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AHOÜIVO PUBLICO ÜISSlHD
HEIO imtizomE
LEIA HOJE:
O Fon. de Uberlan
dia praata u'a
ma--tceida
homenagem
•— Penlcilin*—
ge-Cio Infantil —
Et-portes, ete.
CORREIO DE UBERLÂNDIA
Diretor: HOSTUJO ALVES DE OLIVEIRA
diArio indipindente
ANO IX
Urda,». • AJ—lalatrad.KlIA SAsTO» nusIORT,*»?
li
Gerente : ALBANO DE MORAES
ABRIL
1
1945
I
1
DOMINGO
I
UBERLÂNDIA, Minas (Triângulo Mineiro)
Cal»» Pastai aoz-Trl. UanEWD. TEM». "DIABIO"
0 Foro de Uberlândia presta n'a merecida homenagem
^tS^****r.»\^aaaa^ <•?«>*>>•"»«<. «*»*•*
«erhnoni. • Prefeito V.«o«.^
r.b., repra^nt™,.,, «« Rolarl Club., * Ord.m do^
Difusora, locais, • peisoas çj« granel* rapVasanlácio\|d!í *
advento definitivo do rentl mento de human.da.lê ui terrjj".
Senhores:
N.» 1621
prenlva o merecida homena-Kem aos doutores Domingos Pimentel da Ulhoa (Ja (ale-cido). Ananlas Varela de A. eevedo e Marfclo Ribeiro, an-tlKoa Juizes dest» Comarca e ao a&udoalsalmo advogado u-berlandenae. Manuel Lanrda. As 15 horas, presentes o Prefeito da cidade, 'dr. Vas-con celos Costa, o ilustrado Juiz de Direito de Uberaba, dr. SebaaUlo de Souza, rupre-aenbuitiea da Impren» e da Rádio Difusora de Uberlândia. do Hdtart Clube e do toda» aa claasea sociais, o dr. Hei-Teclo Rozenburg «brlu a ae»-aio dlsendo da razão daquela •olenldada qae er» a Inauru-raçüo so aallo nobre do Po-mm, de quatro Ilustre, flsu-raa.
O discurso produzido pelo dr. Helvécio Rozembura des, rrerendo a vld» do maçlatra-do e maçlatra-do advogamaçlatra-do, foi umo, Pt» que eropoleon sou pro-aente» pol» aua erudição »prl-mor»d». pela beleza dns con-eeltoe e aobretudo pela íln-«uarsm elevada.
TRAÇOS BIOORAPICOS DOS HOMENAGEADOS
O DISCURSO PROFERIDO PELO DR. DOMINGOS PIMENTEL DE ULHOA
- zSL—Í&-»vÇSMÈ Pimenteld» TJIhlla rol e pitmelro jnls d» rjberUnde • aja* aqui ins. talou a Comarca, rol sempre nm magistrado carinhoso, mo. deato, proenrando faser lustl-ça peloa meios amistosos, a. «Indo mal» como amigo das parte» do que como Julgador. A aua ado teve grande Inten-sldade em todo o Município, tomando-se por laao, amado do ipovo a dlatlnguldo pnr po-bre» e rico». poi( grande» o pequenoa. Sua lembrança que-nd» vive no coraclo de todoa. O dr. Mareio Ribeira, Io! o Jul» que sucedeu o dr. Ar-nuldo Orlando Teixeira de Moura. Cie e o dr. Ananlas Varela tlveiam passagem itfc-¦pld» por Uberltndla.
mas, apesar do pouco tempo em que atuaram na Cumaica. souberam conquistar o cora. {io do povo. Deixaram tra-Coa Inapacavela de an» pass». sem» contribuindo para isso. ¦¦ grande» qualidade» de qua aio portadora».
Uberlândia tem tido «oor. te de contar no, aeu» cinco Julxe» — Inclusive o atual — magistrado» dlgnoa, culto», honealo» e honrado».
I "Dos
guardados ds minha memória, embora sem poder Identificar sua origem p.eclo-sa, retiro, para servir de por tada às minhas palavra*. un> notável conceito, aem duvida, Já multo conhecido tosso: — "quem dá realidade às Instl-tuieSe» nAo e a Inteligência •que aa concebe, nem o perna-mlnho qne as estampa; é a ni agi atra tnra que as dftnàde.*! P. "validando essa .afirma-tiva, de elogio fc -magiatr.ih.r.* e aos magistrados, en n faço completamente desligado da relação que tenho com um dos homenageados do mo-mento. Faço-o como simpl*-s fator social, como fração dc comarca, que se sente er? ae-g ti rança de justiça nao lanto porquo o ampara a Intallgônr cia do direito estampada no diploma dos códigos; mas ipela Integridade com -jue o
defende a Tnaphttratura. No exercício do defesa da sociedade, defesa que, cada dia, e atropelada pelaa imper. felçoe» dos Indivíduos, p
ma-Desde o momento cm quc me foi comunicada a data. desta solenidade, criando pari mim a obrigação de estar presente e manifestar senti1-mentos de gratidão, um ama-vel e teimoso consellio do Panl Geraldl assaltou-nio o espirito, repetindo aaropre: r saudade e um poeta é sempre Mn historiador...
Todavia, por força de ml-nha prjoprla Incaipacidarie e pela natural contradlçar qne costumamos opor aos avisos da prudência, nflo consigo emprestar às minhas palavras o ritmo daa melodias e o ri-marlo doa versos. Comwreen-do, tambem, que os poemas doa tempos que vivemos sVj podem se Inspirar no sa-ipne que escorre pelas fcrld.ii: dr mundo... Talvez, e por, isse mesmo, tenho quo contar um pouco de história.
Senhores:
Bu, propriamente, nSo pos-so dlrer que conheci meu pai Afastado quase sempre dç «fu convívio pelas comlnson-das da educação, quando
OS ORADORES Além do dr. Helvécio, flze-. ram nao da palavra, aa se. guintes pessoas: dr. Jacl de di Aseis, em nome do TC-o. dr. Domingos Pimentel de, UJhoa. agradecendo em nome da família; dr. Abelardo Pina, em nome da família dü dr. Manuel Lacerda; dr. José Marta que saudou o ilustro
rara o plano doa herola "A origem do berolamo eatá. por r»*rto. na solidão humana." "Nascemos aó e morremos at,." "Ns soledade * que os homens, cochichando com sun alma. gradatlvamente temo»-ra o» elementos especifico» do heroísmo." "Lota ci,ntrti ted os para depois ter todos a seu lado." Nao e a. cena aberta dos rumores populare? qne o empolga. "O que Ale quer ê estar só; ê ser diverso para. em seguida, falar a íln-ftuagem comum. Ser dos on-troa: viver para oa outros. Discutido. Insultado, susnolta-do. difamado, afinal aplaudi-do e reverenciaaplaudi-do."
