• Nenhum resultado encontrado

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE MATERIAIS (PPGEM)

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE MATERIAIS (PPGEM)"

Copied!
18
0
0

Texto

(1)

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM

ENGENHARIA DE MATERIAIS (PPGEM)

SÃO PAULO

2012

(2)

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

Reitor

Benedito Guimarães Aguiar Neto

Vice-Reitor

Marcel Mendes

Chanceler

Augustus Nicodemus Gomes Lopes

Decano de Pesquisa e Pós-Graduação

Moises Ari Zilber

Coordenadora de Pesquisa

Sueli Galego de Carvalho

Coordenadora Geral de Pós-Graduação Stricto Sensu

Diana Luz Pessoa de Barros

Diretora da Escola de Engenharia

Leila Figueiredo de Miranda

Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Materiais

(3)

SUMÁRIO

TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES ... 4

TÍTULO II OBJETIVOS... 4

TÍTULO III DA ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-CIENTÍFICA ... 6

CAPÍTULO I Das Áreas de Concentração e Linhas de Pesquisa ... 6

CAPÍTULO II Da Organização Didática do Curso de Mestrado Profissional ... 6

CAPÍTULO III Da Orientação ... 7

CAPÍTULO V Dos Prazos ... 8

CAPÍTULO VI Da Frequência e da Avaliação nas Disciplinas ... 9

TÍTULO IV DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA... 10

CAPÍTULO I Das Atribuições do Programa ... 10

Seção I Coordenação do Programa ... 10

Seção II Das Orientações de Dissertações ... 11

CAPÍTULO II Das Atividades de Docência na Pós-Graduação ... 12

CAPÍTULO III Da Admissão e da Matrícula ... 13

Seção I Da Inscrição e Seleção dos Candidatos ... 14

Seção II Da Matrícula no Programa ... 14

CAPÍTULO IV Do Exame de Qualificação ... 15

CAPÍTULO V Da Defesa ... 16

CAPÍTULO VI Dos Títulos ... 17

CAPÍTULO VII Do Trancamento, do Cancelamento e do Reingresso ... 17

(4)

RESOLUÇÃO 18/2012 de 13 de junho de 2012

Estabelece normas e procedimentos que

constituem o Regulamento do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Engenharia de Materiais – PPGEM, vinculado à Escola de Engenharia (EE) da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE, no uso de suas atribuições estatutárias (Artigos 8º e 10 - Incisos I, IV e XVI) e regimentais (Artigos 7ºe 9º, Incisos I, IV, XVI; 203, § 3º), tendo em vista sua reunião ordinária nº 415, de 06 de junho de 2012, resolve:

APROVAR o Regulamento do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Materiais (PPGEM), vinculado Escola de Engenharia (EE) da Universidade Presbiteriana Mackenzie, na forma disciplinada nesta Resolução.

TÍTULO I

DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1º Este Regulamento estabelece os objetivos, a organização didático científica e a

organização administrativa do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Materiais (PPGEM) da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM).

Art. 2º Integram este Regulamento as disposições legais vigentes, as disposições do

Estatuto e do Regimento Geral da UPM, o Regulamento da Pós-Graduação Stricto Sensu, as regulamentações internas e as deliberações dos órgãos colegiados pertinentes.

TÍTULO II OBJETIVOS

Art. 3º A Pós-Graduação em Engenharia de Materiais é um sistema de formação intelectual

integrado à Escola de Engenharia que privilegia o ensino, a pesquisa e o aprofundamento dos conhecimentos acadêmicos e técnico-profissionais, no campo da Engenharia de Materiais concorrendo para ampliar a integração da pós-graduação no contexto mundial da produção do conhecimento científico e de suas aplicações tecnológicas.

Art. 4º A Pós-Graduação em Engenharia de Materiais realiza-se por meio das seguintes

modalidades de curso e estágio, diferenciados pela densidade dos estudos e da pesquisa:

I - Mestrado Profissional: o qual é uma etapa conclusiva em si mesma ou como fase

(5)

conhecimento tecnológico e atividade profissional, gerando produção de conhecimento na área de tecnologia e preparo técnico e científico para a realização de projetos;

II – Pós-Doutorado, destinados ao aprimoramento didático-científico de concluintes de

Curso de Doutorado, compõem a Pós-Graduação Stricto Sensu e realizados sob supervisão de um docente portador do título de Doutor pertencente ao Programa, na área de investigação em Engenharia de Materiais, nos termo do Regulamento da Pós-Graduação Stricto Sensu;

§1º O Programa de Pós Graduação em Engenharia de Materiais poderá vir a oferecer Doutorado, destinado à formação científica aprofundada, desenvolvendo a capacidade de

pesquisa e o poder criador na área de conhecimento de uma das linhas de pesquisas do Programa.

