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SONAECOM RESULTADOS 1º SEMESTRE 2006

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Academic year: 2021

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RESULTADOS

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Índice

I. RELATÓRIO DE GESTÃO ...2

1. Mensagem de Paulo Azevedo, CEO da Sonaecom ...3

2. Principais Indicadores do Semestre ...4

3. Resultados Consolidados ...5

3.1. Demonstração de Resultados Consolidados ... 5

3.2. Balanço Consolidado... 7 4. Optimus...9 4.1. Indicadores Operacionais ... 9 4.2. Indicadores Financeiros ... 11 5. Sonaecom Fixo ... 12 5.1. Indicadores Operacionais ... 12 5.2. Indicadores Financeiros ... 13 6. Público... 14 6.1. Indicadores Operacionais ... 14 6.2. Indicadores Financeiros ... 15

7. Software and Systems Integration... 16

7.1. Indicadores Operacionais ... 16 7.2. Indicadores Financeiros ... 16 8. Outros Assuntos ... 17 8.1. Envolvente Regulatória ... 17 8.2. Desenvolvimentos Corporativos... 17 9. Perspectivas Futuras ... 18

10.Governo das Sociedades ... 19

11.Informação Adicional ... 20

II. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS ... 26

Anexo às Demonstrações Financeiras Consolidadas ... 33

Parecer de Revisão Limitada do Auditor Externo sobre as Demonstrações Financeiras Consolidadas ... 80

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I. RELATÓRIO DE GESTÃO

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1. Mensagem de Paulo Azevedo, CEO da Sonaecom

Nas empresas de telecomunicações, continuámos a demonstrar capacidade para inovar, explorar novas soluções tecnológicas e criar novas oportunidades de mercado. A Optimus refinou a sua estratégia de segmentação com o lançamento do Optimus A, para clientes residenciais com um perfil de consumo elevado, e reforçou a sua posição de liderança no segmento de banda larga móvel com o lançamento do Kanguru Xpress, uma oferta de acesso à internet baseada em tecnologia HSDPA. A Sonaecom Fixo lançou a sua oferta de banda larga de 20Mb para o mercado residencial, fortalecendo a sua posição como o Operador de Telecomunicações português mais competitivo em termos de velocidade de Banda Larga e preço.

A Optimus continuou a apresentar melhorias em termos de rentabilidade operacional e FCF gerado, não obstante os impactos das reduções das Tarifas de Terminação Móvel e o maior investimento em UMTS/HSDPA e inovação. A Sonaecom Fixo manteve um enfoque no crescimento da sua quota de mercado de Banda Larga e no reforço do seu negócio de acesso directo, através da aquisição, no semestre, de novos serviços directos ADSL, em linha com as expectativas, e da melhoria dos processos internos de activação.

Na SSI, a 30 de Junho de 2006, completámos a venda da Enabler à Wipro, uma das maiores empresas mundiais fornecedoras de serviços IT/IS. A venda da Enabler é consistente com os nossos princípios estratégicos definidos para a SSI, de lançar e desenvolver negócios de IT focados e com capacidades de crescimento internacional, capazes de gerar as melhores margens de EBITDA quando comparados com empresas concorrentes. Acreditamos que, dado o actual estado de desenvolvimento da Enabler, a sua integração numa empresa líder do sector tecnológico, permitir-lhe-á alcançar o seu potencial de crescimento futuro. O valor implícito nesta transacção foi de um mínimo de 1,4x as Receitas de 2005 e gerou uma mais valia de 25,3 milhões de euros reflectida nas nossas contas de Junho. A SSI continuou a investir em negócios de elevado potencial e participou, no semestre, no lançamento de uma nova empresa de software de retalho, a Profimetrics.

As linhas de receita do Público continuaram sob pressão. No entanto, o EBITDA do 2T06 apresentou uma melhoria significativa comparado com o EBITDA do 1T06, diminuindo o desvio face ao alcançado no ano passado. Dado que esta melhoria não foi suficiente para recuperarmos a performance do Público em 2005 e, com o objectivo de o conseguirmos, iremos alargar o âmbito e ambição dos nossos esforços de reestruturação.

Durante o semestre, prosseguimos com a nossa estratégia de integração dos negócios de telecomunicações, com o intuito de gerar eficiências operacionais e sinergias de custos, tendo completado a total integração das equipas técnicas da Optimus e da Sonaecom Fixo. Como resultado, ambas as equipas encontram-se actualmente a ser geridas por uma mesma estrutura organizativa.

No que concerne à Regulação, algum progresso foi feito durante o 1S06 com o lançamento de uma Oferta de Referência dos termos e condições de acesso às condutas concessionadas do incumbente. Apesar deste desenvolvimento positivo, o mercado de telecomunicações português continua a sofrer da falta de medidas de regulação com resultados efectivos, de forma a suplantar a posição dominante do incumbente nos mercados grossista, voz fixa, conteúdos e banda larga e a falta de concorrência efectiva existente em cada uma destes mercados. De se destacar, como um importante acontecimento político, a determinação pública do Governo em forçar a separação da propriedade da rede cabo e cobre.

A Oferta Pública de Aquisição sobre a Portugal Telecom SGPS SA (PT) está a progredir de acordo com as nossas expectativas. A 17 de Maio de 2006, a Autoridade da Concorrência comunicou a sua intenção de avançar para uma investigação aprofundada da operação e, desde então, submetemos a nossa proposta de remédios para os problemas de concorrência gerados. Finalmente, a 24 de Maio de 2006, adquirimos uma percentagem ligeiramente superior a 1% do capital social da PT, com o propósito de atingir o limiar necessário ao direito mínimo à informação conferido pelo Código das Sociedades Comerciais.

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2. Principais Indicadores do Semestre

Durante o 1S06, a Sonaecom continuou a trabalhar sobre a estratégia de crescimento definida para os seus negócios de telecomunicações, através da inovação e redefinição de mercados, com um claro enfoque na voz directa e nos serviços de Internet de banda larga, bem como nos produtos convergentes Fixo-Móvel e serviços 3G.

Indicadores Operacionais

PRINCIPAIS INDICADORES OPERACIONAIS 1S05 1S06 ∆ 06/05

Optimus

Clientes (EoP) ('000) 2.178,6 2.430,3 11,6%

Novos Clientes ('000) 49,9 77,1 54,6%

Dados como % Receitas de Serviço 10,0% 13,6% 3,6pp

MOU (1) (min.) 110,4 114,2 3,4%

Sonaecom Fixo

Total Serviços (EOP) 256.981 327.347 27,4%

Directos 26.443 194.240

-Acesso Directo como % Receitas de Clientes 29,6% 60,7% 31,1pp

Sonaecom (2)

Colaboradores 2.314,0 2.265,0 -2,1%

(1) Minutos de Utilização por Cliente (Home incluído desde 4T05); (2) Inclui colaboradores das subsidiárias da SSI.

ƒ Optimus: Os Clientes cresceram 11,6% para os 2,4 milhões no 1S06, comparados com 2,2 milhões no final do 1S05; As Receitas de Dados representaram 13,6% das Receitas de Serviços no semestre, em comparação com 10,0% no 1S05.

ƒ Sonaecom Fixo: Os Serviços de Acesso Directo aumentaram 167,8 mil para os 194,2 mil no final do 1S06, em comparação com os 26,4 mil no final do 1S05. As Receitas de Acesso Directo representaram 60,7% das Receitas de Clientes no 1S06, um aumento de 31,1pp quando comparado com o 1S05.

ƒ Sonaecom: O total de colaboradores diminuiu 2,1% face ao 1S05, em linha com os seus esforços de integração das empresas de telecomunicações e a procura de níveis mais elevados de eficiência e de produtividade.

Indicadores Financeiros Consolidados

PRINCIPAIS INDICADORES FINANCEIROS 1S05 1S06 ∆ 06/05

Volume de Negócios 405,9 409,5 0,9% ITDA 83,6 105,5 26,2% argem EBITDA (%) EB M 20,6% 25,8% 5,2pp R CA 64,6 170,9 164,5% es de euros Milhõ EBIT 21,1 39,2 85,8% EBT 15,3 31,5 105,9%

esultado Líquido - Grupo (1) 5,8 24,3

-PEX

EBITDA - CAPEX 19,0 -65,4

-FCF (2) -15,0 -112,8

-(1

ƒ o semestre foi de 409,5 milhões de euros, 0.9% acima do valor do 1S05, impulsionado pelo crescimento dos novos serviços e produtos, apesar da programada redução das Tarifas de Terminação Móvel.

ntes aumentaram 3,9% para os 268,5 milhões de euros, no 1S06, face ao 1S05, como resultado do aumento de 2,7% na Optimus e 16% na So

ƒ O EBITDA aumentou 26,2% para os 105,5 milhões de euros, em comparação com os 83,6 milhões do 1S05, incluindo a mais valia de 25,3 milhões de euros decorrente da venda da Enabler. Excluindo o impacto desta mais valia, o EBITDA teria diminuído em 4,1% para os 80,2 milhões de euros.

) Resultados Líquidos após Interesses Minoritários; (2) FCF após Custos Financeiros e antes de Fluxos de Capitais e custos de emissão de empréstimos.

O Volume de Negócios d

ƒ As Receitas Consolidadas de Clie naecom Fixo.