A gloria doa magistrados, senhores, tambem trav-slta por esse calvário, por ls»<| mesmo, ao render um pre! to d** honra a Juhes, homena que por ser) homens, tl/eian) ou continuam tendo, souh ttlnnfos e sus» derrota», tal» dando nma InterpretaçSn mais nobre so destino dos lu-tadores. B Isso é necessário porque "esplrltualmenae const derados os vocábulos denutn e trlun'3 adquirem oulr» slg, nlflcacao." B acima de ludr. é necesaárlc porque »t(.s cof mo e»»e que praticai» rojer-cutem eomo advertência "f um mnndo que so olha na'» os monnmontòa dos vencedo-res, que os verdadeiros heróis. da humanidade n&o Bai» aque-les que sobre milhões dt se pulturas o existências derroca-Gaa edlflcara seus reino? efo meros. Mos sim, e pr«c!sa7
iES^ °~^ss^^j;í^^"^_ "--_,•» "^»g>s«o. quaimo c nal-dos «asssrinho» pretos; (.latindo sob», qnsse aemprerlmen entendimento chejron e»teá^o-àabteffi^ast-*m'dkv .... r, nlann dos berola "A Ja o vi na (mssmsssn ha-tl*í^\:'^f ™"°_V™."^^ __'Já o vi na época em qne o
ho-mem dedica mala atençíío ao "túmulo
doa amigos e ao ber-Ço dos netos"; em que a cria-tura assumo aquela atitude,
|cgô~po„ do mendigo que conversa com
prontador do direito, fiutnan-do nas suas Inquletacr.es dc homem, ora bafejado pelaB aleluias das vitorias, ora queimado pelos gllvascs dan derrotas. Consigo situá-lo nu-ma fase em qne o burgo hoje Já civilizado era apenas nm aglomerado consuetudluário mosaico de "formas ójefeltuo-sas de vida", onde oportunl-dades mesquinhas «para ambi | çGes pequeninas constituíam c motivo dominante da atlvldaj de privada, e, por naturú! ex. tensão, o teto de todas as de-mandas ... Descubro-o, tflo, batido pela amrgura, qual se somam as amargurar) dos seus descendentes, de ter sdo contaminado por algumas daquelas formas defeltvcsar do vida... VeJo-o, numa tar de chuvoa, do Sfto Pedro de Uberabinha, olhando sou» ju-rfsdlclonados pregar uma pia-ca com seu nome, numa dai? praças da cidade, e quase o escuto diser as palavrad quq então lhe passaipm pela men-te: "este povo honra-mis com seus lábios, mas seu coração es«tá longe de mim—" Vejoj o. na vlgllanca do Jardhidro ajudando a crescer o extinto hamhual aqui do largo, ou nn expectativa da revoada niati
sexta-feira de trteTaa. Vivemos a agonia da Pai. xão e todos nós, homens qur acreditávamos na Liberdade e na Justiça, suámos um suor do sangue.
Xa noite tenebrosa do fas-cismo, que arrazou a Europa 6 extendeu os seus tentaculor sobre a América, o Direito Tci
grande sacrificado. As ditaduras e os regime? de exceção só subsistem quan-do file é destruíquan-do/ ou, pelo menos, sao Inutilizados os seu? efeitos.
Pornue file. como essência da pnApria sociedade, ê ln-compatível com os governos que assentam o seu poder acenas na força.
A primeira e a última pa-lavra da civilização é a segu-ranen individual. Nenhuma civilização viverá, na face da terra, se lhe faltar esta segn-rança, compreendendo todo= os direitos Imanentes a perso-nalidade humana — Jlberdad»" de pensamento, de opinião ¦ «n trabalho.
Estas condições de ejln tencla;.ad apaiecem nos reci dessa. casa. arrastando o cor
po atlético mas pesado peior edemas, -precursores da fingi-na fatal; e presto multa aten-preciso ouv-lo ainda uma vez, recordando os favo-: o céu. fixando na alma. iihti, l„e devidos ao hnmlid=
Josí-pecúlio do além, as derra deiras paisagens da vida J-y o alcancei, portanto, julgando as questfies forenses pulo prisma da tolerância, que é o estagio mais alto da Justiça: e aceitando as defurml.ta.lCF humanas com restrições de melancólica filosofia tanto qn* sempre, ponderava: 'q mérito dos homens é como of. frutos: tem suas estações.. .** Contudo, pe|av filmagem re. troapectlva do afeto, e.i o vejo moco bacharel pat mi lhando aa comarcas do sertáot armado com a certeza juber-tlana de que "a força e o direito dominam tudo nr mnndo: a fdsjea ate que o di-rc-lto se apronte." Veio o
5-da Lagoinha, e esquecido dos promessas e das ameaças dor poderosos... E sinto t,ne q fantasma permanente dc men pai, que continua esmai.dn por essas' salas, Tal fluir peln minha voz. para vos agrade-cer, usando as Telhas pala-vras do profeta ISAIAS. map com o aentido novo d>i sus-prita desmentida:
"Ente
poi*) .honra-me com eena lábios e oom sea cora-ção."
DISCURSO PROFERIDO PELO DR. JACY DE ASSIS NA CERIMÔNIA
DO PORTOI " ... tambem o Direito teve, nestes últimos anos, a sua ;
poro.
A grande fnnefto social d? lei * mirantlr. NSo há orden-nnlítlca estável, em qne ae nossa depositar confiança ¦ sem nma constituição oütor-•gada ao povo pelos seus re* •presentantes. Nfto se com-ipreende nma constituição qur emane de outro poder.
Ela é condição preclpua de vda: cria o ambiente favora-vel ao trabalho prlonicio ao progresso e ao aperfeiçoa' mento moral, porque sua mis-pfio é assegurar a Liberdade, fundamento das Inlclatlvar/ poderosas e dos nobres Ideais, As nacionalidades perecem na tra nia, no absolutismo ou na demagogia, se lhes falta, como égide, nma lei escrita. Os movimentos renovado-res, no passado e no pre&entet sempi.3 ae fizeram em torno desta exigência fundamental. Na Grécia, em Roma, nas cidade» italianas, como non
povos modernos, — na Euro-pa assolada, pelo nazismo r-pelo fascismo, no Oriente es-ctavizado pelo Japonfis. — o ponto de partida das relvíndi-cações foi sempro o mesmo; — a lei, como garantia da U-herdade.
N5o há democracia. IpÍo é não há Igualdade de o.ioilu nidades para todos, se náo é r vontade da lei que escolhe *< seleciona os valores, dlstrlbu* o? nrtstos e os mandatos.
No Brasil, as grandes cam. punhas visa/.im sempm umi
constituição. I
Esta nfio é nm privilegie» abstrato e Incerto dos passes: ¦* nm bem que pratlcanientr incorporamos à nossa pro-predade. nols graças a êle n neder niíhlfco «e llmits e sr ranlonaüza. o coda Indlvldnr pode -p&nsar e agir lrrremen tP. dentro de lindes de ante. máo conhecidas.
O bem mais caro do cida dão. o bem maior do mundo ê a liberídade; no conceito Ju-rldieo — "complexo dt> ga rantlas lesais qne o exmcir aos caprichos da arbitrarleda de o da violência".
E lea, a mais lenta e mair superior conquista do homem sú exste dentro da ordem Ju rldlca — esta mesma ordeir quo havemos, agora, de
A
SSISTI OXTEMver-d-idelramcnle t-nto-nado a mortt ida homen^a^n' qnc o foro do riK-rir,»:nia preston a quatro UustiYs figurar: — trve juizes e um advogado —. lnangumndo seus retratos no snlSo nobre do fomm desta cidade.
Ouvi embevecido, o nrj-Innnte e erudito discurso do Juiz de Direito da Comarca, dr. Helvécio Rozonlini c discorrendo primnrosnmm-te sobre a fUnção do nm-adstrad'* e do advoinuío. Entre os hoiurras^n í«-»' flíTurnvim do*« n»«*ttã« — nm 'niz e nm pih\*#*àaa O primeiro 0 o sj»r«1ft«n dr. Tnmrte Pimentel Tlí'"-. rri-meiro juir de T^"»-,*r-t:n. Viío o coTihcci. V*—fM-» -n-tretanto, sua mm^-4'' * "'vn sc o tivesse w1""'1' * que de tanto ouvir enrlos h, sua memírin. n»-"" i".do sido nm juir hrnn c i,—"--nitârio. tendo ilevnt»il<i «ifln sua existência à m5!i<-a do hcm. em flefesn f'o 'rnco e do oprimido, i.iwr-11 '.an-bem, a qnercr-lhe l^m
Ingressar de novo. tomando-a aoa detentores do podtr. to-, cados de comocSo e de aasle-dade, e na ce^texa de u.ue p nós cabe. naj gravidade d^ hora presente, uma tremendo responsabilidade para coir nossos filhos.
