• Nenhum resultado encontrado

Vigência desse PPC:01/2020

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Vigência desse PPC:01/2020"

Copied!
164
0
0

Texto

(1)

Ministério da Educação

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE

ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO

Vigência desse PPC:01/2020

Local

Agosto / 2020

(2)

PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Jair Messias Bolsonaro

MINISTRO DA EDUCAÇÃO

Milton Ribeiro

SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA - SETEC

Ariosto Antunes Culau

REITOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

DE SÃO PAULO

Eduardo Antonio Modena

PRÓ-REITOR DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL

Aldemir Versani de Souza Callou

PRÓ-REITOR DE ADMINISTRAÇÃO

Silmário Batista dos Santos

PRÓ-REITOR DE ENSINO

Reginaldo Vitor Pereira

PRÓ-REITOR DE PESQUISA E INOVAÇÃO

Elaine Inácio Bueno

PRÓ-REITOR DE EXTENSÃO

Wilson de Andrade Matos

DIRETOR GERAL DO CÂMPUS

(3)

RESPONSÁVEIS PELA ELABORAÇÃO DO CURSO

Núcleo Docente Estruturante (NDE) – Membros Titulares:

_______________________________________________

Ricardo Cezar Joaquim

COORDENADOR DE CURSO – ENGENHARIA DA INDÚSTRIA

_______________________________________________

Aldo Marcel Yoshida Rigatti

PROFESSOR EBTT

_______________________________________________

Fabiano Tadeu Mathias Costa

PROFESSOR EBTT

_______________________________________________

Marcos Aparecido Chaves Ferreira

PROFESSOR EBTT

_______________________________________________

Marcos Rodrigues Costa

PROFESSOR EBTT

_______________________________________________

Paulo César Mioralli

PROFESSOR EBTT

Núcleo Docente Estruturante (NDE) – Membros Suplentes:

_______________________________________________ Elson Avallone PROFESSOR EBTT _______________________________________________ Rosemeire Bressan PROFESSOR EBTT Pedagoga _______________________________________________

Rita de Cássia Brum Della Líbera Murari

Colaboradores

_____________________________

Rafael Giordano Viegas

(4)

SUMÁRIO

1. IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO ... 6 1.1. IDENTIFICAÇÃO DO CÂMPUS ... 7 1.2. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ... 8 1.3. MISSÃO ... 8 1.4. CARACTERIZAÇÃO EDUCACIONAL ... 8 1.5. HISTÓRICO INSTITUCIONAL ... 9

1.6. HISTÓRICO DO CÂMPUS E SUA CARACTERIZAÇÃO ... 10

2. JUSTIFICATIVA E DEMANDA DE MERCADO ... 12

3. OBJETIVOS DO CURSO ... 19

3.1. OBJETIVO GERAL ... 19

3.2. OBJETIVO(S) ESPECÍFICO(S) ... 19

4. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO ... 21

4.1. ARTICULAÇÃO DO PERFIL DO EGRESSO COM O ARRANJO PRODUTIVO LOCAL ... 21

4.2. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ... 22

5. FORMAS DE ACESSO AO CURSO ... 22

6. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ... 23

6.1. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ... 23

6.2. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) ... 24

6.3. ATIVIDADES COMPLEMENTARES (AC) ... 25

6.4. ESTRUTURA CURRICULAR ... 27

6.5. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PERFIL DE FORMAÇÃO ... 30

6.7. EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS ... 32

(5)

6.9. EDUCAÇÃO AMBIENTAL ... 33

6.10. LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS) ... 34

6.11. ATENDIMENTO À LEI DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIOS E A DESASTRES ... 34

7. METODOLOGIA ... 34

8. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ... 35

10. ATIVIDADES DE PESQUISA ... 37

11. ATIVIDADES DE EXTENSÃO ... 38

12. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS ... 39

13. APOIO AO DISCENTE ... 40

14. AÇÕES INCLUSIVAS ... 41

15. AVALIAÇÃO DO CURSO ... 42

16. EQUIPE DE TRABALHO ... 42

16.1. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE ... 42

16.2. COORDENADOR(A) DO CURSO... 43

16.3. COLEGIADO DE CURSO ... 44

16.4. CORPO DOCENTE... 45

16.5. CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO / PEDAGÓGICO ... 46

17. BIBLIOTECA ... 48 18. INFRAESTRUTURA ... 49 18.1. INFRAESTRUTURA FÍSICA ... 49 18.2. ACESSIBILIDADE... 50 18.3. LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA... 51 18.4. LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS ... 51 19. PLANOS DE ENSINO ... 58 20. LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA ... 156 21. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ... 158 28. ANEXOS... 159

(6)

1. IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO

NOME: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo

SIGLA: IFSP

CNPJ: 10882594/0001-65

NATUREZA JURÍDICA: Autarquia Federal

VINCULAÇÃO: Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação

(SETEC)

ENDEREÇO: Rua Pedro Vicente, 625 – Canindé – São Paulo/Capital

CEP: 01109-010

TELEFONE: (11) 3775-4502 (Gabinete do Reitor)

PÁGINA INSTITUCIONAL NA INTERNET:

http://www.ifsp.edu.br

ENDEREÇO ELETRÔNICO: [email protected]

DADOS SIAFI: UG: 158154

GESTÃO: 26439

NORMA DE CRIAÇÃO: Lei nº 11.892 de 29/12/2008

NORMAS QUE ESTABELECERAM A ESTRUTURA ORGANIZACIONAL ADOTADA NO

PERÍODO: Lei Nº 11.892 de 29/12/2008

(7)

1.1. Identificação do Câmpus

NOME: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo

Campus Catanduva

SIGLA: IFSP - CTD

CNPJ: 10.882.594/0013-07

ENDEREÇO: Av. Pastor José Dutra de Moraes, 239 – Distrito Industrial Antônio Záccaro,

Catanduva, SP.

CEP: 15808-305

TELEFONES: (17) 3524-9710

FACSÍMILE: (11) 3775-4502/4503 (Reitoria)

PÁGINA INSTITUCIONAL NA INTERNET:http://ctd.ifsp.edu.br/ ENDEREÇO ELETRÔNICO: [email protected]

DADOS SIAFI: UG: 158520 GESTÃO: 26439

(8)

1.2. Identificação do Curso

1.3. Missão

Ofertar educação profissional, científica e tecnológica orientada por uma práxis educativa que

efetive a formação integral e contribua para a inclusão social, o desenvolvimento regional, a

produção e a socialização do conhecimento.

1.4. Caracterização Educacional

A Educação Científica e Tecnológica ministrada pelo IFSP é entendida como um conjunto de

ações que buscam articular os princípios e aplicações científicas dos conhecimentos tecnológicos

à ciência, à técnica, à cultura e às atividades produtivas. Esse tipo de formação é imprescindível

para o desenvolvimento social da nação, sem perder de vista os interesses das comunidades

locais e suas inserções no mundo cada vez definido pelos conhecimentos tecnológicos,

integrando o saber e o fazer por meio de uma reflexão crítica das atividades da sociedade atual,

Curso: Bacharelado em Engenharia de Controle e Automação

Vigência desse PPC: 01/2020

Câmpus

Catanduva

Trâmite

Atualização

Forma de oferta

Presencial

Início de funcionamento do curso

1° semestre / 2017

Resolução de Aprovação do Curso no

IFSP

Resolução n.53/2016, de 05 de julho de 2016

Turno

Integral

Vagas Anuais

40

Nº de semestres

10 semestres

Carga Horária

Mínima Obrigatória

3960,0 horas

Carga Horária Optativa

33,3 horas

Carga Horária Presencial

3960,0 horas

Duração da Hora-aula

50 minutos

(9)

em que novos valores reestruturam o ser humano. Assim, a educação exercida no IFSP não está

restrita a uma formação meramente profissional, mas contribui para a iniciação na ciência, nas

tecnologias, nas artes e na promoção de instrumentos que levem à reflexão sobre o mundo,

como consta no PDI institucional.