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3. Resultados Consolidados

3.1. Demonstração de Resultados Consolidados

DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS CONSOLIDADOS 1S05 1S06 ∆ 06/05

Volume de Negócios 405,9 409,5 0,9%

Optimus 298,6 291,2 -2,5%

Sonaecom Fixo 75,2 93,8 24,7%

Público 22,8 19,3 -15,6%

SSI 43,2 46,1 6,9%

Outros & Eliminações -33,9 -40,8 -20,5%

Outras Receitas 2,3 28,5

-Custos operacionais 321,6 327,0 1,7%

Custo das Vendas 45,0 46,7 3,7%

Custos de Rede (1) 121,7 125,1 2,8%

Custos com Pessoal 52,8 52,9 0,2%

Marketing e Vendas 43,9 42,3 -3,7%

Serviços Subcontratados (2) 28,3 31,4 10,9%

Despesas Gerais e Administrativas 22,7 23,4 3,1%

Outros Custos Operacionais 7,2 5,2 -27,3%

Provisões e Perdas de Imparidade 3,0 5,6 85,4%

EBITDA 83,6 105,5 26,2% Margem EBITDA (%) 20,6% 25,8% 5,2pp Optimus 85,9 86,9 1,1% Sonaecom Fixo -4,0 -7,1 -75,2% Público -0,7 -2,7 -SSI 5,2 29,2

-Outros & Eliminações -2,6 -0,8 68,8%

Depreciações e Amortizações 62,5 66,3 6,0% EBIT 21,1 39,2 85,8% Resultados Financeiros -5,8 -7,7 -32,9% Proveitos Financeiros 2,0 3,2 58,6% Custos Financeiros 7,8 10,9 39,5% EBT 15,3 31,5 105,9% Impostos 1,7 -1,1 -Resultado Líquido 13,5 32,6 140,7% 5,8 24,3 -Milhões de euros Atribuível ao Grupo

Atribuível a Interesses Minoritários 7,7 8,3 7,3%

(1) Custos de Rede = Interligação mais Circuitos Alugados mais Conteúdos mais Outros Custos de Operação de Rede; (2) Serviços Subcontratados = Serviço ao Cliente Consultores e Subcontratos.

Volume de Negócios

O Volume de Negócios Consolidado, do 1S06, foi de 409,5 milhões de euros, 0,9% acima do valor do 1S05, apesar do significativo efeito negativo da redução das Tarifas de Terminação Móvel, com um impacto de 15,6 milhões de euros nas Receitas de Operadores no semestre, em comparação com o 1S05, e da contínua descida do tráfego proveniente de operadores fixos. Os principais contributos para a performance positiva do Volume de Negócios Consolidado foram: (i) o aumento da Receita de Clientes da Optimus em 2,7%, resultado do enfoque em inovação, o qual compensou parcialmente o impacto da redução das Tarifas de ceitas de Operadores; e (ii) um aumento do Volume de Negócios

as no semestre alcançaram os 28,5 milhões de euros, incluindo a mais valia de 25,3 milhões de euros com a venda da Enabler. Estas Outras Receitas não são incluídas no Volume de Negócios, uma vez que não resultam da actividade corrente da Sonaecom, apesar de afectarem o EBITDAP, EBITDA e Resultado Líquido da Sonaecom.

Terminação Móvel nas Re

da Sonaecom Fixo de 24,7%, originado por um forte crescimento das Receitas de Operadores, em 31,1%, e das Receitas de Clientes, em 16%, as últimas explicadas pela performance do negócio de acesso directo.

Outras Receitas As Outras Receit

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Custos Operacionais

O Total de Custos Operacionais excluindo o Custo das Vendas aumentou 1,3%, para 280,3 milhões de euros, no 1S06, em comparação com 276,6 milhões de euros no 1S05, e representou 68,4% do Volume de negócios em comparação com 68,1% no 1S05. Os principais contributos para este aumento foram: (i) custos com Serviços Subcontratados superiores em 10,9%, resultado do crescimento significativo dos serviços de acesso directo de ULL da Sonaecom Fixo, que exigem um maior número de serviços de suporte à activação dos clientes; e (ii) Custos de Rede superiores em 2,8%, explicados pelo aumento nos custos de energia e rendas associados ao alargamento da rede 3G da Optimus e maior número de Centrais desagregadas. O Custo das Vendas aumentou 3,7%, no 1S06 face ao 1S05, resultado da expansão do portfolio de produtos à venda e do aumento das vendas de equipamentos geradas pelas empresas de telecomunicações. Os custos de Marketing e Vendas diminuíram em 3,7% no 1S06 comparado com o 1S05, em resultado da menor actividade comercial e promocional da Optimus, dado o elevado esforço de marketing realizado nos 4 trimestres passados.

As provisões e perdas de imparidade do 1S06 foram superiores em 2,6 milhões de euros às registadas no 1S05, devido às provisões acrescidas para cobrança duvidosa, reflexo da deterioração na cobrança de facturas.

EBITDA

O EBITDA Consolidado foi de 105,5 milhões de euros no 1S06, gerando uma margem de 25,8%, valores comparáveis com um EBITDA de 83,6 milhões e uma margem de 20,6%, no 1S05, incluindo a mais valia de 25,3 milhões de euros com a venda da Enabler. Excluindo o impacto da mais valia, o EBITDA teria diminuído em 4,1% para os 80,2 milhões de euros, comparado com o 1S05, como resultado de uma menor contribuição por parte da Sonaecom Fixo, Público e SSI.

Resultado Líquido

Os custos com Depreciações e Amortizações cresceram 6% no 1S06, de 62,5 milhões de euros no 1S05 para 66,3 milhões de euros, devido ao aumento da base de activos como resultado do alargamento da rede UMTS/HSDPA da Optimus e dos investimentos na rede de suporte à banda larga ULL.

Os Custos Financeiros Líquidos aumentaram 1,9 milhões de euros face ao 1S05, maioritariamente explicados pelo aumento da Dívida Bruta média, resultado do empréstimo obrigacionista de 150 milhões de euros, emitido em Junho de 2005, e pelo aumento das taxas Euribor em 25 pontos percentuais até Dezembro de 2005. Como consequência, os custos financeiros aumentaram 39,5% para 10,9 milhões de euros, face aos 7,8 milhões de euros registados no 1S05. A diminuição da Liquidez, verificada durante o 1S06, resultado da compra de uma percentagem ligeiramente superior a 1% do capital social da PT, gerou uma redução do montante de aplicações de tesouraria no semestre e respectivos proveitos associados.

No 1S06, a linha de Impostos apresenta um proveito de 1,1 milhões de euros, o que compara com um encargo de 1,7 milhões registado no 1S05, incluindo um imposto corrente de 0,7 milhões de euros e movimentos de impostos diferidos activos, no 1S06, que geraram um proveito líquido de 1,8 milhões de euros.

Resultado de um EBITDA superior, o Resultado Líquido antes de Minoritários totalizou 32,6 milhões de euros positivos, montante superior aos 13,5 milhões registados no 1S05. Excluindo o impacto da mais valia com a venda da Enabler, o Resultado Líquido antes de Minoritários teria diminuído 7,3 milhões de euros, maioritariamente explicado pela evolução do EBITDA, pelos custos de Amortização e Depreciação superiores em 3,8 milhões de euros e pelos Custos Financeiros Líquidos mais elevados no semestre, comparado com o 1S05. Os Resultados Líquidos atribuídos ao Grupo foram positivos em 24,3 milhões de euros, superiores aos 5,8 milhões de euros do 1S05.

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3.2. Balanço Consolidado BALANÇO CONSOLIDADO 1S05 1S06 ∆ 06/05 262,6 596,6 127,2% teresses Minoritários 180,7 120,3 -33,4% 2,8 14,1 -Outros 12,1 19,2 58,8% Passivo Corrente 261,8 273,4 4,4% Empréstimos Bancários 0,8 0,7 -13,6% Fornecedores 127,6 132,1 3,6% Outros 133,4 140,6 5,4% CAPEX 64,6 170,9 164,5%

CAPEX como % Volume de Negócios 15,9% 41,7% 25,8pp

EBITDA - CAPEX 19,0 -65,4

-FCF (1) -15,0 -112,8

-Dívida Bruta 459,7 462,8 0,7%

Dívida Líquida 279,5 366,8 31,2%

Dívida Líquida/EBITDA últimos 12 meses 1,5 x 2,1 x 0,6x

EBITDA/Juros (2) 16,3 x 13,2 x -3,1x

Dívida / (Dívida + Capital Próprio) 50,9% 39,2% -11,7pp

es de euros Milhõ

Total do Activo 1.174,9 1.481,9 26,1%

Activos não Correntes 761,1 1.111,7 46,1%

Imobilizações Corpóreas e Incorpóreas 644,2 648,1 0,6%

Diferenças de Consolidação 41,2 282,0

-Investimentos 1,9 108,8

-Impostos Diferidos Activos 67,8 67,9 0,1%

Outros 6,1 5,0 -17,8% Activos Correntes 413,8 370,2 -10,5% Clientes 134,1 142,5 6,3% Liquidez 180,1 96,0 -46,7% Outros 99,5 131,7 32,3% Capital Próprio 443,3 716,9 61,7% Grupo In Total Passivo 731,6 765,0 4,6%

Passivo não Corrente 469,8 491,6 4,6%

Empréstimos Bancários 453,2 458,3 1,1%

Outros Empréstimos 1,7 0,0 -100,0%

Provisões para outros Riscos e Encargos

(1) FCF após Custos Financeiros e antes de Fluxos de Capitais e Custos de Emissão de Empréstimos; (2) Cobertura de Juros.

