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A Prática de Alfabetização: processo ensino-aprendizagem em três escolas públicas no interior da Paraíba (Aparecida).

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(1)

Universidade Federal da Parafba

Centro de FormagSo de Professores - Campus V Licenciatura Plena em Pedagogia

A P r d t i c a d e A l f a b e t i z a ^ a o : o processo

ensino-aprendi-zagem em trels esco/as pifbficas no interior da Parafba

(Aparecida),

S u p e r v i s a n d a s :

Ana Maria Pires

Nifbia Pires de Almeida

Cajazeinas-Panaiba 1995

(2)

Universidade Federal da ParaFha

Centro de For mag So de Professores Campus V Cajazeiras - PB.

Depart amenta de EducacSo

Est agio Supervisionado - Supervisee Escolar

A P r ^ t i c a d e A l f a b e t i z a c a o : o processo ensino-aprendi-zagem em tre*s esco/as pUMicas no interior da Parafba (Aparecida )

S u p e r v i s o r a d o E s t d g i o : Maria Aives de Sousa Lima N° d e h o r a s d o E s t ^ g i o : 120 haras

C a m p o d e E s t ^ g i o ; E seal a Estadual de /o Grau Dr. Jose' Gadelha Escola Municipal de 1° Grau Joaquina Ame'lia de S& Escola Municipal de 1° Grau Antonio Meira de Sa'

O r i e n t a d o r e s :

Prof a. Maria Aives de Souza Lima

&radvada m Pedagogia cm HaDmiagtio e/n SupervisZo Escolar. P6s Zcaduada em CoiRumca^o Educaaonai - Lato - Senso.

Prof. Modesto Leite Rolim Meto bovtorado em Psicoiogia Soaal

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Universida.de Federal da Parafba Centre de For mag So de Prof ess-ores Campus V Cajazeiras - PB.

Departamento de EducagSo

Est£gio Supervisionado - SupervisSo Escolar

A P r d t i c a d e A l f a b e t i z a ^ o : o processo ensino-aprendi-zagem em tr&s escolas pUblicas no interior da Parafba (Aparecida),

O r i e n t a n d a s :

Ana Maria Pires

NUbia Pires de Almeida

O r i e n t a d o r e s :

Prof a. Maria Aives de Souza Lima Prof, Modesto Leite Rolim Neto

B a n c a E x a m i n a d o r a :

Prof, Modesto Leite Rolim Neto

Profa, Maria Aives de Souza Lima

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Jdojiog^ai^a. A p r e s e n t a d a a o C e n t o d e F o r m a ^ a o d e P r o f e s s o r e s , c o m o p a r t e d o s r e q u e s i t o s p a r a a c o n c l u s c l o d o C u r s o d e L i c e n c i a t u r a P l e n a em P e d a g o g i a .

(5)

Dedicamos esta _mon<3grafja a todos que tiverem opor-tunidade de ler e que a mesma venha enriquece-los ou desperta-los a critica., reflexao ou apreciacao.

(6)

Agrademos a Deus Pefa sa dor/a, inteiigencia e confianca depositadas em nds, encora-jando-nos a aicancarmos a ca da minuto nosso objetivo que nos leva a urn future melhor.

Agradecemes tamb&m a nos sa famffia, pe/a compreensao a nds depositada, nos

memen-tos que dela ausentamos

pa-ra a dedicacSo dos nossos trabathos.

(7)

Itxdice

R e s u m o I A b s t r a c t I I I n t r o d u c a o 01 J u s t i f i c a t i v a 0 3 P r o b l e m a t i z a c S o 0 5 M e t o d o l o g i a 0 8 C o n c l u s a o 0 9 C o n s i d e r a c O e s F i n a i s 10 R e f e r e n c i a s B i b l i o g r a T i c a s 11 A n e x o s 12

(8)

RFStWa

V i s a n d o c o l a b o r a r com a t r a n « f o r m a c ^ o no p r o c e s s o e n s i n o a p r e n d i zagem, p r i . n c i p a l m e n t e na p r a t t e a d e ~ a l f a b e t i z a c & o , busramos d e s e n v o l v e r uma p r o p o s t a de t r a b a — .1. ho - a p r e s e n t a d a no r e f e r ! do t r a b a 1 ho monograf i r o - que t r o u x e s s e uma c o n t r i b u i c a " o s i rjn i f i c a t i va., v i s t o que o mesmo p r n p t t e quo a p r a t i c a de a ] f a b e t i zac&a s p j a v i s t a rnmn urn n r n c e s s o rle construca'o

-Sen do p r a p 6 s j t o do f.raha J ho p r o p n r r i n n a r uma anal, i s e na a t u a l p r a t i c a de a l f a h e t i ?ac &o e p r n p o r uma mudanca em f u n c S o do sou r r e s c :i men t o 5 f r o n p n r t u n n f aT-ermos e s t e q u e s t ! nnampn t o t e n do como base a I. i n h a con strut zV * s t a , mas e s p e r j a ] men t e com f undamen t a c & o p r o p n r r i nnada p e l as p e s q u i s a s de Emilia Ferreiro, Jean Piaget e outros? como t anthem a t r a v e s de l e i t u r a s a c e r c a d a s r e f l e x f t e s f e:i t-as p o r p e s s o a s p r e o c u p a d a s com e s t a problematic,?..

(9)

ABSTRACT A i m i n g t o c o l 1 a b o r a t o on a t r a n s f o r m a t i o n i n t h e t e a c h i n g — l e a r n i n g p r o c e s s , m a i n h l y i n t h e a l p h a -b e t i z a t i o n s p r a c t i c e , we t r i e d t o d e v e c l o p a w a rI s p r o p o s a l - p r e s e n t e d i n t h a t monograph - w h i c h c o u l d b u n i g a mea-n i mea-n g f u l c o mea-n t r i b u t i o mea-n t o a p r o c e s s o c o mea-n s t r u c t i o mea-n as t h e a l p h a b e t i z i o n p r a c t i c e has t o be seen i n t h a way.

T h i s work a i m i s t o p r o v i d e an a n a l y s i s o f t h e p r e s e n t , a l p h a b e t i z i o n p r a c t i c e and t o p r o p o s e a c h a n c e i n i t

-We hay o p p o r t u n i t y o f d o i n g t h i s work ( q u e s t i o n n a i r e ) based on a con strutivism v i e r o , s p e c i f i c a l

-l y on Emi-lia Ferreiro and Jean Piaget's research. We a -l s o

d i d some r e a d i ng abou t some peop1e *s r e f 1 e c t i ons who a r e w o r r i e d a b o u t that- p r o b l e m .

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iNTRonucno

A educac&o em n o s s a socieda.de p a s s a p o r v a r i a s d i f i c u l d a d e s r e f e r e n c e s ao p r o c e s s o e n s i n o a p r e n d i zagem, p r inc. i p a l m e n t e o que se r e f e r e a p r a t i c a de a l f a b e t i z a c & o

-0 o b j e t o de e s t u d o d e s t e t r a b a 1 h o c o n s i s t e d em a n a l i s a r o e n s i n o r e g u l a r em tr'e's e s c o l a s p u b l i c a s not

i n t e r i o r da P a r a £ b a < A p a r e c i d a ) =•

A t r a v e s de l e i t u r a s , p e s q u i s a s , s e m i n a r i e s ] e c o n v e r s a s i n f o r m a i s a d q u i r i m o s urn embasamento t e o r i c o que s e r v i u de s u b s i d i o p a r a as d i s c u s s & e s com os p r o f e s s o r e s f das r e f e r i d a s e s c o l a s a r e s p e i t o do p r o c e s s o e n s i n o a p r e n d i z a g e m , e s p e c i a l m e n t . e no t o c a n t e a p r a t i c a de a l f a b e t i z a -

c^o-E n t e n d e n d o a a l f a b e t i z a c S o segundo Ana E l i s a b e t h * * ( 1994) como " apenas urn detalhe final no longo

processo ligado a chamada funedto semi6tica - on seja, a fa— se que a crianga a capaz de substztuir significados por sign if leant es D e t e c t a m o s que a p r o b l e m a t i c a e x i s t e n t e

nas e s c o l a s c o n s i s t s na v i s c t o de que a a l f a b e t izaccto se da dentro de urn p r o c e s s o sistematico, onde o a l u n o na*o p a r t i c i p a a t i v a m e n t e das a t i v i d a d e s d e s e n v o l v i d a s d u r a n t e o p r o c e s s o e n s i n o — a p r e n d i zagem, sendo preocupaca'o dos p r o f e s s o

-r e s a c o m p l e t a a s s i m i l a c & o dos c o n t e u d o s t -r a n s m i t i d e s como urn a p r e n d i z a d o j a p r o n t o

-A p r i o r i , p r o c u r a r e m o s d e m o n s t r a r como se p r o c e s s a o e n s i n o — a p r e n d i zagem em a l f a b e t i z a c c t o n e s s a s e s -c o l a s - Em seg u i d a ma p e a r emos a b o r d ag en s -c r i t i -c a s a -c e r -c a d a nossa. p r o p o s t a de t r a b a 1 ho que busca f a v o r e c e r uma ascens&o no p r o c e s s a de a l f a b e t i z a g S o que a t e e n t S a p r e v a l e c e , mas e s t a sendo c o n s i d e r a d o p o r boa p a r t e dos p r o f e s s o r e s como f a l h o .

•* D i r e t - o r a da E s c o l a A Chave do Tamanho- R i o de J a n e i r o c i t a d a p e l a r e v i s t a Nova E s c o l a , p a g i n a - 8 4 .