1.5. Histórico Institucional

O primeiro nome recebido pelo Instituto foi o de Escola de Aprendizes e Artífices de São

Paulo. Criado em 1910, inseriu-se dentro das atividades do governo federal no estabelecimento

da oferta do ensino primário, profissional e gratuito. Os primeiros cursos oferecidos foram os de

tornearia, mecânica e eletricidade, além das oficinas de carpintaria e artes decorativas.

O ensino no Brasil passou por uma nova estruturação administrativa e funcional no ano

de 1937 e o nome da Instituição foi alterado para Liceu Industrial de São Paulo, denominação

que perdurou até 1942. Nesse ano, através de um Decreto-Lei, introduziu-se a Lei Orgânica do

Ensino Industrial, refletindo a decisão governamental de realizar profundas alterações na

organização do ensino técnico.

A partir dessa reforma, o ensino técnico industrial passou a ser organizado como um

sistema, passando a fazer parte dos cursos reconhecidos pelo Ministério da Educação. Um

Decreto posterior, o de nº 4.127, também de 1942, deu-se a criação da Escola Técnica de São

Paulo, visando a oferta de cursos técnicos e de cursos pedagógicos.

Esse decreto, porém, condicionava o início do funcionamento da Escola Técnica de São

Paulo à construção de novas instalações próprias, mantendo-a na situação de Escola Industrial

de São Paulo enquanto não se concretizassem tais condições. Posteriormente, em 1946, a escola

paulista recebeu autorização para implantar o Curso de Construção de Máquinas e Motores e o

de Pontes e Estradas.

Por sua vez, a denominação Escola Técnica Federal surgiu logo no segundo ano do

governo militar, em ação do Estado que abrangeu todas as escolas técnicas e instituições de nível

superior do sistema federal. Os cursos técnicos de Eletrotécnica, de Eletrônica e

Telecomunicações e de Processamento de Dados foram, então, implantados no período de 1965

a 1978, os quais se somaram aos de Edificações e Mecânica, já oferecidos.

Durante a primeira gestão eleita da instituição, após 23 anos de intervenção militar,

houve o início da expansão das unidades descentralizadas – UNEDs, sendo as primeiras

implantadas nos municípios de Cubatão e Sertãozinho.

Já no segundo mandato do Presidente Fernando Henrique Cardoso, a instituição

tornou-se um Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET), o que possibilitou o oferecimento de

(10)

cursos de graduação. Assim, no período de 2000 a 2008, na Unidade de São Paulo, foi ofertada a

formação de tecnólogos na área da Indústria e de Serviços, além de Licenciaturas e Engenharias.

O CEFET-SP transformou-se no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São

Paulo (IFSP) em 29 de dezembro de 2008, através da Lei nº11.892, tendo como características e

finalidades: ofertar educação profissional e tecnológica, em todos os seus níveis e modalidades,

formando e qualificando cidadãos com vistas na atuação profissional nos diversos setores da

economia, com ênfase no desenvolvimento socioeconômico local, regional e nacional;

desenvolver a educação profissional e tecnológica como processo educativo e investigativo de

geração e adaptação de soluções técnicas e tecnológicas às demandas sociais e peculiaridades

regionais; promover a integração e a verticalização da educação básica à educação profissional e

educação superior, otimizando a infraestrutura física, os quadros de pessoal e os recursos de

gestão; orientar sua oferta formativa em benefício da consolidação e fortalecimento dos arranjos

produtivos, sociais e culturais locais, identificados com base no mapeamento das potencialidades

de desenvolvimento socioeconômico e cultural no âmbito de atuação do Instituto Federal;

constituir-se em centro de excelência na oferta do ensino de ciências, em geral, e de ciências

aplicadas, em particular, estimulando o desenvolvimento de espírito crítico, voltado à

investigação empírica; qualificar-se como centro de referência no apoio à oferta do ensino de

ciências nas instituições públicas de ensino, oferecendo capacitação técnica e atualização

pedagógica aos docentes das redes públicas de ensino; desenvolver programas de extensão e de

divulgação científica e tecnológica; realizar e estimular a pesquisa aplicada, a produção cultural,

o empreendedorismo, o cooperativismo e o desenvolvimento científico e tecnológico; promover

a produção, o desenvolvimento e a transferência de tecnologias sociais, notadamente as voltadas

à preservação do meio ambiente.

Além da oferta de cursos técnicos e superiores, o IFSP – que atualmente conta com 37

câmpus, destes, 4 Núcleos Avançados – contribui para o enriquecimento da cultura, do

empreendedorismo e cooperativismo e para o desenvolvimento socioeconômico da região de

influência de cada câmpus. Atua também na pesquisa aplicada destinada à elevação do potencial

das atividades produtivas locais e na democratização do conhecimento à comunidade em todas

as suas representações.

1.6. Histórico do Câmpus e Sua Caracterização

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, Campus Catanduva,

edificado em atendimento à Chamada Pública do MEC/SETEC nº 001/2007 - Plano de Expansão

da Rede Federal de Educação Tecnológica – FASE II, está localizado no município de Catanduva,

na região noroeste do estado de São Paulo. Teve sua autorização de funcionamento através da

(11)

Portaria nº 120, de 29 de janeiro de 2010 e iniciou suas atividades educacionais em 16 de agosto

de 2010. Sua implantação resulta de esforços conjuntos de prefeituras da região de Catanduva,

Associação Comercial e Industrial de Catanduva, do IFSP e do MEC.

O município de Catanduva faz parte da Região Administrativa de São José do Rio Preto,

que compreende 05 (cinco) Regiões de Governo do Estado de São Paulo: Catanduva,

Fernandópolis, Jales, São José do Rio Preto e Votuporanga. O município de Catanduva está

localizado na região noroeste do Estado, distante 385 Km da capital. Sua área geográfica é de 291

km2, a uma altitude de 503 metros e clima tropical seco. Fazem parte da microrregião de

Catanduva os municípios: Ariranha, Itajobi, Catiguá, Elisiário, Embaúba, Novais, Palmares

Paulista, Paraíso, Pindorama, Santa Adélia, Severínia e Tabapuã. O município conta com os

seguintes municípios limítrofes: Pindorama, Palmares Paulista, Ariranha, Novais, Itajobi, Elisiário

e Catiguá.

O campus iniciou suas atividades no segundo semestre de 2010, com a conclusão da

primeira fase de seu prédio. Foram abertos, na ocasião, os cursos técnicos de Manutenção e

Suporte em Informática e Mecatrônica, com um total de 160 alunos. Em dezembro de 2011, foi

realizada reunião entre o Diretor do IFSP, Prof. Dr. Márcio Andrey Teixeira, e o Prefeito da cidade

de Catanduva, Afonso Macchione Neto, onde este último manifestou grande interesse na

abertura do curso de Tecnologia em Mecatrônica Industrial pelo IFSP, salientando a alta

demanda por profissionais com esta formação na cidade e região.

