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Comunicações e Informações. A Ata desta sessão foi publicada no JO C 324 de

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PT

Jornal Oficial

da União Europeia

C 345

Edição em língua

portuguesa

Comunicações e Informações

63.o ano 16 de outubro de 2020 Índice PARLAMENTO EUROPEU SESSÃO 2018-2019 Sessões de 22 a 25 de outubro de 2018

A Ata desta sessão foi publicada no JO C 324 de 27.9.2019.

Os textos aprovados em 24 de outubro de 2018 relativos às quitações do exercício de 2016 foram publicados no JO L 331 de 28.12.2018.

TEXTOS APROVADOS

I

Resoluções, recomendações e pareceres

RESOLUÇÕES

Parlamento Europeu

Terça-feira, 23 de outubro de 2018

2020/C 345/01 Resolução do Parlamento Europeu, de 23 de outubro de 2018, sobre o papel da participação financeira dos trabalhadores na criação de postos de trabalho e na reativação de desempregados (2018/2053(INI)) . . . 2 Quarta-feira, 24 de outubro de 2018

2020/C 345/02 Resolução do Parlamento Europeu, de 24 de outubro de 2018, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão que renova a autorização de colocação no mercado de produtos que contenham, sejam constituídos por, ou produzidos a partir de milho geneticamente modificado NK603 × MON 810 (MON-ØØ6Ø3-6 × MON-ØØ81Ø-6) nos termos do Regulamento (CE) n.o 1829/2003 do Parlamento Europeu e do Conselho (D058360/01 — 2018/2872(RSP)) . . . 8 2020/C 345/03 Resolução do Parlamento Europeu, de 24 de outubro de 2018, sobre o projeto de decisão de execução

da Comissão que autoriza a colocação no mercado de produtos que contenham, sejam constituídos por, ou produzidos a partir de milho geneticamente modificado MON 87427 × MON 89034 × 1507 × MON 88017 × 59122 e milho geneticamente modificado combinando dois, três ou quatro dos eventos MON 87427, MON 89034, 1507, MON 88017 e 59122, e que revoga a Decisão 2011/366/UE (D058361/01 — 2018/2873(RSP)) . . . 13

(2)

casos de fraude (2018/2006(INI)) . . . 19 2020/C 345/05 Resolução do Parlamento Europeu, de 25 de outubro de 2018, sobre o aumento da violência

neofascista na Europa (2018/2869(RSP)) . . . 22 2020/C 345/06 Resolução do Parlamento Europeu, de 25 de outubro de 2018, sobre o bem-estar animal, a utilização

de agentes antimicrobianos e o impacto ambiental da produção industrial de frangos de carne (2018/2858(RSP)) . . . 28 2020/C 345/07 Resolução do Parlamento Europeu, de 25 de outubro de 2018, sobre a Conferência das Nações Unidas

sobre Alterações Climáticas de 2018, em Katowice, Polónia (COP24) (2018/2598(RSP)) . . . 32 2020/C 345/08 Resolução do Parlamento Europeu, de 25 de outubro de 2018, sobre a 14.a reunião da Conferência das

Partes na Convenção sobre a Diversidade Biológica (COP14) (2018/2791(RSP)) . . . 45 2020/C 345/09 Resolução do Parlamento Europeu, de 25 de outubro de 2018, sobre políticas sociais e do emprego na

área do euro (2018/2034(INI)) . . . 49 2020/C 345/10 Resolução do Parlamento Europeu, de 25 de outubro de 2018, sobre a utilização pela Cambridge

Analytica de dados dos utilizadores do Facebook e o impacto na proteção de dados (2018/2855(RSP)) 58 2020/C 345/11 Resolução do Parlamento Europeu, de 25 de outubro de 2018, sobre o assassinato do jornalista Jamal

Khashoggi no consulado saudita em Istambul (2018/2885(RSP)) . . . 67 2020/C 345/12 Resolução do Parlamento Europeu, de 25 de outubro de 2018, sobre a situação no Mar de Azov

(2018/2870(RSP)) . . . 71 2020/C 345/13 Resolução do Parlamento Europeu, de 25 de outubro de 2018, sobre a situação na Venezuela

(2018/2891(RSP)) . . . 74 2020/C 345/14 Resolução do Parlamento Europeu, de 25 de outubro de 2018, sobre a promoção do reconhecimento

mútuo automático de diplomas (2018/2838(RSP)) . . . 78 2020/C 345/15 Resolução do Parlamento Europeu, de 25 de outubro de 2018, sobre a criação de uma infraestrutura

para combustíveis alternativos na União Europeia: é tempo de agir! (2018/2023(INI)) . . . 80 2020/C 345/16 Resolução do Parlamento Europeu, de 25 de outubro de 2018, sobre controlar a globalização: aspetos

comerciais (2018/2005(INI)) . . . 86

II

Comunicações

COMUNICAÇÕES DAS INSTITUIÇÕES, ÓRGÃOS E ORGANISMOS DA UNIÃO EUROPEIA

Parlamento Europeu

Terça-feira, 23 de outubro de 2018

2020/C 345/17 Decisão do Parlamento Europeu, de 23 de outubro de 2018, referente ao pedido de consulta sobre os privilégios e imunidades de Alfonso Luigi Marra (2018/2058(IMM)) . . . 98

(3)

2020/C 345/19 Resolução legislativa do Parlamento Europeu, de 23 de outubro de 2018, sobre o projeto de regulamento do Conselho que altera o Regulamento (UE) n.o 216/2013 relativo à publicação eletrónica do Jornal Oficial da União Europeia (14463/2017 — C8-0412/2018 — 2017/0039(APP)) . . . 103

Quarta-feira, 24 de outubro de 2018

2020/C 345/20 Decisão do Parlamento Europeu, de 24 de outubro de 2018, sobre o pedido de levantamento da imunidade de Steeve Briois (2018/2075(IMM)) . . . 104

2020/C 345/21 Decisão do Parlamento Europeu, de 24 de outubro de 2018, sobre o pedido de levantamento da imunidade de Sophie Montel (2018/2076(IMM)) . . . 106

2020/C 345/22 Decisão do Parlamento Europeu, de 24 de outubro de 2018, sobre o pedido de levantamento da imunidade de Georgios Kyrtsos (2018/2041(IMM)) . . . 108

III Atos preparatórios

PARLAMENTO EUROPEU

Terça-feira, 23 de outubro de 2018

2020/C 345/23 Resolução legislativa do Parlamento Europeu, de 23 de outubro de 2018, sobre a proposta de decisão do Conselho relativa à celebração, em nome da União, do Acordo entre a União Europeia e a Comunidade das Baamas que altera o Acordo entre a Comunidade Europeia e a Comunidade das Baamas sobre a isenção de vistos para as estadas de curta duração (12389/2017 — C8-0173/2018 — 2017/0169(NLE)) . . . 110

2020/C 345/24 Resolução legislativa do Parlamento Europeu, de 23 de outubro de 2018, sobre o projeto de decisão do Conselho relativa à conclusão do Acordo entre a União Europeia e a República da Maurícia que altera o Acordo entre a Comunidade Europeia e a República da Maurícia sobre a isenção de vistos para as estadas de curta duração (12396/2017 — C8-0177/2018 — 2017/0167(NLE)) . . . 111

2020/C 345/25 Resolução legislativa do Parlamento Europeu, de 23 de outubro de 2018, sobre o projeto de decisão do Conselho relativa à celebração do Acordo entre a União Europeia e Antígua e Barbuda que altera o Acordo entre a Comunidade Europeia e Antígua e Barbuda sobre a isenção de vistos para as estadas de curta duração (12383/2017 — C8-0174/2018 — 2017/0171(NLE)) . . . 112

2020/C 345/26 Resolução legislativa do Parlamento Europeu, de 23 de outubro de 2018, sobre o projeto de decisão do Conselho relativa à conclusão do Acordo entre a União Europeia e a Federação de São Cristóvão e Neves que altera o Acordo entre a Comunidade Europeia e a Federação de São Cristóvão e Neves sobre a isenção de vistos para as estadas de curta duração (12393/2017 — C8-0176/2018 — 2017/0176(NLE)) . . . 113