01

(11)

D e s t a c a r e m o s a i n d a aut-ores que c o n s i c i e r a m a p r a t i c a de a l f a b e t i z a c & o como p o n t o p r i m o r d i a l de r e -f leMcla p a r a a m e l h o r i a do e n s i n o - a p r e n d i zagem - (Ferre iro

re,1993? Azenha,1993; Bisco1 la,1991).

(12)

-JUSTJFJCATJVA

A p r a t i c a de a l f a b e t i z a c a ' o vem sendo ques-t i o n a d a pcDr boa p a r ques-t e d o s que e s ques-t & o i n s e r i d o s no p r o c e s s o educac i o n a 1 (Ferre2r0, 1993 ; Azenha, 1937),

0 c o n h e c i m e n t o d e s t e f a t o n o s e s t i m u l c u a p e s q u i s a r e e l a b o r a r uma p r o p o s t a de t r a b aI ho que c o l a b o r a s s e com o c r e s c i m e n t o d e s t a p r a t i c a em t r f s e s c o l a s p u -b l i c a s no i n t e r i o r da P a r a i -b a , e s p e c i f i c a m e n t e no m u n i c i p i o de A p a r e c i d a / P B = ( a n s x o I )

As e s c o l a s que compreendem o campo de e s -t-agio a p r e s e n t a m urn q u a d r a d e m o n s t r a t i v e de d o c e n t e s com urn i n d i c e de p r o f e s s o r e s n&o h a b i l i t a d o s na a r e a de educaca'o que exercem a f u n c S o e d u c a t i v a - ( a n e i i o I I ) No t o c a n t e a o s p r o f e s s o r e s de a l f a b e t i z a c a ' o ( o s q u a i s e n f a t i z a m o s p o r s e r a a. I f a b e t i zaca'o te^ma do p r o . j e t o d e s e n v o l v i d o ) , poriese p e r -c e b e r a a n s i e d a d e de -c o n h e -c e r e p a r t i -c i p a r d a s d i s -c u s s f t e s d e v i d o a ause'neia de f o n t e de p e s q u i s a n a s e s c o l a s

-Mesmo com o empenho dos p r o f e s s o r e s t i v e — ' mos algumas d i f i c u l d a d e s no d e c o r r e r do t r a b a 1 h o , p o i s a l guns na*a conhec i am nem mesmo que a 1 e a t e r i a m e n t e a t e o -r i a c o -r i s t -r u t i v i s t a P o -r c o n s t -r u t i v iSmo , entendemos segundo

RoIim(1994), uma tin ha te6rica que interpret a 0 conhecimen-to , o saber humane, como resultants de urn processo de cons— trucSto

-A p r e d o m i n a t e i a do metodo t r a d i c i o n a l e n o t o r i o n a q u e l a s e s c o l a s ( a n e x o I I I ) , mas p e r c e b e - s e que ha em a l g u n s p r o f e s s o r e s urn q u e s t i o n a m e n t o a r e s p e i t o d e s t a p r a t i c a que a t e entcto v i q o r a . E i s so n o s f a v o r e c e u , p o i s sabemos que a t r a n s f o r mac a" a no p r o c e s s o de a l f a b e t i zaca'o c o n s i s t s na compreens&o d o s e d u c a d o r e s com r e l a c a" a a p r e c i -sa tomada de p o s i c & o em f u n c & a d e s t a t r a n s f ormacSfo, b u s c a n — do v i a b i l i z a r s i t u a c o e s que levem a c r i a n c a e s t i m u l o p a r a o avanco na c o n s t r u c S o do c o n h e c i m e n t o , l i v r a n d o - a da c o p i a do c o n h e c i m e n t o j a p r o d u z i d o a t e e n t a o -C o n h e c e r como a cri&nca. a p r e n d e p e r m i t i r i n t e g r a r o c o n h e c i m e n t o e s p o n t S n e o i n f a n t i l ao e n s i n o s i s -t e m a -t i c o , e e s -t a e uma -t a r e f a i m p o r -t a n -t e p a r a d a r m a i o r s i g n i f i c a d o

(13)

ao e n s i n o e s c o l a r ( A z e n h a , 1 9 9 3 } . P a r t i n d o d e s t e p r e s s u p o s t o , buscamos q u e s t i o n a r a p r a t i c a de a l f a b e t i zaca'o n e s t a s e s c o

-l a s , c o n c a t e n a n d o se i d e i a s t e o r i e a s e p r a t i c a s ao e n s i n o a p r e n d i

(14)

PROBlEMAT1ZASA0

Ten do como p a n t o de? p a r t i da c o n v e r s e s i n f o r m a i s s o b r e a r e a l i d a d e e s c o l a r em trie's e s c o l a s p u b l i c a s -no i n t e r i o r da P a r a i b a < A p a r e c i d a ) , e s p e c i a l m e n t e -no que se r e f e r e a p r a t i c a de a l f a b e t i zaca'o s u r g e a p e s q u i s a que p r o -p o r c i o n o u a e l a b o r a c c t o e e x e c u c a o de urn -p r o j e t a c u j a temat i c a e A PRATICA PA ALF ABET J Z ACAOs o p r o c e s s o e n s i n o a p r e n dizagem em tre's e s c o l a s p u b l i c a s no i n t e r i o r da P a r a i b a C A -p a r e c i da)» E n t e n d e n d o p r a t i c a como urn s a b e r p r o v i n d o de uma t e o r i a c o n s t r u i d a a t r a v e s de e s t u d o , s e n t i m o s a ne-c e s s i d a d e de q u e s t i o n a l- j u n t o aos p r o f e s s o r e s a p r a t i c a del a l f a b e t i zaca'o v i g e n t e n e s t a s e s c o l a s . 0 r e l a t o d a s experi'e'ncias dos p r o f e s s o r e s das r e f e r i d a s e s c o l a s nos p r o p o r c i o n o u uma d i s c u s s c f o a r e s p e i t o do metodo t r a d i c i o n a l p r e d o m i n a n t e p a r a e l e s « T r a t a n dose da a l f a b e t i z a g a ' o , d i a n t e do que f o i e x p o s t o p e r c e b e mos a co!ftple>! i d a d e do p r o c e s s o

I s t o l e v o u n o s a q u e s t i o n a l o que s e e n

-t e n d e p o r a I f a b e -t i z a c & o - Ssgundo Paulo Freire (ci-t ado por

Sa T i t o s * * ) f a 1 f a b e t i z a c a* o e o a t o d e c o n h e c i m e n t o c r i. a d o r ,

que s e e s t r u t u r a na consc i'e'nc i a de c o n h e c e d o r » I De a c o r d o com p r a t i c a p e d a g o g i c a d e s e n v o l - \

v i d a p e l c s p r o f e s s o r e s , o a l u n o nSo p a r t i c i p a a t i v a m e n t e do| p r o c e s s o e n s i n o - a p r e n d i z a g e m - N e s t e s e n t i d o , se f a z neces-1 s a r i o r e p e n s a r e s t a p r a t i c a , v i s t - o que a c r i a t i v i d a d e e as experi'e'nci as das c r i a n c a s nSo estcio sendo 1 e v a d a s em c o n s :i. -derac'&o.

No d e c o r r e r do t r a b a l h o , a n a l i s a m o s o met o d o met r a d i c i o n a l e a met e o r i a c o n s met r u met i v i s met a , l e v a n d o em c o n -sideraca"o que a t e o r i a e p r a t i c a tern v a l o r e s s i q n i f i c a n t e s e ambos f u n c i o n a m c o n c o m i t a n t e m e n t e no p r o c e s s o e n s i n o — a -p r e n d i z a g e m - Nao e x i s t e uma boa -p r a t i c a , , -p o d e r i a a t e d i z e r uma boa p r a x i s que na"o e s t e j a f undamen t a d a numa boa t e o r i a -E tambem nSlo a c r e d i t o em t e o r i a s que nSo i m p l i q u e r n numa p r a t i c a c o r r e s p o n d en t e (Ch i arott i n o , X ? 86 ) .

* C o o r d e n a d o r a da e q u i p e de e l a b o r a c & o do l i v r o A l f a b e t i z a -ca"o, urn d e s a f i o na 1* s e r i e - Documento I - L i n g u a g e m .

(15)

A d i s c u s s & o acerca d e s t a t e m a t i c a f o i p r o -p i c i a , -p o i s a mesma e s t a v a sendo tambem q u e s t i o n a d a -p e l a s p r o f e s s o r e s das e s c o l a s que nos r e f e r i m o s , os q u a i s a t r a v e s das d i s c u s s & e s e x p r e s s a r a m o a n s e i o de i n o v a r ses c o n h e c i men t o s p a r a uma p o s s i v e l t r a n s f o r m a c & o no p r o c e s s o de a l f a -b e t i zaca'o.

