• Nenhum resultado encontrado

Profª Rose Rozendo

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Profª Rose Rozendo"

Copied!
46
0
0

Texto

(1)

Profª Rose Rozendo 7199465117

ASPECTOS DE GESTÃO E

CONTABILIDADE PARA O 3º SETOR,

COM ENFASE EM RELIGIÃO DE

(2)

Profª Rose Rozendo 7199465117

(3)

Profª Rose Rozendo 7199465117

(4)

Profª Rose Rozendo 7199465117

LINHA DO TEMPO

1935 – Lei 91 – regras para as sociedades

declaradas de utilidade

1961 – Decreto 50.517- declaração de utilidade

pública (Ministério da Justiça)

1966 – Lei despesas

1976 - 1988 – Constituição Federal

1998 – Decreto 2.536 – concessão do

Certificado de Entidade Filantrópicos .

1999 – Lei 9.790 – qualificação de OSCIP

(princípios fundamentais de Contabilidade e das Normas Brasileiras de Contabilidade)

(5)

Profª Rose Rozendo 7199465117

1999 – Decreto 3.100 – Prestação de contas

anuais das Organizações da Sociedade Cível de Interesse Público

2000 – Resolução CFC 877 – aprova a NBC

T10 e 10.19 sem Finalidades de Lucros

2007 – Lei Demonstrações Contábeis

2009 – Lei contribuições para seguridade social

2010 – Decretos 7.237 e 7.300 – Entidade com

atuação em áreas (Ministérios)

2012 – Resolução CFC 1.409 – ITG 2002 –

(6)

Profª Rose Rozendo 7199465117

ASPECTOS JURÍDICOS

Código Civil Brasileiro (Lei nº 10.406/02 e

alterações, Art. 44. São pessoas jurídicas de direito privado:

I – as associações (fins não econômicos); II – as sociedades (fins econômicos);

III – as fundações;

IV – as organizações religiosas (Lei nº 10.825/03); V – os partidos políticos (Lei nº 10.825/03);

VI as empresas individuais de responsabilidade limitada(Lei nº 12.441/11);

(7)

Profª Rose Rozendo 7199465117

REGISTRO E TÍTULOS CONCEDIDOS

POR ÓRGÃOS GOVERNAMENTAIS

Para proporcionar benefícios como: imunidade e isenção; Para possibilitar o recebimento de recursos públicos – convênios, contratos, subvenções sociais, auxílios, doações e termos de parceria.

- TÍTULO DE UTILIDADE PÚBLICA

- REGISTRO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

- CEBAS - CERTIFICADO DE ENTIDADES BENEFICENTE DE ASSISTENCIA SOCIAL OU DE FINS FILANTRÓPICOS

- ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO – OSCIP lei 9790/99

(8)

• Estatuto registrado em Cartório

• Ata de eleição da atual diretoria

• Balanço Patrimonial

• Demonstração do resultado do exercício

• Declaração de Isenção do Imposto de Renda

• Inscrição no CNPJ

(9)

Tributos???

Taxas = Impostos =

Contribuições?

(10)

Tributos

Os tributos são o conjunto de impostos, taxas,

contribuições e empréstimos compulsórios que formam a receita da União, Estados e municípios.

O IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica) é exemplo de tributo, assim como a taxa de iluminação ou taxa do lixo cobrada por uma prefeitura, ou ainda a CSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido).

Os tributos podem ser diretos, onde são os contribuintes que devem arcar com a contribuição, como ocorre no Imposto de Renda, ou podem ser indiretos, como os impostos que incidem sobre o preço das mercadorias e serviços vendidos.

(11)

Impostos

Como vimos, os impostos são um tipo de tributos, e não há uma destinação específica para os recursos obtidos por meio de seu recolhimento. Geralmente são utilizados para o financiamento de serviços públicos, como educação e segurança. Eles podem incidir sobre o patrimônio (como o IPTU e o IPVA), renda (Imposto de Renda) e consumo, como o IPI que é cobrado dos produtores e o ICMS que é pago pelo consumidor.

(12)

Taxas

As taxas são os valores cobrados do

contribuinte por um serviço prestado

pelo poder público, como a taxa de

lixo

urbano

ou

a

taxa

para

a

confecção do passaporte.

