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ATIVIDADE INSETICIDA DE Azadirachta indica E Rosmarinus officinalis SOBRE Alphitobius diaperinus (PANZER) (COLEOPTERA: TENEBRIONIDAE)

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ATIVIDADE INSETICIDA DE Azadirachta indica E Rosmarinus officinalis SOBRE Alphitobius diaperinus (PANZER) (COLEOPTERA: TENEBRIONIDAE)

Carla Samanta Pegorini1*, Alfredo de Gouvêa2, Michele Potrich2, Everton Ricardi Lozano da Silva2, Lisonéia F. Smaniotto3, Silvana Simionato1, Daiane Luckmann4, Mariana Pizzatto4

1Acadêmica do Curso Bacharelado em Zootecnia, Bolsista PIBIC/CNPq. E-mail: *carla_samantar@hotmail.com 2

Docente da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Campus Dois Vizinhos, Paraná. E-mail: michelepotrich@utfpr.edu.br; alfredo@utfpr.edu.br; evertonloz@gmail.com

3 Mestranda em Agronomia - PPGA, UTFPR Campus Pato Branco.

4Acadêmica do Curso de Tecnologia em Horticultura, UTFPR Campus Dois Vizinhos.

Resumo: O objetivo desse trabalho foi avaliar o potencial inseticida de Azadirachta indica (Neem) e

Rosmarinus officinalis (Osmarin) sobre larvas de cascudinhos e adultos, para o experimento foram utilizados

cascudinho de aviário na fase larval e adulta, foram utilizados extratos vegetais dessas plantas na forma aquoso e etanólico, e pó das folhas. Quando aplicados os extratos na fase larval foram utilizados as concentrações de 2,5%, 5%, 10% e 15%, quando os extratos foram aplicados nos insetos adultos as concentrações forma de 5%, 10%, 15% e 20% esses aplicados diretamente sobre os insetos, no experimento com ração foram misturadas 10 gr de ração com 1 gr, 2 gr e 3 gr dos pós e oferecido para alimentação dos adultos. A variável avaliada foi a mortalidade dos insetos, sendo contabilizada durante 10 dias. Observou-se que o extrato a 15% aplicados na fase larval foi o que apresentou melhor mortalidade sendo 62,96 no extrato de neem e 89,81 no extrato de osmarin, quando os extratos foram colocados em contato com os adultos pode-se verificar que apenas o extrato de neem etanólico apresentou mortalidade diferenciada da testemunha indiferente de sua concentração, os pós utilizados na alimentação não interferiram na mortalidade dos insetos.

Palavras-chave: cascudinho de aviário, extratos vegetais, plantas inseticidas

Introdução

A avicultura brasileira é uma das principais atividades zootécnicas desenvolvidas na região sudoeste do Paraná, oeste de Santa Catarina e Norte do Rio Grande do Sul, a qual está relacionada à demanda de exportação de carne de frangos para demais países, além do consumo interno. Segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Frango (ABEF), o setor da exportação de carne de frango fechou 2009 com, aproximadamente, 3,650 milhões de toneladas, por conseqüência da abertura de novos mercados, como a China (ABEF, 2010). A atividade de avicultura enfrenta diversos problemas, sendo um dos principais problemas o cascudinho de aviário

Alphitobius diaperinus Panzer (Coleoptera: Tenebrionidae). Esses se adaptam às condições dos aviários, onde se

alimentam de ração, fezes e animais mortos (CHERNAKI-LEFFER, 2004), além de ocasionar prejuízos, pois as aves se alimentam destes insetos, deixando de ingerir a ração, causando consequente redução na conversão de peso (CHERNAKI-LEFFER et al., 2001). Os aviários fornecem condições adequadas para o desenvolvimento dos insetos, uma vez que na maioria das vezes estes são de chão batido, coberto com maravalha ou serragem de madeira, que juntamente com a temperatura, formam condições ideais para se desenvolverem. Na fase larval esses insetos vivem na cama de aviário, alguns em buracos em paredes e solo, passando posteriormente para a fase pupal.. O hábito desse inseto viver entre meio a cama de aviário, e em buracos de paredes, permite a sua sobrevivência na retirada da cama, reinfestação do aviário após a retirada das aves e possível distribuição de cama nova para próximos alojamento (ARENDS, 1987; GEDEN 1989).

Outro problema dessa praga é o potencial de ser vetor de agentes patogênicos, como fungos (Aspergillus sp.), bactérias (Escherichia sp.,Salmonella sp., Bacillus spp., Streptococus sp.), viroses, oocistos de coccídeos (Eimeria sp.) e cisticercose de tênias (Choanotaenia sp. e Raillietina sp.) (GOMES, 2000). Além disso, o controle deste inseto é basicamente o convencional, utilizando produtos químicos, no momento da

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fermentação da cama, logo após a retirada dos frangos. Com isso, há grande risco das próximas aves que serão alojadas, se alimentarem dos restos desses insetos mortos, causando contaminação das aves.

