INSTRUTIVO N.º 11/2021
de 07 de Julho
ASSUNTO: SISTEMA FINANCEIRO
- Processo Interno de Avaliação da Adequação da Liquidez
(ILAAP)
Havendo necessidade de se implementar o Processo de Análise e Avaliação pelo
Supervisor (SREP -
Supervisory Review and Evaluation Process) em
conformidade com as recomendações emitidas pelos organismos internacio nais
de referência, visando identificar, mensurar, gerir e monitorar a liquidez das
Instituições Financeiras Bancárias;
Considerando, igualmente, a necessidade das Instituições Financeiras Bancárias
disporem de estratégias e processos sólidos, eficazes e completos para avaliar e
manter, numa base permanente, o montante de liquidez interna que
considerem adequados para cobrir os níveis de riscos, em função da sua
natureza, a que estejam ou possam vir a estar expostas;
No uso da competência que me é conferida ao abrigo das disposições
combinadas das alíneas d) e f) do n.º 1 do artigo 21.º e alínea d) do n.º 1 do
artigo 51.º, ambos da Lei n.º 16/10, de 15 de Julho - Lei do Banco Nacio nal de
Angola e dos artigos 205.º e 215.º, da Lei n.º 14/21, de 19 de Maio - Lei do
Regime Geral das Instituições Financeiras.
DETERMINO:
1. Objecto
O presente Instrutivo estabelece os termos e condições mínimas que devem ser
observados no Processo Interno de Avaliação da Adequação da Liquidez,
adiante abreviadamente designado por “ILAAP”.
2. Âmbito
O presente Instrutivo aplica-se às Instituições Financeiras Bancárias sob
supervisão do Banco Nacional de Angola, adiante abreviadamente designadas
por Instituições.
3. Definições
Sem prejuízo das definições estabelecidas na Lei n.º 14/21, de 19 de Maio, Lei
do Regime Geral das Instituições Financeiras, para efeitos do presente
Instrutivo, entende-se por:
3.1. Factor de Risco: aspecto ou característica, designadamente dos
produtos e mercados financeiros, dos intervenientes na relação de
negócio e dos processos em vigor nas instituições, com influência no
risco;
3.2. ILAAP
(Internal Liquidity Adequacy Assessment Process):
avaliação regular dos montantes, tipos e distribuição de liquidez
interna que uma Instituição considera suficiente para fazer face aos
seus compromissos perante terceiros.
4. Processo de ILAAP
4.1. As Instituições devem dispor de um processo interno que permita
identificar, mensurar, gerir e monitorar a sua liquidez, nos termos do
disposto no presente Instrutivo.
4.2. As Instituições devem garantir que as suas exposições aos riscos de
liquidez e de financiamento são adequadas ao respetivo perfil de
risco dos seus modelos de negócios.
4.3. O ILAAP deve integrar o processo de gestão e a cultura da
Instituição e ser revisto regularmente, tendo em consideração o
ambiente económico, no qual a Instituição opera, de modo a garantir
uma avaliação e um resultado credível e compreensível.
4.4. Para efeitos de concepção e implementação do ILAAP, as Instituições
devem considerar o tipo, a dimensão, a complexidade, o modelo de
negócio, assim como o ambiente operacional, a natureza e os risco s
das actividades desenvolvidas, tendo em conta a informação interna
sobre a gestão de riscos.
4.5. O ILAAP deve assumir cariz prospectivo, devendo as Instituições
dispor de uma estratégia interna para manter níveis adequados de
liquidez, incluindo em cenários de recessão ou crise, tendo em
consideração os planos estratégicos e como estes se relacionam co m
factores macroeconómicos.
4.6. As Instituições devem assegurar a existência de uma estrutura
organizacional e tecnológica e de práticas de governação e controlo
interno adequadas à avaliação, gestão e planeamento da liquidez e
do financiamento, assim como garantir que o ILAAP e os respectivo s
processos de gestão se encontram formalizados, devendo ser
mantido um registo histórico de informação.
4.7. As Instituições devem ter a capacidade de demonstrar ao Banco
Nacional de Angola que o ILAAP é sólido, eficaz e abrangente, bem
como de clarificar as metodologias e cálculos utilizados e os riscos
que estes procuram incorporar.
5. Prestação de Informação
5.1. As Instituições devem reportar, anualmente, ao Banco Nacional de
Angola, o relatório sobre o ILAAP, em base individual ou consolidada,
até ao dia 30 de Abril de cada ano, com referência a 31 de
Dezembro do ano anterior, tendo por base os seguintes modelos:
a) Modelo completo: inclui, todas as secções dispostas no Anexo I,
devendo o manual do leitor definido na secção III, corresponder
ao modelo de reporte A, disposto no Anexo II, todos do presente
Instrutivo;
b) Modelo intermédio: inclui, todas as secções dispostas no Anexo I,
devendo o manual do leitor definido na secção III, corresponder
ao modelo de reporte B, disposto no Anexo II, todos do presente
Instrutivo; e,
c) Modelo simplificado: inclui, as secções I, III e IV dispostas no
Anexo I, devendo o manual do leitor definido na secção III,
corresponder ao modelo de reporte C, disposto no Anexo II, todos
do presente Instrutivo.
5.2. Para efeitos do disposto no subponto anterior, as Instituições devem
reportar o Modelo completo ao Banco Nacional de Angola.
5.3. Sem prejuízo do disposto no subponto anterior, o Banco Nacional de
Angola pode solicitar às Instituições a alteração do modelo de
reporte e toda a informação adicional que considere relevante.
5.4. Sem prejuízo do disposto no subponto 5.1, as Instituições devem
remeter, trimestralmente, até 30 (trinta) dias de calendário do mês
seguinte, ao Banco Nacional de Angola o reporte quantitativo sobre o
ILAAP, de acordo com Anexo III do presente Instrutivo, tendo co mo
referência o final de cada trimestre.