§ 2º O Programa de Pós Graduação em Engenharia de Materiais poderá vir a oferecer Mestrado Acadêmico, etapa conclusiva em si mesma ou como fase preliminar do Doutorado,

destinado a aperfeiçoar a competência científica e profissional dos graduados, trazendo proficiência acadêmica que enriqueça a formação e amplie os parâmetros científicos da área de conhecimento de uma das linhas de pesquisas do Programa.

§ 3º O Programa de Pós Graduação em Engenharia de Materiais poderá vir a realizar Projetos de Doutorado Interinstitucional (DINTER) e Projetos de Mestrado Interinstitucional (MINTER), nos termos do Regulamento da Pós-Graduação Stricto Sensu.

§ 4º O Programa de Pós Graduação em Engenharia de Materiais poderá vir a realizar Cursos de Mestrado e Doutorado por Associação Temporária, nos termos do Regulamento da

Pós-Graduação Stricto Sensu.

Art. 5º O Programa tem por objetivos gerais:

I - Capacitar docentes e pesquisadores para atuar em instituições educacionais e de

pesquisa;

II - Preparar profissionais para atuarem nas áreas específicas da Engenharia de Materiais; III - Estimular e desenvolver atividades de pesquisa avançada com finalidade didática,

científica e profissional.

Art. 6º O Programa visa a aprofundar e ampliar estudos, enriquecendo a competência

científica profissional dos graduados que atuem em áreas ligadas à sua Proposta e tem por objetivos específicos:

I - Promover a produção de conhecimento em bases atualizadas do setor produtivo na área

de concentração "Tecnologia e Desenvolvimento de Materiais".

II - Consolidar uma estrutura institucional dedicada à pesquisa, ao debate teórico-prático e à

produção científica no âmbito de Engenharia de Materiais, estabelecendo um espaço de referência e intercâmbio com outras instituições neste campo e com empresas afins.

III - Capacitar o profissional de Engenharia de Materiais e áreas correlatas na produção de

(6)

IV - Preencher lacunas existentes no campo de Engenharia de Materiais, no que diz respeito

à produção de conhecimento e resolução de problemas tecnológicos e objetos de pesquisa.

TÍTULO III

DA ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-CIENTÍFICA CAPÍTULO I

DAS ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO E LINHAS DE PESQUISA

Art. 7º O Programa sustenta-se em estudos e pesquisas sobre a área de concentração em

“Tecnologia e Desenvolvimento de Materiais”.

§ 1º As duas linhas de pesquisa do Programa são: “Correlação entre Microestrutura e

Propriedades dos Materiais para Aplicações Tecnológicas” e “Reciclagem e Processamento de Materiais”.

§ 2º As atividades de ensino, de pesquisa e a produção científica dos docentes e discentes

deverão, necessariamente, vincular-se a uma das linhas de pesquisa.

§ 3º As atividades dos grupos de pesquisa proporcionam consistência acadêmica ao

Programa de Pós Graduação, sustentam as atividades extensão e a estruturação das disciplinas.

Art. 8º As Linhas de Pesquisa vigerão por período de tempo suficiente para que os estudos

e pesquisas nelas empreendidos redundem em produção científica consistente.

§ 1º As Linhas de Pesquisa poderão ser redefinidas desde que não alterem a Área de

Concentração do Programa.

§ 2º Cabe ao Colegiado do Curso redefinir as Linhas de Pesquisa, que vigerão por período

de tempo suficiente para que os estudos e pesquisas nelas empreendidos redundem em produção científica consistente, desde que não alterem a área de concentração do Programa.

§ 3 º As propostas de criação, alteração, substituição ou exclusão das linhas de pesquisa

serão encaminhadas pelo Coordenador do Programa à Coordenadoria de Pós-Graduação que emitirá parecer e encaminhará ao Decano de Pesquisa e Pós-Graduação para homologação.

CAPÍTULO II

DA ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA DO CURSO DE MESTRADO PROFISSIONAL

Art. 9º. O ingresso no Curso de Mestrado é permitido aos portadores do título de graduação

em Engenharia de Materiais e áreas afins que se submeterem e forem aprovados no processo seletivo.

Art. 10. O Curso de Mestrado demandará um mínimo de 42 (quarenta e duas) unidades de

crédito em disciplinas e atividades programadas obrigatórias, compreendendo:

I - 12 (doze) unidades de crédito referentes às disciplinas obrigatórias. II - 16 (dezesseis) unidades de crédito referentes às disciplinas optativas.

(7)

III - 12 (doze) unidades de crédito referentes à qualificação do projeto e defesa pública da

Dissertação.

IV - 02 (duas) unidades de crédito correspondentes à publicação de trabalhos, relacionados

à pesquisa para dissertação, em eventos científicos, periódicos relevantes ou livros e outras atividades de relevância acadêmica que configuram a Atividade Programada Obrigatória.