Profª Rose Rozendo 7199465117

(13)

Contribuições

Podem ser de dois tipos: de melhoria ou especiais. No primeiro caso estão as contribuições cobradas em uma situação que representa um benefício ao contribuinte, como uma obra pública que valorizou seu imóvel. as contribuições especiais são cobradas quando uma destinação específica para um determinado grupo, como o PIS (Programa de Integração Social) e PASEP (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público), que são direcionados a um fundo dos trabalhadores do setor privado e público. Profª Rose Rozendo

(14)
(15)

Profª Rose Rozendo 7199465117

(16)

CFC(88) Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

[...] VI – instituir impostos sobre:

a) patrimônio, renda ou serviços, uns dos outros; b) templos de qualquer culto;

c) patrimônio, renda ou serviços dos partidos políticos, inclusive suas fundações, das entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos, atendidos os requisitos da lei:

d) livros, jornais, periódicos e o papel destinado a sua impressão.

(17)

O templo é, portanto, o edifício

onde se pratica culto religioso.

Um

edifício

é

templo

se

o

completam

as

instalações

ou

pertenças adequadas àquele fim, ou

se o utilizam efetivamente no culto

ou prática religiosa.

(18)

§ 4º As vedações expressas no

inciso

VI,

alíneas

“b” e “c”,

compreendem

somente

o

patrimônio, a renda e os serviços

relacionados com as finalidades

essenciais das entidades nelas

mencionadas.

(19)

A imunidade tributária é, assim, a

qualidade da situação que não

pode ser atingida pelo tributo, em

razão de norma constitucional que,

à vista de alguma especificidade

pessoal

ou

material

dessa

situação, deixou-a fora do campo

sobre

que

é

autorizada

a

instituição do tributo.

(20)

Profª Rose Rozendo 7199465117

TÍTULO DE UTILIDADE PÚBLICA

É uma declaração reconhecendo a Entidade como de Utilidade Pública. Concedido nas 03 (três) esferas do governo (Municipal, Estadual e Federal), cumprindo leis estabelecidas em cada esfera. A Declaração de Utilidade Pública possibilita a Entidade obter verbas, isenções e outros benefícios do governo.

- UTILIDADE PÚBLICA MUNICIPAL (Câmara de Vereadores);

- UTILIDADE PÚBLICA ESTADUAL (Assembleia Legislativa); - UTILIDADE PÚBLICA FEDERAL E OSCIP (Ministério da

Justiça http://justica.gov.br/seus-direitos/entidades-sociais/utilidade-publica-federal/requerimento)

(21)

Profª Rose Rozendo 7199465117

(22)

Profª Rose Rozendo 7199465117

NORMAS CONTÁBEIS

APLICÁVEIS

Aplicam se a essas entidades as seguintes normas contábeis:

I – Normas Gerais;

a) NBC TG 00 Estrutura Conceitual (Res. CFC Nº. 1.374/11)

b) NBC TG 01 Redução ao Valor Recuperável de Ativos

(23)

Profª Rose Rozendo 7199465117

d) NBC TG 12 Ajustes a Valor Presente h) NBC TG 27 – Ativo Imobilizado

i) ICPC 10 – Interpretação sobre a Aplicação Inicial ao Ativo Imobilizado

j) NBC TG 30 Receitas l) NBC TG 1000 – PME´s

II– Normas Específicas;

a) ITG 2002

b) NBC TG 07 – Subvenções e Assistência Governamentais

III Demais Normas Brasileiras de Contabilidade.

(NBC TG) e suas Interpretações Técnicas (ITs) e Orientações Técnicas

(24)

Profª Rose Rozendo 7199465117

Demonstrações contábeis exigidas

das Entidades sem Finalidade de

Lucros definidas pela ITG 2002 são:

 Balanço Patrimonial(BP);

 Demonstração do Resultado do Período(DRP);  Demonstração das Mutações do Patrimônio

Líquido(DMPL);

 Demonstração dos Fluxos de Caixa(DFC); e  Notas Explicativas(NE).

(25)

Profª Rose Rozendo 7199465117

Órgãos fiscalizadores e controladores

das organizações do terceiro

 Conselho Nacional Ministério de Previdência e

Assistência Social (MPAS);

 Ministério Público;

 Ministério da Justiça;  Tribunal de Contas;

 Receita Federal do Brasil;

 Setor de Assistência Social (CNAS);

 Órgãos Estaduais e Municipais que proporcionem

benefícios às ONGs, como:Conselhos Municipais, TCE, etc;

(26)

Profª Rose Rozendo 7199465117

(27)

Profª Rose Rozendo 7199465117

É

o

conjunto

de

documentos

e

informações

disponibilizados

pelos

dirigentes das entidades aos órgãos

interessados e autoridades, de forma

a

possibilitar

a

apreciação,

conhecimento

e

julgamento

das

contas

e

da

gestão

dos

administradores

das

entidades,

segundo as competências de cada

órgão e autoridade, na periodicidade

estabelecida no estatuto social ou na

lei.

