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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

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Academic year: 2021

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Expectativas

Inflação

Aperto monetário postergado?

Fonte: Focus BCB

Fonte:Focus BCB

Informativo Assessoria Econômica 30 de novembro a 07 de dezembro de 2018 | www.abbc.org.br

Fonte: Focus BCB

Com a deflação do IPCA em novembro maior do que a esperada, houve um ajuste para baixo nas projeções indicadas pelo Boletim Focus. Assim, espera-se que a inflação em 2018 seja de 3,71% (-0,03 p.p.) e de 4,07% (-0,04 p.p.) em 2019. A mediana para dezembro recuou 0,04 p.p. para 0,12%. Com o balanço de riscos favorável, há uma postergação das expectativas para a reversão do ciclo monetário. As projeções para a meta da taxa Selic para o fechamento de 2019 reduziram-se em 0,25 p.p. (7,50% a.a.). No que tange ao crescimento econômico, as expectativas para 2018 diminuíram em 0,09 p.p. para 1,30% e para 2019 subiram 0,01 p.p. para 2,53%. Por fim, a cotação esperada para o dólar de encerramento de 2018 subiu de R$ 3,75 para R$ 3,78 e manteve-se em R$ 3,80 para 2019. A deflação do IPCA em novembro maior do que a esperada ajustou para baixo as projeções do Boletim Focus. Com o balanço de riscos favorável, torna-se mais provável a postergação da reversão do ciclo monetário. As incertezas são fatores limitadores para a queda do diferencial das taxas de juros de um e cinco anos, que subiu na semana 0,24 p.p.. Além dos eventos internacionais, fatores sazonais do fluxo de divisas exercem pressão adicional na taxa de câmbio. Mesmo com aumento da posição vendida dos bancos, houve em novembro, aumento no cupom cambial de curto prazo. Para atenuar a pressão, o Banco Central tem realizado leilões de linha. Na semana, o dólar subiu 1,02% na semana, para R$ 3,91. Com a queda de 0,06 p.p. nos retornos das T-notes de 10 anos para 2,85% a.a., o contorno da estrutura a termo abre um alerta para o desaquecimento econômico nos EUA. Em outubro, a produção física industrial acumulada em 12 meses diminuiu seu ritmo de alta para 2,67% a.a. Até novembro, a Serasa Experian apontou 1297 pedidos de recuperações judiciais, número praticamente igual ao verificado no mesmo período de 2017.

07/12/2018 Há 1 semana Há 4 semanas

dez/18

0,12

0,16

0,26

jan/19

0,40

0,40

0,45

2018

3,71

3,89

4,23

2019

4,07

4,11

4,07

IPCA (%)

Mediana - agregado 6,50% 6,50% 6,50% 7,00% 7,75% 7,50%

dez/18 mar/19 jun/19 set/19 dez/19

Projeção Selic meta

30/11/2018 07/12/2018

1,36% 1,39% 1,30%

2,50% 2,52% 2,53%

08/11/2018 29/11/2018 07/12/2018

PIB - Mediana das projeções

Variação anual

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Taxa de Juros

Fonte: B3 Fonte: B3

Fonte: Ambima

Com o impacto da surpresa do resultado do IPCA de novembro, a curva de estrutura a termo da taxa de juros apontou reduções nas cotações dos vértices mais curtos e estabilidade nas taxas dos mais longos. A taxa de juros do swap DI prefixado de 360 dias caiu 0,17 p.p. para 6,74% a.a.. Com a alta de 0,04 p.p. na inflação esperada para os próximos 12 meses, a taxa real de juros ex-ante caiu 0,20 p.p. para 2,86% a.a., menor patamar desde jun/18. As incertezas quanto ao encaminhamento das reformas estruturais mostram-se como fator limitador para a queda dos prêmios nos prazos mais longos, de forma que a medida de risco calculada pelo diferencial das taxas de juros de um e cinco anos, subiu 0,24 p.p. para 2,79 p.p..

2,86% 2,5% 3,0% 3,5% 4,0% 4,5% ju n /18 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18 a.a.

Taxa real de juros

Ex- ante 6,0% 6,5% 7,0% 7,5% 8,0% 8,5% 9,0% 9,5% hoje 3 6 12 18 24 30 36 42 48 Meses

Estrutura a termo das taxas

de juros

07/12/2018 30/11/2018 09/11/2018 a.a

.