§ 1º O discente deverá perfazer os créditos dos incisos I e II em qualquer período anterior ao

exame de qualificação.

§ 2º Os créditos obrigatórios dos incisos I, II e III deverão ser validados pelos docentes,

ouvido o orientador, que deliberarão sobre a relevância acadêmica do trabalho desenvolvido e a sua adequação à linha de pesquisa escolhida pelo discente.

§ 3º Poderão ser aproveitados até 25 % (vinte e cinco por cento) das unidades de crédito em

disciplinas, obtidas em outros Programas ou Cursos correlacionados ao programa de Pós-Graduação atual, da Universidade Presbiteriana Mackenzie ou de outras instituições recomendadas pela CAPES, desde que os mesmos tenham sido obtidos no período de até 03 (três) anos anteriores à data de ingresso do discente no Programa da UPM.

§ 4º Poderão ser reconhecidas até 25% de unidades de crédito em disciplinas realizadas em

Programas Pós-Graduação Stricto Sensu devidamente reconhecidos por órgãos oficiais no país e /ou no exterior, obtidas concomitantemente com o período de matrícula regular do discente em Programa de Pós-Graduação da UPM, encaminhadas pelo Coordenador do Programa à Coordenadoria de Pós-Graduação para validação.

§ 5º O discente poderá requerer o exame de qualificação somente após a conclusão de

todas as unidades de crédito relativas às disciplinas.

Art. 11. A dissertação, obrigatória para a obtenção do título de Mestre, deve evidenciar

conhecimento da literatura existente e a capacidade de investigação do candidato, além de sua erudição sobre a área de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento de Materiais, necessariamente vinculado às linhas de pesquisa Correlação entre Microestrutura e Propriedades dos Materiais para Aplicações Tecnológicas ou Reciclagem e Processamento de Materiais.

CAPÍTULO III DA ORIENTAÇÃO

Art. 12. Na matrícula sequencial do 2º (segundo) semestre do Curso, o discente deverá

formalizar pedido de orientação junto à Secretaria do Programa em formulário próprio, acompanhado da anuência do orientador, para aprovação do Coordenador do Programa.

§ 1º A orientação será realizada por um dos docentes pertencentes às categorias de

(8)

§ 2º A aprovação pelo Coordenador do Programa está condicionada ao número de vagas

disponíveis para orientação de cada docente.

§ 3º A critério do Colegiado do Programa, poderá haver 1 (um) coorientador.

Art. 13. A solicitação de mudança de Orientador deve ser requerida ao Coordenador do

Programa, acompanhada de justificativa, ciência do Orientador anterior e anuência do novo Orientador nos termos do art. 22, Seção IV do Regulamento de Pós-Graduação da UPM.

§ 1º No caso de impedimento do orientador, em virtude de ausência prolongada, o

Coordenador do Programa deve indicar sua substituição à Secretaria de Alunos.

§ 2º A mudança de Orientador só se efetivará com o parecer favorável do Coordenador do

Programa.

Art. 14. O Orientador, durante o processo de orientação, poderá solicitar à Coordenação

Geral de Pós-Graduação Stricto Sensu o desligamento do discente do Programa que não tenha cumprido suas obrigações em relação às pesquisas e às atividades atinentes à elaboração de sua dissertação.

Parágrafo Único. A solicitação do desligamento será analisada pelo Coordenador do

Programa que, ouvido o Colegiado do Programa, encaminhará parecer ao Coordenador Geral de Pós-Graduação Stricto Sensu, solicitando, se for o caso, o desligamento do discente.

Art. 15. O depósito da dissertação poderá não ser aprovado pelo Orientador do discente

que, durante o processo de orientação, tenha descumprido suas obrigações em relação às pesquisas e às atividades atinentes à elaboração de sua pesquisa ou trabalho.

§ 1º O docente Orientador apresentará ao Coordenador do Programa, a sua decisão, com a

devida justificativa, a qual deverá ser acompanhada de análise da dissertação e de outros documentos que embasem a decisão.

§ 2º O Coordenador do Programa averiguará a pertinência do pedido e encaminhará para o

Colegiado do Programa.

§ 3º Cabe ao Colegiado do Programa a deliberação final.

CAPÍTULO V DOS PRAZOS

Art. 16. O prazo para a integralização dos créditos de Mestrado inicia-se no mês de

matrícula e termina com o depósito da dissertação, conforme o calendário oficial da UPM e as disposições do Regulamento de Pós-Graduação Stricto Sensu.

Art. 17. Os prazos para integralização do Curso de Mestrado Profissional são:

I - Período não inferior a 18 (dezoito) e não superior a 36 (trinta e seis) meses, já

(9)

II - Os discentes reingressantes deverão depositar a dissertação em prazo não inferior a 1

(um) semestre letivo.