2020/C 345/27 Resolução legislativa do Parlamento Europeu, de 23 de outubro de 2018, sobre o projeto de decisão do Conselho relativa à celebração do Acordo entre a União Europeia e Barbados que altera o Acordo entre a Comunidade Europeia e Barbados sobre a isenção de vistos para as estadas de curta duração (12386/2017 — C8-0175/2018 — 2017/0179(NLE)) . . . 114

(4)

2020/C 345/29 Resolução do Parlamento Europeu, de 23 de outubro de 2018, sobre a proposta de decisão do Parlamento Europeu e do Conselho relativa à mobilização do Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização (candidatura apresentada por Portugal — EGF/2018/002 PT/Norte — Centro — Lisboa wearing apparel) (COM(2018)0621 — C8-0399/2018 — 2018/2223(BUD)) . . . 116

2020/C 345/30 Decisão do Parlamento Europeu, de 23 de outubro de 2018, sobre a proposta de nomeação do Diretor Executivo do Fundo Europeu para Investimentos Estratégicos (N8-0100/2018 — C8-0423/2018 — 2018/0903(NLE)) . . . 120

2020/C 345/31 Decisão do Parlamento Europeu, de 23 de outubro de 2018, sobre a proposta de nomeação do Diretor Executivo Adjunto do Fundo Europeu para Investimentos Estratégicos (N8-0101/2018 — C8-0424/2018 — 2018/0904(NLE)) . . . 121

2020/C 345/32 Alterações aprovadas pelo Parlamento Europeu, em 23 de outubro de 2018, sobre a proposta de diretiva do Parlamento Europeu e do Conselho relativa à qualidade da água destinada ao consumo humano (reformulação) (COM(2017)0753 — C8-0019/2018 — 2017/0332(COD)) . . . 122

2020/C 345/33 P8_TA(2018)0398

Recursos destinados à coesão económica, social e territorial e recursos destinados ao objetivo de Investimento no Crescimento e no Emprego ***I

Resolução legislativa do Parlamento Europeu, de 23 de outubro de 2018, sobre a proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho que altera o Regulamento (UE) n.o 1303/2013 no que se refere aos recursos destinados à coesão económica, social e territorial e que retifica esse regulamento no que respeita aos recursos destinados ao objetivo de Investimento no Crescimento e no Emprego (COM(2018)0498 — C8-0307/2018 — 2018/0265(COD))

P8_TC1-COD(2018)0265

Posição do Parlamento Europeu aprovada em primeira leitura em 23 de outubro de 2018 tendo em vista a adoção do Regulamento (UE) 2018/… do Parlamento Europeu e do Conselho que altera o Regulamento (UE) n.o 1303/2013 no que se refere aos recursos destinados à coesão económica, social e territorial e aos recursos destinados ao objetivo de investimento no crescimento e no emprego 198

2020/C 345/34 Alterações aprovadas pelo Parlamento Europeu, em 23 de outubro de 2018, sobre a proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho relativo à harmonização das obrigações de comunicação de informações no âmbito da política ambiental e que altera as Diretivas 86/278/CEE, 2002/49/CE, 2004/35/CE, 2007/2/CE, 2009/147/CE e 2010/63/UE, os Regulamentos (CE) n. o 166/2006 e (UE) n.o 995/2010, e os Regulamentos (CE) n.o 338/97 e (CE) n.o 2173/2005 do Conselho (COM(2018)0381 — C8-0244/2018 — 2018/0205(COD)) . . . 199

Quarta-feira, 24 de outubro de 2018

2020/C 345/35 Resolução do Parlamento Europeu, de 24 de outubro de 2018, referente à posição do Conselho sobre o projeto de orçamento geral da União Europeia para o exercício de 2019 (11737/2018 — C8-0410/2018 — 2018/2046(BUD)) . . . 221

(5)

de Desenvolvimento Regional, ao Fundo Social Europeu, ao Fundo de Coesão, ao Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural e ao Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas, que estabelece disposições gerais relativas ao Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, ao Fundo Social Europeu, ao Fundo de Coesão e ao Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas, e que revoga o Regulamento (CE) n.o 1083/2006 do Conselho (COM(2017)0826 — C8-0432/2017 — 2017/0336(COD)) . . . 234 2020/C 345/37 Resolução legislativa do Parlamento Europeu, de 24 de outubro de 2018, sobre o projeto de decisão de

execução do Conselho relativa ao lançamento do intercâmbio automatizado de dados dactiloscópicos na Irlanda (11265/2018 — C8-0388/2018 — 2018/0808(CNS)) . . . 235 2020/C 345/38 Resolução legislativa do Parlamento Europeu, de 24 de outubro de 2018, sobre o projeto de decisão de

execução do Conselho relativa ao lançamento do intercâmbio automatizado de dados de ADN na Irlanda (11282/2018 — C8-0389/2018 — 2018/0809(CNS)) . . . 236 2020/C 345/39 Resolução legislativa do Parlamento Europeu, de 24 de outubro de 2018, sobre o projeto de decisão de

execução do Conselho relativa ao lançamento do intercâmbio automatizado de dados no que respeita a dados dactiloscópicos na Croácia (11284/2018 — C8-0390/2018 — 2018/0810(CNS)) . . . 237 2020/C 345/40 Alterações aprovadas pelo Parlamento Europeu, em 24 de outubro de 2018, sobre a proposta de

diretiva do Parlamento Europeu e do Conselho relativa à redução do impacto de determinados produtos de plástico no ambiente (COM(2018)0340 — C8-0218/2018 — 2018/0172(COD)) . . . . 238 2020/C 345/41 P8_TA(2018)0412

Estabelecimento, funcionamento e utilização do Sistema de Informação de Schengen no domínio dos controlos das fronteiras ***I

Resolução legislativa do Parlamento Europeu, de 24 de outubro de 2018, sobre a proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho relativo ao estabelecimento, ao funcionamento e à utilização do Sistema de Informação de Schengen (SIS) no domínio dos controlos das fronteiras e que altera o Regulamento (UE) n.o 515/2014 e revoga o Regulamento (CE) n.o 1987/2006 (COM(2016)0882 — C8-0533/2016 — 2016/0408(COD))

P8_TC1-COD(2016)0408

Posição do Parlamento Europeu aprovada em primeira leitura em 24 de outubro de 2018 tendo em vista a adoção do Regulamento (UE) 2018/… do Parlamento Europeu e do Conselho relativo ao estabelecimento, ao funcionamento e à utilização do Sistema de Informação de Schengen (SIS) no domínio dos controlos de fronteira, e que altera a Convenção de Aplicação do Acordo de Schengen e altera e revoga o Regulamento (CE) n.o 1987/2006 . . . 284 2020/C 345/42 P8_TA(2018)0413

Estabelecimento, funcionamento e utilização do Sistema de Informação de Schengen no domínio da cooperação policial e da cooperação judiciária em matéria penal ***I

Resolução legislativa do Parlamento Europeu, de 24 de outubro de 2018, sobre a proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho relativo ao estabelecimento, ao funcionamento e à utilização do Sistema de Informação de Schengen (SIS) no domínio da cooperação policial e da cooperação judiciária em matéria penal, que altera o Regulamento (UE) n.o 515/2014 e revoga o Regulamento (CE) n.o 1986/2006, a Decisão 2007/533/JAI do Conselho e a Decisão 2010/261/UE da Comissão (COM(2016)0883 — C8-0530/2016 — 2016/0409(COD))

P8_TC1-COD(2016)0409

Posição do Parlamento Europeu aprovada em primeira leitura em 24 de outubro de 2018 tendo em vista a adoção do Regulamento (UE) 2018/… do Parlamento Europeu e do Conselho relativo ao estabelecimento, ao funcionamento e à utilização do Sistema de Informação de Schengen (SIS) no domínio da cooperação policial e da cooperação judiciária em matéria penal, e que altera e revoga a Decisão 2007/533/JAI do Conselho e revoga o Regulamento (CE) n.o 1986/2006 do Parlamento Europeu e do Conselho e a Decisão 2010/261/UE da Comissão . . . 285

(6)

Resolução legislativa do Parlamento Europeu, de 24 de outubro de 2018, sobre a proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho relativo à utilização do Sistema de Informação de Schengen para efeitos de regresso dos nacionais de países terceiros em situação irregular (COM(2016)0881 — C8-0532/2016 — 2016/0407(COD))