CAPEX

O CAPEX Consolidado, no 1S06, foi de 170,9 milhões, incluindo 105,9 milhões de euros relativos à aquisição de aproximadamente 11,3 milhões de acções da PT a um preço médio de 9,38 euros por acção. Excluindo o impacto desta transacção, o CAPEX consolidado teria alcançado os 64,9 milhões de euros, 0,4% superior ao valor registado no 1S05, representando 15,8% do Volume de Negócios. Este nível de CAPEX ajustado do semestre foi consistente com a estratégia de crescimento sustentado da Sonaecom e reflecte o investimento relativo ao desenvolvimento da rede UMTS e da rede HSDPA e ao desenvolvimento da Nova Geração de Rede, nomeadamente, investimentos associados ao aumento de clientes dos negócios de desagregação do lacete para o Acesso Directo de Banda Larga.

Excluindo a aquisição de acções da PT, 38,2% do total do CAPEX foi investido no desenvolvimento da rede UMTS/HSDPA, 15,6% foi investido na rede de suporte à banda larga ULL, 15,4% são relativos a investimentos de sistemas de informação e tecnologia informática e 2,3% foram custos de desenvolvimento do Triple Play.

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FCF

FREE CASH FLOW ALAVANCADO 1S05 1S06 ∆ 06/05

EBITDA-CAPEX 19,0 -65,4

-Variação de Fundo de Maneio -11,2 -49,5

-Items não monetários e Outros -17,8 7,7

-Cash Flow Operacional -10,0 -107,2

-Resultados Financeiros -4,1 -4,9 -21,4%

Impostos -0,9 -0,7 27,7%

FCF -15,0 -112,8

-Milhões de euros

O FCF Consolidado do 1S06 foi negativo em 112,8 milhões de euros, maioritariamente explicado pelo investimento de 105,9 milhões de euros com a aquisição de acções de PT, e não obstante o encaixe com a venda da Enabler. Excluindo estes impactos extraordinários, o FCF teria sido negativo em 28,2 milhões de euros, em comparação com os 15 milhões de euros negativos do 1S05. Esta performance é maioritariamente explicada por maior investimento em Fundo de Maneio.

Estrutura de Capital

No final de Junho de 2006, a Dívida Bruta Consolidada ascendia a 462,8 milhões de euros, semelhante ao valor de Junho 2005. Este valor reflecte o empréstimo obrigacionista por colocação privada, emitido em Junho de 2005 no montante de 150 milhões de euros. A Liquidez Consolidada diminuiu 84,1 milhões de euros, de 180,1 milhões de euros no 1S05 para 96 milhões de euros no 1S06, devido, essencialmente, ao uso de liquidez na aquisição de 1% da PT e à entrada de dinheiro com a venda da Enabler. A Dívida Líquida Consolidada, no 1S06, totalizou 366,8 milhões de euros, um aumento de 87,3 milhões face ao valor do final do 1S05.

No final do 1S06, e comparativamente com o final do 4T05, o rácio Dívida Líquida Consolidada: EBITDA deteriorou-se de 1,6x para 2,1x, o rácio Dívida Bruta: Capital Próprio diminuiu dos 39,9% para os 39,2%, enquanto o rácio de Cobertura de Juros melhorou de 8,9x para os 13,2x. Excluindo a mais valia e o encaixe com a venda da Enabler, o rácio Dívida Líquida Consolidada: EBITDA ter-se-ia deteriorado para 2,5x, o rácio Dívida Bruta: Capital Próprio ter-se-ia deteriorado marginalmente para os 40,1%, enquanto o rácio de Cobertura de Juros teria melhorado para os 10,0x.

A Dívida Líquida da Sonaecom SGPS ascendeu a 182,8 milhões de euros no final do 1S06, reflectindo uma posição de liquidez total de 45,2 milhões, uma dívida externa de 146,4 milhões de euros e aplicações de tesouraria efectuadas pelas subsidiárias com a Sonaecom no montante de 81,7 milhões de euros.

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4. Optimus

4.1. Indicadores Operacionais

OPTIMUS - INDICADORES OPERACIONAIS 2T05 2T06 ∆ 06/05 1T06 1S05 1S06 ∆ 06/05

liente 29,5 52,0 76,2% 49,2 27,8 50,4 81,4% (min.) 112,1 114,7 2,3% 113,7 110,4 114,2 3,4% 21,9 19,4 -11,4% 19,3 22,0 19,4 -12,1% Clientes (EoP) ('000) 2.178,6 2.430,3 11,6% 2.383,4 2.178,6 2.430,3 11,6% % Clientes Pré-Pagos 81,9% 80,3% -1,7pp 80,9% 81,9% 80,3% -1,7pp Clientes Activos (1) 1.736,4 1.922,5 10,7% 1.890,1 1.723,2 1.906,3 10,6% Novos Clientes ('000) 42,9 46,9 9,3% 30,2 49,9 77,1 54,6%

Dados como % Receitas de Serviço 10,2% 13,8% 3,6pp 13,4% 10,0% 13,6% 3,6pp Total #SMS/mês/C (2) MOU ARPU (euros) ARPM (3) (euros) 0,20 0,17 -13,4% 0,17 0,20 0,17 -15,0% CCPU (4) (euros) 16,5 14,8 -10,1% 14,4 16,4 14,6 -10,6% SAC&SRC (5) ( '000 000 euros) 26,1 24,8 -5,0% 18,7 46,6 43,5 -6,6% Colaboradores (6) 1.042 1.054 1,2% 1.067 1.042 1.054 1,2%

(1) Clientes Activos com Receitas geradas nos últimos 90 dias; (2) Minutos de Utilização por Cliente (Home incluído desde 4T05); (3) Receita Média por Minuto; (4) Custo por Cliente = Custos Operacionais Totais por Cliente menos Vendas de Equipamento ; (5) Total dos Custos de Aquisição e Retenção; (6) Inclui divisão de Serviços Partilhados.

A actividade comercial da Optimus, focada em inovação e iniciativas de crescimento, continuou a apresentar resultados positivos em termos de crescimento de clientes e de Receitas de Clientes, compensando parcialmente as reduções faseadas das Tarifas de Terminação Móvel e uma maior concorrência de preços no segmento de Pequenas e Médias Empresas.

cimento

portátil de acesso à Internet de banda larga, bre tecnologia HSDPA, a um preço de 39,9 euros, com uma velocidade até os 1,8Mbps, 5

as tarifas uma tarifa única por continente; e (iv) a parceria comercial com a Microsoft foi alargada,

base de clientes da Optimus cresceu 11,6% para os 2,4 milhões, no final do 1S06, em comparação com os 2,18 milhões no final do 1S05, apresentando 77,1 mil novos clientes. Os clientes activos, no final do 1S06, totalizaram 1,9 milhões, face a 1,72 milhões no 1S05, um aumento de 183 mil comparado com o 1S05.

Os novos produtos, nomeadamente o Home e o Kanguru, foram os principais responsáveis pelo crescimento do número de clientes da Optimus. O produto Home continuou a atrair novos clientes e encontra-se em linha com os objectivos internos, e o Kanguru apresentou uma performance melhor do que o esperado e impulsionou a utilização de dados.

Para o 1S06, os clientes da Optimus geraram um ARPU de 19,4 euros, abaixo do ARPU de 22 euros do 1S05, uma diminuição de 12,1% essencialmente explicada pelo impacto da redução faseada das Tarifas de Terminação Móvel e da redução contínua de tráfego proveniente de operadores fixos.

Iniciativas de Cres

Durante o 1S06, a Optimus manteve a sua aposta na inovação, tendo tido como objectivo o aumento da sua rentabilidade com o crescimento dos serviços de dados UMTS, refinamento da estratégia de segmentação e extensão do seu mercado alvo. Os novos produtos lançados incluem: (i) Kanguru Xpress, um novo produto

so

vezes superior à velocidade de 384Kbps do produto original; (ii) Optimus A, uma proposta de valor para clientes residenciais de elevado consumo, com tarifas exclusivas, renovação gratuita de telemóvel e maior qualidade no serviço ao cliente; (iii) Low Cost, um serviço de roaming endereçado a quem viaja internacionalmente, com uma redução de 50% d

e

com a Optimus a ser o primeiro operador na Europa a oferecer Push-Email em telemóveis PDA.

Base de Clientes A

(11)

Utilização de Dados

As Receitas de Dados representaram 13,6% das Receitas de Serviço no 1S06, um crescimento de 3,6pp face à percentagem do 1S05, consequência da aposta de investimento da Optimus em serviços e telemóveis GPRS e 3G. O total de SMS’s do 1S06 por cliente aumentou 81,4%, representando 62% do total das Receitas de Dados, em comparação com 74% no 1S05. Tráfego

No 1S06, o tráfego total1 foi superior em 14,6% ao registado no 1S05, com os minutos de

utilização por cliente a aumentar 3,4% para os 114,2 minutos, comparado com os 110,4 minutos no 1S05, essencialmente devido à performance dos novos produtos e serviços lançados. As Receitas de Operadores da Optimus continuaram a ser negativamente afectadas pela redução contínua de tráfego proveniente de operadores fixos, que decresceu 11,5% quando comparado com o 1S05.

Rede Móvel

Durante o 1S06, as equipas técnicas da Optimus e da Sonaecom Fixo foram totalmente integradas, 220 colaboradores da Optimus e 110 colaboradores da Sonaecom Fixo, em linha com a estratégia do Grupo de integração da gestão, recursos, rede e sistemas. Subjacente a esta estratégia encontra-se o desejo da Sonaecom de gerar eficiências operacionais e sinergias de custos, bem como fomentar o desenvolvimento de produtos e oportunidades de marketing cruzado entre os dois negócios.