Baseada nas p e s q u i s a s de Emilia Ferreiro)

(citado por Azenha, 1993) , (nostra a n e c e s s i d a d e de urn e s t u - y

do a p r o f u n d a d o s o b r e a p r o b l e m a t i c a , p o i s a t r a v e s do q u a l o e d u c a d o r s e r a capaz de e n t e n d e r m e l h o r as d i v e r s a s f o r m a s de a p r e n d i z a g e m -T r a d i c i o n a l m e n t e as d i s c u s s o e s s o b r e a p r a t i c a a l f a b e t i z a d o r a tern se c e n t r a d o na pol'e'mica s o b r e os metodos u t i z a d o s ( F e r r e i r o , 1993)' As p e s q u i s a s e experi'&n-c i a s Ferreiro ( o p - experi'&n-c i t ) p r o p o r experi'&n-c i o n a m uma d i s experi'&n-c u s s a o ma i s am-p l a , f a z e n d o com que am-possamos a n a l i s a r o am-p a n t o c h a v e da questa*o- Se f a z n e c e s s a r i o e n t e n d e r que na"o sa"o metodos e t e e n l e a s que p r e c i s a m s e r mudadas, mas a f o r m a de i n t r o d u -c^o da l i n g u a e s c r i t a , p o i s temos uma m a n e i r a e m p o b r e c i d a de v'e'~la sem l e v a r em c o n s i d e r a c a o que a c r i a n c a tern a p r e n -d i za-do p r o p r i a a -d q u i r i -d o com a c o n v i v'e'nc i a com osi a -d u l t as a l f a b e t i z a d o s que usam a e s c r i t a em t o d o s os momentos de s u a s v i d a s -A p a r t i r d e s s a c o n v i v ? n c i a a c r i a n c a p a s s a a p e r c e b e r que a e s c r i t a e a r e p r e s e n t e e S o de uma i d e i a , que com e l a a d q u i r i m o s e t r a n s m i t i m o s d i v e r s a s i n f o r m a c f t e s . P a r t e d a i a n e c e s s i d a d e de f a z e r s u a s p r o -p r i a s -produc'&am-p;es- £ f a l s o -p e n s a r que o a d u l t o d e t e r m i n a o momenta de m a t u r i d a d e da c r i a n c a p a r a i n t r o d u z i l a na l i n -guagem e s c r i t a , p a i s m u i t a s v e z e s a c r i a n c a a p r e n d e demons-t r a r a p demons-t o a c o r r e s p o n d e r com e s demons-t a visa'o, mas que na r e a l i — dade j a tern urn a p r e n d i z a d o s i g n i f i c a t i v e

£. f u n d a m e n t a l que o a d u l t o compreenda a n e c e s s i d a d e de e s t i m u l a r a c r i a n c a p a r a s u a s p r o p r i a s p r o d u g b e s , l i v r a n d o a da c o p i a do c o n h e c i m e n t o ja p r o d u z i d o -£ n e c e s s a r i o imaginaca'o p e d a g o g i c a p a r a ' d a r as c r i a n c a s o p o r t u n i d a d e s r i c a s e variadas de i n t e r a g i r l coma l i n g u a g e m e s c r i t a - £ n e c e s s a r i o formaccfo p s i c o l o q i c a j p a r a c o m p r e e n d e r as r e s p o s t a s e as p e r g u n t a s das c r i a n c a s . £ n e c e s s a r i o e n t e n d e r que a a p r e n d i z a g e m da l i n g u a g e m e m u i t o m a i s que a p r e n d i z a g e m de urn c o d i g o de t r a n s c r i c & o s e a c o n t r u c 8 ( o de urn s i s t e m a de r e p r e s e n t a c a * o ( F e r r e i r o , 4 1993), D u r a n t e o p r o c e s s o de a q u i s i c d o da l e i t u r a i e e s c r i t a , a c r i a n c a a p r e s e n t a - s e ern n i v e i s d i s t i n t o s , onde ha urn c r e s c i m e n t o g r a d a t i v o no d o m i n i o da e s c r i t a , compreens&o e i n t e r p r e t a c S f o do que e s c r e v e u -0 p r o c e s s o de a l f a b e t i zaca'o c o r r e s p o n d s a tr'e's n i v e i s , e s t e s n i v e i s , pr£-s i 2 £bico , s il£bico e

alfab6tico e que c a r a c t e r i z a m o g r a u de evolucSfo da c r i a n c a

-Faz-se n e c e s s a r i o e n t e n d e r que e s t e s n i v e i s independent do p r o c e s s o s i s t e m a t i c o da e s c o l a - Uma c r i a n c a pode comecar na t e n t a t i v a de e s c r e v e r f a z e n d o a p r i n c i p i o r a b i s c o s , b u s c a n do r e p r e s e n t a r s u a s i d e i a s , v i s t o que a p r e n d e r com a c o n v i

(16)

-ve'ncia s o c i a l que? v a r i a s i n f o r m a c f t e s sa'o a d q u i r i d a s com a e s c r i t a •

0 conhec i m e n t o d o s n i v e i s de evolucSfo da a p r e n d i zagem e f u n d a m e n t a l p a r a o que o a d u l t o p o s s a a.judar com e f i c i f n c i a a c r i a n c a em s u a praduca'o, a c o n s t r u i r e a m ™ p l i a r sens c o n h e c i m e n t o s

A preocupaca'o f u n d a m e n t a l da t e o r i a p i a g e -t i a n a e como se da a passagem de urn e s -t a d o de menor conhec i m e n t o a urn e s t a d o de m a i o r conhec o n h e conhec i m e n t o « P a r a i s s o , e n e -c e s s a r i o segundo Piaget9 a compreens&o d o s p r o c e s s o s a t u a n

t e s na passagem de urn mode de o r g a n i zaca'o c o n c e i t u a l a o u -t r o , bem como a i d e n -t i f i c a c S o de modos de o r g a n i zaca'o c o g — n i t i v a r e l a t i v a m e n t e e s t a v e i s e que c a r a c t e r i z a r S o os p o s -s i v e i -s n i v e i -s -s u c e -s -s i v o -s de c o n h e c i m e n t o de c e r t o d o m i n i o pesqu i sado (Bi sco .1 i a , 1 99 1)

-Na p r o p o s t a p e d a g o g i c a c o n s t r u t i v i s t a , o] a c e l e r a m e n t o da a p r e n d i z a g e m v a i d e p e n d e r e x c 1 u s i v a m e n t e V das c r i a c S e s , i n v e n e r e s e das h i p o t e s e s c o n s t r u i d a s p e l a s p r o p r i a s c r i a n c a s , i n t e r c a m b i a d a s ao seu c o t i d i a n a -•s d i f e r e n t e s modos de o r g a n i zaca'o d o s , s i g n i f i c a d o s tendem p a r a f o r m a s c r e s c e n t e m e n t e m a i s c o m p l e — j xas e m a i s a m p l a s , c o n s t i t u i n d o os a s p e c t o s e s t r u t u r a i s dal

i n t e l ig'e'ncia,,o que c a r a c t e r i z a os d i v e r s o s e s t a g i o s de de-/ s e n v o 1 v i men t o ( A z e n h a „

1993)-0 p r o c e s s o de a q u i s i c a ' o do c o n h e c i m e n t o e d e f i n i d o p o r Piaget como urn p r o c e s s o que se da a t r a v e s da r e c o n s t r u c S o p a r t i n d o do e r r O : " 0 erro9 para ele em vez de

denunciar uma n^o-aptxdcto „ e uma etapa necessaria do

processo de contruc'ao do con he c i merit o "

C o n s i d e r a m o s e s t a q u e s t ^ o urn p o n t o s i g n i -f i c a t i v e p a r a urn q u e s t i o n a m e n t o com v i s t a a r e p e n s a r a a t u a l ac&o pedagogica.. P o i s , na m a i o r i a dos c a s o s a n o s s a r e a l i d a d e e s c o l a r e s t a aquem d e s t a v i s S o - Temos a a v a l i a c a ' o dos e r r o s como p r o c e s s o s c l a s s i f i c a t o r i o p a r a i d e n t i f i c a r os que sa'o c a p a z e s de a s s i m i l a r com e f i c i ' e ' n c i a os c o n h e c i -m e n t o s t r a n s -m i t i d o s .

N e s t a o p o r t u n i d a d e Jean Piaget<op-cit-) p r o p o r c i o n a urn c o n h e c i m e n t o m a i s p r e c i s e com r e l a c S o a sua

t e o r i a m o s t r a n d o que o c o n h e c i m e n t o n«£o e e s t a t i c o , onde s e pode t r a n s m i t i — l o de f o r m a acahadaf mas que o mesmo e c o n s — t r u f d o a t r a v e s de urn p r o c e s s o de fa\zer e

refaxzerPercebemos que m u i t a s d i f i c u l d a d e s e n f r e n -t a d a s p e l o a 1 f a b e -t i z a d o r e -t a l v e s a aus'encia do conhec iemn-t o a r e s p e i iemn-t o d e s iemn-t e s p o n iemn-t o s m e n c i o n a d o s e c o n s i d e r a d o s p o r n6s r e l e v a n t e s p a r a o p r o c e s s o e d u c a t i v e As p e s q u i s a s ! a p r e s e n t a d a s nSo d e i x a r a m a a l t e r n a t i v e p r o n t a p a r a a s o l u - I C&O do p r o b l e m a , mas urn q u e s t i o n a m e n t o p r e c i s e p a r a que os e d u c a d o r e s p r o g r i d a m com r e l a c S o ao e n s i n o e s c o l a r

-A a l f a b e t i zacclo n^o pode s e r urn f i m , mas; urn meio par& que as p e s s o a s usem e s s e s i n s t r u m e n t o s em v i d a /

(17)

-METODOLOGIA

Pava urn m a i o r desempenho do n o s s a t r a b a 1 h o

m o n o g r a f i c o e p a r a a t e n d e r as n o s s a s e x p e c t a t i v a s , usamos e s t r a t e g i a s m e t o d o l o g i c a s que p a r a n 6 s f o r a m i n t e r c a m b i a d a s de a c o r d o com a s r e a i s n e c e s s i d a d e s de i n v e s t i g a c S o • •

Ap6s l e i t u r a s f i c h a d a s e d i s c u t i d a s e p e s -q u i s a s de campo s o b r e d e t e r m i n a d o s a u t o r e s como Ferreiro