P8_TC1-COD(2016)0407

Posição do Parlamento Europeu aprovada em primeira leitura em 24 de outubro de 2018 tendo em vista a adoção do Regulamento (UE) 2018/… do Parlamento Europeu e do Conselho relativo à utilização do Sistema de Informação de Schengen para efeitos de regresso dos nacionais de países terceiros em situação irregular . . . 286

2020/C 345/44 Resolução legislativa do Parlamento Europeu, de 24 de outubro de 2018, sobre a proposta de diretiva do Conselho que altera a Diretiva 92/83/CEE relativa à harmonização da estrutura dos impostos especiais sobre o consumo de álcool e bebidas alcoólicas (COM(2018)0334 — C8-0269/2018 — 2018/0173(CNS)) . . . 288

Quinta-feira, 25 de outubro de 2018

2020/C 345/45 Alterações aprovadas pelo Parlamento Europeu, em 25 de outubro de 2018, sobre a proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho relativo à importação de bens culturais (COM(2017)0375 — C8-0227/2017 — 2017/0158(COD)) . . . 290

2020/C 345/46 P8_TA(2018)0420

Autorização e fiscalização de medicamentos para uso humano e veterinário ***I

Resolução legislativa do Parlamento Europeu, de 25 de outubro de 2018, sobre a proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho que altera o Regulamento (CE) n.o 726/2004 que estabelece procedimentos comunitários de autorização e de fiscalização de medicamentos para uso humano e veterinário e que institui uma Agência Europeia de Medicamentos (COM(2014)0557 — C8-0142/2014 — 2014/0256(COD))

P8_TC1-COD(2014)0256

Posição do Parlamento Europeu aprovada em primeira leitura em 25 de outubro de 2018 tendo em vista a adoção do Regulamento (UE) 2018/… do Parlamento Europeu e do Conselho que altera o Regulamento (CE) n.o 726/2004 que estabelece procedimentos comunitários de autorização e de fiscalização de medicamentos para uso humano e veterinário e que institui uma Agência Europeia de Medicamentos, o Regulamento (CE) n.o 1901/2006 relativo a medicamentos para uso pediátrico e a Diretiva 2001/83/CE que estabelece um código comunitário relativo aos medicamentos para uso humano . . . 334

2020/C 345/47 P8_TA(2018)0421

Medicamentos veterinários ***I

Resolução legislativa do Parlamento Europeu, de 25 de outubro de 2018, sobre a proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho relativo aos medicamentos veterinários (COM(2014)0558 — C8-0164/2014 — 2014/0257(COD))

P8_TC1-COD(2014)0257

Posição do Parlamento Europeu aprovada em primeira leitura em 25 de outubro de 2018 tendo em vista a adoção do Regulamento (UE) 2018/… do Parlamento Europeu e do Conselho relativo aos medicamentos veterinários e que revoga a Diretiva 2001/82/CE . . . 335

(7)

Resolução legislativa do Parlamento Europeu, de 25 de outubro de 2018, sobre a proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho relativo ao fabrico, à colocação no mercado e à utilização de alimentos medicamentosos para animais e que revoga a Diretiva 90/167/CEE do Conselho (COM(2014)0556 — C8-0143/2014 — 2014/0255(COD))

P8_TC1-COD(2014)0255

Posição do Parlamento Europeu aprovada em primeira leitura em 25 de outubro de 2018 tendo em vista a adoção do Regulamento (UE) 2018/… do Parlamento Europeu e do Conselho relativo ao fabrico, à colocação no mercado e à utilização de alimentos medicamentosos para animais, que altera o Regulamento (CE) n.o 183/2005 do Parlamento Europeu e do Conselho e revoga a Direti-va 90/167/CEE do Conselho . . . 336

2020/C 345/49 P8_TA(2018)0423

Aplicação de imposições aos veículos pesados de mercadorias pela utilização de certas infraestruturas ***I

Resolução legislativa do Parlamento Europeu, de 25 de outubro de 2018, sobre a proposta de diretiva do Parlamento Europeu e do Conselho que altera a Diretiva 1999/62/CE relativa à aplicação de imposições aos veículos pesados de mercadorias pela utilização de certas infraestruturas (COM(2017)0275 — C8-0171/2017 — 2017/0114(COD))

P8_TC1-COD(2017)0114

Posição do Parlamento Europeu aprovada em primeira leitura em 25 de outubro de 2018 tendo em vista a adoção da Diretiva (UE) …/ … do Parlamento Europeu e do Conselho que altera a Diretiva 1999/62/CE relativa à aplicação de imposições aos veículos pesados de mercadorias pela utilização de certas infraestruturas

(Texto relevante para efeitos do EEE) . . . 337

2020/C 345/50 Alterações aprovadas pelo Parlamento Europeu, em 25 de outubro de 2018, sobre a proposta de Diretiva do Parlamento Europeu e do Conselho que altera a Diretiva 2009/33/CE relativa à promoção de veículos de transporte rodoviário não poluentes e energeticamente eficientes (COM(2017)0653 — C8-0393/2017 — 2017/0291(COD)) . . . 374

2020/C 345/51 Alterações aprovadas pelo Parlamento Europeu, em 25 de outubro de 2018, sobre a proposta da regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho que estabelece um plano plurianual para as unidades populacionais de peixes nas águas ocidentais e águas adjacentes, e para as pescarias que exploram essas unidades populacionais, que altera o Regulamento (UE) 2016/1139, que estabelece um plano plurianual para o mar Báltico, e que revoga os Regulamentos (CE) n.o 811/2004, (CE) n. o 2166/2005, (CE) n.o 388/2006, (CE) n.o 509/2007 e (CE) n.o 1300/2008 (COM(2018)0149– C8-0126/2018– 2018/0074(COD) . . . 419

2020/C 345/52 P8_TA(2018)0426

Localização da sede da Autoridade Bancária Europeia ***I

Resolução legislativa do Parlamento Europeu, de 25 de outubro de 2018, sobre a proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho que altera o Regulamento (UE) n.o 1093/2010 no que respeita à localização da sede da Autoridade Bancária Europeia (COM(2017)0734 — C8-0420/2017 — 2017/0326(COD))

P8_TC1-COD(2017)0326

Posição do Parlamento Europeu aprovada em primeira leitura em 25 de outubro de 2018 tendo em vista a adoção do Regulamento (UE) 2018/… do Parlamento Europeu e do Conselho que altera o Regulamento (UE) n.o 1093/2010 no que respeita à localização da sede da Autoridade Bancária Europeia . . . 452

(8)

Resolução legislativa do Parlamento Europeu, de 25 de outubro de 2018, sobre a proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho que altera o Regulamento (CE) n.o 726/2004 no que respeita à localização da sede da Agência Europeia de Medicamentos (COM(2017)0735 — C8-0421/2017 — 2017/0328(COD))

P8_TC1-COD(2017)0328

Posição do Parlamento Europeu aprovada em primeira leitura em 25 de outubro de 2018 tendo em vista a adoção do Regulamento (UE) 2018/… do Parlamento Europeu e do Conselho que altera o Regulamento (CE) n.o 726/2004 no que respeita à localização da sede da Agência Europeia de Medicamentos . . . 456

(9)

***I Processo legislativo ordinário (primeira leitura) ***II Processo legislativo ordinário (segunda leitura) ***III Processo legislativo ordinário (terceira leitura)

(O processo indicado depende da base jurídica proposta no projeto de ato.) Alterações do Parlamento:

Os trechos novos são assinalados em itálico e a negrito. Os trechos suprimidos são assinalados pelo símbolo ▌ou rasurados. As substituições são assinaladas formatando o texto novo em itálico e a negrito e suprimindo, ou rasurando, o texto substituído.

(10)
(11)

PARLAMENTO EUROPEU

SESSÃO 2018-2019

Sessões de 22 a 25 de outubro de 2018

A Ata desta sessão foi publicada no JO C 324 de 27.9.2019.

Os textos aprovados em 24 de outubro de 2018 relativos às quitações do exercício de 2016 foram

publicados no JO L 331 de 28.12.2018.