No início do 1S06, a Optimus completou o processo de revisão dos preços e condições da oferta de equipamentos de rede 3G e 3,5G. Como resultado deste processo, a Huawei juntou-se à Ericsson e à Motorola como os principais fornecedores de rede backbone e de acesso da Optimus.

Durante o 1S06, com vista a suportar as novas ofertas móveis de banda larga e garantir uma boa qualidade de serviço, a Optimus continuou a investir na extensão da sua rede de acesso e capacidade instalada, através do investimento em novos sites de UMTS. No final do semestre, a rede UMTS tinha uma cobertura de cerca de 60% da população, proporcionando velocidades até 384Kbps, da qual 50% apresentava tecnologia HSDPA, proporcionando larguras de banda até 1,8Mbps.

Novos acordos de Roaming foram assinados, com os quais a Optimus expande a sua cobertura internacional a mais de 170 países, dos quais 33 com acordos de Roaming 3G, tornando-se assim o operador móvel português com a maior cobertura internacional de GPRS e 3G.

1 Tráfego Total = tráfego total recebido + tráfego total gerado + Roaming out gerado

(12)

4.2. Indicadores Financeiros

OPTIMUS CONSOLIDADO-DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 1S05 1S06 ∆ 06/05

Volume de Negócios 298,6 291,2 -2,5% Receitas de Serviço 277,8 270,5 -2,6% Receitas de Clientes 190,1 195,3 2,7% Receitas de Operadores 87,7 75,2 -14,3% Vendas de Equipamento 20,8 20,7 -0,1% Outras Receitas 12,5 18,0 44,1% Custos Operacionais 222,7 217,5 -2,3%

Custo das Vendas 29,3 29,0 -0,7%

Interligação e Conteúdos 69,1 63,9 -7,5%

Circuitos Alugados e Outros Custos de Operação de Rede 22,5 24,8 10,1%

Custos com Pessoal 23,5 24,7 4,7%

Marketing e Vendas 33,9 30,7 -9,6%

Serviços Subcontratados (1) 24,5 25,4 3,5%

Despesas Gerais e Administrativas 13,5 14,1 4,1%

Outros Custos Operacionais 6,2 4,9 -22,2%

Provisões e Perdas de Imparidade 2,5 4,9 94,4%

Margem de Serviço (2) 208,7 206,6 -1,0% Margem de Serviço (%) 75,1% 76,4% 1,2pp EBITDA 85,9 86,9 1,1% Margem EBITDA (%) 28,8% 29,8% 1,1pp Depreciações e Amortizações 54,1 57,5 6,1% EBIT 31,7 29,4 -7,4% Resultados Financeiros -6,6 -6,2 6,1% Proveitos Financeiros 0,7 1,4 120,8% Custos Financeiros 7,3 7,7 5,2% EBT 25,1 23,2 -7,7% Impostos 1,7 -2,1 -Resultado Líquido 23,4 25,2 7,8% CAPEX 26,6 47,4 78,5%

CAPEX como % Volume de Negócios 8,9% 16,3% 7,4pp

EBITDA - CAPEX 59,3 39,4 -33,6%

FCF (3) 19,5 13,9 -28,7%

Dívida Bruta 311,8 316,1 1,4%

Dívida Líquida 282,2 215,1 -23,8%

Dívida Líquida/EBITDA últimos 12 meses 1,5 x 1,3 x -0,3x

EBITDA/Juros 17,4 x 16,7 x -0,7x

Dívida / (Dívida + Capital Próprio) 47,4% 44,5% -2,8pp

Milhões de euros

(1) Serviços Subcontratados = Serviço ao Cliente, Consultores e Subcontratos; (2) Margem de Serviço = Receitas de Serviço menos Custos de Interligação e Conteúdos; (3) FCF após Custos Financeiros e antes de Fluxos de Capitais e Custos de Emissão de Empréstimos.

Volume de Negócios

As Receitas de Clientes aumentaram 2,7% para os 195,3 milhões de euros, comparado com os 190,1 milhões de euros do 1S05, maioritariamente explicado pela performance do Home e Kanguru. As Receitas de Serviço diminuíram 2,6% para os 270,5 milhões de euros, devido à redução nas Receitas de Operadores em 14,3% para 75,2 milhões de euros no 1S06 face ao 1S05, o que provocou uma diminuição de 15,6 milhões de euros nas Receitas de Operadores.

EBITDA

O EBITDA, no 1S06, foi de 86,9 milhões de euros, um aumento de 1,1% face ao valor do 1S05, essencialmente devido ao crescimento das Receitas de Cliente, apesar de um decréscimo das Tarifas de Terminação Móvel que levaram a uma redução de 4,9 milhões de euros no EBITDA, quando comparado com o 1S05. O total de Custos Operacionais líquido de Outras Receitas e excluindo o Custo das Vendas e o Custo de Marketing e Vendas diminuiu 7,2 milhões de euros no 1S06 comparado com o 1S05, de 147 milhões de euros para os 139,8 milhões de euros, reflectindo o compromisso de contenção de custos e a gestão de eficiência, não obstante a extensão da rede 3G e o maior número de produtos em oferta e de clientes.

(13)

Relativamente aos outros custos, os Custos de Interligação e Conteúdos diminuíram 7,5%, em resultado dos benefícios decorrentes dos cortes nas Tarifas de Terminação Móvel e apesar do aumento do tráfego móvel no semestre; os Circuitos Alugados e os Custos de Operação de Rede aumentaram 10,1%, devido à extensão da rede 3G e HSDPA e consequentes custos acrescidos de circuitos, energia e rendas; os Serviços Subcontratados cresceram 3,5%, reflectindo os serviços prestados pela área de serviços partilhados à Sonaecom Fixo, com a respectiva receita incluída em outras Receitas.

Os custos de Marketing e Vendas, incluindo a subsidiação, foram de 39 milhões de euros no 1S06, uma redução de 3,4 milhões de euros face ao 1S05, reflectindo uma diminuição da subsidiação em 0,2 milhões de euros, resultado de descontos expectáveis não recorrentes concedidos por Fornecedores de Equipamento. Excluindo estes descontos, a subsidiação teria sido superior à do 1S05, à custa das campanhas de promoções de telemóveis e cartões 3G.

5. Sonaecom Fixo

5.1. Indicadores Operacionais

SONAECOM FIXO - INDICADORES OPERACIONAIS 1S05 1S06 ∆ 06/05

67.770 -45,6% 13.486 -11,4% 90.641 51.851 -42,8%

571.235 719.827 26,0% tal Tráfego Internet

Total Serviços (EOP) 256.981 327.347 27,4%

Directos 26.443 194.240

-ULL 24.501 192.063

-Outros 1.942 2.177 12,1%

Indirectos 230.538 133.107 -42,3%

Voz 124.668

Internet Banda Larga 15.229

Internet Banda Estreita

Total Acessos (1) n.a. 248.116 n.a.

PSTN/RDIS n.a. 133.452 n.a.

ULL ADSL n.a. 101.178 n.a.

Wholesale ADSL n.a. 13.486 n.a.

Centrais Desagregadas com Transmissão 107 138 29,0%

Centrais Desagregadas com ADSL2+ 70 130 85,7%

Acesso Directo como % Receitas de Clientes 29,6% 60,7% 31,1pp Total Tráfego Voz('000 Min.)

To

Banda Estreita ('000 Min.) 266.608 139.569 -47,7%

Banda Larga ('000 Gigabytes) 793 4.514

-Colaboradores 275 174 -36,7%

(1) Critérios de reporte de acordo com a metodologia Anacom: serviços RDIS equivalentes a 2 ou 30 acessos consoante sejam acessos básicos (BRI) ou primários (PRI); Acessos não incluem serviços de voz indirecta e de banda estreita nem serviços de dados e de wholesale.

A Sonaecom Fixo continuou a expandir os seus serviços de ADSL através da desagregação do çando a sua transformação num modelo de negócio de Acesso Directo,

tuiu o ntigo produto 16Mbps, ao oferecer maior banda larga a um preço bastante atractivo. Com propósito, houve igualmente a substituição do antigo serviço de 2Mbps por um de

te da oferta Triple Play para todos os seus lientes de Double Play em áreas seleccionadas, oferecendo-lhes 4 pacotes de IPTV, a pos is adicionais e canais Premium, incluindo Vídeo on

emand bora este serviço seja comercializado a todos os clientes elegíveis de double

play, continua a ser alvo de um esforço promocional muito reduzido e limitado.

lacete local, refor

através da sua oferta de Double Play, a qual representa cerca de 60% do total de Serviços. A empresa realizou esforços significativos para ser mais agressiva nas ofertas de ADSL, oferecendo liderança ao nível de produto e competitividade ao nível do preço.

Iniciativas de Crescimento

A Sonaecom Fixo lançou um novo serviço de banda larga, oferecendo até 20Mbps para um serviço de voz e Internet ao preço de 34,9 euros por mês. Este novo serviço substi a

o mesmo

4Mbps, oferecido ao mesmo preço de 29,9 euros e incluindo chamadas ilimitadas para a rede fixa durante o período nocturno.

Durante Abril, a Sonaecom Fixo alargou o seu tes c

sibilidade de subscrição de cana . Em

D

(14)

Base de Clientes

No final do 1S06, o total de Serviços prestados pela Sonaecom Fixo foi de 327,3 mil, representando um crescimento de 27,4% relativamente ao 1S05. O aumento de serviços por acesso directo mais do que compensou a diminuição dos serviços prestados por acesso indirecto, tendo a totalidade dos serviços por acesso directo representado quase 59% da base de clientes da Sonaecom Fixo, no 1S06, o que compara com 10% no 1S05. A média de activação mensal de serviços por acesso directo tem vindo a melhorar desde Setembro de 2005, com uma taxa média de activação que ultrapassou os 16 mil serviços no 1S06. Tráfego

O tráfego de voz da Sonaecom Fixo aumentou 26% no 1S06 para 719,8 milhões de minutos, comparado com os 571,2 milhões do 1S05, resultado do crescimento de 40,1% do Tráfego Grossista, e do aumento de 163% do tráfego de voz directa, mais do que compensando o decréscimo de 42% do tráfego de voz indirecta.

