:REUA;TORIO. tu::" REPARPÇAOJiOS NEGOCIOSEXTR:.\NGIIIROS. ÀPRESENT.t"DO ASSEMB.LEA GERAL LEGISLATIVA. -..,.. NA SBSSAO ORDINAlUA DE

Texto

(1)

BRASIL. MINISTtRIO,DAS RELAÇDES EXTERIORES

MINISTRO ( AURELIANO DE SOUZA E OLIVEIRA

COUTIN~

) RELATOR 10 ••• DO ANNO DE 1833 APRESENTADO Á ASSEMBLtA GERAL LEGISLATIVA NA

SESS~O

DRDINARIA DE 1834. ( PUBLICA-

DO EM 1834 )

(2)

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REPARPÇAOJiOS NEGOCIOSEXTR:.\NGIIIROS

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PELO RESPECl'IVO MINISTRO E SECRETARIO ' .. ;,;,;

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J[,,,,dizno de tV~ ~ ~"" .

'tJ'~da

·

. RIO DE JANEIRO.

'NA TYPOGR.UHIA NACIONAL.

_._-

1884,

(3)

, ~ . :' ,.;,.

"'. ' :: ''o I ,

Augustos e iJig,t,liisiiilos '.~enhprel llepresentanles

. , ' , da

Na~{ío,

,

.,

.Cumprlndo com

.'0

_ dever ,- quo m . é ipcumbe o An. 4'-

"da r ...

ei .

de

1~ ~c

DeZembro ue 1830, cu

venho ~pre8en.

tar ..

Vos em ,breve

quadr.o,

e ~anto quanto me

permitte

o pODCç. tempo que tenho

estado

iuterina~el.lte encarregado -da it.epartição dos Negocio! Extr:lIIgeiro~,' o

Relato. rlo do

seu estuuo, e do que por ella h ... oecorrido d~sd~'

a. .

ultima .

Sessão do

Corpo

J ... egislatiTo;

'começando pela-

• i:.

SECRETARIA D'ESTADO.

., '. :

Esta

Repartição.

acha-te aclualmente com 7. Omci.~.~;·,.,'·

.. : alem

do Official

Maior, segundo

se "vê

do

Quadro D;u'nexo ." ~ n.o 1; tODd.o sido

de~it.lido ~,~Offitial

Luiz' de

Souza

Dias"

tanto por

~ão

ter

~umprid-o -'

':ás Ordens do

GoYer~o para

se-"ecolher Q.

es ta

Cô_rte, como por se ,n~'o haver n'p'~s~ ..

tado

para

o'

Seniço depoia_

da lua chegada.

Este numero porem tem . de ser

reduzi-do 4:'.5,

PQr isso' que dous Olli·

dnes vio

partir em-Commi!ls&o Diplçmlltica para a Europa • .

Pelo

Relatorio

!,lo mel!

Ante cessor

tostes

i:lrormado~ da de~eituoza

orgãnlsação desta Seçrehrla

dtEstado, oude 0$

traf?alho,. não se achão.diTidido,

por

'CIaSSf'S,

c~mo .. cum.

pria; tanto para facilitar o seu expediente, com,.o para poder faz!!r.se elfecU,a a. respon!übilida~e _do! q~e nella.

incorrerem, e gratificar.se os que

pelo

me,lho.r

desempenho

dos objectofl . -a seu cargo, se fizerem dignos ela contem ..

o . .

pl~ç~o

do

Goveruo,

qt1e pa. fa isso

deve ser cOPlpetente ..

mente'autb~risado. E como pata. melhor&m.eo;to d~st_e .ra~.o

do Serviço Publico se acha feito h.um plano, q'JC

telo

,~!l

.

,

ler trasido ao Vosso conhecimento, V 65 o tomareis nn·devi(,Iq.-.... !~

cODsi.deração,

julga ndo eu que muito convir', q~~ . ~ A~ , , ' :lemhléa Geral J.,Iegi sllltiva authorise

_o. clldn Minist

, :'piIMl

,na ~UU· Repartição

fazer,

d.cbaixo da bazl! ... rnarcq; '?~'\o r:t'~

rcfcrid~

plIlIlU, as reformas q\lll jtil;;nr

·ê:oil)'el,[eni~.~,

nao

:.<l ' l'xl.'ctlrudll 11 hum a somma dlldn. { / .

;~\. '. . . 1 ••

, .

(4)

II&LA1'OIlI0 DA ItEPAlrt'ICÃll

N .

CO~fMJSSOES ~JIXTAS.

11

Commisliiío

Mixt3 Brnsileira o Portugueu, incum- bida de

liquidar

8S perdas, e dnmnos cRuzados 0.09 Sub.

ditos .. do Brasil, e Portugal, por occnsiiio da GuC!rru da

nOS!:Hl IlIdependenciu, em virtude do Art. 8.0 do Tratado- de .29 d'Agosto de 1825, celebrado entre as duas J>otell~

tias, tem estado suspensa em seus trabalhos peIus razões já ponderlulas por meus Antecessores em seus ReJatorios.

Tendo_se aprcsclI"tado hum novo Commissario Portuguez lJarn.

preencher a

v3ga

du que havia follecido." segundo se Vos-

cnmmunicou·

,

o meu digno Antecp.ssor

recuSou

T<>conhe-

.r.el-<?, porque a SfU' resp~ito tivera pllrliciptlções Officiílt'S

pouco satisfutorias: fi~: porem. de pr<>zumir" que em breve ,_

removidas as difficuldad·es, que tem: obstado ao andamento elos traba.lhos

deSl:1

Commissao, eIles continttem com t1cti.

ridade. Os Commissarios Brasileiros, que na me-sma Comw.

missãD tem·

servido,

solicitão

humu gratificução ,

q . ue o

Go ..

veruo Imp~ri:1l

julga

lhes úr devida

de

justiça.

A' Commissã-o Mix.tn Brasileira e Ingleza, creadll em- virtude do Art. 4'.~ da Convenção de 23 de Novembro de

]826 pnra o julgamento

do

Co.nfrabando· (Te

Africanos,

forao presentes dous

ca\t1lS

de duas Embarcações )'ortu- goezas, a Bal'ca - :Mada da Gloria - e o BergnnlÍm- PÜQuefe

do SDI"-,

detidas

a

1.;\ p~lo Brigue de Guerra.

Jngle~ -- Snake - , por se lhe acharem 426 Africanos a l10rdo; e a 2 .. l pela Corveta Ingfeza _ Satellite

-

, por se·

lhe encontrarem . ferros , e utensílios proprios':para o tra~_

coo

de escravos. · Aq·uelia Barca

nao

foi sentenciada pelu Commíssão,

por

se t4!r provado, ser de propri~dade Portu.·

guezn, vistas as estipulações dn COIl.ven~-ão addicioDllI

de I,lB

;

(Ie Julho de 1817: o

Bergauti'm port'm o· foi ~omente n'a~,t'1I3 parte do valor pertrncl.!ute a·hum Subdito 1lI'ul!.iI~iro •.

