver Program - VWP) é um acordo que permite que a maioria dos cidadãos ou nacionais dos países participantes viaje para os Estados Unidos para turismo ou negócios, numa estadia máxima de 90 dias, sem precisar de visto.

Basta que esses viajantes peguem uma autorização de viagem eletrônica (ESTA - Electronic System for Travel Authorization) no próprio site do Departamento de Segurança Interna dos EUA antes de viajar. É só preencher um formulário e pagar a taxa.

Você deve viajar sempre de posse do ESTA impresso.

O Brasil não faz parte desse programa de isenção, mas Portugal faz. Portanto quem tiver passaporte português pode viajar somente com o ESTA, e ainda pode estudar nos EUA desde que o curso atenda aos requisitos acima.

As regras do Programa de Isenção de Vistos não são válidas para visitantes de

intercâmbio. Participantes de programas de intercâmbio só têm permissão para

viajar com o visto J-1 de intercâmbio.

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O prazo de validade do visto americano depende do tipo de visto e do agente consular da entrevista. Pode valer por até 10 anos.

É o caso do visto de turismo (B-2) que costuma receber 10 anos de validade.

Já o visto de estudante (F-1 ou M-1) ou intercâmbio (J-1) são emitidos normalmente para o período do curso ou programa que você está inscrito, acrescido de mais 60 dias ao final para turismo.

Esses são prazos normalmente aplicados, mas nada impede que o agente consular conceda vistos limitados apenas a uma viagem ou período determinado.

Atenção: Não confunda validade do visto americano com o tempo de permissão para ficar nos Estados Unidos.

Se o visto tem 10 anos de validade, não significa que você possa permanecer por 10 anos seguidos no país! O tempo de permanência nos EUA é determinado pelo agente da imigração na hora do seu desembarque em solo americano. Lembra do registro de entrada e saída (duração da estadia) no seu passaporte que falei antes (formulário I-94)? Para viagens a turismo (visto B-2), por exemplo, os agentes costumam conceder até 6 meses de permanência.

Todas as informações sobre visto americano estão no site oficial do departamento de estado dos EUA:

travel.state.gov.

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Em 2012 foi acrescentado um novo passo no processo de solicitação do visto americano: os Centros de Atendimento ao Solicitante de Visto (CASV), criados para tentar acelerar o processo e diminuir as filas e o tempo de espera nos consulados.

Agora, quem vai tirar o visto pela primeira vez, precisa agendar uma visita ao CASV para coleta dos dados biométricos (impressões digitais e foto) e outra para a entrevista no consulado.

A visita ao CASV deve ser agendada antes, com pelo menos 1 dia de antecedência da data da entrevista Consular. Ambas podem ser agendadas online no site oficial do departamento de estado dos EUA para serviços de visto ou através dos telefones da central de atendimento.

Solicitantes de uma determinada faixa etária ou aqueles que estejam renovando um visto americano anterior podem ser elegíveis a solicitar um visto sem comparecer a uma entrevista consular. A isenção da entrevista consular é determinada no momento em que o solicitante preenche o formulário no site do agendamento, e depende se ele atende aos critérios de qualificação.

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O DS-160 é um formulário online do governo americano usado para solicitar qualquer tipo de visto de não- imigrante. Deve ser preenchido somente através do site oficial: ceac.state.gov/ceac.

O formulário contém mais de 200 questões (pessoais e sobre a viagem) que devem ser preenchidas em inglês e com informações precisas e atualizadas. Cada solicitante de visto deve ter um DS-160 preenchido.

Depois de completar toda a inscrição, imprima a página de confirmação do formulário para levar para sua entrevista no consulado.

Dê uma atenção especial ao preenchimento do DS-160, ele é muito importante na avaliação de seu visto. Tenha em mãos todos os documentos para facilitar o

preenchimento e salve cada uma de suas etapas para evitar que a página expire e você tenha que começar tudo do zero.

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É uma taxa única para vistos de visitantes que não exigem petição, inclusive todos os tipos para intercâmbio de que falamos mais acima: B1/B2, F, M e J. O boleto de pagamento da taxa MRV é gerado no mesmo site do agendamento das entrevistas: ais.usvisa-info.com/pt-br.

Nesse mesmo site, você completa o processo até o agendamento da entrevista:

a) Cria uma conta de usuário

b) Insere o número de confirmação do DS-160 c) Escolhe a forma de entrega do passaporte d) Gera o boleto de pagamento da taxa MRV

e) Paga a taxa de solicitação do visto de não-imigrante (MRV) f) Aguarda o prazo para confirmação do pagamento

g) Agenda a entrevista no consulado e a visita no CASV

O pagamento da taxa pode ser feito com cartão de crédito pelo próprio site do agendamento, por telefone ou em dinheiro em qualquer agência do Citibank. Não esqueça de levar o comprovante de pagamento para sua entrevista no consulado.

