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Propriedades psicométricas do Inventário da Depressão Infantil (CDI) aplicado em uma amostra de escolares de Ribeirão Preto

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1 Professor Associado da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP. Docente responsável pelo Ambulatório da Infância e Adolescência do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP.

2 Médica Pesquisadora do Departamento de Neurologia, Psiquiatria e Psicologia Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP (Setor de Psiquiatria Infantil).

3 Professor Doutor do Setor de Matemática Aplicada à Biologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP.

4 Professora Doutora em Estatística do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto – USP.

Endereço para correspondência: José Hercules Golfeto

Rua Paulo Tinoco Cabral, 433 – Jardim São Luiz – Ribeirão Preto, SP – CEP 14020-270 Telefax: (0xx16) 623-0727

E-mail: jhgolfet@fmrp.usp.br ARTIGO ORIGINAL

Propriedades psicométricas do Inventário da Depressão Infantil

(CDI) aplicado em uma amostra de escolares de Ribeirão Preto

José Hercules Golfeto1

Maria Helena Veiga2

Luiz de Souza3

Cláudia Barbeira4

Recebido: 20/6/2001 Aceito: 12/11/2001

RESUMO

O presente trabalho tem por objetivo avaliar as propriedades psicométricas do Inventário de Depressão Infantil (CDI) adaptado para o Brasil, por meio da análise fatorial e de consistência interna, com uma amostra de 287 escolares de Ribeirão Preto na faixa etária de 7 a 14 anos. Quanto à soma dos escores não houve diferença significante entre os sexos (p = 0,99), mas houve entre idades (p < 0,01). A análise fatorial, com rotação varimax, revelou cinco fatores, pelo critério de Kaiser, os quais foram responsáveis por 47,41% da variação total dos escores. Para o questionário total, a consistência interna foi adequada (α de Cronbach: 0,81), mas para cada fator, separadamente, os valores de α foram considerados baixos (menores que 0,70), mostrando que o CDI é útil para rastrear sintomas gerais de depressão. Unitermos: Depressão infantil; Epidemiologia; CDI (Inventário de Depressão Infantil).

ABSTRACT

Psychometrical properties of the Inventory of Child Depression (CDI) in a sample of children in Ribeirão Preto

Making use of the Inventory of Child Depression (CDI), adapted by some other authors, the present study aims to evaluate its psychometrical properties through the factorial and internal consistence analysis in a sample of 287 school children aged 7 through 14 in Ribeirão Preto. As for the total amount of scores, there was not any significant difference between sexes (p = 0,99), but there was between ages (p < 0,01). The factorial analyses, with varimax rotation, revealed five factors, by Kaiser’s criterion, which are responsible for 47,41% of the total variation of the scores. For the whole questionnaire the internal consistency was adequate (Cronbach’s alpha: 0,81), but for each factor, separately, the alpha’s values were considered low (less than 0,70), showing that the CDI is useful to investigate general symptoms of depression.

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Introdução

As propriedades psicométricas dos instrumentos usados em psiquiatria formam campos de pesquisa relativamente novos, o que nos tem motivado a pesqui-sas nesta área. Sobretudo, porque as questões metodo-lógicas permanecem indefinidas, gerando dificuldades na obtenção das porcentagens de risco de estudos epi-demiológicos psiquiátricos infantis, entre eles os dis-túrbios depressivos. Os dois tipos de instrumentos de avaliação mais utilizados em grupos de pessoas são os inventários de problemas e as entrevistas estruturadas. Optamos pelos inventários de problemas, mais espe-cificamente, o Inventário de Depressão Infantil (CDI), porque a sua aplicação é rápida, requer pouco treina-mento por parte dos aplicadores e oferece facilidade na coleta dos dados (Boyle et al., 1997). Por outro lado, as entrevistas estruturadas requerem do investigador checa-gem de respostas mais complexas, superação de dificul-dades com a leitura do questionário e obtenção de dados cronológicos mais precisos (Harrington,1993 e Offord, 1995). O inventário de problemas não costuma refletir uma categoria diagnóstica, mas uma visão geral da psico-patologia. O CDI nos fornece uma visão geral da sinto-matologia depressiva. Os instrumentos estruturados e semi-estruturados solucionaram parte dos problemas advindos da não-padronização dos critérios diagnósticos, uniformizando a pesquisa de sintomas (Carlson et al., 1998). Permanece a questão de que os critérios de classi-ficação atuais não são específicos para crianças e ado-lescentes e os índices de prevalência, em geral, são diferentes dos encontrados para adultos, mantendo espe-culações variadas a respeito da idade e do grau de desen-volvimento sobre a fenomenologia dos transtornos depressivos.