(12)

I

(Resoluções, recomendações e pareceres)

RESOLUÇÕES

PARLAMENTO EUROPEU

P8_TA(2018)0400

Papel da participação financeira dos trabalhadores na criação de postos de trabalho e na

reintegração dos desempregados

Resolução do Parlamento Europeu, de 23 de outubro de 2018, sobre o papel da participação financeira dos trabalhadores na criação de postos de trabalho e na reativação de desempregados (2018/2053(INI))

(2020/C 345/01)

O Parlamento Europeu,

— Tendo em conta o Tratado da União Europeia (TUE), e nomeadamente o n.o 3 do artigo 3.o,

— Tendo em conta o artigo 9.o do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia (TFUE), que exige que a UE promova um elevado nível de emprego, garanta uma proteção social adequada, lute contra a exclusão social e assegure um nível elevado de educação, formação e de proteção da saúde humana,

— Tendo em conta as conclusões do Conselho, de 7 de dezembro de 2015, sobre a promoção da economia social como um fator essencial de desenvolvimento económico e social na Europa,

— Tendo em conta a comunicação da Comissão, de 2 de junho de 2016, intitulada «Uma Agenda Europeia para a Economia Colaborativa» (COM(2016)0356),

— Tendo em conta a comunicação da Comissão, de 27 de março de 2014, sobre «Financiamento a longo prazo da economia europeia» (COM(2014)0168),

— Tendo em conta a comunicação da Comissão, de 12 de dezembro de 2012, intitulada «Plano de ação: Direito das sociedades europeu e governo das sociedades — um quadro jurídico moderno com vista a uma maior participação dos acionistas e a sustentabilidade das empresas» (COM(2012)0740),

— Tendo em conta a comunicação da Comissão, de 3 de outubro de 2012, intitulada «Ato para o Mercado Único II — Juntos para um novo crescimento» (COM(2012)0573),

— Tendo em conta a comunicação da Comissão, de 3 de março de 2010, intitulada «Europa 2020: Estratégia para um crescimento inteligente, sustentável e inclusivo» (COM(2010)2020),

— Tendo em conta a recomendação da Comissão, de 3 de outubro de 2008, sobre a inclusão ativa das pessoas excluídas do mercado de trabalho (1),

— Tendo em conta a comunicação da Comissão, de 25 de junho de 2008, intitulada «Think Small First» — Um «Small Business Act» para a Europa» (COM(2008)0394) e os Programas de Trabalho da Comissão para 2008 e 2009,

(13)

— Tendo em conta a comunicação da Comissão, de 14 de março de 2006, intitulada «Realizar o programa comunitário de Lisboa em prol do crescimento e do emprego: Transferência de empresas — Continuidade pela Renovação» (COM(2006)0117),

— Tendo em conta a comunicação da Comissão, de 5 de julho de 2002, intitulada «Um quadro de ação para promover a participação financeira dos trabalhadores» (COM(2002)0364) e a correspondente Resolução do Parlamento, de 5 de junho de 2003 (1),

— Tendo em conta o parecer do Comité Económico e Social Europeu (CESE), de 21 de outubro de 2010, sobre a participação financeira dos trabalhadores na Europa,

— Tendo em conta a sua resolução, de 15 de janeiro de 2013, sobre a informação e consulta dos trabalhadores, a antecipação e a gestão da reestruturação (2),

— Tendo em conta a sua resolução, de 14 de janeiro de 2014, sobre a participação financeira dos trabalhadores nos lucros das empresas (3), e o parecer da Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários (2013/2127(INI)),

— Tendo em conta o estudo encomendado pela Comissão do Emprego e dos Assuntos Sociais do Parlamento Europeu, intitulado «Participação financeira dos trabalhadores nos lucros das empresas», publicado em setembro de 2012, — Tendo em conta a revisão intercalar do Plano de Ação da União dos Mercados de Capitais, publicado em 8 de junho

de 2017 (COM(2017)0292),

— Tendo em conta o projeto-piloto da Comissão intitulado «Promoção da propriedade e participação dos trabalhadores», cuja versão final foi publicada em 2014,

— Tendo em conta o Relatório PEPPER IV, intitulado «Análise comparativa da participação dos trabalhadores nos lucros e nos resultados das empresas nos países membros e candidatos à União Europeia», publicado em outubro de 2009 pela Universidade Livre de Berlim,

— Tendo em conta o Relatório PEPPER III, intitulado «Promoção da participação dos trabalhadores nos lucros e nos resultados das empresas nos novos Estados-Membros e países candidatos à União Europeia», publicado em junho de 2006 pela Universidade Livre de Berlim,

— Tendo em conta o relatório, de 18 de dezembro de 2003, do Grupo de alto nível de peritos independentes sobre os obstáculos transnacionais ao aumento da participação financeira dos trabalhadores em empresas transnacionais, — Tendo em conta o Relatório PEPPER II, intitulado «Promoção da participação dos trabalhadores nos lucros e nos

resultados das empresas (incluindo participações no capital) nos Estados-Membros», publicado pela Comissão em janeiro de 1997 (COM(1996)0697),

— Tendo em conta o Relatório PEPPER I, intitulado «Promoção da participação dos trabalhadores nos lucros e nos resultados das empresas», publicado pela Comissão e pelo Instituto Universitário Europeu em março de 1991, — Tendo em conta o artigo 52.o do seu Regimento,

— Tendo em conta o relatório da Comissão do Emprego e dos Assuntos Sociais (A8-0293/2018),

A. Considerando que existem vários modelos de participação financeira dos trabalhadores (PFT) por que um empregador pode optar: participação nos lucros, participação de trabalhadores a título individual no capital, participação de trabalhadores em modelos cooperativos e planos de participação dos trabalhadores no capital (ESOP);

B. Considerando que o modelo de PFT mais adequado deve ser cuidadosamente escolhido por cada empresa e pelos seus trabalhadores, tendo devidamente em conta o contexto nacional e setorial específico das normas fiscais, e que dependerá sobretudo da dimensão, da atividade e do estatuto da empresa, em especial se está cotada; considerando que não é conveniente desenvolver um modelo abrangente de PFT do tipo «tamanho único para todos» a nível da UE;

(1) JO C 68 E de 18.3.2004, p. 429.

(2) JO C 440 de 30.12.2015, p. 23.

(14)

C. Considerando que, de acordo com os dados do inquérito de 2013 sobre as empresas europeias (1), os regimes de PFT podem variar consideravelmente em função das características da empresa; que 62 % dos estabelecimentos europeus utilizam alguma forma de remuneração variável, com uma repartição dos lucros igual a 30 % e a remuneração associada ao desempenho do grupo correspondente a 25 %; considerando que 5 % dos estabelecimentos utilizam regimes de participação no capital; que estes sistemas predominam mais no setor privado do que no setor público (com algumas exceções a nível nacional), bem como em determinados setores económicos, em particular tecnologias da informação e comunicação, finanças, seguros e consultadoria; considerando que as empresas de maior dimensão são mais propensas a utilizar estes sistemas do que as pequenas e médias empresas, sendo também mais comuns em empresas de capital estrangeiro ou multinacionais e em empresas localizadas em regiões economicamente (2) centrais ou avançadas; D. Considerando que os ESOP são uma forma de PFT que utiliza uma entidade intermediária para exercer direitos de voto

ou outras formas de governação em nome dos trabalhadores, e pelos quais estes poderiam optar voluntariamente; E. Considerando que os regimes de PFT implicando os trabalhadores nos processos de consulta e de tomada de decisão

encerram (3) vantagens tanto para os trabalhadores como para a empresa, especialmente em termos de governação sustentável, diálogo social, respeito mútuo entre empregadores e trabalhadores, e outros aspetos, como recrutamento, retenção no serviço, motivação, satisfação profissional e desenvolvimento de competências, bem como desempenho geral e rentabilidade;

F. Considerando que a participação dos trabalhadores no processo de tomada de decisão pode melhorar o desempenho organizacional e a qualidade da vida profissional dos trabalhadores, e que poderia funcionar como uma ferramenta de inovação no local de trabalho (4) para promover um sentimento de apropriação, reforçar o fluxo de informações na empresa e melhorar os níveis de confiança entre empregadores e trabalhadores;

