I N F O R M A T I V O
Este Informativo é uma publicação mensal, enviado para 21.700 Parceiros Rurais. Edição nº 28 - Maio de 2016.
Nesta Edição
Milho
Em Sinop, Mato Grosso, alguns produtores antecipam a colheita da safrinha de milho para aproveitarem os preços elevados.
Página 4
Agricultura
Faltará milho em 2017????
Página 2
Algodão
Produtor tentará manter área de algodão na Bahia na próxima safra, espera Abapa.
Página 5
Soja
Semana termina com preços recordes no Brasil e oportunidades ainda melhores no horizonte.
Página 3
Adauto Canedo, da Topigs Norsvin.
Prezadosamigos do campo,
Diversas pesquisas mostram que a crise na oferta de milho do Brasil vai precisar de no mínimo uma safra para ser superar o momento atual. Alta demanda na exportação e no mercado interno superando a disponibilidade na temporada. Neste ano a seca prejudicou vários estados como Mato Grosso, Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul e Paraná. Isto aumentou o preço da matéria prima para empresas consumidoras de milho, setor de avicultura, suinocultura e fábricas de ração.
Pesquisas indicam que o ano de 2017 será um ano difícil para estes compradores.
Mas esta dificuldade vai incentivar o aumento do plantio e milho na próxima safra, com isto podemos esperar que em 2018 teremos o equilíbrio entre comprador e vendedor. O Brasil é o maior exportador de frango do mundo, então é importante conseguir minimizar o problema atual. O Brasil deverá produzir 78,5 milhões de toneladas de milho em 2015/16, ante 84,7 milhões do recorde da temporada anterior. Neste momento cada produtor, granjeiro e demais empresas do agronegócio precisam se reinventar, reduzir custos, mas investindo em parcerias, ações comerciais e de marketing, medidas necessárias para se manter firme até esta crise passar...
Conte sempre com o Parceiro Rural.
Parceiro Rural
Faltará milho em 2017????
Com uma oferta mundial ajustada e uma demanda não só forte, mas com perspectivas de ser ainda mais intensa nos próximos meses e anos, os preços da soja acumulam mais uma semana agitada e positiva. Os futuros da oleagionsa seguem avançando na Bolsa de Chicago e no mercado brasileiro, batendo recordes. Nos últimos dias, os portos do Brasil registraram cotações acima dos R$ 90,00 por saca e, no meio deste quadro, a referência dos R$ 100,00 não parece tão longe, como acreditam consultores e analistas.
Enquanto os ganhos acumuldos na Bolsa de Chicago, entre os principais vencimentos, ficaram entre 0,29% e 1,14%, no mercado brasileiro, no mesmo período, as altas passaram de 3% nas principais praças de comercialização.
Em Ponta Grossa/PR, por exemplo, o ganho acumulado foi de 6,98% para R$ 92,00 por saca; em praças de Mato Grosso como de Tangará da Serra e Campo Novo do Parecis, os valores foram a R$ 82,00 e subiram 3,80% e no Oeste da Bahia a alta foi de 4% para R$ 78,00.
Nesta última semana, os produtores brasileiros foram às vendas, porém, somente para aproveitar de forma pontual e ainda limitada os recordes registrados no mercado nacional, tanto nas exportações quanto para atender a demanda interna. Já há praças, afinal, onde os preços poderiam até mesmo superar a paridade de exportação frente à escassez de soja no segundo semestre.
Fonte: Notícias Agrícolas
Soja
Semana termina com preços recordes no Brasil
e oportunidades ainda melhores no horizonte.
Na região de Sinop (MT), os produtores rurais antecipam a colheita do milho safrinha para aproveitarem os preços elevados praticados na região. Atualmente, a saca está sendo negociada entre R$ 30,00 a R$ 33,00. Em todo o estado, o Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária) projeta a área colhida em 0,37%, conforme dados reportados em seu último relatório.
Normalmente, os trabalhos nos campos têm início em meados do mês de junho. “Mas precisamos destacar que não são todos os produtores que têm esse privilégio. Temos milho que ainda não estão prontos e situação de agricultores que não terão nem o produto para cumprir os contratos feitos anteriormente, com valores entre R$ 15,00 a R$ 17,00 a saca”, explica o presidente do Sindicato Rural do município, Antônio Galvan.
Assim como em outras regiões do estado, as lavouras também foram castigadas pelo tempo seco registrado ao longo do mês de
abril. Em meio a esse quadro, as perdas para essa safrinha podem superar os 30%, conforme projeção dos próprios produtores rurais.
“Na verdade, os problemas começaram no mês de fevereiro, onde também tivemos problemas em relação ao clima. Ainda é cedo para estimarmos uma quebra, porém, pouco milho cultivado em março será colhido devido à paralisação das chuvas no dia 13 de abril”, pondera a liderança sindical.
Frente a essa situação, Galvan ainda orienta que os produtores façam laudos das áreas afetadas para contribuir com as negociações as empresas. “Cada produtor terá que procurar a sua empresa, não dá para fugir do compromisso. Ainda não sabemos como ficará cada comercialização, será preciso sentar e negociar. A transferência da dívida para a próxima safrinha pode ser uma possibilidade, precisamos buscar a melhor solução”, completa.