*5 quo nds sabemos quf nada se fax de duradouro, nr oçi«l. sem. a Justiça r
IQuando o dr Donlnttos Pimentel de TT-ôn. esse moço que herdou todas as qualidades de sen nrout-nl-tor, iniciou seu disrur»*- ¦,« agradecimento, meus i.lhos turvaram-se de lágrimas. Ê que nesse Instante, sen-tido a comoção que e-nltar-gara a voz danncle HHio, lembrei-me, tnmliem. do rt*»u velho o saudoso pai c cuja passagem por este planeta de misérias e decençõe*.. foi toda de sofrimento e de anfeCstlas...
*c^»ÈÉÍ»^
Esta festa tem o seu sim-bolismo.
Nfio estamos colocando nes-' ti sala, que é a do Tribunal do Jurl — onde o povo sf reúne parh exercer um d*»; mais nobres misteres — ape-itãs quatro retratos de Julzer e advogado.
Nós sabemos qne as home-nagens humanas sfto fragei? passageiros. Atravessamos uma época em que a palavra de ordem era entroniiar re-tratos em todos os seus reclnT tos. Não como símbolos de Idéias ou de principiar, não como expressões de valer mo-, ral ou grandeza social, mas simplesmente como mesquinha bajulação feita aos homens do poder, e como imposição des tes homens que os desejavam (Contínua na 6.* página)
Livraria Cultura
» »ras»r éW annuwuu •iito aen m» U»rri»»ai«. a. ta n»in — m ~aa»m -éaêlam m afetece •¦ .aaãaamam *a a naslsuls ta Um» -— rs-eaaa . ¦¦>¦ Isüsala «èa> J.í# uwiwa • imus *mriat*m a. maUs*
rtia»li ssiltmalli Jasaass • vtos. aa huerlST *. pata, . '• rtatteara vsal.. peto »l»sss.» a» OraaUbrto a ataaaWra, anataaarato, Kto sutil,, m» ¦«¦¦slslss «aatai;
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AOVABDia, COM PRA2DR A HONRUDE SUA VISITA.
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anrte clichê é óV ta e^eisdldD qaadro «eo, trabalho Ido pintor bra--llelro Bt»ã leastona obra da arte. qae «e acha exposta na vltrtn» da Ossa Skporte, ¦a praça Benedito Valadares, foi deetlnad»
pelo aen autor a am sorteio i
da nora Santa Ossa o do Ptspensirto dos Pobres, o qne ao prorwMaWs por estes dias. B" ma» 0»to filantioplco d» Oastre artista, qne fixou na teia nm dos mai» comovente» ejssodloa do
•óliâa, eõraeio -'dr. U0Mld£ns. Pimentel dê Ulhoa «Trpol-Ka m todos com a sua pa.a tt» amena e mlta. IF* sen coração qu*» fala tw^wiirr»» r»*»-Ios seus lábios. "Xa sole-dade é que o homem. co7ii_ chando com sua alma, gra-«Ia ti vam ente têmpora os elementos especifico», d,» "»ip». rolsmo. Luta conti»-. t»ios. V*ra depois ter todos a ten lado." Eis uma pr-Tuvda filosofia contida no fnrr.o^o dlscnno desse filho iicrnde. cido, dessel filho qne esti honrando brühantemriitc.- a memória de sen saudoi-tasi-mo pai, desse fUho que tom-bem, ainda mnlto m>.ço, j£ conquistou a estima de grü-gos e troianos.
E visivelmente eniorlnna-do, o dr. Domingos termi. J» "VeJoH» assim, sen dlscnrso: subindo as e*^idas desta caso, arrastando o corno atlético, mais pesado Pelos edemas precursores da angina fatal; e presto mnita atenção, pois preciso ouvi-lo, ainda uma veí, re-cordando os favores devidos ao humilde José ih, i^a.
golnha, = esquecido das | ro-messos e das ameaças ;Ios poderosos... K sinto quc o fantasma permanente de men pai, qne continua cs-mando por estas salas, vai flnlr pela minha 107. para vos agradecer, nsan<tu as Telhas pnhvnfis do prl.ffta ISAIAS, mas com,o sentido novo da snspeita rtrsnvntl-da: ESTE POVO HdXJM. JIE COM SEl-R I..\í!IOS E COM SEÜ COARçí
-A hnnrf>n!i<Trim nnr< »nm-hcm prpsfarsni no T-rlIio e Faudoso dr. 1-nrr-i-da sei viu. para mais nm* vex, mo«r»-:,r com eloqüência. n gratidão dos wm coi*»-ras. a f-minde «pae o querido} e?tmfo soul 1 ba conquistar entro >«>us companheiros.
•txmííPcl. embora çcni in-Umidade, o dr. Mani".] f-a-oerda, assm ">'no não deu» conhecia seus grandes ces-toa' de bondade e dn fiUn-tiVipia, praticados ft sGi>*hra, de sua«TnodestÍa e anreola. dos no»f uma simpatia con-(* taqjante, escondendo áva-ramente o tnlgnranfe talrn-to de qne era portado*'
esr
ALVES DE OUVEIlU
~yy ..mmrrY
v-yy-.--.
•yy; rL,.y.-yL <:l: y"
'-¦•7''7rr.-r: ¦77 r,y:'¦$¦£¦?
Ituiutaba
tem
novo Prefeito
Nom aado pa<-a esse elevado cargo, em substituição
ao dr. Jaime Meinberg, que solicitou sua demissão, o
¦dr. Ciro 5-ranto que vinha desempenhando com brilho
í ívutgar as funções de Promotor de Justiça daquela
Comarca.
Orientará a politica do progressista
muni-cipio cís csuiutsba, o dr. Ornar de Oliveira
Diniz que
scaba de ser convidado pelo Governador Benedito
Jjiladares, para fazer parle da caravana que vai
per-correr o norte de Minas, em propaganda a candidatura
do Sal. fiaspar Dutra á Presidência da Republica.
íi ni.vn governador ilo Uulit í -. ,'• utn ,'x— mal» eHtlnwdn;
;.,'¦,.¦>,,,; <|Hi- formam » •**U,c d'
i-ri-i .>.- ¦• rir» 1iriiil-ll.ii'. I> dr t i . r.am-o, r/i'ollild'i par' tiiI-Nfltulf i>'dr. Inlmo Mui oi t.ctv. •'¦ Uin moço nue s« lornoi ithImI' t\.< (íralldüo »• do -..ri llllll (1 iqu*'lu Vi-nte.
cur.M. prhi.ílrlo no -(Impo Es-nlar Joflo Pinheiro", daquela ilii.nl--, illilfrlclo eninn. pelo ¦,.-„!, Josí Inácio de Sousa Cursou "¦•>¦« tarde o "OlnAsi-Itloc-.si.no", de Uberaba, haeha-it-lniidu-rn em 191". fpoen cm que matriculou**., no ctiran *u-l.rr!nr ,1:, l*ni-ulilndo do l'lr.iti
cnwiliAlio rni.o GOVEtlXA»
mm VAIjAU.VIIKÜ IMIIA MIA i:\ri ití-AO ms
i»hiiimi:.\.\-I>A l»A r\\IMI>.\T.It.V no c;.n- Di-riLA Orador fluente, palavra fácil « dr. Ornar de Oliveira DInli acaba de ser convidado pel. Kovei-nndor Benedito Vnladnrei ina fazer pnrt0 da cara vau. •Utlca que Irá ao norte d' Inus, em piropaffandA da can
i do general Burle
Dutra íi PrettidOnela di I CrnslI.
.Vo r-ni-uo dn Promotor dl ,,..,.:„r da l*n.-ulilndo do l'lr.iti | .1.is• I•:.. mo.trou «nn WMS« fnlvonlflaile do Ro d<. Ju »¦!< víwlfi («ptrllo 'de Justiça quo ii_.ji.«l
-.-... .-mi...™ mi,,;,., umn ««II- no dl.i " Uo novembro de UM I. .... ii-, ,..iituiii jni-itii -n. sin. o um ,..p,-„ „,„ c.„rf., brilhantíssimo
¦i-u*f>i M.i.i.irnu a nnilxndc d> ..*
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seu Ilr. On
CORROO DE UBERLÂNDIA
UBERLÂNDIA, Quinta-feira, 29 de Março
de 1915
Percorreram 1 mil quilômetros sem abrir o motor!
