• Nenhum resultado encontrado

Direito Internacional Privado Questões controvertidas

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Direito Internacional Privado Questões controvertidas"

Copied!
12
0
0

Texto

(1)

Direito

internacional

PrivaDo

(2)
(3)

Direito

internacional

PrivaDo

Q

uestões

controvertiDas

ANDRÉ DE CARVALHO RAMOS (OrganizadOr)

Belo Horizonte

2016

(4)

342.3 Direito Internacional Privado: Questões controvertidas / [organizado por] André de D598 Carvalho Ramos. Belo Horizonte: Arraes Editores, 2015.

2015 p.384

ISBN: 978-85-8238-205-9

1. Direito internacional privado. 2. Ordem pública. 3. Cooperação jurídica internacional. 4. Ordenamento jurídico brasileiro. 5. Adoção internacional. 6. Direito processual civil internacional. I. Ramos, André de Carvalho (org.). II. Título.

CDDir – 342.3 CDD(23.ed.)- 340.9

Belo Horizonte 2016

CONSELHO EDITORIAL

Elaborada por: Fátima Falci CRB/6-nº700

É proibida a reprodução total ou parcial desta obra, por qualquer meio eletrônico, inclusive por processos reprográficos, sem autorização expressa da editora.

Impresso no Brasil | Printed in Brazil

Arraes Editores Ltda., 2016.

Coordenação Editorial: Produção Editorial e Capa: Revisão:

Fabiana Carvalho Danilo Jorge da Silva Responsabilidade do Autor

Matriz

Rua do Ouro, 603 – Bairro Serra Belo Horizonte/MG - CEP 30210-590

Tel: (31) 3031-2330

Filial

Rua Senador Feijó, 154/cj 64 – Bairro Sé São Paulo/SP - CEP 01006-000

Tel: (11) 3105-6370

www.arraeseditores.com.br [email protected]

Álvaro Ricardo de Souza Cruz André Cordeiro Leal André Lipp Pinto Basto Lupi Antônio Márcio da Cunha Guimarães Bernardo G. B. Nogueira Carlos Augusto Canedo G. da Silva Carlos Bruno Ferreira da Silva Carlos Henrique Soares Claudia Rosane Roesler Clèmerson Merlin Clève David França Ribeiro de Carvalho Dhenis Cruz Madeira Dircêo Torrecillas Ramos Emerson Garcia Felipe Chiarello de Souza Pinto Florisbal de Souza Del’Olmo Frederico Barbosa Gomes Gilberto Bercovici Gregório Assagra de Almeida Gustavo Corgosinho Jamile Bergamaschine Mata Diz Janaína Rigo Santin Jean Carlos Fernandes

Jorge Bacelar Gouveia – Portugal Jorge M. Lasmar

Jose Antonio Moreno Molina – Espanha José Luiz Quadros de Magalhães Kiwonghi Bizawu

Leandro Eustáquio de Matos Monteiro Luciano Stoller de Faria

Luiz Manoel Gomes Júnior Luiz Moreira

Márcio Luís de Oliveira Maria de Fátima Freire Sá Mário Lúcio Quintão Soares Martonio Mont’Alverne Barreto Lima Nelson Rosenvald

Renato Caram

Roberto Correia da Silva Gomes Caldas Rodolfo Viana Pereira

Rodrigo Almeida Magalhães Rogério Filippetto de Oliveira Rubens Beçak

Vladmir Oliveira da Silveira Wagner Menezes William Eduardo Freire

(5)

