3º Workshop AdaptaClima
Abertura
Adriano Santhiago de Oliveira
Secretário Substituto
Secretaria de Mudança do Clima e Florestas
Abertura
Camila Almeida
Gerente de Projetos
Fundo Newton
Conselho Britânico
Dra. Julia Knights
Diretora de Ciência e
Inovação
Organizações confirmadas para o dia de hoje
Gov Federal • ANA • Cemaden • CENSIPAM • CNPq • FNMC • ICMBio • INPE CCST • INPE- CPTEC • Min. Cidades • MCTIC • MDIC• Min. Minas e Energia • Min. Saúde Govs Locais • ANAMMA • CB27 • CIOESTE • SECC-RJ • Sema-DF ONGs
• Instituto Ilhas do Brasil • Observatório do Clima
- Fundação Grupo Boticário - ICLEI
- WWF • RESAMA
Setor Empresarial
• Iniciativas Empresariais em Clima - Braskem - CEBDS - Instituto Ethos • CNI • CNSeg Organizações de Pesquisa • Fiocruz • PBMC • Rede Clima Cooperação Internacional • BID • GIZ
Como você vê o papel da sua organização na
AdaptaClima?
2. Provedora de
Conhecimento
3. Conectora
entre redes
4. Mobilizadora
na plataforma
1. Usuária dos
conteúdos
5. Curadora de
Objetivos do dia
•
Estruturar o método para a implementação do eixo de comunicação e
engajamento
•
Compartilhar as atualizações sobre o desenvolvimento da plataforma
web
•
Identificar ações, funções e fluxos de decisão necessárias à operação e
gestão da Plataforma
•
Compartilhar informações da pesquisa sobre “processos sociais de
aprendizagem” e levantar ideias sobre a aplicação dos aprendizados no
projeto AdaptaClima
Horário
Atividade
9h00 – 9h30
Boas vindas
9h30 – 10h30
Introdução e retrospectiva do projeto
10h30 – 12h30
Estratégia de comunicação e engajamento
12h30 – 14h00
Almoço
14h00 – 14h45
Desenvolvimento da plataforma web
14h45 – 16h40
Desenho de componentes para governança
16h40 – 17h00
Intervalo para café
17h00 – 17h40
Pesquisa sobre “processos sociais de aprendizagem” aplicada à AdaptaClima
Comitê Gestor do Projeto
• José Domingos Gonzalez Miguez – Diretor (Secretaria de Mudanças Climáticas e Florestas)
• Celina Mendonça – Gerente de Projeto • Jaqueline Madruga – Analista Ambiental
MMA: Coordenador
• Mariana Nicolletti - Gestora do Projeto • Fernanda Maschietto – Pesquisadora • Thais Moreno - Pesquisadora
FGV - GVces: Implementador
• Simon Anderson – Diretor de Mudança do Clima • Teresa Sarroca – Coordenadora de Mudança do Clima • Laura Silici – Pesquisadora
IIED: Implementador
• Diana Daste – Gerente de Projetos Senior • Camila Almeida – Gerente de Projetos
Conselho Britânico - Newton
Fund: Apoiador
Objetivo Geral
Contribuir para o fortalecimento da capacidade adaptativa do Brasil face à
mudança do clima
Objetivos do Projeto
Objetivo Específico
Cocriar uma plataforma de conhecimento em adaptação à mudança do
clima que sistematize e disponibilize informações já existentes em áreas
temáticas prioritárias da agenda no Brasil e promova colaboração e
Atores envolvidos no Projeto
Atores envolvidos no Projeto
Atores-Chave
(35)
Colaboradores
(24)
Atores-Referência
(15)
Influenciadores
(aprox. 100)
Novos atores: • BID • CNSeg• Instituto Ilhas do Brasil • RESAMA
Censipam FNMC
Plataforma AdaptaClima
PÚBLICO-ALVO
Gestores do setor público,
privado e terceiro setor que
precisam de informações
relacionadas à adaptação à
mudança do clima para a
tomada de decisão e
implementação de ações no
Facilitar o acesso a
informações e dados
relevantes
(confiáveis e inteligíveis)nas áreas temáticas prioritárias da agenda de
adaptação no Brasil para embasar tomada de
decisão
Disponibilizar
ferramentas e
métodos
para apoio em avaliação, planejamento, implementação e monitoramento de estratégias de adaptação
Oferecer
benchmarking
local e global de
práticas em
adaptação
Atualizar
sobre notícias,
eventos, capacitações
e oportunidades de
financiamento em
adaptação
Formar uma rede de relacionamento e promover parcerias entre
usuários e provedores de conhecimento
Principais atividades desde o início do projeto:
com atores-chave, colaboradores e atores-referência
Mapeamento e engajamento
de organizações
2 Workshops no Brasil e 2 no
Reino Unido
6 Webinars