5.5. Para efeitos do disposto no subponto 5.1, as Instituições devem
reportar informação através do Sistema de Supervisão das
Instituições Financeiras (SSIF), observadas as disposições, requisito s
e especificações da mensagem XML constante do Portal PIF.
5.6. Sem prejuízo do disposto no número anterior, enquanto não se
verificar a disponibilidade do Portal das Instituições Financeiras (PIF)
para o envio e recepção da informação, nos termos do presente
Instrutivo, as Instituições Financeiras devem proceder ao envio da
mesma, em formato Excel, para o endereço electrónico [email protected]
5.7. Sem prejuízo do disposto no subponto anterior, o relatório sobre o
ILAAP deve ter em consideração o princípio de proporcionalidade,
isto é, o tipo, dimensão e importância sistémica das instituições, bem
como do perfil de risco, gestão, estratégia, complexidade e da
exposição aos riscos.
5.8. A informação incluída nos modelos de reporte definidos no subponto
5.1 do presente Instrutivo, que tenha sido reportada ao Banco
permaneça válida, actualizada ou inalterada, não deve ser
novamente remetida, devendo, no modelo aplicável, ser identificado
o reporte, a data do mesmo e o local onde se encontra descrita a
informação reportada.
5.9. O Banco de Nacional de Angola pode determinar que as Instituições
procedam à revisão do documento reportado quando a informação
objeto de reporte apresente erros ou incorreções.
6. Sanções
O incumprimento das normas imperativas estabelecidas no presente Instrutivo
constitui contravenção punível nos termos da Lei n.º 14/21, de 19 de Maio, Lei
do Regime Geral das Instituições Financeiras.
7. Dúvidas e Omissões
As dúvidas e omissões resultantes da interpretação do presente Instrutivo são
resolvidas pelo Banco Nacional de Angola.
8. Entrada em Vigor
O presente Instrutivo entra em vigor na data da sua publicação.
PUBLIQUE-SE.
Luanda, aos 07 de Julho de 2021.
O GOVERNADOR
JOSÉ DE LIMA MASSANO
ANEXO I
Informações Relativas ao ILAAP
Secção I - Declaração da Adequação de Liquidez
a) Resumo das principais conclusões sobre o ILAAP, incluindo uma opinião
precisa sobre as posições correntes de liquidez da Instituição, a sua
capacidade para cobrir os riscos a que está ou poderá vir a estar exposta
e eventuais medidas previstas para assegurar que a liquidez é mantida
ou reposta para níveis adequados a curto prazo;
b) Alterações significativas efectuadas ou planeadas na gestão de riscos,
com base nos resultados do ILAAP, bem como o eventual plano de
acção;
c) Alterações significativas efectuadas ou planeadas dos modelos de
negócio, das estratégias ou do modelo de apetite ao risco com base no s
resultados do ILAAP, incluindo medidas de gestão e eventual plano de
acção;
d) Alterações significativas efectuadas ou planeadas da estrutura do ILAAP,
incluindo melhorias a introduzir e eventual plano de acção;
e) Aprovação devidamente formalizada pelo órgão de administração.
Secção II - Relatório com Elementos Específicos da Instituição
A. Modelo de Negócio e Estratégia
a) Descrição do modelo de negócio actual, devendo ser identificadas as
principais linhas de negócio, mercados, geografias, filiais e produtos em
que a instituição opera, assim como ser incluída uma descrição das
principais fontes de custo e de rendimento, repartidas por linhas de
negócio, produtos, mercados e filiais, quando aplicável;
b) Descrição das alterações planeadas pela Instituição para o modelo de
negócio actual e para as respectivas actividades subjacentes (incluindo
informações sobre as alterações a nível operacional, tais como a
infraestrutura tecnológica, ou sobre questões de governo interno),
sempre que os mesmos tenham impacto no processo de gestão de
liquidez e financiamento;
c) Apresentação das projecções dos principais indicadores financeiros para
as principais linhas de negócio, mercados e filiais, quando aplicável.
B. Informação Organizacional
a) Descrição dos procedimentos gerais de governo interno para o risco de
liquidez e de financiamento, incluindo as funções e responsabilidades da
gestão e controlo de risco, nomeadamente ao nível do órgão de
administração e da direcção de topo em todo o grupo, que abranja a
tomada de risco, a gestão de risco e o controlo de risco de liquidez e
financiamento;
b) Descrição dos circuitos de reporte e respectiva frequência de reporte ao
órgão de administração em matérias de gestão e controlo dos riscos de
liquidez e de financiamento;
c) Descrição do processo de interacção entre a medição e a monitorização
dos riscos de liquidez e de financiamento, incluindo o detalhe sobre a
definição e acompanhamento dos limites assim como do processo e
medidas definidas para tratamento de excessos aos mesmos.
C. Apetite ao Risco
a) Descrição da integração do modelo de apetite ao risco na estratégia e no
modelo de negócio da instituição;
b) Descrição do processo e dos procedimentos gerais de governo interno,
incluindo as funções e responsabilidades no órgão de administração e na
direcção de topo, no que respeita à concepção e à implementação do
modelo de apetite ao risco.
D. Testes de Esforço
Descrição geral do programa de testes de esforço da Instituição, a qual
deve incluir o detalhe relativo ao tipo de testes de esforço realizados, ao
conjunto de pressupostos, aos aspectos metodológicos e modelos usados, à
sua frequência e à infraestrutura tecnológica.
Secção III -Template para Informações Específicas Relativas ao
ILAAP (Manual do Leitor), conforme definido no Anexo II do subponto
5.1 do presente Instrutivo.
a) O manual do leitor apresenta uma listagem de elementos de informação
solicitados, no qual deve ser referenciada documentação interna que os
suporte;
b) O manual do leitor deve ser preenchido de acordo com as instruções de
preenchimento dispostas no template.
Secção IV -Documentação Interna Referida no Manual do Leitor.