Fonte: Noticias Agrícolas
Milho
Em Sinop (MT), alguns produtores antecipam a
colheita da safrinha de milho para aproveitarem
os preços elevados.
O cotonicultor da Bahia deve pelo menos manter a área plantada com a commodity na safra 2016/2017 na comparação com o ciclo atual. Foi o que afirmou, nesta quinta-feira (19/5), o presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Celestino Zanela. No entanto, ele não descartou a possibilidade de uma redução de plantio, de acordo com as condições de crédito para financiar a produção.
“O produtor vai cobiçar plantar mais soja, mas vai tentar manter a produção de algodão na Bahia”, disse Zanela, que participa do Clube da Fibra, evento voltado para a cadeia produtiva do algodão, realizado pela FMC, em Recife (PE).
Na safra 2015/2016, os agricultores plantaram 235,382 mil hectares de algodão e a produtividade estimada é bem menor que a do ciclo passado. Segundo Celestino Zanela, na temporada 2014/2015, o rendimento médio foi de 261 arrobas por hectare. Na atual, há dúvidas sobre a possibilidade de se chegar a 180 arrobas por hectare.
“Perdemos 30% pelo menos”, lamentou o presidente da entidade que representa os cotonicultores da Bahia. “Olhando isso (os números), vamos falar da próxima safra”, disse, destacando que a expectativa é de condições climáticas mais favoráveis para o ciclo 2016/2017.
Custo
Durante sua apresentação no Clube da Fibra, Celestino Zanela destacou a necessidade de redução de custos de produção para garantir a rentabilidade da cultura de algodão. Na safra 2015/2016, por exemplo, plantar um hectare com a fibra custou entre R$ 6,5 mil a R$ 8,5 mil. O presidente da Abapa disse ainda que há problemas de desempenho de variedades no campo e que, neste momento, é importante a atenção com a escolha da semente a ser plantada.
Fonte: Noticias Agrícolas
Algodão
Produtor tentará manter área de algodão na
Bahia na próxima safra, espera Abapa.
Acompanhe a entrevista com Adauto Canedo, Gerente Comercial & Marketing da Topigs Norsvin.
Para quem ainda não conhece. Nos conte sobre a história da Topigs Norsvin.
No dia 04 de junho de 2014 duas grandes empresas de genética, Topigs (holandesa) e Norsvin (norueguesa) divulgaram ao mercado a criação da Topigs Norsvin, companhia internacional que resultou na fusão das duas. Atualmente ambas empresas estão entre os principais players mundiais no ramo de genética para suinocultura, com uma longa história em reprodução e inseminação artificial. Com a fusão, a Topigs Norsvin torna-se o segundo maior player no mercado global de genética suína, com faturamento superior a 100MM EU em 2014.Topigs Norsvin está ativa em mais de 50 países, sendo que aqui no Brasil já são 20 anos.
Qual a perspectiva da empresa para a suinocultura nos próximos anos?
As perspectivas a médio e longo prazo são otimistas para a suinocultura, além dos movimentos que o setor está desenvolvendo visando aumento de consumo interno temos muitas possibilidades de atingir com maior intensidade outros mercados mundiais.
Quais os produtos e serviços disponíveis?
A Topigs Norsvin conta com o melhor pacote genético do mercado, garantindo ao
Adauto Canedo, da Topigs Norsvin.
produtor o melhor suíno com o menor custo de produção. Estamos focados em ajudar os clientes e parceiros a solucionar problemas e maximizar o valor agregado.
Produtos:
Contamos com o sistema InGene, consiste na produção em núcleo fechado, no qual, após o povoamento com as bisavós, avós e matrizes F1, a granja passa a produzir sua autoreposição, recebendo apenas sêmen de machos bisavôs e avôs de alto valor genético. Hoje a empresa conta com mais de 250.000 matrizes neste sistema aqui no Brasil e é pioneira.
Liquid – É uma tecnologia que
proporciona o acesso ao melhor da genética suína mundial, via inseminação. Com menor custo, ele permite elevar o padrão genético do plantel e a rentabilidade do suinocultor.
Entrevista
Adauto Canedo, da Topigs Norsvin
TN70 – Estamos lançando aqui no Brasil o fruto da fusão entre as duas empresas, com certeza já tem reconhecimento como a melhor matriz do mundo.
Qual o diferencial da empresa em relação a qualidade dos produtos?
Desenvolvemos produtos e conceitos para um melhoramento genético focado na produção eficiente de suínos. Acreditamos que o grande diferencial é ter bons produtos com foco no resultado, colocando sempre nosso cliente em primeiro lugar.
Como funciona o atendimento ao cliente e quais as formas de contato?
Contamos com uma equipe preparada para atender as diversas demandas dos nossos clientes.
Nossos contatos são através do nosso telefone principal, (41) 3030-9000, nosso site www.topigsnorsvin.com, nosso e-mail [email protected].
Estaremos sempre à disposição para atender o cliente e direcionar o mesmo para a pessoa mais adequada para lhe ajudar, dentre nosso time Comercial, Técnico e nossos Representantes!
Fonte: Só Granjas
Entrevista
Adauto Canedo, da Topigs Norsvin