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1. IDENTIFICAÇÃO 2. EMENTA

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Academic year: 2021

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1. IDENTIFICAÇÃO

CÓDIGO DA DISCIPLINA: PERÍODO: 3°

CRÉDITO: 04

CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60

NOME DA DISCIPLINA: TEORIA GERAL DO PROCESSO NOME DO CURSO: DIREITO

2. EMENTA

Noções introdutórias e históricas. Faculdades Fundamentais do Direito Processual: Jurisdição, Ação, Defesa e Processo. Aplicação do Direito Processual. A Instrumentalidade do Processo. Estrutura do Poder Judiciário e Competência. Processo e Constituição: remédios constitucionais e as ações coletivas. Formas Alternativas de Resolução de Conflitos: conciliação, mediação e arbitragem.

3. OBJETIVOS

Formar Bacharel em Direito com conhecimentos e habilidades que representem o ideal do saber jurídico contemporâneo, exercitando o espírito crítico e propondo novas formas de atuação na esfera jurídica da sociedade, preparando-o para atuar com valores e princípios éticos, que lhe permitam contribuir para a melhoria das condições de civilidade e paz social em que se desenvolve a solução dos conflitos.

ü Proporcionar o desenvolvimento de competências e habilidades necessárias à utilização crítica e ética do ordenamento jurídico;

ü Propiciar o conhecimento de referenciais teóricos do Direito material e processual;

ü Formar bacharel em Direito que reconheça os direitos humanos como um dos fundamentos de uma sociedade justa e equânime, de forma a utilizar o ordenamento jurídico como instrumento para a promoção da justiça e da paz social;

Formar bacharel em Direito analista e articulador dos princípios, das legislações, da jurisprud

4. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

ü Compreensão ampla e consistente do fenômeno e da prática jurídica;

ü Compreensão do processo de construção, deflagração, emergência, desenvolvimento e solução dos conflitos sociais, através de atividades curriculares como júris simulados, debates e audiências simuladas;

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ü Capacidade de atuar diante de casos concretos que envolvam problemáticas passíveis de solução pela utilização do fenômeno e da técnica jurídica, finalizando na aplicação justa e equânime do Direito, como meio indispensável para a realização da Justiça e da paz social;

ü Compromisso com uma ética de atuação profissional em relação à organização democrática da vida em sociedade;

ü Leitura, compreensão e elaboração de textos, artigos científicos, resumos, resenhas e outros textos acadêmicos com a devida utilização das normas técnico-jurídicas.

5. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

UNIDADE 1 – SOCIEDADE E TUTELA JURÍDICA

1.1. Sociedade e Direito 1.2. Conflitos e insatisfações 1.3. Da autotutela à jurisdição 1.4. A função Estatal pacificadora

1.5. Meios alternativos de pacificação social

1.6. Autotutela, Autocomposição e Arbitragem no Direito moderno 1.7. Controle jurisdicional indispensável

1.8. Acesso à Justiça e Direitos Humanos

UNIDADE 2 – DIREITO PROCESSUAL

2.1. Direito material e Direito instrumental 2.2 Relação jurídica material e processual 2.3 A Instrumentalidade do Processo

2.4 Conceito, finalidade, autonomia do Direito Processual 2.5 Evolução Histórica

2.6 Posição enciclopédica do Direito Processual 2.7 Relação com outros ramos o Direito

2.8 Divisão do Direito Processual

UNIDADE 3 – PRINCÍPIOS GERAIS DO DIREITO PROCESSUAL

3.1.Conceito

3.2. Dos princípios processuais em espécie

UNIDADE 4 – DIREITO PROCESSUAL CONSTITUCIONAL

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Processo legal

4.2.Processo e Constituição

4.3. O Processo como relação Jurídica de Direito Público

UNIDADE 5 – NORMA PROCESSUAL

5.1. Conceito, objeto, classificação, as lacunas da lei 5.2. Fontes, interpretação

5.3. Eficácia da lei processual no espaço e no tempo

UNIDADE 6 – DA JURISDIÇÃO

6.1. Conceitos e princípios fundamentais 6.2. Jurisdição e Estado de Direito 6.3. Espécies de Jurisdição 6.4. Limites da Jurisdição 6.5. Jurisdição voluntária