Secção V - ILAAP Informação Quantitativa, conforme definido no
Anexo III
ANEXO II
Manual do Leitor
ILAAP
Identificação
Instituição
Base de Consolidação
Modelo de Reporte Aplicável
Pessoa
Responsável
para
contacto
(Incluir Nome, Função, Email e Contacto Telefónico)
Pessoa Responsável Para Contacto:
<Incluir nome, função, contacto de e-mail e contacto
telefónico>
Instruções de Preenchimento
Coluna
A Instituição deve:
Implementação do Princípio
de Proporcionalidade
A identificação da obrigatoriedade dos elementos solicitados
para cada um dos modelos definidos, de acordo com o
princípio de proporcionalidade, conforme previsto no
subponto 5.3 do presente Instrutivo. A necessidade de
submissão de cada elemento deve obedecer à seguinte
legenda:
1 -Elemento de submissão obrigatória, se aplicável.
2 - Elemento de submissão condicional à existência de
alterações significativas face a submissão anterior.
3 - Elemento de submissão opcional.
Aplicabilidade
Seleccionar "Aplicável" ou "Não aplicável" de forma a
indicar se o elemento de informação especificado é
aplicável no contexto da sua instituição. Caso "Não
aplicável" deve ser devidamente justificada a não
aplicabilidade na coluna "Comentários", as restantes
colunas da respectiva linha não devem ser preenchidas.
Referência do Documento
Indicar referência(s) que identifique(m) o(s) documento(s)
interno(s), submetido(s) para efeitos de avaliação do
ILAAP, ou a seccção do documento, que suporta(m) o
elemento de informação solicitado à data de referência e/ou
à
data
deenvio.
Quando o volume de documentos com a mesma informação
é elevado, as instituições não devem submeter todos
documentos disponíveis, devendo referenciar um exemplo e
as politicas gerais que regem esses documentos fazendo
ainda a menção das exclusões efectuadas na coluna "Breve
Descrição".
Data de Entrada em Vigor
Indicar a data da primeira aplicação de cada um dos
documentos referenciados na coluna "referência do
documento".
Clarificar datas de entrada em vigor e término para
documentos aplicáveis à data de referência e
posteriormente descontinuados, assim como para
documentos aplicáveis posteriormente à data de referência
e antes da data do envio.
Breve Descrição
Descrever suscintamente o(s) documento(s) referenciado(s)
incluindo em que sentido o(s) mesmo(s) responde(m) ao
elemento de informação solicitado.
Estado Face a Última Data de
Reporte
Se aplicável, seleccionar o estado do(s) documento(s)
referenciado(s) ("Novo", "Sem alterações", " Com algumas
alterações") em comparação com a anterior submissão do
ILAAP. Quaisquer alterações significativas face a última
submissão e/ou alterações aplicáveis posteriormente à data
de referência devem ser claramente identificadas na coluna
"Breve Descrição".
Unidade(s)
Orgânica(s)
Responsável(is) pela sua
Criação
Identificar a(s) Unidade(s) orgânica(s) responsável(is) pela
sua elaboração, identificando a respectiva periodicidade em
que tal ocorre, se aplicável.
Unidade(s)
Orgânica(s)
Destinatária(s)
Identificar a(s) Unidade(s) orgânica(s) que recebe(m) o
documento produzido, identificando a respectiva
periodicidade em que tal ocorre, se aplicável.
Orgão(s)
Responsável(is)
pela sua Aprovação
Identificar a(s) Unidade(s) orgânica(s) responsáveis pela
aprovação do(s) documento(s) referênciado(s).
Requisito de Informação Implementação do Princípio da Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária(s) Órgão(s) Responsável(is) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C 1. Modelo de Gestão do Risco de Liquidez e de Financiamento Para demonstrar a existência de um processo que assegure que a Instituição dispõe de um modelo solido e específico para a gestão do risco de liquidez e de financiamento, incluindo um processo para a identificação, medição e controlo dos riscos de liquidez e de financiamento, a instituição deve: Documento que descreve a metodologia e a política interna P1.1. •Identificar as entidades consideradas no âmbito do ILAAP, justificando eventuais diferenças face ao perímetro prudencial. 1 1 2 P1.2 •Apresentar a descrição da estrutura do ILAAP, explicando a relação entre todos os seus componentes e 1 1 2
Requisito de Informação
Implementação do Princípio da
Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária(s) Órgão(s) Responsável(is) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C fundamentando a forma como esta estrutura assegura que a Instituição tem acesso a liquidez suficiente. P1.3 •Fundamentar as principais fontes de risco de liquidez e de Financiamento Identificadas. 1 1 2 P1.4 •Apresentar os critérios utilizados na selecção dos instrumentos e pressupostos para o ILAAP, tais como o método de medição e projecção dos fluxos de caixa correntes e futuros de activos, passivos e elementos extrapatrimoniais ao longo de horizontes temporais adequados. 1 1 2 P1.5 •Apresentar a descrição da relação entre a estratégia de 1 1 2
Requisito de Informação
Implementação do Princípio da
Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária(s) Órgão(s) Responsável(is) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C negócio e o processo ILAAP. P1.6 •Apresentar a descrição da integração do modelo de apetite ao risco ao risco na gestão de risco, detalhando a relação com a estratégia de negócio, a estratégia de riscos e o ILAAP. 1 1 2 P1.7 •Apresentar a informação relativa aos dados sobre os riscos, a agregação e os sistemas de tecnologia de informação utilizados para efeitos do ILAAP. 1 1 2 P1.8 • Apresentar uma descrição dos processos e o mecanismo que assegurem a integração do ILAAP na gestão de risco e na gestão global da Instituição. 1 1 2
Requisito de Informação
Implementação do Princípio da
Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária(s) Órgão(s) Responsável(is) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C P1.9 •Apresentar uma descrição dos níveis de apetite/tolerância do risco, dos limiares e limites definidos para os riscos de liquidez e de financiamento, bem como os horizontes temporais e o processo utilizado para manter esses limiares e limites actualizados. 1 1 1 No sentido de demonstrar a implementação plena do processo supramencionado, a Instituição deve: Documentos operacionais que evidenciam a implementação 0.1.1 •Providenciar uma avaliação das posições de financiamento e dos fluxos de caixa de liquidez Intra grupo, se aplicável, incluindo quaisquer possíveis impedimentos legais ou regulamentares à 1 1 3
Requisito de Informação
Implementação do Princípio da
Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária(s) Órgão(s) Responsável(is) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C transferência de liquidez dentro do (sub)grupo. 0.1.2 •Apresentar a informação quantitativa sobre as fontes de risco de liquidez. 1 1 1 0.1.3 •Apresentar a informação quantitativa sobre o perfil de financiamento e da sua estabilidade em todas as moedas significativas. 1 1 1 0.1.4 •Demonstrar a monitorização do cumprimento dos requisitos prudenciais mínimos relacionados com o risco de liquidez e de financiamento, incluindo a previsão do cumprimento desses requisitos em diferentes cenários ao longo de um horizonte temporal adequado. 1 1 3
Requisito de Informação
Implementação do Princípio da
Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária(s) Órgão(s) Responsável(is) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C Quando aplicável, demonstrar a monitorização do cumprimento dos requisitos adicionais de liquidez. 2. Estratégia do Financiamento No que respeita estratégia de financiamento, a Instituição deve: Documento que descreve a metodologia e a política interna P.2.1 •Apresentar uma descrição de orientações subjacente ao plano de financiamento. 1 1 2 P.2.2 •Se aplicável, apresentar as políticas sobre a manutenção da presença nos mercados utilizada para garantir e testar periodicamente o acesso aos mercados e a capacidade de captação de fundos. 1 1 2
P.2.3 •Se aplicável, apresentar as políticas sobre o
Requisito de Informação
Implementação do Princípio da
Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária(s) Órgão(s) Responsável(is) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C risco de concentração e de financiamento, incluindo os princípios de medição e monitorização da correlação entre as fontes de financiamento e a relação económica entre os depositantes e outros fornecedores de liquidez. P.2.4 •Se aplicável, apresentar as políticas de financiamento em moeda estrangeira, incluindo os pressupostos mais relevantes no que respeita à disponibilidade e Convertibilidade dessas Moedas. 1 1 2
Requisito de Informação
Implementação do Princípio da
Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento
Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is ) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária(s) Órgão(s) Responsável(i s) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C No que respeita à demonstração da plena implementação da estratégia de financiamento, a Instituição deve: Documentos operacionais que evidenciem a implementação 0.2.1 • Enviar o plano de Financiament o em vigor 1 1 1 O.2.2 • Apresentar informação quantitativa sobre as característica s dos fundos captados recentemente (e.g. volumes, preços e apetite dos investidores) e uma análise da viabilidade da execução do plano de financiamento , tendo em conta a volatilidade dos mercados. 1 1 1 O.2.3 •Apresentar a análise prospectiva da evolução (pretendida) 1 1 1
Requisito de Informação
Implementação do Princípio da
Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento
Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is ) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária(s) Órgão(s) Responsável(i s) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C para a posição de financiamento ao longo de um horizonte temporal futuro O.2.4 • Apresentar a avaliação da posição de financiamento e do risco de financiamento Após a Execução do Plano. 1 3 3 O.2.5 • Apresentar informações sobre as verificações a posterior (back-testing) do plano de financiamento . 1 3 3 3. Estratégia de Gestão de Colateral e Reservas de Liquidez No que respeita à estratégia de gestão de colateral e reservas de liquidez, a Instituição deve: Documento que descreve a metodologia e a política interna P.3.1 •Apresentar a metodologia para a determinação 1 1 2
Requisito de Informação
Implementação do Princípio da
Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento
Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is ) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária(s) Órgão(s) Responsável(i s) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C da dimensão mínima interna das reservas de liquidez, incluindo a definição de activos líquidos da Instituição, os critérios que aplicam para determinar o valor de liquidez dos activos líquidos e as restrições relacionadas com a concentração e outras características dos activos líquidos. P.3.2 •Apresentar as políticas de gestão de colateral, incluindo os princípios relativos à localização e transferibilidad e dos colaterais, bem como à sua função no que respeita ao 1 1 2
Requisito de Informação
Implementação do Princípio da
Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento
Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is ) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária(s) Órgão(s) Responsável(i s) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C cumprimento dos requisitos prudenciais. P.3.3 •Apresentar as políticas de classificação dos activos, incluindo os princípios Aplicáveis à medição e monitorização dos activos, bem como à ligação entre o modelo de limites e de controlo relativo aos activos e ao apetite pelo risco (de liquidez e de financiamento) . 1 1 2 P.3.4 • Apresentar os princípios considerados para testar os pressupostos relacionados com o valor de liquidez e o prazo de venda ou recompra (repor) dos activos 1 3 3
Requisito de Informação
Implementação do Princípio da
Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento
Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is ) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária(s) Órgão(s) Responsável(i s) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C incluídos nas reservas de activos líquidos. P.3.5 •Apresentar as políticas sobre o risco de concentração nas reservas de liquidez, incluindo os princípios aplicáveis à medição e monitorização de eventuais perdas ao nível da liquidez disponível decorrentes dessa concentração. 1 1 2 No que respeita à demonstração da plena implementação da estratégia de gestão de colateral e reservas de liquidez, a Instituição deve: Documentos operacionais que evidenciem a implementação O.3.1 • Apresentar a quantificação do volume mínimo de activos líquidos considerado adequado 1 1 1
Requisito de Informação
Implementação do Princípio da
Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento
Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is ) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária(s) Órgão(s) Responsável(i s) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C para cumprir os requisitos internos. O.3.2 •Apresentar a quantificação das actuais reservas de liquidez, incluindo a sua Distribuição por produtos, moedas, contrapartes, regiões/entid ades do grupo, etc. 1 1 1 O.3.3 •Apresentar a descrição dos elementos que compõem a «capacidade de reequilibrare m» (counterbalan cing capacity), incluindo a fundamentaç ão para demonstrar que essa capacidade é suficiente para cobrir os riscos não 1 3 3
Requisito de Informação
Implementação do Princípio da
Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento
Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is ) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária(s) Órgão(s) Responsável(i s) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C incluídos no pilar 1. O.3.4 •Apresentar as projecções da evolução do volume mínimo de activos líquidos exigido a nível interno e de activos líquidos disponíveis ao longo de horizontes temporais adequados, quer em situações de «actividade normal», quer em situações de stress. 1 3 3 O.3.5 •Incluindo detalhes dos activos que podem ser utilizados para gerar liquidez. 1 3 3 O.3.6 •Apresentar uma avaliação do tempo necessário 1 1 3
Requisito de Informação
Implementação do Princípio da
Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento
Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is ) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária(s) Órgão(s) Responsável(i s) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C para converter activos líquidos em liquidez, tendo em conta os impedimentos legais, operacionais ou prudenciais à utilização de activos líquidos para cobrir fluxos de saída de caixa. O.3.7 •Apresentar uma análise dos testes aos pressupostos relacionados com o valor de liquidez e o prazo de venda ou recompra (repor) dos activos incluídos nas reservas de liquidez. 1 3 3
Requisito de Informação
Implementação do Princípio da
Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento
Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is ) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária( s) Órgão(s) Responsável(is ) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C 4. Gestão do Risco de
Liquidez Intra Diária
Quando aplicável, no que respeita à gestão do risco de liquidez Intra diária, a Instituição deve: Documento que descrevam a metodologia e a política interna P.4.1 •Apresentar a descrição dos critérios e dos instrumentos utilizados para medir e monitorizar os riscos de liquidez Intra diária.
1 1 2 P.4.2 • Apresentar a descrição dos procedimentos de escalonamento, relativos aos défices de liquidez Intra diária, que asseguram que os pagamentos devidos e as obrigações de liquidação são respeitados de forma atempada, quer em situações de «actividade normal», quer em situações de stress. 1 1 2
Quando aplicável, no que respeita à implementação da gestão do risco de liquidez Intra diária, a Instituição deve: Documentos operacionais que evidenciem a implementação O.4.1 •Apresentar informação quantitativa do risco de liquidez Intra diária ao longo do último
Requisito de Informação
Implementação do Princípio da
Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento
Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is ) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária( s) Órgão(s) Responsável(is ) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C ano, identificando a
frequência com que é realizada. O.4.2 • Apresentar informação sobre o número total de pagamentos incumpridos, incluindo fundamentação para os eventuais pagamentos ou obrigações relevantes incumpridos(as) pela Instituição. 1 1 3 5. Testes de Esforço de Liquidez No que respeita à
implementação dos testes de esforço de liquidez, a Instituição deve: Documentos que descrevam a metodologia e a política internam P.5.1 •Apresentar a descrição dos cenários adversos e dos pressupostos considerados nos testes de esforço de liquidez, incluindo elementos relevantes tais como o número de cenários utilizados, o âmbito de aplicação, a frequência da comunicação interna ao órgão de administração, os factores de risco (macro e 1 1 2
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Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is ) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária( s) Órgão(s) Responsável(is ) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C idiossincráticos), os horizontes temporais aplicados e, quando relevante, a discriminação por Moedas/Regiões/Unida des de Negócio. P.5.2 •Apresentar a descrição dos critérios considerados para a calibração dos cenários, a selecção de horizontes temporais adequados (incluindo horizontes Intra diários, quando relevante), a quantificação do impacto do esforço sobre o valor de liquidez dos activos de reserva, etc. 1 1 2 P.5.3 • Apresentar a descrição dos mecanismos de governo interno do programa de testes de esforço utilizados para efeitos do ILAAP.
1 1 2
P.5.4
• Apresentar a descrição das utilizações dos testes de esforço de liquidez e financiamento e da sua integração no modelo de controlo e gestão de risco. 1 1 2
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Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is ) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária( s) Órgão(s) Responsável(is ) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C P.5.5 • Apresentar a descrição da interacção (integração) entre os testes de esforço de solvabilidade e de liquidez e, em particular, os testes de esforço específicos para o ICAAP e o ILAAP, e a função dos testes de esforço inversos (reverse stress tests). 1 3 3 6. Plano de contingência de liquidez No que respeita à demonstração da plena implementação dos testes de esforço de liquidez, a Instituição deve: Documentos operacionais que evidenciem a implementação P.6.1 • Apresentar a descrição das linhas de responsabilidade no que respeita à concepção, à monitorização e à execução do plano de contingência de liquidez. 1 1 2 P.6.2 • Apresentar as estratégias para fazer face a défices de liquidez em situações de emergência. 1 1 2 P.6.3 • Apresentar a descrição da ferramenta de 1 1 2
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Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is ) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária( s) Órgão(s) Responsável(is ) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C monitorização das condições de mercado que permite determinar atempadamente se o escalonamento e/ou a execução das medidas do plano se justificam. P.6.4 •Apresentar a descrição dos eventuais procedimentos de teste (e.g. vendas de novos tipos de activos, entrega de activos junto de bancos centrais, etc.).