(1993), Piaget (op.cit) e o u t r o s , f o r a m u s a d a s f i c h a s que

s e r v i r a m p a r a r e g i s t r o s d o s p o n t o s r e l e v a n t e s d a s o b r a s , como tamfoem p a r a f a c i l i t a r a nossa compreensSo aasrca do que s e e s t u d a v a -Alem d a s f i c h a s de levant-amento de I i v r o s f i c h a d o s , f o r a m u t i l i z a d a s o u t r a s p a r a r e g i s t r o s de d u v i — d a s , i d e i a s e p a r a p l a n e j a m e n t o d a s a t i v i d a d e s ( a n e x o I V ) a serem d e s e n v o l v i d o s n a s e s c o l a s do campo de e s t a g i o -Cabe l e m b r a r a i n d a que o b s e r v a c f t e s s i s t e — m a t i z a d a s , c o n v e r s a s i n f o r m a i s f o r a m r e a l i z a d a s p a r a a p r o -f u n d a m e n t o do n o s s o c o n h e c i m e n t o • De a c o r d o com as n e c e s s i d a d e s d a s s u p e r v i -s a n d a -s , f o r a m e -s c o l h i d o -s c o n t e u d o -s que f o r a m e x p l o r a d o -s em s e m i n a r i e s m i n i s t r a d o s p o r p r o f e s s o r e s da UFPB a f i m de au-| x i l i a r no desempenho dos t r a b a I h o s que compreendiam os r e -q u i s i t e s do e s t a g i o ( a n e x o V)«

No p r i m e i r o C O n t a t o com o campo de e s t a g i o , t i v e m o s r e u n i t e s nas e s c o l a s com a f i n a l i d a d e de a p r e -sen t a r e d i s c u t i r com os p r o f e s s o r e s o n o s s o p r o j e t o : A

pr&tica de alfabetizagSo: o processo ens ino-aprendizagem em tr&s escolas do interior da Paralba (Aparecida ~ anexo

VI)-0 segundo momenta c o n s i s t i u em e n c o n t r o s e d e b a t e s com temas r e l a c i o n a d o s a p r a t i c a cie a l f a b e t i zaca'o e a l i n h a c o n s t r u t i v i s t a cu.ja l i n h a n o r t e o u t o d o s os t r a b a -I h o s d e s e n v o l v i d o s p e l a s s u p e r v i s a n d a s n a s e s c o l a s d u r a n t e o p e r i ado do e s t a g i o Os t e x t o s eram d i s t r i b u i d o s p e l a s s u -p e r v i s a n d a s e a -p r e c i a d o s e d i s c u t i d o s -p o r t o d o s (anexo V I I ) Feita e s t a r e s e r v a , c o u b e n o s urn a p r o f u n damento d i a n t e dos r e g i s t r o s , f a v o r e c e n d o urn s u p o r t e t e o r i co a c o n s t r u c t d e s t a m o n o g r a f i a

(18)

-CONCLUSXO 0 p r o c e s s o de a l f a b e t i z a c a o , comp l e x o e m u l t i comp l e . , tern s i d o e s t u d a d o comp o r comp r o f i s s i o n a i s comp r o -v i n i e n t e s de a r e a s de c o n h e c i m e n t o d i -v e r s o s , p r i -v i i e g i a n d o , p o r t a n t o , a s p e c t o s d i f e r e n t e s n a s suas a n a l i s e s C K r a / n e r 1986). D u r a n t e a execuca'o do r e f e r i d o t r a -b a l h o t i v e m o s a o p o r t u n i d a d e de q u e s t i o n e r a p r a t i c a de a l - 3 f a b e t i zaca'o, p r i n c i p a l m e n t e no t o c a n t e ao p r o c e s s o de a q u i - \ s i ca"o de l e i t u r a e e s c r i t a -Baseadas na f u n d a m e n t a c S o t e o r i c a p r o p o r c i o n a d a p o r e s t u d i o s o s como Piaget,. Ferreiro, Gross i e outros9 f o i p o s s i v e l percebemos a u r g e n t e n e c e s s i d a d e de /

se p e n s a r o p r o c e s s o e d u c a c i o n a l predominant-e em n o s s a s o — / c i e d a d e No p r o c e s s o a l f a b e t i z a d o r podemos v e r que a r e f 1 e -xa*o se f a z n e c e s s a r i a p a r a se c o n s t r u i r uma a p r e n d i zagem f u n d a m e n t a 1 m e n t e s i g n i f i c a t i v e

-£ m i s t e r e n f a t i z a r m o s , urn f a t o r de g r a n d e c o m p l e x i d a d e d e n t r o da e s t r u t u r a do s i s t e m a e d u c a c i o n a l , o f a t e de que a e s c o l a e uma i n s t i t u i c ^ o c r i a d a p a r a c o n t r o l a r a a p r e n d i z a g e m , p o i s mesmo a c r i a n c a a p r e s e n -t a n d o - s e com urn c o n h e c i m e n -t o p r o p r i o , mas sem -t e r p a s s a d o p e l a f o r m a s i s t e m a t i c a de a p r e n d e r na e s c o l a , s e u c o n h e c i mento pode s e r c o n s i d e r a d o f a l h o d e v i d o a eus'e'ncia do c o n t r o l e na e l a b o r a c S o do c o n h e c i m e n t o -£ i n t e r e s s a n t e d e s t a c a r m o s que a c r i a n c a n&o e s p e r a o momento e s c o l h i d o p e l o a d u l t o p a r a i n — t e r a g i r com a e s c r i t a , p o i s a conviv'e'ncia s o c i a l p r o p o r c i o na e s t a o p o r t u n i d a d e , e e l a v a i a v a n c a n d c ao p a s s o que b u s -ca e n t e n d e r a i m p o r t i n c i a e u t i l i d a d e da e s c r i t a . Faz-se n e c e s s a r i o que o e d u c a d o r p r o p o r c i o n e d i v e r s a s , o p o r t u n i d a -des p a r a que a c r i a n c a p o s s a c o n s t r u i r sens c o n h e c i m e n t o s se s e n t i d o s u j e i t o da h i s t o r i a , e n c o n t r a n d o s i g n i f i c a d o no p r o c e s s o de a p r e n d i z a g e m «

Por e n t e n d e r a c o n s t r u c S o do homem, n&o q u a l q u e r homem, mas urn homem f r a t e r n o , s o l i d a r i o , t o l e -r a n t e e a b e -r t o a a l e g -r i a de n o v a s e x p e -r i ' e ' n c i a s , a EducagSo nSo pode s e r pensada senSo i n t e r a g i n d o com o u n i v e r s o de c o n h e c i m e n t o que a c e r c a e do q u a l e l a f a z p a r t e ( G a r c i afj

Citado por Nascimento,

(19)

-C0NS1DERAGQES FINALS

Baseadas nas e x p e r i t?nc i a s v i v i d a s no de— s e n r o l a r d e s t e t r a b a l h o , d e t e c t a m o s que p a r a se d e s e n v o l v e r q u a 1 q u e r a t i v i d a d e no que d i z r e s p e i t o a p r a t i c a de a l f a b e

-t i zaca'o, se f a z n e c e s s a r i o urn v a s -t o conhec i m e n -t o &c&rc.E>. da

p r o b 1 e m a t i c a d i s c u t i d a Podemos o b s e r v a r que nao e x i s t s s a b e d o r i a / t e o r i a sem p r a t i c a e v i c e v e r s a

-Segundo Paulo Freire(cit ado por Grossi,

1990)? t o d a p r a t i c a p e d a g o g i c a se b a s e i a numa t e o r i a

0 p r o f e s s o r a p a r t i r d o s c o n h e c i m e n t o s t e 6 r i c o s a d q u i r i d o s nos c u r s o s ou nas l e i t u r a s de l i v r o s , r e

-l a t o s de e x p e r i ' e ' n c i a s , t e r a c o n d i c f t e s de c r i a r s u a p r o p r i a p r a t i c a A r e f l e x a " o da p r a t i c a de a l f a b e t i zaca'o se f a z i m -p o r t - a n t e , -p o i s e a -p a r t i r d e s t a r e f l e x &am-p; o que o e d u c a d o r - pode p o s s i b i 1 i t a r a c r i a c & o o s e n d e s e n v o l v i m e n t o , se d e s c o b r i n d o , t o r n a n d o s e a s s i m s u j e i t o de s u a p r o p r i a a p r e n d i z a gem -A n a l i s a n d o c o n c e i t o s de a l f a b e t i zaca'o den-j t r o da l i n h a c o n s t r u t i v a , podemos d e f i n i r que o a t o de a l - l f a b e t i z a r e urn a t o p o l i t i c o , em v i r t - u d e de d a r c o n d i c B e s ao i n d i v i d u o de d e s e n v o l v e r urn p a p e l s o c i a l , p o l i t i c o e econS-m i c o d e n t r o da s o c i e d a d e - Para que i s t o a c o n t e c a e p r e c i s o que o p r o f e s s o na s u a p r a t i c a na"o se c o l o q u e como dono e x c l u s i v o do s a b e r , mas, p e l o c o n t r a r i o , a t r a v e s de sua t e o -r i a e n c a m i n h e e s y s t e m a t i z e dados o b s e -r v a d o s na p -r a t i c a das c r i a n c a s p a r a a c o n s t r u c S o do s e u p r o p r i a c o n h e c i m e n t o

(20)

-REFERENCIAS BIBLI0GRAF1CAS

AZENHA, Maria da Graca- C o n s t r u t i v i s m o , De

P i a g e t . a E m i l i a - S e r i e P r i n c i p l e s - E d i t o r a A t i c a ,

1993B1SC0LLA, Vilma Melc C o n s t r u i n d o a A l f a

-b e t i z a c & o - P i o n e i r a5 1991 ( B i b 1 i o t e c a P i o n e i r a de Ci'e'ncias S o c i a l s - Educacclo) . CHJAROTTJNO, Z a l i a Romozzi- A c r i a n c a e o p r o c e s s o de CognicSo- Tex t o e x t r a i d o da p a l e s t r a p r o f e r i d o no I I I E n c o n t r o E s t a d u a l de Educaccfo P r e - E s c o l a r , em 20/07/86 Sa'o P a u l o

FAGUNDES, L i liana liar i a Ro s a Con s t r u t i

-vismo- T r a b a l h o a p r e s e n t a d o no XIV E n c o n t r o N a c i o n a l de Educag^o/CPERS , 1993- J o r n a l da A l f a b e t i zaca'o .