Parágrafo Único. Os Programas de Pós-Doutorado terão prazo diferenciado por projeto. Art. 18. A prorrogação do prazo para o depósito da Qualificação e da Dissertação, a pedido

do discente, poderá ser concedida pelo Coordenador do Programa, por até 2 (duas) vezes;

§ 1º A soma das prorrogações não poderá exceder 6 (seis) meses para o Curso de

Mestrado.

§ 2º A prorrogação deverá ser solicitada pelo discente, em formulário próprio da UPM,

devidamente justificada, instruída com o parecer do Orientador e com cronograma indicativo das atividades a serem desenvolvidas pelo discente no período da prorrogação.

§ 3º No período de prorrogação, o discente permanecerá vinculado ao Programa de

Pós-Graduação sendo obrigatória a matrícula sequencial, sujeitando-se, inclusive, às obrigações financeiras.

CAPÍTULO VI

DA FREQUÊNCIA E DA AVALIAÇÃO NAS DISCIPLINAS

Art. 19. É obrigatória a frequência mínima a 75% (setenta e cinco por cento) do total de

horas-aula previstas para cada disciplina ou atividades programadas nos cursos.

§ 1º Não haverá abono de faltas, salvo nas hipóteses legais atendidos os requisitos no

Regimento Geral da UPM e em Atos da Reitoria.

§ 2º É previsto o regime especial de frequência ao discente, de acordo com as disposições

do Regimento Geral e do Regulamento da Pós-Graduação Stricto Sensu da UPM.

Art. 20. O discente reprovado, por aproveitamento ou frequência insuficiente, poderá

matricular-se novamente por uma única vez na mesma disciplina.

Parágrafo Único. Caso a disciplina objeto da reprovação não seja oferecida no semestre, o

discente deverá matricular-se em outra disciplina indicada pelo Coordenador do Programa para substituí-la, desde que não pertença ao rol das disciplinas obrigatórias.

Art. 21. Será considerado aprovado o discente que obtiver, em cada disciplina obrigatória,

eletiva ou optativa e nas atividades programadas o conceito final A, B ou C, conforme relação de conceitos a seguir:

I - A - excelente - corresponde às notas no intervalo entre os graus 9 a 10; II - B - bom - corresponde às notas no intervalo entre os graus 8 a 8,9; III - C - regular - corresponde às notas no intervalo entre os graus 7 a 7,9; IV - R - reprovado - corresponde às notas no intervalo entre os graus 0 a 6,9.

(10)

TÍTULO IV

DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA CAPÍTULO I

DAS ATRIBUIÇÕES DO PROGRAMA SEÇÃO I

COORDENAÇÃO DO PROGRAMA

Art. 22. Em conformidade com o Regulamento da Pós-Graduação Stricto Sensu, ao

Coordenador do Programa de Pós-Graduação compete:

I - Supervisionar e orientar os trabalhos da Secretaria do Programa, zelando por sua produtividade e eficiência;

II - Concorrer para o desenvolvimento e aprimoramento de Programa de Pós-Graduação;

III - Sugerir providências para o constante aperfeiçoamento de seus docentes;

IV - Propor a oferta de Programas de Pós-Graduação no âmbito do Programa;

V - Organizar o trabalho docente e discente;

VI - Organizar, supervisionar e responder pela aplicação e avaliação de exercícios domiciliares ao discente em regime especial de frequência, previsto em lei;

VII - Zelar pelo cumprimento do calendário escolar;

VIII - Encaminhar à Diretoria da Unidade Universitária e ao Decanato de Pesquisa e Pós-Graduação em datas previamente estabelecidas, relatórios das atividades executadas e das propostas para o próximo período letivo;

IX - Oferecer pareceres sobre assuntos pertinentes à sua área que lhe sejam solicitados pelos órgãos superiores;

X - Definir critérios de seleção de candidatos aos Curso de Mestrado, e encaminhá-los ao Decanato de Pesquisa e Pós-Graduação, para aprovação;

XI - Requerer credenciamento de disciplinas;

XII - Propor o credenciamento ou o descredenciamento de docentes permanentes e colaboradores ao Decanato de Pesquisa e Pós-Graduação para aprovação, obedecidos os critérios de produtividade científica e outros;

XIII - Manter atualizada a relação de docentes Doutores membros de bancas examinadoras;

XIV - Indicar orientador considerando a necessidade de distribuição equânime entre os docentes do programa;

XV - Proceder à substituição de orientador;

XVI - Aprovar a composição de banca examinadora, indicada pelo orientador e enviá-la ao Setor de Bancas para homologação;

(11)

XVII - Determinar a prorrogação de prazo para depósito da qualificação e da dissertação;

XVIII - Emitir parecer sobre o pedido de cancelamento de matrícula de discentes do

Programa;

XIX - Manifestar-se acerca do pedido de trancamento de matrícula;