Requisito de Informação
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Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária(s) Órgão(s) Responsável(is) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C Documentos operacionais que evidenciem a implementação O.6.1 • apresentar o plano de contingência de liquidez em vigor. 1 1 1 O.6.2 • apresentar informações sobre as possíveis medidas de gestão a adoptar em diferentes cenários de stress, incluindo a avaliação da sua exequibilidade e da capacidade de geração de liquidez. 1 1 1 O.6.3 • apresentar o ponto de vista da gestão sobre as implicações que todas as divulgações públicas em matéria de liquidez efectuadas pela instituição podem ter na exequibilidade e na 1 3 3
Requisito de Informação
Implementação do Princípio da
Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária(s) Órgão(s) Responsável(is) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C tempestividade das medidas de gestão incluídas no plano de contingência de liquidez. O.6.4 • apresentar uma análise recente dos testes realizados, incluindo as conclusões sobre a exequibilidade das medidas de gestão incluídas no plano de contingência de liquidez. 1 1 1 O.6.5 • apresentar uma descrição do impacto esperado da execução das medidas de gestão incluídas no plano de contingência de liquidez, nomeadamente o acesso da Instituição aos mercados relevantes e a estabilidade global do seu perfil de financiamento no curto e no longo prazo. 1 3 3
Requisito de Informação
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Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária(s) Órgão(s) Responsável(is) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C 7 Mecanismo de atribuição de custos-benefícios No que respeita à implementação do mecanismo de atribuição de custos-benefícios, a Instituição deve: Documento que descreve a metodologia e a política interna P.7.1 • Apresentar a descrição do mecanismo de atribuição de custos-benefícios em matéria de liquidez, bem como os critérios para a selecção dos elementos de liquidez e de financiamento que asseguram que todos os benefícios e custos relevantes são tidos em conta, bem como qualquer frequência de ajustamento dos preços. 1 3 3 P.7.2 • Apresentar a descrição das interligações entre o mecanismo de atribuição dos custos benefícios em matéria de 1 3 3
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Implementação do Princípio da
Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária(s) Órgão(s) Responsável(is) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C liquidez, a gestão dos riscos e a gestão global da Instituição. Caso a instituição disponha de mecanismos de definição de preços de transferência de liquidez (LTP sigla em inglês), incluir também a descrição da implementação e do funcionamento dos mecanismos LTP e, em Particular, das interligações entre esses mecanismos e a tomada de decisões estratégicas, bem como da tomada de decisões dos operadores da sala de negociação (front office) em matéria de geração de activos e passivos. No que respeita à
Requisito de Informação
Implementação do Princípio da
Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária(s) Órgão(s) Responsável(is) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C implementação do mecanismo de custos-benefícios, a Instituição deve: que evidenciem a implementação O.7.1 • Apresentar a descrição do mecanismo de atribuição de custos-benefícios em vigor em matéria de liquidez, bem como informação quantitativa sobre a sua calibração actual (e.g. curvas de taxa de juro, taxas de referência internas para as principais categorias de passivos e activos utilizados, etc.). 1 3 3 O.7.2 • Apresentar a descrição da integração do mecanismo de atribuição dos custos-benefícios em matéria de liquidez na avaliação da rentabilidade da geração de novos activos e passivos, tanto 1 3 3
Requisito de Informação
Implementação do Princípio da
Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(is) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária(s) Órgão(s) Responsável(is) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C patrimoniais como extrapatrimoniais. O.7.3 • Apresentar a descrição da integração do mecanismo de atribuição dos custos-benefícios em matéria de liquidez na gestão do desempenho e, se aplicável, discriminada pelas diferentes linhas de negócio/unidades ou regiões. Caso a Instituição possua mecanismos LTP em vigor, abranger também o funcionamento do LTP e, em particular, a relação entre o LTP e os principais indicadores de risco. 1 3 3
Requisito de Informação Implementação do Princípio da Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(i s) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária(s) Órgão(s) Responsável(i s) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C 8 Documentação adicional de suporte
Para além dos elementos de informação referidos anteriormente, a instituição deve remeter toda a documentação de suporte pertinente, incluindo actas de reuniões dos comités relevantes e do órgão de administração, que demonstrem a sólida estrutura e implementação do ILAAP e, em particular:
Documentos de suporte
S.8.1 • A aprovação da estrutura geral do ILAAP.
1 1 1
S.8.2
• A aprovação dos principais elementos do ILAAP, tais como o plano de financiamento, o plano de contingência de liquidez, os pressupostos subjacentes aos testes de esforço e as conclusões sobre os resultados, o apetite específico pelo risco de liquidez e de financiamento, a dimensão pretendida e a composição das reservas de activos líquidos, etc. 1 1 1
Requisito de Informação Implementação do Princípio da Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(i s) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária(s) Órgão(s) Responsável(i s) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C S.8.3 • Os elementos que comprovem a discussão sobre (alterações do) o perfil de risco de liquidez e de financiamento, ultrapassagens de limites, etc., incluindo as decisões sobre medidas de gestão ou da decisão explícita de não adoptar qualquer medida. 1 1 1 S.8.4 • Relatórios de acções de auditoria interna que abrangem o ILAAP. 1 1 1 S.8.5 • Resultados de quaisquer outras análises/validações internas referentes ao ILAAP. 1 1 3 S.8.6 • Elementos que comprovem a discussão da análise da exequibilidade do plano de financiamento com base na (ou nas alterações da) profundidade e volatilidade do mercado.
Requisito de Informação Implementação do Princípio da Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(i s) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária(s) Órgão(s) Responsável(i s) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C S.8.7 •Elementos que comprovem as decisões sobre medidas de gestão relacionadas com o risco de liquidez Intra diária após a execução do processo interno de
escalonamento devido a eventos de liquidez intra diária.
1 3 3
S.8.8
• Elementos que comprovem a discussão do resultado dos testes de esforço de liquidez e da decisão sobre a adopção (ou não) de medidas de gestão. 1 3 3 S.8.9 •Elementos que comprovem a discussão sobre os testes regulares do plano de contingência de liquidez e eventuais decisões sobre ajustamentos das medidas de gestão enumeradas no plano de contingência de liquidez. 1 3 3
Requisito de Informação Implementação do Princípio da Proporcionalidade Aplicabilidade Referência do Documento Data de Entrada em Vigor Breve Descrição Estado Face à Última Data de Reporte Unidade (s) Orgânica(s) Responsável(i s) pela sua Criação Unidade (s) Orgânica(s) Destinatária(s) Órgão(s) Responsável(i s) pela sua Aprovação Comentários Modelo A Modelo B Modelo C composição das reservas de activos líquidos. S.8.11 • Elementos que comprovem a realização de testes ao valor de liquidez e ao prazo de venda ou recompra (repor) dos activos incluídos nas reservas de activos líquidos.