FERREIRO, Emilia R e f l e x o e s s o b r e A l f a b e

t i z a c S o , 7~ Edicao, Ed C o r t e z 1 9 9 3

-GROSS, Esther Pillar. A l f a b e t i zaca'o e s p a c o

p o l i t i c o e p o s s i b i 1 i d a d e s de r e a l i zaca'o - E n c o n t r o da AMAE, C o n g r e s s o N a c i o n a l de A l f a b e t i zacaxj- 1990, Con tagem-M - G «

LAGOA, '\n&- Como a c r i a n c a a p r e n d e segundo

P i a g e t Tex e x t r a i d o da R e v i s t a Nova E s c o l a p a r a p r o f e s s o r e s de 1 ° G r a u ; Ano IX • n " 76 / j u n h o 1 9 9 4

-PAIN, Sara- E d u c a r e e n s i n a r a p e n s a r •

Tex t o e x t r a i d o da R e v i s t a Nova e s c o l a p a r a p r o f e s s o r e s de 1 ° Grau? ano V I I I n ~ 70 / o u t u b r o 1 9 9 3

-SANTOS, Ana Maria Lira dos. A1 f a b e t i zaca'o ,

urn D e s a f i o na. 1 * S e r i e Linguagem Documento I

(21)
(22)

-

(23)

S e c r e t - a r i a de EducacSo e C u l t u r a do E s t a d o da P a r a i b a M u n i c i p i o - Sousa

CREC = 1 0 - RegiSCo de E n s i n o

U n i d a d e E s c o l a r = Escola Municipal de 1° Grau Joaquin a Ame

lia de Sa~*

E n d e r e c o = Rua do Alto, s/n - Aparecida/PB. D i r e t o r a « Luizete Lopes Ferreira.

IM** de t u r m a s = 06 N ° de S a l as = 02 N** de d e p e n d e n c i e s • 07 N43 de t u r n os ~ 03 Pad r a" a — A — 1 Quadro demonstrative 1994 do alunado S e r i e ! N** de t u r m a s ! N ° de A l u n o s A l f a !

oe

i 59 1- ! 01 ! 35

e - :

01 !

eo

3a !

oi :

17 4- ! 01 ! 18 T o t a l ! 06 ! 149

Ouadro demonstrativo dos professores 1994 S e r i e que l e e i o n a ! t u r n o ! Grau de i n s t r u e a" a A l f a ! manna1 ! R e d a g o g i c o A l f a ! t a r d e ! P e d a g 6 g i c o .1* ! t a r d e ! l *9 Grau a- ! manha' ! 1 ° Grau 3- ! n o i t e : ! S** G r a u / I m c o p l e -! Econom-Domestica 4* ! n o i t e ! P e d a g o g i c o 14

(24)

-Quadro Demonstrativo do Pessoal Tecnico Administrativo 1994 FuncSto ' i n ° de Fun-c i o n a r i o s ! n* 3 p o r t u r imanhcf ! t a r d e nos ! n o i t e D i r e t o r a ! 01 > S e c r e t - a r i a ! 02 i :

o

i ! 01 M e r e n d e i r a ! 03 ! 01 » 01 ! 01 ALIX - S e r v i ! 03 I 0 1 ! 01 ! 01 V i g i l a n t e ! 02 ! 0 1 ! ! 01 S u p e r v i s o r a ' 01 • i 1 i i

(25)

S e c r e t a r i a de Educacefo e C u l t u r a do E s t a d o da P a r a i b a l i u n i c i p i o — Sousa

CREC = 10-* RegiSo de E n s i n o

U n i d a d e E s c o l a r ~ Escola Hunicipal de 1° Grau Antonio Meira da Sa,

E n d e r e c o = Rua Francisco Batistafs/n Aparecida/PB

D i r e t o r a = Vera Lucia de 01iveira, N0 de t u r m a s = 08

N ° de S a l a s = 03 N*3 de d e p e n d e n c i e s = 07 N*3 de t u r n os = 03 P a d r S o ~ A — 1

Quadro demon strat ivo do a Inn ado 1994 P r i m e i r o Grau S e r i e ! N ° de t u r m a s N ° de A l u n o s A l f a ! 04 106 1« ! 01 35 E- i 01 EE 3- : 01 IE 4- ! 01 16 T o t a l ! 06 ! 191

Quadro demonstrative dos professores 1994 S e r i e que l e c i o n a t u r n o 'Grau de i n s t r u e a" a A l f a manhct ! P e d a g o g i c o A l f a t a r d e ! P e d a g o g i c o A l f a n o i t e ! 1« Grau A l f a n o i t e ! P e d a g o g i c o 1- ! t a r d e ! 1 ° Grau E- ! manna" } P e d a g o g i c o 3* ! manha ! 1 ° Grau 4* ! t a r d e ! P e d a g o g i c o 16

(26)

-Quadro Demonstrativo do Pessoal TGcnico Administrativo 1994 FuncSfo n<=» de Fun-di i o n a r i o s ! n~ ! man ha' p o r t u r n o s t a r d e ! n o i t e Di r e t o r a Oi j ! Sec. r e t a r i a 0 3 ! 0 1 • 0 1 I 0 1 B i b l i o t e c a r i a 0 1 1 ! 0 1 ! M e r e n d e i r a 0 3 ! 0 1 , 0 1 ! 0 1 A u x - S e r v i 0 3 : O E ! 0 1 ! V i g i X a n t e 0 2 ! 0 1 ! 1 0 1 S u p e r v i s o r a 0 1 1 ! ! 17

(27)

-S e c r e t a r i a de Educaccto e C u l t u r a do E s t a d o da P a r a i b a M u n i c i p i o - S o u s a

CREC • 10* RegiSo do E n s i n o

U n i d a d e E s c o l a r = Escola Estadual de 1" Grau Dr. Jes£

Gadelha.

E n d e r e c o = Rua Joa"o AmSncio Pires ,s/n Aparecida/PB

Diretora = Maria Lucia de Sousa.

de t u r m a s ~ 15 N ° de S a l a s = 05 N*3 de depend'e'nc i as = 12 N ° de t u r n o s = 03 Padr^o = A - 2 D e c r e t o de C r i a c S o - t,~ 268 de 15.01.1951

Quadro demonstrativo do alunado 1994 S e r i e P r e A l f a 1- 2- 3- 4- 6- 78 -T o t a l N ° de t u r m a s 01 02 01 02 01 02 02 02 01 01 15 N ° de A l u n o s 35 75 42 70 40 82 75 70 45 20 551 - 18

(28)

Quadro demonstrativo dos professores 1994

S e r i e que

1ec i e n a i fcurno IGrau de i n s t r u c S o i • P r e ! t a r d e ! P e d a g o g i c o A l f a : manha !L i c- em H i s t o r i a A l f a ! t a r d e !Lie-em H i s t o r i a 1 - ! manna" !Lie-em G e o g r a f i a Bm : manna" i P e d a g o g i c o ! t a r d e ! P e d a g o g i c o 3 * ! t a r d e i P e d a g o g i c o 4 * ! manna- ! P e d a g o g i c o 4* ! t a r d e ! P e d a q 6 q i c o 5* ! manha' ! N s 5~ ! n o i t e ! U r P 6m i n o i t e ! E (J R 6* ! n o i t e ! I E o 7- ! n o i t e ! R L 8- : i L 19

(29)

-Quadro Demonstrativo do Pessoai Tecnico Administrativo 1994 FungSo ! na de Fun— ! c i o n a r i o s ! n ° ! manna" p o r t u r n o s t a r d e ! n o i t e Di r e t - o r a ! 0 1 i i V - D i r e t o r a : o l ! ! A g e n . A d i m i s t - ! 0 1 1 o i : T e c n i c o N i v e l Med i O ! 02 : o i ! 01 A u x • S e r v i g o s S 02 ! 01 ! 01 ! V i g i l a n t e ! 02 ! 0 1 1 ! 0 1 T e c n i c o N i v e l Super i o r ! 01 1 ! 01 : 20

(30)
(31)

-Quadro Demonstrative dos Professores na*o habiii tados para o mag i st£r io

1994

S e r i e que ! t u r n o !Grau de i n s t r u c & o l e e i o n a ! ! 1* ! t a r d e ! 1C 3 Grau £~ ! manhS ! l a Grau 3* ! n o i t e \ ? ° Grau ! ! E c o n « D o m e s t i c a 3 * ! manhS ! 1<::' Grau A l f a ! n o i t e ! 1° Grau

(32)
(33)

-23-hm$o. (k

C q m

L 3ac;a » a £ | a f t e l » mAmiACultes

2o

C&mp&e&e de accmcto C M & dementia:

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3, &epane » A pedacAnte* daA paka'vnX.nhaAt

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4* PArde de amanete

£naT\Ap

&nie iennsAine

5« 3ac;a A S M 'n&rne;

60 C©-£e ©-u d«A«nf*« a -Hguna de urn A<s^dadf><

(34)
(35)

-25-FJCHA DE PLANEJAMENTO N° OOl/ESSE a t a : / / A s s u n t o ; one 1us So s s i n a t u r as E s t a g i a r i a s , Responsavel/Campo de E s t a g i o s O r i e n t a d o r do E s t a g i o : r g a H o r a r i a s E 6

(36)

-FICHA DE ARQU1V0 DE ID£IAS H° 002/ESSE a t a : / / Fonts-: o n e l u s S o : s s i n a t u r a s E s t a g i a r i o : O r i e n t a d o r do E s t a g i o : :arga H o r a r i a : .