2,79 2,40 2,60 2,80 3,00 3,20 3,40 3,60 3,80 4,00 4,20 ju n /18 ju l/18 ago /18 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18

Spread da taxa de juros

Diferença entre as taxas de 1 e 5 anos (p.p.)

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: Bloomberg

Câmbio

Fonte: Bloomberg

Fonte: J.P. Morgan

O dólar começou a semana perdendo força frentes às principais moedas por conta da trégua de 90 dias nas disputas comerciais entre EUA e China. O Dollar Index, que mede a sua cotação em relação às moedas de países desenvolvidos, reduziu-se em 0,78% para 96,51 pts.. Contudo, novos ruídos de comunicação e incidentes internacionais ao longo do período arrefeceram os efeitos positivos desse acordo transitório. O índice que calcula a variação de uma cesta de moedas emergentes em relação ao dólar caiu 0,42% para 62,26 pts.. Em relação ao real, fatores sazonais do fluxo de divisas exercem pressão adicional na taxa de câmbio à vista, obrigando o Banco Central a ofertar linhas em dólar, mesmo assim a moeda subiu 1,02% na semana, para R$ 3,91. 3,91 3,30 3,40 3,50 3,60 3,70 3,80 3,90 4,00 4,10 4,20 4,30 ju n /18 ju l/18 ag o /18 se t/18 o ut /18 n o v/18 d e z/18

Real/US$

96,51 92 93 94 95 96 97 98 ju n /18 ju l/18 ag o /18 se t/1 8 o u t/18 n o v/18 d e z/18

Dollar Index

62,26 60 61 62 63 64 65 66 67 68 jun /18 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18

Índice Emergentes*

*Cesta de Moedas:

Lira turca, Rublo russo, Rand sul-africano, Florim húngaro, Real, Peso mexicano, Peso chileno, Reminbi chinês, Rupia indiana e Dólar de Singapura.

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: BCB

Fonte: BCB Fonte: BCB

Movimento do Câmbio – out/18

Em novembro, o saldo comercial foi de R$ 6,37 bilhões, assim o acumulado em 12 meses encerrou em US$ 52,13 bilhões, o que representou um crescimento de 9,60% na margem e uma contração de 4,46% a.a.. Com US$ 44,82 bilhões em compras e US$ 57,81 bilhões em vendas, o saldo financeiro foi deficitário em US$ 12,99 bilhões, acumulando um resultado negativo de US$ 49,70 bilhões em 12 meses, com altas de 26,92% no mês e de 8,76% a.a.. A saída líquida no mês tem impacto significativo no mercado à vista de câmbio, provavelmente por causa dos efeitos sazonais de final de ano, como remessas de lucro e dividendos. Mesmo com aumento da posição vendida dos bancos, houve no mês aumento no cupom cambial de curto prazo, contudo na semana houve uma redução de 0,09 p.p., encerrando em 4,38% a.a.. Para atenuar a pressão, o Banco Central tem realizado leilões de linha de compra com revenda.

52,1 -49,7 -60 -55 -50 -45 -40 -35 -30 -25 -20 40 42 44 46 48 50 52 54 56 58 n o v-16 fe v-17 mai -17 ag o -17 n o v-17 fe v-18 mai -18 ag o -18 n o v-18

Saldo acumulado em 12 meses

Em US$ bilhões - Financeiro eixo secundário

Comercial Financeiro -11,8 - 30 - 25 - 20 - 15 - 10 - 5 5 10 n o v-16 fev-17 mai-17 ago -17 n o v-17 fe v-18 mai-18 ago -18 n o v-18

Posição de câmbio dos bancos

Em US$ bilhões 4,38% 1,5% 2,0% 2,5% 3,0% 3,5% 4,0% 4,5% 5,0% 5,5% ju n -18 ju l-18 ago -18 se t-18 o u t-18 n o v-18 d e z-18

Cupom cambial 30d

Dólar limpo

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: Bloomberg Fonte: Bloomberg

Fonte: Blommberg

Aversão ao Risco

A semana começou com uma ótima notícia para o apetite ao risco global, com a decisão dos EUA em não aumentar provisoriamente as tarifas de quase US$ 200 bilhões de importações chinesas. Porém, por causa de outros incidentes, o alívio mostrou-se temporário. Com a queda de 0,06 p.p. nos retornos das T-notes de 10 anos para 2,85% a.a., o spread entre as taxas de dois e dez anos reduziu 0,08 p.p. para 0,13 p.p., o que poderia ser

um alerta para aproximação de um

desaquecimento econômico. Esse aspecto é agravado com a geração de empregos menor do que a esperada. Por fim, com o anúncio do acordo de redução de 1.2 milhões de barris/dia na produção de petróleo por parte da OPEP e da Rússia, a cotação da commodity (tipo Brent) subiu 5,04% na semana, para US$ 61,67. No acordo, a OPEP se comprometeu com o corte de 800 mil barris/dia e a Rússia com o restante.