G. Considerando que os regimes de PFT podem ter impactos positivos na economia dos Estados-Membros, através do apoio às empresas, incluindo PME, e ao mercado de trabalho; considerando que a participação financeira dos trabalhadores na sua empresa pode contribuir para a satisfação profissional, para um sentimento de apropriação, para o respeito mútuo entre empregadores e trabalhadores e para o desempenho global, além de poder ajudar os trabalhadores a encontrar oportunidades nos seus países de origem;

H. Considerando que, no contexto do desenvolvimento da União dos Mercados de Capitais (UMC), a PFT pode contribuir para os objetivos da UMC de crescimento inclusivo e de transparência da atividade económica; que a PFT, se associada à formação de participantes proporcionada pelas empresas e pelos Estados-Membros, poderia melhorar a educação financeira dos cidadãos da UE, reduzindo potencialmente a sua relutância em investir e, eventualmente, em aumentar o investimento de retalho;

I. Considerando que a Estratégia Europeia de Emprego e a Estratégia Europa 2020 estabelecem prioridades para melhorar a qualidade dos empregos e assegurar melhores condições de trabalho; que o aumento da participação dos trabalhadores nos resultados financeiros das empresas e a oferta de melhores recompensas poderiam contribuir para realizar estes objetivos;

J. Considerando que a PFT tem de ir a par com um elevado nível de informação, formação e consulta dos trabalhadores, para que estes tenham plena consciência do funcionamento dos sistemas de participação financeira que podem subscrever e possam, assim, com pleno conhecimento de causa, avaliar os riscos e as vantagens potenciais destes sistemas, como em caso de falência da empresa;

K. Considerando que, através da PFT, do reforço do diálogo social e da tomada de decisões estratégicas, os empregadores podem investir em oportunidades de desenvolvimento para os seus trabalhadores, contribuindo assim para lutar contra a exclusão social e assegurando um elevado nível de formação;

L. Considerando que, ao envolver os trabalhadores no processo de tomada de decisão, e em função da especificidade do regime, a PFT pode, em alguns casos, ajudar as empresas, incluindo as PME, à respetiva reestruturação e continuidade, abordando os problemas de sucessão e de renovação geracional da empresa, por exemplo, em empresas familiares;

(1) Terceiro inquérito sobre as empresas europeias (2013), Eurofound.

(2) Alterações aos sistemas de remuneração e de prémios (2016), Eurofound.

(3) Estudo económico anual da participação dos trabalhadores no capital das empresas nos países europeus.

(15)

M. Considerando que se deve ter em conta que a PFT tem elementos positivos e negativos;

N. Considerando que, embora encerre riscos financeiros, a PFT pode agir como um amortecedor de choques, permitindo bónus e outras formas de recompensa, e assegurando que os trabalhadores disponham de uma carteira de ações securizada; considerando que em particular os ESPO podem constituir um exemplo de modelo de aquisição de empresas não cotadas pelos trabalhadores, em que o processo de aquisição de empresas com prioridade permita aos trabalhadores a potencial salvaguarda dos seus próprios empregos quando existe a possibilidade de aquisição por outras empresas;

O. Considerando que são por isso necessárias medidas que protejam os trabalhadores de riscos como a perda do emprego e do capital investido quando o empregador é afetado por uma crise; considerando que a PFT não pode ser utilizada para reduzir os direitos sociais e de emprego adquiridos pelos trabalhadores, não deve substituir o pagamento normal de base, outras formas de remuneração ou contribuições para regimes de pensões, nem constituir um meio de transferir riscos para o trabalhador ou de não respeitar a legislação laboral;

P. Considerando que a adesão à PFT deve continuar a ser voluntária para os trabalhadores, em particular de PME, sem afetar todavia a sua mobilidade no mercado de trabalho ou o seu direito à ação coletiva; considerando, por conseguinte, que os trabalhadores devem ter sempre acesso a informações sobre a situação económica da empresa, à exceção do seu sigilo comercial e informações comercialmente sensíveis, e ser informados das vantagens e desvantagens de cada regime PFT disponível;

Q. Considerando que os incentivos fiscais são elementos fundamentais para promover a PFT, capazes de proporcionar dividendos a médio e a longo prazo, e que os países que possuem uma longa tradição de participação financeira dos trabalhadores também registam o nível de propriedade mais desenvolvido pelos trabalhadores e o nível mais elevado de benefícios fiscais;

R. Considerando que políticas ativas de emprego, como o apoio ao verdadeiro trabalho por conta própria e o empreendedorismo regular e social são ferramentas essenciais para reinserir os desempregados no mercado de trabalho, em conformidade com o Plano de Ação para o Espírito Empresarial, adotado em janeiro de 2013;

S. Considerando que o atual Fundo Social Europeu promove o empreendedorismo social e a economia social e solidária, e que o novo FSE Plus deve continuar a fazê-lo; considerando que a PFT pode dar um contributo valioso para o desenvolvimento da economia social e solidária, tornando, por exemplo, mais acessível o investimento ou o financiamento;

T. Considerando que a PFT pode servir de complemento aos programas da UE destinados a melhorar o acesso ao capital, nomeadamente para as PME, como o programa COSME, o programa InnovFin, o programa Europa Criativa e os fundos estruturais e de investimento europeus;

U. Considerando que a PFT pode ser um instrumento complementar ao Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização, que presta assistência às pessoas que perderam o emprego em consequência de importantes alterações estruturais decorrentes da globalização ou da crise económica e financeira, no que diz respeito à reconversão profissional, formação, ao apoio ao exercício de uma atividade por conta própria, à criação de empresas e à aquisição de empresas pelos trabalhadores;

V. Considerando que as orientações da UE em matéria de PFT podem ajudar os Estados-Membros a desenvolver quadros para regimes de PFT suscetíveis de gerar benefícios, tanto para os empregadores como para os trabalhadores, e aumentar também a sensibilização do público para as PFT;

1. Insta a Comissão a estudar medidas adequadas que incentivem os Estados-Membros e as empresas, em especial as PME, a desenvolverem e oferecerem regimes de PFT em benefício e no interesse tanto dos trabalhadores como das empresas; salienta que estes regimes devem:

— proteger a segurança dos rendimentos dos trabalhadores, — não explorar trabalhadores numa situação de crise, — não transferir o risco empresarial para os trabalhadores;

— garantir um elevado nível de proteção dos investimentos dos trabalhadores;

2. Apela aos Estados-Membros para que criem incentivos não obrigatórios, incluindo incentivos fiscais que não se sobreponham às normas fiscais nacionais, conformes com os princípios das melhores práticas, ao promoverem regimes de participação dos trabalhadores junto das empresas e dos trabalhadores, apoiando ao mesmo tempo as mais elevadas normas de proteção social dos trabalhadores e salvaguardando o seu direito à ação coletiva;

(16)

3. Sublinha que a PFT deve ser integrada num sistema de participação dos trabalhadores, por exemplo, no processo de tomada de decisões das empresas, inclusive através dos representantes dos trabalhadores, e que a PFT não deve ser um substituto de um salário justo e digno, nem de uma alternativa às pensões públicas ou de regimes de pensões acordados em conjunto;

4. Insta a Comissão a aplicar o «plano de ação em cinco pontos» incluído no relatório final de 2014 do projeto-piloto relativo à promoção da propriedade e participação dos trabalhadores;

5. Reconhece o vínculo entre as medidas legislativas a nível nacional que favorecem os regimes de PFT e o número das empresas e dos trabalhadores que os utiliza;

6. Sublinha os obstáculos transnacionais que enfrentam tanto as empresas que oferecem regimes desta natureza em diversos Estados-Membros como os trabalhadores, ou seja, discrepâncias na legislação e os riscos de dupla tributação, o que pode gerar custos administrativos substanciais e colidir com a livre circulação dos trabalhadores, elemento este que é importante para combater o flagelo do desemprego, reforçar a convergência e a integração entre Estados-Membros;

7. Insta a Comissão e os Estados-Membros a sensibilizarem, tal como recomendado no relatório final de 2014 do projeto-piloto relativo à promoção da propriedade e participação dos trabalhadores, a tirarem proveito dos resultados dos projetos de investigação, a incentivarem a transferência transfronteiriça de boas práticas, e ainda a proporem um conjunto de modelos de apoio simples, elementares e básicos;

