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Paisagismo em ambientes corporativos

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Academic year: 2021

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Trabalho Inscrito na Categoria de Artigo Completo ISBN 978-65-86753-13-4

EIXO TEMÁTICO:

( X ) Ambiente construído e sustentabilidade ( ) Cidade e saúde: desafio da pandemia de covid-19 ( ) Cidades inteligentes e sustentáveis

( ) Engenharia de tráfego, acessibilidade e mobilidade urbana ( ) Meio ambiente e saneamento

( ) Memória, patrimônio e paisagem

( ) Projetos, intervenções e requalificações na cidade contemporânea

Paisagismo em ambientes corporativos

Landscape in corporate environments

Paisaje en entornos corporativos

Evanisa Fátima Reginato Quevedo Melo

Professora Doutora, UPF, Brasil evanisa@upf.br

Eloiza Polli Zorzo

Professora Doutora, UFS, Brasil. mrosario@gmai.com

Ricardo Henryque Reginato Quevedo Melo

Doutorando, UFRGS, Brasil ricardohquevedo@gmail.com

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Resumo:

Muitos autores, em seus estudos, descobriram os benefícios causados pela vegetação e seu uso para a manutenção do clima e dos fatores ambientais. Afinal, a vegetação é responsável por um meio-ambiente melhor em diversos aspectos. Embora a vegetação seja bastante estudada em ambientes externos, a quantidade de estudos relevantes sobre os benefícios da vegetação em ambientes internos é bem menor. Assim, com base na importância das plantas para a vida do ser humano e partindo do pressuposto que elas também são fundamentais para a melhor qualidade de vida no interior das edificações, este trabalho tem como objetivo apresentar a importância que a vegetação tem nos espaços internos e a sua influência nos aspectos físicos e psicológicos do ser humano. Foi então conceituado o paisagismo através da pesquisa bibliográfica e, com base nela, realizou-se a pesquisa através de entrevista. Com esta entrevista, obteve-se como resultado a preferência do público por ambientes de trabalho com vegetação, seja ela em pouca quantidade ou muita quantidade, de acordo com cada questão realizada, relacionando também a faixa etária e as atividades de cada pessoa. Conceituou-se também a importância do design na arquitetura de interiores comercial, apresentados os tipos de plantas indicadas a ambientes internos, seus cuidados e a melhor forma de utilizá-los. Portanto, ao considerar que a vegetação é responsável pela melhoria do microclima local, sustentabilidade, questões psicológicas, modificando o ambiente e tornando-o mais agradável, seja o ambiente comercial, residencial ou espaços externos, o projeto paisagístico deve existir para que assim se obtenham melhores resultados.

Palavras-chave: Paisagismo. Ambientes internos comerciais. Vegetação interna.

Abstract:

Many authors, in their studies, have discovered the benefits caused by vegetation and its use for maintaining the climate and environmental factors. After all, vegetation is responsible for a better environment in several aspects. Although vegetation is widely studied outdoors, the number of relevant studies on the benefits of vegetation indoors is much less. Thus, based on the importance of plants for human life and assuming that they are also fundamental for the best quality of life inside buildings, this work aims to present the importance that vegetation has in internal spaces and its influence on the physical and psychological aspects of the human being. Landscaping was then conceptualized through bibliographic research and, based on it, research was conducted through interviews. As a result of this interview, the public's preference for working environments with vegetation was obtained, whether it be in low or large quantities, according to each question asked, also relating the age group and the activities of each person. The importance of design in commercial interior architecture was also conceptualized, presenting the types of plants indicated for indoor environments, their care and the best way to use them. Therefore, when considering that vegetation is responsible for the improvement of the local microclimate, sustainability, psychological issues, modifying the environment and making it more pleasant, be it the commercial, residential or external spaces, the landscape design must exist in order to achieve this. better results.