Em 2011, foi aberto o curso Técnico em Fabricação Mecânica com oferta semestral de 40

vagas; no primeiro semestre de 2012, foram abertos os cursos Técnicos Integrado em Química e

Técnico Integrado em Mecatrônica (ambos em parceria com a Secretaria da Educação do Estado

de São Paulo). Os cursos superiores de Licenciatura em Química, Tecnologia em Análise e

Desenvolvimento de Sistemas (ADS) também começaram a ser ofertados no primeiro semestre

de 2012, e finalmente no primeiro semestre de 2013, iniciou-se a primeira turma de Tecnologia

em Mecatrônica Industrial, todos com oferta anual de 40 vagas. Ainda no início de 2013 foi

também ofertado o curso técnico integrado em Redes de Computadores também em parceria

com a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.

Em 2016 o Campus Catanduva começou a ofertar os seguintes cursos: Técnico em

Mecatrônica Integrado ao Ensino Médio, Técnico em Química Integrado ao Ensino Médio e

Técnico em Redes de Computadores integrado ao Ensino Médio. Em 2017 o Campus Catanduva

começou a ofertar o curso de Bacharelado em Engenharia de Controle e Automação.

O quadro de servidores atualmente conta com 69 professores e 43

técnico-administrativos para um total de aproximadamente 600 alunos. O câmpus conta com 06 (seis)

(12)

laboratórios de Informática, 10 (dez) laboratórios da área de Indústria e 4 (quatro) laboratórios

da área de Química, além de 13 (treze) salas de aulas, 1 (uma) sala de estudos e demais

infraestruturas básicas.

2. JUSTIFICATIVA E DEMANDA DE MERCADO

Nos últimos anos, a integração de tecnologias das áreas eletroeletrônica, mecânica e

computacional ampliou o desenvolvimento dos sistemas de controle e automação. Estes

sistemas estão presentes tanto nos ambientes comerciais e prediais, em equipamentos e

dispositivos de controle e automação, como nos ambientes industriais, em complexos conjuntos

robóticos.

A integração dos conhecimentos de áreas tão distintas requer um currículo

multidisciplinar, que permita desenvolver as habilidades de um profissional de engenharia com

competência para atender as inúmeras e recentes inovações dos sistemas de controle e

automação.

O curso que incorpora este currículo multidisciplinar é a Engenharia de Controle e

Automação, cuja habilitação foi criada em 1993. De acordo com os RCNC - Referenciais

Curriculares Nacionais dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura (MEC, 2010) a habilitação

acadêmica em Engenharia de Controle e Automação também é sugerida para cursos de

engenharia com nomes diversos, mas que apresentam a mesma base curricular, como a

Engenharia Mecatrônica e a Engenharia Mecânica - Automação e Sistemas.

Com relação a importância e a demanda por egressos dos cursos de Engenharia de

Controle e Automação, uma matéria veiculada no Jornal da Globo

1

, no dia 8 de fevereiro de 2011,

apresentou a Engenharia Mecatrônica, cuja habilitação profissional aplicada pela resolução

473/02 do CONFEA/CREA (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia/Conselho Regional de

Engenharia e Agronomia) se dá em Engenharia de Controle e Automação, como a área de

engenharia mais carente e mais procurada no Brasil. Nesta matéria foram apresentadas as 10

profissões mais valorizadas no Brasil, sendo que entre elas 8 são relacionadas às áreas de

engenharia. A Engenharia Mecatrônica ficou em 2° lugar entre as carreiras mais valorizadas,

conforme mostra a Figura 1.

1 Fonte:

(13)

Figura 1. Matéria sobre profissões do futuro, veiculada no Jornal da Globo, em

08/02/11.

A carência por engenheiros de controle e automação se perpetuou pelos anos

subsequentes. Em novembro de 2016, o Portal G1

2

de comunicação publicou uma matéria

considerando a área como uma das mais promissoras tanto em época de crise como em

momentos positivos da economia. Entretanto, assim como veiculado no Jornal da Globo em

2011, a matéria ressaltava a necessidade do mercado por esse tipo de profissional, o qual é

qualificado para uma atuação multidisciplinar.

Artigos

3,4

publicados em 2016 apontam que o curso de Engenharia de Controle e

Automação é considerado como uma das profissões do futuro por formar profissionais

polivalentes, fato que vem contribuindo para o aumento gradativo de sua oferta. Contudo,

poucas universidades oferecem a modalidade, havendo ainda insuficiência de profissionais para

atender a demanda de mercado.

2 Fonte:

http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/especial-publicitario/facens/aqui-tem- engenharia/noticia/2016/11/engenharia-mecatronica-tem-mercado-de-trabalho-amplo-e-aquecido.html, acessada em 30/07/2018.

3 Fonte:

https://www.celuloseonline.com.br/engenharia-de-automacao-e-controle-e-a-profissao-do-futuro/, acessada em 24/07/2018.

4 Fonte: http://blog.usjt.br/4-motivos-para-cursar-engenharia-de-controle-e-automacao/, acessada em

(14)

Segundo o Instituto Insper (2016)

5

, o mercado de trabalho é atraente e sofre com a falta

de engenheiros de controle e automação, mas tal cenário acaba contribuindo para a colocação

rápida deste profissional nas empresas. O Portal Engenharia Hoje

6

(2017) e o Guia do Estudante

7

(2018) destacam que a região sudeste é uma das que concentra o maior número de

oportunidades para o egresso do curso de Engenharia de Controle e Automação, fato que

viabiliza a inserção destes recém graduados no primeiro emprego.

A demanda atual por profissionais das diversas áreas da engenharia é enorme e o motivo

de preocupação de setores da economia e de fundações governamentais como a CAPES

8

(Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), que há alguns anos tem

priorizado ações para o fortalecimento das engenharias no país. Em 2011 um grupo de trabalho

instituído pela CAPES lançou o documento Pro-Engenharia, que apresentava um diagnóstico

profundo da formação de engenheiros no Brasil e tinha como objetivo melhorar a qualidade e

aumentar a quantidade de concluintes em engenharia. Nos anos de 2012 e 2013, a CAPES

estreitou parceria com a Associação Brasileira de Educação de Engenharia (ABENGE) e retomou

diretrizes do Pro-Engenharia em busca de mais e melhores engenheiros.

Em sua avaliação Trienal 2013, a CAPES

9

reuniu os coordenadores das diversas áreas das

engenharias para traçar ações e estratégias para incentivar a formação de engenheiros no país.

Os coordenadores designados pela CAPES relataram a atual escassez de profissionais formados

nas áreas de engenharia, tendo como reflexos a falta de alunos nos programas de pós-graduação

e a busca das indústrias brasileiras por profissionais estrangeiros, para ocupação dos inúmeros

cargos disponíveis que envolvam o domínio de tecnologias avançadas para a automação de

produtos e processos.

A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior

(ANDIFES)

10

publicou em 2014 um artigo abordando as ações e projetos da CAPES, no qual

5 Fonte: https://www.insper.edu.br/vestibular/2016/05/31/mercado-promissor-para-mecatronica/,

acessada em 30/07/2018.

6 Fonte: https://engenhariahoje.com/engenharia-mecatronica/, acessada em 30/07/2018.

7 Fonte: https://guiadoestudante.abril.com.br/profissoes/engenharia-mecatronica/, acessada em

31/07/2018. 8 Fonte: http://www.capes.gov.br/sala-de-imprensa/noticias/7240-artigo-aborda-acoes-da-capes-para-induzir-formacao-de-engenheiros-no-pais, acessada em 24/07/2018. 9

Fonte:

http://www.brasil.gov.br/educacao/2013/10/capes-incentiva-a-formacao-de-engenheiros-no-pais, acessada em 12/12/2013.

10 Fonte: http://www.andifes.org.br/a-capes-e-o-proengenharia-mais-e-melhores-engenheiros/, acessada em 24/07/2018.

(15)

alertava para as dificuldades em se ampliar o quantitativo e a qualidade de engenheiros no país.

