Análise Fundamentalista
Carteiras Recomendadas
Análise XP
Portfólios Carteira XP
A Carteira XP teve uma desvalorização de 12,5% no mês de setembro, enquanto que o Ibovespa sofreu uma queda de 11,7%, novamente muito influenciado por questões políticas. No ano, a Carteira XP mantém um bom desempenho, gerando um ganho de 7,3%, cerca de 2,3 p.p. acima do Ibovespa.
Carteira XP Dividendos
A Carteira XP Dividendos obteve uma performance negativa de 12,4% no mês de setembro. Esse desempenho foi 0,7 p.p abaixo do Ibovespa. No ano, a Carteira XP Dividendos segue com a boa performance de 9,0%, frente aos 5,1% do Ibovespa.
Carteira XP Small Caps
Esse não tem sido um ano bom para os papéis de menor valor de mercado em nossa bolsa. No mês, nossa Carteira XP Small Caps apresentou performance negativa de 8,0%, com o Ibovespa se desvalorizando 11,7%.
Carteira XP Alpha
A Carteira XP Alpha desvalorizou 13,0% em setembro, contra a desvalorização de 11,7% do Ibovespa.
Índice
Portfólios Performance Trocas Panorama Macroeconômico Carteira XP Carteira XP Dividendos Carteira XP Small Caps Carteira XP Alpha DisclaimerPerformance
Carteira XP 7,3 -2,8 37,5 -12,1 15,9 76,5 12,8 8,1 151,8
dif. p.p. 2,3 p.p. 12,7 p.p. 30,1 p.p. 6,0 p.p. 14,8 p.p. 31,5 p.p. 9,4 p.p. 16,6 p.p. 137,4 p.p.
Carteira XP Dividendos 9,0 14,1 16,4 3,6 29,3 41,8 13,5 39,0 164,9
dif. p.p. 3,9 p.p. 29,6 p.p. 9,0 p.p. 21,7 p.p. 28,3 p.p. -32,7 p.p. 10,1 p.p. 47,5 p.p. 127,2 p.p.
Carteira XP Small Caps -16,2 -8,0 26,6 -18,9 - - -15,0 -21,2 -20,8
dif. p.p. -21,3 p.p. 7,5 p.p. 19,2 p.p. 0,0 p.p. - - -18,3 p.p. -12,6 p.p. 1,8 p.p. Carteira XP Alpha -11,3 -3,3 - - - -14,2 dif. p.p. -16,4 p.p. -11,8 p.p. - - - - - - -28,3 p.p. Ibovespa 5,1 -15,5 7,4 -18,1 1,0 45,0 3,4 -8,6 14,4 Carteira XP -6,5 2,5 3,7 3,7 -0,1 4,7 2,3 11,3 -12,5 - - -dif. p.p. 1,0 p.p. 3,7 p.p. -3,3 p.p. 1,3 p.p. 0,7 p.p. 0,9 p.p. -2,7 p.p. 1,5 p.p. -0,8 p.p. - - -Carteira XP Dividendos -4,1 0,0 6,0 2,8 2,7 5,6 0,9 8,6 -12,4 - - -dif. p.p. 3,4 p.p. 1,1 p.p. -1,1 p.p. 0,4 p.p. 3,5 p.p. 1,9 p.p. -4,1 p.p. -1,2 p.p. -0,7 p.p. - -
-Carteira XP Small Caps -9,6 -1,4 -3,4 0,4 2,4 0,7 -2,9 5,1 -8,0 - -
-dif. p.p. -2,1 p.p. -0,2 p.p. -10,4 p.p. -2,0 p.p. 3,2 p.p. -3,1 p.p. -7,9 p.p. -4,7 p.p. 3,7 p.p. - -
-Carteira XP Alpha -9,3 2,5 8,9 -5,3 -5,3 4,5 -1,5 9,1 -13,0 - -
-dif. p.p. -1,8 p.p. 3,6 p.p. 1,8 p.p. -7,7 p.p. -4,5 p.p. 0,8 p.p. -6,5 p.p. -0,7 p.p. -1,3 p.p. - -
-Ibovespa -7,5 -1,1 7,1 2,4 -0,8 3,8 5,0 9,8 -11,7 - -
-*Inicial: Carteira XP 30/4/2009, Carteira XP Dividendos 2/1/2009, Carteira XP Small Caps 30/12/2010, Carteira XP Alpha 28/6/2013.
Performance: Carteiras XP
Portfólio 2014 2013 2012 2011 2010 2009 Últimos 12 m
Últimos
24 m Inicial*
Portfólio jan/14 fev/14 mar/14 abr/14 mai/14 jun/14 jul/14 ago/14 set/14 out/14 nov/14 dez/14
-15,0 -10,0 -5,0 0,0 5,0 10,0 15,0
set-13 out-13 nov-13 dez-13 jan-14 fev-14 mar-14 abr-14 mai-14 jun-14 jul-14 ago-14 set-14
DESEMPENHO ANUAL
Trocas
Carteira XP
Modificações:
Redução de 5% em Itaú (ITUB4): reduzimos Itaú para adequar o portfólio, adotando uma postura mais conservadora nesse momento de extrema volatilidade
pré-votação. Com isso abrimos espaço para uma maior exposição em ativos mais descorrelacionados com o “call político”. Vale ressaltar que continuamos convictos quanto a qualidade e capacidade de geração de valor do ativo no médio/longo prazo.