A tó· ,rl· ada

, destas Embarcucões deveria talvez desanimllr

.

hum- trRfico

filo.

dt'shumullo, e impolitico, o qu!!.1 todavia conti ..

mIa,

{! continuará a farer .. se liAS Costas do BrnaH, .0·

des .. .

9!'it.

,Lt L'lc 7 de No,e,.h,. cI.

li31.'

c cI-u , ' .it..,.,"'. " .

·a .

(5)

DOS NEGOCIOS EX1'ltANGEIRO·S\

li

Ordem, ~ rceommenclnçõc9 do' Governo a tal-rC'~pcito h Authoridnclfs suhalternas; porquanto, primeiramente teRl

sido protegido Pl·Jn Unndeira Portugunn, como o pro,'ão as duas Embo.rcuçCI!8 lIcima mencionnd:ls," ;'e outros factos.

Navios cobertos rom a referida Bandeira pllrtl'ln. ·contiuutI ..

menle de nossos Portos com o c!pecioso pr~tcxto de caro.

regarem 1111 Costa d' A ftica marfim, ~era, azeite, e o~tros

artigos de Commercio, 1evando porem 11 intenção fixa de só trazerem infelizes Africanos, tlue lhes ufiuu\ão hum me- lhor lucro. Em segundo lugur dl'sgrllçadnffiCllte grunde parte dos nossos I .. unadorps tem o· prt-juizo de pcnsur que sem braços escravos (h'fintHlrá ti Agricultura, e reputã:) por isso hum beneficio a 5U'! iutroduc.çiio 110 Blasil: n algllllS se leIO feito meSmo crer que o Govt.fI}O protege iudirecta..:

rnente hum Commercio !lia pl"wiciol0 ,. impolilico, e por

\'entura fatal

· a ·

prosperidade ·dó Paiz. ·F..m· terceiro lugar muita .. AuthoridadC'5 5ubalterna~ encam'gadas immellil~tamen­

te da eXt!cuçio· da Lei, ou porque pnrtilhem lIJgumas o rrtE'smo prejuízo dQs Lavradores, ou POrtltIC outras pouco escrupu.

Josas se deixem corromper, coadju\'ao, e fuvorecem a pratica d'lIqueHe aeto criminoso. Em verdade o hOlnem philauthropo) e amigo- da prosperidade do seu Paiz lIio pode dp.".isar <1(>

lamentar

a ·

tegueira de tafs AgricoltoU's, e Authoridade5, que possuídos de iiemelhante prejuizo CaVa0 insensin,lmcnte hum abysmo, qu~ lhes dt've ser em hum dia a ell~s mes- mos fatal. Sohre 11 ·protecç;:;o da Ballr!eira PortugUE'l.a a

taC!i Navios tIPm jil o Governo Imperial oflidlldo de hl1mll maneira energieu á L,'gação de

S.

M. FidE'lissima nesta Côrte; bt>m .como t(Jm reclamado a intt>f\'ença.Cl do Govc.>nlo IlIgfE'z, para que Se consiga I) pimlibiçao deste d('shuUHIII&

i-ra6co nas Colonins Portugu·etns.

A Vós porpm, Augustos e Dignissimo!i SenhOTf.S R~ ...

preseutantc.>s dI) NllÇio, cumprp, tomulldo todo o rerer.id() na d('vida eonsili"cração, adoptnr medidas

r. ..

gísl:ltivas ffilis eflicazes, para que nos nossos Portos se dpstlllimc' seinelhnnt~

introd.i.lcçao ~ poi, q1le a referida .Lei de 7 d~ · NovembrO' .\t'é 1'831 n.Ro. p,rodu%, nflm póde produ:r;j~.i :i rista dOI

' ?

, .

'.

(6)

i

li

llm.A1'ottIO nA ItlW.\ U:l'IçÃO

Tit. 2.° Cnp. 1,-;.36 do Cocligo Crimill~l, os clfcilos qUQ· clclla se cspcrndío. A':J Bmhnrcflçõcs, (IUC tClldo Il.Irg·ndu,.

Africn!lo~ pelu COShl elltrao nos Portos qunsi em lustro, (!

com fm'ros, uten1iilios, e OUtl'05 signacs de terem impor-o tado Afl'icllnos, apr('scHIi'ío c<,rtnmclltc os mais vehcmP-lltes indicios dto semelhante crime; ell(retanto ar; l .. eis, á ~ist<t del.les somente, nuo pcrmittcm cOlldemllllçao alguma, e teremos pDr isso de ver scmp"c tacs Embarcações manda- das entregar li !i('IU criminosos donos. Sl'ria pois COIlVCllicllt"O

que todos os jlllgamt>ntos de taes Navios, de qualquer Nuçao que sejão, competissem privativumellte á. Commissão Mixta, r('gnlando.sc pela C;ouven~'ão de 23 de Novcmhro de 1826;

ou lluC pelo. menos fosse o Goyerno .nuthorísado a exigir pezadas fianças dos prolJrictarios dus Emharca\·õi!s, que se destinassem para, a Costa d' Africa) gar~lItídas per Gida. dãos Brasileiros, com Q. commiuação de perderem as res ..

pecti\'as qllftutius, logo que houvesse indicios basfnntes de terem conclufido tao perigoso c:.lrrega.mcnto. A cs.ta. Au·

gusto. Camara já forã.o presl!ntes as medidas que propoz o proprio Governo I nglez, como mais cllpazes de cohil>irent este horroroso trafico, e Ctljil adOjlçnO ellc desl!java fosse Cclta pdo Governo Imperial por meio de hum Artigo addiciomd á mencionada Convenção; e o qovemo espera tudo da VO~S:l Sabedoria.

A Commis~ão l\Hx.ta llrasilt>ira, e Ingleza residente em Serra Leôa, creada para o mesmo lirn, e em virtudo da me;;mll Convell~ão , tem h()je completo o· numero de Vogaes Brasileiros cotn a chegada uo Commissario Arl>itro, 'jue para ali parlira j e ijelHln lIgora igual o nUHlero dos 'Vosnes, c\'it3r~SI'-"a o·parr.iulidudc 'Iue se ohsel'\'ou 110 juIgntnel1to d.as Embal'caçõcs llrasildros condusidas 11m'

Cruzalhm~s Inglt'U's) e outros illCOll\"euil'lltl'S apontados ElO Relatorio do meu AnfcccssOl'.

Bc para mim sumrpamentc doloro'io parlidl'ar.

Vos,

{Iue IIS rcdafl1tl~·õ(~S fcitas C(Hn tanta clH'rgia, 'Iuanta jus.

liça, Jl~!" (lOSSO Euviuuo eUl LOllurl's, l"clalivanH!IIle á.

('''piora das· ~;mb;lrCô/ljõcs Brasih'ir;ls, f,ue se t'Ulprt>ga\'ão

(7)

lIOS NEOOCIO.S EXTIlANOlllnos. ··

7

no <'111"0 pcrmittido trufico de escravos, fori!) "tO~D& de! ..

"ttendidas· pelo Governo Jnglcz!

'IUO lIão se pr. cltou

:

f\

pl'OpOSlfl de Se sugcítllrem todos os casos destas EI~lbD.reat;~es

SCllfcllciodas

pcln rcrt.'ridu Çommíssão 110' juízo de homa

..

