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Academic year: 2021

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ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE ÁREA:

SUBÁREA: Biomedicina SUBÁREA:

INSTITUIÇÃO(ÕES): CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS -FMU

INSTITUIÇÃO(ÕES):

AUTOR(ES): KARINE APARECIDA HENGLES DE MORAES CARVALHO AUTOR(ES):

ORIENTADOR(ES): ERIK CENDEL SAENZ TEJADA ORIENTADOR(ES):

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1. RESUMO

A leishmaniose visceral (LV) ou “Calazar”, é uma doença infecciosa que se não tratada pode desencadear a morte. Um dos principais repositórios da doença e principal transmissor para o Ser Humano é o cachorro doméstico. Um dos principais vetores é o conhecido “Mosquito Palha”. No homem a doença tem como um dos seus principais sintomas a Esplenomegalia Febril, ou seja, o aumento do baço. Este trabalho é uma revisão bibliográfica de artigos científicos, monografias, teses, dissertações retiradas de bases eletrônicas, e tem como objetivo geral o estudo sobre a Leishmaniose Visceral, mesmo sendo uma doença já sinalizada em séculos passados, atualmente no Brasil tem uma alta incidência principalmente em regiões onde a população vive abaixo do índice de desenvolvimento humano. A leishmaniose visceral é transmitida pela picada do mosquito-palha. Na LV o parasita migra para os órgãos viscerais como fígado, baço e medula óssea e, se deixado sem tratamento, quase sempre resultará na morte do paciente. Esta doença infecciosa sistêmica é caracterizada por febre de longa duração, aumento do fígado e baço, perda de peso, fraqueza, redução da força muscular, anemia e outras manifestações. O diagnóstico é realizado através de métodos clínicos associados aos meios parasitológicos, sorológicos e imunológicos, sendo o parasito constituí elemento basilar para a percepção da enfermidade. Assim podemos denotar a importância de conhecer mais sobre a LV e estudos devem ser mais amplos, buscando meios de descobrir e extinguir as fontes transmissoras

2. INTRODUÇÃO

Atualmente o nosso país tem sofrido com epidemias de doenças que já foram erradicadas, a volta destas enfermidades está relacionada principalmente com as populações que vivem em situação de pobreza, onde há a escassez de acesso à saúde, com poucos recursos econômicos e sociais.

A Leishmiose Visceral se enquadra nesta perspectiva, ainda que seja uma doença antiga e residente em todos os lugares do mundo. No Brasil está concentrada nas áreas em que não existe informação, saneamento básico, higiene entre outras coisas que estão primadas como garantidoras de uma qualidade de vida saudável e fazem parte da dignidade do Ser Humano. Esta doença ocorre nas

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áreas urbanas, tendo como vetor o mosquito e como repositório o cachorro doméstico., também é conhecida como “Calazar” William Boog Leisman foi o responsável por identificar o parasita responsável pela doença, em 1903 Donavan foi o primeiro a publicar um estudo sobre esta temática. Os primeiros casos brasileiros foram em Estados como Ceara, Pará, Sergipe, Alagoas, Piauí, Rio Grande do Norte e Pernambuco.

Para este Artigo, justificou-se o tema, sem intenção de esgotar o assunto, buscando recursos por meio da revisão literária, o estudo sobre as causas do Leishmaniose Visceral, seu histórico, aspectos gerais, seu principais vetores, e a fase diagnóstica, bem como sua repercussão no Ser Humano e no cão doméstico.

3.OBJETIVOS

Este trabalho tem como objetivo o estudo sobre a Leishmaniose Visceral, bem como o seu histórico e sua origem, suas possíveis causas, o seu diagnóstico e pontuações epidemiológicas.

4. METODOLOGIA

Utilizou-se para a construção deste trabalho, a revisão bibliográfica de Artigos Científicos retirados de meios eletrônicos como o SCIELO (Scientific Eletronic Library Online), Teses, Dissertações, Trabalhos de Conclusão de Curso e textos diversificados do Google Acadêmico, periódicos retirados do Portal Capes, além de livros. De forma relevante, ressaltou-se o estudo em cães domésticos e Seres Humanos buscado as dificuldades encontradas em relação ao combate da LV, bem como seus aspectos clínicos e os exames que ajudam a chegar no diagnóstico da enfermidade.

5. DESENVOLVIMENTO

A Leishmanioses é um problema de saúde bastante retratado no Brasil. No entanto a doença não é somente percebida em nossa Nação, seu histórico é antecedente de outros Países. Outros nomes foram dados à doença, a Leishmaniose Visceral (LV), também é reconhecida por “calazar”.