Redução de 5% em Randon (RAPT4): no mesmo sentido de proteger o portfólio frente à alta volatilidade do próximo mês, reduzimos a exposição em Randon, por
se tratar de um ativo menos líquido, que tende a sofrer mais com uma eventual fuga de capital da bolsa. Ainda vemos boas perspectivas para o papel, mesmo com o cenário de curto prazo difícil, a empresa tem entregado bons níveis de rentabilidade, além de negociar a um múltiplo muito atraente.
Aumento de 5% em Embraer (EMBR3): optamos por aumentar a participação de Embraer no portfólio como forma de elevar nossa exposição a mercados mais
desenvolvidos e com melhores perspectivas de crescimento. Visamos também a aproveitar a recente desvalorização expressiva da moeda brasileira, que acaba tornando os exportadores mais atraentes. Desse modo diminuímos nossa exposição ao “call político”, até que as eleições sejam definidas.
Aumento de 5% em Estácio (ESTC3): aumentamos nossa posição em Estácio dada a recente desvalorização do papel, sem mudança estrutural do setor.
Continuamos com boas perspectivas para o segmento de Educação, principalmente na comparação relativa com os demais setores da economia brasileira. Outro ponto interessante é o nível de valuation que o papel atingiu depois desse fluxo de venda, proporcionando um bom potencial de upside para a ação. Esse movimento vai em linha com a postura mais defensiva que tomaremos neste mês.
Carteira XP Dividendos
Modificações:
Redução de 7% em Petrobras (PETR3): a opção pela redução em Petrobras na carteira dividendos se dá muito mais pelo retorno, nesse caso yield, que enxergamos
em Vale atualmente. Assim, numa relação de risco x retorno de curto prazo, o yield de Vale é maior do que o da Petrobras. Assim, optamos por ter uma maior exposição em Vale e reduzir Petrobras.
Redução de 5% em Itausa (ITSA4): ao longo do ano, as instituições financeiras de grande porte foram favorecidas em termos de cenário devido a, principalmente,
aspectos eleitorais/políticos, elevação de taxas de juros, inadimplência sob controle e provisões reduzidas. Porém, em função da redução do ritmo de crescimento (estamos em recessão técnica), o nível de taxa de juros e endividamento da população, o patamar de preço e tendência favorável para o ganhos de capital, estabilidade de preço ou relação de risco x retorno na posição comprada nestes ativos tornou-se evidentemente desfavorável. Neste sentido, estamos considerando redução de exposição ao setor.
Entrada de 10% em Vale (VALE5): conforme mencionado anteriormente, estamos montando posição em Vale para aproveitar o aumento de yield observado
recentemente. Já foi definido o valor para os dividendos que serão distribuídos nos próximos meses. Esse dividend yield de curto prazo seria algo acima de 4%. Junto a isso, conseguimos diminuir a volatilidade da carteira para esse mês de definições eleitorais.
Aumento de 2% em Kroton (KROT3): aumento marginal em linha com a postura defensiva que estamos tomando para o próximo mês.
Carteira XP Small Caps
Modificações:
Para este mês, não realizamos alterações.
Carteira XP Alpha
Modificações
Panorama Macroeconômico
A política tornou-se a principal manchete de setembro com a aproximação das eleições de 2014. Com a consolidação de um embate de segundo turno, segundo as pesquisas, resta saber quem será o candidato que enfrentará Dilma Rousseff. Com o desafiante conhecido, as atenções ficarão para os novos apoios a serem declarados e a reação da candidata à reeleição frente aos novos desdobramentos. As pesquisas continuarão a ter destaque e movimentar bastante os mercados. Levando em conta que o eleitor reconsidera seu voto para o segundo turno e que os candidatos, Marina e Aécio, ainda não apresentam grande nível de conhecimento do público, as pesquisas após o primeiro turno já deverão ter nova cara.
Após uma série de discursos de membros do Fed em setembro, o mercado continua olhando para dados da economia americana, que segundo dito pelo Fed, ainda precisa estar mais aquecida para elevação do juro básico. Assim, a expectativa de elevação entre a primavera e o verão de 2015 será baseada em dados de emprego, inflação e atividade. Recordando que será encerrado em outubro a compra mensal de ativos como foi anunciado na ata do FOMC. Domesticamente, os efeitos já começam a ser notados com a apreciação do dólar atingindo as máximas do ano.
Na Europa, após o início do LTRO abaixo do esperado, o Banco Central Europeu deve continuar utilizando mecanismos monetários para aquecer a economia do bloco frente aos contínuos indicadores negativos que vêm sendo apresentados pelos membros da zona do euro. Embora a decisão nas urnas sobre o referendo escocês tenha sido de manter tudo como estava, o país obteve ganhos significativos através de acordos bancados pela Inglaterra antes da realização do referendo, despertando uma série de movimentos separatistas e regionalistas na Europa. Lembrando que no dia 9 de novembro será realizado o referendo na Catalunha, que é considerado ilegal pelo governo central de Madrid, assim, o mês de outubro promete ser marcado por uma série de debates e manifestos na região.
No Japão os três eixos da Abenomics, política monetária expansionista, nova estratégia de crescimento e aumento do imposto sobre consumo, seguem divergindo analistas quanto a sua eficácia. A taxa de desemprego chegou a 3,8%. Indicadores japoneses devem ser monitorados, caso ocorram mais dados negativos, restará ao país relaxar mais a política monetária e adiar a subida de imposto sobre o consumo. Na China foi acionado o alerta quanto ao atingimento da meta de crescimento de 7,5%. O governo chinês já começou a utilizar estímulos visando ao cumprimento da meta, contudo o resultado foi abaixo do esperado. A população se mostrou cautelosa frente ao aumento de crédito disponibilizado. A segunda maior economia do mundo deve encarar um novo problema.