Keywords: Landscaping. Commercial indoor environments. Indoor vegetation. Abstracto:

Numerosos autores, en sus estudios, han descubierto los beneficios que produce la vegetación y su uso para el mantenimiento del clima y los factores ambientales. Después de todo, la vegetación es responsable de un mejor medio ambiente en varios aspectos. Aunque la vegetación se estudia ampliamente en exteriores, el número de estudios relevantes sobre los beneficios de la vegetación en interiores es mucho menor. Así, partiendo de la importancia de las plantas para la vida humana y asumiendo que también son fundamentales para la mejor calidad de vida en el interior de las edificaciones, este trabajo pretende presentar la importancia que tiene la vegetación en los espacios interiores y su influencia en los aspectos físicos y psicológicos del ser humano. Luego se conceptualizó el paisajismo a través de la investigación bibliográfica y, a partir de él, se realizó la investigación mediante entrevistas. Como resultado de esta entrevista se obtuvo la preferencia del público por ambientes de trabajo con vegetación, ya sea en cantidades bajas o grandes, según cada pregunta formulada, relacionando también el grupo de edad y las actividades de cada persona. También se conceptualizó la importancia del diseño en la arquitectura interior comercial, presentando los tipos de plantas indicadas para ambientes interiores, su cuidado y la mejor forma de utilizarlas. Por tanto, al considerar que la vegetación es responsable de la mejora del microclima local, la sostenibilidad, los aspectos psicológicos, modificando el entorno y haciéndolo más agradable, ya sea el comercial, residencial o los espacios externos, el diseño del paisaje debe existir para lograrlo. Mejores resultados.

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Introdução

Este trabalho tem como tema identificar qual a influência da vegetação na percepção dos usuários de ambientes internos comerciais. Tendo como objetivo determinar quais os benefícios que o uso da vegetação nos ambientes internos proporciona aos usuários, direta ou indiretamente, ligados assim às sensações físicas emocionais em ambientes com e sem vegetação, como também os tipos de vegetações indicadas para ambientes internos.

É apresentada a importância do design na arquitetura de interiores comercial, seja por meio de espaço, objetos funcionais ou meramente decorativos, chamando atenção por suas inovações. A Importância da vegetação para o ser humano, onde a natureza estando presente através de grandes parques e espaços externos arbóreos ou mesmo em pequenas quantidades nos ambientes internos da casa, trabalho ou espaços comerciais já pode ter efeitos psicológicos significativos.

A Importância da vegetação na arquitetura de interiores, sendo responsável pela melhoria visual dos espaços, mudanças no microclima local, na percepção e nos aspectos psicológicos gerados, mudando o ambiente em que está inserido e proporcionando novas percepções através de pontos de vista diferentes. Plantas para ambientes internos comerciais, indicando os tipos específicos de plantas para ambientes internos, seja por suas dimensões, incidência solar ou outros aspectos que cada planta necessita para sobreviver. E por último a melhor forma de utilizar a vegetação interna, onde são apresentadas formas de utilizar o paisagismo nos espaços.

O paisagismo como um todo é importante, abrangendo espaços externos e internos, ele é um dos responsáveis pela melhoria do microclima local, sustentabilidade, e a questões psicológicas. É responsável por modificar um ambiente, de forma visual, tornando-o mais agradável em seus aspectos físicos e psicológicos.

A pesquisa tem como objetivo trazer os resultados dessa relação entre a vegetação e as pessoas no seu espaço de trabalho, o que elas proporcionam aos usuários, o porquê do uso das mesmas. Apresentando os resultados obtidos com a pesquisa, de forma a explicitar o objetivo.

Estudar como se dão as relações entre elementos de arquitetura de interiores, entre elas a vegetação, e a preferência dos usuários desses espaços é de extrema importância para poder desenvolver diretrizes e estratégias melhores de projeto e também para aumentar a qualidade de vida dos usuários do espaço interno. Assim, a pesquisa busca responder a questão: quais as preferências dos usuários de espaços internos comerciais com relação à utilização de elementos de vegetação como projeto de arquitetura de interiores e design.