8. Apela à Comissão e aos Estados-Membros para que disponibilizem sítios Web específicos que incluam modelos de acordos de participação nos lucros para as PME e as microempresas, com vista a facilitar a respetiva aplicação, bem como informações sobre riscos anexos e outro material relevante; apela além disso à Comissão e aos Estados-Membros para que, com a ajuda da Fundação Europeia para a Melhoria das Condições de Vida e de Trabalho, continuem a recolher dados sobre a utilização e a divulgação dos regimes de participação financeira, bem como a estudarem o impacto da participação financeira no funcionamento da empresa, na qualidade do seu trabalho e na retenção dos seus trabalhadores;

9. Apela aos Estados-Membros e à Comissão para que prestem assistência às empresas que demonstrem interesse em PFT, com soluções e medidas de apoio específicas que evitem custos administrativos e de desenvolvimento excessivos associados à implementação da PFT, em especial nas PME, e para que incentivem operadores externalizados, como bancos e fundos de investimento, a propor regimes simples de PFT adaptados a este tipo de empresas, certificando-se de que os intermediários não tiram partido das empresas mais pequenas e de que não há custos ocultos;

10. Apela à Comissão e aos Estados-Membros para que promovam a educação financeira, a fim de capacitar os cidadãos da UE e de aumentar a sensibilização para as implicações da PFT;

11. Insta a Comissão e os Estados-Membros a colaborarem com os parceiros sociais, as organizações de participação financeira dos trabalhadores e com outras partes interessadas no arranque do processo, a fim de elaborarem os regimes de PFT mais adequados, e, quando um regime de PFT for considerado pertinente, o mesmo seja negociado na base de «unidade por unidade» de produção, tendo ao mesmo tempo em conta a dimensão, o tipo de empresa, a sua mão de obra e situação financeira, mas também a legislação e as práticas nacionais;

12. Recomenda que os regimes e instrumentos de poupança salarial sejam negociados ao nível de cada ramo, a fim de disponibilizar às PME e às microempresas acordos normalizados que possam ser direta e facilmente aplicados por estas empresas;

13. Salienta que a PFT deve ser aberta a todos os trabalhadores de forma não discriminatória, independentemente da idade, do género, da nacionalidade, do trabalho a tempo inteiro/tempo parcial, etc.;

14. Acrescenta que se pode justificar a diferenciação entre trabalhadores para atender à diferença das suas necessidades e interesses, como planos de ações sujeitos a restrições, limitados a executivos;

15. Considera que os ESOP devem também permitir que os trabalhadores utilizem a conta do ESOP para outras participações que não a do empregador atual, por forma a minimizar o risco de concentração, em particular para as PME;

(17)

16. Lembra que a decisão de aderir a regimes de PFT deve ser plenamente voluntária, ou seja, não devem ser tomadas medidas contra os trabalhadores que decidam não aderir e, quando concordam, a sua participação deve basear-se numa formação adequada e no assentimento informado do trabalhador, com a plena consciência dos seus direitos, obrigações e riscos, da situação da empresa, das vantagens e desvantagens de cada regime, dos efeitos da tributação ao subscrever o regime e das condições aplicáveis no momento em que abandona a empresa ou o regime;

17. Considera que a PFT não deve substituir ou diminuir a remuneração normal de base nem outras prestações, designadamente para a segurança social, devendo antes ser complementar a todos os direitos sociais e contratuais, o que deve constituir um requisito prévio à aplicação da PFT;

18. Considera que devem ser desenvolvidos mais vínculos entre a PFT e a economia social, nomeadamente através de programas, como «Europa Criativa», que oferecem microcréditos até 25 000 EUR às pequenas empresas e às empresas sociais;

19. Insta a Comissão e os Estados-Membros a ponderarem a rápida evolução e mudança do mercado de trabalho e os consequentes desafios em matéria de competências, digitalização, automatização, desigualdades em termos de riqueza e cortes na segurança social, e a permanente criação de novas oportunidades de apoio e proteção dos trabalhadores, capacitando-os a adaptarem-se e a desenvolverem-se em termos profissionais e pessoais;

20. Salienta o importante papel que a PFT pode desempenhar no desenvolvimento do espírito empresarial e do empreendedorismo, facilitando a investigação e o acesso ao capital, nomeadamente às empresas em fase de arranque; 21. Salienta que, embora as microempresas desempenhem um papel importante na economia da maioria dos Estados-Membros da UE, ainda não lhes são aplicadas medidas de apoio à participação dos trabalhadores no capital; 22. Congratula-se com as iniciativas lideradas pelas direções-gerais da Comissão, como a DG EMPL, DG FISMA e DG GROW, para apoiar o emprego, as PME e a União dos Mercados de Capitais, e apela a uma abordagem coordenada para a utilização mais eficaz dos recursos disponíveis, tendo presente que o beneficiário final é o cidadão europeu;

(18)

P8_TA(2018)0416

Renovação da autorização de colocação no mercado de milho geneticamente modificado

NK603 × MON 810

Resolução do Parlamento Europeu, de 24 de outubro de 2018, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão que renova a autorização de colocação no mercado de produtos que contenham, sejam constituídos por, ou produzidos a partir de milho geneticamente modificado NK603 × MON 810 (MON-ØØ6Ø3-6 × MON-ØØ81Ø-6) nos termos do Regulamento (CE) n.o 1829/2003 do Parlamento Europeu e do Conselho

(D058360/01 — 2018/2872(RSP)) (2020/C 345/02)

O Parlamento Europeu,

— Tendo em conta o projeto de decisão de execução da Comissão que renova a autorização de colocação no mercado de produtos que contenham, sejam constituídos por, ou produzidos a partir de milho geneticamente modificado NK603 × MON 810 (MON-ØØ6Ø3-6 × MON-ØØ81Ø-6) nos termos do Regulamento (CE) n.o 1829/2003 do Parlamento Europeu e do Conselho (D058360/01,

— Tendo em conta o Regulamento (CE) n.o 1829/2003 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 22 de setembro de 2003, relativo a géneros alimentícios e alimentos para animais geneticamente modificados (1), nomeadamente o artigo 11.o, n.o 3, e o artigo 23.o, n.o 3,

— Tendo em conta que, na sequência da votação no Comité Permanente da Cadeia Alimentar e da Saúde Animal, referido no artigo 35.o do Regulamento (CE) n.o 1829/2003, de 11 de setembro de 2018, não foi emitido parecer,

— Tendo em conta o artigo 11.o do Regulamento (UE) n.o 182/2011 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 16 de fevereiro de 2011, que estabelece as regras e os princípios gerais relativos aos mecanismos de controlo pelos Estados-Membros do exercício das competências de execução pela Comissão (2),

— Tendo em conta o parecer adotado pela Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) em 24 de janeiro de 2018 e publicado em 26 de fevereiro de 2018 (3),

— Tendo em conta a proposta de regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho que altera o Regulamento (UE) n.o 182/2011, que estabelece as regras e os princípios gerais relativos aos mecanismos de controlo pelos Estados-Membros do exercício das competências de execução pela Comissão (COM(2017)0085, COD(2017)0035),

(1) JO L 268 de 18.10.2003, p. 1.

(2) JO L 55 de 28.2.2011, p. 13.

(3) Parecer científico sobre um pedido da Monsanto (pedido EFSA-GMO-RX-007) — Avaliação do milho geneticamente modificado

NK603 x MON810 para renovação da autorização, nos termos do Regulamento (CE) n.o 1829/2003 (pedido EFSA-GMO-RX-007).

(19)

— Tendo em conta as suas anteriores resoluções que levantam objeções à autorização de organismos geneticamente modificados (1),

(1) — Resolução, de 16 de janeiro de 2014, sobre a proposta de decisão do Conselho relativa à colocação no mercado para cultivo,

em conformidade com a Diretiva 2001/18/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de um milho (Zea mays L., linha 1507) geneticamente modificado para lhe conferir resistência a determinados lepidópteros (JO C 482 de 23.12.2016, p. 110). — Resolução, de 16 de dezembro de 2015, sobre a Decisão de Execução (UE) 2015/2279 da Comissão, de 4 de dezembro

de 2015, que autoriza a colocação no mercado de produtos que contenham, sejam constituídos por, ou produzidos a partir de milho geneticamente modificado NK603 × T25 (JO C 399 de 24.11.2017, p. 71).