(37)

CATALOGAQAO DOS L1VR0S FICHADOS N° 0003/ESSE

t t a : / / F o n t e :

i l a v r a s -- Chaves

> n c l u s c t o :

(38)

FICHAS BE D8VJDAS E/OU QUESTJONAHENTOS - N° 004/ESSE W i c i a s e/ou Q u e s t i on amen t o s : B S i n a t u ras ( E s t a g i a r i a ) bitas / / - T e m a t i c a R e s p o n s a v e l p e l a T e m a t i c a j r g a H o r a r i a a

(39)
(40)

-30-CRONQGRAHAS DOS SEHINARIOS - 94.2

IS-10.94 - Apresentaga"o e discussSo crxtica ao projeto: 0

Est&gio Supervisionado - 0 Supervisor urn Educa— dor ,

Profa, Maria Aives de Souza Lima

£ 5 - 1 0 - 9 4 - CONSTRUTIVISMO: 0 social, o Educacional e o

Psi-co16gico.

Prof. Modesto leite R. Neto

01-11-94 - EducacSo Jnforma'tica na Matem&tica:

Prof, Dr.- Raimundo Benedito do Nasc i men to

SS-11-94 - A RepresentagSo social na EducagZo de Hoje

Profa. Or a* Shew a Mai a Nobrega

8S- 11 - 94 - 0 Estagi&rio e o trabalho de campo: Dilemas /

estrutura e

definig&es-Mesa Re donda" Estagiarios

E9. 11-94 - Avaliaga-o do Ensino e Aprendizagem

Pro fa. IdeIzuite de Souza Lima

06-1E-94 - 0 Estagi£rio no Cotidiano Escolar e a FormagSo

do Supervisor Educador.

Pro fa.- Maria Aives de Souza Lima

31

(41)

13-18-94 - Piaget e Vygotsky - Uma confront aca"o

Prof, Modesto leite R. Neto

20-18-94 - Metodologia Aplicada aos EStudos Sociais

Pro fa, Edleuza Rodrigu.es Viana

03-01-95 - Metodologia de Pesquisa Educacional

Pro fa, Belijane Marques Feitosa

10-01-95 - Urn enfoque Sociol6gico da EducagSo - Perspectiva

e Abordagens

Pro fa. Maria do Socorro Nascimento

17-01-95 - A CONJUTURA NACIONAL DA EDUCACAO - UM ENFOQUE

MULTIDISCIPL INAR.

Prof. Edmundo de Oliveira Gaud&ncio

OBS.s A p a r t i r do u l t i m o S e m i n a r i o t o d o s os espacos d i s p o

-n i v e i s s e r l t o r e s e r v a d o s a producSfo e a p r e s e -n t a c e t o d a ( s > Monograf i a s ( s ) •

(42)

-W i

(43)

-33-Universidade Federal da Parafba

Centra de For mac So de Professores Campus V Cajazeiras - PB.

Departamento de Educac&o

Esta'gio Supervisionado - SupervisBo Escolar

A P r a t i c a d e A l f a b e t i z a c a o : o processo ensino-aprendi-zagem em tre*s escolas pdbficas no interior da Parafba (Aparecida).

ana $iw«

(44)

P R O J E T O :

A Pratica de Alf abeti zag So; o processo ensino-aprendi-zagem em tr&s escolas ptfblicas no interior da Parafba (Aparecida).

S u p e r v i s o r a d o E s t a g i o : Maria Aives de Souza Lima N° d e h o r a s d o E s t a g i o : 120 horas

C a m p o d e E s t a g i o : Escola Estaduaf de 10 Grau Dr. Jose' Gadeiha Escola Municipal de P Grau Joaquina Amelia de S3 Escola Municipal de 1° Grau Antonio Meira de S&

S u p e r v i s a n d a s :

Ana Maria Pires

(45)

I n d i c c

T i t u l o 3 6 J u s t i f i c a t i v a 3 7 R e f e r e n c i a l T e o Y i c o 3 8 D e f i n i c S o d e P r o b l e m a s 4 0 G b j e t i v o s 41 M e t o d o l o g i a 4 2 C r o n o g r a m a s 4 3 B i b l i o g r a f i a s 4 4 l 1

(46)

I itulo

A Pratio* de Alfabetizac So: o processo ensino-aprendh zagem em tr€s escolas pdblicas no interior da Parafba

(Aparecida)*

*Situada a M K . da cidade de Sousa. No dia 29 de a b H de t994 foi sancionada a Lei naoeno 5.896 que CPia o aunicipio de ftpareoda.

(47)

JUSTJF1CATIVA A e s c o l a p u b l i c a em n o s s a s o c i e c l a d e p a s s a p o r v a r i a s d i f i c u l d a d e s d e c o r r e n t e s de sua c a r f n c i a t a n t o f i n a n c e i r a , como no que se r e f e r e ao p r o c e s s o e n s i n o — a p r e n -d i zagem, p r i n c i p a l m e n t e no t o c a n t e a p r a t i c a -de a l f a b e t i z a — cao P a r t i n d o d e s s a s d i f i c u l d a d e s e d e f i c i ' e ' n -c i a s o b s e r v a d a s nos a l u n o s e p r o f e s s o r e s de a l f a b e t i za-ca'o

da Escola Est actual de 1" Grau Dr. Jos& Gade lha f Escola

Mu-nicipal de 1* Grau Antonio Meira de Sa' e Escola MuMu-nicipal de t° Joaquina Amelia de Sa, s e n t i m o s a n e c e s s i d a d e de ana—

l i s a r m o s o p r o c e s s o e n s i n o - a p r e n d i z a g e m e a p r e s e n t a r m o s urn p r o j e t o de t r a b a l h o t e n t a n d o mapear e s s a s d i f i c u l d a d e s , c r i a n d o s i t u a c o * e s que p o s s i b i l i t e m ao p r o f e s s o r o a c e s s o a t e o r i a s que s e r v i r a m de s u b s i d i o s p a r a a sua p r a t i c a e p r o -p o r ao a l u n o uma m a i o r i n t e g r a c S t o no -p r o c e s s o , e s t i m u l a n d o a desempenhar com e f i c i @ n c i a a s a t i v i d a d e s p r o p o s t a s a s e rem r e a l i z a d a s t a n t o em s a l a de a u l a , como e x t r a — e s c o l a r

(48)

-REFERENCE AL TEORJCO

As d i s c u s s f t e s s o b r e a p r a t i c a de a l f a b e t i — zaca'o tern—se c e n t r a d o na pol'e'mica a r e s p e i t o dos metodos u t i l i z a m o s , p o i s na m a i o r i a dos c a s o s , os a l f a b e t i z a d o r e s d e s c o n h e c e n d o a s c a r a c t e r i s t i c a s p r o p r i a s dos a l u n o s u t i l i — zamse de metodos t r a d i c i o n a i s , onde c o n s i d e r a — s e que o c o nhec i m e n t o e t r a n s m i t i d o j a r e a l i z a d o e o a l u n o e o r e c e p

-t o r . T a l p r o c e d i f T i e n -t o , vem d i f i c u l -t a n d o a a q u i s i c S o d e s s e s c o n h e c i m e n t o s , p o i s o a l u n o e i.solado do p r o c e s s o como e s t e ao c h e q a r na e s c o l a f o s s e uma t a b u a r a s a s urn s e r sem q u a l q u e r c o n h e c i m e n t o

-C o n t r a p o n d o - s e a e s t e p e n s a m e n t o , d e p o i s de f e i t o e s t u d o s acerca. do p r o b l e m a em q u e s t S o , Ferreiro

(1985), a f i r m a que a a l f a b e t i z a c & o comeca m u i t o m a i s cedo

do que a e s c o l a i m a g i n a , uma v e z que l e r nSo e simp 1 i s m e n t e dec i f r a r

sonsD e n t r o de uma p r o p o s t a p e d a g o g i c a m a i s c o -e r -e n t -e p a r a a -e v o l u c S o do -e d u c a n d o , f a z - s -e n -e c -e s s a r i o qu-e e s t e s e j a c o n s i d e r a d o como s u j e i t o de a p r e n d i z a g e m . E a i n -d a , -d e v e - s e c o l o c a - l o em p r i m e i r o p i a n o , p r o c u r a n -d o conhe-c'e'~lo m e l h o r , t a n t o no que se r e f e r e as suas c a r a c t e r i s t i — cas como no n i v e l de c o n h e c i e m n t o em que s e e n c o n t r a .

