PIB
Inflação
SUMÁRIO
Juros
Confiança
Inadimplência
Crédito
Empresas no
Simples
Emprego
Empreendedorismo
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Expediente
Núcleo de Inteligência Institucional da Unidade de Gestão Estratégica do Sebrae NacionalResultados do
Sistema Sebrae
15
Síntese
03
Cenário externo
• Apesar dos sinais de estabilização da economia, a incerteza política reduz as chances de aprovação de reformas do governo, fundamentais para a recuperação do emprego e da atividade econômica.
• Previsão de inflação menor em 2017, contudo juros devem cair em ritmo mais moderado devido à instabilidade na economia e na política.
Cenário interno
• O número de empresas atendidas até maio é inferior ao realizado no mesmo período de 2016.
• Os recursos de Contribuição Social Ordinária apresentaram crescimento marginal positivo até o mês de maio. • Os investimentos do Sebrae Nacional aumentaram em decorrência de acordos com o Governo Federal.
Implicações do ambiente para o Sebrae
• Com queda continuada da inflação, recursos de arrecadação do Sebrae registram menor queda real.
• Com a expectativa de reversão do desemprego apenas para os últimos meses do ano, as estimativas continuam apontando para crescimento
marginal da receita de CSO para os próximos meses.
• A paralização da aprovação de reformas econômicas compromete ainda mais a estabilização das contas públicas e pode implicar em ameaças aos recursos do Sistema S.
Após oito trimestres seguidos de recuo do PIB nacional, o resultado do 1º trimestre de 2017 rompeu com a trajetória de queda da economia. O crescimento de 1,0% na comparação com o trimestre anterior foi puxado pelo bom desempenho da agropecuária (13,4%) e das exportações (4,8%).
Os demais setores da economia também apresentaram resultados positivos, porém ainda frágeis. A indústria avançou 0,9% e o setor de serviços registrou crescimento nulo.
Ainda que o resultado do PIB tenha sido positivo, faltam sinais de recuperação do consumo das famílias (-0,1%) e dos investimentos (-1,6%), que reproduziram o comportamento ainda fraco do mercado de trabalho.
As projeções Boletim Focus do Banco Central apontam expansão de 0,4% da economia brasileira em 2017. Para 2018, espera-se uma retomada mais consistente e disseminada (2,2%).
O ambiente de incerteza e a instabilidade política reduzem a probabilidade de aprovação das reformas e do processo de ajustes na economia. Com isso, uma recuperação mais persistente pode ser mais lenta que o esperado.
PIB
Fonte: Sistema de Contas Nacionais, IBGE.
1,0 1T2015 2T2015 3T2015 4T2015 1T2016 2T2016 3T2016 4T2016 1T2017 -0,5 -0,6 -0,3 -1,0 -0,9 -1,4 -2,3 -1,3 13,4 0,9 0,0 -0,2 -0,9 -0,7 0,2 -1,4 -0,5 0,9 0,3 -0,6 -6,0 -0,4 -0,5
A desaceleração da inflação também sinaliza uma possível melhora da economia. Em maio de 2017, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA apresentou variação mensal de 0,31%, após ter registrado 0,14% no mês anterior.
Nos últimos 12 meses, o IPCA acumulou alta de 3,60%, a menor taxa observada desde maio de 2007 e abaixo do centro da meta do Banco Central (4,5%). A expectativa é que a inflação feche 2017 em 3,64%. Para 2018, a estimativa é de que o IPCA encerre o ano em 4,33%. Contudo, as incertezas dos ambientes político e econômico podem reduzir o ritmo de desaceleração previsto.
As maiores taxas de inflação observadas no mês foram nos grupos Habitação (2,14%) e Vestuário (0,98%). No sentido oposto, o grupo Transportes apresentou a maior queda do IPCA no mês (-0,42%) e o grupo Alimentação e bebidas recuou 0,35.