UNIDADE 7 – PODER JUDICIÁRIO: ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA

7.1. Estrutura do Poder Judiciário

7.2. Organização Judiciária: Nacional e Estaduais 7.3. Dos Tribunais Superiores STF e STJ

7.4. Independência do Poder Judiciário e suas garantias

7.5. Ministério Público. Advocacia. Advocacia Geral da União e Defensoria Pública

UNIDADE 8 – COMPETÊNCIA

8.1. Conceito. Espécies. Critérios determinantes 8.2. Competência absoluta e relativa

8.3. Prorrogação de competência 8.4. Conexão e Prevenção

UNIDADE 9 – DA AÇÃO

9.1. Evolução do conceito de Ação. Teorias. Conceito 9.2. Natureza jurídica da Ação

9.3. Condições da Ação 9.4. Da identificação da Ação 9.5. Classificação das Ações

9.6. Ação Penal e Reclamatória Trabalhista 9.7. Exceção: a defesa do réu

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UNIDADE 10 – DO PROCESSO

10.1. Processo, Procedimentos e Autos

10.2. Principais Teorias sobre a natureza jurídica do Processo 10.3. Natureza Jurídica do Processo

10.4. Sujeitos e objetos da relação processual 10.5. Caracterização da relação processual

10.6. Dos pressupostos processuais: de existência e de validade 10.7. Espécies de processos

10.8. Atos processuais: do Juiz, das Partes, e dos Auxiliares da justiça 10.9. Vícios do ato processual: nulidade absoluta e relativa

10.10. Prova judiciária: objeto, função e classificação 10.11. Ônus da prova e valoração da prova

UNIDADE 11. FORMAS ALTERNATIVAS DE RESOLUÇÃO DE CONFLITOS

11.1 Conciliação e sua prática 11.2 Mediação e sua prática 11.3 Arbitragem e sua prática

6. MÉTODO DIALÉTICO

1. PROBLEMATIZAÇÃO

Momento de sensibilização

Estreitamento entre a prática social e o conhecimento.

Caminho de predisposição para a aprendizagem significativa, considerando os alunos visuais, auditivos e cenestésicos.

PERGUNTAS DESAFIADORAE E MOTIVADORAS DE CURIOSIDADE

Objetivo: selecionar e fazer as principais interrogações, instigando a imaginação. Discutir

problemas.

Meta: estimular o maior nº possível de perguntas.

Papel docente: desafiar a identificação dos limites e possibilidades do conhecimento,a

partir de sua prática social,explicitando a problemática do conteúdo, justificando sua importância, mediante:

a) Breve roda de discussão, opiniões e crenças; b) Perguntas norteadoras.

2. INSTRUMENTALIZAÇÃO

Momento de apropriação

É a introdução ao conhecimento sistemático. Caminho de acesso aos instrumentos científicos.

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CONTEÚDO PROPRIAMENTO DITO

Objetivo: responder à problematização, apropriando-se dos conhecimentos. Meta: Exercitar os instrumentos possibilitadores de construção de conhecimento. Papel docente: por à disposição dos aprendentes o conteúdo sistematizado mediante:

a) Apresentação do conhecimento Científico por meio de ações docentes; b) Utilizar recursos necessários à aprendizagem.

3. CATARSE

Momento de significação

É a purificação: compreensão da problematização e instrumentalização. ELABORA ÇÃO DE NOVOS CONHECIMENTOS

Objetivo: purificar as informações demonstrando por fala e atitudes o essencial que se

compreendeu.

Saber expressar os pensamentos, ideias e conceitos.

