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Comunicação de Dados II

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Academic year: 2021

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(1)

Tecnologia em Redes de Computadores

IFSULDEMINAS – Campus Inconfidentes

Prof. Kleber Rezende

[email protected]

Comunicação de Dados II

(2)

Interligação em Redes

Acomoda distintas tecnologias básicas e

hardware.

Proporciona forma de se interconectar

redes heterogêneas.

Esconde detalhes de hardware.

Computadores

se

comunicam

independentemente de suas conexões

físicas.

(3)

Interligação em Rede TCP/IP

Sistema aberto (RFC's podem ser obtidas

via Internet).

Denominado oficialmente Pilha de

Protocolos TCP/IP.

Pode ser usado em redes locais e/ou

remotas.

(4)

Protocolos TCP/IP

 Fornecem regras para a comunicação.  Define formato da mensagem

 Descrevem o que um computador faz quando

recebe uma mensagem.

 Especificam como um computador trata um

erro.

 É independente de hardware

 Os protocolos estão para a comunicação assim

(5)

Vantagens do uso de Protocolos

Programadores não precisam aprender ou

lembrar-se de todos os detalhes de

hardware.

Programas não ficam restritos a uma

arquitetura específica.

Podem promover comunicação direta

entre um par de máquinas arbitrário.

(6)

Tipos de Serviços TCP/IP

Serviço de entrega de pacotes sem conexão

 Promove o roteamento de pequenas mensagens de uma máquina para outra.

 Não há garantia de entrega nem de que os pacotes sejam entregues na mesma ordem em que foram transmitidos.

 É extremamente eficiente: Mapeamento direto em hardware

Serviço de transporte de streams confiáveis

 Trata de problemas de perda ou falhas de comutação ao longo do caminho percorrido por um pacote.

 Em nível mais baixo as mensagens são divididas em pequenos pacotes.

(7)

Serviços de Aplicativos mais

comuns na Internet

Correio Eletrônico - Serviço sem

conexão

Transferência de Arquivos - Serviço

orientado à conexão

Login Remoto - Serviço orientado à

conexão

(8)

Diferenças entre o TCP/IP e

outras tecnologias de rede

Independência de tecnologia de redes

Interconexão Universal

Confirmações fim-a-fim

(9)

Interligação em Redes

Diferença entre interconexão em nível de

aplicativos e interconexão em nível de rede.

Propriedades:

1. Usuários ou programas aplicativos não devem ter conhecimento dos detalhes das interconexões de hardware;

2. Não é necessário conhecer a topologia;

3. Deve ser capaz de enviar dados através de redes intermediárias;

4. Todas as máquinas devem compartilhar um conjunto universal de identificadores.

(10)

Arquitetura de Interligação em

Redes

1. Duas redes só podem ser conectadas por um computador que esteja ligado as duas.

2. Este computador deve cooperar com a comunicação entre duas máquinas.

3. Os computadores que interligam duas redes e cooperam na comunicação são chamados de gateways ou roteadores.

(11)

Interconexão através de

roteadores IP

Roteadores necessitam saber sobre a

topolo-gia da interligação em redes, além

das redes às quais estão conectados.

(12)

Interconexão através de

roteadores IP

Roteadores são computadores de

pequeno porte. Geralmente têm pouco

ou nenhum espaço de armazenamento

em disco e pouca memória principal.

Roteadores usam redes de destino e não

(13)

A visão do usuário

 O usuário deve ver a interligação em redes

como uma rede única;

 Além de roteadores que conecam redes físicas,

o software é necessário em cada host para que os aplicativos usem a interligação como uma rede única.

 No caso de mudança da rede física, somente o

software de interligação em redes deverá ser alterado.

(14)

A visão do usuário

 O TCP/IP trata todas as redes do mesmo modo,

(15)

Perguntas

Qual a forma do endereço numa

inter-ligação em redes?

Como este endereço se relaciona com os

endereços físicos?

O que acontece quando algum pacote

chega muito rápido a um roteador?

(16)

Endereços de Interligação em

Redes

Identificadores Universais: Para tornar universal um

sistema de comunicação deve-se aplicar um método de identificação dos hosts que seja aceito globalmente.

Hosts são classificados por:

Nome: o que o objeto é.

Endereço: onde o objeto está. Rota: como chegar até ele.

(17)

Endereçamento IP

Número inteiro de 32 bits

Projetado cuidadosamente para tornar o

roteamento eficiente

Hosts de uma mesma rede compartilham

o mesmo prefixo de endereço.

(18)
(19)

Endereçamento IP

 Endereço não identifica um host, mas sim uma

conexão de rede. Ex.: Host Multi-homed possui dois ou mais endereços.

 Um endereço onde o hostid igual a zero identifica

uma rede.

 Um endereço onde o hostid consista somente de

bits 1 é reservado para broadcasting. (Difusão direcionada)

 Um endereço de Difusão Limitada consiste de 32

bits 1. É usada quando um host necessita obter o seu endereço.