1. A importância do Design na Arquitetura de Interiores Comercial

O design é uma arte, a arte de criar coisas novas para o mundo, seja por meio de espaço ou objetos funcionais ou meramente decorativos, chamando muitas vezes atenção por suas inovações.

Gurgel (2005) alavanca seis elementos do Design: espaço; forma e contorno; linha; texturas e padronagem; luz e iluminação; e cor, para coordenar e desenvolver um projeto adequado de Arquitetura de Interiores. Por sua vez, e não tão diferente, Ching (2013) destaca a necessária adequação das formas e dimensões do espaço às atividades humanas, tanto estáticas quanto dinâmicas, considerando que o espaço também tem características táteis, auditivas, olfativas e térmicas que influem psicologicamente os seus usuários.

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Ching (2013) diz que seja qual for à natureza do problema de projeto de interior com o qual se está lidando, há diversos critérios com os quais devemos nos preocupar. Função e propósito primeiramente, a função desejada do projeto deve ser atendida e seu propósito deve ser alcançado. Utilidade, economia e sustentabilidade, em segundo lugar, um projeto deve apresentar utilidade, honestidade, economia e sustentabilidade na seleção e no uso de materiais. Forma e estilo em terceiro lugar, o projeto deve ser esteticamente agradável aos olhos e aos nossos demais sentidos. Imagem e significado, em quarto lugar, deve projetar uma imagem e promover associações que tenham significados para as pessoas que o usam e experimentam.

Considerando os ambientes comerciais, pode-se dizer que os adequados arquitetonicamente são aqueles que propiciam aos seus clientes experiências agradáveis, são aqueles que exploram o uso dos sentidos. Estes podem ser ativados através de materiais, texturas, cores, sabores, som, iluminação e vegetação. As experiências e sensações proporcionadas podem ser resultado de um conjunto de elementos compostos no interior destes espaços físicos (SCAPIN e GOUVEIA 2014).

Segundo Aubert (2007), um ambiente projetado pode assim alterar o modo de vida das pessoas, e influenciar o seu bem estar. O projeto arquitetônico deve ter ambientes que priorizem os aspectos de conforto, funcionalidade, economia e estética, aplicado aos conhecimentos artísticos, científicos, técnicos e de psicologia ambiental.

Quanto ao aspecto do layout, de uma maneira geral pode-se dizer que as características ambientais referentes à forma, o mobiliário e outras condições físicas interferem no comportamento do usuário.

2. Importância da vegetação para o ser humano

Estar em contato com a natureza faz com que os benefícios psicológicos sejam muito mais positivos que em ambientes urbanos, relatando maior bem estar, engajamento, excitação e menor frustração, assim como menor angustia mental e maior satisfação (ZHANG, HOWELL, IYERC, 2014), felicidade, atenção, vitalidade (MAYER, FRANTZ, 2004; TAM, 2013; HOWELL, DOPKO, PASSMORE, BURO, 2011; CERVINKA, RODERER, HEFLER, 2012; MAYER, FRANTZ, BRUEHLMAN-SENECAL, DOLLIVER, 2009) e ajuda a minimizar o estresse e atividades do dia-a-dia, sendo importante também para as empresas que buscam resultados diferenciados (COOPER, BROWNING, 2015).

Khan, Younis, Riaz, Abbas (2005); Fjeld, Veiersted, Sandvik, Riise, Levy (1998); Kaplan (1993); Dravigne, Waliczek, Lineberger, Zajicek (2008); Kaplan (2007); Shoemaker, Randall, Relf, Geller (1992); Wotten, Blackwell, Wallis, Barkow (1982), afirmam que quando em contato com plantas vivas ou se tem acesso os visuais que uma janela propõe, os trabalhadores sentem-se menos cansados, e contribui para a restauração da atenção em suas atividades.

Smith, Tucker, Pitt (2011), em uma análise realizada em um ambiente de trabalho foram encontraram algumas diferenças quando relacionados a ambientes com plantas, os resultados obtidos foram uma maior contribuição para resultados de pressão, aspectos morais, preocupação com a saúde, melhoria na produtividade, conforto ambiental e privacidade além de reduzir as doenças antes mais frequentes e o aumento de preferência por plantas pelos entrevistados sempre que comparados a ambientes sem vegetação.