5.2. Indicadores Financeiros

SONAECOM FIXO - DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 1S05 1S06 ∆ 06/05

Volume de Negócios 75,2 93,8 24,7%

Receitas de Serviço 75,2 92,7 23,3%

Receitas de Clientes 38,6 44,8 16,0%

Receitas de Acesso Directo 11,4 27,2 138,9%

Receitas de Acesso Indirecto 26,4 16,9 -36,0%

Outros 0,7 0,6 -21,3%

Receitas de Operadores 36,6 48,0 31,1%

Vendas de Equipamento 0,0 1,1

-Outras Receitas 1,7 2,5 48,6%

Custos Operacionais 80,8 102,9 27,4%

Custo das Vendas 0,0 1,2

-Interligação 37,3 50,7 35,8%

Circuitos Alugados e Outros Custos de Operação de Rede 13,2 15,9 19,9%

Custos com Pessoal 6,9 4,8 -29,8%

Marketing e Vendas 7,6 9,9 29,1%

Serviços Subcontratados (1) 10,7 15,8 48,0%

Despesas Gerais e Administrativas 4,6 4,2 -7,5%

Outros Custos Operacionais 0,5 0,4 -13,9%

Provisões e Perdas de Imparidade 0,1 0,4 185,5%

Margem de Serviço (2) 37,9 42,1 11,0% Margem de Serviço (%) 50,4% 44,8% -5,5pp EBITDA -4,0 -7,1 -75,2% Mar Dep gem EBITDA (%) -5,4% -7,5% -2,2pp reciações e Amortizações 6,9 7,9 15,0% EBIT -10,9 -15,0 -37,3% Resultados Financeiros -0,9 -1,3 -36,0% Proveitos Financeiros 0,3 0,1 -70,1% Custos Financeiros 1,2 1,4 13,8% EBT -11,9 -16,3 -37,2% Impostos -1,0 0,0 -Resultado Líquido -10,9 -16,3 -49,3% CAPEX 13,0 16,1 24,1%

CAPEX como % Volume de Negócios 17,2% 17,2% -0,1pp

EBITDA - CAPEX -17,0 -23,2 -36,2%

FCF (3) -13,0 -36,1 -177,1%

Dívida Bruta 60,2 87,1 44,7%

Dívida Líquida 47,1 86,7 84,2%

Dívida Líquida/EBITDA últimos 12 meses -29,5 x -4,9 x 24,6x

EBITDA/Juros -3,9 x -5,2 x -1,3x

Dívida / (Dívida + Capital Próprio) 68,9% 94,4% 25,4pp

Milhões de euros

(1) Serviços Subcontratados = Serviço ao Cliente, Consultores e Subcontratos; (2) Margem de Serviço = Receitas de Serviço menos Custos de Inteligação; (3) FCF após Custos Financeiros e antes de Fluxos de Capitais e Custos de Emissão de Empréstimos.

(15)

Volume de Negócios

O Volume de Negócios do 1S06 foi de 93,8 milhões de euros, um aumento de 24,7% face ao valor do 1S05, devido essencialmente ao aumento significativo de 138,9% das Receitas de Acesso Directo e de 31,1% das Receitas de Operadores, as quais representaram 29,3% e 51,8% das Receitas de Serviço, comparadas com 15,2% e 48,7% no 1S05, respectivamente. O peso das Receitas de Acesso Directo no total do Volume de Negócios reflecte a mudança de estratégia, iniciada no final de 2004 e mantida durante 2005 e 2006. As Receitas de Acesso Directo representaram 61% das Receitas de Clientes no semestre.

EBITDA

Apesar da melhor performance ao nível do Volume de Negócios, a Sonaecom Fixo registou um EBITDA negativo de 7,1 milhões de euros, em comparação com os 4 milhões de euros negativos do 1S05, devido aos custos incorridos com o esforço de expansão agressiva dos serviços de Acesso Directo de Banda Larga: (i) aumento de 29,1% dos custos de Marketing e Vendas para 9,9 milhões de euros, no 1S06, comparado com os 7,6 milhões de euros no 1S05, justificado pelas maiores comissões relacionadas com a aquisição de clientes; (ii) crescimento dos custos com Serviços Subcontratados de 48% comparado com o 1S05, como resultado da Sonaecom Fixo subcontratar os serviços de Rede e de ISP aos serviços partilhados da Optimus; (iii) maiores Custos de Operação de Rede, devido ao número de centrais desagregadas; (iv) aumento de 35,8% dos Custos de Interligação, devido aos maiores custos de desagregação do lacete local relacionados com os custos da mensalidade e de instalação, reflectindo uma maior base de clientes de Acesso Directo e o maior volume de tráfego de voz no 1S06, comparado com o 1S05; e (v) perda de margem com a redução dos clientes de voz indirecta e de Internet banda estreita. Os Custos com Pessoal da Sonaecom Fixo reduziram 29,8%, como resultado da integração da equipa técnica de 110 colaboradores na estrutura de serviços partilhados da Optimus.

6. Público

6.1. Indicadores Operacionais

PÚBLICO - INDICADORES OPERACIONAIS 1S05 1S06 ∆ 06/05

Circulação Média Mensal (1) 48.923 46.145 -5,7%

Quota de Mercado de Publicidade (%) 15,0% 15,4% 0,4pp

Colaboradores 362 351 -3,0%

(1) Valor estimado actualizado no trimestre seguinte.

O Público teve outro semestre difícil, continuando a apresentar uma performance abaixo das expectativas em termos de receitas e rentabilidade. No entanto, têm sido adoptadas novas medidas com vista a resolver o problema e contornar a performance actual.

A circulação média mensal do Público decresceu 5,7%, de uma média de 48.923 unidades no 1S05, para 46.145 unidades no 1S06, como resultado das pressões competitivas impostas pelos jornais sensacionalistas e de distribuição gratuita, e da redução da dimensão do mercado de imprensa. De acordo com os últimos dados de mercado disponíveis, a

colecções de maiores margens e negócios partilhados de forma a duzir os riscos associados. Adicionalmente, manteve um esforço de aumentar os clientes de jornal por assinatura, através da implementação de uma distribuição porta a porta em 5 distritos portugueses, e do Público online, o qual já é líder de mercado em termos de visitas e Receitas.

circulação média mensal do mercado de imprensa diária reduziu-se em 18 mil unidades no 1T06 quando comparado com o 1T05, uma decréscimo que se espera que continue. A quota de Publicidade do Público não foi afectada pela performance da circulação, alcançando os 15,4% no 1S06, 0,4pp acima da quota do 1S05.

Durante o semestre, o Público reorientou a sua estratégia ao nível dos Produtos Associados, através do enfoque em

re

(16)

6.2. Indicadores Financeiros

PÚBLICO CONSOLIDADO-DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 1S05 1S06 ∆ 06/05

Volume de Negócios 22,82 19,25 -15,6%

Vendas de Publicidade (1) 8,91 7,87 -11,6%

Vendas de Jornais 6,26 6,14 -1,9%

Vendas de Produtos Associados 7,66 5,25 -31,5%

Outras Receitas 0,28 0,19 -31,9%

Custos operacionais 23,67 22,05 -6,8%

Custo das Vendas 7,23 5,97 -17,5%

Custos com Pessoal 7,04 7,29 3,5%

Marketing e Vendas 1,96 1,45 -26,3%

Serviços Subcontratados (2) 5,32 5,69 7,1%

Despesas Gerais e Administrativas 2,08 1,64 -21,3%

Outros Custos Operacionais 0,03 0,02 -46,9%

Provisões e Perdas de Imparidade 0,18 0,05 -73,2%

EBITDA -0,75 -2,66 -Margem EBITDA (%) -3,3% -13,8% -10,5pp Depreciações e Amortizações 0,68 0,41 -39,1% EBIT -1,43 -3,07 -115,7% Resultados Financeiros -0,12 -0,12 -0,9% Proveitos Financeiros 0,00 0,00 -50,0% Custos Financeiros 0,12 0,12 -0,8% EBT -1,54 -3,19 -107,0% Impostos 0,02 0,01 -31,3% Resultado Líquido -1,56 -3,20 -105,5% CAPEX 0,49 0,14 -71,4%

CAPEX como % Volume de Negócios 2,1% 0,7% -1,4pp

EBITDA - CAPEX -1,23 -2,80 -126,8%

FCF (3) -2,49 -2,96 -18,6%

Dívida Bruta 6,4 6,8 6,7%

Dívida Líquida 5,8 6,5 11,7%

Dívida Líquida/EBITDA últimos 12 meses 17,0 x -1,8 x -18,8x

EBITDA/Juros -6,8 x -24,6 x -17,8x

Dívida / (Dívida + Capital Próprio) 334,9% 561,0% 226,1pp

Milhões de euros

(1) Inclui conteúdos; (2) Serviços Subcontratados = Serviço ao Cliente, Consultores e Subcontratos; (3) FCF após Custos Financeiros e antes de Fluxos de Capitais e Custos de Emissão de Empréstimos.