Segundo Barbosa (1999), a depressão infantil, embora tenha sido descrita desde o século XVIII, somente a partir da década de 1970 passou a despertar maior interesse em pesquisas. Atualmente, não se têm mais dúvidas de que as crianças são passíveis de depressão. Na revisão bibliográfica sobre o tema, encontramos vários artigos referentes aos instrumentos usados, tais como: CDI (Children’s Depression Inventary), CDRS-R (Children’s Depression Rating Scale – Revised), ESDM (Escala Sintomatológica Depressiva para Mestres), DISC (Diagnostic Interview Schedule for Children), Escala A e B de Rutter, CBCL – pais (Child Behavior Checklist) e DSRS (Diagnostic Self-Rating Scale).

Pesquisadores que utilizaram os vários instru-mentos detectaram porcentagens de risco para depres-são variando entre 1,5% e 38,9%. As hipóteses levan-tadas para as variações nas porcentagens de risco foram as diferenças no tamanho das amostras, nas faixas etárias

e nos fatores sociodemográficos, além do uso de dife-rentes instrumentos e com difedife-rentes informantes (Kashani et al., 1983).

O CDI surgiu inicialmente nos Estados Unidos, compreendendo uma adaptação do BDI (Inventário de Depressão de Beck). Foi elaborado por Kovacs (1983), e propõe mensurar sintomas depressivos em jovens de 7 a 17 anos, por meio de auto-aplicação ou por respostas de informantes (pais, professores ou amigos). Foi adaptado e normatizado para a cidade de João Pessoa por Gouveia et al. (1995), em um estudo com uma amostra de 305 escolares de 8 a 15 anos, de ambos os sexos, provenientes de escolas públicas e privadas. A pressuposição da escala é de que a depressão infantil pode ser descrita pelos mesmos sintomas da depressão do adulto: tristeza ou com-portamento depressivo, sentimento de culpa, anedonia, baixa auto-estima, problemas do sono e apetite, fadiga excessiva, déficit psicomotor, comportamento anti-social e idéias suicidas. Muitos estudos levados a efeito na América do Norte e na Europa investigaram as características psicométricas da escala e corroboraram a sua fidedignidade e validade (Frigerio, 2001).

A utilização do CDI, previamente estudado por outros autores, favorece recursos para o equacionamento de questões mais centrais neste tipo de pesquisa, tais como a avaliação de populações e o estudo de amostras clínicas de pacientes. A replicação deste estudo nos permite a padronização do uso do CDI e a comparação de resultados obtidos por outros pesquisadores, com acúmulo de informações científicas, que podem constituir-se numa das bases para o acúmulo de conhecimentos.

Nosso objetivo no presente estudo é avaliar as propriedades psicométricas do CDI (adaptado para o Brasil) por meio da análise fatorial e de consistência interna, utilizando uma amostra de escolares na faixa etária de 7 a 14 anos da cidade de Ribeirão Preto – SP.

Material e métodos

Sujeitos

Foram utilizadas todas as 416 crianças, de 7 a 14 anos, de uma escola privada de alto nível socioeconô-mico, das quais 287 responderam ao questionário após carta de permissão dos pais por nós enviada, com uma perda de 31,0%, devido ao não-consentimento dos pais e à ausência do aluno no dia da aplicação do questionário. Os questionários foram respondidos pelos alunos durante um período de 3 semanas, sendo aplicados pelos pesquisadores na própria escola, sem a participação dos pais ou professores. As instruções sobre o preenchi-mento do questionário foram dadas por um período de uma hora na semana anterior da aplicação do

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instru-mento. No momento da aplicação do questionário, o pesquisador estava presente no local para repetir as ins-truções e esclarecer eventuais dúvidas. A escolha da escola foi motivada pela facilidade de acesso aos alunos devido à receptividade da direção da instituição.

Instrumentos

Utilizamos o Inventário de Depressão Infantil (CDI) validado para a cidade brasileira de João Pessoa, no estado da Paraíba, no qual constavam 20 itens.