}lotcnciu Amiga, como Arbitro, com o fundamento de .

.

que seria is~o humn appellação

dlls

m(~lIciOnlldns

8entença.,

o

qne não

crn pcrmiUido

pela

Convpoçn~"·AddicionaI".dc 28 de Julho de 1817. At vista de tão

termin~nte reiói~';

o Governo

J

mperiaJ,

tt'lIdo

ouvido o Concelho d' Estudu,

julgou dever mandur fazer hum solt'ml1e Protesto contra

o Goveruo Inglcz por esta suo deci~ão, a fim de rcsalvar

11 todo o tempo o nosso direito, c podermos em occas.ião opportunll revendicar a

nossa

justiça. Ao passo que se in·

timou nquelle Protesto o nosso novo

Emindo

junto fi. aqu(>lIa

C&rtc teve ordem de

reclamar !IS

ind

emnisações, que 8e

rlt.·,'iao dar ás Embarcações Brasilt'irlls julgadas m~s 1)f'C''1a5 ppla sobredita Commissã('t Mida de Serra Lf!ôa, as qual's inuf'mnisn,úes

haviffo

deixado

de

5er ~atisreitas por

du\·j.

das qnl' occon-êrao <1a parte

do Governo

Inglez.

A Commissao

creada

nesta Côrtt' ,

em

virtude do

Capo 4.00 Art. 13 da

l.ei

de 24 de Outubro de 18~, pouco trabalho

tem feito, visto

' que das ,

Provincias :Marítimas do

Drasil, apezar da Circular dirigida

aos

respectivos Presi.

dentes,

não se enviárão

os documentos Jlecessnrios

para que

pila

pudesse continuar

lia

sua tarefa;

c

9chando.se todos

o; -processo!, e documentos I1'lativos no fim da dita Com.

missão

011

Legação fIe Londre!l,

julgou

o

Gonrno I~periat nr.ertado nomear nli ootra em coadjuvação, pora que pro- cedesse ás in~3gllçõc~, e

csc1arecimçntos

necessnrios

á

li'lui.

dação das

perdas, que soífrêráo 05 interessados n'nquello9

Embarcações, a fim Ull Que u todo o tempo possamos recJamnl-ns.

Cabe nqui

reCerir,

que tendo o

Govt:rno

encontrad ..

c:'

gro.ndissima

difficuldade

no cumprimí'nto do Artigo 2.° da

Lei

' de 7 de NoV(·mbro de 1831 pnra 8. prompta

ren ..

'

portação'. dos

Africanos

importados i1licittlmcnte, no

Imperio,

por

9~rcin incx:eq~iveis

quacsquer ajustes com a' Authori ..

(8)

s

IlGL.I'l'ORIO DA REPARTIÇ;(O

dndes Africri'UI1!, propoz uo Governo Juglt:z o sorem recc ..

l.Iidos UIl;s,ull Colonia dt! Senil L{'ôa; porem o !\'1inistro

·dos N.egocias 1~x.trBngeiros, Lord Palmcrslon, declarou no

·nosso 'Eu\'iudo em Londres , que tues Africallos só padiao ser oli rp.cebidos , pagando o GOVNIIO llrasilp.iro ti sua manutenção. E sendo lIecf:'ssurio para t'stu despeza fundos, que nií!) e~tão. á disposição do Governo ImperinI, aVó., compete, Augustos e Dignissimos Senhores ltt'rreselltaute~

du Nação , determinar u ~~te respeito o que jU,lgardes mais cou\'c'lIif'ntc, purt>c('udo (JlU', i1 e:'Cemplo do que pratícárão algumas Associações de homens philanthropos uos Estados Unidos d'AmericlI ,'" us quites liuthorisauas pt.'lo Collgresso N,uciollul estabr.!ccêráo na Costa d'Africu junt.o ao Cabo de MOlIserrauo huma Colonia de gente ue côr , que uellO- minárão IAberia; coO\'iria comprar~se algum terreno nus Possessót>s Portuguez'ls d'nquella Costa, e negociar-se com o r'c$pcctivo GOl'crUO, em ordem a poder ler execuçlío a parte mais saúdu\'cl , '. e pollticn da mencionada Lei.

CO~BIISSÕF.S

DE PREZAS.

. -l' .

.

E~las Commi~soes tiverão origem nos ajustes feitos en·

tre hum dos l\linistro5 dos Negocios Extrangeiros na Ad.

ministração l)aSSlld~ , e os Agentes de França, e dos Estados Unidos, ajustes que VOli for;Ío communicados na Meosa- gf'n1, ou Proposta do Go\'"erno, apre3entada a esta Atlgt~shl Cllmal'u em 20 d' Agosto" de 1829, quando ~ntâo se Vos pedio :\ nccessaria authorisat;ãn para se mand,arem expedir pelo ThesOlll'O Naciollul as Sedulus correspondentes ás quantias liquidlldas i\ favor dos Subditos Francézes, c" Ame- ricllnos na importnncia de Rs. 436:042.r;MIO, seni se C,om- prt!hendérem os juros e n r1ilft~rellçll do cambio , " q1le tambem se ajustildto com o pr020 de hum, dous, e trez nnnos; c bem assim nns exigencias, c reclamu\ões, que 11 scmelhuntc exemplo, fiterao depois o Goyerno JlIglez ,

(> Ollll'os, nao obstante admittir na pratica dos i>loq~~ioll

o mesmo principio dI'! siIPpl('! declaraçao, ou illtimilç~;)

(9)

DOS NEGOCIOS EXTRANGEIR08.

9

geral em que fundava o Governo

Brasileiro

,~. direito dos apreznmentos feitos pela nossa' Esquádra no Rio da Prata;

como tudo lllrgam~nte Vos foi exposto no Relatorio,' que em 1831 Vos foi~i\presentado por hum de rrtelJS dignos Anw,,:

cessores.

Se 1I1guma consideração pôde minorar o'desgosto, que occasiona n todo o bom Patriota a simples enunciaçã.o des ..

te titu1o, he certamente a segurança que o Governo Im.

perial pôde dar ao Corpo Legislativo, e á Nação., .de se acharem ajustadas, -com pequenas excepções de pouca moo ..

ta, todas 38 reclamações das Potencias Extra.ngeirns em virtude das prezas feitas n'aquelle mnlf.adado bloqueio, triste e pesadiEsimo legado da Administraçao tranSacta

!

'E bem assim de que a liquldaçao de taes prezas montou a menos do quantitativo decretado para o seu pagamento pe~

1<1. Resolução d'Assembléa Geral de 7 de Novembro de 1831 , e 23 de Outubro de 1832, o que sem duvida he devido em grande parte no prestante zelo e inteHigencia dos Commissarios Brasileiros José Dias da Cruz Lima, e -Joa- quim Teixeira de- Macedo, que em Hío espinhosa tarefa procedêrão com toda a economia, e interesse pela Fazenda Publica, despresando muitas reclamações, c reduzindo con- sideravelmente outras apresentados pelos insaciaveis Agen ..

tes dos Proprietarios.