Hoje, esta é a única taxa para pagamento; não há mais cobrança separada para agendamento ou envio do passaporte.

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Depois de decorrido o prazo exigido para confirmação do pagamento da MRV (2 dias úteis), volte ao site (ais.usvisa-info.com/pt-br) ou ligue na central de atendimento para agendar as datas das entrevistas.

Primeiro você agenda a data da entrevista no consulado e depois a data da visita ao CASV.

Mas atenção: embora a ordem de agendamento no site seja invertida, a visita ao CASV deve ser feita antes do consulado, com pelo menos 1 dia de antecedência da data da entrevista Consular.

O tempo de espera para a entrevista varia de acordo com o local escolhido e com o tipo de visto solicitado, mas o processo está mais rápido atualmente do que já foi no passado. Depois do pagamento da taxa MRV, é possível encontrar datas disponíveis para agendamento entre 3 e 10 dias úteis, às vezes até menos. Você pode consultar o tempo de espera na ocasião de sua necessidade no site: travel.state.gov.

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Este é o passo que foi incluído no novo sistema: comparecer a um dos Centros de Atendimento ao Solicitante de Visto para coleta dos dados biométricos (impressões digitais e foto) na data agendada. A visita ao CASV completa a solicitação do visto.

✓ Passaporte atual válido.

✓ Passaporte contendo o último visto dos Estados Unidos (se aplicável).

✓ Página de confirmação do formulário DS-160.

✓ Formulários complementares, caso necessário. Exemplos: I-20 (para estudante), DS-2019 (para intercâmbio), DS-7002 (para trainees e estagiários), fornecidos pela instituição de ensino ou do intercâmbio, preenchidos e assinados.

✓ Comprovantes de pagamento da taxa de solicitação de visto (MRV) e taxa SEVIS I-901 (se aplicável).

✓ Página de Confirmação e Instruções do agendamento impressa.

✓ Foto impressa no formato explicado nos requisitos de fotografia (travel.state.gov), caso o solicitante não esteja presente no CASV.

A lista de documentos oficial está nos sites: travel.state.gov e ais.usvisa-info.com/pt-br.

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Este é o passo mais temido em todo o processo de solicitação do visto. A boa notícia é que o número de brasileiros reprovados é cada vez menor, portanto, se estiver tudo certinho com sua documentação, as chances de negarem seu visto são pequenas.

Na realidade, o mais chato mesmo é separar toda documentação para levar. -Haja papelada!

A documentação requisitada no consulado varia com o tipo de visto e até mesmo caso a caso.

Não tem como saber exatamente quais os documentos que o agente consular vai pedir. Por isso, esteja preparado e leve todos os documentos que puder.

Documentação Geral Solicitada (para todos os tipos de visto):

✓ Passaporte atual válido.

✓ Passaporte contendo o último visto dos Estados Unidos (se aplicável).

✓ Página de confirmação do formulário DS-160.

✓ Formulários complementares, caso necessário. Exemplos: I-20 (para estudante), DS-2019 (para intercâmbio), DS-7002 (para trainees e estagiários), fornecidos pela instituição de ensino ou do intercâmbio, preenchidos e assinados.

✓ Comprovantes de pagamento da taxa de solicitação de visto (MRV) e taxa SEVIS I-901 (se aplicável).

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✓ Página de Confirmação e Instruções do agendamento impressa.

Documentos Adicionais que comprovem o propósito da sua viagem, sua intenção de voltar dos EUA, sua capacidade financeira para arcar com os custos da viagem e sua preparação acadêmica:

✓ Evidências de moradia, emprego e laços familiares: comprovante de residência no Brasil, contratos de aluguel de imóvel, carro e imóveis em seu nome, carteira de trabalho, contratos de trabalho, filhos que ficam no Brasil cursando escola ou faculdade, etc.

✓ Evidências de sua capacidade financeira: imposto de renda, recibos de salários, extratos bancários, faturas de cartão de crédito, etc. Se você não pode cobrir todos os custos da viagem, mostre evidências de que outra pessoa o fará.

✓ Evidências de sua preparação acadêmica: transcrições, certificados e diplomas das escolas em que estudou.

A lista de documentos oficial está nos sites: travel.state.gov e ais.usvisa-info.com/pt-br.

Atenção: não adianta comparecer aos consulados/embaixadas sem uma entrevista agendada.

Não se assuste com a segurança do lugar, todos os visitantes são examinados antes da entrada.

Não leve celulares e aparelhos eletrônicos, eles não são permitidos e não poderão entrar.