2,85 2,7 2,8 2,9 3,0 3,1 3,2 3,3 ju n /18 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 no v/18 d e z/18

T-Note 10 anos

(%) 61,67 55 60 65 70 75 80 85 90 ju n /18 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 n o v/18 d e z/18

Petróleo

Brent última cotação US$

0,13 0,05 0,10 0,15 0,20 0,25 0,30 0,35 0,40 0,45 0,50 ju n -18 ju l-18 ag o -18 se t-18 o u t-18 n o v-18 d e z-18

Spread da taxa de juros EUA

Diferença entre as taxas de 2 e 10 anos (p.p.)

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: IBGE

Fonte: IBGE Fonte: IBGE

IPCA – nov/18

Em novembro, o IPCA apesentou uma deflação de 0,21% ante uma alta de 0,45% no mês anterior, maior que a esperada pelo mercado. Apesar das retrações de 0,74% em transporte, de 0,71% em saúde e cuidados pessoais e de 0,43% em vestuário. Por representar o segundo maior peso na composição do índice, o grupo habitação com uma contração de 0,71% foi o principal responsável. Com queda de 4,04%, a troca de bandeira na cobrança de energia elétrica residencial foi fundamental. Vale, ainda, mencionar a redução de 2,42% nos preços dos combustíveis. Em 12 meses, o IPCA desacelerou seu ritmo de crescimento de 4,56% em outubro para 4,05%. Na abertura, sentindo os efeitos das quedas dos preços de energia elétrica e dos

combustíveis, a variação dos preços

administrados saiu de 9,91% a.a. para 7,39% a.a., enquanto que a dos livres acelerou de 2,76% a.a. para 2,91% a.a.

-0,21% 0,39% -0,71% 0,48% -0,43% -0,74% -0,71% 0,36% 0,04% -0,07% Geral Alimentação e Bebidas Habitação Artigos de Residência Vestuário Transporte Saúde e Cuidados Pessoais Despesas Pessoais Educação Comunicação

Variação mensal

Por grupo 0,28% 0,44% 0,29%0,32% 0,09% 0,22% 0,40% 1,26% 0,33% -0,09% 0,48% 0,45% -0,21% n o v/17 d e z/17 jan /18 fev/18 mar/18 abr/ 18 mai/18 jun /18 ju l/18 ago /18 se t/18 o u t/18 n o v/18

Variação mensal

4,05% 7,39% 2,91% 0% 2% 4% 6% 8% 10% 12% n o v/16 fev/17 mai/17 ago /17 n o v/17 fev/18 mai/18 ago /18 n o v/18

Evolução em 12 meses

IPCA Administrados Livres

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: FGV

Fonte: FGV Fonte: FGV

IGP-DI – nov/18

O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) encerrou novembro com uma deflação de 1,14% após uma alta de 0,26% no mês anterior. O Índice Nacional da Construção Civil (INCC) apresentou crescimento (0,13%). O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou uma retração de 0,17%, as principais contribuições foram dos grupos habitação e transporte com reduções de 0,94% e 0,57%, respectivamente. A maior queda (-1,14%) ficou para o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA). Na abertura do grupo, observaram-se reduções de 2,44% nos bens intermediários, de 1,59% para matérias primas brutas e de 1,01% nos bens finais. Pesou a queda nos preços das

commodities, em especial, as de energia. Em

novembro, o petróleo tipo Brent acumulou uma contração de 22,21%. Por fim, em 12 meses, o IGP-DI desacelerou de uma alta de 10,51% em outubro para 8,38%, sendo que o IPA cresceu 10,82%, o IPC 4,24% e o INCC 3,78%. -1,14% -1,70% -0,17% 0,13% 0,26% 0,17% 0,48% 0,35% IGP-DI IPA IPC INCC

Variação mensal

out/18 nov/18 8,38% -2% 0% 2% 4% 6% 8% 10% 12% 14% n o v/15 fev/16 mai/16 ago /16 n o v/16 fev/17 mai/17 ago /17 n o v/17 fev/18 mai/18 ago /18 n o v/18