O artigo destacava que as mudanças pretendidas iriam requerer vontade política, esforço

coordenado dos envolvidos e minimização da burocracia acadêmico-administrativa.

Apesar das ações e programas governamentais, a falta de engenheiros ainda se faz

presente no mercado nacional. Um estudo realizado em 2015 pela Confederação Nacional das

Indústrias (CNI)

11

revela que o Brasil possui cerca de 2 engenheiros para cada 100 mil habitantes,

enquanto nos Estados Unidos esse número chega a 8 engenheiros e na Alemanha são 14 a cada

100 mil habitantes, o que mostra a necessidade do país em formar mais engenheiros,

principalmente em controle e automação, para o avanço em eficiência e inserção tecnológica nos

processos de produção.

Nessa mesma direção, a Academia Nacional de Engenharia (ANE)

12

divulgou uma

entrevista com acadêmicos da área, realizada em 2017, sobre a valorização da engenharia no

Brasil, na qual foi ressaltada a necessidade em se utilizar a engenharia brasileira nos

empreendimentos do país, em lugar de importar engenharia pronta. A necessidade surge

principalmente da pouca quantidade de engenheiros que são formados no Brasil em comparação

ao quantitativo de outros países.

Uma reportagem de 2017 publicada pelo Jornal da Universidade de São Paulo (USP)

13

revela que a segunda década do século XXI teve como maior característica acadêmica no ensino

superior brasileiro o enorme crescimento da demanda pelos cursos de Engenharia. Todavia essa

demanda não é acompanhada pelo número de formados qualificados. Ademais, o crescimento

anual do número de formandos em engenharia nas universidades públicas não vem sendo

significativo. Dados divulgados pela Revista FAPESP

14

mostram que esse crescimento, entre os

anos de 2015 e 2016, foi de 3%.

A disposição de ofertar cursos de engenharia nos Institutos Federais atrela-se a alguns

aspectos estratégicos, considerando-se a disponibilidade e a capacidade técnica da Rede Federal

e o desenvolvimento singular por que passa o país, visando atender à demanda por novos

11 Fonte: http://www.group-promotion.com/mecatronica-na-industria-as-engenharias-em-uma-so/,

acessada em 24/07/2018.

12 Fonte: http://anebrasil.org.br/noticias/valorizacao-da-engenharia-no-brasil/, acessada em

24/07/2018.

13 Fonte:

https://jornal.usp.br/artigos/demanda-pela-engenharia-precisa-ser-acompanhada-pelo-numero-de-formados/, acessada em 24/07/2018.

14 Fonte: http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2018/05/011_Dados_267.pdf, acessada

(16)

engenheiros, oriunda das novas demandas sociais do mercado de trabalho que, em sua

persistência, obrigará a um redimensionamento do setor educacional e, em particular, dos cursos

de engenharia (Princípios norteadores das engenharias nos Institutos Federais. MEC-SETEC,

2009).

No Campus Catanduva a definição pela área de Mecatrônica foi tomada ainda antes da

sua criação, em audiência pública com a reitoria do IFSP realizada na cidade com representantes

do comércio, indústria e instituições de ensino, e organizada pela Prefeitura no ano de 2010.

A abertura do curso de Engenharia Mecatrônica foi aprovada em reunião plenária do

Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2014-2018 do Campus Catanduva com a presença

de todos os servidores, representantes discentes e gestor do CIESP (Centro das Indústrias do

Estado de São Paulo), mas atendendo a sugestão do RCNC o nome do curso foi alterado para

Engenharia de Controle e Automação.

A ausência de cursos de Engenharia em instituições públicas na região de Catanduva

influenciou as demandas apresentadas, durante a reunião plenária do PDI, por um curso local de

Engenharia de Controle e Automação.

A manifestação de interesse na abertura do curso de Engenharia de Controle e

Automação (atendendo as áreas da Engenharia Mecatrônica), pelo IFSP - Campus Catanduva, foi

oficializada pela CIESP, conforme oficio nº 038/2014 de 22 de Abril de 2014 em anexo, e pela ACE

(Associação Comercial & Industrial de Catanduva), conforme oficio nº 102/2014 de 29 de Abril

de 2014 em anexo.

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo - CREA - SP

manifestou apoio à implantação do curso de Engenharia de Controle e Automação no Campus

Catanduva por meio do ofício n° 094/2016 - GP em anexo. A Coordenação de Curso Superior da

Indústria também apurou grande manifestação de interesse pelos alunos do IFSP em ingressarem

no curso superior de Engenharia de Controle e Automação.

Conforme reportagem do jornal O Regional

15

, no final de 2016 e início de 2017, a cidade

de Catanduva apresentou o segundo maior crescimento de empregos da região noroeste

paulista, sendo a Indústria de Transformação um dos setores responsáveis pelo resultado

positivo de contratações. Números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados

15 Fonte:

(17)

(CAGED)

16

, de dezembro de 2017, mostram que a Indústria de Transformação foi a terceira força

geradora de empregos no município de Catanduva, com 9.724 postos em 539 estabelecimentos.

Em fevereiro de 2018, a Indústria de Transformação ficou em segundo lugar na geração de

empregos na cidade de Catanduva

17

, o que mostra um aquecimento da empregabilidade desse

setor no município. A ampliação da demanda por profissionais na área de transformação merece

destaque, e é forte indício que engenheiros com formação na área de Controle e Automação

terão amplas oportunidades de trabalho.

Pesquisas divulgadas pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo

(Fiesp e CIESP)

18,19

revelam que a Indústria de Transformação Paulista mantém expectativa de

crescimento e deve ampliar contratações em 2018. Desse modo, o aluno egresso do curso de

Engenharia de Controle e Automação do Campus Catanduva poderá encontrar oportunidades de

trabalho tanto na região, como no Estado de São Paulo como um todo.

Este profissional tem ainda um bom atrativo para se inserir no mercado de trabalho local

ou regional. O estado de São Paulo está entre os estados com empresas que oferecem os maiores

salários para engenheiro de Controle e Automação, segundo dados de 2017 e 2018 divulgados

no Portal Salário de Profissões

20

. Adicionalmente, dentre os segmentos que mais contrataram

engenheiros de Controle e Automação, no período compreendido entre o final de 2017 e meados

de 2018, está o de fabricação de aparelhos elétricos. Neste mesmo período, dentre os setores

que ofereceram os melhores salários para engenheiros de Controle e Automação destacam-se o

de metalmecânica e o de alimentos e bebidas. Todos os setores supramencionados vão ao

encontro das vertentes industriais encontradas na região e no município de Catanduva.

A cidade de Catanduva dispõe atualmente de quatro distritos industriais distribuídos

estrategicamente pela cidade e dotados de infraestrutura para abrigar novos investimentos. Ao

lado do setor sucroalcooleiro, com quatro usinas de grande porte na região, as indústrias de

16 Fonte: https://www.diariodaregiao.com.br/_conteudo/2018/04/cidades/1102773-cidade-feitico-chega-aos-100-anos.html, acessada em 31/07/2018. 17 Fonte: https://oregional.com.br/cidades/catanduva-tem-maior-saldo-de-empregos-em-quatro-anos/, acessada em 31/07/2018. 18 Fonte: http://www.ipesi.com.br/Noticias/6442-industria-paulista-mantem-expectativa-de-crescimento-em-2018, acessada em 31/07/2018. 19 Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2018-02/industria-paulista-deve-ampliar-contratacoes-em-24-aponta-pesquisa-da-fiesp, acessada em 31/07/2018. 20 Fonte: https://www.salario.com.br/profissao/engenheiro-de-controle-e-automacao-cbo-202110/, acessada em 24/07/2018.