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O tratamento desta doença não consiste apenas na distribuição de medicamentos, se faz necessários recorrer á outros recursos. Ainda nesta perspectiva, é preciso conscientizar por meio de programas que tragam informações sobre as formas de transmissão, os locais mais suscetíveis a infecção e principalmente como fazer a prevenção. No entanto, no Brasil o homem não tem importância como reservatório, ao contrário do cão, que é o principal reservatório do parasito em área urbana. Nos cães, o tratamento pode até resultar no desaparecimento dos sinais clínicos, porém eles continuam como fontes de infecção para o vetor, e, portanto, um risco para saúde da população humana.

6. RESULTADOS

A leishmaniose visceral (LV) ou “Calazar”, é uma doença infecciosa que se não tratada pode desencadear a morte. No entanto, a identificação do parasita correspondente a patologia ocorreu no século XX, por William Boog Leisman onde a presença do protozoário foi encontrada no baço de um soldado indiano, que faleceu em decorrência da febre “Dum Dum”. Em 1903 Donavan publicou de forma pioneira sobre o agente etiológico, demonstrando em uma criança com febre irregular a presença do parasito em aspirados esplênicos. (CABRERA, 1999).

Na América do Sul especialmente no Brasil, o primeiro relato de caso da LV autóctone foi registrado em 1913 por Migone (COSTA,2011). Algumas possibilidades de transmissão foram teorizadas, dentre elas, supõem – se que o parasito possa ter desembarcado em nossa Nação por meio de cachorros infectados que se originavam do continente Europeu juntamente com os colonizadores no século XVI (MAURICE et, al., 2000).

Henrique Penna após exames de tecido hepático a partir de lâminas histológicas de fígado examinadas post mortem para diagnóstico de febre amarela. Desta maneira foram registrados 15 casos no Ceará, nove no Estado da Bahia, cinco no Sergipe, quatro em Alagoas, três no Pará, três no Piauí, um no Rio Grande do Norte e o último em Pernambuco (LAINSON et al., 1986; LAINSON,2010).

A Comissão para estudos da Leishmaniose Visceral Americana teve uma comissão de estudos chefiada por Evandro Chagas em 1936 pelo Instituto Oswaldo Cruz e acolhida pelo Governo do Estado do Pará. (LAINSON et al., 1986).

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Ainda existem dificuldades para avaliar a importância da LV no Brasil, por meio de algumas pesquisas e levantamentos, ela se encontra em fraco processo de crescimento em magnitude e como expansão geográfica (COSTA, 2005).

O cachorro doméstico (Canis Familiaris) é o principal transmissor, mas dependendo da região geográfica, existem outros vetores que também podem transmitir esta enfermidade.

Nas áreas endêmicas é considerado um dos maiores vetores da LV, e nas áreas silvestres também foram encontrados outros canídeos infectados, como os marsupiais didelfideos, roedores, gatos, entre outros.

A interação do Ser Humano com os cachorros domésticos promove a infecção, pois estes animais apresentam uma maior quantidade de parasitas na pele do que o Homem, facilitando a inserção dos vetores. Os parasitos, inicialmente se concentram no local da ferida infectada, após, ocorre a infecção de vísceras e por ventura da derme. Aponta-se que a infecção clínica em cães é semelhante à que acontece em humanos. Ocorre que no cachorro, além das vísceras, são constadas lesões na pele dos seres infectados e sintomáticos (KRAUSPENHAR et al., 2007).

Muito se tem discutido em relação a prevenção e medicamentos para combater a doença, no Brasil os recursos em relação à implementação e acesso à saúde são de responsabilidade do Poder Público.

O diagnóstico em seres humanos é baseado em caráter clínicos e epidemiológicos (CONTIJO e MELO, 2004). Um dos problemas encontrados se refere á semelhança dos sintomas com algumas doenças linfoproliferativas, e com a esquistossomose mansônica associada à bacteriose septicêmica prolongada.

Para uma melhor eficácia na distinção do diagnóstico, se devem utilizar os métodos clínicos associados aos meios parasitológicos, sorológicos e imunológicos, sendo o parasito constituí elemento basilar para a percepção da enfermidade (SANTOS et al, 2008).

Nos meios Sorológicos e Imunológicos a LV caracteriza-se por uma hipergamaglobulinemia e excessiva produção de anticorpos, que ajuda a interpretar no diagnóstico. A utilização de testes sorológicos facilita, porque evitam os meios invasivos dos testes parasitológicos.

Suas manifestações clínicas constam como febre irregular, esplenomegalia e anemia, podendo levar o Homem a morte. Não existe uma idade em que a doença

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é refletida, sendo esta acometida em indivíduos de qualquer faixa etária incidente principalmente em crianças de um ano e adultos acima de sessenta anos.