Revise as instruções sobre como solicitar um visto no site do consulado ou embaixada onde você se inscrever na ocasião da sua aplicação. Veja mais informações sobre eles em: br.usembassy.gov/pt.

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Hoje, o serviço de entrega do passaporte com o visto está incluso na taxa MRV. Na hora do agendamento da entrevista você escolhe um dos dois métodos de entrega:

▪ enviar para um endereço residencial ou comercial; ou

▪ retirar no CASV escolhido

Depois da entrevista você acompanha o status do visto no site ceac.state.gov/ceac, e o status da entrega do passaporte direto no site da transportadora depois que receber um e-mail com o número de rastreamento.

Atualmente, o tempo médio de processamento do visto é de 10 dias úteis após a entrevista, a menos que um processamento administrativo seja necessário.

A empresa de serviço postal realiza até 3 tentativas de entrega no endereço solicitado. Caso não consiga, o passaporte volta para a seção consular de origem. Da mesma forma, os passaportes não retirados dentro de 30 dias do CASV.

Ufa!

Quanta papelada!

Ainda bem que acabou!

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O valor de um curso de inglês nos EUA vai além do valor do curso (claro!). Você tem que considerar todos os custos envolvidos na viagem e durante toda a sua estadia.

Além disso, varia muito de acordo com o destino, escola, curso, duração, hospedagem, e ainda com a condição da viagem; se você vai com dinheiro contado, se vai numa condição mediana ou se dinheiro não é problema.

Só para dar uma ideia, você consegue fazer um intercâmbio desses de 4 semanas, numa boa escola, com US$6Mil (seis mil dólares). É claro que quanto mais tempo, mais dinheiro!

Para um intercâmbio desse tipo, os itens mais pesados para o bolso são: o valor do curso, hospedagem e alimentação! Esses são os principais ofensores do orçamento! Os TOP 3 custos mais onerosos! Qualquer coisa que consiga economizar nisso aqui faz diferença.

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Eu diria que esses TOP 3 juntos podem ser responsáveis por até 85% do orçamento. O curso é sem dúvida o mais pesado; pode variar entre 25 e 40% do valor total que você vai gastar. Enquanto alimentação e hospedagem podem ficar entre 35 e 15% cada um!

O valor do curso depende muito da escola de inglês e de sua duração e carga horária.

Quanto melhor a escola, quanto mais tempo de curso e quanto mais horas você estudar por dia, mais caro será seu curso (claro!), mas mais resultados terá.

Para hospedagem, a melhor opção é ficar em casa de família. Melhor custo x benefício disparado. E você ainda economiza alimentação; normalmente esse tipo de hospedagem ainda inclui duas refeições por dia.

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Agora vem a parte mais prática do e-book: o passo a passo que você precisa seguir para fazer um curso de inglês nos EUA, tipo de intercâmbio mais comum e mais procurado hoje em dia por brasileiros que querem aprender ou aperfeiçoar o idioma numa escola de idiomas. Foi um desses que o meu marido fez esse ano.

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Escolher a cidade americana onde fazer o intercâmbio é a primeira coisa a fazer. Parece simples, mas é uma decisão das mais importantes. Uma vez lá, não tem muito como voltar atrás; terá que conviver com sua escolha e se adaptar.

Caso já tenha essa decisão, ótimo! Fica mais fácil. Caso não, há muitos fatores a considerar.

Clima

: veja se você se identifica com o clima da cidade; quente, frio, úmido, muito sol, pouco sol, etc.

Parece bobeira, mas não é. Já pensou ir para um lugar muito frio se você detesta o frio? Ou ir para um lugar de calor insuportável se você quer exatamente fugir dele?

Costumes do lugar

: a cultura, a comida e seu povo. Qual o perfil dos moradores? Como as pessoas se relacionam por lá? São pessoas mais relax ou reservadas? O que costumam fazer e comer? Recebem bem os visitantes? Já pensou não se adaptar à cultura local? Vai transformar sua estadia num tormento!

Dinâmica da cidade

: veja como ela funciona, como é a rotina. É uma cidade grande ou pequena?

Quantos habitantes? É cidade litorânea? Uma selva de pedras? Muito trânsito? Mais voltada para que atividade econômica?

Regras e leis

: é importante entender um pouco como funcionam, tanto para os cidadãos quanto para os estrangeiros, para não passar sufoco por lá.

Qualidade de vida

: segurança, violência, educação, saúde e transporte público são itens importantes

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Custo de vida na cidade

: é importante conhecer o que lhe espera e o quanto vai gastar por lá.

Lazer e atrações turísticas

: o que tem para fazer na cidade? Programas gratuitos, atividades ao ar livre, noite, programas culturais, arredores, etc. Você terá horas livres; aproveite-as como gosta.