._a.~--.-.
.tm.
¦>..i<i«Ahiiiuiia brasileiro
Duas façanhas
Orientará, doravante, a . do vizinho município \r de oliveira Plnlz.
o do (.ronde* rernr
itmn das mal* «Alldas culti rrnnilc Rstadn montanh meldo em Ituutnlia, an. do m"« do novembro
fi-?. o dr. Ornar D-r.lt mr dr OlMcIrn Dlni*
*sf,t,m— Recentemente, im. cida-do cida-do Jul» i* f"". <
¦proprietitrlo da empres:
de trniisporte MUo-K.l pWo". qile f«i o ttí»fOS' de pa^wtffelro» entre a* quela cidade mineira e c |Uo do Janeiro, cotryUlov Uin criipo de têClíICOS » Jornal«-tuH carioca» Ptwrr tpr('KencV»rein a ahcrtun don motores de dolii cav ros de sua frota. Baac dois carros haviam per corrido, atfi entAo, un deles (da marca Mer cury) mnis do 300 mi' quilômetros o o outr» (Ford V-8) -IR..(!2l <l'-il-Iftmetros nem terem sld< a>*rrtOH os respectivo» motores para reparou '•« vistorias. Sa -" levar ep-conta que, normalmen te, um carro ipreclsa te-bou motor aberto no-. f.ri meiros ir..ono qullft metros percorrido;., ver «,.-.t quilo !i.teres:«ni«t. pareceJ n»>s tônicos » façanha «iue o proprie túlio da empresa Ihc^ anunciava.
IIOIIAM»! |1I>IH: DUO
H COM DBSCASTE KSIMMIISAMITNTII
MIA I MO
Unir. vez em Juiz de Fora»' e perante os Jornalistas çarloooc o r< prc-entnntCH da Imprensa local, os tíeiier.H dXiunl larnn o automóvel declarairdo-ne ad n-Irados com o que lhe» er. cado ver. Ok motores estávàii (tn perfeito estado de funrlo -àmento. E, ao ««.-e-m aberto» verlflcou-se quo acusavam un* destiastc mínimo das cnmlsai dos cilindros, o feltra de 1 mi-líslmo
media
inéditas do automobilismo brasileiro
**t> resíduo de carbon* noepnr-Internas (eabeçn dos pis tões. em tflriio das vAlvulas *¦ eAmarii de explObAO) era ml-i'-ni o. Tudo Isto eqüivale a dizei quo o estado de cpi.9éry*ac&< «los motores »-ra quase absólu' t.imente perfeito, o que <r real* im-iiito espantoso dapol» de H-extenva qiillomctr.-uiem,
oi* Fvvroiués i».% ^.^c*,,i|,•4
Sesundo os t.Viv.os. tn*s ra-tores poderosos concorreram para tflo destacada i*erformati
ie: 1) .1 irHt.lJd.ule Sllpi-rlor dc
ftlco lubrificante usà^bj "i «
material emrrer.r^o n.n fal*rl
cagilo dos motores; S) a hor cstrndA «tn quo dlarlamcnJt
trofritum os carros. Explicando aos técnicos » JernallKtas cnm*» hivia oonse BUlilo tflo «.«trnurdinflrla lon tt.vldmle e Ijunl.wn Juvontllde ilos motores de seus dois car r, r, o nrcpfotArlo da Emprírl - lll..-lt-',plcl"i-. 1U0 utlllia pro dui.i» <la stanilnnl Oi Çompan! oT Bittsll, declarou qne seu.-cairos Jamais r^Kressavam d« uma vliwem •!*< Ida «¦ volla a-Rio Bom "III"' to«-.em Inv-dlata monto liilirlflciidii». o com 1" brlflcantes adequados.
lá está na cidade o «W CO» ds lero
Pilotou o dc S. Paulo ate1 esta cidade, nu
ma viagem admirável, o conhecido «os»
uberlandense, Levindo
da Costa Pereira
_ ipòlftffàdã na altura x. cilindro. O dépú^tti
8 ii jornalista, ao Brigadeiro
touaroo bomes
P.ICI. ::, rpm» ParEal — A< brUtudelro Eduardo Comes f..' ijiíihMido o smulnte ickgramn píln Jorniillstn Maurício Ca ml ilhu d" J-íiccrda:
"1'erteoceiiie >i umo (reraçíl' •1o mni;o» qibo quase nad.i ro-.,!-.-.11 i|UK IH-.-ill-i.l. » ili-.w. . vii-nn. porquanto i supressA* l.tntnl dns mesmos pela dl'*.-hura fnscstíi veiu sunpreenrt*-••¦x, nnil.i no» pr^n-iro.-! hanrup d?, r»i ola Jamil" enlretaulo ,u-\\. 1 <!'¦ enltuíV-lns e A demo er.iela, '¦píer u.** f-flircls t'-in-. henrns do papel da imprensa {• qual prrtenco eomo Jornaliü-i.i, quer ru dutn vida d,. en*er mi, pnr-i ond" fu! » chnmadí -'¦i 1'Airln pnrn di »afroutA-ln * d- f. nd*'-la frente As Iropns ila» iUíí*eh.i'*c« dr. nn*íl*fíiseismo In* t'rim h.••nl. Asüim, it" mn-nlo Cltl 'JU d- m>>
pais, un'do em tflrno da can
d ld atura de V, Excln. eonqiIcU
no front interno n o'irn e o n*>-hre sacrifício do» seus valente! expodlcIonArloa un frente df bn talha contra o naslsmoi lu-tnndo pela extlrpao3o dn cau eio fascista do -_orpo ila 'NncA.-Drnsilelra, venho hipotc&ir n rilnhn completa soií.t.-irl«dade i Irrestrito apAfo ft candidatura d, V. V.x< Ia. A presidência dr República. T.'iilio fê em fi»". assim devolvido üo seu [povo. < DrasH rctonmrd n caminho lar-cn da derr.ocmcla tia ba»« da' li*;.-,!,-* recebidas nesta Rucrru, que e*tA Imnlndo para sempre ji tirania cesarlsla da face dn lerrn. p.ir.i restaurar cm sei' liu.ar a Justiça* o direito o a Hberdndp humnnn. t:i.) «"«ri-ri» Caminha de mcrrrtj.. Jiima
lltla.-L
Laboratório Oswaldo
Analise* e MleroseApln Clfntea DO DR.
íBolivar Carneiro
V.xt.*nm*n eimipletOH de snninie, urlnn e f*se» — Tubspí.m dundrunl — I)lnitnl>«i™ prrroro da *r.vldr» — AU-r«l»
i iv.x -iB-rri.io vuiicis, :ht — V B E xx i
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r^xsm*mmÉl
W 50|fTCfLX m*^mtxm^~^yJr^mT &*mma\a
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i**Cr.T-mmJ%}rJD maLi*,'I*.Mr2*?; A i '¦» •» l^i
A Edicãi Esp;C;al do «Curreio de OberiÈ»
rornio do Ulierlfiri-IW. para a priLml» <-d!i.fl.. ¦¦oiiH-miirari-nl..» a InálÍBuracao da X.'
Eiliool-LEV/.VDO DA COSTA PEREIRA que pilotou o c\Vaco< até esta cidade
Ubèrl&nd o, encontra '„ o nr*sso companhe A serviço do
especial com «iue
i;.l.> Feira Ofl.-lal AKro-IVou:lrl!i "¦ i.ercorrendn a cidade o o Inti-rl...
COIUIBW IXISXCm. „.ara nu.-,,. ...Ilol.a.no» da hnmlu a ola.« ,.,, peeuarlutM .1" Trlónuul,; illnelrp. do comírclo o da IndOp-iria a mellior UOá vontade, tnni- mal», 'nu* '""" '¦"'<"•:¦> i*1* oanlexco, eslamo» trabalhando .lcalcn^iWmenta nara dar a o»la ,1,-Klflo, uni Jornal ÍI altura oa urandeza.