V

s

uMário

*

aPrESEnTaÇÃO ... iX NOTA INTRODUTÓRIA: O NOVO DIREITO INTERNACIONAL

PRIVADO E SEUS DESAFIOS

André de Carvalho Ramos ... 1

ParTE i

EVOLUÇÃO HISTÓRICA, FONTES E INSTITUIÇÕES DE DIREITO INTERNACIONAL PRIVADO

CaPíTulO 1

O MUNDO NO SÉCULO XXI

José Carlos de Magalhães ... 8

CaPíTulO 2

UMA INTRODUÇÃO CONTEMPORÂNEA AO DIREITO INTERNACIONAL PRIVADO

Tatyana Scheila Friedrich... 22

CaPíTulO 3

DIREITO INTERNACIONAL PRIVADO E ORDEM PÚBLICA

José Augusto Fontoura Costa e Vivian Daniele Rocha Gabriel ... 48

CaPíTulO 4

A IMUNIDADE DE JURISDIÇÃO DOS ESTADOS FACE O PROCESSO DE HUMANIZAÇÃO DO DIREITO INTERNACIONAL

Leonardo Nemer Caldeira Brant e Bruno de Oliveira Biazatti ... 60

1 O Organizador e a Arraes Editores não se responsabilizam pelo conteúdo e pela revisão dos artigos, bem como pela correção

(6)

VI

ParTE ii

COOPERAÇÃO JURÍDICA INTERNACIONAL

CaPíTulO 5

A COOPERAÇÃO JURÍDICA INTERNACIONAL NO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL DE 2015: RUMO À CONVERGÊNCIA COM OS NOVOS PARADIGMAS DO DIREITO INTERNACIONAL PRIVADO

Fabrício Bertini Pasquot Polido ... 82

CaPíTulO 6

O PRINCÍPIO ABRANGENTE DA COOPERAÇÃO INTERNACIONAL E A GOVERNANÇA DOS RECURSOS HÍDRICOS TRANSFRONTEIRIÇOS

Marilda Rosado de Sá Ribeiro e Bruno Rodrigues de Almeida ... 111

CaPíTulO 7

COOPERAÇÃO JURÍDICA INTERNACIONAL: RECONHECIMENTO DE LAUDOS ESTRANGEIROS EM ARBITRAGENS MISTAS E AS ALTERAÇÕES PROMOVIDAS PELA LEI 13.129 DE MAIO DE 2015 NESTE ÂMBITO

Renata Alvares Gaspar ... 132

ParTE iii

CONDIÇÃO JURÍDICA DO ESTRANGEIRO E NACIONALIDADE

CaPíTulO 8

ESTRANGEIRO E MIGRANTE NO ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO

Márcio P. P. Garcia ... 150

CaPíTulO 9

A RELEITURA DA PERDA DA NACIONALIDADE BRASILEIRA NATA À LUZ DO CASO CLAUDIA HOERIG

Florisbal de Souza Del´Olmo ... 164

CaPíTulO 10

A NACIONALIDADE NO DIREITO INTERNACIONAL PRIVADO BRASILEIRO: ELEMENTO DE EXCLUSÃO

Luís Renato Vedovato ... 176

CaPíTulO 11

A NACIONALIDADE BRASILEIRA DE THOMAS WASABURO OTAKE

(7)

VII ParTE iV

NOVOS TEMAS EM MATÉRIA DE DIREITO INTERNACIONAL PRIVADO

CaPíTulO 12

A FAMÍLIA ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO E O DIREITO INTERNACIONAL PRIVADO

Inez Lopes ... 197

CaPíTulO 13

EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE ADOÇÃO INTERNACIONAL NA DOUTRINA E NO DIREITO BRASILEIROS

Leila Arruda Cavallieri... 219

CaPíTulO 14

CONVENÇÃO DA HAIA DE 1980 E AS NOÇÕES CONCEITUAIS DE GUARDA E VISITA

Guilherme Calmon Nogueira da Gama ... 233

CaPíTulO 15

O SEQUESTRO CIVIL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES: AS FAMÍLIAS TRANSNACIONAIS NOS TRIBUNAIS BRASILEIROS E O AVANÇO DA COOPERAÇÃO JURÍDICA INTERNACIONAL