XX - Aprovar e encaminhar, ao Coordenador Geral da Pós-Graduação Stricto Sensu propostas de criação de disciplinas obrigatórias e/ou optativas para avaliação pela Coordenadoria Geral da Pós-Graduação Stricto Sensu para submissão e aprovação pelo Decanato de Pesquisa e Pós-Graduação;

XXI - Manter cadastros atualizados de programas das disciplinas e da produção científica docente e discente;

XXII - Divulgar, entre os discentes, o Regimento da Pós-Graduação Stricto Sensu, o Regulamento do Programa e as deliberações do Colégio de Coordenadores;

XXIII - Pronunciar-se sobre matéria submetida pelo Coordenador Geral de Pós-Graduação

Stricto Sensu, pelo Decano de Pesquisa e Pós-Graduação ou pelo Reitor;

XXIV - Avaliar, semestralmente, a qualidade e os resultados obtidos com a execução das

atividades em seu programa;

XXV - Implementar processo contínuo de avaliação docente e discente;

XXVI - Participar de comissões nomeadas pelo Coordenador Geral de Pós-Graduação

Stricto Sensu, pelo Decano de Pesquisa e Pós-Graduação ou pelo Reitor ou pelo Diretor de Unidade;

XXVII - Incentivar e promover eventos científicos vinculados ao Programa;

XXVIII - Decidir, em última instância, sobre propostas dos docentes decorrentes de

avaliação institucional dos cursos, nos termos previstos neste Regulamento;

XXIX - Opinar sobre planos de ensino e critérios de avaliação, sugeridos pelos docentes; XXX - Zelar pela integração dos conteúdos programáticos das diferentes disciplinas dos diversos cursos;

XXXI - Manifestar-se sobre o aproveitamento de créditos previsto no art. 7º, § § 3º e 4º e

no art. 10, § § 3º e 4º do Regulamento da Pós-Graduação Stricto Sensu.

XXXII - Coordenar a elaboração do relatório anual de avaliação Capes, com apoio da

Coordenadoria Geral de Pós-Graduação Stricto Sensu.

Art. 23. O Coordenador do Programa será assessorado em suas atividades administrativas

de gestão pelo conjunto de docentes permanentes do Programa.

Seção II

(12)

Art. 24. Em conformidade com o Regulamento da Pós-Graduação Stricto Sensu, ao

Orientador de dissertação compete:

I - Orientar e supervisionar todas as ações de pesquisa do discente de Mestrado;

II - Acompanhar a elaboração do Projeto de Dissertação;

III - Definir e apresentar à coordenação do Programa os nomes dos membros das bancas examinadoras tanto de qualificação quanto de defesa e sugerir data e horários de realização, observando os prazos regulamentares;

IV - Presidir as bancas de qualificação e defesa;

V - Propiciar a inserção do discente em grupos e projetos de pesquisa e favorecer sua produção intelectual;

VI - Recomendar a produção intelectual a ser apresentada para convalidação de créditos de atividades programadas obrigatórias;

VII - Emitir pareceres sobre o desempenho do orientando, sempre que solicitado;

VIII - Acompanhar a utilização da Reserva Técnica Mackpesquisa.

CAPÍTULO II

DAS ATIVIDADES DE DOCÊNCIA NA PÓS-GRADUAÇÃO

Art. 25. O corpo docente do Programa será composto por docentes permanentes,

colaboradores e visitantes, com o título mínimo de Doutor e produção acadêmica e técnica, vinculada à Área de Concentração, por meio dos critérios de credenciamento e descredenciamento dos docentes.

Art. 26. O Colegiado do Programa é o órgão deliberativo acadêmico do Programa. § 1º Os docentes permanentes compõem o Colegiado do Programa.

§ 2º O Coordenador do Programa preside o Colegiado do Programa.

Art. 27. O credenciamento dos docentes do Programa de Pós-Graduação em Engenharia

de Materiais (PPGEM) será realizado de acordo com critérios estabelecidos com base na avaliação da CAPES e no documento de área, e poderão sofrer alterações pontuais, a fim de adequarem-se a eventuais alterações naquela avaliação.

Art. 28. Os docentes do corpo permanente do Programa serão credenciados por um triênio

de avaliação CAPES, após o qual a sua manutenção no corpo dependerá de recredenciamento, de acordo com as regras do art. 30.

Art. 29. Os critérios para o credenciamento de docentes permanentes no PPGEM são: I - Possuir título de Doutor há dois anos reconhecido pelo MEC – Ministério da Educação. II - Apresentar aderência às linhas de pesquisa do Programa, comprovada a partir da

apresentação de um seminário mostrando como sua pesquisa contribui para os objetivos destas.