A todo., de antemão, no.»o .rofundo r,-.oi.li,^linen»..
emana!
Berlim cairá na próximac
E' o qua afirma um jornal londrino
NOI * VlIltK. ÜM i*t. li.» — O •'Oiillj »««"• de l.ondresl luihlleoil hoje um lelenriimii de «ru eorin-upoiideiiO- dn frente oildenfnl. nnuiiehind» qius devido no ttltranteson Impulso toiitud» lit-hiN eierelt.m filliulo». %i qIlida de Herllnt é esi»ernd:i pnra dtas
muito |trit\liuun_ tnl*e« mcsmii na prr>\iiuu semnnn.
Aa baixas da F. A. B.
ItIO, 58 Ilio nosso eorrcspondcnle — l'r'« telíKrnfo) i mi rr»perllr|* puhllen um iialnnço dc* bnlinii dn im:h, ¦ um ... «ritulllte» iliiilu»! l>rl,lo». r,:t orlelala r l^l" Marins, il oflelnU e Ml prmjns. líenapareelilo»,
i ..tti-iíii e \vi prncn*<
Ür. Fausto 6. de Freitas
Especialista em moléstias de crianças
CONSULTAS DE 13.30 AS 17 HORAS Consultório: nua Colai, 30-5
rte-Wncia: Av. Clprlnno dei Favero. SK, _ Telefono 1!B5
Alais uma vez. *-stó de paru-bens o Aoro Clubo de Ubcrlén-dia, essa entidade vitoriosa «iu* tanto» serviços vem pre«tftnd? .1 nos-ui Pátrloi * tiue ubvdectí í. orienJaçfto dinâmica e con»-irutiva de Tito Teix*-ira. -; o velho -az" que alfa ft «un ca-pacliado avlatilrin, n dom de .nonoprlixar umlaades. O *Wa-eo" o e.-iil&nd^lo aviAo paru
crulnamento avançado, che^»'!
Iilem. de Silo Paulo. |illÔI»dõ .or Lovlnfio. da Conta P-r»lrn. um dos mais destemidos nvla-dores ubt-rlandensea c cuja
fama J.'t trantipõfi nessas fron-leiros.
A vin «cm d*» Levindo JVrí-ira que correu sem novidade alKU ma, foi M.LÍ» «ma pnyvã de ti ia perícia, fdíi bra\-ura de gue « p'-rt.nlor e Kübretudo dos «eus c»nhe:linento«i da tinvecuçâc vertia, -mi* dia a dia, toma inn;or |ncren.<nto em n«Mwá PAtrla.
f" malr uma vltÔrln pnra o Aero Clubi» àm Uberlflndla quc í**stu. forma vem so a.par-.lhiin-do para <i«e n sua trajetória, fe-lir nfio ^ifra soluçfto de co*-.-tinuidado
(Diploma Indeclinável
RS-"*frVi
Moléstias da
Dele — Sifilis
• BOI A I. I S T A
3)r. Mfranio Cunha
im Cenlrrt Inleriineloiial de l-eprolo»cln. Hor i-.ine»r»o t- H«-A«»l«lente do l*rr.fe«-oor llnheh» — Chrfr do Serrlfo de
llcrmntolecln dn í»nntn Çnan
,- |..n,l„i Uua «nnto Antônio, n.- » — OBBUAiy
Iiisstii mm^rm
mmmm*-1 iHHIl
BU-tim Al EIXO!
Solidário o gouerno áe Earrell com as resoluções áa Con/e-rencio de Chopultcpcclc—Enor-me repercussão do oconíeci-'. mento nos EB. UU.
III KVI» AIBK». SS IS. E.) I IKiHVrt: — laforma-ac ollrlalmente qoe • Antentinn ,»t6 em eelado Je B*erra eom nu potenelnii do
**el*©**-aííIJtatíiba I>0 DKCnKTO
mi-»» .um». » <«. e.)
— A. deelnrnçâo de «uerra da Arei-ntlnn foi fella ontem. »ee-rlsnmenfe hs 13 horns e ÍKí
ml-¦atoa (lioni loé«l). Pooeo
de-pois d«* nulur o decreto de dcctnraçAo de nroerr», o preel-dente da Itepabllra* iceneral l-nrrell reevben oe Jorn«ll»t«» neredltedoe l»«lo X p*e»lde«-eln. deel»r««do-l*»e« o «eltolntei -nem, «eplrafie* ¦ deele»o Sol tomada. Dentro de aluun» ¦•• 1 mentos todo* -reeefcerto "«»« I copio doo rpopeetlToa doeanten-,to«. r. por «ro, *ada mola. | llaata Iocko!*'.
>i Ofensiva dsEiseiliwer
Sabe-fio quo o «eneral El^e-nhowor concentrou nadi mench I dc 1.260,000 homens parado sue J grande ofensiva contra o Rh»-I no, Rh»-Inclulndo-oe n«nse - total o 1_° exífclto americano do HM-ices. 3.- de -Patli3nt õ 7.' Patch o as forcas,do comanío do Monttfomcry.
Como pala essencialmente agrícola sempre foi conside-rndo o Brasil, o devemos fazer os tnelhtwe* vottm ist <pie el« numa perca o direltc a esso titulo Decerto tem-.po aesta. .píirte ientrou-Be ln^ temsamente a pleitear a nossa Industrlallzaçlto como a mal* alta necessldiile econômica. . Certamente há nesse auspi--cioso movimento uma dose l <da "-elevado l"i^*otl**mo e de grande Interesse. Mu» tal fenômeno dev^e ser cornpreen-dido apenaa com a extensftc atfi onde nílo so oacrlflca o desenvolvi miento da a«rlcul-tura. ' E' preciso refletir qut nio poido .tevéf Industrtas sem : atlvidodea rurais. Dn timpliaoílo o Tfarledáde deata? dependom menino a existência •e a mulUplioVlade daquela», ííao podem funcionar .as ,fa-brica» do tecIAba , desde quc precedente mento nfio
floreii-Ca noa campo» a cultura dc alKodilo; a» flatirícas do cal-cado» n.lo acionariam o» »*¦"• màquInlãmoB »e a pecuArlr nAo lhe»- fornetíoese tx matA ria prima, da me»ma formr que òs xarqueiilas, os frl«o rlflc»ís o outros estoAiclòci-mentos que se alimentam dar mesma» fontes: n slderun?"o quo 6 fioje o proclamado fa tor do nosso progresso, nite terá nenlium &xlto.sem o. la-bor dos operários na* mina.' do ferro e de outros 'produ tos do solo, as quais n&o sur. Bem nas «evenldas e pntçu' da» cdado», scrtfto no Inlerlcr e ás ve«e». «ni pleno sortü desaonhecldo. as fahrcna dr de moveis ndo ofeecexlam o» as caprichados' o confortavelr Hieça» da sua produçlo sé náo sc envp«|ffas9em na derruba* da..* doa «spoclmens .vegetal* dentro-dan florestas secular*1! os hércules do machado qui
vence a rreletentl» do tronce modoeo o da plearet» que conetrôl e»tr»d» no» v»le« ¦extensos • nas serros ln*re--ne». Todu» •» InduetrlM knindea e jioiiuenne. rudl-mentareil o cientifico», velhai o novn». «clBem a coimernçíc do esforço rural: nem men-mo nanele qne tralinlh» com » nubsU-itiotn de menor volu-me o da maior valor, escaps n esta contingência: a Joa-lherla, A petlr» pr^losa o c nn-tnl custoso que s ituarnece »5o extraídos nos parimpo» c no» fllfVe». e estes náo se en-contram senáo \ margem ds» corrênten e nos penhasco* *!««> it naturesa prAdlga re-sorvoti para a fortuna brael-Ie>a.
