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DECISÃO DOS RECURSOS (INFRARRELACIONADOS) I DOS RECURSOS

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1 SELEÇÃO PÚBLICA PARA PROVIMENTO DE VAGAS DE ESTÁGIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE

GRADUAÇÃO EM DIREITO NA SECRETARIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA E NA COMARCA DE BELO HORIZONTE, INCLUÍDOS OS JUIZADOS ESPECIAIS, EDITAL N° 02/2014.

DECISÃO DOS RECURSOS (INFRARRELACIONADOS)

I

DOS RECURSOS

Trata-se de recursos interpostos pelos candidatos infrarrelacionados concorrentes ao cargo disponibilizado, que insurgem contra a publicação do gabarito preliminar, conforme disposto no EDITAL 02/2014 DE VAGAS DE ESTÁGIO.

RECURSOS INTERPOSTOS À COMISSÃO EXAMINADORA Inscrição Nome

511000071 Fernanda Araujo Rabelo 511000218 Eduardo Baggio Bacelar 511000408 Pedro Henrique Sofal Mendes 511000511 Marcelo Belico Da Cunha 511000609 Jessica Sayuri Fonseca Hamada 511000625 Felipe Rozinholi Barros

511000694 Gabriela Coelho Torres 511000707 Thais Marques Duarte 511001397 Ana Luiza Rocha Feres Ragil 511001566 Tais Andrade Gazzola

511001588 Camila Vilaça Gomes Da Silva 511001820 Arthur Nunes Pierazolli 511001952 Roberto Marcucci Rocha 511002584 Filipe Fernandes Silva

511002946 Guilherme Francisco Gondim Da Fonseca 511004610 Jamilla Monteiro Sarkis

511006511 Lucas Henrique Braz De Vasconcelos 511006903 Carolina Calhau De Castro E Andrade 511007900 Andresa Santos Silva

511008209 Talita Rodrigues Vilela

511008590 Washington Luis Seabra De Oliveira 511008667 Mario Jose Dos Santos Filho

511008781 Caio Augusto Saragoza Dos Santos 511009523 Juliana Dos Santos

511010157 Júlia Carvalho De Araújo Abreu 511010237 Maria Gabriela Freitas Cruz

511010260 Patricia Moinhos Cardoso Dos Anjos 511011939 William Zenon Nogueira Conrado 511011948 Thaís Amorim Clemente

(2)

2 511012273 Leonardo Hallak Dias

511012628 Sandro Carvalho Silva 511012703 Larissa Mendes De Souza 511012932 Nycolle Queiroz Dos Santos 511013018 Izabella Venâncio Candido 511013239 Taís Araújo Ribeiro

511013878 Jose Bento Ferreira Da Silva

II

DA DISPOSIÇÃO E DOS FUNDAMENTOS ANÁLISE DOS RECURSOS

(3)

3 As questões suscitadas pelos recorrentes são a seguir analisadas:

Cargo: Estagiário

Questão: 01

Recurso Prejudicado. Ratifica-se a opção divulgada no gabarito preliminar. Recurso prejudicado por ausência de pedido.

Questão: 02

Recurso Prejudicado. Ratifica-se a opção divulgada no gabarito preliminar. Recurso prejudicado por não corresponder à questão ora mencionada. Questão: 03

Recurso Prejudicado. Ratifica-se a opção divulgada no gabarito preliminar. Recurso prejudicado, por ausência de pedido.

Questão: 07

Recurso Improcedente. Ratifica-se a opção divulgada no gabarito preliminar.

A assertiva I da questão encontra-se de acordo com o art. 6º do Código Penal Brasileiro, in verbis: “Art. 6º - Considera-se praticado o crime no lugar em que ocorreu a ação ou omissão, no todo ou em parte, bem como onde se produziu ou deveria produzir-se o resultado.”. Ratifica-se, pois, o gabarito preliminar divulgado. Fonte: DECRETO-LEI No 2.848, DE 7 DE DEZEMBRO DE 1940 – Código Penal, art. 6º.