Evolução anual

0,8% 0,7% 0,6% 0,2% 0,6% 0,9% 1,6% 1,5% 0,4%0,7% 1,8% 0,3% -1,1% n o v/17 d e z/17 jan /18 fe v/18 mar/18 ab r/ 18 m ai /18 ju n /18 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 n o v/18

Variação mensal

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: IBGE

Fonte: IBGE Fonte: IBGE

PIM – out/18

Após uma sequência de três meses com retrações, a produção física industrial cresceu 0,23% em outubro, na série com ajuste sazonal. O resultado foi favorecido pela alta de 3,06% na

indústria mineral, uma vez que a de

transformação apresentou estabilidade. Considerando-se a evolução do acumulado do ano ante o mesmo período do ano anterior, observou-se um crescimento de 1,97%. Na abertura por categoria de uso e na mesma base, os bens de consumo duráveis cresceram 11,01%, bens de capital 8,67%, bens intermediários 0,94%, bens de consumo semi e não duráveis 0,06%. A evolução anual do acumulado em 12 meses da produção industrial encerrou o mês em 2,27%, mostrando uma tendência cadente desde jul/19 (3,31% a.a.). 0,1%0,6% 2,9% -2,2% 0,0% -0,1% 0,9% -11,0% 12,8% -0,2% -0,7% -1,8% 0,2% o u t/17 no v/17 d e z/17 jan /18 fev/18 mar/18 abr/ 18 mai/18 jun /18 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18

Variação mensal

Série com ajuste sazonal

2,27% -12% -10% -8% -6% -4% -2% 0% 2% 4% o u t/15 jan /16 ab r/ 16 ju l/16 o u t/16 jan /17 ab r/ 17 ju l/17 o u t/17 jan /18 ab r/ 18 ju l/18 o u t/18

Variação anual

Acumulada em 12 meses 8,7% 0,8% 2,2% 11,0% 0,1% -0,1% 1,8% Bens de Capital Bens Intermediários Bens de Consumo Bens de consumo duráveis Bens de consumo semiduráveis e não… Bens não especificados

anteriormente PIM

Variação acumulada

jan-out18/jan-out17

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: ANFAVEA

Fonte: ANFAVEA Fonte: ANFAVEA

Veículos – nov/18

A produção de autoveículos teve queda de 7,0% em relação ao mês anterior, sendo que a parcela de veículos leves apresentou retração de 1,6% na margem, com um total de 245,1 mil unidades produzidas de carros, comerciais leves, ônibus e caminhões. Na comparação com nov/17, o recuo foi de 1,6%. A variação anual da produção de veículos acumulada em 12 meses foi 8,65%. Em relação a nov/17, houve a redução de 17,94 p.p. Contudo, houve um crescimento de 13,3% a.a. nas vendas ao mercado interno, indicando uma redução do estoque existente. As exportações acumuladas em 12 meses reduzem-se em um ritmo de 13,65% a.a., essencialmente por causa das negociações com a Argentina, que responde por cerca de 70% do total embarcado. Desde maio, o país enfrenta uma forte depreciação do peso e elevações nas taxas de juros, diminuindo a demanda pelos carros produzidos no Brasil. 253 216221217 273 271 217 262 252 298 229 271 252 n o v/17 d e z/17 jan /18 fev/18 mar/18 abr/ 18 mai/18 jun /18 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 n o v/18

Produção mensal

Em mil unidades 8,65% -30% -20% -10% 0% 10% 20% 30% n o v/15

fev/16 mai/16 ago

/16

n

o

v/16

fev/17 mai/17 ago

/17

n

o

v/17

fev/18 mai/18 ago

/18 n o v/18

Evolução anual

Acumulado em 12 meses -13,65% -20% -10% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% n o v/15 fev/16 mai/16 ago /16 n o v/16 fev/17 mai/17 ago /17 n o v/17 fev/18 mai/18 ago /18 n o v/18