E. portanto, obra de civis-mo Incentivar a Industria * engrandecer a» cidades ssm subestimar a lavoura • des-prosar a sona rural. O !•* trado que eleva o nível dn Instrucfto urbana, o arquiteto que modela o plano da e*t£-tUn nfto representam fatoreí mnis eficientes nem nialf -preciosos do que o homem dc trabalho quê revolv« o ehft< da «léba e lhe atira, a se-mente santlKcada I»elo suor Itara o mlstfirlo da fecunda t*l\ti. Pouco Importa que or primeiros tenham o prkvlle-«¦io da notoriedade e o ultl-mo se ultl-mortlflque na torefi nnnntma: a satlsttiflfto tAo destino cumprido o a Jiisllçs discèrtã da h^nárla, bendl-sendo os que edtflnam s «rundesa da j*Url», envolve-an no mesmo halo de bene-iru-rí-neln r* no mesmo calor da gratldáo naconsl.
Rstns d es pre t ene loso» con-slderac^es nos ocorrem «o eetndar e Mtoa(*o d» «ber-landia noa i exma'. aetorM ia-du.trlal « «rleola. P~*K>a,-bem Informada, noa Indicam qun aa propriedades rural» reMcntem-ae da falt» í« liracoa O» proletArloa pro-curam o centro urbano, per-suad-do» certamente de en-dontrar mal, conforto e me-lhor remunerado para o «eu •ervlco. Slnituem lhe, pode neenr e«se direito, que assis-te n toda criatura' humana pdeleltear melhore* condi* ÇÍlea de exlstíncla, Mas < necessário ohstur esse «xcmlc por melo de processos pratl-ramente cenvlncentes. Isto f-facultdndo aos hs4»ltantes ds roça «enfto os mesmos reenr-¦os do que <$>sam os cltadl-nns —¦ o que »ert'a Insensato tentar — ao menos que pos-«am defqwrtur-lhes a ambl-çáo dd cultivar a terra e ¦ tranqüilidade de viver no ambiento bucólico. E l»lo »« ¦o coneexue facultando-lhee medidas favoráveis, como ha-blUçOes hljtlfrntcas, asslsten-cl* snnltáris. meios de trans-porte. dtversfW*, «tc.
UberlfcriAla estd lonre aln-da de merecer a closslflcncáo do. parque Industrial, <!«• ennntltul sem duvldn um» da» suas justas nsplraçfls* Mo» Já conta algumas pe-qiuma» Industrio» b»m desen-vol ridas. Multas destas re-ipresentnm mesmo um fator econômico do qus uma ne-cessidade social dos seus *»»-blUntes. Nos últimos dia»
pelemos assinalar duas delmr aue, sem perder o aapeto d* negocilo lucrativo para o» sou» iproprletario», significam tatves cnm mais acerto me-Ihoroanentos que a população vem reclamando há multe tempo, fteferlmo-nos *xo Ho-tel Colombo -o *¦ fabrica de laUntnloa doa «ra. Andrani Oaaaanl * Comp. ambo, funcloando 14. maa ainda com o seu aparolhamento In-completo. Do hotel pode-ac afirmar que -vem preencher velha lacuna • do outro e«* tabeleclmento haaU d,nun-olar-lha * paateurlaac»» t\er leite a ser consumido na cl-dada para ae exaltar » aua Instalncáo.
Prijcurei|o« multiplicar tala Inltiatlvaa e d«,envol-ver-lbes a prosperidade: nun-cã, porém, com, o sacrifício '.de^.râtorilr.ai Brasil o ••« diploma de pala e»aénclal-mente agllcola e .aüberlàn-dia a parcela honrosa quc
«CORREIQJ)E UBERLÂNDIA»
SEMANA SANTA
SÁBADO DA AI.KI.UIA iProssogulndo-íje nas eolenl-da dea eolenl-da semana santa, ontem bouve benção do - fogo o do cixio pascal, canto do exultei o das profecias e benção di -ila batlsinal, às 0.30 horas. As 8 horas, celebrou-se missa cantada de aleluia e minis írou-se comunhão no teraplc de Santa TercclnKa.
Ab 19. horas, realizou-se torço solene e bênção.
DOM1XGO DA
RKSSVIUtKI-K/to
Hojo encerra-se a semana «nia, com as sogutntes carl-monlas:
Aa 4,30 horas — procissão da Ressurreição, em impo-nento trajeto pelo centro ur. bano. Seguei so missa com prática e comunhão geral. As 8 o 10 horas serão rezada* as missas do horário. Às 12 horas celebram-se os batina-dos. As 18 horas realiza-se a ¦i>r'ocÍs&ao de Nossa Senhora terminando na festividades com sermão o benção do San-tissimo Sacramento.
De conformidade com o «asma católico. 6 esta festa da todas a mais augusta — o dia do Senhor por excelên. cia. .Páscoa quer dizer Pas-«agem. Por ordem de Deus os Judeus a celebravam, em memória dc sua libertação dc Egito o dos milagres nue ope-rara o Senhor mandando o anjo extcrmtnndor a Imolar js primogênitos dos egípcios nt« que o Pharaó deixasse partir os tiêbrèus. O mí-sme anjo do Altíssimo guiou-os nsslnalando-lhcs os passos com maravilhas, até ft terra prometida a Abraão e ft sua posteridade, que jã então for mava nação numerosa, para sempre celebre. Havia de sei sua historia, no correr do* seculort, p.ir.i todas as naçòr?! a figura profética do nov* povo de Peus. chamado poi Jesus Christo a ser. do Orien-te ao Ocaso, um povo santo objeto unlro das divinas pro in.iis.is. herdeiro das bênção: infinitas do que o o Messias para todas ns gerações, cansa merltorla o Arbitro eterno.
A páscoa dos Judeus -foi \i zom efeito,..símbolo expreasl ¦ to" da nossa: O cordeiro que
•rforeciam a Deus e cada
fa-milia consumia em repakto legal, cujo sangue lhes tingir ob limiares e preservava da morto, figurava claramente « CORDEIRO DB DEUS 9UC malB tarde proclamou o Ba tiata, nas beiras do Jordão, Ba páscoa da Christo Nossi Senhor. E para quo fósst mnis exata a figura, o Salva-dor do mundo, antes de con Bumar seu sacrifício na cruz deu-se realmente a si proprk a aua igreja, sob espécies eu-carlsticas, como cordjelro lma culado, vitima do oblaçao di Tina otfereclda de um a outrr polo até acabar o tempo, con forme a profecia de Mala chias. Foram chapados to dos oa rilhoB da igreja a par-tlcdpar om comum deste gran-do sacrifício, recebendo c sangue o corpo de' Christo so as espécies do .ia e vinho: c, como esmorecesse o fervo* dos primitivos fieis, deu o igreja preceito estrito a todo: os cristãos de comungarei.-ao monos pela páscoa, sol pena de excomunhão.
fi pois. essa comunhão geral para o mundo crista. Somo o s61o do último teste mento divino, a transição dr primeira ã segunda aliança nue ha do ser eterna. Tor quanto Christo ressuscito! por sua própria virtude, con formo expressamente prome terá- Ji não morre mais — dir. o apóstolo — e é sua res surrelção nossa glória, nossr (orca e nossa «W?»*-&*í ,.la •deu pleno cumprlmenl!* aos desígnios da d «vina.*.Ju*U. ca e da misericórdia Infinita tudo demonstrou: a sua «11* in dade. a snnt.ldade e oxrolcnc r ,lo sua missão, a verdade d: fé o do evnnselho. sua obrr por filé consumada.
Por ífso. antes de volta ao céu. durante quarenta dia manifestou-se varins veze* como Homem Deus a s°u discípulos, ora saparados, or reunidos em niimcro de qui nhentos; por Isso. acabada suas Instruções aos apóstolos deu-lhes, o em sua pessoa ao seus sucessores pastores d." Igreja, a missão de converte* o mundo Inteiro, o poder dl* vtno de perdoar os pecados-tbrlndo assim ou fechando « céu peloe mareei mentos da quôlo que por nós morreu.