Luiquidárão .. se pela Commissão Mixla Brasileira, e Ingleza 26 Embarcações no valor nominal de 4.993:291~908

réis, como consta do seu Officio e Relatoria que Vos se~

rá apresentado opportunamente.

O Commissario Joao Martins Lourenço Vianna, ell~

carregado

da

liquidação de varias }nezas Frnncez.as, Sue~

cas, e Am~ricnnas, e hum a Chilena, const~ntes da Relaçao n.(I 2, fez igualmente com sua reconhecida intelligencia importantes serviços, e reducçoes, sobre tudo a respeito do Navio Americano - Exchange - cujas perdlls, e ~am~

nos sendo avaliadas em 43t174J600 réis, quantia já con- cedida por alguns Louvados Negociantes dest~" .Pr~~q J

forão por clle reduzidos a. 12:500.ypOOO réis. HUqla 'Pre!'a 2

(10)

10

·REI,ATORIO DA IlEPARl'lÇÃO

Amcricantt

denominada -

Frnncís - foi pelo Governo

mon.

(Inda liquidar ~ requerimento do J~llcnrt'egndo de Negocias d'nqucllll NlIção, visto {Iue tendo ~ido tomadu' quando já.

se. tratava da Puz nestn Côrte, lIunCIl foi julgllda, nem se lhe fez processo algum', tendo sido unicamente mandada entrpgar pejo Almirante Bílrã~ do Rio da Prata no Mes_

tre d'aquella Embarcnçiío, que fez della abandono. Tal era o modo illcglll , com que se portava em tão desgraçado blo_

queio aquclle Almirante, que se considerava, como dono dos Navios neutros , que capturava, dispondo eleltes como

SUIl propriedude sem sentença dos Tribunaes competentes!!

Em verdade ferve no pe'ito 11 indignação, qunndo se vê o desleÍ!c.o, o abandono, e a delàpidllÇiD, com que forão tratadas es.tas Embarcações, por modo tal, que da enorme soturna que tcmos pago no valor de 5.815:151$1433 réis a" differentes . Nações , apenas se recolheo ao Thesouro a diminutll ,quantia de 802:937~852 r~is!!!

Resta ainda por liquidar huma. Embarcação Sueco. de~

nominada - SWilhm - , que scndo tomada por hum COrSario Argentino, foi abandonada pelos Cnptores li. vista da nossa Esquadra, que a r~prezou. Concluirei este desagradavel paragrapbo , informando-Vos de que estes pagamentos forio feitos debaixo

d e

soJemoe protesto, que resalvando a todo o tempo o nosso direito, e comprovando o Acto de pre- polencia, que som'emos p~r parte do Governo Inglez, nos habilite a podennos opportunamen~ reclamar a justiça que nos assiste.

""- ",' .".

~

LEGAÇOES E CONSULADOS.

As alteraçoes que tem bavido, e se fllzião mister nes- te ramo do Serviço publico consta0 da Rclaçao junta em n.O 3. Os Empregados tanto Diplomaticos como Consula·

res, continua0 a. prestar valiosos serviços ao Estado, já.

pela maneira com que fomenta0 ns relações d'Amisllde e boa. harmonia. junto dos '"Governos, onde se achão acre ..

ditado!!, já pelas importantes ~ommunicações, que fazem

(11)

nos

NEGOCIOS EX1'RANGEIROS.

II

e quo tem habilitado o Governo Imperial " toniàr medi.i d ' DS profipuas

no socego,

e prosperidada do. Naçito~ Uu'm de meus Predecessores fez ver a esta Augusta CamÍlrll a

necessidade de se approvar 'interinamente, por huma Re ..

solução Legislat.iva, <> Regimento Consular que lhe, foi npre ..

,eDtado no nono de 1830. Continuando os Consules 3. re- clamar instrucções para se regularem nos deveres do seu Emprego, visto serem mui escasslls as da Junta do Com ..

mercio de Lisboa de 1789 ) pelas q~lles se região, julguei conveniente mandar executar o dito Rpgimento, na parte que não necessitava neto Legisbtivo; que toda\'ia cumpre' ser dado, para ficar completo aquelle trabalho, seguramente honroso aos Membros da Commissão, que delle farão enc::tr'"

regados.

Estando termInado o praso do.Tratado de '29 de No- vembro de 18'17 subsistente entre os Imperios do Brasil, e da Austria, e bem qssim as· disposições dos arts. 12, 14, 15, 16, 17, e 20 do Tratado com a França, relati.

vos ao pagamento dos direitos das mercadorias, e produ- etos importados nas Alfandegas do Brasil, convirá talvez reformaI_os adequadamente; pois que, por se não haver con- sultado os .verdadeiros interesses da Naçio em' muitos dos .Tratados existentes,. Dão sou de opinião que outros· se não fação com melhor vantagem della; alem de que subsistindo Tratados de Commerdo entre o Brasil" e outras Nações, virião as que os não ~em a ficar de peior"" condição, des- truindo-se assim a concurrencia, e estabelecendo-se o mo- nopolio ,

o " /q~e ' : lerá

prejudicial ao

Comm~rcio

Bz:usilciro.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS.

A Regencia em Nome do Imperador o Senhor Dom

PEDRO SEGUNDO desvelada em manter inalteraveis as relações de Amisode, e uoa IntelJigencia com as Nações de am- bos os HembpherioH, tem conseguido estreital-a5 do modo o mais lisongeiro. EUa tem visto com o maior regosijo,

" que depois: do sempre memoravel dia. "f" de Abril de 1831,

(12)

12

ltELA1'OltlO DA ltEPAR1'IÇÁO ·

em que Sua Magesto.de Imperial Subio no Throno do Em ..

sil, n 'Inglntcrro., c n França

nomcítriío

Agentes Diplomo. ..

ticos com o caracter d'Envindos Extraordinnrios, e Ministros PlenipotenciariolJ para -residirem nesta

Corte;

e que as ou- tras Potencias d'Amcrico.', e da Europa eonservlÍ.rfio junto a nós os seus Agentes Diplomaticos e Consulares, procu- rando estreitar cada vez mais os relações d' Amisadc, e Com- mereio entre os respecti\'os Pnit.cs. O Goyerno I mperilll nomeou hum Encarregado de Negocios para os Estados Uni.

dos, por se 113ver rClnovido o que ali se achava; e elevou á. 2.tI Ordem as Missões de Vienna, e Roma por motivos mui attendiveis.