(13)

Art. 30. As propostas de credenciamento serão analisadas pelo corpo docente permanente

do PPGEM e deverão receber parecer favorável, em votação, de pelo menos 2/3 (dois terços) deste, incluindo necessariamente o coordenador.

Art. 31. O recredenciamento de todos os docentes permanentes do PPGEM ocorrerá ao fim

de cada triênio de avaliação CAPES. Um docente se mantém no corpo permanente se publicar ao menos 3 (três) artigos relevantes no último triênio de avaliação CAPES, sendo considerado artigo relevante:

I - Artigo completo em periódico científico indexado em bases internacionais relevantes para

as áreas de interesse do PPGEM (por exemplo, Science Citation Index Expanded, Journal of Citation Report, Current Contents/Engineering Computing and Technology Editoras Emerald, Oxford University Press, Blackwell Synergy, Wiley InterScience, Springer e SCOPUS); ou

II - Capítulo de livro nas áreas de interesse do PPGEM (excluem-se os artigos apresentados

em eventos técnico-científicos e publicados em formato livro); ou

III - Patente depositada, vinculada às linhas de pesquisa do PPGEM; ou

IV - Artigo completo publicado em anais de congresso, com participação de estudante do

PPGEM, vinculados às dissertações desses discentes.

Art. 32. O descredenciamento de um docente não afeta orientações que já estejam em

andamento, impedindo-o apenas de desempenhar novas atividades no PPGEM.

Art. 33. O credenciamento de docentes colaboradores pode ser solicitado a qualquer

momento, mas fica condicionado à existência de vagas nesta categoria no ano desejado. De forma a satisfazer às condições estabelecidas pelo documento de área da CAPES, o número máximo de docentes colaboradores no PPGEM é de 20% (vinte por cento).

Art. 34. Para solicitar credenciamento como colaborador, o docente deve: I - Apresentar um seminário contendo plano para a atividade desejada; e

II - Apresentar histórico adequado de atuação no PPGEM, se já foi previamente cadastrado

como colaborador, entendendo que no caso de orientação, o histórico adequado significa discentes terminando nos prazos estabelecidos e apresentando publicações vinculadas à dissertação. No caso de docência, um bom histórico significa disciplina bem avaliada pelos discentes.

III - Ter publicado pelo menos 1(um) artigo relevante nos últimos 3 (três) anos e,

preferencialmente, com a existência de discente potencialmente interessado no tema.

Parágrafo Único. O pedido de credenciamento deve obter parecer favorável de pelo menos

2/3 (dois terços) dos docentes permanentes.

CAPÍTULO III

(14)

Seção I

Da Inscrição e Seleção dos Candidatos

Art. 35. A inscrição e a seleção de candidatos, destinada aos bacharéis e tecnólogos em

Engenharia de Materiais, aos licenciados, bacharéis e tecnólogos de áreas afins, devem ser feitas de acordo com calendário da UPM.

Art. 36. O processo seletivo para o Curso de Mestrado será realizado mediante:

I - Exame de proficiência em língua estrangeira. O candidato poderá escolher realizar o

exame de proficiência em Inglês, Espanhol, Francês, Alemão ou Italiano.

II - Análise do Curriculum Lattes do candidato (ou Curriculum Vitae); III - Entrevista obrigatória, para o Curso de Mestrado.

§ 1º O candidato ao Curso de Mestrado deve demonstrar proficiência em 1 (uma) língua

estrangeira.

§ 2º O exame de proficiência é realizado uma vez por semestre, pelo CLEM - Coordenadoria

de Línguas Estrangeiras Mackenzie, e tem validade de 5 (cinco) anos, não sendo aceitos quaisquer outros certificados de proficiência em língua estrangeira.

§ 3º Os candidatos estrangeiros submeter-se-ão a processo seletivo específico, no qual

serão analisados por comissão própria:

I - Regularidade Documental (de acordo com as leis do país) e Acadêmica. II - Curriculum Acadêmico e Profissional.

III - Exame de Proficiência em Língua Portuguesa. IV - Entrevista, que poderá ser realizada à distância.

Seção II

Da Matrícula no Programa

Art. 37. A matrícula inicial é destinada aos candidatos aprovados na seleção do Programa. Parágrafo Único. O discente reingressante, aprovado em novo processo seletivo, deverá

no ato da matrícula solicitar a revalidação dos créditos e da proficiência em língua estrangeira.

Art. 38. A matrícula sequencial é responsabilidade do discente e deverá ser renovada a

cada semestre letivo em disciplinas ou em orientação, respeitados os pré-requisitos estabelecidos, em disciplinas ou em orientação, em conformidade com o calendário da Pós-Graduação.

Art. 39. O Programa poderá aceitar 5 (cinco) discentes especiais, mediante deferimento do

Coordenador.

§ 1º São candidatos a alunos especiais aqueles estabelecidos pelo Regulamento de

Pós-Graduação Stricto Sensu.