No recorte por região metropolitana, Recife registrou o maior índice acumulado em 12 meses (5,9%), seguido por Fortaleza (4,9%). Os menores índices foram observados nas regiões metropolitanas de Curitiba (2,3%) e Porto Alegre (3,1%).
INFLAÇÃO
IPCA acumulado em 12 meses (% a.a) - Brasil e Regiões Metropolitanas - maio/17
Nota: O IPCA tem abrangência geográfica apenas nas regiões metropolitanas dos estados em destaque no mapa.
Fonte: IBGE.
Fonte: IBGE e Boletim Focus (BCB), 16/06/2016.
JUROS
Com a inflação em rota descendente, o Banco Central tem acelerado o ritmo de redução da Selic, taxa básica de juros da economia brasileira. Na última reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) em maio, o Banco Central cortou 1 ponto percentual da taxa de juros, que atingiu 10,25% ao ano.
As estimativas do boletim Focus do Banco Central continuam apontando para a Selic em 8,5% ao final de 2017 e 2018.
A queda na taxa básica de juros é importante, pois torna os empréstimos e financiamentos mais baratos, estimulando a atividade produtiva e reaquecendo o poder de compra. Além disso, os juros mais baixos tendem a aumentar a confiança dos empresários e impulsionar a retomada do investimento.
Caso a volatilidade dos mercados reduza ou interrompa o ritmo de queda dos juros, a recuperação da economia pode ser adiada.
Fonte: Banco Central do Brasil (BCB).
1 0 ,2 5 8 ,7 5 1 4 ,2 5 7 ,5 0
A confiança do empresário tem mantido a trajetória de alta observada desde o início do ano. A retomada da confiança do empresário na economia, nos últimos meses, vem refletindo um contexto macroeconômico mais favorável que no ano passado, com os preços mais baixos e os juros em queda. No entanto, os acontecimentos políticos deflagrados no mês passado aumentaram a incerteza no cenário econômico e podem impactar a confiança dos setores na retomada da economia. O aumento da incerteza também pode enfraquecer a confiança dos consumidores, adiando decisões de compra para os próximos meses.
A retomada mais sólida da confiança só deve vir com a estabilização da crise política, com a reversão do cenário negativo do mercado de trabalho, com a inflação em patamares baixos e com a manutenção do ritmo de queda dos juros. Caso a situação atual não se reverta ainda nos próximos meses, as expectativas dos empresários e consumidores podem implicar em índices de confiança mais baixos.
CONFIANÇA
Fonte: IBRE, FGV. 92,3 84,7 88,6 60,0 70,0 80,0 90,0 100,0 110,0 120,0 01/2010 05/2010 09/2010 01/2011 05/2011 09/2011 01/2012 05/2012 09/2012 01/2013 05/2013 09/2013 01/2014 05/2014 09/2014 01/2015 05/2015 09/2015 01/2016 05/2016 09/2016 01/2017 05/2017 Índice de confiança do empresário por setor - em pontos(dessazonalizado)
Indústria Serviços Comércio
99,5
84,2
01/2010 05/2010 09/2010 01/2011 05/2011 09/2011 01/2012 05/2012 09/2012 01/2013 05/2013 09/2013 01/2014 05/2014 09/2014 01/2015 05/2015 09/2015 01/2016 05/2016 09/2016 01/2017 05/2017 Índice de confiança do consumidor - em pontos
INADIMPLÊNCIA
Fonte: Pnad Contínua, IBGE.
A alta do desemprego tem reduzido a capacidade de pagamento das empresas e, portanto puxado para cima a inadimplência.
No caso das empresas, o aumento da taxa de inadimplência foi mais acentuado, passando de 2,7% no início de 2016 para 3,8% em abril de 2017.
Como as expectativas apontam para recuo do desemprego apenas a partir do segundo semestre, a expectativa é que a inadimplência continue alta ainda nos próximos meses. Além disso, com a incerteza em relação ao horizonte de recuperação da economia, os empréstimos para pagamento das dívidas e investimentos podem ser adiados.