I ENCICLOPÉDIAS e DICIONÁRIOS I
0 olho mágico
O avanço na direção da Alemanha, durante meses, tem sido acelerado pela In-venção britânica do Radar, o que permito atacar objetivo*-, quaisquer que sejam as con* dições do vlsUiilidado.
O desenvolvimoiilo do apa-leliio, desde os seus primeiros dias. quando era apenas tele-Tisflo, em toi|uoH de t intasia\ até o b«MÍ presente estado de eficiência, é um relato p-ilpi-tanto da capacidade de pes-quisa. engenho e perseverun. ca dos cientistas britânicos. Desde o principio da guerra a Orft Bretanha Ja tinha esta-çííes Radar, em torra, ca*-aze?"e registrar a aproximação de avi&e-B Inimigos. O desenvoj-* vimento lógico, embora difícil. era equipar grandes avlftes com dispositivos dessa natu-rezo, mau capazes de mostrar, como se foss» na tela de um cinema, o terreno que estava Invisível. IA em baixo. Foi essa adição ao poder e raio de ação doa Instrumentos Ra-riar que -provocou um tal acréscimo, nas atividades do «ornando de bombardeiros da RAF, e trouxe uma tão vio-lenta maldição ao inimigo.
Rm 1951, a RAP estava • Mnerlmontaudo o novo dispo. rltlvo. na própria Inglaterra. ¦Funcionava;
embora de manei-ra um tanío primitiva, e
co-nieçaram a ser adicionados melhoramentos técnicos. Por volta da Julho do 1943. o aparelho estava sendo usa-lc do maneira mais generaliza-da. Dev-priã receber um no-me de código, o qual ainda é secreto.
A aplicação do Radar não ne limita a descobrir alvos quo nflo se-jatn visíveis. Ajuda multo a levar a «-feito ataques rápido**"** e concenirade*>, pelo fato dè manter os bombar-'leiros ua mesma rota. Ida e volta, sempro Juntos, além de dar fts tripulações uma con ttnnca maior. E* um desses detalhes qu»? tornnni o co-"lanrío de li o m bar d ei ros da" TtAF p. lorça mais bem orça-•¦liada e mais bem equipada do mundo, em seu gênero. — (U. J. B.l
Is Pütíc s ila paz
Om jornais vflm publicando nos 'Itlmos dias; tetàsmtnns com Insistentes noticias a rea-peito da paz. Trata-se. evl-íientemento. de manobras na-rletas para conH-.-jçulr elemen*-cia dos aliados. Fbllzmetitc, porém, Roosevelt. Stalln e Churchill continuam sistema--.leamente a afirmar qne •» PM bó so farA com a rendição Incondicional, e esta sftrá im-posta sem. remédio dentro de Berlim, quando Hitler se convencer dr et u esmaga meu'.o lnt?£.'i'.
PARA O
.
ESTUDANTE
DTC-TON-A1UO BKCTCHjOPEDICO BRASHJÍUIO, por AIv.ro UaiaalU**. <2-* ¦«"ei'» CS 30.00 ENCTCUOPÊDIA DO CUBSO SECUNDÁRIO,
por Alva™ M.W.11JI*» iu.* <*<>*<-»<» Cr» 40.00 DialOKABJO lNGL-513-rOH.TUCiUeS,
rõn-ru-GUÊS-INOUÍS, Por Alv.ro Franco (8.* Q
cdlçlo)
-DIOIONARIO I-RA-NCeS-rORTOCUES, POP-TUGUrS-PIlANCeS, por S. B.l-lta-Vtal.oia» ^ ^ O.* edição)
D1CIONATUO PORTUGUÊS I.ATK.O, por Cro- ^ Bottarl Gomes
PBQUDSO DICIONAIUO ESCOIAR. ^VTÍNO-PORTUGUÊS. pc<o Pr. H. Koeflor. S. J. ^ ^ io.« edição)
C.IÍVNDB DICIONAIUO ESCOLAR LATINO-CM
..«mTUG-UÊS. pelo rr. ... KorMrr. *...*.
^ ^ (2.« -cdlçilo)
D1CONAR.O ^P.VNHOI..PORTUCUI,S. por ^ llanillf-nr dc Careia
NAS LIVRARIAS OU
PELO REEMBOISO
EDIÇÕES DA
LIVRARIA DO GLOBO
^^^i^«»B<aa^aila*il*ia^ia»^Baj^^a^^^^^>"Panorama do Mundo
P„... Pa»a'«J"»«f ""*"«"
porSTEPHENJ.
ALLEN
nio. si — Por •""*"¦"•" „
Allcn— (Press Parga) — o í",
"ntes
britânicos tim as furado constantemente nue aonois da guerra ser* neces aario ao Reino-TJnldo nao só "stâurar
o nivel das suas ex-„0rtaç0es anürlores ao con mio. como elevi-lo no mini-mo á :<"•<*. O sacrlllcio so
nas. Durante vários anos, antes da guíTra. o Gorerao do Rolno.Unido havia manti-do um Departamento de Ga-rantia da Créditos de Expor-«ação que assegurava aos <->.-portadores contra dividas .n-cobravels até um roâsltno to., tal d.- 75 milhões de libras. 0 aumento destò limite mixi
mento da Indústria britânica. Uma destas companhias, a ' Pinance Corporation for In-dustry", dispoii de nm capi-tal de 25 milhões de libras e de faculdades para realizar operaoões do empréstimo no valor "da 100 milhões, dedi-cando-se «primordialmente a reequipar as grandes indus-trias nacionais. A segunda companhia, que é a I*"*0»-trial and Comercial Fmance Corporation", dispondo ue 1-* milhões de libras'?.«&£& destinar-s?-d a fornecer capi-,al
"s
industrias pequenas e m«idla3 As duas companhia» Terfo^m sólido apoio íinan ceiro por parte dos bancos. \, «luas companhias terão um sólido apoio financeiro P»r parte dos bancos, das con im-nüias de seguros, «los trnsts dé inversão de capitais e do Banco da Inglaterra.
o Governo i& decidiu de. ,ol"er ã indústria «Ml do impostos recebidos sobre os lucros extraordinários em tempo de guerra afim de a,u. dar a restauração industrial •io país. r-sta ajuda pressu Põe cerca d? 200 milhõeside 'ibras cçlerlinas. CrÔ-se, des-t;. maneira, que a indústria nacional disporá de todo o lastro .rinanceiro necessário para o inicio das tarefas de mv'is guerra. A capacidade industrial do Reino-I*nido acha-» ainda mobilizada, para n esfôrc.0 bélico e as despe-sas còvernamentais continuam mantendo a ennrnio propor-ção do II milhões e m;io de libra*; por dia. "Mesmo apiis a derrota germânica, a Ingla. torra terã do desviar uraa i-artp enorme das suas ener-::ins na luta. contra o Japão. Dcsd". jã. porém, assegura o Poverno as medidas neressá. rias e racionais qiic devem ciliar num futuro prõximd a tarefa de reconstruirão não somente hritfmlca, como tam-¦".em mundial.
«Cflrrfiio t Uberlândia-;
(Olcioa*>p óp-ta )
ESDEr.t:i.'0: llua Santo* Uimont. 3(ÍT
Cnl-ísi J*o*l-«l. S»2 ünocrtco »'»<¦='¦ "*-»An*°"
T*rlcf«ne 1-*MT HM.rwnmnle « r. S. Pnolo
_ CnIBp JomnH-atiTn nm*-!-Icl«««. roa Xnvlrr «le
Tolo-do n.* TO. O." anTolo-dou. EXPUnin.NTE Axi-áiniiiorii*' m- ..- Cri 63.OT
ÍS^K... ««H
Ti imestr* '* Pasamcntos a-tlantados. PUBLICAÇÕES Cí-ntimcfH (!•- colonas Primeira piBlna. CrS S."* t*li.na .página...' Cr, 6.00 Paginas internas iacl.-t«.rn.l.i«los - *"'*•> 4"'J ITrçu Ue píictnni* r-l-neira ;„.* C*.S 2.300.00 ótima "*i '••-!0O*'•0 ] -.uíii-t. interna, indeterminada Cr* 1-=50.00EDITAIS *..r Uni..- CrS 1.50
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Não tem veneno; some***'* «5 de indulgência e de dò cada citada inocente do nosso Tabaco <-m P
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> •-De um artigo de erudit*. r.ecrologia: "Com a mo-.ie e Mario da Andrade, perde a Uteratuia um dos seus mal"-res escritomal"-res vivos."