Durante o 1S06, o Volume de Negócios decresceu 15,6% para os 19,3 milhões de euros, comparados com 22,8 milhões de euros no 1S05, devido, essencialmente, a uma redução de 31,5% nas vendas de Produtos Associados, justificada pelo aumento da concorrência e saturação do mercado, e pela diminuição das vendas de Publicidade em 11,6%, devido à retracção do Investimento publicitário na imprensa, reflexo das perspectivas económicas desfavoráveis para Portugal.

O EBITDA deteriorou-se para um valor negativo de 2,7 milhões de euros, comparativamente ao valor negativo de 0,8 milhões de euros no 1S05, explicado, principalmente pela redução do Volume de Negócios e por menores margens geradas pelos Produtos Associados, esta última evolução justificada pela redução nas vendas de Produtos Associados, apesar do esforço de redução dos Custos Fixos, nomeadamente das Despesas Gerais e Administrativas. Uma extensiva revisão do negócio encontra-se a ser finalizada com o objectivo de desenvolver um processo de reestruturação ambicioso orientado para: (i) reformulação do jornal; (ii) alteração do formato do jornal, com a introdução de mais cores; e (iii) reformulação da estrutura organizacional e dos processos chave, através da implementação de uma política de contenção de custos, com uma redução significativa dos custos fixos, e uma melhoria dos processos internos. Foi criada uma equipa de projecto para desenvolver o referido processo, incluindo a maioria dos directores chave, e espera-se que os resultados tenham impacto material na performance do Público a partir do 2S06.

(17)

7. Software and Systems Integration

7.1. Indicadores Operacionais

SSI - INDICADORES OPERACIONAIS 1S05 1S06 ∆ 06/05

Receitas de Serviço IT/Colaboradores (1) ( '000 euros) 50,2 50,0 -0,4% Vendas de Equipamento como % Volume Negócios 23,9% 28,6% 4,6pp Vendas de Equipamento/Colaborador (2) ( '000 euros) 1.041,5 1.201,2 15,3%

EBITDA/Colaborador (3) ( '000 euros) 8,4 6,0 -28,5%

Colaboradores 616 643 4,4%

(1) Excluíndo colaboradores dedicados a Vendas de Equipamento; (2) Bizdirect; (3) Excluindo ganho com venda da Enabler

As Receitas de Serviço IT por colaborador totalizaram os 50 mil euros no 1S06, 0.4% abaixo do verificado no 1S05. O número de colaboradores da SSI aumentou 4,4% para os 643, no 1S06, face aos 616 no 1S05, como resultado do aumento dos projectos da Wedo e da consequente necessidade de reforço do número de consultores internos. O Grupo Wedo ontinuou a implementar o seu produto de Revenue Assurance RAID no AIS Tailândia, no FET e Reino Unido, completou o seu projecto na Polónia e dquiriu novos projectos RAID na AUNA, o operador de telecomunicações espanhol, e na France Telecom. Adicionalmente, de forma a promover as suas aplicações de software e desenvolver relações mais próximas com os seus clientes, a Wedo criou uma comunidade de clientes RAID, tendo a sua primeira reunião anual decorrido em Maio de 2006.

7.2. Indicadores Financeiros

c

Ilha Formosa e na Orange França a

SSI CONSOLIDADO - DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 1S05 1S06 ∆ 06/05

Volume de Negócios 43,17 46,13 6,9%

Receitas de Serviço 32,84 32,95 0,3%

Vendas de Equipamento 10,32 13,18 27,6%

Outras Receitas 0,70 26,91

-Custos operacionais 38,65 43,62 12,9%

Custo das Vendas 9,84 12,70 29,1%

Custos com Pessoal 15,83 16,47 4,1%

Marketing e Vendas 0,42 0,48 15,1%

Serviços Subcontratados (1) 7,32 7,96 8,8%

Despesas Gerais e Administrativas 4,89 5,86 19,9%

Outros Custos Operacionais 0,36 0,16 -56,9%

Provisões e Perdas de Imparidade 0,06 0,22

-EBITDA 5,16 29,19 -Margem EBITDA (%) 12,0% 63,3% 51,3pp Depreciações e Amortizações 1,13 0,84 -25,6% EBIT 4,04 28,35 -Resultados Financeiros 0,43 0,32 -24,2% Proveitos Financeiros 0,63 0,44 -30,9% Custos Financeiros 0,21 0,11 -44,7% EBT 4,46 28,68 -Impostos 1,01 0,95 -5,8% Resultado Líquido 3,46 27,73 -CAPEX 0,43 0,33 -23,5%

CAPEX como % Volume de Negócios 1,0% 0,7% -0,3pp

EBITDA - CAPEX 4,73 28,87 -FCF Dív (2) 0,71 21,84 -Milhões de euros ida Bruta 6,4 0,1 -97,7% Dívida Líquida -5,1 -32,0

-Dívida Líquida/EBITDA últimos 12 meses -0,6 x -1,0 x -0,4x

EBITDA/Juros 41,6 x -

-Dívida / (-Dívida + Capital Próprio) 25,2% 0,3% -24,8pp

(1) Serviços Subcontratados = Serviço ao Cliente, Consultores e Subcontratos; (2) FCF após Custos Financeiros e antes de Fluxos de Capitais e Custos de Emissão de Empréstimos.

O Volume de Negócios da SSI aumentou 6,9% no 1S06 para 46,1 milhões de euros, quando comparado com o 1S05, principalmente devido a: (i) um aumento das Receitas de Serviço de 0,3%, devido, essencialmente, ao aumento de 7,2% das Receitas de Serviço do Grupo Wedo quando comparado com o 1S05; e (ii) um aumento das Vendas de Equipamento de IT

(18)

de 27,6% para os 13,2 milhões de euros. No 1S06, as Vendas de Equipamento representavam 28,6% do Volume de Negócios, comparados com um peso de 23,9% no 1S05.

O EBITDA da SSI excluindo a mais valia de 25,3 milhões de euros gerada com a venda da

ontinuar a analisar novas portunidades de crescimento, quer no âmbito dos seus negócios actuais quer através de

Neste contexto, para além das iniciativas de crescimento ctualmente a serem implementadas pela WeDo, a SSI, juntamente com outros accionistas indi a Profimetrics, uma nova empresa portuguesa de

rodutos de IT, vocacionada para o mercado internacional, que procurará tornar-se um

8

ƒ das Tarifas

de Terminação Móvel, na sequência da deliberação da ANACOM de Fevereiro de 2005. ,182 e 0,17 euros por minuto. As tarifas de terminação de Móvel para Móvel e Internacional para

A 5 de Abril de 2006, foi anunciada a redução das taxas de spectrum cobradas durante

ƒ osta para reduzir as tarifas europeias

de roaming, tanto em termos de tarifário de retalho como tarifário grossista, esperando-ƒ

e uma redução da mensalidade de 9,72 euros para os 8,99 euros, com efeitos retroactivos a Janeiro de 2006.

ƒ

tas concessionadas da PT, melhorando significativamente os custos inerentes ao processo, incluindo uma redução dos preços cobrados pela in

o do preço de aluguer de circuitos

.2. Desenvolvimentos Corporativos

Enabler, teria diminuído 1,27 milhões de euros, no 1S06, para 3,89 milhões de euros, face aos 5,16 milhões de euros do 1S05, essencialmente explicado pelo menor EBITDA gerado pela Wedo e pela Enabler quando comparado com o mesmo semestre do período passado. As Outras receitas, no semestre, totalizaram os 26,9 milhões de euros, incluindo os 25,3 milhões de euros da mais valia com a venda da Enabler.

De acordo com os seus objectivos estratégicos, a SSI irá c o

aquisições e parcerias. a

viduais, lançou recentemente p

fornecedor de software de referência para o sector retalhista.

. Outros Assuntos

8.1. Envolvente Regulatória

A 1 de Janeiro de 2006 e a 1 de Abril de 2006, entraram em vigor novos cortes

Para a Optimus, as tarifas de terminação de Fixo para Móvel diminuíram 6,6% para os 0,17 euros por minuto e 11,8% para os 0,15 euros por minuto, abaixo dos anteriores 0 Móvel diminuíram 3,8% para 0,125 euros por minuto e 4% para os 0,12 euros por minuto, inferiores aos anteriores 0,13 euros por minuto e 0,125 euros por minuto.

ƒ

2006, de 2,64 euros por cartão móvel em 2005, para 2,38 euros por cartão móvel. A Comissão Europeia anunciou uma complexa prop

se que estas se implementem a partir do 2S07.

A 13 de Abril de 2006, a ANACOM aprovou as novas condições para a desagregação do lacete local, nomeadament

A 13 de Abril de 2006, a ANACOM publicou uma oferta de referência com os novos termos e condições de acesso às condu

stalação e manutenção.

ƒ A 21 de Abril de 2006, a ANACOM aprovou uma reduçã

da PT em cerca de 14%, em linha com o decréscimo do preço dos circuitos alugados verificado nos últimos anos.

8

Oferta Pública de Aquisição sobre a Portugal Telecom

Reiteramos a nossa posição no que concerne a Oferta Pública de Aquisição sobre a Portugal Telecom e continuamos a acreditar que a nossa oferta de 9,5 euros por acção acrescida de um dividendo de 0,385 euros por acção reflecte o valor total e justo para os accionistas da PT.