Fonte: Banco Central do Brasil (BCB).
2,7 3,8 4,3 4,0 1,5 2,0 2,5 3,0 3,5 4,0 4,5 Jän.16 Feb .16 Mär .16 A p r.16 Mai .16 Ju n .16 Ju l.16 A u g.16 Se p .16 O kt .16 N o v.16 De z.16 Jän.17 Feb .17 Mär .17 A p r.17
Inadimplência do sistema financeiro por tipo de cliente (%) - jan/16 a abr/17
CRÉDITO
Acompanhando o ritmo de desaceleração da economia nacional nos últimos dois anos, o saldo total de crédito como percentual do PIB tem recuado desde 2016. O saldo das operações de crédito também vem apresentando queda intensa. Quando segmentado por tipo de cliente, nota-se comportamentos bem distintos entre eles. O saldo das operações de crédito com pessoas jurídicas segue apresentando forte contração, atingindo o nível de R$ 1.495 bilhões em abril.
Por outro lado, o saldo das operações com pessoas físicas demonstra estabilização com algum sinal de recuperação, alcançando R$ 1.577 bilhões em abril.
Espera-se que a redução da taxa básica de juros reflita no aumento da demanda por crédito. No entanto, com a perspectiva de que a recuperação da economia seja mais lenta que o estimado anteriormente, o estoque de crédito pode demorar um pouco mais a reagir.
1.683 1.495 1.515 1.577 1.400 1.450 1.500 1.550 1.600 1.650 1.700 Jän.16 Feb .16 Mär .16 A p r.16 Mai .16 Ju n .16 Ju l.16 A u g.16 Se p .16 O kt .16 N o v.16 De z.16 Jän.17 Feb .17 Mär .17 A p r.17
Saldo de operações de crédito do sistema financeiro por tipo de cliente (em R$ bilhões) - jan/16 a abr/17
PJ PF
Fonte: Banco Central do Brasil (BCB). Fonte: Banco Central do Brasil (BCB).
53,7 48,6 Jän.16 Feb .16 Mär .16 A p r.16 Mai .16 Ju n .16 Ju l.16 A u g.16 Se p .16 O kt .16 N o v.16 De z.16 Jän.17 Feb .17 Mär .17 A p r.17
Saldo total de crédito na economia como percentual do PIB (%) - jan/16 a abr/17
Os resultados do Cadastro de Empregados e Desempregados (Caged) apontaram a criação líquida de 34,2 mil empregos com carteira assinada no mês de maio.
A agropecuária, o setor de serviços, a indústria de transformação e administração pública foram os setores que criaram vagas. Por outro lado, os setores do comércio, da construção civil e da indústria extrativa mineral ainda registraram saldo negativo na geração de postos de trabalho.
Na segmentação por porte das empresas, as micro e pequenas empresas (MPE) registraram, pela quarta vez no ano, saldo positivo de empregos, gerando 31,3 mil novos postos de trabalho (91% das vagas criadas no país). As médias e grandes empresas (MGE) contribuíram com aproximadamente 2 mil novos postos de trabalho.
A volta da geração de empregos é mais um forte indício de estabilização da economia. Contudo, a expectativa é que o mercado de trabalho ainda leve algum tempo para se ajustar, respondendo de forma defasada à retomada da atividade econômica.
EMPREGO
Fonte: Sebrae, a partir de dados do Caged/MTb.
Nota: O saldo total compreende micro e pequenas empresas, média e grandes e administração pública. Saldo de empregos formais gerados – maio/16 a maio/17
m ai o /1 6 ju n /16 ju l/16 ag o /16 set /1 6 o u t/ 16 n o v/16 d ez /1 6 jan /17 fev /17 m ar /1 7 ab r/17 m ai o /1 7
A taxa de desemprego atingiu 13,6% no trimestre encerrado em abril, 2,4 pontos percentuais acima do observado no mesmo período do ano anterior (11,2%). O contingente de desempregados no período equivale a 14 milhões de pessoas.