Sendo Sua Magestade Imperial e Real Apostolicn Avô do Joven Imperador Brasileiro., he obvio, que existindo laços de Parentesco tão estreitos entre os dous Monarchas, cumpria que o Governo Lhe desse hum testemunho de apreço, e alta consideração em que justamente O tem:

e occ(lrrendo na Curia Romana assumptos consequcntes a tratar, era tambem conveniente hum semelhante sign,al de contemplaçao, alem de ser ello devida ao Chefe visivel doa Igreja pelo Governo do Brasil) Paiz sinceramente re ..

ligioso. He de esperar das amigaveh disposições, e cor- tezia das duas· Côrtes que a nossa iniciativa será devida- mente Tetr~buida. Ao Ministro nomeado para Vienna, e que residia em Londres, deo o Governo por Successor o Bacharel José d' Araujo Ribeiro, em cujo experimentado merito tem toda a confiança; mas constando que elle está.

eleito Deputado pelo. Pro9incia de S. fedro:.espera o m.cs_

mo Governo que esta A uguata Camllra. o dispensara este anno de "Vir tomar imento, em uttençio' aos Serviços que ali 110 seu Emprego pode prestar.

q

Ministro que tínhamos em Paris, foi removido na mesma cathegoria pnra RQma, passando para aqueIla Côrte o Encarr~gado de Negocias, que nesta ulHma rezidim, PQr est.llr. certo o Governo Imperial de que nesta Legação de 2."· Ordem clle continuará- a servir com o presUmo, de

que tem dado

repetil1ns provas.

..

(13)

DOS NEGOCIOS IlX1'IIANGEIiIOS.

18

Su.. Moge.tnde. o. R.ia dn Belgico, • d. S.,d .. h.

nome(~rão Encarregado8 de N ego.cios . junto ·

n

nossa Côrte, tc:ondo já. o primeiro aqui . chegado , e sendo portndor de Cartas de Gabinete, que o. seu Soberano dirigio Íl Sua Mllgestnde Imperial, significando-Lhe 03 amigoveis', e lin~

ceros dezejos de iotreter a boa barmonia e Commercio entre os dous Puizes; e estando o segundo proximo tl che- gar, conforme communicaçõcs Offidaes. A' Regenda do I mperio dezejando retribuir. constantemente Il todas as Po- tendas Amigas as demonstraçõea de estima, c con9~der.u;ã.o

que tributão ao Brasil, como tumbem o exige a bem en- tendida Politi"ca, nomeou Encarregado de N egoeias em Bruxellas a hD.10 Official desta Secretaria d'Estado, que com distincção tem servi4.o, e que já he ali conhecido vantajosamente por ter estado na mesma Côrte com' igual caracter.

A harmonia" e boa intelHgencia que entre este Im·

perio, e o Estado Oriental do Uruguay parecia estar a ponto de· interromper"se pela entrada de humll partida de Tropas d',aqueIle Estado em o nosso Territorio, não foi felizmente alterada;· pois ' explicaçõts que houverlo entre o Presidente do dito Estado, e o.Commaudante das Armas da Província de S. Peuro do Sul, 'relllt~vamente a .tao des-

agradavel acontecimento, e outro que. depois~teve lugar da nossa parte, terminárão de :huma maneara decorosa.". ambos os Paizes, quaesquer motivos de mUÚ18s

recri~ina.

ções, que podeMio' produzir aquelles successos. O Governo da referida , R:epublicll tem posteriormente mostrado toda a consideração para com este Impedo) e acaba ultima- mente de' perdoar a pena' de morte em que por suas Leis forão ali condemnados dous Subditos Brasileiros, Jogo que o Reprt'sentante do Brasil se interessou por aquelles des ..

graçados.

na

pouco foi o Governo Imperial informado que o .General D. Joio Antonio

r ...

avQllej~, acompanhado de mais de duzentos homens, conseguira partir de Buenos Ayres',· e desembarcára no dia 12 de Março nas Higuerit~,

UI .,Costa

do Uruguay, procurando' fomentar novas pertur.

(14)

14

RELA~'ORlO liA REPAR'fIÇÃO

boçõos no Estudo Orientol; mas sendo Ferseguido imme ..

diutamcntc pelo Coronel Medina, foi totalmente derrotado nos margens do Rio Negro, escapando n nodo pore noutra parte do Rio juntamente com o seu Irmiio D~ Manoel Luvnllejo. Entretanto o Governo Imperial reiterou. as SUa5

Ordens para que conservando-se a muis residet. Jlcutrali ..

dllde ela nOlisa parte, se previnll , ~ jámnls se consinta q~nl­

quer lnvatao do nosso Territorio, sem com tudo fullnr-sc a quanto estamos obrigados em virtude do Art. lO da Convençao Preliminar de 27 di Agosto de 1828.

Com 11 Republica Argentina cootinuão tambem no me- lhor estudo nossos relações amigilveis. O seu Governo havia nomeado o General D. Thomaz Guido com o Ct'.racfer de

Eny~ado Ex.traordinario e Ministro Plenipotenc.iario para vir

'~ratar, como Com missa rio , da N egociaçao de regular os

iimites entre este Impcrio, e a Republica do Estado Ori.

enlal do Urllguay" em conformidade da Convençio Preli.

millar de 27 d'Agosto de 1828. As perturbações porem, que tem havido em. Buenos Ayres não só retardárão a vinda d'aquelle Diplomata para o Rio, de Janeiro, mas até oc·

casiouádío que DaO se tivesse decidido, apezar das pro·

me,ssas féitas ao nOS50 Encarregado de Negocias, o caso das reclamações dos Senadores, e Deputados d:> Impedo, que forão roubados por dous Corsarios com Bandeira dIa ..

(IoeHa Republic.a.

Em Chuquisnca Capital. de Bolivia, faJleceo o Encar- regado de Negocias do Brasil, que. ali ret~dia, e o Go ..

vern.o desta Republica 'Dão só lhe mandou fazer todas nlõ honras funebres, mas apressou-se !l participar ao Governo Imperial esta triste noticia, tcstemuBhaodo~lhe o seu sen·

ttmento, e protestando a sua constante· amizade e respeito.

De nossa parte tivemos de agradecer tão nobre, e digno procedimeuto.

A Republica do Chile 50 acha animada dos mais 6in~

ceros desejos de estreitar os vinculos, que DOS ligão, IlCIl"

bando o seu Governo de nomear hum Consul para residir nesta Côrte, 3. fim de animar as relilçÕes Commcrcíael

(15)

nos

NEGOCIOS EX'fIlANGEIR08,

I li

entre os dous Paízes. O Governo Imperial já. hllvia feito iguo) nome~çiío, que ainda ali

lião

constava, quando teve

lugar n. do rererido CansuI.

O Enviado Edraordinario e Ministro Pleoipotenciurio da Republica do Mexico, D.

Joio

Canedo, escreveo de Valpuraizo, expondo que o seu estado vnletudinario lhe obstava -o ,ir ri ('sto Carte, mas que', como o Governo do Busil tinha dé nomear para Bolívia outro Diplomatll em lugar do que ali" Cnllecerat · solicitava que a este se dessem Plenos Pode're~ pora com ""lIe entabolar hum Tratado de

Ami7,ade e Conimercio. Havendo o Governo Imperial no ..

mendo hum seu Encarregado de Negocios. no Mexico, jul- gou conveniente responder'- qoe com aquelle Empregado .

Brasileiro poderia o seu Governo fazer qualquer abertura a este respeito, na bem ·fundada esperança de que oBra ..

sil muito folgaria de estreitOt, com vantagem de ambos os Faltes, os laç05 de Amizade que entre elJes subsistem.