Para cada item foi atribuído um escore que corres-pondeu a 0 (quando a primeira alternativa foi a escolhida), 1 (quando a segunda alternativa foi a escolhida) e 2 (quando a terceira alternativa foi escolhida). Com a soma dos escores de todos os itens, obtivemos o escore total para cada criança.

Análise estatística

Os seguintes passos foram seguidos para analisar os questionários:

1. Análise de fatores com rotação varimax, tendo por objetivo aglutinar itens do questionário que definem sintomatologias específicas. Essa etapa foi realizada de acordo com o critério de Kaiser (revelar os fatores com autovalores maiores que 1);

2. Avaliação da consistência interna do instru-mento por meio do coeficiente α de Cronbach, tanto para o questionário geral quanto para as partes do questionário que definem as sinto-matologias específicas (fatores). A consistên-cia interna foi considerada satisfatória se

α > 0,70;

3. Após a constatação de que a variável soma de escores não segue uma distribuição normal, testes de Mann-Whitney foram realizados para detectar possíveis efeitos advindos de sexo e idade.

Resultados

Na tabela 1 apresentamos as principais estatísticas relacionadas à soma dos escores obtida nos itens do questionário. Não houve diferença significante entre sexos (p = 0,99), mas houve entre idades (p < 0,01). A idade média dos escolares foi de 11,3 anos, com desvio-padrão de 1,9 anos.

Realizamos a análise fatorial por componentes principais, a qual revelou cinco fatores com autovalores maiores do que 1, explicando, respectivamente, 22,7%; 7,0%; 6,2%; 5,9% e 5,6% da variação total dos escores (os cinco fatores juntos explicam 47,4%). As cargas fatoriais são apresentadas na tabela 2, na qual sublinhamos os maiores valores em cada linha. Dessa forma, os fatores retidos ficaram constituídos dos seguintes itens:

F1: itens 1, 6, 10, 11, 12, 14 e 15; F2: itens 3, 5, 8, 9 e 20;

F3: itens 4 e 17; F4: itens 7, 13, 16 e 19; F5: itens 2 e 18.

Realizamos a análise da consistência interna do questionário por meio do coeficiente α de Cronbach, cujo valor encontrado foi igual a 0,81. O mesmo fizemos para cada um dos cinco fatores e obtivemos, respec-tivamente, 0,68; 0,58; 0,48; 0,58 e 0,31.

Comentários

Os nossos resultados demonstraram que o instru-mento fornece informações gerais a respeito dos sinto-mas depressivos, pois apresenta uma consistência in-terna, cujo coeficiente α de Cronbach é igual a 0,81, coincidindo com aquele encontrado por Gouveia et al. (1995). Frigerio et al. (2001), estudando crianças no norte da Itália, encontraram o valor de 0,80 para este coeficiente. No presente estudo não foi encontrada diferença significativa para sexo quanto à soma dos

Tabela 1 Estatísticas descritivas relacionadas à soma dos escores

n % média mediana p 97,5 mínimo máximo Sexo M 135 47,0 5,2 4 17,2 0 31 F 152 53,0 5,1 4 16,2 0 25 Idade* < 10 anos 93 32,4 4,6 3 19,0 0 31 > 10 anos 194 67,6 5,4 5 15,7 0 25 Total 287 5,1 4 16,8 0 31

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Tabela 2 Cargas fatoriais e comunalidades correspondentes aos cinco fatores, com rotação varimax Item F1 F2 F3 F4 F5 Comunalidades 1 0,48 0,22 0,22 -0,46 -0,05 0,46 2 0,13 0,22 0,22 -0,26 0,37 0,68 3 0,17 0,56 0,28 -0,08 0,15 0,55 4 0,11 -0,03 0,76 -0,07 0,06 0,40 5 0,14 0,75 -0,01 0,00 0,12 0,40 6 0,43 0,04 0,08 0,03 0,41 0,64 7 0,19 0,12 0,26 0,64 0,06 0,46 8 0,22 0,49 -0,15 0,06 0,40 0,53 9 0,08 0,44 0,15 -0,23 0,31 0,63 10 0,55 0,12 -0,09 0,51 -0,06 0,41 11 0,56 -0,01 0,19 -0,23 0,20 0,56 12 0,60 0,23 0,08 0,05 -0,20 0,54 13 -0,01 -0,10 -0,02 -0,69 0,29 0,43 14 0,53 0,07 -0,04 -0,08 0,16 0,68 15 0,47 0,10 0,36 -0,03 0,27 0,56 16 0,36 0,12 0,17 -0,41 0,25 0,60 17 0,01 0,11 0,75 -0,09 0,19 0,38 18 -0,03 -0,02 0,11 0,12 -0,75 0,42 19 -0,00 0,32 0,13 0,49 0,08 0,63 20 -0,06 0,56 0,05 -0,33 0,03 0,56 Itens