§ 2º O aluno especial será aceito mediante a avaliação, pelo Coordenador do Programa, do

(15)

§ 3º O aluno especial deverá cursar ao menos uma das disciplinas oferecidas no semestre

anterior àquele em que se submeterá ao processo seletivo do Programa.

§ 4º O aluno especial se obriga de participar de todas as exigências do processo seletivo

para efetivamente passar a integrar o Programa no semestre letivo subsequente.

§ 5º O desempenho na disciplina cursada como aluno especial será considerado como

elemento de avaliação no processo seletivo.

§ 6º Se selecionado para integrar o Programa, os créditos obtidos na qualidade de aluno

especial serão aproveitados.

§ 7º O prazo para conclusão do curso do aluno especial inicia-se no momento em que ele

ingressa no Programa na condição de especial.

§ 8º O aluno especial insere-se no regime financeiro regular da Pós-Graduação.

§ 9º O aluno especial, ao se tornar regular por força de sua integração ao Programa

mediante seleção, não poderá solicitar redução de custos em virtude de pagamentos realizados como aluno especial.

CAPÍTULO IV

DO EXAME DE QUALIFICAÇÃO

Art. 40. O discente deve requerer o Exame de Qualificação mediante a apresentação de

requerimento específico, com a concordância do Orientador e instruído com o número de vias do projeto de qualificação e os documentos acadêmicos solicitados pela UPM.

§ 1º Os projetos deverão demonstrar a sua vinculação com uma das Linhas de Pesquisa do

Programa, sob pena de indeferimento por parte do Coordenador do Programa.

§ 2º O discente só pode ser inscrito no Exame de Qualificação após ter sido aprovado em

exame de proficiência em língua estrangeira e ter concluído todos os créditos em disciplinas.

§ 3º O discente e o orientador deverão respeitar os prazos previstos no Calendário Oficial da

UPM e no Regulamento Pós-Graduação.

Art. 41. O Exame de Qualificação consiste na avaliação, por uma Banca Examinadora, do

projeto de pesquisa para Dissertação do discente.

§ 1º A Banca do exame de qualificação dos projetos de pesquisa da Dissertação de

Mestrado deverá ser formada por 3 (três) examinadores titulares, sendo o primeiro, o orientador, o segundo, um docente não pertencente ao Quadro Docente da UPM e o terceiro, um docente da UPM e 2 (dois) suplentes, 1 (um) interno e outro externo, todos com título de Doutor.

§ 2º A participação do coorientador como 4º membro da banca ficará a critério do

Orientador, com a concordância do Coordenador do Programa.

§ 3º O discente reingressante poderá requerer o exame de qualificação depois de

(16)

§ 4º O discente do Curso de Mestrado deve ser aprovado no Exame de Qualificação, no

mínimo, em 4 (quatro) meses antes do prazo estabelecido para o depósito da Dissertação, excetuados os casos dos discentes reingressantes.

Art. 42. No Exame de Qualificação, o discente será aprovado ou reprovado, não havendo

atribuições de conceitos ou notas.

Parágrafo Único. Será considerado aprovado o discente que obtiver aprovação da maioria

dos membros da Banca Examinadora.

Art. 43. O discente reprovado pode repetir apenas uma única vez o Exame de Qualificação. Parágrafo Único. O discente terá prazo de 30 (trinta) dias corridos após a primeira

realização, para depositar o projeto reelaborado, no Setor de Bancas.

CAPÍTULO V DA DEFESA

Art. 44. A Banca Examinadora da Dissertação de Mestrado consiste na avaliação, por uma

banca formada por 3 (três) examinadores titulares e 2 (dois) suplentes, todos com título de Doutor, sendo um o Orientador, o segundo, um docente não pertencente ao Quadro Docente da UPM e um terceiro docente da UPM.

§ 1º A participação do coorientador como 4º membro da banca ficará a critério do

Orientador, com a concordância do Coordenador do Programa.

Art. 45. O discente deve requerer a defesa da dissertação de Mestrado mediante a

apresentação de requerimento, com a concordância do orientador e instruído com o número de vias do projeto de qualificação e os documentos acadêmicos que forem solicitados pela UPM.

Art. 46. O discente deve requerer a defesa da Dissertação de Mestrado de Doutorado

mediante a apresentação de documentação e vias da dissertação, conforme especificado em instrumento de divulgação do Decanato de Pesquisa e Pós-Graduação.

Art. 47. O discente só pode realizar o depósito da dissertação de Mestrado após a

conclusão dos créditos referentes à Atividade Programada Obrigatória, a qual consiste na Publicação de trabalho em evento científico e/ ou periódico.

Art. 48. Após a defesa, o discente terá o prazo de 30 (trinta) dias corridos para depósito da

versão final de sua dissertação aprovada e da documentação própria, conforme especificado em instrumento de divulgação do Decanato de Pesquisa e Pós-Graduação.