Tendo sido nomeado o Dr. Antonio Maria de Moura,' Bispo da Diocese do Rio dé Janeiro, por motivos oecor ..

rentes tem-se procrastinado a expedição das BulIas na forma do estilo; mas o Governo Imperial espe'ra, que

a.

vista

de novas instrucções enviadas ao seu Agente e~ Roma,

eHas' serao em breve expedidas, como' cumpre á'Dignida ..

de do lmperio, C: aos proprios interesses da Curia R~m8na.

Nao obstante a correspondencia havida-entre a nos.sa Côrte, e a de Londres, trasida' já

no

conhecimento desta Augusta Coroara, relativamente á. aboHção do lugar de" Juiz Conservador da Nação Ingleza , e~' conformidade ·do~Art.

6,' do Tratado de 17 de Agosto de 18'l.7, existente entre o Brasil, a Gram Bretanha, e Irlandil, o Governo Imperial tem insistido pela referida abolição; pois que, tendo pro- curado satisfazer a!I obriga~ões, que contrahira pela Sua parte, deve esperar que o de S. M. Britanoica submetta algum expediente, cuja adopção faça levar a. effeito a pre- tendida abolição t em que ambos os Governos convierilo pe- lo mencionado Artigo.

Estando a Marinha Brasileira privada dos Serviço, do bra-

(16)

16

REI,ATOltlO DA REPARTIÇÃO

vo' Official João

1'uylor,

em

congequ~nc:ill'

de

fort~s

represen ..

tnçõcs do Governo de S. M. Britnnnicn, representnçõC9 u que a Administração tl'unsncta se vio fOl'çudu n-Hlcceder, não obstante todos as suas diligencins, e esforços, o aetuoI Goyerno Brasileiro conseguia receber do Governo Inglez, por intermedio do seu Enviado Extrnordinnrio ,nesta CÔr- te, a segurança Officiul de que o mencionado Taylor pod.ia ser empregado no Serviço Nacional Brasileiro, sem a me ..

nor reclamaçã.o das Authoridades Britnnnicas, tendo esta communicação sido acompanhada das mais polidas, e nmi~

gaveis ex.pressões que muito Iisongeárão o Governo Imperial.

~

AUG~IENTO

E DBIINUIÇAO DE DESPEZAS.

No anno Financeiro de 1832 a 1833 se gastou a quan- tia de 94:345:fti479 réis, que he inferior á l ... ei do Orça- mento em Rs. 8:134~521.

E ainda que, segundo as contas do Thesouro Nacional, se ache debitada' n'aquelle anno a somma de 107:945.tP778, com tudo o excesso que apparp.ce desta para a outra quan ..

tia, deve ser carregada nas despezas do nono anterior, por lhe pertencerem, como já se fez saber ao mesmo Thesouro.

Tendo exposto neste Relataria a necessidade de have ..

rem mais duas Missões, alem das que apontou o meu An- tecessor, visto convir á dignidade e cortezia, que as Na- ções devem humas ás outras, que se retribuao da nossa parte as Nomeações, que acaba0 de fazer SS. MM. RI-Rei de Sardenha, e dos Belgas, de Ministros da Terceira Ordem, para residirem junto da nossa Côrte; e sendo mesmo in ..

dispensavel fazer despeías extraordinarias que a situação da

Nação

exige imperiosamente, he por isso que não hesitei em requerer a somma de 140:318~800 réis que me pare- ce, desde já, indispensavel para os gastos desta Repartição.

A fiel execuçao, que se tem daelo, depois do mcmo ..

!'avel dia 7 de Abril, á Lei do Orçamento, mostra eviden"

temente, que o Governo Impl'rial não pouparlÍ a fazer todos os esforço!, para economisar as despezas ru:>ste ramo

(17)

noS NEGOClOS llXTRANGEIROS . ... ·

1'1'

.~.

do Serviço Publico; e portanto podeis estar s('guros , de que só 8e

despendorá.

oquitlo

que

for absoluLamOento pro ...

ciso, par •. que li

Nllçao

seja dignamente representada nus

CÔ , rtes

Extrangeiras,

e nao se comprometLão os seus in ..

tereSfies. -

Coucluirei finalmente, Augustos e Dignissimo! Senhores Representantes da Nação, certific'odo- Vos que

,

11 Regencia om Nome do Impendor desempenhando o .rigoroso dever, que lhe incumbe o posto honrosD, a que a elevastes, de suslentltr iuobnlavel o 'Ehrono do Senhor D. PEDRO SEGUN_

DO, e as consequcucias, que do sempre memornvel dia. 7 d'Abril de 1831 devem derivar para 11 consolidação da Liberdade, Independ~mcia, _ e prosperidade do Imperio Bra ..

. .

siteiro, não se tem descuidado hum momento de empregar . todos os meios ao seu alcance para malograr ~s tramas, que inimigos da felicidade, e graudeza da nossa Putria' tem urdido, para ver se aniquilão tão sagrados objectos.

O Governo Imperial, pela Mensagem de 7 de Junho de J 833, d"positou . leal, e francamente no seio da Repre- seotaçao Nacional os bem fundados motivos, que tinha para crer, que se tramavll resta um r no Throno Brasileh:o o,Prin- cipe, que outr' ora o occupára, e que uao mais o pode

occ~par sem quebra da Coústituiçao "do Estado, e desdoiro e ruina da Nação Brasileira. Desde então, Augustos e Digniuim"os Senhores Representantes da' Naçao, nao tem o Governo cessado d' empregar as mais serias pesquizas,

ti mais activa vigilaucia sobre tão importante assumpto) e julga dever comrnunicar- Vos) que, se por moti.vo,s, q,cc~r.':

rentes hum tal plano parece ter sido :procrastin~do, talvez mesmo por tempo mais considerav~l do que se' presu,nia, com tudo das communicilções OtTicÍles que tem recebido, e de outros dados (lue ha podido colher, ('stá b~m longe de persuadir-se, que a idéa d~ semelhante l~ntalivn fOSise nbundonada por homens f'ncarniçados inimigos das' Institui- ções livres, e da Independencia do Imperia, que o de- Inpidá.rão com aS 'suas influencias, e que se julga0 com direito dg rt'conqui!itnl.os.

(18)

18

llEI,A'I'0I110 DA IlEl'AIl1'IÇÃIl

Nã.o hc nqui o 111gnr de cl(Jlt'ndcr IIS razue!!) em qu~

se funda 'o GO\'erno I mpel'ial par:l. llssim pensnr, nem cabe na possibilhl;ldc o fnzcr-Vos patellt.·s todos os d~cumclltos

em 11IW se I1pOi<l píll'n recc:lr, c llc\'cl'

acautelar

ti

Naç.iio

de huma cutllstroplll', que a arrastaria pOI' aUllos, posto que n filiaL toes inllul!ncius I'cl'lliciosilS df.'\·e~sem ceder com es ..

tl'ondo ao novo grito uII1501l0 . do Brasil inteiro. Certo po ..