(19)

A nossa oferta é baseada num valor estimado de sinergias no mercado móvel, as quais acreditamos conseguir extrair a partir da combinação proposta das operações da TMN e da Optimus e consequente criação de poupanças de custos e de investimento. Adicionalmente, acreditamos que a nossa oferta é equilibrada, respondendo aos objectivos de todos os envolvidos: (i) accionistas da PT, propondo uma valor monetário total e justo; (ii)

utoridade da Concorrência e consumidores, apresentando uma oportunidade para alterar,

nossa estratégia para a Sonaecom/PT alargada é clara e baseada em cinco objectivos

ativo.

m Maio de 2006, a Sonaecom comunicou a compra de 11,3 milhões de acções da PT, uma percentagem ligeiramente superior a 1% do capital social da PT, a

enda da Enabler

e exclusão da empresa do âmbito de consolidação da SI e Sonaecom a partir dessa data.

preço considerado nesta venda incluiu um pagamento imediato na data de conclusão do

a marca Optimus; na Sonaecom Fixo, planeamos continuar a esenvolver o negócio de Acesso Directo de Banda Larga, tanto ao nível da nossa oferta de

erta do serviço de TV sobre IP, para além de melhorar os anhos de eficiência e reduzir os custos de activação; na SSI, continuaremos a fazer crescer A

quase no imediato, a situação concorrencial dos mercados de rede fixa e de conteúdos, nos quais a PT apresenta quotas de mercado entre os 80% e os 90%; (iii) Estado Português, propondo agir como um accionista português maioritário e forte, e apresentando uma solução de longo prazo para a “golden share”; e (iv) Colaboradores, oferecendo oportunidades de emprego de longo prazo através de uma liderança clara e uma estratégia de crescimento definida.

A

principais: (i) fortalecer a competitividade da PT inserida num mercado de telecomunicações português mais concorrencial; (ii) reorientar a estratégia internacional da PT para um portfólio de investimentos interligados e controlados; (iii) implementar uma clara parceria estratégica comercial, tecnológica e internacional; (iv) estabelecer uma forte e estável liderança accionista; e (v) adoptar as melhores práticas em termos de governo corpor

A Oferta para adquirir o controlo da Portugal Telecom SGPS SA (PT) está a progredir de acordo com as nossas expectativas. Em 17 de Maio de 2006, a Autoridade da Concorrência comunicou a sua intenção de prosseguir para uma investigação aprofundada da Oferta e, desde essa data, e a pedido da Autoridade da Concorrência, a Sonaecom submeteu uma proposta de remédios com o objectivo de endereçar os problemas de concorrência levantados.

E

representativas de

um preço médio de 9,38 euros por acção. Este investimento financeiro de 105,9 milhões de euros foi realizado com o propósito de atingir o limiar mínimo do capital social, a partir do qual é conferido ao accionista o respectivo direito mínimo à informação, conferido pelo Código das Sociedades Comerciais, nomeadamente o acesso ao livro de registo de acções da PT e lista de accionistas.

V

Em 1 de Junho de 2006, a Sonaecom juntamente com todos os accionistas minoritários da Retailbox, chegou a um acordo para a venda de 100% da Enabler à Wipro, uma das maiores empresas mundiais IT de engenharia de produtos e fornecedores de serviços de suporte. Em 30 Junho 2006, o acordo de compra e venda assinado foi fechado e a respectiva escritura pública executada, com a consequent

S O

negócio e um montante variável, a ser liquidado em dois anos e em função de determinados níveis de performance financeira acordados. Este implica um mínimo de 1,4x as Receitas de 2005, o qual gerou uma mais-valia de 25,3 milhões de euros reflectida nas contas consolidadas de Junho da Sonaecom.

9. Perspectivas Futuras

Durante o 2S06, as prioridades operacionais continuarão a focar-se no crescimento dos nossos negócios de telecomunicações: na Optimus, tencionamos continuar a inovar e a promover serviços melhorados de 3G (HSDPA) e produtos convergentes Fixo-Móvel, para além de investir mais n

d

double play como ao nível da of

g

(20)

os negócios actuais, com particular enfoque no crescimento internacional da Wedo; e no Público, encetaremos esforços na implementação da nova estratégia para o Público, a qual implica a reformulação do jornal, uma redução significativa dos custos fixos e uma melhoria dos processos internos.

10. Governo das Sociedades

m relatório anual detalhado sobre o Governo das sociedades encontra-se no relatório de U

Contas de 2005 da Sonaecom e está disponível no nosso site (www.sonae.com). Abaixo penas descrevemos as alterações ocorridas no primeiro semestre de 2006, no que diz

speito ao Governo das Sociedades. a re de Administração ƒ ƒ a do Conselho de Administração e das respectivas Comissões; participar em reuniões do Conselho de

s as actualizações legais, de regulação e governo das sociedades que poderão afectar a actividade da empresa e assegurar que estas são conhecidas pela ƒ

Em reunião extraordinária do Conselho de Administração realizada a 5 de Julho de 2006, o Conselho de Administração da Sonaecom aprovou a cooptação de Loyola de Palacio del Valle Lersundi e António Sampaio e Mello como Administradores Não-Executivos Independentes para o mandato em curso (2004-2007). Na mesma data foi ainda aprovada, na sequência da renúncia apresentada por Michel Combes, a proposta de cooptação de Gervais Pellissier como Administrador Não-Executivo e Não-Independente para o mesmo mandato em curso.

Conselho

A estrutura do Conselho de Administração da Sonaecom sofreu as seguintes alterações: A 8 de Março de 2006, António Borges e Richard O’Toole renunciaram aos cargos de Administradores Não-Executivos Independentes da Sonaecom, devido à contratação pela PT da Goldman Sachs, como seus assessores no processo de defesa à Oferta Pública de Aquisição, com a qual os dois Administradores têm um vínculo profissional.

A 20 de Março de 2006, foi anunciada a renúncia de David Bain, ao cargo de Administrador Não-Executivo e Não-Independente da Sonaecom, e a sua nomeação para o novo cargo de Director do Governo das Sociedades da Sonaecom. Nesta função, David Bain terá as seguintes áreas de responsabilidade: Assegurar a eficiênci

Administração e reuniões importantes das várias Comissões da Administração e, quando apropriado, intervir como um membro nessas mesmas comissões; aconselhar as melhores práticas a serem seguidas pela Administração e assegurar a sua implementação; acompanhar toda

Administração e implementadas pela empresa, quando aplicável.

Na Assembleia Geral de Accionistas realizada no passado dia 5 de Abril de 2006, e no seguimento da renúncia de David Bain, Cláudia Azevedo foi nomeada como Administradora Executiva da Sonaecom para o período remanescente do actual mandato (2004-2007).

ƒ

(21)

A tabela seguinte apresenta a composição actual do Conselho de Administração da Sonaecom:

Não-Executivos Membros Executivos Independentes

Não-Independentes PRESIDENTE

Belmiro Mendes Azevedo DIRECTORES

António Sampaio ee Mello David Charles Denholm Hobley Gervais Gilles Pellissier Jean-Francois René Pontal

Loyola de Palacio del Valle Lersundi Duarte Paulo Teixeira de Azevedo (CEO)

George Christopher Lawrie Luís Filipe Campos Dias Reis Maria Cláudia Teixeira de Azevedo Miguel Nuno Santos Almeida

Alteração aos Estatutos da Sociedade

Na Reunião Anual da Assembleia Geral da Sonaecom realizada em 5 de Abril de 2006, procedeu-se à alteração dos Estatutos da Sociedade de forma a que a Sonaecom cumpra com as Recomendações da CMVM sobre o Governo das Sociedades, nomeadamente: (i) redução do número de dias necessários para o bloqueio das acções, antes da realização da Assembleia Geral, de 8 para 5 dias úteis; e (ii) eliminação de todas as restrições relativas ao voto por correspondência e disponibilização dos boletins de voto a todos os accionistas através do nosso site.

11. Informação Adicional

Dívida Líquida Nominal Consolidada antes da Aplicação da IAS 39 DÍVIDA NOMINAL CONSOLIDADA

ida Bruta

1S05 1S06 ∆ 06/05 480,9 479,2 -0,4%

ez 180,1 96,0 -46,7%

Dívida Líquida 300,8 383,3 27,4%

Dívida Líquida/EBITDA últimos 12 meses 1,6 x 2,1 x 0,5x

Dívida / (Dívida + Capital Próprio) 52,0% 40,1% -12pp

es de euros Milhõ

Dív Liquid

Optimus - Dívida Líquida Nominal antes da Aplicação da IAS 39

OPTIMUS - DÍVIDA NOMINAL 1S05 1S06 ∆ 06/05

ida Bruta 329.0 329.0 0.0%

ez 29.6 101.1

-ívida Líquida 299.4 227.9 -23.9%

ida Líquida/EBITDA últimos 12 meses 1.6 x 1.4 x -0.3x

a / (Dívida + Capital Próprio) 48.7% 45.5% -3.2pp

(22)

Reconciliação da Dívida Líquida Consolidada

Milhões de euros

DÍVIDA LÍQUIDA CONSOLIDADA Dívida (1) Suprimentos Liquidez Dívida Líquida

Dívida Individual 462,8 229,0 184,5 507,3 Optimus 316,1 0,0 101,1 215,1 Sonaecom Fixo 0,1 87,0 0,4 86,7 Público 0,0 6,8 0,4 6,5 SSI 0,1 0,0 10,9 -10,8 Sonaecom SGPS (2) 146,4 81,7 45,2 182,8 Outros 0,0 53,6 26,5 27,1 Intragrupos 0,0 229,0 88,5 140,5 Optimus 0,0 0,0 73,4 -73,4 Sonaecom Fixo 0,0 87,0 0,0 87,0 Público 0,0 6,8 0,0 6,8 SSI 0,0 0,0 8,0 -8,0 Sonaecom SGPS 0,0 81,7 6,8 74,8 Outros 0,0 53,6 0,3 53,3 Total 462,8 0,0 96,0 366,8