Art. 49. Os membros da Banca, inclusive os suplentes, serão indicados pelo orientador, com

o consentimento do Coordenador do Programa.

Parágrafo Único. Os membros das Bancas, inclusive os suplentes, serão aprovados

(17)

Art. 50. As sessões do Exame de Qualificação e de defesa da Dissertação de Mestrado são

públicas e devem obedecer às regras fixadas no Regulamento da Pós-Graduação Stricto Sensu.

§ 1º Na defesa da Dissertação de Mestrado o discente terá o conceito de Aprovado ou

Reprovado.

§ 2º O candidato que obtiver Aprovação na Defesa de Mestrado poderá, a critério da Banca

Examinadora, receber a menção de “Aprovado com Distinção” ou “Aprovado com Distinção e Louvor”.

§ 3º Entre o depósito dos exemplares no Setor de Bancas e a defesa pública haverá

intervalo de 30 (trinta) a 60 (sessenta) dias.

Art. 51. A reprovação na defesa implicará a não concessão de grau e o desligamento do

Programa de Pós-Graduação.

Parágrafo Único. A decisão da banca é soberana e definitiva, não havendo segunda

arguição a candidato reprovado.

Art. 52. Após a defesa, o discente terá o prazo de 30 (trinta) dias para depósito da versão

final de sua dissertação aprovada e da documentação própria, conforme especificando em instrumento de divulgação do Decanato de Pesquisa e Pós-Graduação.

CAPÍTULO VI DOS TÍTULOS

Art. 53. Será outorgado o Título de Mestre ao candidato que obtiver Aprovação na Banca

Examinadora.

Parágrafo Único. O candidato que obtiver aprovação com Distinção ou com Distinção e

Louvor, na Defesa de Mestrado, terá essa menção anotada no Diploma, depois de consignada e justificada na Ata da sessão de defesa.

Art. 54. No diploma de Mestre será designada a área de concentração em que o projeto de

pesquisa foi desenvolvido.

CAPÍTULO VII

DO TRANCAMENTO, DO CANCELAMENTO E DO REINGRESSO

Art. 55. O discente pode, antes da conclusão dos créditos em disciplinas, tendo cursado

com aprovação ao menos 01 (uma) disciplina, pode requerer o trancamento total da matrícula, por 01 (um) semestre letivo, nos termos do Regulamento de Pós-Graduação.

§ 1º Compete ao Coordenador do Programa, após manifestação do orientador, quando for o

caso, decidir sobre o pedido.

§ 2º O trancamento total da matrícula somente pode ocorrer 01 (uma) vez, no período

(18)

§ 3. O discente deverá observar todas as regras estabelecidas no Regulamento de

pós-graduação da UPM para o trancamento total de matrícula.

Art. 56. O discente pode requerer cancelamento de, no máximo, uma disciplina pelo prazo

de um semestre letivo.

Parágrafo Único. A solicitação de cancelamento de disciplina deverá ocorrer antes que

25% (vinte e cinco por cento) de sua carga horária tenha sido cumprida.

Art. 57. O pedido de cancelamento de matrícula exclui o discente do Programa perdendo

ele seu vínculo com a Pós-Graduação.

Art. 58. O discente poderá ter sua matrícula cancelada ou ser desligado do Programa se

ocorrer alguma das hipóteses previstas no artigo 83º, Seção IV do Regulamento de Pós-Graduação da UPM.

Art. 59. O discente desligado do Programa poderá reingressar no programa mediante

requerimento de nova inscrição desde que cumpra todas as exigências a que estão sujeitos os discentes ingressantes, submetendo-se, inclusive, a novo processo de seleção e às exigências estabelecidas pelo Regulamento da Pós-Graduação da UPM.

Parágrafo Único. Os créditos obtidos no Programa terão validade de 03 (três) anos e

poderão ser aproveitados mediante análise e parecer favorável do Coordenador do Programa.

TÍTULO V

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 60. Os discentes que se titularam durante o período em que o Programa não obteve

credenciamento pela CAPES não terão vagas reservadas nos processos seletivos, não poderão aproveitar quaisquer créditos cursados anteriormente e não poderão reapresentar a mesma tese defendia anteriormente.

Art. 61. Os casos omissos serão resolvidos pelo Coordenador do Programa, ouvido o

Colegiado do Programa.

Art. 62. Este Regulamento entrará em vigor após sua aprovação pelo Colégio de

Coordenadores da Pós Graduação e pelos colegiados superiores da UPM, revogando-se todos os atos e disposições em sentido contrário.

Reitoria da Universidade Presbiteriana Mackenzie

Edifício João Calvino

13 de junho de 2012.

142o Ano da Fundação

Benedito Guimarães Aguiar Neto

Reitor

Referências

Documentos relacionados