Cynthia Soares Carneiro e Eliana Miki Tashiro Nakamura ... 254

CaPíTulO 16

O DIREITO INTERNACIONAL PRIVADO E A PROTEÇÃO DO SER HUMANO: A FALÁCIA DA NOVIDADE

Raphael Carvalho de Vasconcelos ... 270

CaPíTulO 17

A NECESSÁRIA MUDANÇA DO ARTIGO 9º DA LINDB: O AVANÇO QUE FALTAVA PARA A CONSAGRAÇÃO DA AUTONOMIA DA VONTADE NO DIPR BRASILEIRO

Nadia de Araujo... 289

CaPíTulO 18

A JURISDIÇÃO INTERNACIONAL E A PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR TRANSFRONTEIRIÇO: UM ESTUDO COMPARATIVO ENTRE AS RECENTES ALTERAÇÕES LEGISLATIVAS VERIFICADAS NO BRASIL E NA ARGENTINA

(8)

VIII

CaPíTulO 19

LA CONTRATACIÓN INTERNACIONAL EN EL CÓDIGO CIVIL Y COMERCIAL ARGENTINO

Adriana Dreyzin de Klor ... 324

CaPíTulO 20

A PROTEÇÃO DE DADOS NO PLANO SUPRANACIONAL E A BUSCA HISTÓRICA DA UNIFORMIDADE DE TRATAMENTO

Carlos Bruno Ferreira da Silva ... 336

CaPíTulO 21

TEMAS CONTROVERSOS DO DIREITO PROCESSUAL CIVIL INTERNACIONAL: A CLÁUSULA DE ELEIÇÃO DE FORO E OS LIMITES DO EXERCÍCIO JURISDICIONAL NA CONVENÇÃO DE HAIA DE 2005 E NO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL BRASILEIRO DE 2015

(9)

IX

a

Presentação

Migrações e relações entre povos são constantes na história, tendo o fluxo de pessoas e bens entre comunidades diversas impulsionado o nascimento e a consolidação do Direito Internacional Privado. Na atualidade, marcada pela era de globalização com fluxos transnacionais e comunicação intensos entre os Estados, surgem questões de complexa solução sobre Direito Internacional Privado que merecem análise da doutrina brasileira.

A coletânea “Direito Internacional Privado: questões controvertidas” foi elaborada com o objetivo de estabelecer uma qualificada discussão entre professo-res do Brasil inteiro sobre o Direito Internacional Privado no panorama contem-porâneo, caracterizado pela pluralidade de objetos orbitando em torno da gestão da diversidade de ordenamentos jurídicos diante de um fato transnacional.

Visando abordar os principais aspectos do Direito Internacional Privado atual, o presente livro foi dividido em quatro partes: i) Evolução histórica, fontes e instituições de Direito Internacional Privado; ii) Cooperação jurídica interna-cional; iii) Condição jurídica do estrangeiro e nacionalidade; iv) e temas novos de Direito Internacional Privado.

Inicialmente elaboro breve introdução sobre o Direito Internacional Privado e suas questões controvertidas atuais, chamando atenção para as principais carate-rísticas do DIPr contemporâneo à luz dos direitos humanos.

Diferentes aspectos do desenvolvimento histórico, das fontes e das institui-ções de Direito Internacional Privado são abordados na Parte I, a qual é inau-gurada com artigo de autoria de José Carlos de Magalhães sobre o panorama internacional contemporâneo e as principais tendências de Direito Internacional Público e Privado no cenário de transmissão instantânea de informações e fluidez das fronteiras estatais.

A seguir, Tatyana Scheila Friedrich aborda a repercussão da repersonaliza-ção do Direito Civil sobre o Direito Internacional Privado, especialmente nas suas fontes, normas, conflitos, métodos e elementos de conexão, evidenciando outras soluções contempladas pelo DIPr para além do tradicional método conflitual.

Já José Augusto Fontoura Costa e Vivian Daniele Rocha Gabriel anali-sam o percurso histórico do instituto da ordem pública no Direito Internacio-nal Privado das suas origens medievais à atualidade, discorrendo sobre os seus

(10)

X

elementos e aplicação no direito brasileiro, bem como sobre o conceito de ordem pública universal.