Questão: 09

Recurso Improcedente. Ratifica-se a opção divulgada no gabarito preliminar.

Assim dispõe o art. 9º da Resolução do Tribunal Pleno nº 0003, de 26 de julho de 2012 (REGIMENTO INTERNO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS): “Art. 9º O Tribunal de Justiça organiza-se e funciona pelos seguintes órgãos, sob a direção do Presidente: (...) II - Órgão Especial, constituído pelos treze desembargadores mais antigos e por doze desembargadores eleitos, observado o quinto constitucional;”. Destaca-se, ainda, que o termo “Corte Superior” constava da Resolução 420/2003, que foi revogada pela Resolução 3/2012. Logo, percebe-se que a definição legal de Órgão Especial se encaixa perfeitamente na lacuna da questão, motivo pelo qual ratifica-se o gabarito divulgado.

Fonte: Art. 9º da Resolução do Tribunal Pleno nº 0003, de 26 de julho de 2012 (REGIMENTO INTERNO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS).

Questão: 12

Recurso Improcedente. Ratifica-se a opção divulgada no gabarito preliminar.

Conforme preleciona o Código Civil de 2002: “Art. 104. A validade do negócio jurídico requer: (...) II - objeto lícito, possível, determinado ou determinável;”. Assim, está incorreta a assertiva que diz que o objeto deva ser obrigatoriamente determinado no momento da celebração do negócio. Ratifica-se, portanto, o gabarito preliminarmente divulgado.

Fonte: LEI No 10.406, DE 10 DE JANEIRO DE 2002 (Código Civil de 2002), art. 104. Questão: 13

Recurso Improcedente. Ratifica-se a opção divulgada no gabarito preliminar. A argumentação apresentada pelo recorrente não corresponde à questão indicada.

(4)

4 Questão: 14

Recurso Improcedente. Ratifica-se a opção divulgada no gabarito preliminar.

A questão solicita a indicação de qual sanção NÃO é prevista no Código de Processo Civil ao litigante de má-fé. O pagamento de multa não excedente a 10% sobre o valor da causa não está de acordo com o caput do art. 18 do mencionado diploma legal, in verbis: “Art. 18. O juiz ou tribunal, de ofício ou a requerimento, condenará o litigante de má-fé a pagar multa não excedente a um por cento sobre o valor da causa (...)”.

Fonte: Código de Processo Civil (Lei Federal nº. 5.869, de 11 de janeiro de 1973), art. 18. Questão: 15

Recurso Improcedente. Ratifica-se a opção divulgada no gabarito preliminar.

Conforme preceitua o Capítulo III do Título VIII do Código de Processo Civil (Lei Federal nº. 5.869, de 11 de janeiro de 1973), em seu art. 319, se o réu não contestar a ação, reputar-se-ão verdadeiros os fatos afirmados pelo autor. Não procede a alegação de que tal orientação legal se refere apenas a processos da Fazenda Pública, motivo pelo qual ratifica-se o gabarito preliminarmente divulgado.

Fonte: Capítulo III do Título VIII do Código de Processo Civil (Lei Federal nº. 5.869, de 11 de janeiro de 1973), em seu art. 319.

Questão: 18

Recurso Improcedente. Ratifica-se a opção divulgada no gabarito preliminar.

A simples menção ao art. 37 da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 e ao termo “ilicitude” não faz com que o princípio da legalidade seja admitido como correto para a questão. Como mencionado no excerto colacionado no enunciado, discute-se a respeito do princípio pelo qual a Administração e seus agentes têm de atuar na conformidade de princípios éticos. Celso Antônio Bandeira de Mello, em sua obra Curso de

Direito Administrativo, leciona que “De acordo com ele, a Administração e seus agentes tem de atuar na

conformidade de princípios éticos. Violá-los implicará violação ao próprio Direito, configurando ilicitude que as sujeita a conduta viciada a invalidação, porquanto tal princípio assumiu foros de pauta jurídica, na conformidade do art. 37 da Constituição. Compreendem-se em seu âmbito, como é evidente, os chamados princípios da lealdade e boa-fé, tão oportunamente encarecidos pelo mestre espanhol Jesus Gonzales Perez em monografia preciosa.”. Ratifica-se, portanto, o gabarito divulgado.