A vegetação pode trazer inúmeros benefícios para o ambiente de trabalho, uma delas é a redução da temperatura ambiente, os níveis de ruído, melhoria na qualidade do ar por fazer a absorção das toxinas do ambiente, absorvendo dióxido de carbono e equilibra a umidade relativa, outros aspectos são o aumento da privacidade e melhoria no humor (COSTA, JAMES, 1995; GODISH, GUINDON, 1989;

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WOLVERTON, JOHNSON, BOUNDS 1989; WOLVERTON, WOLVERTON, 1993; WOLVERTON, 1996; RAZA et al., 1991; WOLVERTON, 1996; SMITH, PITT, 2011; GOODRICH, 1986; SHIBATA, SUZUKI, 2002). Hartig et al. (1991), Kaplan, Kaplan (1989) e Ulrich (1986) relatam alguns benefícios do ambiente natural, como plena atenção, redução do estresse e relaxamento. Como também indícios de restauração, paz e tranquilidade, desempenho melhorado, recuperação de cirurgias, saúde física e mental e na percepção. Mostrando que a vegetação exerce influência direta no ser humano e indireta no meio ambiente.

Quando relacionado ao estresse, vivenciar o ambiente natural é restaurador, mesmo os sinais de natureza mais insignificantes são capazes de afetar o ser humano e ele é responsável por mudanças em diferentes indivíduos.

3. Importância da vegetação na arquitetura de interiores

A vegetação é responsável pela melhoria visual dos espaços, mudanças no microclima local, na percepção dos usuários e nos aspectos psicológicos gerados em cada indivíduo, mudando o ambiente em que está inserido e proporcionando novas percepções através de pontos de vista diferentes. Segundo Scarpin, Gouveia (2014), são nos projetos de interiores onde os ambientes são pensados para melhor atender aos usuários, são estudados nestes ambientes os fatores que influenciam sobre o comportamento humano, o bem-estar e interatividade, aliando-se a pesquisas nas áreas da psicologia e neurociência. É o design emocional o responsável por criar novas sensações ou relembrar as passadas.

Conforto ambiental envolve diversos aspectos como, visuais, térmicos, acústicos, funcionalidade dando bem-estar ao homem, as sensações de conforto são sensações fisiológicas que se relacionam com o conforto psicológico, de se sentir bem ou não no local, por isso a importância de um projeto arquitetônico que venha a priorizar tudo isso (AUBERT, 2007).

Smith, Pitt (2011) analisaram que o monóxido de carbono diminui relativamente conforme a implementação de mais plantas. As áreas com plantas normalmente possuem maiores níveis de COV (compostos orgânicos voláteis), mas de modo geral as plantas ajudam a equilibrar a umidade relativa, reduzir os níveis de monóxido de carbono e o COV.

Machado, Azevedo, Abdala (2012) descreve que a psicologia no design de interiores foi a primeira a ter a intenção de relacionar o homem ao ambiente através da sensação de bem estar. O homem se apropria dos espaços e o modifica de acordo com suas características, tornando-o apropriado ao seu uso, ele constrói, modifica, arruma, embeleza, humanizando-os de acordo com suas necessidades e desejos, são estas características que fazem com que nos identificamos, ou não com diferentes lugares.

4. Plantas para ambientes internos comerciais

São indicados tipos específicos de plantas para ambientes internos, seja por suas dimensões, raízes, incidência solar, uso de meia sombra ou aspectos que cada planta necessita para sobreviver.

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Tabela 1. Plantas para ambientes internos.

Nome popular Nome científico Usos

Antúrio (Anthurium andreanum) Meia sombra

Areca (Dypsis lutescens) Meia sombra

Avenca (Adiantum raddianum) Luz indireta

Babosa-de-pau (Philodendron martianum) Sem luz direta do sol

Begônia-cruz-de-ferro (Begonia masoniana) Protegida da luz solar, vento e frio

Chamaedorea (Chamaedorea elegans) Sem luz direta do sol

Dracena, Pau-d’água (Dracaena fragrans) Ambientes com ar condicionado e meia sombra

Echeveria (Echeveria SP) Não tolera sol direto.