G d o c e n t e p r e c i s a c o m p r e e n d e r que c e r t o s t i p o s de c o n h e c i m e n t o s nSo sSo e n s i n a d o s , mas q u e , ao i n v e s de e n s i n a r t u d o , e l e deve mun i r o meio ambiente; de mater i a i s v a mater i a d a s e a d e q u a d o s , dando a s c mater i a n c a s as o p o mater t u n i -dades de que p r e c i s a m p a r a c o n s t r u i r e s t r u t u r a s c o g n i t i v a s , m e d i a n t e uma, i n t e r ac So e f e t i v a P a r t i n d o do p o n t o de v i s t a do c o n s t r u t i v i s m o , e i m p o r t a n t e e n f a t i z a r o que m a i s i m p o r t a n t e no p r o -c e s s o - o s u j e i t o a p r e n d e ; e p a r a i s s o e f u n d a m e n t a l que o d o c e n t e conheca as e t a p a s de e v o l u c S o e os e s t a g i o s de de-s e n v o l vimen t o da c r i a n c a p a r a de-s a b e r de-s i t u a r em que n i v e l c a ~ da uma se e n c o n t r a ao c h e q a r na e s c o l a e a s s i m , p r o g r a m a r uma d i d a t i c a adequada e v i t a n d o s u b e s t i m a r a c r i a n c a - O u t r o f a t o r i m p o r t a n t e e que o d o c e n t e tome c o n s c i l ' n c i a de que deve a d a p t a r ~ s e a e s c o l a , mas que e l a deve a d e q u a r - s e ao t i p o de c r i a n c a que comp&e a sua c l i e n t e l a , v i s t o que uma g r a n d e d i f i c u l d a d e e n f r e n t a os a l u n o s das c l a s s e s menos

(49)

-f a v o r e c i d a e o pouco c o n v i v i o com o m a t e r i a l a d e q u a d o , p a r a que possam c h e g a r a urn n i v e l d e s e j a v e l de c o n c e i tuaca'o

(50)

-DEFJHJgAO DO PROBLEM A

T r a d i c i o n a I m e n t e , o a t o de a l f a b e t i z a r se da de f o r m a s i s t e m a t i c a , onde o e d u c a d o r t r a n s m i t e i n f o r m a -coes e o a l u n o c a p t a com e f ici'e'ncia o que f o i e m i t i d o - Nes-t a p r a Nes-t i c a f i c a c o l o c a d o a p a r Nes-t e a i n Nes-t e r a c a " o do s u j e i Nes-t o com o que se aprende- t. f a t o r pol'emico o q u e s t i onamento acc^rca.

dessa p r a t i c a , p o i s tern—se o b s e r v a d o que o s u j e i t o e capaz de c o n s t r u i r e s s e s c o n h e c i m e n t o s • E n t S o , p o r que os e d u c a d o r e s nSto p r o p o r c i o n a m a o p o r t u n i d a d e p a r a o educando c o n s t r u i r e s s e s c o -n h e c i me-ntos? E p r o p o s i t o d e s t a p e s q u i s a o q u e s t i o n a m e n -t o a r e s p e i -t o d e s -t a p r o b l e m a -t i c a - O b s e r v e — s e que na m a i o r i a dos c a s o s o que p e p a r d e i a na v e i c u l a c c f o do conhec i m e n t o e a f a l t a de embasamento t e o r i c o p o r p a r t e dos e d u c a d o r e s e a s -s i m? f a z s e n e c e s s a r i o que e s t e se i n t e g r e mais na sua p r o -f i s s ^ o e p r o c u r e d e s e n v o l v e r s u a s a t i v i d a d e s com - fundament a c & o e o b j e fundament i v i d a d e e na"o de m a n e i r a a l e a fundament o r i a

-0 que nos l e v a a p e s q u i s a r aazrca dessa p r o b l e m a t i c a e o f a t o de que j a se d e s t a c o u s e que a p r a t i -ca de a l f a b e t i zacSto e s t a f a l h a e como consequ'e'nc i a ha urn d e c l i n i o na educagSo- Em s e g u n d o9 q u e s t i o n a m o s e p r o p o r m o s s u g e s t O e s que venham e l e v a r e s t a p r a t i c a , de f o r m a c r i t i c a e r e f l e x i v a - Face ao nosso o b j e t o de i n v e s t igacSto se f a z n e c e s s a r i o que o e d u c a d o r c o n s c i e n t i z e — s e que "n'Mo e'

neces-sikrio ensinar o tempo todo „ mas possibilitar intersexes, inter locucZfes, con fr on tos e trocas de panto de vistas".

(51)

OBJETIV OS

Objet ivo Geral

3> Identificar o nxvel do processo de

alfa-betizaga'o e propor renovacftes para o seu crescimento.

Objetivos Especificos:

& Hapear e reconhecer

o-* DesenvoIvimen to da escrita, * In teresse pela leitura.

* Besinibiga'o dos alunos atraves de tecni-cas criativas, operadas em sala de aula. * A capac idade de executar com efici&ncia

as atividades propostas.

* Interesse pelas at iv idades extra-classe. * Habilidade pedagogica.

(52)

-HETODOLOGJA

P a r a a execuclfo do p r o j e t o u t i l i z a r e m o s a p e s q u i s a e x p l o r a t o r i a , que- rem como f i n a l i d a d e i n v e s t ! g a r e d e s c o b r i r profolemas qua a f e t a m o p r o b l e m s em e s t u d o

-Nosso t r a b a l h o s e r a r e a l i z a d o a t r a v e s de l e i t u r a s , o b s e r v a g o e s , e n t r e v i s t a s , d e b a t e s no i n t u i t o de e s c l a r e c e r n o v o s metodos e t e e n i c a s p e d a g & g i c a s

-A p r i n c i p i o , p a r a nos f a m i 1 i a r i z a r mos m a i s com o problema,, f a r e m o s o b s e r v a c t t e s dos t r a b a l h o s que os p r o f e s s o r e s r e a l i z a r S c com s e n s a l u n o s na s a l a de a u l a . P o r t a n t o , baseado n e s t a s o b s e r v a c t t e s s e r S o r e a l i z a d a s e n t r e v i s t a s nSo f o r m a i s e d e b a t e s a f i m de d e s e n v o l v e r , e s c l a r e c e r e m o d i f i c a r c o n c e i t o s e i d e i a s t r a d i c i o n a i s i n c u l -cadas nos p r o f e s s o r e s e a l u n o s . Os i n s t r u m e n t o s u t i l i z a d o s serefo d e f i n i d o s de a c o r d o com a r e a l , i d a d e das e s c o l a s que e s t & o sendo desen v o l v i d o o p r o j e t o

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CRONOGRAHA - 1994-1995 A t i v i d a d e s ! D u t u b r o Novembro Dezemb r o ! J a n e i r o F e v e r s i r o E s t u d o s I n t r a e I n t e r D i s c i p l i n a r ( L e i t u r a s ) i i i X X ! ! x : X X I n g r e s s o no campo de E s t a g i o s • : x X i ! x : O b s e r v a c & e s ! X j D e b a t e s X l x : A p l i c a c = ( o de T e c n i c a s P e d a g o g i c a s i i * • > X ! R e v i s a o B i b 1 i o g r a f i c a i X I X ! X ProduccfD e a p r e s e n t a -c&o da monograf i a • i ! X ! X • j ! X 1 X X

-

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-BIBLIOGRAFIA

FERREIRA, Luiza Goulart, O T r a b a l h o

Cons-t r u Cons-t i v o da C r i a n c a no P r o c e s s o de A l f a b e Cons-t i zaca'o (monograf i a o r i e n t a d a p e l a p r o f e s s o r a Magda B e c k ) . Coleta'nea AMAE, 72 -

79FERREIRO, Emilia, R e f l e x t t e s s o b r e A l f a b e

-t i zacSo- SSCo P a u l o , C o -t e s , 1985.

GIL, Antonio Carlos, Metodos e P e s q u i s a

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(56)

-45-CONSTRUTIVISHO c o n s t r u c S o do p e n s a r do a l u n o s o b r e nos f a l a de a m b i e n t e a l f a -0 C o n s t r u t i v i s m o , com sua f o r m u l a e S o s o b r e o d e s e n v o l v i m e n t o da i n t e l i g e n e i a a p a r t i r da i n t e r a c a o do s u j e i t o com o s o b j e t o s de c o n h e c i m e n t o , numa c o n s t a n t e b u s -ca de e q u i l i b r i o , nos a p o n t a p a r a urn m a i o r e q u i l i b r i o t a m ™ bem no e n s i n o

-A questSto do i n t e r e s s e tern a v e r com o am-b i e n t e s o c i o - c u l t u r a l e com as emocftes do s u j e i t o que a p r e n d e . & p r e c i s o que a l i n g u a e s c r i t a f a c a p a r t e do mundo do s u j e i t o de f o r m a d e s e j a v e l A f o r m a de a p r e s e n t a r r e l a -c i o n a - s e do momento de a 1 i ngua esc r i t a • EmiI i a Ferreiro b e t i z a d o r -Quer d i z e r , a q u e l e a m b i e n t e onde l e r f a z p a r t e dos h a b i t o s e p r a z e r e s das p e s s o a s que a l i v i v e m , o n -de e s c r e v e r s e j a n a t u r a l como comer e d o r m i r - A e s c o l a po-de c r i a r em s i p r o p r i a a m b i e n t e s a l f a b e t i z a d o r e s , nunca e n t r e t a n t o , s u b s t i t u t o s p e r f e i t o s do l a r de seus a l u n o s

-A l i n g u a e s c r i t a e s t a em t o d a p a r t e em nossa s o c i e d a d e : nos j o r n a i s , os c a r t a z e s , n o s m u r o s , n a s p l a c a s , nos a r m a z e n s , nos o b j e t o s de u s o d i a r i o , nos b r i n — q u e d o s , na televisSCo e n o s l i v r o s - E s t a o r g a n i z a d a em u n i — dades de s e n t i d o . B a s s i m que a s c r i a n c a s comegam a conne-c t — 1 a »

D e c r o l y , F r e i n e t , P a u l o F r e i r e , Gleen Do-man, p a r a c i t a r a 1 g u n s , ap r a v e i t a r a m e s t a e v i d @ n c i a • Comegase p e l o que f a z s e n t i d o . P o r onde o a l u n o possa a s s i m i