Métodos de controle biológico são estudados, utilizando o fungo entomopatogênicos Beauveria

bassiana e extratos vegetais como o neem (Azadirachta indica). Shin-Foon, Yu-Tong (1993), afirma que as

plantas com potencias inseticidas são fontes de substâncias bioativas essas sendo possíveis de serem utilizada em manejo integrado de pragas (MIP). Uma das famílias mais importantes dessas plantas é a família Meliaceae, que possui como representando o neem com atividade sistêmica, eficiência em baixas concentrações e baixa toxicidade aos mamíferos (GALLO et al., 2002). Segundo Corrêa, Vieira, (2001), além de ser uma planta inibidora, dos frutos pode-se retirar um composto chamado azadiractina, um limonóide, o qual atua diretamente interferindo sobre o funcionamento das glândulas endócrinas que são responsáveis pelo controle da metamorfose nos insetos. Já, Marcomini (2009), desenvolveu estudos com o óleo de neem, onde testou concentrações crescentes verificando a mortalidade dos insetos (A. diaperinus). Utilizando a concentração de 0,1%, o óleo não apresentou poder inseticida sobre A. diaperinus. Já, sob as concentrações de 1, 5 e 10 % houve, respectivamente, 31,6, 73,8 e 87,0 % de mortalidade.

A utilização de produtos alternativos provenientes de plantas vem sendo um forte aliado para o controle de diferentes insetos, mantendo o equilíbrio ambiental, sem deixar resíduos químicos e não provocando resistência, com isso, o objetivo do trabalho é avaliar o potencial inseticida de Azadirachta indica e Rosmarinus

officinalis sobre larvas e adultos de A. diaperinus.

Material e Métodos

Os insetos, na fase larval e adulta, foram coletados em campo e mantidos em recipientes plásticos, por pelo menos sete dias, alimentados com ração esterilizada para aves e em condições ambiente (25 ± 3°C). Para a realização desse experimento foram utilizados extratos vegetais de neem (Azadirachta indica) e osmarim (Rosmarinus officinalis), sendo utilizado extrato etanólico, aquoso e em pó.

Para a obtenção do extrato etanólico, foram coletados 500 g de folhas das plantas utilizadas, as quais foram maceradas separadamente em recipientes de vidro, posteriormente acrescidos 1000 mL de álcool etílico, e diluindo para a concentração de 20 %. Esse extrato foi deixado em repouso por 76 horas em temperatura ambiente, sendo mexida a cada 24 horas, e ao final coado em tecido tipo. Para a evaporação do etanol, o extrato foi passado no rotaevaporador. Para o extrato aquoso, realizou-se coleta de 500 g de folhas de plantas, que foram maceradas separadamente em recipientes de vidro e, na sequência, adicionado 1000 mL de água destilada, diluindo a concentração de 20%. Essa mistura foi deixada em repouso por 24 horas e então coada em tecido tipo voal.

Para o ensaio foram utilizadas frasco com 8 cm de altura e 4 cm de diâmetro. O interior dos potes foi forrado com papel filtro e 10 g de ração esterilizada, sendo liberados 20 insetos adultos, onde esses foram agitados durante 1 minuto na solução referente e passados aos frascos, sendo cada pote uma repetição, totalizando 5 repetições por tratamento. As concentrações utilizadas foram 5%, 10% , 15% e 20%, e compondo a testemunha foi utilizada água destilada. Os frascos foram armazenados em câmara climatizada tipo B.O.D com temperatura 26 °C ± 2 °C, fotofase de 14 horas. As avaliações foram realizadas diariamente por 10 dias, contando o número de insetos mortos.

Para o teste com larvas, selecionou-se a que apresentavam tamanho aproximado de 1 cm. Para o ensaio foram utilizadas placas de petri com três repartições, sendo em cada repartição liberadas três larvas. Essas foram

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pulverizadas com 1 ml do extrato e mantidos nas mesmas condições descritas anteriormente. Para cada tratamento foram realizadas três repetições, contendo 27 larvas cada. Foram avaliados diariamente, durante 10 dias, sendo avaliada sua mortalidade.