Carteira XP
Itaú Unibanco (ITUB4): a expansão das operações dos bancos privados começa a acelerar, se comparada com as taxa de concessão dos banco de controle estatal.
Porém, a originação de créditos surge com melhor qualidade, apoiada em segmentos de melhor relação risco/retorno. Agrada-nos o fato de que os níveis de spread começam a demonstrar recuperação, dado o aumento nas taxas de juros básica e sinais de arrefecimento da pressão sobre as taxas praticadas no setor. Itaú Unibanco já negocia com múltiplos superiores a Bradesco, devido a sua perspectiva positiva e entrega de melhor retorno. Adicionalmente, a instituição enxugou custos e despesas nos últimos trimestres, além de ter realizado aquisições relevantes, como a participação remanescente da Redecard. Acreditamos que o desempenho divulgado no 1º trimestre continua sendo o melhor desempenho dentre as instituições financeiras. O banco demonstra que segue em tendência positiva em termos de queda de inadimplência, evolução de sua margem com clientes, custos operacionais sob controle, continuidade do foco em ganhos de eficiência, evolução relevante no lucro líquido e outras métricas de retorno final. Quanto ao imbróglio que tramita no STF a respeito dos planos econômicos, consideramos que a instituição detém excesso de capital suficiente para absorver impactos relevantes, além do fato de que sua exposição aos processos é relativamente reduzida, dado a sua representatividade no sistema financeiro nacional.
Petrobras (PETR3): a Petrobras dispensa apresentações. O principal motivo da inclusão de Petrobras na nossa carteira é a volatilidade. Como queremos reduzir
essa volatilidade em relação ao índice, resolvemos ter uma exposição na companhia, que possui uma participação total de 12% no índice Bovespa, ON 3,96% e PN 8,119%. Assim, optamos por uma exposição ainda baixa em relação ao índice, 8%. Aliado ao mencionado, boa parte dos riscos e preocupações do mercado com a companhia estão precificados, com a empresa negociando a 54% do patrimônio. Além disso, acreditamos que, em algum momento, ocorrerá o reajuste de preços de combustíveis e, por último, o fluxo de capital que tem vindo dos investidores que estavam posicionados na Rússia.
Hering (HGTX3): a Companhia Hering é uma empresa que opera na indústria de moda brasileira. A companhia é ativa no gerenciamento de marca, fabricação e
varejo, vende os seus produtos sob diversas marcas, como: (a) Hering, (b) Hering for you, (c) Hering Kids, (d) PUC e (e) dzarm. A rede de lojas é distribuída através de lojas próprias e franquias, multimarcas e também por vendas on-line.
Embraer (EMBR3): a Embraer é hoje uma das maiores empresas aeroespaciais do mundo. Com mais de 40 anos de existência, a instituição atua em todas as etapas
de um processo complexo: projeto, desenvolvimento, fabricação, venda e suporte pós-venda de aeronaves para os segmentos de aviação comercial, aviação executiva, além de defesa e segurança. Já foram produzidos pela Embraer mais de 5 mil aviões, que operam em 80 países, nos cinco continentes, tornando-a líder no mercado de jatos comerciais com até 120 assentos, além da fabricação de alguns dos melhores jatos executivos em operação e da entrada em um novo patamar no setor de defesa. Com receitas bem diversificadas, o ativo detém correlação de desempenho com a economia mundial. Sendo uma instituição/escolha defensiva, em um momento de fundamentos brasileiros desfavoráveis na comparação com a América Latina e âmbito mundial. Ativo com movimentos descorrelacionados das questões políticas, corroborando a escolha de exposição no patamar de valor do grupo ( E2015 P/E: 14,4 % P/BV: 1,7), aliado as suas perspectivas de crescimento no médio/longo prazo.
P/L EV/EBITDA P/VPA ROE
20% ITAU UNIBAN-PREF ITUB4 Financeiro R$ 180.570 MM 8,7x - 1,8x 21%
15% PETROBRAS PETR3 - R$ 229.723 MM 7,2x 6,3x 0,6x 8%
8% CIA HERING HGTX3 Varejo R$ 4.082 MM 11,9x 8,2x 3,8x 33%
10% EMBRAER EMBR3 Bens de Capital R$ 17.882 MM 14,6x 7,2x 1,7x 12%
20% ESTACIO ESTC3 Educacional R$ 8.025 MM 13,0x 10,1x 3,2x 27%
10% CIELO SA CIEL3 Financeiro R$ 62.889 MM 16,6x 14,7x 12,0x 81%
10% BB SEGURIDADE PA BBSE3 Financeiro R$ 64.400 MM 16,7x 13,3x 7,7x 50%
7% RANDON PART-PREF RAPT4 Bens de Capital R$ 1.856 MM 8,5x 5,5x 1,1x 14%
Composição: Carteira XP
Carteira XP
Estácio (ESTC3): a Estácio é um dos mais relevantes grupos educacionais do país, com 78 cursos de graduação, mestrado, doutorado e cursos de extensão, para
uma base de mais de 330 mil alunos. Atualmente conta com 260 mil alunos presenciais (com forte presença no RJ) e cerca de 70 mil alunos em EAD. Tanto no segmento presencial quanto no EAD, a empresa tem apresentado um crescimento de 2 dígitos em sua base de aluno. A empresa está em um momento de ganhos de margem e melhora operacional, que pode ser observado nos resultados dos últimos trimestres. Recentemente a Estácio adquiriu a UniSEB, marca muito forte em EAD, principalmente no estado de SP. Além do EAD ser um segmento muito promissor (cresce 2 dígitos nos últimos anos), com essa aquisição a Estácio entra em São Paulo, região em que a empresa não tinha uma presença muito forte. Outro ponto a se destacar é o FIES, financiamento oferecido pelo governo e que já está em andamento, proporcionando condições muito atraentes para os alunos, ao mesmo tempo que diminui a evasão e aumenta o ticket médio para as instituições participantes. Das empresas do setor de educação preferimos a Estácio, por se tratar de um case com maior visibilidade quanto aos ganhos de margem e crescimento, ao passo que para Kroton e Anhanguera ainda restam incertezas quanto as condições de aprovação da fusão pelo CADE.