(18)

ventiladores apresentam grande impacto econômico, o que leva a cidade de Catanduva a ser

conhecida como “a capital nacional dos ventiladores”. Também se encontram na cidade outras

grandes indústrias nas áreas de beneficiamento de café, produção e exportação de café solúvel,

de lacticínios e de citros, e dos setores mecânico e metalúrgico.

A Prefeitura Municipal de Catanduva

21

contabiliza um montante de 340 indústrias

instaladas na cidade, abrangendo os ramos metalúrgico, construção, mecânica e peças,

usinagem, alimentação, combustível, comunicação, eletrificação, tipográfico, calçadista e

moveleiro.

A região também é composta por diversas outras empresas de pequeno e médio porte,

que atendem necessidades locais e nacionais nos setores de metalmecânica, de desenvolvimento

de softwares e controle e automação.

Segundo dados do IBGE de 2010

22

, o município de Catanduva é composto por 112.820

habitantes, com cerca de 99% na área urbana. Em 2017 a estimativa do IBGE22 para a população

do município é de 120.691 habitantes. A faixa etária da população é composta por cerca de 23%

de habitantes com menos de 15 anos, 10% com idade entre 15 e 19 anos, 55% com idade entre

20 e 59 anos e 12% com 60 anos ou mais.

Dados do Censo Educacional INEP/MEC de 2013, mostram que o município possui 37

escolas de nível fundamental, 34 pré-escolas e 21 estabelecimentos de nível médio. No ano de

2013, foram registradas 8.470 matrículas no Ensino Fundamental (séries iniciais e finais), 3.545

no Ensino Médio foram matriculados e 3.562 no Ensino Pré-Escolar.

De acordo com o Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS)

23

, Catanduva foi

classificada, em 2014, no Grupo 1: município com bons indicadores de riqueza, longevidade e

escolaridade. Os indicadores do IPRS sintetizam a situação de cada município no que diz respeito

à riqueza, escolaridade e longevidade, e quando combinados geram uma tipologia que

classificada os municípios do Estado de São Paulo em cinco grupos.

Os indicadores acerca da cidade de Catanduva, que incluem caracterização do território,

longevidade, desenvolvimento social, educação e economia, agregados ainda ao crescimento do

setor industrial e à empregabilidade, mostram que o redimensionamento do setor educacional

local, com a introdução do curso de Engenharia de Controle e Automação, contribuirá

21 Dados Gerais da Câmara Municipal disponível em

http://www.catanduva.sp.leg.br/o-municipio/dados-gerais, acessada em 30/07/2018.

22 Fonte: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/sp/catanduva/panorama, acessada em 30/07/2018. 23 Fonte: http://www.iprs.seade.gov.br/iprs2016/view/index.php, acessada em 30/07/2018.

(19)

positivamente para o desenvolvimento geral do município e da região, seja na evolução do

mercado de trabalho e crescimento industrial como em aspectos sociais e educacionais.

Mediante as constantes mudanças e inovações industriais atreladas ao controle e

automação de equipamentos e processos, como consequência das novas necessidades do setor,

os docentes da área de Indústria do IFSP Catanduva exercem um trabalho continuado na busca

por melhorias e adequações no curso de Engenharia de Controle e Automação. Assim,

modificações no PPC do curso foram realizadas, as quais englobaram atualizações nas

bibliografias dos componentes curriculares.

3. OBJETIVOS DO CURSO

3.1. Objetivo Geral

O curso de Bacharelado em Engenharia de Controle e Automação do IFSP Campus

Catanduva tem como objetivo geral a formação generalista, humanista, crítica e reflexiva de

profissionais habilitados em produzir e aplicar conhecimentos científicos e tecnológicos, bem

como atuar na difusão e no desenvolvimento de novas tecnologias na área de Controle e

Automação, com capacidade de identificar e resolver problemas com criatividade, criticidade e

autonomia, considerando aspectos éticos, humanistas, ambientais, econômicos, políticos, sociais

e culturais.

3.2. Objetivo(s) Específico(s)

Em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação

em Engenharia, instituída pela Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002, o profissional

formado em Engenharia de Controle e Automação deverá desenvolver dentro da sua área de

atuação as seguintes competências e habilidades gerais:

1. Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à

Engenharia de Controle e Automação;

2. Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;

3. Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;

4. Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de Engenharia de

Controle e Automação;

(20)

6. Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;

7. Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;

8. Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;

9. Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;

10. Atuar em equipes multidisciplinares;

11. Compreender e aplicar à ética e responsabilidade profissionais;

12. Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental;

13. Avaliar a viabilidade econômica de projetos de Engenharia de Controle e Automação;

14. Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.

O egresso do curso de Engenharia de Controle e Automação do IFSP - Campus Catanduva

terá sólida formação técnico-científica e profissional com capacidade de atuar no controle e

automação de processos, equipamentos, unidades e sistemas de produção, e de desenvolver as

seguintes atividades (contempladas na Resolução CONFEA 1.010 de 22 de agosto de 2005):

1- Gestão, supervisão, coordenação, orientação técnica;

2- Coleta de dados, estudo, planejamento, projeto, especificação;

3- Estudo de viabilidade técnico-econômica e ambiental;

4- Assistência, assessoria, consultoria;

5- Direção de obra ou serviço técnico;

6- Vistoria, perícia, avaliação, monitoramento, laudo, parecer técnico, auditoria, arbitragem;

7- Desempenho de cargo ou função técnica;

8- Treinamento, ensino, pesquisa, desenvolvimento, análise, experimentação, ensaio,

divulgação técnica, extensão;

9- Elaboração de orçamento;

10- Padronização, mensuração, controle de qualidade;

11- Execução de obra ou serviço técnico;

(21)

13- Produção técnica e especializada;

14- Condução de serviço técnico;

15- Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção;

16- Execução de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção;

17- Operação, manutenção de equipamento ou instalação;

18- Execução de desenho técnico.

4. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO

O Bacharel em Engenharia de Controle e Automação ou Engenheiro de Controle e

Automação atua no desenvolvimento e integração de processos, sistemas, equipamentos e

dispositivos de controle e automação. Em sua atividade, otimiza, projeta, instala, mantém e

opera sistemas de controle e automação de processos, de manufatura e acionamento de

máquinas; de medição e instrumentação eletroeletrônica, de redes industriais e de aquisição de

dados. Integra recursos físicos e lógicos, especificando e aplicando programas, materiais,

componentes, dispositivos, equipamentos eletroeletrônicos e eletromecânicos utilizados na

automação industrial, comercial e predial. Coordena e supervisiona equipes de trabalho; realiza

pesquisa científica e tecnológica e estudos de viabilidade técnico-econômica; executa e fiscaliza

obras e serviços técnicos; efetua vistorias, perícias e avaliações, emitindo laudos e pareceres. Em

sua atuação, considera a ética, a segurança e os impactos socioambientais.

4.1. Articulação do Perfil do Egresso Com O Arranjo Produtivo Local

O engenheiro de controle e automação estabelece caminhos inovadores com base nas

habilidades das ciências da engenharia, em especial na modalidade de Controle e Automação,

além de incorporar conhecimentos sobre sistemas térmicos e processos de manufatura,

vinculados ao arranjo produtivo local, industrial e comercial na cidade de Catanduva que faz

parte da região administrativa de São José do Rio Preto, com as novas demandas oriundas do

mercado de trabalho. Busca por novas tecnologias e aplicações para o desenvolvimento do

arranjo produtivo local preservando o fortalecimento das habilidades humanísticas do

profissional.