43 contribuições na consulta
remota
28 entrevistas com
atores-chave e atores-referência
Reuniões bilaterais com
provedores de dados
83 indicações de conteúdos
para plataforma + 30 por
parte da equipe AdaptaClima
Principais atividades desde o início do projeto:
envolvendo parceiros externos e influenciadores
Pesquisa de referências nacionais e internacionais
(internet e entrevistas)
Participação no encontro do Climate Knowledge
Brokers Group
4 newsletters enviadas
Principais passos dados até aqui
Definição das necessidades dos usuários e
categorias de informação para plataforma
Definição da arquitetura e das páginas web
Mapeamento dos conteúdos iniciais e lacunas
Início do desenvolvimento web
Planejamento em fases da implementação da
plataforma
Estruturação da interface de acesso a dados
climáticos
78 organizações engajadas em 2017
Newsletter para 485 pessoas
85 organizações engajadas em 2016
Intercâmbios com parceiros internacionais
Plataforma Web
Comunicação e Engajamento
Identificação de possíveis ações de
comunicação e engajamento
Articulação com 4 provedores de dados
climáticos
E a Governança?
Inquietações
•
Preocupação com moderação e manutenção da plataforma
•
Formalização de representantes (grupo técnico e grupo
gestor)
•
Quem vai governar a plataforma?
•
Preocupação com sustentabilidade e perenidade da
plataforma
•
Indefinição dos órgãos estratégicos e de quem será
envolvido
•
Preocupação com as indefinições (quem decide?)
Pesquisa sobre referências
Discussão inicial no 2º workshop
Expectativas
•
Participação de provedores de informação e
usuários (representantes) nas tomadas de decisão
•
Um grande instrumento de governança climática
•
Integração
Um dos objetivos da Plataforma é...
Pesquisa Social Learning aplicada à adaptação
A pesquisa contribuirá para que:
(i) a discussão ganhe espaço no Brasil
(ii) a plataforma em desenvolvimento seja efetiva
(iii) gestores que lideram processos organizacionais em contextos complexos tenham acesso a métodos e
instrumentos para a promoção do envolvimento e colaboração entre os diversos atores do sistema
Visando garantir que a plataforma AdaptaClima funcione de forma
colaborativa, seja
perene
e
dinâmica
é fundamental o engajamento
dos diversos atores e a criação de uma rede coesa de troca de
conhecimento
Formar uma rede de
relacionamento e promover
parcerias entre
usuários e provedores de
Pesquisa Social Learning aplicada à adaptação
“O principal é que as alterações climáticas não respeitam fronteiras geográficas ou
setoriais. Sempre teremos interdependências, interseções ... Então não poderemos
trabalhar dentro na nossa própria organização para resolver o problema, trabalhar
em parceria não é apenas importante, mas é necessário para fazer a adaptação às
mudanças climáticas acontecer de forma antecipatória.”
Objetivos desta sessão
• Aprender e compartilhar experiências de
engajamento local em adaptação
• Estruturar um método para a implementação do eixo
de comunicação e engajamento
Experiências de engajamento local em adaptação
Alexandre Castro
Coordenador Adaptar Brasil
Instituto Ilhas do Brasil
Carlos Abrão
Diretor de Programas e Projetos
Consórcio Intermunicipal da Região
Oeste Metropolitana de São
Objetivos definidos no 2º Workshop
Fomentar a produção
de conhecimento em
formato adequado
Fomentar interações e
conexões de atores
Promover ações a partir
de lacunas identificadas
Promover
compartilhamento e
troca de conhecimento
Ações levantadas por chave e
atores-referência
Exemplos:
•
Promover linhas e bolsas de pesquisa
•
Registro, sistematização e divulgação dos aprendizados do projeto
•
Mapear as demandas e necessidades de informação e conhecimento junto aos
três setores da sociedade
•
Promover workshops presenciais
•
Promover webinars
Atividade em grupos
Objetivo: organizar as ações em uma linha lógica que represente um método para ser aplicado em um
projeto piloto que visa engajar atores locais para atuar na agenda de adaptação naquele território.