Cielo (CIEL3): a Cielo tem como atividades principais a prestação de serviços de credenciamento de estabelecimentos comerciais e de estabelecimentos
prestadores de serviços para a aceitação de cartões de crédito e de débito, bem como de outros meios de pagamento ou meios eletrônicos necessários para registro e aprovação de transações não financeiras. Atualmente a empresa se encontra em patamares considerados atrativos em termos de preço, visto o posicionamento diferenciado no mercado de adquirência, em que as margens e perspectivas de crescimento justificam o patamar de seus indicadores de valor e expectativas para o ativo. O racional de investimento está igualmente apoiado em seus resultados financeiros consistentes e ganhos de market share, mesmo com a atuação mais agressiva por parte de seus concorrentes com menor participação no mercado, no sentido de obter a fatia maior no segmento (GetNet e Rede). Os receios do mercado quanto a possíveis intervenções do governo já foram encerrados com a definição do Banco Central como o regulador oficial do setor.
BB Seguridade (BBSE3): a BB Seguridade representa um agregado de instituições focadas em produtos no mercado de seguros (BB Seguros), corretagem (BB
corretora) e resseguros (IRB-Brasil). Se é verdade que a empresa é controlada por um banco Estatal, o risco de intervenção é, em nossa visão, mitigado pela parceria com entes privados (ex: Mapfre). Consideramos igualmente atrativo o fato de que o setor de seguros ser ainda inicial no Brasil, considerando o todo da economia. Seguimos vendo a empresa como uma excelente forma de se expor a um setor com crescimento acima da média e menos correlacionado com o desempenho agregado. A empresa é bastante lucrativa, com retorno alto (ROE: 45%), capilaridade e ampla capacidade de expansão a partir da baixa penetração na base de cliente do Banco do Brasil. Vale ressaltar que o anúncio de criação de uma nova instituição financeira por parte do BB e Banco Postal é considerado uma nova possibilidade de expansão para suas operações.
Randon (RAPT4): a Randon é líder nacional nos segmentos que atua. Fundada em 1949, tem um marca extremamente forte e histórico de rentabilidade muito
consistente. Atua nos mercados de Veículos e Implementos (cerca de 53% da Receita Líquida), Autopeças (aproximadamente 45% da Receita Líquida) e Serviços Financeiros (segmento menos relevante, representando apenas 2% da Receita Líquida). Está entre os 5 maiores fabricantes mundiais de semirreboques (quase 30% de market share no Brasil) e é líder nacional na fabricação de materiais de fricção, freios a ar e outras autopeças para veículos comerciais. Os níveis de preços atuais não refletem o retorno que a empresa pode proporcionar, dado que 2014 tem tudo para ser um ano tão bom quanto 2013 (um dos melhores anos da companhia), mas está nos patamares de preço de 2012, um dos piores anos da empresa. Acreditamos que ao longo do tempo os investidores irão ver os resultados da empresa, e os fundamentos devem começar a se refletir no preço das ações.
Carteira XP
Carteira 7,3 -2,8 37,5 -12,1 15,9 76,5 12,8 8,1 151,8 Ibovespa 5,1 -15,5 7,4 -18,1 1,0 45,0 3,4 -8,6 14,4 dif. p.p. 2,3 p.p. 12,7 p.p. 30,1 p.p. 6,0 p.p. 14,8 p.p. 31,5 p.p. 9,4 p.p. 16,6 p.p. 137,4 p.p. Carteira -6,5 2,5 3,7 3,7 -0,1 4,7 2,3 11,3 -12,5 - - -Ibovespa -7,5 -1,1 7,1 2,4 -0,8 3,8 5,0 9,8 -11,7 - - -dif. p.p. 1,0 p.p. 3,7 p.p. -3,3 p.p. 1,3 p.p. 0,7 p.p. 0,9 p.p. -2,7 p.p. 1,5 p.p. -0,8 p.p. - - -*Inicial: Carteira XP 30/4/2009 Carteira 0,88 - -12,4% 3,7% 8,5% 5,8% 66,00 40,00 26,00 1,5% 18,5% -12,5%TTM: Últimos 12 meses (Traling Twelve months) Portfólio Retorno Médio Mensal fev/14 mar/14 Portfólio Menor Retorno Mês
Estatísticas: Carteira XP
Portfólio Beta (TTM) Beta (atual) VaR (TTM) Sharpe (TTM) Alpha (TTM) Vol. (TTM) # Meses # Meses Positivo # Meses Negativo Maior Retorno Mêsjun/14 jul/14 ago/14 dez/14 2009 Últimos 12 m Últimos 24 m Inicial* 2012 2011 2010
Performance: Carteira XP
nov/14 out/14 set/14 jan/14 abr/14 mai/142014 2013 -15,0% -10,0% -5,0% 0,0% 5,0% 10,0% 15,0%
DESEMPENHO
Carteira XP Ibovespa -30,00 -20,00 -10,00 0,00 10,00 20,00 EMBR3 CIEL3 BBSE3 RAPT4 HGTX3 Ibovespa Carteira XP ESTC3 ITUB4 PETR3∆% MENSAL
75,0 105,0 135,0 165,0 195,0 225,0 255,0 285,0 315,0DESEMPENHO HISTÓRICO
Carteira XP Dividendos
Cielo (CIEL3): ver comentário página 6.