(28)

Profª Rose Rozendo 7199465117

É Ato da organização

demonstrar está:

 cumprindo sua missão;

 fazendo aquilo que se propôs;

 aplicando corretamente os recursos;

 comprovando que realizou os encargos aos quais

estavam sob sua responsabilidade;

 justificando o uso dos recursos que obtidos através da

confrontação de suas receitas e despesas;

(29)

Profª Rose Rozendo 7199465117

Documentos e procedimentos de

prestação de contas, controle e

contabilidade:

 Oficio contas de encaminhamento da prestação

de contas;

 Cópia do convênio, contrato e termos aditivos;  Demonstrações Contábeis.;

 Livros Razão e Diários;

 Relação (assinada) dos documentos de

despesas, numeradas e ordenadas pela data, mencionando a ordem bancária ou de saque ou número de cada cheque nominativo e o nome do beneficiário;

(30)

Profª Rose Rozendo 7199465117

 Documento de caixa comprovando o ingresso e

a contabilização dos recursos no caixa da entidade tudo devidamente assinado pelos responsáveis;

 Documentos comprobatórios das despesas

realizadas sempre em primeira via original;

 Cópias dos documentos comprobatórios das

(31)

Profª Rose Rozendo 7199465117

 Comprovantes dos recolhimentos de impostos

e outros valores descontados dos beneficiários dos pagamentos efetuados;

 Extratos bancários da conta corrente;  Conciliação bancária;

 Relatório de acompanhamento e fiscalização

da execução do projeto emitido pelo órgão repassador dos recursos e por firma de auditoria Independente.

(32)

Profª Rose Rozendo 7199465117

 Certidões de regularidade;

 Ações Trabalhistas em 1° e 2° Graus;

 Cópia da ata de eleição dos órgãos da fundação,

referente ao ano base, aprovada pelo Ministério Público e registrada no Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas;

 Cópia do Recibo de entrega da RAIS;

 Cópia integral da DIPJ, com recibo de entrega;

 No caso dos Convênio registrar os mesmo no Sistema

de Gestão de Convênios e Contratos de Repasses – SINCONV;

 No caso das Fundações devem prestar contas através

do Sistema de Cadastro e Prestação de Contas – SICAP

(33)

Profª Rose Rozendo 7199465117

 Cópia dos contratos, convênios, acordos,

ajustes contabilidade etc que envolvam recursos públicos;

 Certificado ou atestado de aprovação da

aplicação dos recursos públicos utilizados, expedido pelo órgão público que liberou os recursos;

 Para análise das contas poderão ser solicitadas

diligências ou a complementação dos documentos apresentados;

 As contas não aprovadas poderão ser objeto

(34)

Profª Rose Rozendo 7199465117

 Comprovante de incorporação ou tombamento

bem no patrimônio da entidade;

 Cópia do certificado de registro de veículo

(CRV) emitido pelo DETRAN, no caso de aquisição de veículo;

 Cópia de registro junto a capitania dos portos,

quando da aquisição de embarcação;

 Escritura Pública de Imóvel, quando este for

adquirido;

(35)

Profª Rose Rozendo 7199465117

 As devem ser realizadas da vigência do

convênio e ou contrato (não são regulares os pagamentos efetuados antes do repasse dos recursos ou após ou fim do convênio );

 Os saques na conta corrente devem ser

realizados em consonância com os

pagamentos efetuados;

 Os saldos enquanto não utilizados, devem ser

obrigatoriamente aplicados em acordo com o Reconhecimento Contábil.

(36)

•Relatório anual de execução de atividades

• Balanço patrimonial

• Demonstração de resultados do exercício

• Demonstração das origens e aplicações de recursos

• Demonstração das mutações do patrimônio social

• Notas explicativas das demonstrações contábeis

• Parecer de Auditoria

(37)

Prestação de Contas

Assembleia Geral 30/04 Declaração de IR 31/05 INSS Relatório de Planejamento 31/01 Relatório de Atividades 30/04 CNAS

Renovação do Certificado Triênio

UTILIDADE PÚBLICA

Federal 30/04

Estadual - SP 31/10

(38)

Profª Rose Rozendo 7199465117

Demonstrações Contábeis para

Prestação de Contas

 Base para preparação;  Controles Internos;

 Gerenciamento de riscos;

 Apresentação das Demonstrações Contábeis (CPC

26);

 Identificar os fatos relevantes para o devido registro;  Conhecimento prévio do “negócio” da Instituição

para o devido registro;