~

relU de que merece V flS5a confiança pela firmezll, com que, ntravt'~ de mil dilliculdad<:,s, tem stlstcntado a Houra, c piguidade da Nução, o '1'hrollo do Monurcha Brasileiro, e as Instituiçoes livres, que o mantem, limita-se a rogur-

Vos com effieucia presteis a mais séria attcllção a objecto de tanta mnguitudl" O GovcnlO Imperial (>stá. seguro de 'Iue para repellir o domiuio Extruugcil'O a Nil~ao ~e levan- tará. em massa, nao obstanle algumas divboes intestinas -que n tem ugilado"; mas cumpre tjlle o Governo esh'ja competentemente h .. bilít"ado para li poder dirigir no caso de bumu inva~ão ; e para, no rcrn,lUSO da Paz, porem forte, e segura, fut.el.a prosperar e Representar entre as Naçoes do Mundo o lugar que lhe he destinado.

Pulacio do Rio de Janeiro 19 de Abril de 1834 . .Aureliano de SQt4~a e

O liveira Coutinho.

(19)

nos'

NEOOCIOS EXTItANOElROS.

111'

Reli/filá cl(l$

' .. ~.

N. I.

pessoas que rompücl/1 a Secretaria dos Negocios E.rtrrmgeit'o$.

de Estudo

'MINISTRO 1:: SECRETARIO OF. ESTAI)O UTERINO.

o

Ex,mo

Aureliano de Souza.,

e

Oliveira Coutinho.

v;-

OFFlelAr, lIfAi"ô'R.

O

ConselheiJ'o

Bento-da Silva Lisboa.

OFnCI.HS.

Josê l\:Ial'ques Lisbotl.

José DomingllcS' de Attaide Moncano.

Vicente Antonio dn Cosl3.

Antonio de Souza D'ias.

MonDei. Candído de Miranda.

Roberto da

Silva dos

Santos PI'Tcira.

}t""ro.ncisco de" Puula. Ferrp-jra de Amorim.

PonTEIRO E G-UARD,\. LIVROS.

Reginaldo Claro Ribeiro.

DI'[O GnADUADO.

José Joaquim de- Santa Anna.

AJ'"UD ANTE.

J

oiío Mendes dos Reis.

Agostinho Feliciano.

A ntanio Domingues Barbo'l8.

João Barboza Coutinho.

João José Barata.

N. B.

Existem mais os Officiaes desta Secretaria de Estado a

saber:

José .Joaquhr. Timolheo de Araujo, em Commissao em

J...oudrt>s.

Antonio José Rademnker, cm Commissã() nos Paizes

Baixos.

Secretaria

de Estado 19 de Abril de 1834.

Bento da Silva J..is bna.

3 fl!l:

(20)

lI&M'I'OIUO nA REPARTIÇÃO

N. ~.

Rtll1çlJo das qUQlJtial u eminael, que se tem mnndat/o p".

Cl1,.

J

pela liquldafão tias J)retal feita, pela

E,~tJ'ladra Brasileira

no

Rio da Prata.

EM.BARCAÇÕES LI~UJJ)lll>AS l'ELC COMMISSA ..

lUO, JOAÕ MARTINS L~U1tENÇO 'VIANNA.

Embarcufões Americanas.

Bcrgantim - Presidente Adams ..••••.•.•

Dito - Mllthildes ••••••••••••••••••••••

Dito - Exchange •••••••••••••••••• , ..•

Escuna - Adams •••••••••••• .•••••••••

Embarcafõc s Francezal.

Junoo, Jenny, e BeUe Gabrielle ... . Genevieve d' A uguste... ••••

..0.0 ... .

Esçuna - I' Aline ••••••••••••••••• , ••.

Embarcaçoes Suecas.

Bergalltim - A.nders, e o Navio - Corlos Adolfo •.••••••...•••••••••.•••.•.••

Etl,barcaçüo Dinamarqueza.

Galera -Fortuna .•.•• ~ .•••••••••..•.•

Embarcação I/ollandeza.

'Vilhelmine

&

Marie ... . Emba1 , : ação Chilena.

Bergantim - Carolina ••••••••••••• , •••••

l'EJ"O cO::OUSSARtO, DIOGO sOARES nA SILVA DE lUVAn.

Embarc(Jfão Americana.

Escuna Am·:!ricnna - Francis ••• •••••••• •

POR. AJunr-: J)11'LOMATICO.

IndcrnnisBções pela

Clementine •••••••••.

90:000UOOO 38:4001J000 20:000VOOO 38:O.9V.25

265:0"OOUOOO 85:200VOOO 58:600Uooo

63:000UOOO

41:000UOOO

31:400Uooo

24:000Uooo

51:oooVOOO

9:600Uooo 821 :859U525

(21)

, : .

.,. .

,

DOS NEGOCIOS EXTRANGEIIIOS. ~21

'fransporte ••

PEI.OS COM'MISSAllIOS, JOSE' n1,\S nA C!lUZ

I.nu,

E JOAQUIM TEXEIR .. \. DE MACEDO.

Embarcações

Ing!e%a8~.:.

Bergnnttm - Henry & Izllbelle •• ~ ••••••

" George •••••••••.•• f • • • • ~ • • •

" John •••••.••.••••••••.••••••

" Anne ••••••••••••••• F • • • • • • •

Contas dos Bergantins - George e Johu, e . Casco' do Coquito ..••••••••••••••••

Bergantim - Athlantic ••••••.••• , ••••••

" Stag •••••••. o • • • • • • • • • • • • , • •

Contas dos.BerA:antins - Anne , e Athlantico

Bergantim - William & Henryo o o o o o o o o Carga

Ingleza do

Bergantim

Americano-

Htipar .•..•.••••.•.•••• 0 . 0 • • • • • • • • • •

Bergantim - Rob. Roy •••••.•••••••••••

" }leruano - Resolution, e Lord Eldon •.•.••••••.•••••••••

" Utopia ••••.•••••••••••••.••.

Carga Ingleza do Bergantim Americano - Brutus ..•.••.•.••••...•..•••••• ~.

<.

Bergautim - lJnicom .••••••••••••• o • • , .

" Hank e Melpomene .••••.••..

" Hellespont .••.••••••.••••...

" Dickins', resto da Carga do 'Vil~

liam & Henry, da Galera Dinumarqueza

- Fortuna e B. Americano - Sarah ..•

Dergantins - Liberl1tor, e Nestor ...••..

8~1:859U5!!5

65:53IUR70

419:69~U535

20S:039U073 469:618U616 119:753U803 477:19W2S9 404:768U897 1:90SU263 242:977U378 46:093U761 1O'789U449 259:896U193 273:343U247 45:088U668 721 :287U314 13:235U11O 765:325U742

209:1050187 242:647U543

---~

R,o

5,815:1SU4331 . Secretaria de Estado em 19 de Abril de 1834.

Bento da Silva Ll·s boa.

- - -

N • .'3.

Beluçdo das pessoas, que comllôcm I) (,,"'orpo Diplomatico, t:

Consular Brasileiro residente na Europa, e

Estados

cP America.

INGLATERRA.

---

Enviado Extraordinurio, c Ministro PJenipotenciario - José de A rnujo Ri beiro.

(22)

.

.

22 '

llELAl'ORlO nA ItEPAIt1'JÇÃO.

S~crctario de J...egnçiin. - Miguc! Maria 1 .. I,boo.

Addido c Consul Geral. - Josó Joaquim Timotl\l'o de Araujo.