(1) Dívida = Empréstimos Bancários mais Outros Passivos Financeiros; (2) Os Suprimentos são Aplicações de Tesouraria efectuadas pelas empresas operacionais (Intragrupo de Liquidez das empresas operacionais)

(23)

Saldo em 30.06.2006 Data Quantidade Valor Md. € Quantidade Valor Md. € Quantidade

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Belmiro Mendes de Azevedo

Efanor Investimentos, SGPS, SA (1) 49.999.997

Sonae, SGPS, SA (4) 14.901

Sonaecom, SGPS, SA 75.537

Duarte Paulo Teixeira de Azevedo

Efanor Investimentos, SGPS, SA (1) 1

Imparfin, SGPS, SA (3) 150.000

Sonae, SGPS, SA (4) 596.909

Acções entregues ao abrigo do Plano de Prémio de

Desempenho Diferido 11.05.2006 236.318 0,00

Sonaecom, SGPS, SA 387.342

Acções entregues ao abrigo do Plano de Prémio de

Desempenho Diferido 13.03.2006 71.547 0,00

Maria Cláudia Teixeira de Azevedo

Efanor Investimentos, SGPS, SA (1) 1

Imparfin, SGPS, SA (3) 150.000

Sonae, SGPS, SA (4) 342.287

Acções entregues ao abrigo do Plano de Prémio de

Desempenho Diferido 11.05.2006 15.632 0,00

Sonaecom, SGPS, SA 13.654

George Christopher Lawrie

Sonaecom, SGPS, SA 208.000

Luís Filipe Campos Dias de Castro Reis

Sonae, SGPS, SA (4)

-Acções entregues ao abrigo do Plano de Prémio de

Desempenho Diferido 11.05.2006 97.218 0,00

Alienação 12.05.2006 97.218 1,34

Miguel Nuno Santos Almeida

Sonae, SGPS, SA (4)

-Acções entregues ao abrigo do Plano de Prémio de

Desempenho Diferido 11.05.2006 39.799 0,00

Alienação 23.05.2006 39.799 1,28

Sonaecom, SGPS, SA 18.903

Aquisições

Anexo a que se refere o artigo 447 do Código das Sociedades Comerciais

Títulos detidos pelos membros dos Orgãos de Administração e respectivas transacções durante 2006

Alienações

(24)

Notas:

Saldo em 30.06.2006 Data Quantidade Valor Md. € Quantidade Valor Md. € Quantidade

(1) Efanor Investimentos, SGPS, SA Sonae, SGPS, SA (4) 658.804.410 Pareuro, BV (2) 20.000 Sonaecom, SGPS, SA 1.000 (2) Pareuro, BV Sonae, SGPS, SA (4) 400.000.000 (3) Imparfin, SGPS, SA Sonae, SGPS, SA (4) 4.105.273 (4) Sonae, SGPS, SA Sonaecom, SGPS, SA 39.362.998 Sonae Investments, BV (5) 40 (5) Sonae Investments, BV Sonaecom, SGPS, SA 143.691.198

Anexo a que se refere o artigo 447 do Código das Sociedades Comerciais

Títulos detidos pelos membros dos Orgãos de Administração e respectivas transacções durante 2006

Alienações Aquisições

(25)

Número de acções a 30.06.2006 Efanor Investimentos, SGPS, SA Sonae, SGPS, SA 658.804.410 Pareuro, BV 20.000 Sonaecom, SGPS, SA 1.000 Pareuro, BV Sonae, SGPS, SA 400.000.000 Sonae, SGPS, SA Sonaecom, SGPS, SA 39.362.998 Sonae Investments, BV 40 Sonae Investments, BV Sonaecom, SGPS, SA 143.691.198

Atlas Services Belgium, S.A.

Sonaecom, SGPS, SA 70.276.868

Anexo a que se refere o artigo 448º do Código das Sociedades Comerciais

(26)

1.000 0,00%

e, SGPS, SA 39.362.998 13,27%

Sonae Investments, BV 143.691.198 48,46%

lmiro Mendes de Azevedo

Accionista Número de acções Efanor Investimentos, SGPS, SA % Direitos de voto Sona Be 1, 3,4 75.537 0,03%

arte Paulo Teixeira de Azevedo

Du 1, 3 ,4 387.342 0,13%

aria Cláudia Teixeira de Azevedo

M 3, 4 13.654 0,00%

lo Gabriel Ribeirinho dos Santos Paupério

Ânge 1, 2 60.070 0,02%

Álvaro Carmona e Costa Portela 1 5.000 0,00%

183.596.799 61,92%

France Telecom, S.A.

Wirefree ervices Belgium, S.A. 70.276.868 23,70%

70.276.868 23,70%

(1) Membro do Orgão de Administração da Sonae, SGPS, SA (2) Membro do Orgão de Administração da Sonae Investments, BV (3) Membro do Orgão de Administração da Efanor Investimentos, SGPS, SA (4) Membro do Orgão de Administração da Sonaecom, SGPS, SA

cumprimento ao art.º 9º, n.º 1, alínea e) do Regulamento da CMVM n.º 04/2004, amos os titulares de participações qualificadas a 30 de Junho de 2006:

Dando indic

S

(27)

II. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

CONSOLIDADAS

(28)

27

SONAECOM, S.G.P.S., S.A. E SUBSIDIÁRIAS

BALANÇOS CONSOLIDADOS PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2006 E 2005 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2005

(Montantes expressos em Euros)

ACTIVO Notas Junho de 2006 Junho de 2005 Dezembro de 2005

ACTIVOS NÃO CORRENTES:

Imobilizações corpóreas 1.c), 1.h) e 5 479.308.011 467.709.957 477.432.375 Imobilizações incorpóreas 1.d), 1.e) e 6 168.774.112 176.440.583 175.275.138 Diferenças de consolidação 1.f) e 7 281.953.432 41.157.983 285.468.452 Investimentos financeiros em empresas associadas 1.b) e 3 800.850 685.668 685.661 Investimentos disponíveis para venda 1.g) e 8 107.800.563 1.207.320 1.207.320 Outras dívidas de terceiros 1.912.582 2.855.471 1.903.493 Impostos diferidos activos 1.p) e 9 67.894.760 67.802.268 66.239.165 Outros activos não correntes 1.r), 1.s), 1.w) e 10 3.282.933 3.285.415 1.952.890 Total de activos não correntes 1.111.727.243 761.144.665 1.010.164.494 ACTIVOS CORRENTES:

Existências 1.i) 22.115.538 19.719.168 23.212.665 Clientes 1.j) 142.541.168 134.126.842 143.573.014 Outras dívidas de terceiros 1.j) 25.936.222 19.499.243 20.660.299 Outros activos correntes 1.r), 1.s) e 1.w) 82.966.160 59.028.604 43.439.057 Investimentos registados ao justo valor através de resultados 1.g) e 11 658.128 1.276.884 1.321.690 Caixa e equivalentes de caixa 1.k) e 12 95.954.523 180.131.703 209.414.711 Total de activos correntes 370.171.739 413.782.444 441.621.436

Total do activo 1.481.898.982 1.174.927.109 1.451.785.930 CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO

CAPITAL PRÓPRIO:

Capital social 296.526.868 226.250.000 296.526.868 Reservas 1.t) 275.770.092 30.524.473 273.093.218 Resultado líquido consolidado do período 24.276.119 5.802.710 2.156.198 596.573.079 262.577.183 571.776.284 Interesses minoritários 120.347.842 180.744.451 115.163.114 Total do capital próprio 716.920.921 443.321.634 686.939.398 PASSIVO:

PASSIVO NÃO CORRENTE:

Empréstimos de longo prazo líquidos da parcela de curto prazo 1.l), 1.m) e 13 458.261.584 453.218.212 455.863.338 Outros credores não correntes 9.596.144 3.426.585 9.698.642 Outros passivos financeiros não correntes 1.h) e 14 1.803.449 2.526.480 1.886.588 Provisões para outros riscos e encargos 1.o) e 15 14.115.070 2.848.832 5.092.476 Outros passivos não correntes 1.r), 1.s), 1.w) e 24 7.785.528 7.798.412 8.077.712 Total de passivos não correntes 491.561.775 469.818.521 480.618.756 PASSIVO CORRENTE:

Empréstimos de curto prazo e outros empréstimos 1.l), 1.m) e 13 674.985 780.677 54.420 Fornecedores 132.108.646 127.568.953 143.303.460 Outros passivos financeiros 1.h) e 16 2.019.581 3.153.122 3.257.037 Outras dívidas a terceiros 18.456.507 21.511.793 18.798.148 Outros passivos correntes 1.r), 1.s), 1.w) e 24 120.156.567 108.772.409 118.814.711 Total de passivos correntes 273.416.286 261.786.954 284.227.776

Total do passivo e capital próprio 1.481.898.982 1.174.927.109 1.451.785.930

O anexo faz parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 30 de Junho de 2006 e 2005.

O Técnico Oficial de Contas O Conselho de Administração

Patrícia Maria Cruz Ribeiro da Silva Belmiro Mendes de Azevedo

Duarte Paulo Teixeira de Azevedo

Luís Filipe Campos Dias de Castro Reis

George Christopher Lawrie

Miguel Nuno Santos Almeida

Maria Cláudia Teixeira de Azevedo

Loyola de Palacio del Valle Lersundi

António Sampaio e Mello

Gervais Gille Pellissier

David Charles Denholm Hobley

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