Fonte: MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de Direito Administrativo. 26ª edição. São Paulo: Editora Malheiros. 2009, p. 119 e 120.

Questão: 20

Recurso Improcedente. Ratifica-se a opção divulgada no gabarito preliminar.

Segundo o Conselho Nacional de Justiça: “São tribunais superiores: Supremo Tribunal Federal (STF), Superior Tribunal de Justiça (STJ), Tribunal Superior do Trabalho (TST), Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e Superior Tribunal Militar (STM). Esses órgãos representam a terceira e última instância do Poder Judiciário, atuando em causas de competência originária (recursos que se iniciam no próprio tribunal) ou como revisores de decisões da primeira e segunda instâncias (tribunais estaduais e TRFs, respectivamente).”. O art. 92 discrimina os órgãos do Poder Judiciário, sendo razoável se exigir dos candidatos o conhecimento acerca da hierarquia entre eles. Ratifica-se, portanto, o gabarito divulgado.

Fonte: http://www.cnj.jus.br/noticias/cnj/21440-tribunais-superiores-quais-sao-o-que-fazem, acesso em 7/12/2014.

(5)

5 Questão: 21

Recurso Prejudicado. Ratifica-se a opção divulgada no gabarito preliminar. Recurso prejudicado por não corresponder à questão ora mencionada. Questão: 22

Recurso Improcedente. Ratifica-se a opção divulgada no gabarito preliminar.

Analisando o texto, verifica-se que a única afirmação explícita no texto é o disposto no seguinte trecho: “Deu no jornal que o primeiro-ministro da Bélgica, Elio Di Rupo, interrompeu um discurso que fazia no Parlamento para atender e responder a uma mensagem pelo celular. A discussão na imprensa (e entre as pessoas que leram a notícia) acabou tendendo na direção do ‘apocalipse digital’.” (1º§). As demais alternativas expõem suposições do teor da mensagem, porém, tais informações não foram citadas nem comprovadas no texto.

Fonte: O próprio texto.

Questão: 23

Recurso Procedente. Gabarito alterado para a alternativa D. Analisando as afirmativas, verifica-se que:

• FALSA – O termo “algo” refere-se ao “apocalipse digital”, e não à discussão na imprensa: o autor ressalta, no texto, que as catástrofes causadas pelos aparelhos eletrônicos são mais previstas e anunciadas do que a previsão do fim do mundo, o qual era um fato tido como certo de acordo com o Calendário Maia.

• VERDADEIRA – Segundo o autor, a previsão de que o mundo iria acabar foi profetizada pelo Calendário Maia: esta informação encontra-se no próprio trecho mencionado no enunciado da questão.

• FALSA – O autor quis dizer com essa frase que é normal e, portanto, previsível responder a uma mensagem de celular durante uma cerimônia: o trecho do enunciado não afirma isso, apenas ressalta que o “apocalipse digital” é algo previsto, ou seja, refere-se a um fato anteriormente descrito, o qual acabou gerando uma discussão na imprensa.

Portanto, conforme se observa nas argumentações acima, a alternativa correta é a D (F, V, F). Fonte: O próprio texto.

Questão: 24

Recurso Improcedente. Ratifica-se a opção divulgada no gabarito preliminar. Recurso prejudicado por não corresponder à questão ora mencionada.

Questão: 27

Recurso Improcedente. Ratifica-se a opção divulgada no gabarito preliminar.

A utilização da letra maiúscula é determinada por certas regras ortográficas e de estilo.