Eu fico triste de vez em quando 1 Eu fico triste muitas vezes

Eu estou sempre triste

Para mim, tudo se resolverá bem

2 Eu não tenho certeza se as coisas darão certo para mim Nada vai dar certo para mim

Eu faço bem a maioria das coisas 3 Eu faço errado a maioria das coisas

Eu faço tudo errado

Eu me divirto com muitas coisas 4 Eu me divirto com algumas coisas

Nada é divertido para mim Eu sou mau (má) de vez em quando 5 Eu sou mau (má) com freqüência

Eu sou sempre mau (má)

De vez em quando, eu penso que coisas ruins vão me acontecer 6 Eu temo que coisas ruins aconteçam

Eu tenho certeza de que coisas terríveis me acontecerão Eu gosto de mim mesmo

7 Eu não gosto de mim Eu me odeio

Normalmente, eu não me sinto culpado pelas coisas ruins que acontecem

8 Muitas coisas ruins que acontecem são minha culpa Tudo de mau que acontece é por minha culpa Eu não penso em me matar

9 Eu penso em me matar, mas não faria Eu quero me matar

Eu sinto vontade de chorar de vez em quando 10 Eu sinto vontade de chorar freqüentemente

Eu sinto vontade de chorar diariamente

Eu me sinto preocupado de vez em quando 11 Eu me sinto preocupado freqüentemente

Eu me sinto sempre preocupado Eu gosto de estar com pessoas

12 Freqüentemente, eu não gosto de estar com pessoas Eu não gosto de estar com pessoas

Eu tenho boa aparência

13 Minha aparência tem alguns aspectos negativos Eu sou feio

Eu durmo bem à noite

14 Eu tenho dificuldades para dormir algumas noites Eu tenho sempre dificuldades para dormir à noite Eu me canso de vez em quando

15 Eu me canso freqüentemente Eu estou sempre cansado Eu não me sinto sozinho 16 Eu me sinto sozinho muitas vezes

Eu sempre me sinto sozinho

Eu me divirto na escola freqüentemente 17 Eu me divirto na escola de vez em quando

Eu nunca me divirto na escola Sou tão bom quanto outras crianças

18 Se eu quiser, posso ser tão bom quanto outras crianças

Não posso ser tão bom quanto outras crianças Eu tenho certeza de que sou amado por alguém 19 Eu não tenho certeza se alguém me ama

Ninguém gosta de mim realmente Eu sempre faço o que me mandam

20 Eu não faço o que me mandam com freqüência Eu nunca faço o que me mandam

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escores, mas houve diferença entre idades. Gouveia et al. (1995) não detectaram diferença para nenhuma dessas variáveis, mas observaram que a diferença entre idades era esperada. Alguns trabalhos relatam a tendência aos aumentos dos escores na adolescência, tanto para me-ninos como para meninas, como o trabalho de Harrington (1993), Kashani et al. (1983) e de Weller et al. (1991). Sem considerar qualquer estratificação (por sexo ou por idade), determinamos o percentil de 97,5 como sendo igual a 16,8 pontos, praticamente igual ao ponto de corte encontrado por Gouveia et al. (1995), cujo valor foi de 17 pontos. Observamos pela tabela 1 que as estatísticas relacionadas ao sexo pouco diferiram, o mesmo não ocorrendo com a idade.

Como a consistência interna de cada fator foi con-siderada baixa (α < 0,70), sugerimos que o inventário seja unifatorial, sendo esta a mesma conclusão de Gouveia et al. (1995).

Conclusões

Apesar dos problemas de linguagem, diferenças culturais e uma gama de outras limitações que podem interferir nas respostas com este tipo de aplicação, os resultados obtidos com a análise estatística foram semelhantes aos de outros autores. Embora esta forma de utilização em nosso meio deva ser vista com muita cautela, podemos concluir que o CDI tem propriedades psicométricas relevantes na pesquisa da sintomatologia depressiva.

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