Filodendro (Philodendron cascata) Ambiente bem iluminado

Gusmânia ou Bromélia (Guzmania lingulata) Luz indireta

Jade (Crassula ovata) (Crassula ovata) Não deve receber luz direta do sol

Jibóia (Remnum pinnatum) Sombra e meia sombra

Lança de São Jorge (Sansevieria cylindrica) Meia sombra

Licuala (Licuala grandis) Bastante iluminação

Lírio-da-paz (Spathiphyllum wallisii) Bastante iluminação, sem sol direto

Maranta-pena-de-pavão (Maranta leuconeura) Meia sombra

Mini cacto (Mamillaria SP) Bastante iluminação

Palmeira Ráfis (Rhapis excelsa) Qualquer tipo de iluminação.

Pleomele (Dracaena reflexa) Bastante iluminação, sem sol direto

Singônio (Syngonium angustatum) Meia sombra

Violeta (Saintpaulia ionantha) Luz indireta

Zamioculca (Zamioculcas zamiifolia) Evitar sol direto

Fonte: Castro (2014) e M de Mulher (2011).

5.

Metodologia

A presente pesquisa foi realizada na cidade de Passo Fundo e região, com pessoas do comércio em geral, leigos, graduandos e docentes da Universidade de Passo Fundo. Esta conta com uma proposta de layout de ambiente comercial, representado por um ambiente de escritório genérico de onde partiu a realização da pesquisa em formato de entrevista. Este escritório tem formato retangular, nas dimensões 3,00m x 4,00m onde possui uma porta de acesso e na parede posterior uma grande janela em vidro, que ilumina e ventila de forma natural o ambiente.

A composição do espaço foi feita com o mesmo tipo de mobília e disposições dos materiais, sendo estes uma mesa com respectivas cadeiras e na parede de fundos à mesa de trabalho foi composta uma estante com armários fechados e nichos para decoração. A pesquisa foi feita de forma a introduzir plantas a este ambiente, fazendo uso de diferentes tipos de vegetações indicadas para ambientes internos e expostos na forma de imagens de cada ambiente, representadas pelos mesmos pontos focais nos três ambientes apresentados.

Este escritório teve três representações para o estudo, alterando a disposição e quantidade de plantas inseridas nele. O primeiro ambiente de escritório não possui nenhum tipo de vegetação. No segundo ambiente foi inserida uma quantidade mediana de vegetação, impostas na decoração dos nichos, na mesa de trabalho e uma planta grande de chão próxima à janela. No terceiro ambiente foi utilizada uma quantidade maior de plantas, neste além das plantas compostas no segundo ambiente foi feito um jardim vertical na parede da entrada do escritório, tomando partido de toda iluminação e ventilação fornecidas pela grande janela. Também foi realizado um espaço para plantas ao lado da mesa de trabalho.

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A partir destes três layouts passou-se a fazer a entrevista ao público apresentando as imagens e perguntas referentes a elas e ao tema da pesquisa em questão. Esta foi realizada na forma digital, onde a entrevista foi realizada em uma plataforma Google e enviada ao público na forma de link por meio de e-mails e páginas sociais, a pessoa clicando no link recebido, por qualquer destes meios digitais, era automaticamente enviada à página da entrevista, onde respondia as questões e suas respostas eram enviadas ao entrevistador onde ficavam computadas para posterior análise dos resultados na qual é apresentada a seguir em forma de tabelas e gráficos.

O modelo da entrevista pode ser acessado através do link:

https://docs.google.com/forms/d/1kBkvYuY4VQn53F91wbMBNh9cHjwrG9E8WG4DTHznyA0/edit

6.1 Resultados

A entrevista foi aplicada a 220 pessoas com idade e atividades variadas, durante o período de 14 a 20 de setembro de 2017. Como resultado foram 113 entrevistas respondidas na qual são apresentados os resultados abaixo (Figura 1 e 2). Foram obtidos primeiramente os resultados gerais da entrevista e posterior foram feitas análises por faixa etária e atividade.