Instruções:
• Avaliar as ações propostas, organizá-las e fazer complementações, caso necessário
• As ações devem ser organizadas em
ordem lógica
, com comentários e detalhamentos sobre
quem
participa
dessas ações e que
insumos
são necessários para que elas ocorram
• Não é necessário usar todas as ações propostas
Horário
Atividade
9h00 – 9h30
Boas vindas
9h30 – 10h30
Introdução e retrospectiva do projeto
10h30 – 12h30
Estratégia de comunicação e engajamento
12h30 – 14h00
Almoço
14h00 – 14h45
Desenvolvimento da plataforma web
14h45 – 16h40
Desenho de componentes para governança
16h40 – 17h00
Intervalo para café
17h00 – 17h40
Pesquisa sobre “processos sociais de aprendizagem” aplicada à AdaptaClima
Objetivos desta sessão
• Apresentar o estágio de desenvolvimento da plataforma web
• Apresentar cronograma de implementação
Desenvolvimento da Plataforma Web
Desenvolvimento Web
Identidade Visual
Criação e aprovação
Aplicação
Institucional
Desenvolvimento do painel administrativo
Desenvolvimento do frontend de navegação
Inserção do conteúdo
Testes
Inserção do conteúdo final
Disponibilizacão em produção
Plataforma de Dados
Desenvolvimento
Testes e aprovação
Disponibilizacão em produção
Julho
Conteúdos indicados para plataforma web
Conteúdos indicados:
• 83 conteúdos por atores-chave e colaboradores • 30 conteúdos por equipe AdaptaClima
Critérios iniciais de avaliação:
I. Formato: Não são aceitas páginas institucionais, relatórios de sustentabilidade ou materiais de promoção de projetos II. Confiabilidade: É obrigatório constar a autoria e as referências do conteúdo indicado
III. Acessibilidade: O link para o conteúdo deve estar funcionando; conteúdo deve ser aberto ao público IV. Idioma: São aceitos conteúdos em português, inglês ou espanhol
V. Relevância do conteúdo para a agenda de adaptação: Conteúdos que se insiram em ao menos uma das 4 fases
83 conteúdos aprovados
até o momento
Análise dos conteúdos aprovados
AbE Cenários Climáticos Climatologia Comunidades Desmatamento Educação Financiamento Migrações PNA Setor financeiro Turismo VulnerabilidadeObjetivos desta sessão
• Identificar ações, funções e fluxos de informação e decisão
necessárias à operação e gestão da plataforma
• Aprender e compartilhar experiências de governança em
rede na agenda de clima
Governança em uma parceria multi-stakeholder
É a maneira em que um grupo de pessoas toma decisões coletivas e coordena ações para servir aos
interesses comuns (MSP Guide).
Princípios da Boa Governança (IBGC e PNUD)
Responsabilidade
Participação
Prestação de
contas
(Accountability)
Transparência
Capacidade de
resposta
(Responsiveness)
Equidade
O que entendemos por governança da Plataforma
Planejamento e tomada de decisões
Relacionamento com stakeholders
Gestão financeira e prestação de contas
Avaliação e controle de qualidade
Implementação do modelo de negócios
Gestão operacional
Experiências apresentadas no 2º Workshop
Financiamento
por parte de
governos, órgãos
multilaterais, ONGs
Modelo de Governança e
funções evoluem com o tempo
conforme necessidades e
desafios
Interesse e confiança dos
envolvidos são chave para a
governança, especialmente em
sistemas mais fluídos
Envolvimento dos
principais usuários
para que plataforma
mantenha-se
atrelada a sua
Proposta: Definir estrutura a partir das ações,
funções e fluxos de informação e tomada de decisão
Função Ação Decisão Ação Ação Ação Ação Função Função Decisão
Entradas
Saídas
Exemplos
ENTRADAS
AÇÕES
SAÍDAS
FUNÇÕES
ESTRATÉGICA
DECISÃO
Comitê Executivo Gerencial Curadoria dos conteúdos compartilhados por usuários Elaboração de relatórios analíticos Decisões sobre melhorias Indicação de conteúdos via formulário online Dados estatísticos do sistema e avaliações dos usuários Conteúdo inserido na plataforma E-mail feedback para usuário Gestão da informação Gestão do Conhecimento Relacionamento Não Não Sim
EM QUE
MEDIDA?