(22)

4.2. Competências e Habilidades

O curso de graduação em engenharia de controle e automação proporciona aos seus

egressos, ao longo da formação, as seguintes competências:

1. Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à

Engenharia de Controle e Automação;

2. Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;

3.

Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;

4.

Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de Engenharia de

Controle e Automação;

5.

Identificar, formular e resolver problemas de Engenharia de Controle e Automação;

6.

Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;

7.

Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;

8.

Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;

9.

Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;

10. Atuar em equipes multidisciplinares;

11. Compreender e aplicar à ética e responsabilidade profissionais;

12. Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental;

13. Avaliar a viabilidade econômica de projetos de Engenharia de Controle e Automação;

14. Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.

5. FORMAS DE ACESSO AO CURSO

Para acesso ao curso superior de Bacharelado em Engenharia de Controle e Automação,

o estudante deverá ter concluído o Ensino Médio ou equivalente.

Anualmente são oferecidas 40 vagas. O ingresso ao curso será por meio do Sistema de

Seleção Unificada (SiSU), de responsabilidade do MEC, e processos simplificados para vagas

remanescentes, por meio de edital específico, a ser publicado pelo IFSP no endereço eletrônico

www.ifsp.edu.br.

Outras formas de acesso previstas são: reopção de curso, transferência externa, ou por

outra forma definida pelo IFSP.

(23)

6. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

O curso de Engenharia de Controle e Automação de entrada anual está estruturado para

integralização em 10 semestres. Sua carga horária total mínima é de 3960 horas, sendo 3700

horas em disciplinas obrigatórias, 160 em estágio obrigatório e 100 horas de trabalho de

conclusão de curso extraclasse para proporcionar uma duração mínima de cinco anos.

Considerando-se, a oferta da disciplina optativa “Libras” de 33,33 horas e 80 horas em atividades

complementares totalizará a carga horária de 4073,3 horas. A Disciplina de Libras será oferecida

no décimo semestre. O curso será oferecido em período integral, de segunda(s) à(s)

sexta-feira(s), com aulas de 50 minutos.

A organização curricular do curso de Engenharia de Controle e Automação está

estruturada em três eixos do conhecimento específico, a saber: Mecânica totalizando 933,3

horas, Eletroeletrônica totalizando 1500,0 horas e Informática totalizando 200 horas. Além

destes, também consta o eixo do conhecimento básico às áreas especificas e os eixos de Gestão,

Administração, Economia e Ambiental, totalizando 1033,3 horas e o eixo destinado ao

desenvolvimento de projetos totalizando 33,3 horas.

Durante os três primeiros períodos, o aluno cursará disciplinas de caráter básico em

diversas áreas do conhecimento, tais como Matemática, Física, Química e Comunicação e

Linguagem além de disciplinas específicas da área, como: Engenharia do Trabalho, Metrologia

Industrial, Desenho Técnico Mecânico, entre outras. A partir do quarto semestre, o aluno passará

a cursar as demais disciplinas da Engenharia de Controle e Automação.

A disciplina de Comunicação e Linguagem será oferecida no primeiro semestre devido à

grande necessidade dos alunos do curso em elaborar relatórios técnico-científicos para as

disciplinas com práticas laboratoriais. A disciplina de Metodologia Científica será oferecida no

quarto semestre, e tem com base ensinar ao aluno a metodologia de pesquisa necessária para a

estruturação de um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). O TCC deverá ser proposto e iniciado

no nono semestre, encerrando-se no décimo semestre do curso.

O curso superior de Engenharia de Controle e Automação foi estruturado em função das

orientações e normas da Lei das Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9.394 de dezembro de 1996),

das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Engenharia, do Conselho Federal de

Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CONFEA, do Conselho Regional de Engenharia,

Arquitetura e Agronomia – CREA e da Resolução n º 2 do CNE-CES, de 19 de junho de 2007.

O princípio para a constituição do currículo foi deduzido em cinco categorias:

contextualização do conhecimento, prática reflexiva, interdisciplinaridade, homologia de

processos e os nove eixos delineados e indicados na matriz curricular proposta no parecer da

Resolução CNE/CES nº 11, de 11 de março de 2002.

6.1. Estágio Curricular Supervisionado

O Estágio Curricular Supervisionado é considerado o ato educativo supervisionado

envolvendo diferentes atividades desenvolvidas no ambiente de trabalho, que visa à preparação

para o trabalho produtivo do educando, relacionado ao curso que estiver frequentando

regularmente. Assim, o estágio objetiva o aprendizado de competências próprias da atividade

(24)

profissional e a contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para a

vida cidadã e para o trabalho.

Para realização do estágio, deve ser observado o Regulamento de Estágio do IFSP,

Portaria nº. 1204, de 11 de maio de 2011

,

elaborada em conformidade com a Lei do Estágio (Nº

11.788/2008), dentre outras legislações, para sistematizar o processo de implantação, oferta e

supervisão de estágios curriculares.

O Estágio Curricular Supervisionado é uma atividade obrigatória do curso de graduação

em Engenharia de Controle e Automação, conforme previsto nas Diretrizes Curriculares, Parecer

N° CNE/CES 11/2002, tendo como características:

a) CARGA HORÁRIA: 160 h.

b) ACOMPANHAMENTO E ORIENTAÇÃO: os estágios realizados dentro Campus Catanduva

serão acompanhados e orientados por um professor pertencente ao corpo docente do

curso de Engenharia de Controle e Automação. Os estágios realizados fora do Campus

Catanduva deverão ter um orientador externo responsável pela avaliação e pela emissão

de uma declaração contendo o detalhamento das atividades desenvolvidas e a respectiva

carga horária destas atividades.

c) SUPERVISÃO: os orientadores e a comissão de Estágios serão responsáveis pela

supervisão dos estágios curriculares.

d) COORDENAÇÃO: o coordenador de curso será responsável pelo acompanhamento dos

trabalhos da comissão de Estágios.

e) FORMAS DE APRESENTAÇÃO: ao final do estágio deverá ser apresentado um relatório

detalhado das atividades desenvolvidas.

f) CONVÊNIOS: a comissão de Estágios, composta por três membros do corpo docente do

curso de Engenharia de Controle e Automação, será responsável por avaliar os locais

propícios para a realização dos estágios e por firmar convênios, em acordo com a Direção

Geral do campus, que facilitem a realização das atividades de estágio.

g) EQUIVALÊNCIAS: o Colegiado de Curso estabelecerá critérios para aproveitamento de

atividades equivalentes ao estágio supervisionado e será responsável por referendar as

solicitações de equivalência.

6.2. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) constitui-se numa atividade curricular de caráter

obrigatório, de natureza científica, em campo de conhecimento que mantenha correlação direta

(25)

com o curso. Deve representar a integração e a síntese dos conhecimentos adquiridos ao longo

do curso, expressando domínio do assunto escolhido.

Assim, os objetivos do Trabalho de Conclusão de Curso são:

- Consolidar os conhecimentos construídos ao longo do curso em um trabalho de pesquisa ou

projeto;

- Possibilitar, ao estudante, o aprofundamento e articulação entre teoria e prática;

- Desenvolver a capacidade de síntese das vivências do aprendizado.