Itaúsa (ITSA4): o grupo foi constituído para centralizar as decisões financeiras e estratégicas de um conjunto de empresas. Atualmente sua composição está, quase
exclusivamente, apoiada em Itaú Unibanco (96%). Neste sentido, a melhor definição do ativo e suas perspectivas podem ser obtidas através de uma análise a respeito do banco Itaú Unibanco. O banco enxugou custos e despesas nos últimos trimestres, além de ter realizado aquisições relevantes, como a participação remanescente da Redecard e CorpBanca. Acreditamos que o desempenho continua superando as expectativas do mercado, sendo a melhor performance dentre as instituições financeiras. O banco demonstra que segue em tendência positiva em termos de queda de inadimplência, evolução de sua margem com clientes, custos operacionais sob controle e continuidade do foco em ganhos de eficiência. Principal risco de curto prazo, o julgamento que tramita no STF, pode gerar desconforto e volatilidade no período de investimento. Porém, acreditamos que a instituição dispõe de excesso de capital suficiente para absorver impactos significativos tendo um cenário mais favorável mais favorável para instituições financeiras. Vale ressaltar que consideramos que o ativo se encontra em patamar descontado, se comparado ao seu desempenho operacional (P/E 2014: 7,2, 2015:6,4/ Div. Yield: 4,1%). No relativo, o setor em questão torna-se mais atrativo. Em função da evolução em termos de preço dos demais setores do meio financeiro.
BB Seguridade (BBSE3): ver comentário na página 6.
BM&FBovespa (BVMF3): a Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros é líder na América Latina, sendo a principal instituição brasileira de intermediação para
operações no mercado de capitais, a companhia desenvolve, implanta e provê sistemas para negociação de ações, derivativos de ações, derivativos financeiros, títulos de renda fixa, títulos públicos federais, moedas à vista e commodities agropecuárias. Acreditamos que a empresa detém e deverá manter no curto, médio e longo prazo uma participação bem consolidada nas plataformas de negociação e pós-negociação de ativos financeiros, evoluindo no processo de integração verticalizada de seus negócios, incentivando e investindo em iniciativas incipientes/rentáveis. Em nossa concepção, o patamar de valor para o ativo é injustificado, observando o nível elevado de suas margens operacionais (66%), retorno final, geração de caixa, configurando uma boa oportunidade de compra para geração de valor no médio/longo prazo.
Kroton (KROT3): a Kroton é uma das maiores empresas do setor de Educação no Brasil. Atualmente conta com mais de 500 mil alunos, distribuídos na modalidade
presencial e EAD (Ensino a Distância). Recentemente foi aprovada a sua fusão com a Anhanguera, formando a maior empresa de capital aberto no setor de Educação. A Kroton tem mostrado uma enorme capacidade de gerar valor e concretizar sinergias das recentes aquisições. O resultado do 1T14 continuou surpreendendo o mercado que já tinha altas expectativas. Com ganhos de margem e bom crescimento na base de alunos, a empresa deve ultrapassar seu guidance mais um ano. Vale lembrar que não só o operacional da empresa é sólido, mas o setor de Educação como um todo tem performado muito bem, e com boas perspectivas para 2014.
Petrobras (PETR3): ver comentário na página 5.
Vale (VALE5): a Vale é uma das três maiores mineradoras do mundo e uma das maiores companhias do setor privado negociadas no mundo. A Vale tem
capitalização de mercado de aproximadamente US$ 68 bilhões. Trata-se da maior produtora mundial de minério de ferro e pelotas, matérias-primas essenciais para a indústria siderúrgica, a segunda maior produtora de níquel, com aplicações na indústria de aço inoxidável e ligas metálicas utilizadas na produção de aeronaves, automóveis, equipamentos de mineração e energia, telefones celulares, baterias, baterias especiais para veículos elétricos híbridos, entre muitos outros. A Vale também produz manganês, ferro ligas, carvão térmico e metalúrgico, cobre, cobalto, metais do grupo da platina e fertilizantes, matérias-primas importantes para a indústria e a agricultura global. A recente queda no papel nos chamou atenção pelo fato da empresa estar sendo negociada a múltiplos muito atrativos, com um operacional bem “redondo”. Apesar do cenário externo (principalmente China) não estar favorável, assim como o preço do minério, enxergamos que esse patamar de preço do minério pode estar perto das mínimas estruturais (que viabiliza a produção), possibilitando assim um bom ponto de entrada no papel frente a uma possível valorização nas cotações do minério. Além disso, a empresa tem se mostrado uma ótima alternativa para um portfólio composto por empresas boas pagadoras de dividendos.