Atividade em grupos
Revisar ações, entradas e
saídas
Validar, ajustar, adicionar
Alocar funções às ações
Uma função contempla mais de umaação?
Indicar se envolve tomada de
decisão a nível estratégico
Se sim, que decisões são essas? Elas são no nível gerencial ouComitê executivo?
AÇÃO
SAÍDAS
ENTRADAS
FUNÇÃO
DECISÃO
Grupos divididos nos 3 eixos de ação:
•
Plataforma Web
•
Ações de comunicação e engajamento
•
Coordenação geral
20 minutos
15 minutos
15 minutos
Comitê Executivo GerencialExperiência do Observatório do Clima
André Nahur
Coordenador de Mudanças Climáticas e
Energia do WWF-Brasil
Comitê de Coordenação do
Observatório do Clima
Um dos objetivos da Plataforma é...
Pesquisa Social Learning aplicada à adaptação
A pesquisa contribuirá para que:
(i) a discussão ganhe espaço no Brasil
(ii) a plataforma em desenvolvimento seja bem-sucedida
(iii) gestores que lideram processos organizacionais em contextos complexos tenham acesso a métodos e
instrumentos para a promoção do envolvimento e colaboração entre os diversos atores do sistema
Visando garantir que a plataforma AdaptaClima funcione de forma
colaborativa, seja
perene
e
dinâmica
é fundamental o engajamento
dos diversos atores e a criação de uma rede coesa de troca de
conhecimento
Formar uma rede de
relacionamento e promover
parcerias entre
usuários e provedores de
Pesquisa Social Learning aplicada à adaptação
“O principal é que as alterações climáticas não respeitam fronteiras geográficas ou
setoriais. Sempre teremos interdependências, interseções ... Então não poderemos
trabalhar dentro na nossa própria organização para resolver o problema, trabalhar
em parceria não é apenas importante, mas é necessário para fazer a adaptação às
mudanças climáticas acontecer de forma antecipatória.”
Kristen Guida (London Climate Change Partnership )
Adaptação – wicked problem
questão complexa, que demanda o envolvimento de grande quantidade de atores, de diferentes setores, horizonte de longo prazo e tomada de decisão a partir
Pesquisa Social Learning aplicada à adaptação
(Reed et al, 2010)
Social Learning como instrumento para viabilizar o objetivo da plataforma
"Adaptação é um processo contínuo de aprendizagem e Social Learning está no
centro"
Roger Street
Por que Social Learning?
A abordagem vem ganhando espaço em agendas de alta complexidade (wicked problems) auxiliando na superação de dificuldades comuns na gestão socioambiental (ex. circulação do conhecimento, sobreposição de esforços).
O que é Social Learning?
Uma mudança em entendimento sobre determinada questão complexa, que vai além do indivíduo e situa-se em unidades sociais mais amplas ou comunidades de prática por meio de interações sociais entre atores que são parte de uma rede.
Elementos do Social Learning
Participação
Combinação de ação e conexão, processo social ativo em que há o engajamento mútuo dos atores na situação coletiva e o
reconhecimento dos outros e de si mesmo no outro (Scholz,
Dewulf & Pahl-Wostl, 2014) Comunidades de prática
Grupos de pessoas que
compartilham uma
problemática ou interesse por
certo tópico e que aprofundam
seus conhecimentos e
experiências nesta área
interagindo periodicamente
(Wenger, MacDermott and Snyder, 2002)
Boundary organizations Sistemas de apoio ao
conhecimento que conectam
produtores de informação e usuários (tomadores de decisão)
melhorando e apoiando a comunicação, traduzindo
informação técnica e científica
para uma linguagem acessível (Kirchhoff et al., 2013).