Meta: Nova posição mental do aprendente em relação ao conteúdo.

Papel docente: instigar o aprendente a demonstrar a nova posição mental (= o que

aprendeu), mediante:

a) O aprendente manifesta a nova postural mental por um RESUMO de tudo o que aprendeu;

b) O aprendente expressa essa síntese através de avaliação oral ou escrita (formal ou informal).

4. SINTÉSE

Momento de formação

É a consolidação da aprendizagem. Crítica ao conhecimento-científico PRÁTICA SOCIAL FINAL

Objetivo: Expressar a percepção das transformações ocorridas: conceituais,

procedimentais e atitudinais.

Meta: Nova produção (oral ou escrita) cultivando a constituição de significados. Novo agir,

pensar, fazer.

Papel docente: constar o assumir do aprendente na nova postura de ação:

a) Pela nova postura prática, novas atitudes, novas disposições;

b) Pelo compromisso e pelas ações que o aprendente se dispõe a executar.

7. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO

A avaliação do desempenho acadêmico é feita por disciplina e incide sobre a frequência e aproveitamento nas ações acadêmicas do discente, ambas eliminatórias.

A avaliação do aproveitamento será feita levando em consideração o grau em que os objetivos foram ou deixaram de ser alcançados pelo/a discente, e será traduzida em nota que varia de zero a dez, admitindo-se o meio ponto.

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Para efeito de verificação do aproveitamento final de conteúdo, o/a discente deverá ser submetido, no mínimo, a três Avaliações Regulares, realizadas em conformidade com o Calendário Acadêmico da FEST, no horário de aula do professor.

Cada Avaliação Regular constitui-se de duas partes: a primeira parte é composta de uma prova escrita e sem consulta, realizada individualmente e correspondendo a 70% da nota. A segunda parte, que correspondente à 30% (trinta por cento) da nota, é de livre arbítrio do docente e deverá contemplar outro instrumento de avaliação que não prova escrita, contemplando em cada uma das avaliações regulares um instrumento diferenciado, podendo ser seminário, trabalho em dupla, trabalho individual, autoavaliação, debate, painel, prova oral, júri simulado, mapa conceitual, resumo ou outra estratégia.

Em relação à primeira parte, a prova, esta deverá ser elaborada pelo docente da disciplina e conter 10 (dez) questões de múltipla escolha, correspondente à 30% (trinta por cento) da nota e 2 (duas) questões discursivas, correspondente à 40% (quarenta por cento) da nota.

Em relação à segunda parte, correspondente à 30% (trinta por cento) da nota,da primeira, segunda e terceira avaliação, poderá ser realizado: fichamentos, artigos, resumos, trabalhos, seminários, mesas redondas e outras formas de avaliação a critério do professor.

O/A discente que, ao final da segunda Avaliação Regular alcançar uma média inferior a 7,0 e igual ou superar a 5,0, considerando para o cálculo da média a somatória da primeira e segunda Avaliação Regular, poderá substituir a menor nota, quer seja da Primeira ou da Segunda Avaliação Regular.

Para substituir a menor nota, quer seja a Primeira ou Segunda Avaliação Regular, o/a discente deverá elaborar um artigo científico de revisão de conteúdo, fundamentado teoricamente em, no mínimo, três autores que discorram sobre o conteúdo referente ao mesmo da nota a ser substituída.

O referido artigo científico deverá atender ao disposto nas normas da Fest e ser entregue ao professor da disciplina, cuja nota poderá ser substituída, até o dia 30 de maio do corrente semestre.

O mencionado artigo científico será avaliado pelo professor da respectiva disciplina e pelo coordenador de Pós Graduação da FEST, que atribuirão nota, variando de zero a dez, admitindo-se meio ponto.

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Acresce-se que se a nota do artigo científico for superior à nota a ser substituída e maior que sete, esse poderá ser publicado. Entretanto, se a nota do artigo científico for inferior a menor nota da média (1ª ou 2ª Avaliação Regular), será mantida a nota anterior.