P/L EV/EBITDA P/VPA ROE
20% KROTON KROT3 Educacional R$ 24.858 MM 15,2x 13,0x 4,4x 23%
15% CIELO SA CIEL3 Financeiro R$ 62.889 MM 16,6x 14,7x 12,0x 81%
20% ITAUSA-PREF ITSA4 Financeiro R$ 56.029 MM 6,8x - - 19%
15% BB SEGURIDADE PA BBSE3 Financeiro R$ 64.400 MM 16,7x 13,3x 7,7x 50%
10% VALE SA-PF VALE5 Mineração & Siderurgia R$ 134.587 MM 6,4x 5,1x 0,7x 11%
15% BM&FBOVESPA SA BVMF3 Bolsa R$ 21.261 MM 13,9x 12,0x 1,1x 12%
5% PETROBRAS PETR3 - R$ 229.723 MM 7,2x 6,3x 0,6x 8%
Composição: Carteira XP Dividendos
Carteira XP Dividendos
Carteira 9,0 14,1 16,4 3,6 29,3 41,8 13,5 39,0 164,9 Ibovespa 5,1 -15,5 7,4 -18,1 1,0 74,5 3,4 -8,6 37,7 dif. p.p. 3,9 p.p. 29,6 p.p. 9,0 p.p. 21,7 p.p. 28,3 p.p. -32,7 p.p. 10,1 p.p. 47,5 p.p. 127,2 p.p. Carteira -4,1 0,0 6,0 2,8 2,7 5,6 0,9 8,6 -12,4 - - -Ibovespa -7,5 -1,1 7,1 2,4 -0,8 3,8 5,0 9,8 -11,7 - - -dif. p.p. 3,4 p.p. 1,1 p.p. -1,1 p.p. 0,4 p.p. 3,5 p.p. 1,9 p.p. -4,1 p.p. -1,2 p.p. -0,7 p.p. - - -*Inicial: Carteira XP 30/4/2009 Carteira 0,86 - -11,2% 12,5% 11,5% 5,5% 69,00 46,00 23,00 1,5% 9,6% -12,4%TTM: Últimos 12 meses (Traling Twelve months)
dez/14
Estatísticas: Carteira XP Dividendos
Portfólio Beta (TTM) Beta (atual) VaR (TTM) Sharpe (TTM) Alpha (TTM) Vol. (TTM) # Meses
jun/14 jul/14 ago/14 set/14 out/14 nov/14 Portfólio jan/14 fev/14 mar/14 abr/14 mai/14
# Meses Positivo # Meses Negativo Retorno Médio Mensal Maior Retorno Mês Menor Retorno Mês Últimos 24 m Inicial*
Performance: Carteira XP Dividendos
Portfólio 2013 2012 2011 2010 2009 Últimos 12 m 2014 -15,0% -10,0% -5,0% 0,0% 5,0% 10,0% 15,0%
DESEMPENHO
Carteira XP Dividendos Ibovespa -25,00-22,50-20,00-17,50 -15,00-12,50-10,00 -7,50 -5,00 -2,50 0,00
CIEL3 KROT3 BBSE3 Ibovespa Carteira XP ITSA4 BVMF3 PETR3
∆% MENSAL
75,0 105,0 135,0 165,0 195,0 225,0 255,0 285,0 315,0DESEMPENHO HISTÓRICO
Carteira XP Small Caps
Valid (VLID3): a Valid é uma empresa com atuação em 4 segmentos: Meios de Pagamento (principalmente cartões bancários), Sistemas de Identificação (emissão
de CNH, documentos de veículos, RG, dados biográficos e biometria), Telecomunicações (venda de chips de celular ou serviços gráficos para telefonia) e Certificado Digital. Essas diferentes frentes de negócio possibilitam uma diversificação de risco e simultaneamente abrem diversas oportunidades de crescimento. Hoje a maior parte da geração de caixa operacional da empresa (60%) vem do segmento de Sistemas de Identificação, que conta com barreiras de entradas consideráveis (confiabilidade de serviço e investimento alto para troca de operador), além de proporcionar uma geração de caixa recorrente para sustentar e dar conforto para criação de novas linhas de negócios. Recentemente o segmento de Meios de Pagamento e Telecomunicações não tem performado bem, porém a empresa já realizou uma reestruturação para a nova realidade de menores volumes. A ação sofreu bastante por causa dessa queda, alinhando as expectativas dos investidores ao novo patamar de produção desses segmentos. Porém um ponto crucial foi o anúncio de associação com os Correios, que a empresa divulgou dia 02/12 e que pode ser um ponto de mudança estrutural no case de investimento. Alguns serviços que podem estar no escopo são: transmissão eletrônica de contas/extratos, que hoje são feitos via papel, e transmissão/distribuição de documentos oficiais autenticados digitalmente (a Valid já tem o segmento de Certificação Digital em operação). Lembrando que os Correios têm atuação nacional e capilaridade extremamente relevante. Apesar de não termos nenhuma informação adicional sobre a associação, sabemos que a Valid já foi escolhida como parceira e, em breve, a empresa deve divulgar mais detalhes. O ponto importante é que ninguém está colocando isso na conta ainda, e a medida que saírem mais informações a ação pode performar.