Figura 1. Quanto à idade dos entrevistados:

Fonte: Autor.

Figura 2. Quanto às atividades:

Fonte: Autor.

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Figura 3. Relação de gostar no espaço de trabalho com a presença de vegetação natural.

Fonte: Autor.

Sem distinção por idade ou profissão, de modo geral 97,3% dos entrevistados preferem trabalhar em espaços com algum tipo de vegetação.

Figura 4. Maior conforto e bem estar em qual dos ambientes.

Fonte: Autor.

Como resultado geral o Ambiente 03, de maior concentração de vegetação, foi mais escolhido que comparado aos outros dois ambientes, com 56,6% dos votos. Em segundo lugar ficou o Ambiente 02 com 41,6% e o Ambiente 01 com apenas 1,8%.

Figura 5. Qual ambiente deve possuir a melhor qualidade do ar.

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79,6% dos entrevistados acreditam que a qualidade do ar é melhor em ambientes com bastante vegetação, apresentado no Ambiente 03. 18,6% escolheram a opção de médio uso da vegetação, Ambiente 02 e somente 1,8% acreditam que a qualidade do ar é melhor em um ambiente sem vegetação.

Figura 6. Qual ambiente demonstra-se com maior produtividade.

Fonte: Autor.

A maioria dos entrevistados acredita que a produtividade pode ser interferida pelo ambiente natural, o que totalizou 60,2% dos votos para o Ambiente 03 e 38,9% para o Ambiente 02, ambos com vegetação, porém em quantidades diferentes, restando 0,9% de escolha ao Ambiente 01, onde não há nenhum tipo de vegetação.

Figura 7. Acredita haver maior permanência e menor sensação de cansaço.

Fonte: Autor.

As respostas SIM totalizaram 91,2%, e apenas 8,8% das pessoas não acreditam que a vegetação possa exercer essa função de forma indireta sobre nós.

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Figura 8. Aquecimento global.

Fonte: Autor.

Mais de três quartos dos entrevistados acreditam que a vegetação interna pode minimizar o microclima local. 17,7% votaram ser ela apenas estética e pouco tem relação com o aquecimento global. 5,3% dizem que ela nada tem a ver com o aquecimento global. E Apenas 0,9% que o aquecimento global não está ocorrendo.

Nas tabelas a seguir foram relacionadas às respostas com a faixa etária:

Tabela 2. Relação de conforto e bem estar com a faixa etária.

Qual sua faixa etária?

Imagine-se entrando neste escritório, qual das imagens apresentadas lhe representam maior conforto e bem estar?

Sem Vegetação

Vegetação

Moderada Muita Vegetação Margem ativa

De 18 a 30 anos 0 20 30 50

De 31 a 50 anos 1 24 24 49

Mais de 51 anos 1 4 9 14

Margem ativa 2 48 63 113

Fonte: Autor.

Pessoas entre 18 e 30 anos e mais de 51 anos, tiveram uma maior preferencia pelo Ambiente 03, já a faixa etária de 31 a 50 anos ficou entre o Ambiente 02 e o 03 com o mesmo número de respostas. A opção sem vegetação não teve ou não foram significativos os votos.

Tabela 3. Qualidade do ar nos ambientes apresentados e a relação com a faixa etária.

Qual sua faixa etária?

Quanto à qualidade do ar, em qual dos três ambientes você acredita ser melhor?

Sem Vegetação

Vegetação

Moderada Muita Vegetação Margem ativa

De 18 a 30 anos 0 9 41 50

De 31 a 50 anos 2 9 38 49

Mais de 51 anos 0 3 11 14

Margem ativa 2 21 90 113

Fonte: Autor.

Todas as faixas etárias preferiram o ambiente de muita vegetação. As opções sem vegetação não tiveram ou não foram significativas às escolhas.