Cogestão
Dinâmica de gestão participativa constituído a partir dos seguintes elementos: compartilhamento de visões, liderança clara, relações de confiança, combinação de diferentes tipos de conhecimento e apoio ao conhecimento
Pesquisa: Social Learning aplicada à adaptação
i. Levantamento de referencial teórico
ii. Entrevistas com atores-referência (UK) iii. Entrevistas com atores no Brasil iv. Sistematização dos dados coletados v. Elaboração de diretrizes para aplicação
na plataforma AdaptaClima
REALIZADO:
vi. Apresentar e debater, com os atores-chave, os aprendizados e a aplicação no
AdaptaClima
vii. Integrar os aprendizados (método e
instrumentos) do Social Learning ao plano
de trabalho do projeto AdaptaClima.
viii. Definir indicadores para monitoramento e avaliação do processo de social learning ix. Sistematização da experiência em um
policy paper.
PRÓXIMOS PASSOS:
Etapas do projeto de pesquisa:
IIED, Sniffer, London Climate partnership,
Lisbon University, IMC Worldwide, UK Climate
Impacts, CKB Group, IDS, 2020 Climate Group.
Etapa de entrevistas
11
entrevistas com atores
referência (UK)
ICMBio, CI Brasil, Engajamundo, OC, FBMC,
MMA, IPAM, Instituto Ilhas do Brasil
8
entrevistas com atores no
Brasil
(i) aprofundar sobre os
métodos e
instrumentos
utilizados
(ii) mapear os procedimentos de
aplicação
(iii) identificar
boas práticas
, aprendizados
(
dificuldades
enfrentadas e soluções
adotadas)
Entender processo pelo qual os
atores
desenvolvem significados, valores e
compreensões
compartilhados por meio da
interação, o qual constitui a base para uma
Entrevistas UK: aprendizados
Desafios
Manter o momentum com diversos parceiros Lidar com conflitos
Linguagem técnica ou de trabalho podem ser completamente diferentes
Aprender a partir de informação é um processo social
Construir capacidade para acesso de determinado conhecimento
Linguagem é importante, não apenas traduzir o conteúdo, mas adaptar à realidade
Aprender fazendo, na prática
Conectar informações entre si, e elas com a realidade dos atores
Sistematizar informações e conteúdos tendo em vista as necessidades e usos Definir claramente questão, escopo e escala (escala comunitária, cidade ou região).
Garantir diferentes papeis desempenhados no processo: facilitador, organizador, mobilizador
"Clima está acima da situação politica, então é mais fácil juntar pessoas e faze-las perceber que existe um bem comum a ser atingido quando lidamos com mudanças climáticas."
Entrevistas BR: aprendizados
Transformação da linguagem para alinhar o conhecimento de base
Processos participativos: do acesso à informação à cogestão
Atores locais engajados no programa de monitoramento (coleta de dados até discussão do resultado)
Capacitações combinando pragmatismo com reflexão
Discussão de resultados em grupo – socialização e aprendizado coletivo
Atividades: GT com especialistas (convidados), fóruns de discussão, encontros regionais e nacionais,
jogo com casos, criação da linha do tempo de eventos extremos e vulnerabilidade local, capacitações, etc.