As maiúsculas usam-se no princípio de uma oração, depois de um ponto e como letra inicial em nomes próprios, os quais podem se referir a lugar, pessoas, instituições, festas, siglas, símbolos, logradouros públicos, entre outros. Analisando as palavras escritas em maiúsculas e respectivas justificativas apresentadas, verifica-se que: na alternativa A, “Bélgica” é nome de um lugar (país); na alternativa C, “Parlamento” é nome de uma instituição legislativa; e, na alternativa D, “Avenida Paulista” é nome de um logradouro público. Ressalta-se que todas são nomes próprios, por isto se encontram com iniciais maiúsculas. Portanto, a única alternativa incorreta é a B, pois o termo “Messenger” não se refere a um nome personificado, mas, sim, de um aplicativo. Fontes:

• CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. 48 ed. rev. 3ª reimp. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2012. p. 64-66.

(6)

6 Questão: 28

Recurso Improcedente. Ratifica-se a opção divulgada no gabarito preliminar. Analisando as afirmativas, verifica-se que:

• CORRETA – O verbo “lembrar” em “Lembram-se disso?” (3º§), por ser transitivo indireto, exige o emprego da preposição “de”, visto que o verbo “lembrar”, quando pronominal (“se”), como no caso citado – “Lembram-se disso?” (3º§) – é transitivo indireto e exige a preposição “de”, empregado em “disso” (contração: de + isso = disso).

• CORRETA – O verbo “chegar” no trecho “[...] até chegarem ao lugar para onde se dirigiam [...]” é intransitivo, porém exige a preposição “a” para reger o adjunto adverbial: na língua culta, o adjunto adverbial de lugar do verbo “chegar” é regido da preposição “a” – “[...] até chegarem ao lugar para onde se dirigiam [...]” –, verifica-se, portanto, que o verbo não exige a preposição, mas, sim, o adjunto adverbial de lugar que o acompanha. Ressalta-se, ainda, que o verbo “chegar” no sentido de “atingir data ou local” é intransitivo. • CORRETA – No trecho “[...] ‘preciso urgentemente saber que recado é este’ [...]” (6º§) poderia ser empregado à preposição “de” antes de “saber”, visto que o verbo “precisar”, no sentido de “ter necessidade”, pode ser transitivo direto ou indireto, porém, prefere-se com o emprego da preposição “de” (objeto indireto – precisa de que?). Ressalta-se que nas construções em que “precisar” vem acompanhado de outro verbo no infinitivo, no caso em questão o verbo “saber”, pode-se usar a preposição “de” ou dispensá-la. Portanto, a afirmativa encontra-se correta, visto que ambas as formas são aceitas gramaticalmente – “[...] ‘preciso urgentemente saber [...]” (6º§) ou “preciso urgentemente de saber”.

Fontes:

• CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. 48 ed. rev. 3ª reimp. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2012. p. 496, 499, 500 e 505.

• MESQUITA, Roberto Melo. Gramática da língua portuguesa. 10. ed. São Paulo: Saraiva, 1994. p. 415, 629, 631 e 633.

Questão: 32

Recurso Improcedente. Ratifica-se a opção divulgada no gabarito preliminar. Analisando as afirmativas apresentadas, verifica-se que:

• “A discussão na imprensa (e entre as pessoas que leram a notícia) acabou tendendo na direção do ‘apocalipse digital’.” (1º§) – os parênteses foram empregados para separar uma frase intercalada, realçando que a discussão não ocorreu apenas na imprensa.

• “Sinto falta (por exemplo) do tempo em que alguns amigos passeavam juntos, conversando.” (3º§) – os parênteses foram empregados para separar termo exemplificativo.

• “Só isso (no meu entender) o redimiria [...]” (5º§) – os parênteses foram empregados para separar uma frase opinativa intercalada.