No fundo, o mais importante é você se identificar com o lugar. Se não houver “liga”

entre você e a cidade, é provável que a experiência não vá ser muito boa. Pesquise bastante, entenda bem a dinâmica da cidade e veja se ela lhe agrada.

Para mim, uma das coisas mais importantes para aprender inglês é ficar longe de sua língua de origem. Quanto menos contato com o português durante seu curso de inglês, melhor. Neste sentido prefiro cidades fora do roteiro padrão dos brasileiros.

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É claro que quanto mais tempo ficar nos EUA, mais vai aprender o inglês e mais vai aproveitar a viagem.

Quanto mais contato com a língua, melhor. Mas é claro também que tudo depende do tempo que você tem disponível para ficar no exterior, da sua capacidade financeira e do nível do idioma que quer alcançar.

A questão aqui é chegar num equilíbrio que atenda seu bolso e suas expectativas.

Se você dispõe somente de férias, vale a pena para aprimorar alguma habilidade (como a conversação, por exemplo). Já se você dispõe de um pouco mais de tempo, melhor ainda, mais tempo para viver a cidade e mais contato com a língua. Existem bons cursos de 30 dias, 3 meses, 6 meses, 1 ano ou até mais.

Se você fala nada em inglês hoje, não espere que um curso de 30 dias ou 3 meses vá lhe deixar fluente nessa língua! Quanto mais tempo melhor! Mas é claro que tudo dependo de sua disponibilidade e de seu objetivo com o curso.

Seu aproveitamento vai depender muito do nível atual de seu inglês, de seu esforço em não falar sua língua nativa e do seu contato com o novo idioma durante o período do curso.

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Por que está pensando em estudar inglês nos EUA? O que você pretende com o curso de inglês?

Essa pergunta anda de mãos dadas com o item anterior. Seja aprender um novo idioma, seja aprimorar um idioma, seja estudar para um exame de idiomas, seja qualquer outro objetivo, está tudo diretamente relacionado com o tempo que você tem em contato com esse idioma.

Em outras palavras: seu objetivo define a duração e a carga horária do curso, ou ainda, se seu tempo disponível ou sua capacidade financeira for o que manda, alinhe seu objetivo a eles!

Definições:

1. Duração do curso: tempo disponível = total de dias disponível para o curso

2. Carga horária do curso: tempo dedicado = quantidade de horas dedicadas = intensidade do curso

Veja alguns exemplos:

Vou tirar férias e queria conciliar turismo com um curso de inglês: aqui você deve optar por um curso de curta duração e carga horária parcial.

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Preciso melhorar minhas habilidades do inglês mas não disponho de muito tempo: aqui você deve optar por um curso de curta duração e carga horária integral.

Quero estudar inglês nos EUA ao mesmo tempo em que quero conhecer um novo lugar e vivenciar uma nova cultura: aqui você deve optar por um curso de longa duração e carga horária parcial.

Preciso ficar fluente no inglês, e tenho tempo para isso: aqui você deve optar por um curso de longa duração e carga horária integral.

Quero aprender e ficar fluente no inglês para entrar numa universidade americana: aqui também você deve optar por um curso de longa duração e carga horária integral.

Preciso de inglês no meu ambiente de trabalho e não disponho de muito tempo: aqui você pode optar por um curso intensivo para negócios, com curta duração e carga horária integral.

Tenho que me preparar para um exame de proficiência em inglês: aqui existem cursos específicos de preparação para exames como IELTS, Cambridge ou TOEFL.

As escolas de inglês costumam oferecer cursos que se adequam a necessidade de cada um. Uma vez definidas suas necessidade e disponibilidade, fica mais fácil escolher a escola, o curso, sua duração e carga horária.

Levando sempre em conta que quanto melhor a escola, quanto mais tempo de

curso e quanto mais horas você estudar por dia, mais resultados terá.

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Fazer um curso de inglês nos EUA exige investimento. Na hora do planejamento é importante saber quanto vai gastar para ver o que cabe no seu bolso. Todos os fatores de decisão (cidade, tempo, escola, curso, hospedagem, etc), dependem da sua capacidade financeira.

Portanto, antes de sair contratando, pesquise e faça um orçamento que inclua todos os gastos com a viagem e estadia. Não deixe de incluir:

O curso de inglês

Passagens e visto

Seguro saúde

Hospedagem

Alimentação

Transporte

Comunicação com a família

Lazer

No fim, é uma questão de alinhar expectativas X orçamento e encontrar a solução

de melhor custo-benefício!

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A escola é fundamental para o sucesso de seu curso. Atualmente existem muitas opções de escolas de inglês nos EUA. Ao optar por uma cidade para destino do intercâmbio, você já começa a fechar o leque. Aí então, é pesquisar na internet as escolas de inglês disponíveis em seu destino e avaliar a melhor opção para você.