(20)

Endereçamento IP

 Um endereço com o netid igual a zero é

interpretado como “esta rede”, ou seja, a rede onde o pacote chegou.

 Usado quando um host deseja se comunicar,

mas não sabe o endereço da rede.

 Se um host se move de uma rede para a outra,

seu endereço deve ser mudado.

 Hosts multi-homed podem não ser acessados,

mesmo possuindo uma conexão física entre ele e os demais.

(21)

Endereçamento IP

Notação Ponto Decimal: Cada octeto é escrito

como um número decimal.

Exemplo: 10000000 00001010 00000010

(22)

Endereçamento IP

 Endereço de Loopback (127.0.0.0): usado para

(23)
(24)
(25)
(26)

Mapeamento de Endereços

Internet para Endereços Físicos

 Duas máquinas de uma determinada rede física

podem comunicar-se apenas se souberem o endereço físico uma da outra.

Objetivo: Permitir que programas de alto nível

trabalhem somente com endereços de interligação em redes.

(27)

Mapeamento Direto

Exemplo: Rede proNET token ring

◦ Usa números inteiros pequenos para endereços físicos (até 256).

◦ Permite que o usuário escolha um endereço de hardware para uma máquina.

Solução de Mapeamento:

◦ Escolhe-se endereços físicos que sejam parte dos endereços IP.

◦ Exemplo: Endereço físico = 3

(28)

Mapeamento Dinâmico

Exemplo: Rede Ethernet

◦ Problemas:

 Cada interface recebe um endereço físico quando é fabricada. Assim, o endereço físico da máquina muda quando trocamos a interface.

 Endereço Ethernet tem 48 bits, enquanto o endereço IP tem, apenas, 32 bits.

◦ Soluções:

 Tabela de mapeamento.

(29)

Address Resolution Protocol

 Também conhecido como ARP.  Fornece um meca-nismo razoavelmen-te eficienrazoavelmen-te e fácil de manter.

(30)

Cache de Conversão

Paradoxo: A pergunta para B, por

difusão, “como posso alcançar você?”

Entretanto, a difusão é muito cara, porque

cada máquina da rede deve processar

cada pacote de difusão.

Assim, computadores que usam ARP

mantém um cache com mapeamento

entre endereços físicos e endereços IP.

(31)

Cache de Conversão

Algoritmo:

1. Sempre que um computador recebe uma resposta ARP, ele guarda em seu cache o mapeamento recebido.

2. Quando ele transmite um pacote, primeiro ele procura em seu cache uma vinculação de endereços. Caso não encontre envia uma solicitação ARP.

 A prática mostra que, mesmo um cache pequeno

é bastante eficiente, já que a comunicação implica na transferência de mais de um pacote.

(32)

Aprimoramentos ARP

1. Se A usar ARP para se comunicar com B, é bem provável que B também tenha que se comunicar com A num futuro próximo.

 B armazena o mapeamento em seu cache e, depois envia a

resposta ARP para A

2. Como A difunde sua solicitação inicial, todas a máquinas da rede recebem o pacote.

 Todas máquinas podem fazer um mapeamento em seus caches do endereços físicos e IP de A.

3. Quando um computador tem sua interface substituída seu endereço físico muda.

 Esta máquina deve notificar as demais que seu endereço mudou,

(33)

Implementação ARP

 Algoritmo de Envio:

1. Dado um endereço IP, o software consulta seu cache para verificar se o mapeamento existe

2. Se existir

2.1. O software retira o endereço físico

2.2. Coloca os dados num quadro contendo aquele endereço 2.3. Envia o quadro

Senão

2.4. Transmite uma mensagem de difusão ARP 2.5. Espera uma resposta

(34)

Implementação ARP

Detalhes a serem cuidados:

1. Numa solicitação ARP a máquina de destino pode estar desativada ou muito ocupada.

2. Numa rede Ethernet o pacote pode se perder.

3. Uma máquina A pode ter uma associação para máquina B, mas o hardware de B é substituído.

(35)

Implementação ARP

 Algoritmo de Recebimento:

1. Quando um pacote ARP chega, o software retira o par de endereços (IP e físico) do transmissor.

2. Se existir uma entrada (IP) em seu cache local

2.1. Atualiza aquela entrada recarregando o endereço físico.

3. Processa o restante do pacote.

4. Se o receptor tiver o mesmo endereço IP de destino

4.1. Monta uma resposta, adicionando seu endereço físico 4.2. Envia, diretamente, ao solicitador

Senão

(36)

Encapsulamento ARP

 Transmissor designa um valor especial (080616)

para o campo de tipo (no cabeçalho do quadro) para identificar uma mensagem ARP.

(37)

Formato do ARP

Valores do Campo Operação:

ARP - Solicitação (1); Resposta (2) RARP - Solicitação (3); Resposta (4)

Referências

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