— Resolução, de 3 de fevereiro de 2016, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão que autoriza a colocação no mercado de produtos que contenham, sejam constituídos por, ou produzidos a partir de soja geneticamente modificada MON 87705 × MON 89788 (JO C 35 de 31.1.2018, p. 19).

— Resolução, de 3 de fevereiro de 2016, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão que autoriza a colocação no mercado de produtos que contenham, sejam constituídos por, ou produzidos a partir de soja geneticamente modificada MON 87708 × MON 89788 (JO C 35 de 31.1.2018, p. 17).

— Resolução, de 3 de fevereiro de 2016, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão que autoriza a colocação no mercado de produtos que contenham, sejam constituídos por, ou produzidos a partir de soja geneticamente modificada FG72 (MST-FGØ72-2) (JO C 35 de 31.1.2018, p. 15).

— Resolução, de 8 de junho de 2016, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão que autoriza a colocação no mercado de produtos que contenham, sejam constituídos por, ou produzidos a partir de milho geneticamente modificado Bt11 x MIR162 x MIR604 x GA21, e de milhos geneticamente modificados que combinam dois ou três dos eventos Bt11, MIR162, MIR604 e GA21 (JO C 86 de 6.3.2018, p. 108).

— Resolução, de 8 de junho de 2016, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão relativa à colocação no mercado de um craveiro geneticamente modificado (Dianthus caryophyllus L., linha SHD-27531-4). (JO C 86 de 6.3.2018, p. 111).

— Resolução, de 6 de outubro de 2016, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão que renova a autorização de

colocação no mercado de sementes para cultivo do milho geneticamente modificado MON 810

(JO C 215 de 19.6.2018, p. 76).

— Resolução, de 6 de outubro de 2016, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão que autoriza a colocação no mercado de produtos que contenham, sejam constituídos por, ou produzidos a partir de milho geneticamente modificado MON 810 (JO C 215 de 19.6.2018, p. 80).

— Resolução, de 6 de outubro de 2016, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão relativa à colocação no mercado, para cultivo, de sementes de milho geneticamente modificado Bt11 (JO C 215 de 19.6.2018, p. 70).

— Resolução, de 6 de outubro de 2016, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão relativa à colocação no mercado, para cultivo, de sementes de milho geneticamente modificado 1507 (JO C 215 de 19.6.2018, p. 73).

— Resolução, de 6 de outubro de 2016, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão que autoriza a colocação no mercado de produtos que contenham, sejam constituídos por, ou produzidos a partir de algodão geneticamente modificado 281-24-236 × 3006-210-23 × MON 88913 (JO C 215 de 19.6.2018, p. 83).

— Resolução, de 5 de abril de 2017, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão que autoriza a colocação no mercado de produtos que contenham, sejam constituídos por, ou produzidos a partir de milho geneticamente modificado Bt11 × 59122 × MIR604 × 1507 × GA21, e de milhos geneticamente modificados que combinem dois, três ou quatro dos eventos Bt11, 59122,

MIR604, 1507 e GA21, nos termos do Regulamento (CE) n.o 1829/2003 do Parlamento Europeu e do Conselho sobre géneros

alimentícios e alimentos para animais geneticamente modificados (JO C 298 de 23.8.2018, p. 34).

— Resolução, de 17 de maio de 2017, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão que autoriza a colocação no mercado de produtos que contenham, sejam constituídos por, ou produzidos a partir de milho geneticamente modificado DAS-40278-9,

nos termos do Regulamento (CE) n.o 1829/2003 do Parlamento Europeu e do Conselho relativo a géneros alimentícios

e alimentos para animais geneticamente modificados (JO C 307 de 30.8.2018, p. 71).

— Resolução, de 17 de maio de 2017, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão que autoriza a colocação no mercado de produtos que contenham, sejam constituídos por, ou produzidos a partir de algodão geneticamente modificado GHB119

(BCS-GHØØ5-8), nos termos do Regulamento (CE) n.o 1829/2003 do Parlamento Europeu e do Conselho (JO C 307 de

30.8.2018, p. 67).

— Resolução, de 13 de setembro de 2017, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão que autoriza a colocação no mercado de produtos que contenham, sejam constituídos por, ou produzidos a partir de soja geneticamente modificada

DAS-68416-4, nos termos do Regulamento (CE) n.o 1829/2003 do Parlamento Europeu e do Conselho relativo a géneros

alimentícios e alimentos para animais geneticamente modificados (JO C 337 de 20.9.2018, p. 54).

— Resolução, de 4 de outubro de 2017, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão que autoriza a colocação no mercado de produtos que contenham, sejam constituídos por, ou produzidos a partir de soja geneticamente modificada FG72 ×

A5547-127, nos termos do Regulamento (CE) n.o 1829/2003 do Parlamento Europeu e do Conselho relativo a géneros

alimentícios e alimentos para animais geneticamente modificados (JO C 346 de 27.9.2018, p. 55).

— Resolução, de 4 de outubro de 2017, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão que autoriza a colocação no mercado de produtos que contenham, sejam constituídos por, ou produzidos a partir de soja geneticamente modificada DAS-44406-6,

nos termos do Regulamento (CE) n.o 1829/2003 do Parlamento Europeu e do Conselho relativo a géneros alimentícios

e alimentos para animais geneticamente modificados (JO C 346 de 27.9.2018, p. 60).

— Resolução, de 24 de outubro de 2017, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão que autoriza a colocação no mercado de produtos que contenham, sejam constituídos por, ou produzidos a partir de milho geneticamente modificado 1507

(DAS-Ø15Ø7-1), nos termos do Regulamento (CE) n.o 1829/2003 do Parlamento Europeu e do Conselho relativo a géneros

(20)

— Tendo em conta a proposta de resolução da Comissão do Ambiente, da Saúde Pública e da Segurança Alimentar,

— Tendo em conta o artigo 106.o, n.os 2 e 3, do seu Regimento,

A. Considerando que, em 20 de outubro de 2016, a empresa Monsanto Europe N.V./S.A. apresentou à Comissão, em conformidade com os artigos 11.o e 23.o do Regulamento (CE) n.o 1829/2003, um pedido de renovação da autorização do milho geneticamente modificado NK603 × MON 810 para utilização como género alimentício e alimento para animais;

B. Considerando que, em 24 de janeiro de 2018, a EFSA adotou um parecer favorável (1), em conformidade com os artigos 6.o e 18.o do Regulamento (CE) n.o 1829/2003, em que concluiu que não existiam, no pedido de renovação, elementos de prova de novos perigos, modificação da exposição ou incertezas científicas que pudessem alterar as conclusões da avaliação dos riscos inicial relativa ao milho geneticamente modificado NK603 × MON 810 adotada pela EFSA em 2005 (2);

C. Considerando que, de acordo com o estipulado no seu parecer científico, a EFSA não procedeu, por si própria, a uma investigação sistemática da literatura, tendo-se limitado, ao invés, a avaliar a investigação da literatura realizada pelo requerente e que concluiu, com base nessa investigação, que não tinha sido identificada qualquer publicação que pudesse suscitar preocupações em matéria de segurança;

— Resolução, de 24 de outubro de 2017, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão que autoriza a colocação no mercado de produtos que contenham, sejam constituídos por, ou produzidos a partir de soja geneticamente modificada

305423 × 40-3-2 (DP-3Ø5423-1 × MON-Ø4Ø32-6), nos termos do Regulamento (CE) n.o 1829/2003 do Parlamento Europeu

e do Conselho relativo a géneros alimentícios e alimentos para animais geneticamente modificados (JO C 346 de 27.9.2018, p. 127).

— Resolução, de 24 de outubro de 2017, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão que autoriza a colocação no mercado de produtos que contenham, sejam constituídos por, ou produzidos a partir de colza geneticamente modificada MON 88302 × Ms8 × Rf3 (MON-883Ø2-9 × ACSBNØØ5-8 × ACS-BNØØ3-6), MON 88302 × Ms8 (MON-883Ø2-9 ×

ACSBNØØ5-8) e MON 88302 × Rf3 (MON-883Ø2-9 × ACS-BNØØ3-6) nos termos do Regulamento (CE) n.o 1829/2003 do

Parlamento Europeu e do Conselho relativo a géneros alimentícios e alimentos para animais geneticamente modificados (JO C 346 de 27.9.2018, p. 133).