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Tabela 4. Produtividade de acordo com a faixa etária.

Qual sua faixa etária?

Em relação à produtividade durante o dia de trabalho, você acredita ser mais produtivo um dia de trabalho em qual destas imagens de ambientes? Sem Vegetação

Vegetação

Moderada Muita Vegetação Margem ativa

De 18 a 30 anos 0 14 36 50

De 31 a 50 anos 1 25 23 49

Mais de 51 anos 0 5 9 14

Margem ativa 1 44 68 113

Fonte: Autor.

Quanto à produtividade no trabalho os entrevistados com faixa etária entre 18 e 30 anos e mais de 51 anos tiveram uma preferência maior para o ambiente de muita vegetação. De 31 a 50 anos preferiram o ambiente de média vegetação, porém com diferença de apenas dois votos com o ambiente de muita vegetação.

Tabela 5. Aquecimento global e respostas por faixa etária.

Qual sua faixa etária?

Com relação ao Aquecimento Global, você considera que: Não há aquecimento global Vegetação não influencia no aquecimento Vegetação influencia pouco Vegetação minimiza efeitos De 18 a 30 anos 0 3 8 39 De 31 a 50 anos 1 3 10 35 Mais de 51 anos 0 0 2 12 Margem ativa 1 6 20 86 Fonte: Autor.

Com relação ao aquecimento global os entrevistados de todas as faixas etárias dizem que ele minimiza o microclima local.

Quanto à atividade dos entrevistados foram identificadas as seguintes respostas:

Tabela 6. Conforto e bem estar relacionados à atividade.

Qual sua atividade?

Imagine-se entrando neste escritório, qual das imagens apresentadas lhe representam maior conforto e bem estar?

Sem Vegetação

Vegetação

Moderada Muita Vegetação Margem ativa

Arquiteto ou Designer 0 9 14 23 Estudante de Arquitetura 0 1 8 9 Estudante 0 9 5 14 Profissional 1 13 12 26 Outros 1 16 24 41 Margem ativa 2 48 63 113 Fonte: Autor.

As imagens que representam maior conforto e bem estar aos entrevistados foram para os Arquitetos e Designers, Estudantes de Arquitetura e Outros, a opção com muita vegetação. Para os Estudantes e Profissionais de outras áreas a preferência foi pelo ambiente com médio uso de vegetação. Sendo que a opção sem vegetação não teve respostas significativas.

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Tabela 7. Qualidade do ar nos ambientes e as escolhas por atividade dos entrevistados.

Qual sua atividade?

Quanto à qualidade do ar, em qual dos três ambientes você acredita ser melhor?

Sem Vegetação

Vegetação

Moderada Muita Vegetação Margem ativa

Arquiteto ou Designer 0 3 20 23 Estudante de Arquitetura 0 2 7 9 Estudante 0 3 11 14 Profissional 0 3 23 26 Outros 2 10 29 41 Margem ativa 2 21 90 113 Fonte: Autor.

Todas as categorias de atividades preferiram o ambiente com muita vegetação.

Tabela 8. Produtividade no ambiente de trabalho de acordo com as atividades.

Qual sua atividade?

Em relação à produtividade durante o dia de trabalho, você acredita ser mais produtivo um dia de trabalho em qual destas imagens de ambientes? Sem Vegetação

Vegetação

Moderada Muita Vegetação Margem ativa

Arquiteto ou Designer 0 7 16 23 Estudante de Arquitetura 0 2 7 9 Estudante 0 5 9 14 Profissional 1 12 13 26 Outros 0 18 23 41 Margem ativa 1 44 68 113 Fonte: Autor.

Quanto à produtividade no trabalho todas as categorias de atividades preferiram o ambiente com muita vegetação.

Tabela 9. Aquecimento Global e atividade dos entrevistados.

Qual sua atividade?