Nos testes com alimentação foram utilizados frascos com 8 cm de altura e 4 cm de diâmetro. O interior dos potes foi colocado uma mistura de 10 g de ração esterilizada + pó do respectivo extrato nas seguintes concentrações: 1 g, 2 g e 3 g, e a testemunha, que foi livre de tratamentos. Em cada frasco foram liberados 20 insetos adultos, sendo cada frasco considerado uma repetição, totalizando 5 repetições. Esses foram mantidos em câmara climatizada tipo B.O.D, com temperatura de 26°C ± 2 °C, fotofase de 14 horas. As avaliações foram realizadas diariamente por dez dias, contando o número de insetos mortos. Os resultados obtidos foram submetidos a analise da variância, e as médias comparadas entre si pelo teste de Tukey, com auxilio do programa estatístico Bioestat 5.0 (AYRES et al, 2007).

Resultados e Discussões

A utilização do extrato etanólico de neem aplicado na fase larval de A. diaperinus provocou mortalidade significativa quando comparado com a testemunha (19,44%) apresentando 54,62 e 62,96 % de mortalidade nas concentração de 5 e 15% (Tabela 1). Quando as larvas tiveram contato com o extrato de osmarin verificou-se que as concentrações de 10 % (74,07) e 15 % (89,81) provocaram mortalidade significativa (Tabela 1). Resultados positivos na utilização de produtos naturais no controle de larvas de A. diaperinus foram obtidos por Prado (2007), verificando que o óleo essencial de Cunila angustiflolia (vassourinha) nas concentrações de 1%, 5 % e 10 % provocaram mortalidade de 83 , 98 e 100 %, respectivamente.

Quando os extratos foram comparados entre si aplicados nos adultos, verifica-se que o extrato aquoso indiferentes as concentrações aplicadas, não diferiram da testemunha, já o extrato de neem etanólico provocou mortalidade significativa sobre adultos em todas as concentrações testadas. Comparando o extrato aquoso e o etanólico de neem, verificou-se que o extrato etanólico, indiferente da concentração, provocou maior mortalidade de adulto de A. diaperinus quando comparado ao aquoso (Tabela 2). Segundo Marcomini (2009), estudos com óleo de neem mostraram relação direta entre o aumento da concentração e o acréscimo da mortalidade dos insetos. Na concentração de 0,1% o óleo de neem não apresentou ação inseticida, enquanto que nas concentrações de 1, 5 e 10 % houve, respectivamente, 31,6, 73,8 e 87,0 % de mortalidade.

Tanto o extrato aquoso quanto o extrato etanólico de osmarim não apresentaram atividade inseticida sobre adultos de A. diaperinus, visto que não apresentaram diferença em relação à testemunha (1,25% de mortalidade) (Tabela 2).

Quando o pó de neem e osmarin foi mistura junto a ração não provocado mortalidade significativa (Tabela 3), resultado diferente Alves et al., (2006) obtiveram quando utilizaram as mesmas concentrações porem com Terra de Diatomacea, onde a mortalidade apresentada foi 90% quando tratados com 3 gr, 83,3 % quando tratado com 2 gr, e 70% com 1 gr, testemunha 0%.

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Conclusão

Para o controle na larva de A. diaperinus recomenda-se a concentração de 15% de extrato etanólico de neem e osmarin, na fase adulta recomenda-se apenas o controle com extrato etanólico podendo ser da concentração 5% a 20%, o pó não é recomendando quando oferecido junto a alimentação, pois não demostrou resultados significativos de mortalidade.

Mais estudos deverão ser feitos para comprovação da atividade inseticida dos produtos testados.

Referências

ABEF, Exportações Brasileiras de Carne de Frango. Disponível em:

<http://www.abef.com.br/Estatisticas/MercadoExterno/Atual.php>. Acesso em: 06 set de 2010.

ALVES, Luiz F.A. et al. Ação da Terra de Diatomácea contra adulto do cascudinho Alphitobius diaperinus (Panzer, 1797) (Coleoptera: Tenebrionidae). Arquivo do Instituto Biológico, São Paulo, v.73, n.1, p.115-118, jan./mar., 2006.

ARENDS, J.J. Control, management of the litter beetle. Poult. Digest v.30, p.172-176, 1987.

AYRES, Manuel et al. BioEstat 5.0. Aplicações Estatísticas nas áreas de Ciências Biológicas e Medicas. Belém: Sociedade Civil Mamirauá; Brasília CNPq, 290p. 2007.

CHERNAKI-LEFFER, A. M. et al. Controle do cascudinho. Avicultura Industrial, São Paulo, n. 1094, p. 22-25, 2001.

CHERNAKI-LEFFER, A.M. Dinâmica populacional, estimativa da resistência a inseticidas e suscetibilidade do cascudinho Alphitobius diaperinus (Panzer, 1797) (Coleoptera: Tenebrionidae) a inseticidas reguladores de crescimento e a fungos entomopatogênicos. Tese de doutorado, Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 62p, 2004.