Exportações

Evolução anual do acumulado em 12 meses

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: Tesouro Nacional

Fonte: Tesouro Nacional Fonte: Tesouro Nacional

Dívida Pública Federal – out/18

Em outubro, o estoque da Dívida Pública Federal em poder do público (DPF) foi de R$ 3.763,0 bilhões, R$ 3.622,1 bilhões referentes à Dívida Pública Mobiliária interna (DPMFi) e R$ 140,9 bilhões à Dívida Pública Federal externa (DPFe). Dentre a DPMFi, R$ 1.762,9 bilhões estão em poder do Banco Central (BC). Assim, observou-se que a DPMFi, fora do BC encerrou o mês com uma alta de 11,16% a.a.. Em linha com a manutenção da taxa básica de juros em seu patamar mais baixo historicamente e da inflação corrente acomodada, o custo médio da DPMFi acumulada em 12 meses manteve sua tendência de retração, fechando em 9,74% a.a. ante 9,78% a.a. em setembro. Em out/17, o custo era de 10,62% a.a.. No que tange à composição da DPMFi, nota-se que os títulos indexados à taxa flutuante seguem trajetória de aumento da participação, totalizando 36,64%, seguido pelos prefixados com 33,48% e os índices de preços com 29,42% do total. 2.500 2.700 2.900 3.100 3.300 3.500 3.700 3.900 O ut /15 Jan /16 A b r/16 Ju l/16 O ut /16 Jan /17 A b r/17 Ju l/17 O u t/17 Jan /18 A b r/18 Ju l/18 O ut /18

Dívida Pública Federal

Estoque em R$ bilhões 33,48% 29,42% 36,64% 20% 25% 30% 35% 40% 45% o u t/15 ja n/16 ab r/ 16 ju l/16 o u t/16 ja n/17 ab r/ 17 ju l/17 o u t/17 jan/18 abr/ 18 ju l/18 o u t/18

Composição da DPMFi

Em % do total Prefixado Índice Preços Taxa Flutuante 9,74% 8% 9% 10% 11% 12% 13% 14% 15% O u t/15 Jan /16 A b r/16 Jul /16 O u t/16 Jan /17 A b r/17 Jul /17 O u t/17 Jan /18 A b r/18 Jul /18 O u t/18

Custo médio da DPMFi

Acumulada em 12 meses - em (% a.a.)

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: MDIC

Fonte: MDIC Fonte: MDIC

Balança Comercial – nov/18

Em novembro, o saldo da balança comercial foi superavitário em US$ 4,06 bilhões após um resultado positivo de US$ 5,91 bilhões no mês anterior. Com isso, o saldo acumulado em 12 meses fechou em US$ 56,70 bilhões, o que representou uma alta de 0,93% na margem,

porém, uma queda de 14,62% a.a.. O

crescimento do saldo positivo da balança comercial começa a perder força. Com a recuperação da atividade econômica, mesmo que em ritmo gradual, as importações passaram a apresentar um crescimento anual do acumulado em 12 meses mais intenso, fechando o mês com uma elevação de 20,86% a.a. ante 19,71% a.a. em outubro. Já as exportações encerraram com um crescimento anual de 9,96%, na mesma base de comparação. Vale ressaltar que a recente crise do peso argentino impactou negativamente as exportações do setor de veículos.

3,5 5,0 2,8 3,0 6,4 5,9 5,9 5,8 3,9 2,8 5,2 5,9 4,1 n o v/17 d e z/17 jan /18 fev/18 mar/18 abr/ 18 mai/18 jun /18 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 n o v/18

Saldo comercial mensal

Em (US$ bilhões) 56,70 0 10 20 30 40 50 60 70 80 n o v/15 fev/16 mai/16 ago /16 n o v/16 fe v/17 mai/17 ago /17 n o v/17 fev/18 mai/18 ago /18 n o v/18

Saldo comercial

Acumulada em 12 meses - em US$ bilhões

20,86% 9,96% -40% -30% -20% -10% 0% 10% 20% 30% n o v/15 mar/16 ju l/16 n o v/16 mar/17 ju l/17 n o v/17 mar /18 ju l/18 n o v/18

Variação anual

Acumulada em 12 meses Importações Exportações

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: BCB

Fonte: BCB Fonte: BCB

Caderneta de Poupança – nov/18

A caderneta de poupança registrou a saída líquida de R$ 5,27 bilhões em novembro, pelo segundo mês seguido. Em outubro houve a saída líquida de R$ 2,53 bilhões. Assim, o saldo da poupança totalizou R$ 773,76 bilhões, com uma redução marginal de 0,35%, porém com crescimento anual de 10,14%. Mantida a regra para quando a taxa meta Selic esteja igual ou abaixo de 8,5% a.a., a remuneração da caderneta de poupança segue em 0,37% a.m., o que representa uma taxa de 4,55% a.a..