1 3 3
S.8.12
•Se disponíveis, auto-avaliações internas nas quais a instituição possa justificar o seu nível de conformidade face a critérios disponíveis publicamente relativos ao controlo e gestão dos riscos e que afectem o ILAAP.
1 3 3
Legenda:
1 - Elemento de submissão obrigatória, se aplicável.
2 - Elemento de submissão condicional à existência de alterações significativas face à
submissão anterior.
3 - Elemento de submissão
ANEXO III
ILAAP Informação Quantitativa
a) Rácios
Rácio de Liquidez (%) - Todas
Moedas Rácio de Liquidez (%) - MN Rácio de Liquidez (%) - ME
Data Requisito de Liquidez
ILAAP Rácio de Liquidez ILAAP Requisito de Liquidez ILAAP Rácio de Liquidez ILAAP Requisito de Liquidez ILAAP Rácio de Liquidez ILAAP N N-1 mês N - 3 meses
ILAAP - Informação Qualitativa
Identificação
Instituição
Base de consolidação
Data de referência do reporte
Pessoa responsável para contacto
(incluir nome, função, email e contacto telefónico)
Rácio de Observação (%) -
Todas Moedas Rácio de Observação (%) - MN Rácio de liquidez (%) - ME Data Requisito de Liquidez ILAAP Rácio de Liquidez ILAAP Requisito de Liquidez ILAAP Rácio de Liquidez ILAAP Requisito de Liquidez ILAAP Rácio de Liquidez ILAAP N N-1 mês N - 3 meses
Nota: N corresponde à data de referência
Data Transformação Rácio de
N
N-1 mês
N - 3 meses
Nota: N corresponde à data de referência
b) Indicadores de Liquidez
Período de Sobrevivência (n. de dias)
Análise Desfasamento dos Fluxos de Liquidez (em
Kwanzas)
Efeito Penhasco
Data Base Cenário de Esforço Base Cenário de Esforço Base Cenário de Esforço
N
N-1 mês
N - 3 meses
À vista até 1 mês
Até 3 meses
De 3 a 6 meses
Nota: N corresponde à data de referência
c) Activos líquidos de acordo com o Instrutivo
sobre o Risco de Liquidez
Indicador Base Cenário de
Esforço
Total de activos líquidos
Activos Líquidos de Nível 1
d) Passivos (Informação para o Apuramento dos Fluxos de Saída
Esperados)
Informação Montante na Data de Referência em Kwanzas
Total do Passivo -
1. Depósitos -
1.1 Depósitos à Ordem -
1.1.1 Instituições Financeiras Não
Bancárias
1.1.2 Instituições Não Financeiras
(Sectores institucionais)
1.1.3 Particulares
1.2 Depósitos a Prazo -
1.2.1 Instituições Financeiras Não
Bancárias
1.2.2 Instituições Não Financeiras
(Sectores institucionais)
1.2.3 Particulares
1.3 Outros Depósitos -
1.3.1 Instituições Financeiras Não
Bancárias
1.3.2 Instituições Não Financeiras
(Sectores institucionais)
1.3.3 Particulares
1.4. Operações no Mercado Monetário Interfinanceiro - com Instituições Financeiras
Bancárias
2. Operações no Mercado Monetário Interfinanceiro -
com Banco Central
3. Captações com Títulos e
Valores Mobiliários
4. Outras Captações
Contratadas
5.Operações de Venda de Títulos (Próprios e de terceiros)
com acordo de recompra
5.1. Dos quais Bancos
Centrais 6. Dívida Subordinada e Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida 7. Instrumentos Financeiros Derivados 8. Compromissos Fixos Irrevogáveis de Empréstimos Hipotecários 9. Compromissos Irrevogáveis Assumidos perante Terceiros 10. Títulos e Valores Mobiliários Subscritos para
e) Activos (Informação para o Apuramento dos Fluxos de Entrada
Esperados)
Informação Prospectiva Montante na Data de Referência em Kwanzas
Total de Activos
1.Operações no Mercado Monetário Interfinanceiro -
com o Banco Central
2.Operações no Mercado Monetário Interfinanceiro - com Instituições Financeiras
Bancárias 3.Créditos 3.1.1 A Instituições Financeiras Não Bancárias 3.1.2 A Instituições Não
Financeiras (Sectores institucionais)
3.1.3 A Particulares
4. Operações de Compra de Títulos de Terceiros com Acordo
de Revenda
das quais: com o Banco Central
5.Instrumentos Financeiros
Derivados
6.Compromissos Irrevogáveis
Assumidos por Terceiros
Instruções de Preenchimento
Elencam-se de seguida as instruções de preenchimento dos quadros apresentados no "Anexo III"
a) Rácios
Coluna Descrição
Data A presente coluna pretende determinar as datas relativamente às quais irão ser reportadas as informações
Requisito de Liquidez ILAAP a.1
Nesta coluna deverá ser apresentado, para cada uma das datas de referência, o requisito de liquidez adicional determinado no âmbito do processo ILAAP, tendo em consideração fluxos de caixa em todas as moedas
Rácio de Liquidez ILAAP a.2
Nesta coluna deverá ser apresentado, para cada data de referência, o rácio de liquidez ILAAP calculado tendo em consideração fluxos de caixa em todas as moedas.
O rácio de liquidez ILAAP inclui as necessidades mínimas regulamentares determinadas pelo Instrutivo nº19/2016 do BNA e o requisito adicional apresentado na coluna a.1
Requisito de Liquidez ILAAP b.1
Nesta coluna deverá ser apresentado, para cada data de referência, o requisito de liquidez adicional determinado no âmbito do processo ILAAP, tendo em consideração apenas fluxo de caixa em moeda nacional
Rácio de Liquidez ILAAP b.2
Nesta coluna deverá ser apresentado, para cada data de referência, o rácio de liquidez ILAAP calculado tendo em consideração apenas fluxos de caixa em moeda nacional.