Addido. - Augusto de Pniva .

FRANÇA.

'Enviado Extrnordinnrio, c 'Mini~tro Ph'nipotencinrio - O Conselheiro l ... uí7. Montinho ele Lim'l Alvure!l P. Silva.

Secretario de Lt'gação. - Sergio Tex,,-'ira de l\'lHel'uo . .t\ddido e Consul Geral. - l;'rancisco de Pu.uln Fel'.

fl'ira cl(! .Amorim.

Addido. -- Francisco de Sallt's Torres Homem.

Addido de 2.1< Classe. - José l?austino dos Santos.

Dito. - Alexandre José Piubeiro da Silvn.

nO:'iIA.

'- Enviado l~:<.tra('lrdinario, e Ministro PlenipotenciiHio.

- José J()ilquim da Rocha.

Secretuio. - Luiz J'ereira Sudré.

Addido de 2." Classe. - Juvt'lIcio da Rochl, Maciel.

AUSTlUA,

Ellviadf) Extroordinario, e 1\-Jinistro Plenípotcnciorio.

- Eustaquio Adolfo

oe

Mello

e

Mattos.

Secretnrio. - Joao Alves

oe

Brito.

n vssJ.\.

Encarregado oe Negocios Interino, e Consul Geral.

- Gaspllr José Lisboa.

SUECIA E DINAMARCA.

Encarregado de Negocias Interino, (! COllsul Geral.

- Pedro Aft'on~o de Carvalho.

l'nUSSL\ E CID,\DES ANSr.ATIC'\S.

Encarregado de Negocios Interino, e Con·sul Gera.1.

- Antonio de Menezes Vasconcellos de Drnmmond.

Addidos de 2.01. Classe. - Antonio de Meneies VasM concellos (Sohrinho).

1'A J1.'ES nAlXOS.

Con!!u! Geral. - Antonio JOIié Rad.maler.

(23)

'

.

.

' ~ " ,,

...

: .'

. "

":" 'V • .

DOS NEGOCIOS EXTR.A N GElnOS.

GID1\AL'IAU.

COtlsul. _Joaquim Pereira Vianna de Lima,

LlSDOA.

Consul Gerooll. - Antonio da Silva Junior.

LEG.1.ÇÓI;:S E CONSULADOS NA AnERICA.

Encarregnclo de Nl'gocios, DOS Estados Unidos.- José Fritllcisco de Paula Camlcflllti de Albllquerque.'"

Addido e Consul Geral. - Manoel Guilherm~ dos Reis .

DUENOS AYRES.

Encarregado de Negocios Interino, e COllsul Geral.

- Antonio Candido .Ferreirn. •

l'tlONreVJDEO. ..

"

Ellcllrrfgado de Negoclos InteriLlo, e o.msul Gl!fal.

- Manoel de Almeida e· Vasconcellos. ..

1tlEX1CO.

Encarregado de Negocios. - Duarle da Ponte Ribeiro.

CJlJLE.

Cansul Gel'111. - Bento Gomes de Oliveira.

Seeretilria. de Estado dos Negocios Extrangeiros em J9 de Abril de J834.

Bento da Silva Lisúoa. . ...

..

N. 4. .. ,

Estado aclual do Corpo Diplomatioo e Consular Extrangeiro residente nesta Corte.

ENlUVO.!l EXTRAORDIN.\RIOS E MUUSTR05 I'LENJPO- Tl.NClIAIUOS.

Frtnça. - .Coode

Aluis

de

St. Priest.

Secretario · de J"Piaçlo. - E. de 1:1. Rosierc.

(24)

. ' .

, ,

f~-:

.. '

lUlLA'j'OIllO nA IlEj'AIITICÃO

Inp;laterr~.

- H. S. Fox.

Secretario de Logação. -- 'V. G.

Onsl·lt·y.

ENCARtlT!GAUOS 1)11. NEGOCIOS:

.,.Austria. - I3ariío D&iser.

Adllido

. - WnllclI.Dotlrg . "

.. Estudos·Unidos. - Vago

pehl I'ctirada

de EtluUI A.

llrown .

.,.-Roma. - Abbade Fabbl'ilti.

Ãlussla. --

BUfão de Multiu.

-....l\egcnda de Portugal. - Joaquim llarrolo Pereira.

,llelgica. - B. Mary.

,

CONSUJ,ES GtllAES •

.Austria. - Francillco Sdiciner .

...-itoma. - José Dias da

Cruz

Lima • ....Russiu. -

Conselheiro

\Vallenstein

.

.cidades Anseatica.s. - J. H. C.

,Ten Brink .

.. Estado Orientnl. - Anlllllio José de Oliveira Campos.

,Napoles. -:'" Frau~isco Zin!lgo, nomeado ultimamente . .,.Prussia. -' Guilherme Thpremin .

... Republica Argeutina. - Guilherme I>l..att • ...

~uecili.

-

Loun~riço

'Vestiu.

ElõC,UtREGADOS DOS CONSUL.ADOS NA At1Zf.&CIA DOS CONSGLES.

Baviera. -

J.

H. C. Ten Brink, Agente Comm.efciaI.

Dinamarca. -

Jt?ao

Francisco Emery. · _ .. ' Bnnover. - George D<inever.

1Vurtemberg. - João José de CastrQ e Silva.·

CONSULES.

,DiOiu;narca. - Diogo lIamann .

• EstUdos.Unidos: -

João Martins Baker .

.... Inglàtemi. -

Roberto lleskel.

~anover. -

G. H. A. Berg .

..confederaçao Suissa. - Luiz 'ferrisse.

'Wurtemberg. - ClIrIos Luiz Meyer.

'Meklemburgo -Schwerins. - _A. Biesterfeld.

Columbia. - João Andre Cogoy.

Fraoça. - Mr. Taunay.

Secretaria. de Estado em 19 c,1e Abril de 1834.

Benlo

d.

SUV4 Li,boa.

(25)

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DOS NEGOCIOS !lX'l'RANGEmos.

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COMMISSAO MIXTA nnASIr.ElIlA E INGLEZA ..

Commissario Juiz. - O Conselheiro Jo5.o Carneiro de Campos.

Dito Arbitro. - João Pereira de Souza.

Secretario. _

.

Braz Martins da Costa Passos.

raterprete. - Teophilo d. Mello.

Porteiro. - Antonio José Sampaio.

Continuo. - Duarte Ramalho de Sampaio.

Dito. - Jeronimo José l'upe Correia.

Meirinho, e Ajudante. - João Leal de Sampaio.

COMMISSÃO MIXTA EM' SERRA . LEÔ".

Commissario Juiz Brasileiro. - José de Pniva.

Dito dito Arbitro. - Matheus Egidio da Silveira •

COIJMISSAO JlIXTA. BRASILEIRA E I'ORTUGUEZA • .

,

C~tj1missario.

- Fructuoso Luiz da Motta.

,

Dito. - João Pereira Darrigue Faro.

Porteiro. - Antonio Candid' ó Martins.

Secretaria de Estado em 19

· de Abril de 1834.

Benlo da Siloa Lisboa.

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Referências

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