Ressalta-se que o período de incubação tanto para o ser humano quanto para o cachorro varia de 10 dias a 24 meses, com média entre dois a seis meses e no segundo de três meses indo até para o passar dos anos (BRASIL, 2006).

Conforme Giuntini et. al (2001) Os sintomas comumente apresentados em Seres Humanos são as febres prolongadas e irregulares, emagrecimento, anemia, aumento de volume abdominal (Fígado e Baço) principalmente nas crianças, diarreia, vômitos, hemorragias e tosse (GIUNTINI et al., 2001).

A Esplenomegalia (aumento do baço) febril é o segundo sintoma de mais relevância para a descoberta da Leishmaniose Visceral principalmente no que se refere a forma aguda, o baço aumento de volume com muita rapidez. Sua consistência é dura, mesmo sendo indolor à palpação, causa uma sensação de dor surda pela distensão da cápsula (MARCONDES e ROSSI,2013).

Com o aumento da doença em humanos tendo como repositório o cão doméstico, o Brasil atualmente, possui apenas uma vacina fabricada nacionalmente, em alguns estudos realizados em Estados brasileiros com alta infecção foi vislumbrado o decréscimo da doença por meio de animais que foram vacinados (MOREIRA, 2013).

Nos Seres Humanos o tratamento é realizado principalmente com drogas antimoniais pentavalentes, que trazem resultados eficazes. o Sistema Único de Saúde (SUS) fornece esse medicamento, que deve ser aplicado diariamente durante um período de no máximo vinte dias e no mínimo quarenta dias (MARCONATO, 2007).

Citamos também a utilização o antimoniato de meglumina e a anfotericina B, foram necessários 60 anos e análise das evidências repercutidas no mundo todo para relatar a eficácia dessas drogas. Sobre as antimoniais, importa dizer que um longo período de uso desse tratamento desencadeia acúmulo das substâncias em tecidos como baço e fígado, além de causar mialgia, pancreatite, arritmia cardíaca e hepatite.

Outro ponto a ser exposto, é um prévio estudo antes de iniciar o uso desses medicamentos, afinal a morte dos pacientes ocorre principalmente pela toxidade das drogas e as complicações dos estados já avançados da enfermidade.

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Nas áreas urbanas, a prevenção também ajuda a combater o inseto vetor, o apoio da população é requisito fundamental para realizar o que chamamos de higiene ambiental. Pode ser realizado as limpezas periódicas em quintais, a retirada de forma consciente de matéria orgânica em decomposição, como por exemplo, folhas, fezes de animais e entulhos que ajudam a manter a terra húmida.

Para combater o desenvolvimento da larva do mosquito, todo o lixo orgânico deve ser colocado em um lugar apropriado. Os animais domésticos também devem participar desta limpeza ambiental. A manutenção afastada do bicho das residências, limpeza e desinfecção dos abrigos de animais e principalmente manter a vacinação do bicho em dia.

7. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Apesar de todos os estudo realizados na área científica e da saúde sobre a Leishmiose Visceral, observa-se que ainda muito se tem para se estruturar no combate desta doença. O Brasil, ainda deixa muito a desejar, pois não fornece os recursos apropriados para conscientizar, tratar e prevenir a LV.

A disseminação desta enfermidade progrediu da área rural para a cidade, não é apenas o cão doméstico que transmite a doença, o mosquito palha também é considerado um dos principais vetores. Nas áreas silvestres, estudos tem revelado outros animais como roedores, marsupiais, felinos, entre outros, que possam ser receptores da doença e que de certa maneira, colaboram para que a LV alcance o Ser Humano.

No que se refere ao Homem, as dificuldades de acesso à mecanismos da saúde como atendimento médico, vacinação e medicamentos, também agravam a situação de quem tenha se infectado com a doença. Indivíduos que possuam pouco recursos e são considerados pobres na concepção legal, e não tendo acesso facilitado a saneamento básico, higiene, ou ainda, a recursos sociais e econômicos, são os mais acometidos por esta doença.

O diagnóstico e o tratamento são financiados pelo Poder Público, um dos principais sintomas além da febre baixa, é a Esplenomegalia (aumento do baço). Outros órgãos também são infectados, mas, para uma melhor detecção da doença, a Esplenomegalia é um dos meios que mais trazem a desconfiança de se ter

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contraído a LV. Já o tratamento no Brasil é com medicamentos fornecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Ocorre que este sistema ainda é considerado precário, os efeitos da medicação que é utilizada em Humanos nem sempre são eficientes, muitas vezes as reações no organismo danificado, ou ainda, o tratamento da enfermidade avançada é falho, levando a um dos resultados mais cruéis da Leishmaniose, ou seja, o óbito.