O artigo de Leonardo Nemer Caldeira Brant e Bruno de Oliveira Biazatti versa sobre a imunidade de jurisdição no contexto de humanização do direito internacional, sobre a ótica da aplicabilidade dessas normas internacionais em processos judiciais internos, nos casos de pretensão de reparação por violações de direitos humanos.

Iniciando a Parte II, que trata de aspectos da cooperação jurídica internacio-nal, Fabrício Bertini Pasquot Polido expõe as bases da cooperação jurídica inter-nacional no Novo Código de Processo Civil, apresentando as principais novidades introduzidas, as características e diferenças entre auxilio direto e cartas rogatórias, bem como a relação entre ordem pública e a extensão dos atos de cooperação jurí-dica internacional.

No seu artigo, Marilda Rosado de Sá Ribeiro e Bruno Rodrigues de

Almei-da aborAlmei-dam a cooperação jurídica internacional sob a ótica dos recursos hídricos

transfronteiriços, em análise complementar de Direito Internacional Público e Pri-vado da cooperação como princípio da governança mundial das águas.

Por sua vez, Renata Alvares Gaspar examina a temática da cooperação jurídi-ca internacional à luz dos laudos estrangeiros em arbitragens mistas, considerando as alterações trazidas pela Lei 13.129/2015 sobre o alcance da cooperação jurídica internacional na fase pós-arbitral e os princípios desta espécie arbitral.

Abrindo a Parte III da obra, a qual tem como foco a condição jurídica do estrangeiro e nacionalidade, está o artigo de Márcio P. P. Garcia sobre a situação jurídica dos estrangeiros e migrantes no Brasil, mediante notícia crítica das propos-tas de alteração da Lei nº 6.815/1980 em curso no Congresso Nacional.

Já o artigo de Luís Renato Vedovato abarca a premissa de que a exclusão da nacionalidade como elemento de conexão é fator diferenciador que viola a igual-dade entre indivíduos, especialmente no que concerne ao direito de voto, quando o cargo a ser escolhido não é determinante para a segurança do país.

Após, Florisbal de Souza Del´Olmo utiliza o caso concreto da brasileira Claudia Hoerig para examinar a perda da nacionalidade brasileira primária e suas implicações diante da vedação da extradição para nacionais.

Seguindo na linha da análise de casos, Masato Ninomiya aborda os ques-tionamentos sobre a nacionalidade brasileira de Thomas Wasaburo Otake para, diante da ausência de documentos que comprovem o seu status, esclarecer a sua condição ou não de brasileiro.

A Parte IV, que traz aspectos relacionados aos novos temas em matéria de Direito Internacional Privado, especialmente sob a ótica de proteção dos direitos humanos, começa com o artigo de Inez Lopes, que aborda a resposta do Direito Internacional Privado aos litígios transfronteiriços das famílias entre pessoas do mesmo sexo, com especial atenção para o reconhecimento do casamento, o divórcio e a possibilidade de adoção internacional de crianças entre pessoas do mesmo sexo.

(11)

XI

Já Leila Arruda Cavallieri analisa a evolução da adoção internacional na doutrina e legislação brasileiras e estrangeiras, apontando os elementos necessários para um conceito que garanta aplicabilidade às decisões sobre o tema.

Guilherme Calmon Nogueira da Gama, realizando interpretação histórica,

doutrinária e judicial, foca nos aspectos polêmicos envolvendo os conceitos de guarda e de visita para fins de aplicação da Convenção de 1980 sobre Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças.

Na linha da proteção das famílias, Cynthia Soares Carneiro e Eliana Miki

Tashiro Nakamura examinam o sequestro interparental de crianças e adolescentes

como uma das implicações da formação de famílias transnacionais, descrevendo o procedimento nas ações de busca e apreensão do menor, bem como avaliando a jurisprudência brasileira nesses casos.

Após, Raphael Carvalho de Vasconcelos centraliza o seu artigo na relação entre direitos humanos e Direito Internacional Privado, com enfoque nos novos parâmetros do Direito Internacional Privado face à consagração da proteção dos direitos humanos e na demonstração de que a técnica conflitual sempre objeti-vou a proteção dos indivíduos.