Em um ano, houve o incremento de 2,6 milhões de pessoas desempregadas, um aumento de 23,1% em relação ao mesmo período de 2016. No entanto, a velocidade de crescimento do desemprego tem sido menor em 2017.
No recorte estadual, a Bahia registrou, no primeiro trimestre do ano, a maior taxa de desemprego (18,6%), seguida pelo Amapá (18,5%) e Amazonas (17,7%). As menores taxas foram observadas em Santa Catarina (7,9%), Rondônia (8,0%) e Rio Grande do Sul (9,1%).
Apesar de sinais de estabilização, a retomada do emprego depende de uma recuperação sustentada da economia e tende a ser gradual. Como as perspectivas de melhora da economia ainda são incertas, o aumento das contratações e consequente queda do desemprego podem demorar um pouco ainda a acontecer.
Fonte: Pnad Contínua, IBGE.
Taxa de desemprego por UF (%) – 1ºTrim/17
EMPREGO
Taxa de desemprego (%) - 2015 a abr/2017
Nota: As estatísticas referentes ao recorte geográfico estadual da Pnad Contínua são disponibilizadas trimestralmente.
EMPREENDEDORISMO
Com o agravamento da crise e o aumento expressivo do desemprego, grande parte dos trabalhadores com carteira assinada migrou para empreendimentos por conta própria.
Na comparação de abril de 2017 com o início do ano de 2014, houve retração de 8% dos empregados com carteira assinada, ao passo que os empreendedores com negócio (empregadores ou conta própria) cresceram 5%.
Ainda que no último ano o número de empregados sem carteira assinada tenha aumentado, houve contração de 3% desse tipo de contratação quando comparado com 2014. Caso a crise não tivesse interrompido a trajetória de queda das contratações sem carteira, essa contração teria sido ainda maior.
Com o aumento das demissões, resultante da intensificação do ambiente econômico e político adverso, a atividade empreendedora continua se destacando como uma grande oportunidade de complemento à renda.
Nota: Empreendedor com negócio = empregador + conta própria
6.258 14.048 10.620 10.258 36.058 33.286 25.051 26.401 Jän.14 Feb .14 Mär .14 A p r.14 Mai .14 Ju n .14 Ju l.14 A u g.14 Se p .14 O kt .14 N o v.14 De z.14 Jän.15 Feb .15 Mär .15 A p r.15 Mai .15 Ju n .15 Ju l.15 A u g.15 Se p .15 O kt .15 N o v.15 De z.15 Jän.16 Feb .16 Mär .16 A p r.16 Mai .16 Ju n .16 Ju l.16 A u g.16 Se p .16 O kt .16 N o v.16 De z.16 Jän.17 Feb .17 Mär .17 A p r.17
População economicamente ativa por posição na ocupação (em milhares) jan/14 a abr/17
Desempregado Empregado sem carteira assinada
Empregado com carteira assinada Empreendedor com negócio
8%
5%
3%
124%
EMPREENDEDORISMO
5,5 -0,5 -15,0% -10,0% -5,0% 0,0% 5,0% 10,0% Mär .13 Ju n .13 Se p .13 De z.13 Mär .14 Ju n .14 Se p .14 De z.14 Mär .15 Ju n .15 Se p .15 De z.15 Mär .16 Ju n .16 Se p .16 De z.16 Mär .17Rendimento médio real dos empreendedores com negócio por posição na ocupação - variação interanual (%) - jan/14 a abr/17
Empregador Conta própria
Após a contração da participação dos empreendedores com negócio (empregadores ou conta própria) na força de trabalho ao longo de 2016, parece haver indícios de estabilização da taxa no trimestre encerrado em abril. Os empreendedores com negócio representam atualmente 25,6% da força de trabalho.
Outro aspecto importante é o rendimento médio recebido pelos empreendedores com negócio. A partir de 2016, os dados de rendimento têm apresentado recuperação e sinalizam uma perspectiva mais favorável da economia.