CORRÊA, Arlene Gonçalves; VIEIRA, Paulo Cezar. Produtos naturais no controle de insetos. São Carlos, SP, v.3, 2001. 176 p.

GALLO, Domingos et al. Entomologia Agrícola. Piracicaba: FEALQ, v. 10, 2002, 920 p. GEDEN, C.J. Understanding and controlling litter beetles. Poultry Digest, p.142-144, mar, 1989.

GOMES, J. P. C. Controle de Alphitobius diaperinus em aviários. Simpósio Brasileiro de Avicultura. Chapecó: N. Print, p. 141-147. 2000.

MARCOMINI, Angelina Maria. et al. Atividade Inseticida de Extratos Vegetais e do Óleo de Nim Sobre Adultos de Alphitobius Diaperinus Panzer (Coleoptera, Tenebrionidae). Arquivo do Instituto Biológico. São Paulo, v.76, n.3, p.409-416, jul./set., 2009.

PRADO, Geisa Percio do. Caracterização Química e Bioatividade do Óleo Essencial de Cunila angustifolia Benth (LAMIACEAE) Sobre Alphitobius diaperinus (PANZER, 1797) (COLEOPTERA: TENEBRIONIDAE). Dissertação de Mestrado, Chapecó, SC, jul 2007.

SHIN-FOON, C; YU-TONG, Q. Experiments on the application of botanical insecticides for the control of diamondback moth in South China. Journal of Applied Entomology, Berlin, v.116, p.479-486, 1993.

Agradecimentos Ao CNPq pela concessão da Bolsa de Iniciação Cientifica.

Tabela 1: Porcentagem de mortalidade (±EP) de larvas de Alphitobius diaperinus submetidos a diferentes extratos vegetais (temperatura de 26°C ± 2 °C e fotofase de 14 horas).

Neem Osmarin Testemunha 19,44 ±1,77 b 11,11 ±3,02 b Concentração 2,5% 34,25 ±2,77 ab 29,62 ±5,85 b Concentração 5% 54,62 ±9,48 a 26,85 ±14,68 b Concentração 10% 35,18 ±3,85 ab 74,07 ±3,38 a Concentração 15% 62,96 ±13,54 a 89,81 ±1,77 a P 0,0040 0,0001 CV (%) 8,10 11,00

Médias (±EP) seguidas pela mesma letra minúscula, na coluna, não diferem entre si, pelo teste de Tukey (P<0,05).

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Tabela 2: Porcentagem média de mortalidade (±EP) de adultos de Alphitobius diaperinus submetidos a diferentes extratos vegetais (temperatura de 26°C ± 2 °C e fotofase de 14 horas).

Neem Extrato Aquoso Neem Extrato Etanólico CV% p Osmarin Extrato Aquoso Osmarin Extrato etanólico CV% p Testemunha 15± 3,53 a 0±0 b 6,03 1,25±1,25 a 1,25± 1,25 a 20,11 Concentração 5% 13,75 ±6,57 aB 71,25±14,19 aA 22,19 0,0132 2,5±1,44 aA 1,25± 1,25 aA 20,60 0,5416 Concentração 10% 8,75±4,26 aB 73,75±12,47 aA 18,04 0,0068 10±3,53 aA 1,25± 1,25 aA 22,01 0,08 Concentração 15% 13,75±3,14 aB 73,75±12,31 aA 10,95 0,0053 3,75±3,75 aA 2,50± 1,25 aA 29,88 0,8813 Concentração 20% 17,5±8,29 aB 68,75±10,48 aA 16,29 0,0104 0±0 aA 0±2,50 aA 0 0,8953 P 0,7860 0,0003 0,1338 0,8876 CV (%) 20,17 9,22 19,.51 17,52

Médias (±EP) seguidas pela mesma letra, minúscula na coluna e maiúscula na linha, não diferem entre si, pelo teste de Tukey (P<0,05).

Tabela 3: Porcentagem média de mortalidade (±EP) de adultos de Alphitobius diaperinus alimentados com mistura de ração e pó de neem ou osmarin (temperatura de 26°C ± 2 °C e fotofase de 14 horas).

Pó de Neem Pó de Osmarin Testemunha 3,0± 1,2 a 3,0±1,22 a Concentração 1gr 4,0± 1,8 a 0,0±0 a Concentração 2 gr 2,0± 1,2 a 1,0±1 a Concentração 3 gr 1,0± 1 a 0,0±0 a P 0,5315 0,0511 CV (%) 20,14 9,41

Médias (±EP) seguidas pela mesma letra minúscula, na coluna, não diferem entre si, pelo teste de Tukey (P<0,05).

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