 Sinergia com as áreas de TI e Jurídica da Instituição;  Segregação do Balanço Patrimonial: Circulante e Não

(39)

OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS DAS

ENTIDADES DO TERCEIRO SETOR

Folha de Pagamento, Gratuidades e

Destaque da Isenção

Retenção do Imposto de Renda Na Fonte –

IRF

Placa Indicativa - A pessoa jurídica de

direito privado que se enquadre na isenção

das contribuições patronais deverá manter,

em seu estabelecimento, em local visível

ao público

Profª Rose Rozendo 7199465117

(40)

• PIS Devido Pelas Entidades Sem Fins

Lucrativos - A contribuição para o PIS das será determinada na base de 1% sobre a folha de salários do mês

• DIPJ- Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica

• DCTF - Declaração de Débitos e Créditos

Tributários Federais, para todas as entidades sociais, esportivas, etc, inclusive associações religiosas, mesmo que não tenham qualquer valor a declarar.

Profª Rose Rozendo 7199465117

(41)

Retenção do Imposto de Renda

Na Fonte – IRF

Profª Rose Rozendo 7199465117

(42)

Outras Obrigações Anuais

TFF – Taxa de Funcionamento

Renovação de Alvará

TVL – Termo de Viabilidade de

Localização, quando não for definitiva

RAIS – Relação Anual de Informações

Sociais

Profª Rose Rozendo 7199465117

(43)

• Nem todas as entidades do 3º setor, mesmo as que pratiquem ações sociais e filantrópicas, têm isenção total de tributos.

A isenção pode ser total ou parcial, dependendo do cumprimento de determinados aspectos

específicos da regulamentação. •

• Ainda há de se observar que as obrigações tributárias acessórias atingem todas as

entidades, inclusive as do 3º setor.

Profª Rose Rozendo 7199465117

(44)

Profª Rose Rozendo 7199465117

Mensagens

Felizes são aqueles que conseguem transpassa a cortina do seu dinheiro, status social e títulos acadêmicos e se apaixonar pela vida, enxergando que cada ser humano é um ser único no palco da existência. Para esses, cada dia é um novo dia. A solidão e o tédio foram banidos dos seus labirintos, e os seus sofrimentos se tornaram alimentos que sustentam uma alegria superior. Augusto Cury

(45)

Profª Rose Rozendo

MBA Gestão Pública

Especialista em Contabilidade para o

Terceiro Setor

Bacharel em Ciências Contábeis

Profª Fundação Visconde de Cairu e

CONAPROF

Gestora do FIEMA/SMED – PMSGestora Social

[email protected]

Profª Rose Rozendo 7199465117

(46)

Profª Rose Rozendo 7199465117

Referências

 Manual de procedimentos para o terceiro setor: aspectos de

gestão e de contabilidade para entidades de interesse social / José Antonio de França (coordenador); Álvaro Pereira de Andrade ... [et al.]. - - Brasília: CFC : FBC : Profs, 2015;

 Captação de Recursos para o Terceiro Setor : Aspectos

Jurídicos, Comissão de Direito do Terceiro Setor – OAB/SP

 http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI24585

1-16642,00-CAUSA+NOBRE+E+BOM+SALARIO.html

 http://www.portalcfc.org.br/noticia.php?new=14079;

 http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/fasfil/2010/de

Referências

Documentos relacionados

É da competência do órgão gerenciador a aplicação das penalidades decorrentes do descumprimento do pactuado nesta ata de registro de preço (art. 5º, inciso X, do

Assim, se a condicional es- tiver no indicativo do modo real, a oração principal também, via de regra, estará no indicativo; se a condicional estiver no presente ou no perfeito

escuro, e não pretos como diz o critico de. que venho fallando.. Émil Pacully,

● Métodos de Inferência Textual: reconhecer, gerar ou extrair pares de expressões tal que um.. humano que lê e confia no primeiro elemento, também possivelmente assumirá que

Com o intuito de garantir a eficiência da atividade inspetiva, assegurando a boa continuidade processual, foi consagrado em QUAR um indicador de execução a %,

Este Seguro prevê e regula a inclusão, automática dos cônjuges dos Segurados Principais que estejam em perfeitas condições de saúde, na qualidade de Segurados

Não haverá jamais maior dor que a de perda um ente querido, e a ele ter de dizer o defenitivo adeus, e não existem quaisquer palavras ou gestos que algo possam contra o sofrimento

6.1 Esta Ata de registro de Preços terá validade de 12 (doze) meses, contados a partir da sua assinatura, tendo sua eficácia a partir da publicação do extrato