Ânima (ANIM3): a Ânima atua em um nicho mais específico, se compararmos com as demais empresas abertas. A empresa tem uma presença muito forte em BH e
tem um foco maior na qualidade (ticket médio maior). A empresa tem mostrado um bom crescimento de receita e base de alunos, e um bom incremento de margem. Um outro ponto importante é a possibilidade do MEC credenciar o EAD da empresa ainda este ano, lembrando que o ensino a distância é um vetor de crescimento extremamente importante para o setor de ensino superior. A Ânima continua com a estratégia de crescimento por aquisição e tem mostrado um bom histórico nos recentes investimentos. Sua aquisição mais recente foi a Universidade São Judas Tadeu, extremamente positiva para continuidade de expansão da companhia. A São Judas tem uma marca muito forte em São Paulo e está em linha com o perfil dos demais ativos da Ânima, ensino de qualidade com ticket médio e margens maiores. Estamos bem otimistas com as possibilidades de captação de sinergia com essa aquisição ao longo do tempo.
Saraiva (SLED4): a Saraiva tem o capital aberto há 40 anos, e atualmente tem 2 segmentos de negócios: Varejo e Editora. O Varejo corresponde a cerca de 80% da
Receita Líquida e a Editora 20%. Em Abril desse ano a empresa começou uma mudança na forma de olhar o negócio, focando no serviço e experiência do consumidor (tripé acervo, atendimento e serviço). Recentemente contrataram o ex-CEO da Microsoft, Michel Levy, para comandar essa nova fase da empresa. O foco da empresa daqui para frente será a rentabilidade e não crescimento a qualquer custo. O segmento de Varejo vem apresentando um bom crescimento de receita, principalmente puxado pela parte de e-commerce. Outra vertente interessante é a abertura de lojas nos aeroportos (recentemente abriram em Guarulhos e anunciaram mais 5 lojas no aeroporto de Viracopos), que conta com um fluxo interessante e baixa concorrência. O segmento Editorial vem passando por varias ações de reestruturação na parte de marketing e a parte de Sistemas de Ensino tem um grande potencial, lembrando que a margem desse segmento é maior que a do Varejo. O modelo operacional da empresa nos agrada e a empresa tem apresentado consistência no crescimento das principais linhas financeiras. Enxergamos muito valor na empresa, principalmente com a reestruturação pela qual a empresa está passando. Além disso, a Saraiva negocia a múltiplos consideravelmente baixos (P/L 2014E 5,4x e EV/EBITDA de 4x) se compararmos tanto com empresas de varejo quanto educação (dado que não existe empresa similar para compararmos).
Randon (RAPT4): ver comentário na página 5.
Even (EVEN3): a Even atua nas regiões metropolitanas nos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo, voltada para empreendimentos
residenciais dos segmentos acessível e emergente, através da marca Open, e dos segmentos médio, médio-alto e alto, por meio da marca Even. Vale ressaltar que a companhia possui uma atuação verticalizada, executando todas as etapas do processo, desde a prospecção do terreno, incorporação e vendas, até a construção e financiamento ao cliente. A Even está negociando a múltiplos extremamente atraentes. A empresa reportou um bom resultado operacional e o ano de 2014 tende a ser positivo para a companhia, que segue negociando a 4,5x P/E 2014E e 0,75x P/BV. Esse exagero, que comentamos na parte de estratégia, acabou atingindo a Even e o setor de real estate. Acreditamos que as ações da Even podem apresentar um desempenho superior ao Ibovespa no médio prazo. Assim resolvemos aumentar a exposição na companhia no mês de março.
P/L EV/EBITDA P/VPA ROE
25% VALID SA VLID3 Tecnologia R$ 2.135 MM 15,2x 7,8x 3,2x 21%
20% RANDON PART-PREF RAPT4 Bens de Capital R$ 1.856 MM 8,5x 5,5x 1,1x 14%
25% ANIMA ANIM3 - R$ 2.452 MM 14,4x 11,5x 3,4x 28%
15% SARAIVA SA-PREF SLED4 - R$ 391 MM 5,3x 4,0x 0,6x 13%
15% EVEN EVEN3 Contrução Civil R$ 1.271 MM 4,1x 5,2x 0,5x 14%
Carteira XP Small Caps
