Valor ação dos Recur sos Nat ur ais

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Valor ação dos Recur sos Nat ur ais Valor ação dos Recur sos Nat ur ais Valor ação dos Recur sos Nat ur ais Valor ação dos Recur sos Nat ur ais

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Eng°° Ant onio Fer nando Ant onio Fer nando Navar r o, M.Sc.Navar r o, M.Sc.

af navar r o@t er r a.com.br af navar r o@t er r a.com.br

2004 2004

Valor ação dos Recur sos Nat ur ais

A valor ação dos r ecur sos nat ur ais

depende da avaliação dos impact os

ambient ais causados pelas at ividades

humanas.

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Pr incípio do Poluidor -Pagador

Pr incípio do Poluidor -Pagador se baseia na t axação dos poluidor es, de maneir a pr opor cional ao cust o da poluição ger ada por eles. Obj et iva inibir a ger ação de r ej eit os, f azendo com que o empr eendedor assuma o cust o da degr adação ambient al

Pr incípio da Disposição-a-Pagar

Pr incípio da Disposição-a-Pagar é um dos mét odos de cont ingência que est ima o pr eço implícit o dos bens nat ur ais at r avés dos conceit os de subst it uição e complement ar idade. É f eit a at r avés de consult a popular , em que a pessoa ent r evist ada é conf r ont ada com uma sit uação hipot ét ica de ameaça de per da de um bem, sendo f or çada a decidir por uma dada alt er nat iva (opção de cont ingência). Em seguida é f eit o o t r at ament o est at íst ico dos r esult ados da consult a par a def inir a f unção de demanda do bem nat ur al, i.é., o somat ór io do quant o cada pessoa est ar ia dispost a a pagar f or necer ia o valor monet ár io do r ecur so em quest ão

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Modelo da Diposição-a-Receber

Modelo da Diposição-a-Receber é semelhant e ao ant er ior , sendo t ambém de cont ingência, só que inver t endo a pr opost a, i.é., busca saber quant o as pessoas est ar iam dispost as a r eceber em t r oca da per da de um det er minado bem nat ur al.

Modelo de Cust o-de-Viagem

Modelo de Cust o-de-Viagem é apr opr iado

par a valor ação de sít ios com f ins

r ecr eacionais, pois se baseia na r elação ent r e

o pr azer of er ecido pelo sít io e o valor a ele

at r ibuído pela população local. Segundo os

seus cr iador es Clawson e Knet sch, apud

Maimon, quant o maior o cust o da viagem par a

se alcançar um sít io, maior ser á a disposição

das pessoas de pagar em pela conser vação do

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Modelo de Valor ação Mer cant il

Modelo de Valor ação Mer cant il consist e no est abeleciment o do valor econômico dos sít ios explor ados at r avés da avaliação dos pr eços de mer cado da cada uma de suas par t es const it uint es. O somat ór io dest es pr eços r esult ar ia no valor mínimo dos at r ibut os ambient ais do sít io em r ef er ência

Modelo de Pr eço Hedônico

Modelo de Pr eço Hedônico é um mét odo indir et o, est at íst ico, que busca valor ar um r ecur so at r avés da r elação dos seus at r ibut os com o pr eço da t er r a ou do t r abalho. Por exemplo, a dif er ença ent r e o pr eço de um apar t ament o com um bosque ur banizado ao lado e o pr eço de um apar t ament o semelhant e ao lado de uma ár ea degr adada, f or necer ia o valor do bem nat ur al;

Modelo de Avaliação Dir et a é um mét odo de dif ícil exper iment ação, por que depende de sit uações r eais par a ser aplicado. Por exemplo, se duas cidades pr óximas aplicar em t ar if as dif er enciadas par a a qualidade da água de abast eciment o público i.é., t ar if a alt a par a boa qualidade e t ar if a baixa par a qualidade r uim, poder -se-ia valor ar o cust o da saúde ambient al a par t ir da pr ef er ência das pessoas por uma ou out r a cidade

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Tít ulos de Poluição Ambient al

Tít ulos de Poluição Ambient al é a emissão de

“t ít ulos” com base na avaliação of icial da capacidade de supor t e de uma dada r egião. O conj unt o dos t ít ulos negociados em bolsa cor r esponde a t oda a poluição que ser ia admissível na r egião. Na medida que uma empr esa implant a um sist ema ant ipoluent e, ela poder á negociar os seus t ít ulos com out r as empr esas mais poluidor as. Teor icament e, esper a-se uma valor ização dos t ít ulos pr ovocada pela ent r ada de mais empr esas na r egião, inibindo a ger ação de mais poluent es. Est e modelo j á é aplicado em algumas r egiões dos EUA.

Valor ação dos Recur sos Nat ur ais

A valor ação dos r ecur sos nat ur ais

depende da avaliação dos impact os

ambient ais causados pelas at ividades

humanas.

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Avaliação dos impact os ambient ais

A explor ação dos r ecur sos nat ur ais causa danos ambient ais, dependendo da avaliação dos impact os causados pelos diver sos t ipos de empr eendiment os humanos. Quando na f ase de elabor ação do pr oj et o de um empr eendiment o, a avaliação r equer do analist a conheciment o cient íf ico, visão abr angent e, obj et ividade e bom senso. Deve ser levado em cont a ainda que t oda avaliação, em vir t ude da limit ação dos modelos exist ent es, é uma apr oximação pobr e da r ealidade.

Avaliação do ciclo de vida do pr odut o

Avaliação do Ciclo de Vida do Pr odut o é o est udo que abr ange os impact os ambient ais causados por t oda cadeia pr odut iva r elacionada com uma det er minada at ividade.

É uma análise enf ocada no pr odut o, do

“ber ço-ao-t úmulo”, i.é, desde a obt enção da

mat ér ia-pr ima, passando pela pr odução, pelo

uso do pr odut o, at é a dest inação f inal do

mesmo

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Avaliação dos Riscos Ambient ais r ef er e-se à avaliação das conseqüências dos event os inesper ados, não planej ados e indesej áveis, ou sej a, os acident es. É nest es moment os que a população t oma consciência dos r iscos ambient ais impost os pela t ecnologia moder na. Est a avaliação pode ser f eit a at r avés de dif er ent es Análises de Riscos: Ambient al (danos ao ambient e), Ecológico (danos aos ecossist emas ou às espécies), Humano (r iscos à saúde pública ou t oxicologia), Tecnológico (danos humanos causados por at ividades indust r iais).

Est imat iva de danos

•A est imat ivas dos danos causados ao meio ambient e pelas at ividades humanas são muit o dif íceis, por que não são conhecidas: i) as r elações espécies-poluent es; ii) a r espect iva r elação dose-ef eit o, i.é., os ef eit os t óxicos de cada poluent e sobr e cada espécie par t icular ; iii) a list a complet a das espécies exist ent es; iv) os ef eit os da r edução da biodiver sidade sobr e o equilíbr io ecológico.

•Por t ant o, as est imat ivas dos danos são f eit as a par t ir de modelos que t ent am r epr oduzir de f or ma simplif icada a r ealidade ambient al. A elabor ação dos modelos passa pela consider ação de cr it ér ios par a a est imat iva dos danos

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Referências

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