Ainda, Nadia de Araujo examina a situação dos contratos internacionais no Brasil, evidenciando o impacto da escolha da lei aplicável aos negócios jurídicos internacionais e o projeto de nova redação para o artigo 9º da LINDB, que incor-pora o princípio da autonomia da vontade na regulamentação desses contratos.

Por sua vez, Alberto do Amaral Júnior e Luciane Klein Vieira analisam as alterações nas legislações brasileira e argentina sobre a tutela internacional do consumidor, discutindo o seu impacto na temática da jurisdição internacional e no acesso à justiça.

Na temática dos contornos contemporâneos do Direito Internacional Priva-do, Adriana Dreyzin de Klor foca na relação entre mercado interno argentino e sua inserção no comércio internacional, analisando aspectos da jurisdição e lei aplicável na contratação internacional no Código Civil e Comercial argentino.

A seguir, o artigo de Carlos Bruno Ferreira da Silva é focado no estudo histórico da proteção de dados no plano supranacional, incluindo as gerações da legislação protetiva no tema, bem como a busca pela uniformidade, com foco na diretriz 96/46/CE da União Europeia.

Por fim, Valesca Raizer Borges Moschen e Hermes Zaneti Junior centrali-zam o seu estudo nas incertezas que permeiam a aplicação das clausulas de eleição de foro, sob a ótica da autonomia da vontade no exercício da jurisdição, enfatizan-do os aspectos relacionaenfatizan-dos ao tema na Convenção de Haia de 2005, no Protocolo de Buenos Aires sobre jurisdição em matéria contratual no Mercosul e nas altera-ções introduzidas pelo novo Código Brasileiro de Processo Civil.

Esta obra é uma contribuição para o estudo contemporâneo do Direito In-ternacional Privado e visa evidenciar os desafios para o desenvolvimento da dis-ciplina no Brasil. Espera-se, ainda, chamar atenção para a importância de se estar conectado com os valores universais partilhados pela comunidade de nações, o

(12)

XII

que é demonstrado com a crescente importância dos tratados, com a necessária interpretação internacionalista de suas normas e com a obrigatória incidência dos direitos humanos no Direito Internacional Privado.

Arcadas, Primavera de 2015

Referências

Documentos relacionados

CACIQUE ARIACAIQUIN CAMPO BONAZZOLA CAMPO DEL MEDIO CAMPO DEL MEDIO CAMPO DEL MEDIO CAMPO ITURRASPE CAMPO LOS ZAPALLOS CAMPO LOS ZAPALLOS CAÑADA DE GOMEZ CAÑADA DE

Este trabalho tem como objetivo mostrar que o teste dos Sinais para Tendência proposto por Cox e Stuart (1955), pode ser utilizado para o estudo da interação genótipo x

Comparando-se os resultados relativos às fa- mílias mais pobres (até dois salários mínimos) e aquelas com maiores rendimentos (> trinta salári- os mínimos) de ambas as

Muitas destas categorias podem ter sido influen- ciadas pelo fato de as pacientes estarem no final do programa de reabilitação, conforme discutido acima (b147, b1602, d175, d450,

Para obter informações sobre como obter assistência dentro da garantia, entre em contato com a Assistência ao Cliente da ViewSonic (consulte a página Suporte ao Cliente). Você terá

Por outro lado, se esse mesmo sinal for introduzido para um grupo que não conhece a língua de sinais e for capaz de despertar nestes interpretantes o reconhecimento do objeto, então

Tendo em conta a poss´ıvel varia¸ c˜ ao dos parˆ ametros de ecolocaliza¸ c˜ ao de uma mesma esp´ ecie em diferentes ´ areas geogr´ aficas [5], assim como a evi- dˆ encia de que

O terceiro artigo, de autoria de Luciano Munck, Rafael Borim de Souza e Cristiane Zagui, objetivou explorar a relação entre gestão por competências e ações de