As características do Trabalho de Conclusão de Curso são:

a)

INÍCIO DA EXECUÇÃO DO PROJETO: 9º semestre

b)

ENTREGA DO TEMA DO PROJETO: 8º semestre

c) CARGA HORÁRIA: 100 h.

d) FORMAS DE APRESENTAÇÃO: o TCC poderá ser desenvolvido sob a forma de monografia

e/ou artigo científico ligados à área de Engenharia de Controle e Automação. No

encerramento do TCC deverá haver uma apresentação pública do trabalho desenvolvido,

que contará com dois membros de banca, além do orientador.

e) ORIENTAÇÃO: a orientação dos trabalhos, entendida como processo de

acompanhamento didático-pedagógico, será de responsabilidade de todos os docentes

do curso.

f) COORDENAÇÃO: o coordenador do curso deverá acompanhar e apoiar os orientadores.

g) AVALIAÇÃO: o TCC será avaliado considerando o cumprimento das etapas de

desenvolvimento, os resultados encontrados, o trabalho escrito e o desempenho na

apresentação pública do trabalho. O aluno será considerado aprovado no TCC

considerando os pareceres do orientador (considerando todo o período de trabalho) e

dos dois membros da banca examinadora.

6.3. Atividades Complementares (AC)

As Atividades Complementares têm a finalidade de enriquecer o processo de

aprendizagem, privilegiando a complementação da formação social do cidadão e permitindo, no

âmbito do currículo, o aperfeiçoamento profissional, agregando valor ao currículo do estudante.

Frente à necessidade de se estimular a prática de estudos independentes, transversais,

opcionais, interdisciplinares, de permanente e contextualizada atualização profissional, as ACs

visam uma progressiva autonomia intelectual, em condições de articular e mobilizar

conhecimentos, habilidades, atitudes, valores, para colocá-los frente aos desafios profissionais e

tecnológicos.

(26)

As Atividades Complementares têm a finalidade de enriquecer o processo de

aprendizagem, privilegiando a complementação da formação social do cidadão e permitindo, no

âmbito do currículo, o aperfeiçoamento profissional, agregando valor ao currículo do estudante.

Frente à necessidade de se estimular a prática de estudos independentes, transversais,

opcionais, interdisciplinares, de permanente e contextualizada atualização profissional, as

atividades complementares visam uma progressiva autonomia intelectual, em condições de

articular e mobilizar conhecimentos, habilidades, atitudes, valores, para colocá-los em prática e

dar respostas originais e criativas aos desafios profissionais e tecnológicos.

As atividades complementares são facultativas e podem ser realizadas ao longo de todo

o do curso de graduação em Engenharia de Controle e Automação, durante o período de

formação, totalizando 80 horas, a serem incorporadas na integralização da carga horária do

curso. O recebimento dos comprovantes de realização das atividades complementares e sua

validação é realizada via sistema SUAP.

Para ampliar as formas de aproveitamento, assim como estimular a diversidade destas

atividades, apresentamos a seguir uma tabela com algumas possibilidades de realização e a

respectiva regulamentação:

Atividade

Carga

horária

máx. por

atividade

Carga

horária

máxima

no total

Documento comprobatório

Disciplina de outro curso ou

instituição

-

10 h

Certificado de participação,

com nota e frequência

Eventos científicos: congresso,

simpósio, seminário, conferência,

debate, workshop, jornada, fórum,

oficina, etc.

4 h

36 h

Certificado de participação

Curso de extensão, aprofundamento,

aperfeiçoamento e/ou

complementação de estudos

-

40 h

Certificado de participação,

com nota e frequência, se for

o caso

Seminário e/ou palestra

2 h

20 h

Certificado de participação

Visita Técnica

-

8 h

Relatório com assinatura e

carimbo do responsável pela

visita

Ouvinte em defesa de TCC,

monografia, dissertação ou tese

-

2 h

Relatório com assinatura e

carimbo do responsável

Pesquisa de Iniciação Científica,

estudo dirigido ou de caso

-

40 h

Relatório final ou produto,

com aprovação e assinatura do

responsável

Desenvolvimento de Projeto

Experimental

-

40 h

Relatório final ou produto,

com aprovação e assinatura do

orientador

Apresentação de trabalho em evento

científico

-

20 h

Certificado

Publicação de resumo em anais ou

(27)

Pesquisa bibliográfica supervisionada

-

20 h

Relatório aprovado e assinado

pelo supervisor

Resenha de obra recente na área do

curso

-

5 h

Divulgação da resenha

Assistir a vídeo, filme, recital peça

teatral, apresentação musical,

exposição, mostra, workshop, feira,

etc.

02 h

10 h

Ingresso ou comprovante e

breve apreciação

Campanha e/ou trabalho de ação

social ou extensionista como

voluntário

-

20 h

Relatório das atividades

desenvolvidas aprovado e

assinado pelo responsável

Resenha de obra literária

02 h

10 h

Divulgação da resenha

Monitoria

-

20 h

Relatório das atividades

desenvolvidas aprovado e

assinado pelo responsável

Plano de intervenção

-

20 h

Relatório das atividades

desenvolvidas aprovado e

assinado pelo responsável

Docência em minicurso, palestra e

oficina

-

10 h

Relatório das atividades

desenvolvidas e declaração

Representação Estudantil

-

10 h

Declaração da instituição

Participação em Grêmio Estudantil/

Centro Acadêmico

-

10 h

Declaração da instituição

Publicação de artigo em periódico

indexado

-

60 h

Certificado de aceite final do

artigo

* Outras atividades que não estiverem relacionadas poderão analisadas

pelo Colegiado de Curso ou pelo Coordenador para validação.

6.4. Estrutura Curricular

A estrutura curricular do ensino superior de engenharia, conforme Lei 9.394/96 e

Resolução CNE/CES nº 11, de 11 de março de 2002, é apresentada a seguir.

(28)
(29)

Física IV FS4E4 T 1 2 40 33,3

Cálculo IV CA4E4 T 1 4 80 66,7

Eletrônica Analógica I EA1E4 T 1 4 80 66,7

Laboratório de Eletrônica Analógica I LA1E4 P 2 2 40 33,3

Eletrônica Digital I ED1E4 T 1 4 80 66,7

Laboratório de Eletrônica Digital I LD1E4 P 2 2 40 33,3

Mecânica dos Fluidos MFLE4 T 1 2 40 33,3

Resistência dos Materiais RESE4 T 1 4 80 66,7

Metodologia Científica MTCE4 T 1 2 40 33,3

Arquitetura de Computadores ARQE4 T 1 2 40 33,3

Métodos Numéricos MENE5 T/P 2 4 80 66,7

Eletrônica Analógica II EA2E5 T 1 4 80 66,7

Laboratório de Eletrônica Analógica II LA2E5 P 2 2 40 33,3

Eletrônica Digital II ED2E5 T 2 2 40 33,3

Laboratório de Eletrônica Digital II LD2E5 P 2 2 40 33,3

Elementos de Máquinas ELME5 T 1 4 80 66,7

Ensaios Mecânicos ENSE5 T/P 2 2 40 33,3

Termodinâmica TERE5 T 1 4 80 66,7

Eletrônica de Potência EPOE6 T/P 2 4 80 66,7

Máquinas Elétricas MELE6 T/P 2 4 80 66,7

Microcontroladores e Microprocessadores MICE6 T/P 2 4 80 66,7

Sistemas de Controle SCOE6 T 1 4 80 66,7

Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos SHPE6 T/P 2 4 80 66,7

Transferência de Calor e Massa TRCE6 T 1 2 40 33,3

Usinagem dos Materiais USIE6 T/P 2 4 80 66,7

Comandos Elétricos COLE7 T/P 2 4 80 66,7

Controle de Processos COPE7 T 1 4 80 66,7

Instrumentação Eletrônica e Aquisição de Dados IEAE7 T/P 2 4 80 66,7

Sensores e Atuadores SEAE7 T 1 4 80 66,7

Sistemas Microcontrolados SMIE7 T/P 2 4 80 66,7

Mecanismos MECE7 T 1 2 40 33,3

Processos de Fabricação PRFE7 T/P 2 4 80 66,7

Controladores Lógicos Programáveis CLPE8 T/P 2 4 80 66,7

Controle Discreto CODE8 T 1 4 80 66,7

Instalações Elétricas Industriais IEIE8 T 1 4 80 66,7 Redes Industriais e Sistemas Supervisórios RISE8 T 1 2 40 33,3 Comando Numérico Computadorizado CNCE8 T/P 2 4 80 66,7

Energia e Máquinas Térmicas EMTE8 T/P 2 4 80 66,7

Sistemas de Manutenção SMAE8 T 1 2 40 33,3

Administração e Economia para Engenheiros ADEE8 T 1 2 40 33,3

Gestão da Produção GEPE8 T 1 2 40 33,3

S

em

.