Como o cachorro que coexiste com o Ser Humano é considerado um dos principais transmissores, ele também é tratado, algumas medidas são realizadas, como exames sorológicos e parasitológicos. O SUS fornece apenas uma vacina para os cães domésticos e cabe dizer que se o animal já contraiu a LV, tem seus sintomas amenizados pela medicação, mas ainda é considerado risco para os Seres Humanos.

Nos Homens os exames sorológicos são menos invasivos que os parasitológicos, e, portanto, para alguns autores devem ser mais utilizados. Algumas medidas de prevenção também são ajustadas para a prevenção e estão relacionadas a higiene ambiental. Portanto, a LV é uma doença séria, que deve ser tratada com cuidado tendo suas primeiras acepções na conscientização das sociedades e na prevenção dela. O acesso á saúde é fundamental, os recursos devem estar disponibilizados á todos aqueles que são considerados vulneráveis tanto na esfera econômica e social. Estudos devem ser mais amplos, buscando meios de descobrir e extinguir as fontes transmissoras.

8. FONTES CONSULTADAS

2. BRASIL, Ministério da Saúde. Manual de Vigilância e Controle da

Leishmaniose Visceral. 1º Edição, 3º Reimpressão. Brasília – DF, 2006.

3. CABRERA, Maria Alice Airosa. Ciclo enzoótico de transmissão da Leishmania chagasi cunha & chagas,1937 no ecótopo peridoméstico em Barra de

Guaratiba, Rio de Janeiro - RJ: Estudo de possíveis variáveis preditoras. Tese (Magister Scientiae em Saúde Pública) - Escola Nacional de Saúde Pública. Rio de Janeiro, 1999.

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4. CONTIJO CFM, MELO MN. Leishmaniose Visceral no Brasil: Quadro atual, desafios e perspectivas. Ver. Bras. Epidemiol. Setembro, 2004.

5. COSTA, Carlos Henrique N. How Effective is dog culling in controlling zoonotic visceral leishmanioses? A critical Evolution of the Science, polictas and ethics behind this health polyci. Revista da Sociedade brasileira de Medicina Tropical. Uberaba, v. 44 nº 02.p 232-242,2011

6. DOS SANTOS, Michelle Rodrigues et al. Avaliação do efeito cumulativo do antimoniato de meglumina sobre a prole de camundongos swiss&58; ensaio biológico Evaluate the cumulative effect of meglumine antimoniate on the progeny of swiss mice&58; biologic assay. Revista da Associação Médica Brasileira, v. 54, n. 1, p. 13-16, 2008.

7. GIUNTINI, D. FILHO., GIUNTINI, G.B. Artigo sobre leishmaniose visceral canina. Cotia, São Paulo, 2001. Disponível em:

<http://www.policlinicAveterinaria.com.br

8. /artigos_mostra.asp?id=33>. Acesso em: 22 de ago. de 2008

9. KRAUSPENHAR, C.; BECK, C.; SPEROTTO, V.; SILVA, A.A.; BASTOS, R.; RODRIGUES, L. Leishmaniose visceral em um canino de Cruz Alta, Rio Grande do Sul, Brasil. Ciência Rural, 37, 2007.

10. LAINSON, Ralph; et al. A Leishmania e as Leishmanioses. In: Lainson R, organizador. Instituto Evandro Chagas: 50 anos de contribuição às ciências biológicas e à medicina tropical. Serviços de saúde pública. Belém: Instituto Evandro Chagas. v. 1, p. 83-124, 1986.

11. LAINSON, Ralph; et al. The Neotropical Leishmania species. A brief historical review of their Discovery, ecology and taxonomy. Revista Pan – Amazônica de Saúde, Ababubdeua, v. 01, n. 02, p.13 -32, 2010.

12. MARCONATO, SILVIA. Leishmaniose: Tratamento e Prevenção. Núcleo Educacional Científico. São Paulo: Acessória Médica Fleury, 2007. Disponível

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em:

http://www.fleury.com.br/Clientes/SaudeDia/Doencas/Pages/Leishmaniose.as px Acesso em: 10/08/2018.

13. MARCONDES, Mary; ROSSI, Claudio Nazaretian. Leishmaniose visceral no Brasil. Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science, v. 50, n. 5, p. 341-352, 2013.

14. MAURICE, i. L.; STOTHART, J. R.; MILES, M. A. The strange case of Leishmania Chagasi. Parasitology Today, Cambridge, v, 16 n. 05, p.188-189,2000.

15. MOREIRA, M.L. Duração da imunidade vacinal na leishmaniose visceral canina: Perfil fenotípico e funcional da atividade fagocítica anti-Leishmania chagasi. Belo Horizonte, 2013. Dissertação (Mestrado) - Centro de Pesquisas René Rachou. Área de concentração: Biologia Celular e Molecular.

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