O rácio de liquidez ILAAP inclui as necessidades mínimas regulamentares determinadas pelo Instrutivo nº19/2016 do BNA e o requisito adicional apresentado na coluna b.1
Requisito de Liquidez ILAAP c.1
Nesta coluna deverá ser apresentado, para cada data de referência, o requisito de liquidez adicional determinado no âmbito do processo ILAAP, tendo em consideração apenas fluxo de caixa em moeda estrangeira significativa nos termos do Instrutivo nº 19/2016 do BNA.
Rácio de Liquidez ILAAP c.2
Nesta coluna deverá ser apresentado, para cada data de referência, o rácio de liquidez ILAAP calculado tendo em consideração apenas fluxos de caixa em moeda estrangeira significativa nos termos do Instrutivo nº 19/2016 do BNA. O rácio de liquidez ILAAP inclui as necessidades mínimas regulamentares determinadas pelo Instrutivo nº19/2016 do BNA e o requisito adicional apresentado na coluna c.1
Requisito de Observação ILAAP d.1
Nesta coluna deverá ser apresentado, para cada uma das datas de referência, o requisito de observação adicional determinado no âmbito do processo ILAAP, tendo em consideração fluxos de caixa em todas as moedas
Rácio de Observação ILAAP d.2
Nesta coluna deverá ser apresentado, para cada data de referência, o rácio de observação ILAAP calculado tendo em consideração fluxos de caixa em todas as moedas.
O rácio de observação ILAAP inclui as necessidades mínimas regulamentares determinadas pelo Instrutivo nº19/2016 do BNA e o requisito adicional apresentado na coluna d.1
Requisito de Observação ILAAP e.1
Nesta coluna deverá ser apresentado, para cada data de referência, o requisito de observação adicional determinado no âmbito do processo ILAAP, tendo em consideração apenas fluxo de caixa em moeda nacional
Rácio de Observação ILAAP e.2
Nesta coluna deverá ser apresentado, para cada data de referência, o rácio de observação ILAAP calculado tendo em consideração apenas fluxos de caixa em moeda nacional.
O rácio de observação ILAAP inclui as necessidades mínimas regulamentares determinadas pelo Instrutivo nº19/2016 do BNA e o requisito adicional apresentado na coluna e.1
Requisito de Observação ILAAP f.1
Nesta coluna deverá ser apresentado, para cada data de referência, o requisito de observação adicional determinado no âmbito do processo ILAAP, tendo em consideração apenas fluxo de caixa em moeda estrangeira significativa nos termos do Instrutivo nº 19/2016 do BNA.
Rácio de Observação ILAAP f.2
Nesta coluna deverá ser apresentado, para cada data de referência, o rácio de observação ILAAP calculado tendo em consideração apenas fluxos de caixa em moeda estrangeira significativa nos termos do Instrutivo nº 19/2016 do BNA. O rácio de observação ILAAP inclui as necessidades mínimas regulamentares determinadas pelo Instrutivo nº19/2016 do BNA e o requisito adicional apresentado na coluna f.1
Rácio de Transformação Nesta coluna deverá ser apresentado, para cada data de referência, o rácio de transformação determinado pela seguinte fórmula de cálculo: Créditos totais Brutos / Depósitos totais
b) Indicadores de Liquidez
Coluna Descrição
Período de Sobrevivência (n. de dias)
A coluna deverá apresentar, para cada data de referência, o período de sobrevivência apurado pela Instituição em cenário base e em cenário de esforço. A metodologia de apuramento do Período de sobrevivência, no cenário Base e no cenário de esforço, deverá ser definida pela instituição no âmbito do processo ILAAP.
Definição: O período de sobrevivência corresponde ao número de dias durante o qual a Instituição assegura os fluxos de liquidez necessários para cumprir com as suas obrigações de pagamento.
Análise Desfasamento dos Fluxos de Liquidez (milhares de kwanzas)
A coluna deverá apresentar, para cada intervalo de referência, o desfasamento de fluxos apurado para o cenário base e o cenário de esforço. Este último deverá ser de acordo com a metodologia de teste de esforço definida pela instituição no âmbito do processo ILAAP.
O desfasamento de fluxo deverá ser determinado, para cada intervalo temporal, através da diferença entre os Fluxos de Entrada e de Saída
Efeito Penhasco
A coluna deverá ser preenchida com "Sim" sempre que a Instituição identifique num determinado intervalo temporal o efeito penhasco, e " Não" caso o mesmo não se verificar.
Definição: Considera-se efeito penhasco quando as necessidades de liquidez são significativamente superiores ao total dos Fluxos de entrada num determinado intervalo temporal. A metodologia para a identificação do efeito penhasco deverá ser definida pela instituição no âmbito do processo ILAAP
c) Activos líquidos de acordo com o Instrutivo sobre o Risco de Liquidez
Coluna Descrição
Activos líquidos de nível 1 -a.1 A coluna deverá apresentar para a data de referência N, e para o cenário base, os activos líquidos de nível 1 e 2 nos termos do Instrutivo nº19/2016 do BNA.
Activos líquidos de nível 1 -a.2
A coluna deverá apresentar para a data de referência N os activos líquidos de nível 1 e 2 em cenário de esforço de acordo com a metodologia de teste de esforço definida pela instituição no âmbito do processo ILAAP
d) Passivos (Informação para o Apuramento dos Fluxos de Saída Esperados)
Coluna Descrição
Montante na Data de Referência em
Kwanzas A coluna deverá ser preenchida com informação sobre os passivos na data de referência N
e) Activos (Informação para o Apuramento dos Fluxos de Entrada Esperados)
Coluna Descrição
Montante na Data de Referência em