Articulação multiskateholder (organizações de base, governos locais, secretarias)
Oportunidades para alguns atores de participação de encontros e fóruns internacionais
Benchmarking com outros países para escolher atores (setores) relevantes
Desafios
Processo de engajamento de membros que não participam das reuniões online Falta de dados Grande rotatividade do grupo Nível de engajamento de diferentes organizações Desnível de entendimento entre atores
Principais papéis identificados
Cuida da interação entre as pessoas; promove o processo aberto; visa garantir que todos sintam-se contemplados. Deve ter conhecimento sobre o tema
Facilitador
Articula os diferentes setores; garante que a linguagem esteja adequada; garante que as ações ocorram
Coordenador
Apreende e sintetiza as discussões, faz o fechamento, estabelece conexões entre ideias e as explicita
“Capturador”
Possui conhecimento profundo sobre o tema; garante a conexão com a ciência; apoia o processo de aprendizado
Técnico
Mantém a rede dinâmica e ativa
Preparar o terreno Juntar pessoas, organizações e redes Construir entendimentos e soluções Colocar em prática Multiplicar
Informação (científica e não-científica) Entendimento de riscos e vulnerabilidades Engajamento
Demanda de diferentes setores
INGREDIENTES TRANSVERSAIS
Busca de uma
solução
Transformar a
informação em
Ação
Mapear o que existe (redes) Identificar formas de acesso e uso da informação Linguagem acessível Conectar organizações, pessoas e plataformas (parcerias) Inúmeras ferramentas utilizadas Grupos pequenos Inovação e reflexão crítica Compartilhar valores e entendimentos Mudança de comportamento Ações locais Impactos na legislação vigente Aprender fazendo Construir outras COP Contribuir na disseminação do conhecimento Preenchimento de lacunas de informaçãoCOMPONENTES
PROCESSO COLETIVO
Objetivo
Subjetivo
CooperaçãoEncorajar Empoderar Construir capacidades Respeito
Direcionados
para a tomada
de decisão
Identificação com a causa Parcerias Conhecimento local Proatividade Caminhos inovadoresPreparar o terreno Juntar pessoas, organizações e redes Construir entendimentos e soluções Colocar em prática Multiplicar
Informação (científica e não-científica) Entendimento de riscos e vulnerabilidades Engajamento
Demanda de diferentes setores
INGREDIENTES TRANSVERSAIS
Busca de uma
solução
Transformar a
informação em
Ação
Mapear o que existe (redes) Identificar formas de acesso e uso da informação Linguagem acessível Conectar organizações, pessoas e plataformas (parcerias) Inúmeras ferramentas utilizadas Grupos pequenos Inovação e reflexão crítica Compartilhar valores e entendimentos Mudança de comportamento Ações locais Impactos na legislação vigente Aprender fazendo Construir outras COP Contribuir na disseminação do conhecimento Preenchimento de lacunas de informaçãoCOMPONENTES
PROCESSO COLETIVO
Objetivo
Subjetivo
CooperaçãoEncorajar Empoderar Construir capacidades Respeito
Direcionados
para a tomada
de decisão
Identificação com a causa Parcerias Conhecimento local Proatividade Caminhos inovadoresEngajamundo
Transforma as informações científicas (UNFCCC) para
a linguagem dos jovens; faz uma capacitação inicial
para alinhar o conhecimento de base; materiais de
formação e uma biblioteca estão disponíveis para os
jovens.
Preparar o terreno Juntar pessoas, organizações e redes Construir entendimentos e soluções Colocar em prática Multiplicar
Informação (científica e não-científica) Entendimento de riscos e vulnerabilidades Engajamento
Demanda de diferentes setores
INGREDIENTES TRANSVERSAIS
Busca de uma
solução
Transformar a
informação em
Ação
Mapear o que existe (redes) Identificar formas de acesso e uso da informação Linguagem acessível Conectar organizações, pessoas e plataformas (parcerias) Inúmeras ferramentas utilizadas Grupos pequenos Inovação e reflexão crítica Compartilhar valores e entendimentos Mudança de comportamento Ações locais Impactos na legislação vigente Aprender fazendo Construir outras COP Contribuir na disseminação do conhecimento Preenchimento de lacunas de informaçãoCOMPONENTES
PROCESSO COLETIVO
Objetivo
Subjetivo
CooperaçãoEncorajar Empoderar Construir capacidades Respeito
Direcionados
para a tomada
de decisão
Identificação com a causa Parcerias Conhecimento local Proatividade Caminhos inovadoresICMBio
Promoção de encontro inicial com uma parte mais
técnica (e menos utilitária), em que por meio de
discussões coletiva, dão voz a todos os envolvidos e
fortalecem o engajamento no programa.