3,9 19,4 -5,2 -0,7 4,0 1,2 2,4 5,6 3,7 5,9 8,5 -2,5 -5,3 n o v/17 d e z/17 jan /18 fev/18 mar/18 abr/ 18 mai/18 jun /18 ju l/18 ag o /18 se t/18 o u t/18 n o v/18

Captação líquida

(SBPE + RURAL - R$ Bilhões)

630 650 670 690 710 730 750 770 790 n o v/16 jan /17 mar/17 mai/17 ju l/17 se t/17 n o v/17 jan /18 mar/18 mai/18 ju l/18 se t/18 n o v/18

Saldo

SBPE+RURAL - R$ Bilhões 0,37% 0,3% 0,4% 0,5% 0,6% 0,7% 0,8% n o v/16 jan /17 mar/17 mai/17 ju l/17 se t/17 n o v/17 jan /18 mar/18 mai /18 ju l/18 se t/18 n o v/18

Remuneração da poupança

(a.m.)

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COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: CNC

Fonte: CNC Fonte: CNC

PEIC – out/18

Em outubro, a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) apresentou resultados positivos. O percentual de famílias que se consideram endividadas caiu de 60,7% em setembro para 60,3%. Com redução de 0,6 p.p. no mês, o percentual com dívidas em atraso ficou em 22,9%. Por sua vez, os que se consideram sem condições de honrar suas dívidas saíram de 9,9% para 9,5%. Ainda, a média móvel de 12

meses (MM12M) da parcela da renda

comprometida com o pagamento das dívidas segue trajetória cadente, fechando em 29,5% contra 30,1% no mesmo período de 2017. Por fim, persiste o alongamento no prazo de

pagamento das dívidas, com a MM12M

encerrando em 64,4 dias.

62,2% 60,7% 60,3%

25,8% 23,5% 22,9%

10,1%

9,9% 9,5%

nov/17 out/18 nov/18

PEIC (%)

Endividadas Com atraso Sem condições

29,5% 29,0% 29,5% 30,0% 30,5% 31,0% 31,5% n o v/15 fev/16 mai/16 ago /16 n o v/16 fev/17 mai/17 ago /17 n o v/17 fev/18 mai/18 ago /18 n o v/18

Parcela da renda comprometida

Dentre os endividados - Total - % MM12M

64,4 60 61 62 63 64 65 n o v/15 fev/16 mai/16 ago /16 n o v/16 fev/17 mai/17 ago /17 n o v/17 fev/18 mai/18 ago /18 n o v/18

Tempo médio de pagamento

Famílias com atraso - MM12M em dias

(14)

COMPORTAMENTO SEMANAL DE MERCADO

Fonte: Serasa Experian

Fonte: Serasa Experian Fonte: Serasa Experian

Até novembro, o indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações apontou de 1297 pedidos de recuperações judiciais, número praticamente igual ao verificado no mesmo período de 2017. Entre jan/18 a nov/18, o montante de falências requeridas foi de 1354, o que representou um decréscimo de 15,6% frente ao período do ano passado. As micro e pequenas empresas responderam pelo maior número de recuperações judiciais requeridas, com o total acumulado de ocorrências acumuladas em 12 meses crescendo ao ritmo de 3,5% a.a.. A aceleração nesse segmento reflete o forte impacto da estagnação prolongada da economia brasileira sobre a atividade empresarial. Esse cenário fez prevalecer o baixo dinamismo nos negócios, o que amplificou as dificuldades financeiras enfrentadas pelas empresas, sobretudo entre os micro e pequenos empreendimentos.

Recuperações Judiciais – nov/18

-2,2% -16,2% -30% -10% 10% 30% 50% n o v /1 6 fe v /1 7 mai /1 7 a g o /1 7 n o v /1 7 fe v /1 8 mai /1 8 a g o /1 8 n o v /1 8 a.a.

Recuperações e falências

requeridas

Acumulado em 12 meses RJ Falências 3,5% -13,6% -4,5% -30% -10% 10% 30% 50% 70% 90% n o v /1 6 fe v /1 7 mai /1 7 a g o /1 7 n o v /1 7 fe v /1 8 mai /1 8 a g o /1 8 n o v /1 8 a.a.

Recuperações judiciais

requeridas

Acumulado em 12 meses Micro e Pequenas Médias Grandes 1.605 1.302 1.354 1.297

Falências Recuperações Judiciais

Falências e recuperações

judiciais requeridas

Acumuladas no ano

Nov-17 Nov-18

(15)

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