-l a r , d i r i a m o s com o c o n s t r u t i v i s m o , ou t e n h a e s t r u t u r a s de enca i

xe-E a q u i , me p a r e c e , r e s i d e a i m p o r t i n c i a de uma viselo c o n s t r u t i v i s t a da a p r e n d i z a g e m : na*o e p r e c i s o p S r f o r a t u d o o que j a se f e z com r e l a g & o aos metodos de a l f a -b e t i z a c & o - £ p r e c i s o a n a l i s a — l o s e t e n t a r c o m p r e e n d e r p a r que a f i n a l deram c e r t o em d e t e r m i n a d o s momentos- NSo e x i s t e uma u n i c a f o r m a c o r r e t a de comegar- Pode-se comegar p e l a

l e t r a , mas p r e c i s a m s e r r e s p e i t a d a s as h i p o t e s e s que o a l u no tern £ p r e c i s o f o r n e c e r informag&Ses p a r a serein u t i l i z a -das como e l e m e n t o s de? ex p e r i men t a g So p o r p a r t e dos a l u n o s ,

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-m o d e lO B p a r a serem comparados com as producftes p r o p r i a s ou i m i t a d a s , r e p r o d u2 i d a s , quando o a l u n o d e s c o b r e que ha uma f o r m a c o n v e n e i o n a d a como c o r r e t a , embora o u t r a s p e l a s u a l o g i c a tambem o puderem- P o r e x e m p l c , & p r e c i s o a p r e n d e r esc r e v e r " hoje ", e nS'o " oje " e " xicara e n&o " chi —

car a etc«

E n f i m , a p r e n s e t a m o s a l i n g u a e s c r i t a em sua r e a l i d a d e , com s u a s f u n c b e s e u s o s comuns- Sem m i s t e — r i o s ou medo do e r r o , p o r q u e o e r r o ira sendo c o r r i g i d o a medida que o a l u n o c o n v i v a com t e x t o s e s c r i t o s c o r r e t a m e n

-t-e, desde que t e n h a a p r e n d i d o a d e s c o b r i r como f u n c i o n a o s i s t e r n a a l f a b e t i c o do q u a l f a z uso a p a r t i r de sua ac&o s o -b r e e l e , que se c o n s t r u i r a j u s t a m e n t e de l e i t u r a s e e s c r i t a s , s i q n i f i c a t i v a s , de r a c i o c i n i o . nSo de t r e i n o

-De' FAGUHDES, Li liana Maria Rosa

E s t e t e x t o f o i e x t r a i d o do J o r n a l da A l f a b e t i zaca'o, n*3 35 -Ano V I ,

Pag--05-M a t e r i a de Li liana Pag--05-Maria Fagundes, pedagoga e p e s q u i s a d o r a na a r e a de A l f a b e t i

zaca'o 47 zaca'o

(58)

Postura do Educador Construtivista '* E s t i m u l a r s i t u a c o e s de ap r e n d i zagem -* P o s s i b i1 i t a r c o n d i g b e s p a r a a c r i a n c a m a n i f e s t a r suas i d e i a s , s e n s a c o e s e emocftes-* Conhecer a c r i a n c a s C a r a c t e r i s t i c a s ; E s t a g i o s e evo l u c fries s C a p a c i d a d e s Cond i

cftes-*• Compreender que c e r t o s conhec i men t o s n'a'o s&o e n s i n a d o s . p s i c o I 6 g i c o s » * Con s i d e r a r o s a s p e c t o s m e t o d o 3.6 g i c o s e * Procurar a d a p t a r - s e aos t i p o s de c r i a n c a que compoem a s u a c 3. i en t e l a * P r o p o r c i o n a r v i v e ' n c i a s d e s a f i a d o r a s -* F a v o r e c e r o c o n h e c i m e n t o e s p o n t a n e a m e n t e c o n s t r u i do vo d a d e s » * P o s s i b i 1 i t a r o conhec i m e n t o s i g n i f i c a t i * D i s c u t i r a t e o r i a — p r a t i c a * V a r i a r o g r a u / c o m p l e x i d a d e d a s a t i v i

* Compreender como a crianca ap r en d e * T e r c l a r o o t r a b a l h o com as c r i a n c a s

(59)

-* S e l e c i o n a r a t - i v i d a d e s9 q u e s t i o n a m e n t o s adequados-* P l a n e j a r , r e g i s t r a r - e avaliar as c o n s — trucCJes i n f a n t i s -* Saber 1 i d a r com as d i f e r e n t e s c l a s s e s soc i a i s * L e r n e c e s s i d a d e s , i n t e r e s s e s , d i f i c u l d a des -* B u s c a r urn t r a b a l h o p e d a g o g i c o a l t e r n a t i — vo -* Formar i n d i v i d u o s c a p a z e s de t e r uma v i ~ sao c r i t i c a da s o c i e d a d e

-Aluno na concepgeio Con strut iv ista

* S u j e i t o c o g n o s c e n t e

-* P r o c u r a a t i v a m e n t e c o m p r e e n d e r o mundo que o r o d e l a

st Nolo e s p e r a que alguem t r a n s m i t a o c o n h e -c i men t o p a r a e l e •

Alguns fundamentos teoricos sobre aprend i zagem: * Psicog'e'nese i n t e r f e r i n d o s c o r p o a f e t i v i d a d e c o g n i t i v o soc i a1 c u 1 t u r a I 4 9

(60)

-AQUAREL A

Numa f o l h a q u a l q u e r eu desenho urn s o l a m a r e l o E com c i n c o ou s e i s r e t a s e f a c i l f a z e r urn c a s t e l o C o r r o o l a p i s em t-orno da m £ o e dou uma l u v a

E se f a c o c h o v e r com d o i s r i s c o s t e n h a urn g u a r d a c h u v a Se urn p i n g u i n h o de t i n t a c a i num p e d a c i n h o a z u l do p a p e l Num i n s t a n t e i m a g i n o uma l i n d a g a i v o t a a v o a r no c e u V a i voando c o n t o r n a d o A imensa c u r v a n o r t e — s u l Vou com e l a v i a j a n d o H a v a i f Pequim ou I n t a m b u l P i n t o urn b a r c o a v e l a b r a n c o navegando £ t a n t o c e u e mar num b e i j o a z u l E n t r e as c u r v a s s u r g i n d o Urn l i n d o a v i S o r o s a e g r e n a Tudo em v o l t a c o l o r i d o Com s u a s l u z e s a p i s c a r B a s t a i m a g i n a r a e l e e s t a p a r t i n d o S e r e n o i n d o E se a g e n t e q u i s e r E l e v a i p o u s a r

Num f o l h a q u a l q u e r eu desenho urn n a v i o de p a r t i d a Com a 1 guns bons a m i g o s bebendo de bent com a v i d a De uma A m e r i c a a o u t r a c o n s i g o p a s s a r num segundo G i r o urn s i m p l e s compasso num c i r c u l o eu f a c o o mundo Urn menino caminha e caminhando chega num muro

E a l i l o g o a f r e n t e a e s p e r a r p e l a g e n t e o f u t u r o e s t a E o f u t u r o e uma a s t r o n a v e

Que t e n t a m o s p i l o t a r

Na"o tern tempo nem p i e d a d e Nem tern h o r a de c h e g a r

Sem p e d i r l i c s n c a muda nossa v i d a E d e p o i s c o n v i d a a r i r ou c h o r a r Conhecer ou v e r o que v i r a

o f i m d e l a ninguem sabe Bern ao c e r t o onde v a i d a r

Vamos t o d o s numa l i n d a p a s s a r e l a De uma square I a que urn d i a e n f i m D e s c o l o r i r a

(61)

-E£F£F**=*-r#=fc C o n t r a Capa: Me t o ; e - s e N e t o Ded i c a t a r i a : a q r a d e m o s: l'e'-se a q v" a d e c e m o 5 P a g i n a 03 p e r m i t i r s P a g i n a 06 ses s P a g i n a 07 p a r a o que: c o n t r u e S o s p r o c e s s o s j t a l v e s : l's'-se I f - s e p e r m i t e 1 '§'—se 1 i'~se 1 e'-se 1 'e'-se conhec :i. emn t o ? 1 'e'-se

s e u s p a r a que c o n s t r u c S o p r o c e s s o t a l v e z c o n h e c imtm t o P a g i n a OS .1'e'-se A p r a t i c a de A l f a b e t i zaca'o: 0 p r o c e s s o en s i n o — a p r e d i zagem em tr'e's e s c o l a s ' v O * i n t e r i o r d P a r a i b a ( A p a r e i d a ) -P a g i n a 09 p e r c e b e m o s ; P a g i n a .1.0 p r o f e s s o ; c o n t r t u t i v a s P a g i n a 14 imcomples P a g i n a 37 s e r v i ram: 1'e'-se 1'e'-se 1 e'-se 'e-se 'e'-se percei»be<mos p r o f e s s o r cons t r u t i v i s t a i n c o m p 1 e t o s e r v i ra*o P a g i n a 38 u t i l i z a m o s s 1@-— se como e s t e s l e — s e s i mp1i smen t e} 1 © — s e

urn i n t e r a c & o : le'—se

e n f r e t a os a l u n o s ; 'e'-se? e n f r e t a d a p e l o s a l u n o s 1§'~se q u e t i onarmos u t i 3. i zados como se e s t e s i mp1esmen t e uma i n t e r a c e f o P a g i n a 40 q u e s t i o n a m o s P a g i n a 48 r e a l i z a r & o ; l e - s e Pagina. 47 a p r e s e t a m o s : l e - s e r e a 1 i zam ap r e s e n t a m o s

Referências

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