Preparar o terreno Juntar pessoas, organizações e redes Construir entendimentos e soluções Colocar em prática Multiplicar
Informação (científica e não-científica) Entendimento de riscos e vulnerabilidades Engajamento
Demanda de diferentes setores
INGREDIENTES TRANSVERSAIS
Busca de uma
solução
Transformar a
informação em
Ação
Mapear o que existe (redes) Identificar formas de acesso e uso da informação Linguagem acessível Conectar organizações, pessoas e plataformas (parcerias) Inúmeras ferramentas utilizadas Grupos pequenos Inovação e reflexão crítica Compartilhar valores e entendimentos Mudança de comportamento Ações locais Impactos na legislação vigente Aprender fazendo Construir outras COP Contribuir na disseminação do conhecimento Preenchimento de lacunas de informaçãoCOMPONENTES
PROCESSO COLETIVO
Objetivo
Subjetivo
CooperaçãoEncorajar Empoderar Construir capacidades Respeito
Direcionados
para a tomada
de decisão
Identificação com a causa Parcerias Conhecimento local Proatividade Caminhos inovadoresFBMC
Composição e coordenação de câmaras temáticas
MMA (PNA)
Formação de grupos de trabalho e comitês técnicos
Engajamundo
Jogo para promover a reflexão individual e coletiva:
desconstrução e reconstrução das visões
Preparar o terreno Juntar pessoas, organizações e redes Construir entendimentos e soluções Colocar em prática Multiplicar
Informação (científica e não-científica) Entendimento de riscos e vulnerabilidades Engajamento
Demanda de diferentes setores
INGREDIENTES TRANSVERSAIS
Busca de uma
solução
Transformar a
informação em
Ação
Mapear o que existe (redes) Identificar formas de acesso e uso da informação Linguagem acessível Conectar organizações, pessoas e plataformas (parcerias) Inúmeras ferramentas utilizadas Grupos pequenos Inovação e reflexão crítica Compartilhar valores e entendimentos Mudança de comportamento Ações locais Impactos na legislação vigente Aprender fazendo Construir outras COP Contribuir na disseminação do conhecimento Preenchimento de lacunas de informaçãoCOMPONENTES
PROCESSO COLETIVO
Objetivo
Subjetivo
CooperaçãoEncorajar Empoderar Construir capacidades Respeito
Direcionados
para a tomada
de decisão
Identificação com a causa Parcerias Conhecimento local Proatividade Caminhos inovadoresInstituto Ilhas do Brasil
Projetos desenvolvidos junto a estudantes, a serem
implementados no dia a dia da comunidade
IPAM
Informações relatadas pelas lideranças indígenas e
compartilhadas
Preparar o terreno Juntar pessoas, organizações e redes Construir entendimentos e soluções Colocar em prática Multiplicar
Informação (científica e não-científica) Entendimento de riscos e vulnerabilidades Engajamento
Demanda de diferentes setores
INGREDIENTES TRANSVERSAIS
Busca de uma
solução
Transformar a
informação em
Ação
Mapear o que existe (redes) Identificar formas de acesso e uso da informação Linguagem acessível Conectar organizações, pessoas e plataformas (parcerias) Inúmeras ferramentas utilizadas Grupos pequenos Inovação e reflexão crítica Compartilhar valores e entendimentos Mudança de comportamento Ações locais Impactos na legislação vigente Aprender fazendo Construir outras COP Contribuir na disseminação do conhecimento Preenchimento de lacunas de informaçãoCOMPONENTES
PROCESSO COLETIVO
Objetivo
Subjetivo
CooperaçãoEncorajar Empoderar Construir capacidades Respeito
Direcionados
para a tomada
de decisão
Identificação com a causa Parcerias Conhecimento local Proatividade Caminhos inovadoresICMBio
Plataforma de vídeos Educachico
Monitoramento realizado pelas comunidades –
linhas de pesquisa
Observatório do Clima
Proposta: trazer os componentes do social learning
para o projeto AdaptaClima
vi. Apresentar e debater, com os atores-chave, os aprendizados e a aplicação no
AdaptaClima
vii. Integrar os aprendizados (método e
instrumentos) do Social Learning ao plano
de trabalho do projeto AdaptaClima.
viii. Definir indicadores para monitoramento e avaliação do processo de social learning ix. Sistematização da experiência em um
policy paper.