Em caso de não realizar a prova, em uma das Avaliações Regulares, independentemente do motivo, o discente poderá requerer junto ao protocolo geral, na Recepção da Fest, no prazo de três dias úteis após a execução da Avaliação Regular não realizada pelo/a discente, o direito a realização de Avaliação de Segunda Chamada.

Portanto, a Avaliação de Segunda Chamada é uma oportunidade para o/a discente que, por algum motivo, não pode comparecer no dia da prova escrita da 1ª ou 2ª Avaliação Regular.

A Avaliação de Segunda Chamada poderá ser realizada mediante o pagamento da taxa de R$ 50,00 (cinquenta reais) e o deferimento do da Coordenadoria de vínculo do/a discente. Deferido o pedido, a Coordenadoria também definirá a data, que não poderá ser em horário que o/a discente deveria estar em sala de aula.

O deferimento do requerimento para a realização da prova de Avaliação de Segunda Chamada dar-se-à somente se esse estiver sido realizado dentro do prazo e anexado o comprovante de pagamento da taxa acima referida.

A falta de pagamento da taxa implica na impossibilidade de realizar a Avaliação de Segunda Chamada, ficando, portanto, o/a discente com nota 0 (zero) na prova para a qual havia feito a solicitação.

Ressalta-se que da Terceira Avaliação Regular não haverá Avaliação Substitutiva e nem Avaliação de Segunda Chamada.

Será considerado aprovado o/a discente que alcançar, no final do semestre, com base nas três Avaliações Regulares, nota média igual ou superior a sete, bem como tenha obtido o mínimo de setenta e cinco por cento (75%) de presenças.

O/A discente que após as três Avaliações Regulares alcançar nota média inferior a cinco, está reprovado, não sendo permitido a este a realização de Avaliação Final. Também está reprovado o/a discente que após ser submetido à avaliação final obtenha nota inferior a sete.

O/A discente que, após as três Avaliações Regulares, alcançar nota média final inferior a sete e igual ou superior a cinco, será submetido a uma Avaliação Final que será constituída de uma prova, individual, sem consulta, contendo 10 (dez) questões de múltipla

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escolha, versando sobre o conteúdo programático da disciplina, na sua integralidade, devendo o mesmo, obrigatoriamente, atingir no mínimo a nota sete, desprezadas as notas das demais avaliações anteriores.

8. BIBLIOGRAFIA

BÁSICA:

CINTRA, Antônio Carlos de Araújo. Teoria geral do processo. Colaboração de Ada

Pellegrine Grinover, Cândido Rangel Dinamarco. 26.ed.rev.atual. São Paulo: Malheiros, 2010.

SILVA, Ovídio Baptista da; GOMES, Fábio Luiz. Teoria Geral do Processo Civil.6. ed. rev.

atual. São Paulo: Revista dos tribunais, 2011.

THEODORO JÚNIOR, Humberto. Curso de direito processual civil: teoria geral do direito

processual civil e processo de conhecimento. 57. ed. atual. Rio de Janeiro: Forense, 2016.

COMPLEMENTAR:

DINAMARCO, Cândido Rangel. Instituições do Direito Processual Civil. 5. ed. São Paulo:

Malheiros,2005.

GRECO FILHO, Vicente. Direito processual civil brasileiro: teoria geral do processo a

auxiliares da justiça. 16. ed. atual. São Paulo: Saraiva, 2006. v. 1.

MARINONI, Luiz Guilherme. Teoria geral do processo. 4. ed. rev. atual. São Paulo: Revista

dos tribunais, 2010.

SILVA, José Milton da. Teoria Geral do processo. Rio de Janeiro: Forense, 1997. LOCAL: Imperatriz-MA

MÊS/ANO: Janeiro/ 2018

NOMES DOS PROFESSORES: Me. MÁRCIA DA CRUZ GIRARDI E Esp. JAMES

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Referências

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