S

em

.

S

em

.

S

em

.

S

em

.

(30)

6.5. Representação Gráfica do Perfil de Formação

O curso de Engenharia de Controle e Automação é composto por dez semestres, com

entrada anual e atividades previstas entre segunda-feira e sexta-feira.

Para o curso há uma orientação sequencial lógica para que o aluno tenha um melhor

aproveitamento das disciplinas quanto aos conteúdos ministrados quando um conhecimento

anterior se faz necessário.

Ao completar, com êxito, os componentes curriculares dos dez semestres letivos, o

trabalho final de conclusão do curso (TCC) e o estágio supervisionado o aluno fará jus ao Diploma

de Bacharel em Engenharia de Controle e Automação.

No décimo semestre o aluno terá apenas dois componentes curriculares obrigatórios a

cumprir, facilitando a realização do estágio supervisionado obrigatório e a finalização do Trabalho

de Conclusão do Curso (TCC).

A seguir é vista a representação gráfica do perfil de formação do curso superior em

Engenharia de Controle e Automação:

Robótica ROBE9 T 1 4 80 66,7

Sistemas Embarcados SEBE9 T/P 2 2 40 33,3

Sistemas Flexíveis de Manufatura SFME9 T/P 2 2 40 33,3 Projetos de Controle e Automação PCAE9 T/P 2 2 40 33,3

Gestão da Qualidade GEQE9 T 1 2 40 33,3

Engenharia do Meio Ambiente EME10 T 1 2 40 33,3

Ética e Tecnologia ETE10 T 1 2 40 33,3

4440 3700,0 100,0 160,0 3960,0 LBE10 T/P 1 2 33,3 80,0 4073,3

Trabalho de Conclusão de Curso (obrigatório)

OBS: Aulas com duração de 50 minutos - 20 semanas de aula por semestre

LIBRAS - Disciplina Optativa

Estágio Curricular Supervisionado (obrigatório)

Atividades Complementares (facultativas)

CARGA HORÁRIA TOTAL MÁXIMA CARGA HORÁRIA TOTAL MÍNIMA

TOTAL ACUMULADO DE HORAS TOTAL ACUMULADO DE AULAS

10

º

S

em

.

S

em

.

(31)

Fluxograma orientador da sequência lógica do curso de Engenharia de Controle e Automação.

(continua)

(32)

Fluxograma orientador da sequência lógica do curso de Engenharia de Controle e Automação.

(conclusão)

6.7. Educação em Direitos Humanos

A Resolução nº 1, de 30 de maio de 2012, estabelece as Diretrizes Nacionais para a

Educação em Direitos Humanos (EDH) a serem observadas pelos sistemas de ensino e suas

instituições. A educação em direitos humanos tem como objetivo central a formação para a vida

e para a convivência, no seu exercício cotidiano como forma de vida e de organização social,

política, econômica e cultural nos níveis local, nacional e internacional.

(33)

Visando atender a essas diretrizes, além das atividades que podem ser desenvolvidas no

campus envolvendo esta temática, algumas disciplinas do curso abordam conteúdos específicos

enfocando estes assuntos. Assim, a disciplina Comunicação e Linguagem, promove o

entendimento de conhecimentos historicamente construídos sobre direitos humanos e as suas

relações com os contextos internacional, nacional e local.

A necessidade de igualdade e defesa da dignidade humana, que se traduz em direitos

humanos, pode ser discutida no estudo das relações entre ciência, tecnologia e desenvolvimento

social. Esse estudo será abordado na disciplina de Ética e Tecnologia. O componente curricular

Segurança do Trabalho e Engenharia do Meio Ambiente também possibilita a discussão dos

direitos humanos e promoção da responsabilidade social relacionados ao ambiente do trabalho,

à Ecologia Industrial e a relação dos setores produtivos com o meio ambiente.

6.8. Educação das Relações Étnico-Raciais e História e Cultura Afro-Brasileira e

Indígena

Conforme determinado pela Resolução CNE/CP Nº 01/2004, que institui as Diretrizes

Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e

Cultura Afro-Brasileira e Africana, as instituições de Ensino Superior incluirão, nos conteúdos de

disciplinas e atividades curriculares dos cursos que ministram, a Educação das Relações

Étnico-Raciais, bem como o tratamento de questões e temáticas que dizem respeito aos

afrodescendentes e indígenas, objetivando promover a educação de cidadãos atuantes e

conscientes, no seio da sociedade multicultural e pluriétnica do Brasil, buscando relações

étnico-sociais positivas, rumo à construção da nação democrática.

Visando atender a essas diretrizes, além das atividades que podem ser desenvolvidas no

campus envolvendo esta temática, algumas disciplinas do curso abordarão conteúdos específicos

enfocando estes assuntos.

Assim, a disciplina de Comunicação e Linguagem promoverá, dentre outras, a

compreensão da diversidade cultural por meio da leitura e interpretação de textos, bem como a

promoção de debates acerca da diversidade étnica e linguística brasileira. A disciplina de Ética e

Tecnologia, também apresenta, como um de seus conteúdos, a influência da cultura

afro-brasileira e indígena no desenvolvimento econômico-social atual, na perspectiva da Ciência e da

Tecnologia.

6.9. Educação Ambiental

Considerando a Lei nº 9.795/1999, que indica que “A educação ambiental é um

componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma

articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e

não-formal”, determina-se que a educação ambiental será desenvolvida como uma prática educativa

integrada, contínua e permanente também no ensino superior.

Com isso, prevê-se neste curso a integração da educação ambiental às disciplinas do curso

de modo transversal, contínuo e permanente (Decreto Nº 4.281/2002), por meio da realização

de atividades curriculares e extracurriculares, desenvolvendo-se este assunto nas disciplinas de

Segurança do Trabalho, Tecnologia dos Materiais, Usinagem dos Materiais, Processos de

Referências

Outline

Documentos relacionados

Colaborador 2: Sim tem que acontecer e na verdade, principalmente nos aspectos muito positivos vamos afirmar assim, que isto traria, é no pensar do professor no sentido

O Câmpus Suzano do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de São Paulo – IFSP, em conformidade com a Organização Didática do instituto Federal

Guia do estudante IFSP São Paulo 2021 # Saiba mais sobre o IFSP. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de

Bibliotecária - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo – IFSP. Marcio Rogerio

2.1 A contratada fará o fornecimento de combustíveis (óleo diesel, gasolina, álcool) para o Município de Selvíria – MS, de conformidade com.. Cláusula terceira –

O Câmpus Suzano do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), em conformidade com a Lei nº 9.394 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional),

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG), criado pela Lei nº 11.892, sancionada em 29 de dezembro de 2008, é uma autarquia

De acordo com a Resolução Nº 060/2015, que aprova o Regulamento de Programas de Desenvolvimento Profissional dos Servidores Técnico-Administrativos em Educação do