Algumas dicas são importantes para decisão. Algumas delas, inclusive, são dicas para escolha da cidade e acabam válidas também para escolha da escola.

Fique longe do português. Procure por escolas menos procuradas por brasileiros. Quanto menos brasileiro e menos contato com o português, melhor!

Fuja dos roteiros tradicionais. Se você quer focar nos estudos e aprender o idioma, procure por cidades/escolas que fujam do roteiro padrão dos intercâmbios “formatados e carimbados”; aqueles destinados aos jovens que estão mais pela experiência como um todo do que pelo aprendizado do idioma.

Uma maneira de fugir disso é procurar por cidades fora dos roteiros tradicionais e por escolas que prezem mais qualidade do que quantidade.

Fuja das grandes cidades e dos centros famosos. Além de mais caros, em cidades menores é mais fácil fazer amizade e interagir com pessoas locais dispostas a te ajudar a praticar o idioma local.

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Busque referências. Não adianta escolher uma escola que vá te dar dor de cabeça. Pesquise bem e certifique-se tratar de uma instituição séria e com boa reputação. Busque referências na internet; leia os comentários e avaliações.

Acompanhe as redes sociais e postagens da escola. Acompanhar curtidas e a opinião de seus seguidores é uma forma bem interessante para formar opinião sobre ela.

Procure opinião de quem já estudou. Procure depoimentos de quem conhece a escola e peça opinião sobre ela. Use as redes sociais; facebook, instagram, twitter são boas ferramentas para se conectar com pessoas que já estudaram na escola.

Confirme se a escola é certificada. Para emitir o formulário I-20, necessário para obtenção do visto de estudante nos EUA, a escola tem que ser aceita e certificada pelo SEVP (Student and Exchange Visitor Program). Você consegue confirmar através do site da DHS: studyinthestates.dhs.gov.

Quando o objetivo é fazer um intercâmbio para aprender ou aperfeiçoar o inglês, os cursos mais procurados por brasileiros são:

a) Inglês geral (General English):

curso tradicional de idiomas, com turmas separadas de acordo com o nível de conhecimento do idioma do estudante; normalmente dividido em básico, intermediário e avançado. Pode ser intensivo (aulas em dois turnos do dia) ou parcial (apenas um turno).

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b) Inglês para Negócios (Business):

para quem está no mercado de trabalho, deseja uma carreira empresarial e quer aperfeiçoar o idioma para o mundo dos negócios. Normalmente o curso foca em cases reais, linguagem financeira, discussões em grupos, reuniões e apresentações. Serve, inclusive, para se preparar para uma entrevista de emprego.

c) Preparatório para exames:

para quem já domina o idioma, mas pretende se preparar para exames de proficiência em inglês. Existem muitos desses exames; o mais famoso deles é o TOEFL. Ele é o mais aceito nos EUA e serve como porta de entrada para qualquer college ou universidade norte-americana.

A maioria das escolas de inglês oferecem os 3 cursos. Uma vez decidido o tipo, você ainda escolhe a duração e carga horária do curso. Lembrando que duração é o período total de curso e carga horária sua intensidade, ou seja, quantas horas de aula por dia.

Na maioria dos cursos, tanto a duração quanto a carga horária são oferecidas por semana. Ou seja, na hora de contratar o curso você escolhe quantas semanas de duração e qual será a carga horária da semana (quantas horas de aula por semana). E normalmente a semana de aula começa na segunda-feira.

A combinação entre o tipo de curso e sua duração e carga horária dão o valor final do curso.

Nosso blog tem parceria com a Kaplan International English, se quiser conhecer seus cursos e solicitar um orçamento dá uma olhada no link: Cursos de inglês da Kaplan Seattle.

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A hospedagem é um item que gera muitas dúvidas em quem está pensando em fazer um intercâmbio nos EUA. Deve ser providenciada com antecedência.

Ficar em hotel por tanto tempo não é uma boa opção. Se pensarmos no custo, então, fica inviável.

Uma boa opção para fugir do hotel é ficar em casa de família ou em residência estudantil. Normalmente as escolas de inglês costumam ter parcerias ou indicar esses locais para você, algumas até possuem alojamentos próprios. É aconselhável que veja esse item direto com a escola; elas podem ajudar em qualquer problema, antes e durante sua estadia.

Quem for ficar por mais tempo, e quiser mais privacidade, pode tentar alugar quartos ou pequenos apartamentos para dividir com os amigos.