Quereria o autor «;n« •» morte atingisse algum pocla morto?
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O -Correio ie Uberlan-í'la" !.;"•'> devolve oricinai.-í ,( . artigos ns-*ir.fl'los vnT < ,. u s colabnra^oreSa a*»-** cn ais. ileiitro «i."-. normas di L*1 •,lf' »mI ronsa. àí inteira liberdade do
opi-m„ a 'O <*•«.. o »¦*"• paI.a 2oo milhões haoili-frldo pelo coro*rcí°^,0 "•!?». tliri oa-worUdor«,do,Reiíío«r mais assinalados ..„ •. vitdria. enlro. Atin.fl eriaiim_clientes ultramarinos maiores Enquanto o aumento das garantias do crédito aliviará o mecanismo do comercio, logo quo as firmas do pais possam reenectar a sua pro-«lução d" paz. oiitra ¦ modiila muito Importante o recente-mente adotada capacitara tec. nicamente ns mesmas tlrnins para a ipr«)du«*ão de mercailo-rias destinadas a venda. Esla medida consiste na criação de duas sociedades chamadas a complementar os canais finan-ceiros para o fornecimento de meios visando o desenvolvi-serviço dn vitdi-in.
Cíandir as torças nrmadas a produção de .guerra, a ma' do obra foi desviada do co-mercio de exportarão de uni modo tal on, holo apenas 4% dos empregados nas In uustrias manufaturelras «¦• So Unido "m estío operando .produtos de exortação ao Zl dos 15 % existentes en. 19S8.
Som um alto grau de ex-„„rtaçV,es. a Orã Bretanha S pôde manter o seu nivel devida. p6S.o que eslo depen-do em grande P»r'e das Hn portações do matérias primai o alimentos.- Mas as impor taç«-ies só podem ser paga-ror meio de exportações e ponanlo. da restauraça., dr comer, lo exportador «lo neino Unido depende tião só a prós perldade da Grã Bretanha co S, tambem das 22 ^ rertencontes ou nao a Comu-Lidade de Nações Britânicas nue. em ms. vendiam-se ao Roino-Unido maior «mantida-do de produtos «mantida-do que a de nualquor outro pais.
E- natural, pois. nn? mui. tos dos -planos atuais da In. «-laterra so dediquem a ençon-trar os meios práticos do res-¦¦aura*" o se« comércio mun-dlal Kccentemento vieram a nnbllcldado duas noticias da mais nlt<*. in-iortancla. no que diz rfspelto ao assunto de ;iU'-estamos tratando.
Sir John Anderson, minis-tro da Fazenda da Oril Bre-nitia. apresentou uma lei que..i__ J-v finror. tattnn, uãpr*?B»c««•*""¦ "•¦— — -eleva as gnrantios do Gover no para ns exportações até «00-milhões de libras
estéril-AítlQos tíe alia quslidsdç por baixos preços
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li n F. 11 I. A N »IA — MINAS GEJlAlS
Xo setor esportivo. centro médio do t,jtte
Campeões do MuniH*. _ Hoje vai haver C33 na .praça de esportes.
Um extrama-dlreiia do he do bar da Mineira:
Cajuada ou coquetel Cajuada. aulas do C „no foi nomeado cátedra municipal d? educação l
Titulo e sunUtulo do noú-ciário do nm vespertino
•»-*-listano: Declararam-se em créve liranc?. rodoviários >-ferroviiu-ios das ComT™ 1-aulistas — Querem ojo P=-oueno aumemo para lutar contra a fome".
Nada hã d., mais modera-do: i-rréve branca para <*<-nse-cuir pequeno aumento. E com i«.„ supõem coml-ater a tome. 'uc
6 preta, e a relutância d"s Patrões, «ue é imm«u-vel Tão Ingênuo como ma ònérârio s6 mesmo outro ope-rário —
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O minlst-y da -Wriculv-ra. atendendo a ractalMCoes do «.overno do Kio Grande do Sul. prbpôs à Divisão de ABuas do Pep3v« -"¦.. e - ¦ eional da Producuo M ¦ seguinte cláusula: ;ral a
Conferências Religiosas
Com srando concorrência | reto devendo
iniciar-se as tem sido realizada no temi* j
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de um ,nte-evanr-él.co desta cHade uma TraUnd» » cu, série dc conferências roligio \^' tcológicn, ao
tem-9®sifâi__m£&ggi&.
ses W desenvolve em. tfirnr da bíblia. Falando hoje s6 bro a ressurreição de Christo aue é episódio empolgante apesar do transcurso dos se cnlos. certamente a iKreae evangélico 'se enchera -.133»-; uma vez do um auaitório nu meroso e seltíto.
tos cristãos da semana santa e começaram na segunda feira, quando o sr. Quintf aqui chegou ipelo avião d-VASP.
O conferencísta, que ( membro da igreja evangélico dp São Paulo, proferirá hojr a última de suas «palestras versando sSbro Jesus ressur;
)»S SinEIIIEi
Sra. L, Galhardo
Ex-n-.édlum '3> Centro "Eapl rlla 1-un.* CarWado o AmOi c.muaita a rnldanca «!«• **** «jínsliltO.Io pa-*, a nlT.\ BUE SOí AlltES. ••ií* lo arflar -pmli* pásíõ **¦*¦* ríerecçr sju •restlmcs. Escr*;.!* dotalhaa.-. t.it.ate: noinè, :»U*le. enil*"-* f, ei-viA t-*nivlop3 sela-lo pnr a resposta. . .
juarda-Livro
1'oniuid'*, c**»!H J»a»tantt? líorsit, nctíln ainluiR. —* ¦ Tratiir p*Iò-**r*l*sf. 1.ISKÍ» suniai
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-Os nreçes de energi fornecida ã ilumi-i^-J . sidencial e c^nisr ia • forca industrial ¦ ."¦ .'J:< aumento "]'¦ 'v-~_y, ot doer'*".-"".*' -***rr:.;-0. de variação para nm.s o para menos no P^-. -?„nelada-do c«P^-.r«o,bas ^
do no consumo eje rea de dois kgs. ^ cavvac,Tgm quilovatss fornedao.
ons -derando como has.co o preço do CrS W.-« * ,0-nelada."
A. pr=vídOncia é efetiva-mente marav*.l!*osa; ape «as -ara faier a economia desses*-rS
0 002. o interessado terá <le contratar uma com.ssão ú. gramaücos para interp-itra-esse dispositivo mmis.erlal...
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Telegrama de Blumenau. (Santa Catarina), informa qne -faleceu o comandante /poli-nario Brandão, antigo servi-dor do Ldide Brasileiro e pro-fundo conhscedor da costa catarinense."
O correspondente atribui c-ue esse conhecimento vai ser de grande proveito para a viagem agora empreendida relo comandante nas costas do outro mundo ...
Telegramas de Roma dizem i-je o governo italiano con-fiscoit 114 apartamentos que pertenciam ao conde Ciano. eíiecutado por ord^m de Mus--solini quando se descobriu a conspirarão contra o ducç.
Se tal número possuía o senro. façamos idéia dos nue possui o sogro, que du-.aute tantos anos oprimia, explorou e extorquiu os infelizes com-jatríotas de Díinte...