Com relação ao Aquecimento Global, você considera que: Não há aquecimento global Vegetação não influencia no aquecimento Vegetação influencia pouco Vegetação minimiza efeitos Arquiteto ou Designer 1 1 3 18 Estudante de Arquitetura 0 0 0 9 Estudante 0 1 4 9 Profissional 0 1 6 19 Outros 0 3 7 31 Margem ativa 1 6 20 86 Fonte: Autor.

Com relação ao aquecimento global todas as categorias de atividades preferiram o ambiente com muita vegetação, tendo pouco ou nenhum voto para o Ambiente 01 e 02.

Conclusão

A pesquisa possibilitou descrever sobre a importância do paisagismo na arquitetura de interiores, onde por meio das pesquisas bibliográficas foram obtidas as vantagens e desvantagens que a presença da vegetação influência sobre o ser humano e no espaço, seus benefícios físicos e psicológicos.

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Como resultado obtido teve a relação do design na arquitetura de interiores, na qual geram diferentes sensações, seja através de cores, iluminação, mobiliário ou vegetação influenciando no bem estar dos usuários. Este contato com a vegetação gera no ser humano benefícios psicológicos como maior satisfação, felicidade, atenção nas atividades realizadas, vitalidade, engajamento, minimiza o estresse e menor angustias e frustrações.

Os resultados indicam que a preferencias por ambientes com vegetação prevaleceu sobre os demais. Onde a preferência por trabalhar em espaços com vegetação, assim como nas questões relacionadas a conforto e bem estar, qualidade do ar, produtividade e permanecia, totalizam uma maior escolha pelo Ambiente 03 na qual possui bastante uso da vegetação interna e em segundo lugar a opção de médio uso, sendo que o ambiente na qual não possuía vegetação tive pouca ou nenhuma preferência. Quando se relacionou as respostas de acordo com a faixa etária, as respostas variaram entre a preferência pelo Ambiente 02 e 03, onde na maioria o ambiente de maior quantidade de vegetação foi o preferido. Quanto às atividades as imagens que representam maior conforto e bem estar foram para os Arquitetos e Designers, Estudantes de Arquitetura e Outros, a opção com muita vegetação. Para os Estudantes e Profissionais de outras áreas a preferência foi pelo ambiente com médio uso de vegetação. Na questão à qualidade do ar e a produtividade, todas as categorias de atividades preferiram o ambiente com muita vegetação.

Concluindo-se que de um modo geral por mais que as pessoas não se deem conta dos efeitos que a vegetação gera sobre elas, quando é aplicada uma entrevista para que sejam expostas suas preferencias, o uso da vegetação esteve presente em todas as respostas, fossem elas para muito ou médio uso de plantas em ambientes internos, sendo que a opção com bastante vegetação teve maior preferência, importante para inúmeros fatores como descritos durante o trabalho, esperando-se que a cada dia mais e mais pessoas façam o uso das mesmas, e quando não é possível ter plantas em seus espaços internos o convívio externo esteja presente, através de parques e praças, a fim de melhorar seus aspectos físicos e psicológicos.

A vegetação possui grande importância na arquitetura de interiores, é uma alternativa para a melhoria na ventilação, conforto térmico e também na melhoria da redução do estresse para seus usuários. As plantas necessitam de luz, manutenção e ventilação. Além disso, deve-se levar em consideração o tipo de planta a ser utilizado no ambiente, pois as mesmas alteram o microclima e a umidade destes espaços.

Como resultados foram percebidas as necessidades de sempre ter um projeto inicial para o paisagismo, assim tem-se o espaço e formato do local em que ficará cada planta, para que o tipo, tamanho e combinação com outras espécies fiquem bem no ambiente, tendo equilíbrio de contrastes e harmonia nos elementos.

Referências

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CERVINKA, R., RODERER, K., & HEFLER, E. Are nature lovers happy? On various indicators of well-being and connectedness with nature. Journal of Health Psychology, 2012, 17, 379 e 388.

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CHING, K., F. D., BINGGELI, Corky. Arquitetura de Interiores Ilustrada, 3rd edição. 2013. [Minha Biblioteca]. Retirado de https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582600764/

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