Além disso, atualmente, existe uma outra opção que está cada dia mais popular, e que eu particularmente gosto bastante: são os aluguéis por temporada das acomodações do Airbnb (airbnb.com.br). Na minha opinião são hoje a melhor opção custo x benefício para quem prefere privacidade.

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Para um brasileiro viajar para os EUA ele tem que ter um passaporte que deve permanecer válido por todo o período de sua viagem. Portanto, se você ainda não tem um, trate de providenciar. Sem ele, você não consegue dar entrada no visto.

Lembrando que a validade do passaporte brasileiro é de 10 anos (exceto para menores de idade). Expirado o prazo de validade deverá ser solicitado novo passaporte.

Hoje você faz grande parte do processo on-line pelo site da Polícia Federal.

1º) você faz a solicitação de passaporte.

2º) gera a guia para pagamento (GRU)

3º) faz o agendamento para coleta dos documentos num posto de expedição de passaporte da PF (depois de pagar a GRU)

4º) comparece ao posto de expedição de passaporte da PF munido da documentação original exigida, GRU paga, protocolo da solicitação e comprovante de agendamento. Não é necessário levar fotografia, que será coletada no momento do atendimento.

5º) volta ao local indicado, na data indicada no protocolo, para pegar o passaporte (o prazo oficial máximo é de 6 dias úteis).

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Se você vai precisar emitir passaporte para fazer o intercâmbio, reserve pelo menos 1 mês para essa etapa do planejamento. Embora o prazo de entrega oficial seja de 6 dias úteis após comparecimento ao posto de expedição, atrasos podem acontecer. E além disso, ainda tem o prazo de espera para agendar a entrega da documentação.

Todas as informações sobre passaportes estão no portal da Polícia Federal: pf.gov.br.

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Para quem vai aprender ou aprimorar o idioma numa escola de inglês o visto mais comum é o visto de estudante tipo F-1, concedido para estudantes acadêmicos ou de línguas. Esse é o visto concedido para estudantes em período integral e que podem receber diploma ou certificado concedido pelas instituições norte americanas.

Antes de solicitar o visto F-1 é preciso obter o formulário I-20 (certificado de elegibilidade do estudante). Para isso, você deve se inscrever e ser aceito por uma escola aprovada e certificada pela SEVP (Student and Exchange Visitor Program) nos EUA. Funciona assim:

1. Confirme se a escola de inglês escolhida é certificada pelo SEVP no site da DHS:studyinthestates.dhs.gov.

2. Inscreva-se para o curso na escola de inglês certificada.

Prazos: para novos estudantes, o visto F-1 pode ser emitido até 120 dias antes da data de início do curso de inglês, mas o estudante não tem permissão para entrar nos EUA antes de 30 dias do início das aulas.

Quanto ao prazo para saída dos EUA, os estudantes com visto F tem normalmente 60 dias adicionais para turismo após a data de término do programa informado no Formulário I-20 e de qualquer

treinamento prático autorizado.

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3. A escola lhe inscreve no SEVIS (Student and Exchange Visitor Information System).

4. A escola lhe envia o formulário I-20 gerado pelo SEVIS. Ele é um registro em papel de suas informações no banco de dados do SEVIS, e deve estar assinado por um funcionário da escola.

5. Confirme se suas informações (nome, data de nascimento e passaporte) estão corretas e assine o formulário I-20. Caso não estejam, solicite correção à escola.

6. De posse do ID SEVIS pague a taxa I-901 no site: fmjfee.com.

Pronto! Agora sim, pode solicitar o visto F-1 através do processo de inscrição geral de visto americano, já descrito anteriormente.

Não esqueça de levar o Formulário I-20 assinado e o comprovante de pagamento da taxa I-901 para sua entrevista no consulado/embaixada!

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Essa é uma das perguntas mais difíceis de responder, e o prazo dessa etapa acaba sendo decisivo na agenda de sua viagem. Tudo depende muito dos consulados, que nem sempre cumprem os prazos oficiais. E ainda por cima, ainda depende da demanda (quantidade de pessoas solicitando o visto americano) na época.

Considerando o tempo de espera da entrevista no consulado atualmente de 10 dias úteis depois do pagamento da taxa MRV e o prazo de 10 dias úteis para emissão e entrega do passaporte com o visto após a entrevista, ficamos com 20 dias úteis. Se você não mora em cidade onde tem consulado/embaixada, ainda tem que considerar o tempo para essa viagem até a cidade mais próxima.

Reserve, portanto, pelo menos 30 a 40 dias para essa etapa do processo. Isso considerando condições normais de “temperatura e pressão” (claro!). Ou seja, sem nenhum imprevisto no caminho.

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Existe uma OPORTUNIDADE para quem quer estudar inglês nos EUA com o visto de turismo. Segundo as regras para não-imigrantes, um visto de visitante tipo B (B-1 para negócios ou B-2 para turismo) pode ser utilizado para curtos períodos de estudo recreativo que façam parte de uma visita turística.