Carteira -16,2 -8,0 26,6 -18,9 - - -15,0 -21,2 -20,8 Ibovespa 5,1 -15,5 7,4 -18,9 - - 3,4 -8,6 -22,6 dif. p.p. -21,3 p.p. 7,5 p.p. 19,2 p.p. 0,0 p.p. - - -18,3 p.p. -12,6 p.p. 1,8 p.p. Carteira -9,6 -1,4 -3,4 0,4 2,4 0,7 -2,9 5,1 -8,0 - - -Ibovespa -7,5 -1,1 7,1 2,4 -0,8 3,8 5,0 9,8 -11,7 - - -dif. p.p. -2,1 p.p. -0,2 p.p. -10,4 p.p. -2,0 p.p. 3,2 p.p. -3,1 p.p. -7,9 p.p. -4,7 p.p. 3,7 p.p. - - -*Inicial: Carteira XP 30/4/2009 Carteira 0,48 - -11,5% -49,8% -29,6% 4,4% 46,00 20,00 26,00 -0,4% 13,7% -9,6%TTM: Últimos 12 meses (Traling Twelve months)
Retorno Médio Mensal
nov/14 dez/14
Estatísticas: Carteira XP Small Caps
Portfólio Beta (TTM) Beta (atual) VaR (TTM) Sharpe (TTM) Maior Retorno Mês Menor Retorno Mês Alpha (TTM) Vol. (TTM) # Meses # Meses Positivo # Meses Negativo Portfólio jan/14 fev/14 mar/14 abr/14 mai/14 jun/14 jul/14 ago/14
2009 Últimos 12 m Últimos 24 m Inicial* Portfólio 2014 2013 2012 2011 2010 set/14 out/14
Performance: Carteira XP Small Caps
-15,0% -10,0% -5,0% 0,0% 5,0% 10,0% 15,0%
DESEMPENHO
Carteira XP Small Caps Ibovespa -25,00 -20,00 -15,00 -10,00 -5,00 0,00 5,00
VLID3 ANIM3 Carteira XP RAPT4 Ibovespa SLED4 EVEN3
∆% MENSAL
60,0 70,0 80,0 90,0 100,0 110,0 120,0jan-11 abr-11 jul-11 out-11 jan-12 abr-12 jul-12 out-12 jan-13 abr-13 jul-13 out-13 jan-14 abr-14 jul-14
Carteira XP Alpha
Observação:
Lembramos que a carteira XP Alpha é uma carteira essencialmente quantitativa, na medida em que a definição dos ativos que a compõe obedecem alguns parâmetros pré-definidos baseados em indicadores fundamentalistas. O processo de definição dos ativos acontece da seguinte forma: (i) aplicamos um filtro de liquidez de forma a trabalhar com ativos que satisfaçam certos requerimentos mínimos; (ii) a partir dessas empresas aplicamos filtros com parâmetros fundamentalista que foram previamente definidos pela equipe fundamentalista; (iii) com as empresas que satisfaçam tais filtros elaboramos um ranking que segue um esquema de pontuação com objetivo de selecionar as que apresentam um melhor conjunto de tais parâmetros fundamentalistas. Importante mencionar ainda que os ativos definidos não representam necessariamente as preferências dos analistas, uma vez que o juízo de valor do analista não se aplica à definição dos ativos.
Sua revisão é mensal e o objetivo dessa carteira é gerar alpha para aqueles que a seguirem. Mas o que é alpha? É a diferença entre a rentabilidade de um portfólio e seu benchmark, ponderada pelo risco. É uma carteira que busca alcançar retornos superiores ao seu benchmarking (Ibovespa), levando em conta o diferencial de risco no investimento na carteira comparativamente ao índice.
P/L EV/EBITDA P/VPA ROE
16% GAFISA GFSA3 Contrução Civil R$ 1.289 MM 9,5x 8,0x 0,4x 5%
14% OI SA-PREF OIBR4 Telecom R$ 15.080 MM 29,5x 5,8x 0,5x 2%
14% CEMIG-PREF CMIG4 Energia Elétrica R$ 18.916 MM 8,3x 6,1x 1,3x 19%
14% BANCO DO BRASIL BBAS3 Financeiro R$ 72.495 MM 6,0x - 0,9x 15%
14% EVEN EVEN3 Contrução Civil R$ 1.271 MM 4,1x 5,2x 0,5x 14%
14% LIGHT SA LIGT3 Energia Elétrica R$ 4.217 MM 7,3x 5,6x 1,1x 16%
14% EZ TEC EZTC3 Contrução Civil R$ 3.081 MM 5,9x 5,9x 1,2x 21%
Carteira XP Alpha
Carteira -11,3 -3,3 - - - - -15,4 - -14,2 Ibovespa 5,1 8,5 - - - - 3,4 - 14,0 dif. p.p. -16,4 p.p. -11,8 p.p. - - - - -18,8 p.p. - -28,3 p.p. Carteira -9,30 2,51 8,9 -5,3 -5,3 4,5 -1,5 9,1 -13,0 - - -Ibovespa -7,50 -1,14 7,1 2,4 -0,8 3,8 5,0 9,8 -11,7 - - -dif. p.p. -1,8 p.p. 3,6 p.p. 1,8 p.p. -7,7 p.p. -4,5 p.p. 0,8 p.p. -6,5 p.p. -0,7 p.p. -1,3 - - -*Inicial: Carteira XP 30/4/2009 Carteira 1,10 - -18,1% -16,0% -15,7% 0,08 15,00 6,00 9,00 -0,8% 9,1% -13,0%TTM: Últimos 12 meses (Traling Twelve months) jan/14 # Meses Positivo # Meses Negativo Retorno Médio Mensal Maior Retorno Mês Menor Retorno Mês dez/14
Estatísticas: Carteira XP Alpha
Portfólio Beta (TTM) Beta (atual) VaR (TTM) Sharpe (TTM) Alpha (TTM) Vol. (TTM) # Meses
jun/14 jul/14 ago/14 set/14 out/14 nov/14 Portfólio fev/14 mar/14 abr/14 mai/14
Últimos 12 m
Últimos
24 m Inicial*
Performance: Carteira XP Alpha
Portfólio 2014 2013 2012 2011 2010 2009 -15,0% -10,0% -5,0% 0,0% 5,0% 10,0% 15,0%
DESEMPENHO
Carteira XP Alpha Ibovespa
0 500 1000 1500 2000 2500 3000
BACKTEST
Carteira XP Alpha Ibovespa
-30,00 -20,00 -10,00 0,00 10,00 20,00 30,00 OIBR4 Ibovespa GFSA3 Carteira XP EZTC3 LIGT3 EVEN3 CMIG4 BBAS3
∆% MENSAL
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