— Resolução, de 1 de março de 2018, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão que autoriza a colocação no mercado de produtos que contenham, sejam constituídos por, ou produzidos a partir de milho geneticamente modificado 59122

(DAS-59122-7), nos termos do Regulamento (CE) n.o 1829/2003 do Parlamento Europeu e do Conselho relativo a géneros

alimentícios e alimentos para animais geneticamente modificados (Textos Aprovados, P8_TA(2018)0051).

— Resolução, de 1 de março de 2018, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão que autoriza a colocação no mercado de produtos que contenham, sejam constituídos por, ou produzidos a partir de milho geneticamente modificado MON 87427 × MON 89034 × NK603 (MON-87427-7 × MON-89Ø34-3 × MON-ØØ6Ø3-6) e milho geneticamente modificado combinando dois dos eventos MON 87427, MON 89034 e NK603, e que revoga a Decisão 2010/420/UE (Textos Aprovados, P8_TA(2018) 0052).

— Resolução, de 3 de maio de 2018, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão que renova a autorização de colocação no mercado de géneros alimentícios e alimentos para animais produzidos a partir de beterraba geneticamente modificada H7-1

(KM ØØØH71-4) nos termos do Regulamento (CE) n.o 1829/2003 do Parlamento Europeu e do Conselho relativo a géneros

alimentícios e alimentos para animais geneticamente modificados (Textos Aprovados, P8_TA(2018)0197).

— Resolução, de 30 de maio de 2018, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão que renova a autorização de colocação no mercado de produtos que contenham, sejam constituídos por, ou produzidos a partir de milho geneticamente modificado

GA21 (MON-ØØØ21-9) nos termos do Regulamento (CE) n.o 1829/2003 do Parlamento Europeu e do Conselho relativo

a géneros alimentícios e alimentos para animais geneticamente modificados (Textos Aprovados P8_TA(2018)0221). — Resolução, de 30 de maio de 2018, sobre o projeto de decisão de execução da Comissão que autoriza a colocação no mercado

de produtos que contenham, sejam constituídos por, ou produzidos a partir de milho geneticamente modificado 1507 × 59122 × MON 810 × NK603, e de milho geneticamente modificado que combine dois ou três eventos únicos 1507, 59122, MON 810 e NK603, e que revoga as Decisões 2009/815/CE, 2010/428/UE e 2010/432/UE nos termos do Regulamento (CE)

n.o 1829/2003 do Parlamento Europeu e do Conselho relativo a géneros alimentícios e alimentos para animais geneticamente

modificados (Textos Aprovados, P8_TA(2018)0222).

(1) Parecer científico sobre a avaliação do milho geneticamente modificado NK603 × MON 810 para renovação da autorização, nos

termos do Regulamento (CE) n.o 1829/2003 (pedido EFSA-GMO-RX-007). EFSA Journal 2018; 16(2):5163: https://efsa.

onlinelibrary.wiley.com/doi/epdf/10.2903/j.efsa.2018.5163

(2) Parecer do Painel Científico dos Organismos Geneticamente Modificados sobre um pedido (referência EFSA-GMO-UK-2004-01)

apresentado pela empresa Monsanto, para a colocação no mercado de milho geneticamente modificado NK603 × MON 810 tolerante ao glifosato e resistente aos insetos, para utilização em géneros alimentícios e alimentos para animais, ao abrigo do

Regulamento (CE) n.o 1829/2003. EFSA Journal (2005) 309, 1-22: https://efsa.onlinelibrary.wiley.com/doi/pdf/10.2903/j.

(21)

D. Considerando que a EFSA adotou o seu parecer partindo do pressuposto de que a sequência de ADN dos dois eventos no milho geneticamente modificado NK603 x MON 810 é idêntica à sequência de ADN dos dois dos eventos inicialmente avaliados; que o requerente não apresentou quaisquer dados em apoio dessa hipótese;

E. Considerando que o milho geneticamente modificado NK603 × MON 810 expressa uma proteína que confere tolerância ao herbicida glifosato; que, em 20 de março de 2015, o Centro Internacional de Investigação do Cancro — a agência da Organização Mundial da Saúde especializada nesta doença — classificou o glifosato como provavelmente cancerígeno para o ser humano (1);

F. Considerando que a autorização de importação para a União de milho geneticamente modificado NK603 × MON 810 deverá conduzir a um aumento do seu cultivo noutros países, como a Argentina, o Brasil, o Canadá, a Colômbia, o Japão, as Filipinas, a África do Sul e o Uruguai, e a um aumento correspondente da utilização de herbicidas com glifosato;

G. Considerando que o milho geneticamente modificado NK603 x MON 810 expressa a proteína Cry1Ab, isto é, uma proteína Bt (derivada de Bacillus thuringiensis) que confere resistência a determinadas pragas de insetos lepidópteros (Ostrinia nubilalis, Sesamia spp.);

H. Considerando que as plantas geneticamente modificadas que produzem a proteína Bt exprimem a toxina inseticida em todas as células ao longo de toda a sua vida, incluindo nas partes consumidas por seres humanos e animais; considerando que as experiências realizadas com alimentos para animais mostram que as plantas geneticamente modificadas que produzem a proteína Bt podem ter efeitos tóxicos (2); considerando que está demonstrado que a toxina Bt das plantas geneticamente modificadas difere significativamente da toxina Bt de ocorrência natural (3);

I. Considerando que subsistem preocupações quanto a uma possível evolução da resistência à proteína Cry1Ab por parte dos lepidópteros visados, o que pode levar a uma alteração das práticas de controlo de pragas nos países de cultivo;

J. Considerando que os Estados-Membros apresentaram diversas observações críticas durante o período de consulta de três meses; que esses comentários se referem, nomeadamente, à falta de informação no que respeita às linhas utilizadas atualmente, à falta de dados, por exemplo no que se refere ao potencial de transferência horizontal de genes dos eventos MON 810 e NK603, a um estudo bibliográfico deficiente, a um conjunto de dados parcialmente desatualizados e a uma abordagem de monitorização ambiental fragmentada, designadamente o facto de a persistência de proteínas Cry libertadas para o ambiente não ter sido monitorizada, de não ter sido feita uma análise da exposição do ambiente à toxina Cry e de ter sido ignorada a presença na Europa do teosinto, uma espécie selvagem aparentada ao milho (4)

K. Considerando que, apesar destas preocupações, não foi exigido um plano de monitorização após colocação no mercado; que, do mesmo modo, não se considerou necessário efetuar uma monitorização ambiental específica após colocação no mercado;

(1) Monografias do CIIC, volume 112: «Evaluation of five organophosphate insecticides and herbicides» (avaliação de cinco inseticidas

e herbicidas organofosfatados), de 20 de março de 2015: http://monographs.iarc.fr/ENG/Monographs/vol112/mono112.pdf

(2) Ver, por exemplo, El-Shamei Z.S., Gab-Alla A.A., Shatta A.A., Moussa E.A., Rayan A.M., Histopathological Changes in Some Organs of

Male Rats Fed on Genetically Modified Corn (Ajeeb Y.G.). Journal of American Science, 2012, 8(9), pp. 1117-1123: https://www.researchgate.net/publication/235256452_Histopathological_Changes_in_Some_Organs_of_Male_Rats_Fed_on_ Genetically_Modified_Corn_Ajeeb_YG

(3) Székács A., Darvas B., Comparative aspects of Cry Toxin Usage in Insect Control, em: Ishaaya I., Palli S.R., Horowitz A.R. (eds.), Advanced

Technologies for Managing Insect Pests, Dordrecht, Netherlands, Springer, 2012, pp. 195-230: https://link.springer.com/chapter/ /10.1007/978-94-007-4497-4_10

(4) Ver «EFSA Register of Questions» (Registo de Perguntas da EFSA), Anexo G da Pergunta EFSA-Q-2017-00028, disponível em linha

no endereço: http://registerofquestions.efsa.europa.eu/roqFrontend/ListOfQuestionsNoLogin?1&panel=ALL ;

Referências

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