É ideal para quem pretende viajar e quer aproveitar a viagem para estudar inglês. Além de mais barato (não tem a taxa SEVIS), não precisa estar matriculado numa escola antes para solicitar o visto de turismo (não precisa do I-20). É, portanto, menos burocrático.

Para solicitar o visto B-2 o processo é o de inscrição geral de visto americano.

Falando de forma prática, se você optar por cursos de inglês de pequena duração e horário parcial (carga horária até 18 horas de aula por semana) pode aproveitar o visto de turismo! Lembrando que, normalmente, a imigração nos EUA concede ao turista um máximo de 6 meses de permanência no país.

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Aqui não há mistério: você pode comprar direto nos sites das companhias aéreas ou em sites como o Decolar. A dúvida é: comprar antes ou depois de receber o visto? DEPOIS!

Recomendo fortemente que não marque sua viagem até que tenha recebido seu passaporte com o visto. Depois da entrevista no consulado, não há garantia de que seu visto será concedido. E mesmo que seja, pode haver atraso no processamento. Em alguns casos você pode ser requisitado a apresentar documentos que não foram apresentados na entrevista e tenha que passar por algum processo adicional. Por isso, a recomendação aqui é esperar até que o seu passaporte com o visto esteja em suas mãos para emitir as passagens aéreas.

Mas nada impede que, a partir do momento em que começar a pensar em fazer um intercâmbio nos EUA, comece a monitorar os sites de venda de passagens e fique atento às promoções das companhias aéreas.

Inclusive, a propósito da melhor época para comprar passagens aéreas, tenho duas considerações a fazer.

Todo lugar tem alta e baixa estação. Na baixa estação os preços das passagens aéreas normalmente são menores. Segundo o site Skyscanner, essa diferença de valor chega até 28% entre a baixa e a alta temporada de turismo no país de destino.

Para os EUA, a maior parte das agências de turismo considera como baixa temporada os períodos compreendidos entre os meses de março a maio e de agosto a novembro. Ainda segundo o Skyscanner, agosto é o mês mais barato para viajar para os Estados Unidos.

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Qual a melhor data para comprar a passagem aérea? Essa é mais difícil de responder. Já li muita coisa a respeito e não tenho uma “certeza” formada…

Já li que o mês no qual é possível encontrar passagens aéreas mais baratas coincide com o início da baixa temporada de turismo no país de destino.

Já os profissionais do setor de turismo falam que, para garantir preços menores, a compra deve ser feita com a maior antecedência possível em relação à data da viagem. Por outro lado, já vi pesquisas que garantem que comprar com muita antecedência não é melhor negócio…

Já vi até estudos que mostram o momento ideal para encontrar passagens baratas; um deles indica 21 dias de antecedência, outro aponta entre 25 e 40 dias, e ainda um outro que fala em 56 dias antes do início da viagem.

Enfim, aqui, vale a dica: fique atento as

promoções das companhias aéreas!

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O seguro viagem é um item imprescindível para uma viagem tranquila! Imagina o transtorno que pode ser ficar doente ou se acidentar no exterior? Ainda mais nos EUA, cujo sistema de saúde é bem complexo e caro (muito caro)!

É claro que ninguém viaja pensando que pode se acidentar ou qualquer coisa desse tipo, mas imprevistos acontecem e pequenos problemas podem se tornar uma grande dor de cabeça ou um rombo no orçamento, caso você esteja sem cobertura alguma no exterior. Com um seguro viagem você fica tranquilo e tem assistência caso se acidente ou fique doente.

Em uma viagem para os EUA, onde não existe atendimento médico gratuito e qualquer ocorrência médica será cobrada a altos custos (até mesmo emergências), é importante considerar uma boa cobertura médica.

Recomendo fortemente que você não economize nessas coberturas. Até porque, muitas vezes, a diferença de preço entre dois seguros de coberturas diferentes é mínima se compararmos os benefícios da assistência médica maior.

Para contratar o seguro viagem, considere como principal fator de decisão as coberturas das assistências médicas. E depois delas, acho importante considerar também as

coberturas para as repatriações. Elas são obrigatórias no seguro viagem internacional.

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As demais coberturas variam muito de seguro para seguro; é mais uma questão de comparar o preço do seguro com as garantias de cada um e o que é mais importante para você. O importante é encontrar um equilíbrio entre o que você precisa e o que cabe no seu bolso.

Normalmente o que eu faço é, uma vez decidida a principal cobertura (médica e hospitalar), comparar o plano equivalente a ela de três seguradoras diferentes e escolher pelo melhor custo x benefício.