Quando desagregado por posição na ocupação, o rendimento médio real do segmento e pregador expandiu 5,5% na comparação entre o trimestre encerrado em abril de 2017 e o mesmo período do ano anterior.
O segmento co ta própria apresentou queda real do rendimento do trabalho no
período (-0,5%). Contudo, os últimos dados apontam desaceleração dessa queda. Com resultados mais favoráveis, o rendimento real tem impactado a recuperação da massa salarial, importante não apenas por fortalecer o consumo, como também por ser importante fonte de recursos para o Sistema Sebrae.
25,1 25,6 26,7 25,6 M är .12 Jun .12 Se p.1 2 D ez .12 M är .13 Jun .13 Se p.1 3 D ez .13 M är .14 Jun .14 Se p.1 4 D ez .14 M är .15 Jun .15 Se p.1 5 D ez .15 M är .16 Jun .16 Se p.1 6 D ez .16 M är .17
Participação dos empreendedores com negócio na força de trabalho (%) - mar/12 a abr/17
Fonte: Pnad Contínua, IBGE.
Nota: O empreendedor com negócio compreende o empregador e o conta própria. A força de trabalho compreende as pessoas ocupadas e as desocupadas.
EMPRESAS NO SIMPLES
O número de empresas optantes pelo Simples atingiu 12,0 milhões em maio de 2017, sendo 7,1 milhões de MEI e 4,8 milhões de ME e EPP.
O aumento do total de empresas tem sido puxado, principalmente, pelo aumento de MEI, que cresceu 1,5% em relação a abril. O acréscimo de ME e EPP foi de 0,4% em relação ao mês anterior.
No recorte estadual, o Rio de Janeiro registrou a maior taxa de crescimento em 12 meses de empresas no Simples (12,6%), seguido pelo Mato Grosso do Sul (11,4%).
Fonte: Sebrae a partir dos dados da Receita Federal do Brasil.
Crescimento de empresas optantes pelo Simples em 12 meses (%) (mai/17 em relação a mai/16)
Brasil: 9,3%
Fonte: Sebrae a partir dos dados da Receita Federal do Brasil.
Fonte: UGE, Sebrae/NA.
RESULTADOS DO SISTEMA SEBRAE
2.133.600 1.180.116 758.031 195.458 1.609.290 780.176 228.750 756.485 1.685.545 893.476 582.593 234.074 77.273 699.058 258.323 76.718 3.141 665.227
Pequenos negócios atendidos MEI atendidos ME atendidas EPP atendidas Donos de pequenos negócios Pequenos negócios fidelizados Pequenos negócios atend. soluções inovação Potenciais empreendedores Atendidos Potenciais empresários atendidos
Execução dos Indicadores de desempenho - jan-maio/17
Previsto Realizado 42% 31% 39% 39% 0,4% 33% 49% 43% 34%
Ainda que a previsão de pequenos negócios atendidos em 2017 seja superior à previsão de 2016, na comparação de janeiro a maio deste ano com o mesmo período de 2016 foram atendidas menos empresas.
No recorte por porte, do total previsto para o ano (2.133.600 empresas) já foram atendidos 49% dos MEI (582.593), 31% das ME (234.074) e 39% das EPP (76.811).
Quando comparado com o acumulado até maio de 2016, o total de pequenos negócios atendidos em 2017 (893.476 empresas) caiu 12%. Essa redução ocorreu em todos os portes. As quedas maiores foram no percentual de MEI e ME atendidas, que caíram 9% e 12% respectivamente.
Fonte: SME, Sebrae.
RESULTADOS DO SISTEMA SEBRAE
893.476 2.133.600 42% 1.180.116 758.031 195.458 76.811 39% 234.074 31% 582.593 49%
Fonte: SME, Sebrae.
41 6.61 8 758 .031 642.815 1.016.038 893.476 582.593 266.788 234.074 82.991 76.811 -12% -9% -12% -7%