Ressalta-se que expressões retificativas são utilizadas para corrigir termos dispostos anteriormente, o que não ocorre nas afirmativas acima. Observa-se, portanto, que a única alternativa correta, que atende ao emprego dos parênteses nas orações acima é a alternativa C, visto que todos os parênteses apresentados podem ser substituídos por vírgulas ou travessões.

Fontes:

• CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. 48 ed. rev. 3ª reimp. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2012. p. 428-433.

(7)

7 Questão: 33

Recurso Improcedente. Ratifica-se a opção divulgada no gabarito preliminar.

O conteúdo programático “ortografia” abrange, entre outros assuntos, o emprego de palavras diferentes que apresentam o mesmo som (fonema). A questão, portanto, encontra-se dentro dos assuntos dispostos no Edital. Tais assuntos podem ser verificados, por exemplo, nas seguintes gramáticas:

1.Domingos Paschoal Cegalla (vide fonte abaixo), dentro do tópico “ortografia” consta, dentre outros, os seguintes subitens: 1. Alfabeto português; 2. Emprego das letras K, W e Y; [...]; 6. Representação do fonema /s/; 7. Emprego da letra S com valor de Z; [...].

2.Roberto de Melo Mesquita (vide fonte abaixo), dentro do tópico “escrita e ortografia” consta, dentre outros, os seguintes subitens: Alfabeto e noções léxicas; Algumas normas ortográficas; Derivação x, s, z; [...]

Pode-se verificar que o aspecto abordado pode ser encontrado nas referências bibliográficas mencionadas abaixo.

Fontes:

• CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. 48 ed. rev. 3ª reimp. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2012. p. 60-63.

• MESQUITA, Roberto Melo. Gramática da língua portuguesa. 10. ed. São Paulo: Saraiva, 1994. p. 75. Questão: 35

Recurso Improcedente. Ratifica-se a opção divulgada no gabarito preliminar.

Analisando a charge apresentada, na qual fica claro que há um personagem que acredita que, por ter um computador e ser recordista de vários rankings em jogos virtuais, tem tudo na vida, ou seja, não sente falta de mais nada. Dentro do contexto passado pela charge e respectivos trechos retirados do texto I, verifica-se que as alternativas A, B e C encontram-se incorretas, respectivamente, pois: um dos problemas é o equipamento eletrônico, visto que o personagem da tirinha não sai de casa devido aos jogos virtuais; o personagem da charge não interage com outras pessoas, ou seja, não utiliza o computador para conversas virtuais apenas joga; e, a charge não faz nenhuma menção acerca de e-mails ou bate-papos. Portanto, a única alternativa correta é a D, visto que o fato de acreditar não precisar de mais nada, o personagem encontra-se completamente aquém das relações face a face, substituindo tias relações pelos jogos virtuais.

Fonte: Os próprios textos. Questão: 39

Recurso Improcedente. Ratifica-se a opção divulgada no gabarito preliminar.

Analisando a charge apresentada, verifica-se que a curiosidade do pai, e perguntas realizadas ao filho em seguida, foi causada pela interpretação equivocada do termo dito pelo filho – “tablet”. Se não houvesse interpretado dessa forma, e sim questionado a qual “tablet” o filho se referia, não haveria tais questionamentos. O pai, por considerar como certo um “tablet” eletrônico, não apresentou curiosidade, mas, sim, uma certeza inexistente do objeto encontrado pelo filho. Por isso a decepção do pai no quadrinho seguinte, por ver que o filho não havia achado o objeto tão desejado por ele.

Fonte: O próprio texto. Questão: 40

Recurso Improcedente. Ratifica-se a opção divulgada no gabarito preliminar. Recurso prejudicado por não corresponder à questão ora mencionada.

(8)

8 III

DAS CONCLUSÕES

Face ao exposto, após análise dos recursos, os mesmos foram julgados, de acordo com as decisões e fundamentações supraelencadas.

Publique-se,

08 de janeiro de 2015

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