Para mim,

a tranquilidade de viajar segurado não tem preço!

Nosso blog tem parceria com Mondial e Vital Card. Se quiser sugestões de planos para uma viagem aos EUA é só seguir os links abaixo:

Minha sugestão de seguro viagem Mondial Assistance para os EUA Minha sugestão de seguro viagem Vital Card para os EUA

Aqui cabe outra dica: temos muitas opções de seguro viagem no mercado. Dos mais variados tipos e valores. O cardápio é enorme. Mas sou da opinião que antes contratar um seguro viagem conhecido e com experiência no mercado, do que entrar numa fria com uma seguradora desconhecida.

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Um bom planejamento é a chave do sucesso! Por isso, é importante que uma viagem dessas para intercâmbio seja planejada com antecedência, sem pressa nem correria. Pesquise bastante e dê o tempo suficiente para que cada etapa do processo aconteça. Já pensou contratar tudo e o visto demorar a sair?

Imagina o transtorno!

Não espere embarcar na mesma semana em que decidir fazer o intercâmbio. A não ser que você já tenha toda a documentação pronta (o que toma a maior parte do tempo)!

Um planejamento de tempo tranquilo, para você não passar sufoco, seria algo em torno de 4 meses. Desde a etapa inicial de pesquisa (cidade, curso, escola, hospedagem, etc), até a etapa final de compra das passagens e seguro viagem, passando pelo tempo necessário para tirar o passaporte e o visto.

É claro que, se você tem mais tempo para pesquisar e esperar a melhor oportunidade, melhor ainda! Com antecedência, consegue-se melhores preços e condições.

É mesmo um longo caminho, construído passo a passo.

Mas, não desista que vale a pena!

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Para fechar, vamos de dicas para você aproveitar bem seu intercâmbio nos EUA sem passar sufoco.

1. Fuja do português! Evite falar em português, mesmo com os brasileiros que encontrar.

2. Não tenha vergonha de falar errado! Dominar um novo idioma não é fácil, mas você precisa falar e se comunicar para aprender. Arrisque, pratique, insista, solte a língua!

3. Se possível, hospede-se na casa de um americano; nada melhor do que conviver com alguém que fale o inglês nativo.

4. Não deixe de sair porque quer economizar. Procure as programações e passeios gratuitos ou baratos;

em todo lugar costuma ter. Quanto mais contato com a população local, melhor! Você tem que praticar o inglês o máximo que puder. Só assim vai melhorar sua fluência.

5. Embarque na onda e viva como um nativo; só assim você vai conhecer o “american way of life“!

6. Prepare-se para imprevistos na chegada: tenha endereços de hotéis próximos ao aeroporto, telefones úteis e cartões de ligação internacional.

7. Leve uma quantidade de dinheiro em espécie, mas não todo. O ideal é que leve um cartão de débito ou crédito internacional para fazer compras ou saque. E antes de embarcar, pesquise as redes bancárias no local de destino e as melhores opções de saque.

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8. Ande com cópias coloridas do passaporte e visto no dia a dia. Perder o passaporte pode dar uma grande dor de cabeça. Guarde-o em local seguro e use as cópias na bolsa.

9. Não perca o selo de admissão ou formulário de papel I-94, entregue em sua entrada no país. Você vai precisar apresenta-lo na saída.

10. Se fizer uso de algum medicamento controlado, leve consigo a quantidade para toda estadia, acompanhado da devida receita. Provavelmente você não vai conseguir comprar por lá.

11. Lembre-se de incluir a taxa de compras no valor dos produtos para não tomar um susto na hora de pagar. No Brasil, os impostos já estão embutidos no preço final dos produtos, mas nos EUA, o valor do produto não é aquele que você vê na etiqueta, neles não estão incluídos o imposto. A sales tax é somada ao valor de cada item na hora do caixa. O valor da alíquota varia entre 2 e 10%, dependendo da cidade.

12. Lembre-se de dar gorjetas (tips) para seus prestadores de serviço. Nos EUA, normalmente, os nossos famosos “10%” não estão inclusos nas contas de serviços. Não é obrigatório, mas é de “bom tom” que você inclua esses tips nas contas de restaurantes, hotéis, bares, motoristas de táxi, etc. O valor fica a seu critério e indicam o seu nível de satisfação. Nas contas de bares e restaurantes, por exemplo, variam entre 10 e 20%.

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Agora é fazer as malas e embarcar!

Não esqueça de levar toda documentação (do curso e da viagem) e dinheiro no bolso para gastar. No mais, é aproveitar e curtir ao máximo a experiência de um intercâmbio nos EUA!

Ah, me faz um favor? Volte falando inglês!

Abraços, Luciana!

Referências

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