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Conjuntura Macro 1 de setembro de 2017

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1 de setembro de 2017

Nova Taxa de Longo Prazo avança na Câmara dos Deputados

A economia brasileira em agosto de 2017

A Câmara dos Deputados aprovou a MP 777/2017 que cria a TLP (Taxa de Longo Prazo), em

substituição à TJLP. A medida agora segue para o Senado. O governo federal entregou ao Congresso

Nacional a proposta de revisão das metas fiscais desse ano e do próximo, revisando ambas para um

déficit de 159 bilhões de reais. O governo anunciou um programa de concessões de ativos. São 57

projetos que deverão ser incluídos no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) para serem

colocados à venda ou concedidos ao setor privado. A Câmara dos Deputados rejeitou a denúncia contra

o presidente Michel Temer. O congresso retomou as discussões sobre reforma política, com prazo final

para a sanção do Presidente da República até dia 7 de outubro.

TLP é aprovada na Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados aprovou a MP 777/2017 que cria a TLP (Taxa de Longo Prazo), em substituição à

TJLP. De acordo com a proposta aprovada, a nova taxa deverá ser apurada mensalmente, e composta pela

variação do IPCA mais as taxas de juros real dos títulos públicos indexados à inflação (NTN-B). Como a TLP

ficará mais atrelada aos juros de mercado, a reforma atua na direção de reduzir os custos fiscais do Estado, e

tende a aumentar a eficácia da política monetária. O próximo passo é a votação do texto-base no Senado,

possivelmente na próxima semana.

Proposta de revisão das metas fiscais foi encaminhada ao Congresso

O governo federal entregou ao Congresso Nacional a proposta de revisão das metas fiscais desse ano e do

próximo. As metas de déficits primários foram revisadas para cima em R$ 20 bilhões para 2017 e R$ 30

bilhões em 2018, agora ambas representando um déficit de 159 bilhões de reais. O anúncio veio

acompanhado de medidas para cortes de gastos e elevação de receitas. Do lado das despesas, foram

anunciados a redução de cargos públicos, congelamento de reajuste para comissionados, redução do salário

inicial para funcionários públicos e aumento da contribuição previdenciária para servidores. Do lado da

arrecadação, o governo buscará elevar as receitas em R$ 14,5 bilhões em 2018, a partir de medidas como a

antecipação da tributação de fundos de investimentos exclusivos, que poderá render R$ 6 bilhões aos cofres

públicos. Na nossa visão, com gastos próximos ao teto constitucional em 2018, qualquer surpresa positiva

vinda das receitas poderá resultar em resultado primário melhor para o governo.

Governo anuncia programa de privatizações

A proposta envolve 57 projetos que deverão ser incluídos no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI)

para serem colocados à venda ou concedidos ao setor privado. As medidas são importantes para a política

fiscal, e fazem parte do conjunto de esforços do governo para a elevação de receitas à frente.

Câmara dos Deputados rejeita denúncia contra Michel Temer

A denúncia contra o presidente Michel Temer partiu da Procuradoria-Geral da República (PGR), e

necessitava de autorização da Câmara dos Deputados para ser encaminhada ao Supremo Tribunal Federal

(STF). No entanto, por 263 votos a favor e 227 contra, a Casa aprovou o parecer do deputado Paulo

Abi-Ackel (PSDB-MG) pela inadmissibilidade da denúncia. Eram necessários 342 votos para que o parecer

fosse rejeitado.

(2)

Discussões sobre a reforma política continuam

As discussões no Congresso a respeito da reforma política continuam. As propostas estão tramitando na

Câmara dos Deputados e têm de ser sancionadas pelo Presidente da República até 07 de outubro desse

ano para valerem nas próximas eleições. Os principais pontos em análise são a criação de um fundo

público para o financiamento de campanhas, a mudança do sistema eleitoral, o fim das coligações nas

eleições para deputados e vereadores e o estabelecimento de uma cláusula de desempenho mínimo para

os partidos. Publicamos um relatório descrevendo as principais mudanças que vem sendo discutidas no

Congresso Nacional sobre o tema (acesse

aqui

).

Inflação permanece em baixa

O IPCA-15 registrou variação de 0,35% em agosto, abaixo das expectativas. Com isso, a taxa em 12

meses recuou para 2,68%, após ter atingido 2,78% em julho, se distanciando ainda mais do limite inferior

da meta de inflação (3%). Apesar do resultado, houve pressões de alta no mês em alguns componentes,

com destaque para os combustíveis – reflexo do recente aumento de tributos sobre gasolina, etanol e

diesel – e energia elétrica. Ainda assim, o processo de desinflação segue em curso, disseminado entre

seus componentes.

Indicadores de atividade mais fortes que o esperado

O mês de junho foi marcado por surpresas positivas envolvendo a produção industrial, as vendas no varejo,

a receita real de serviços e o mercado de trabalho. As vendas no varejo subiram 1,2% em junho, após

ajuste sazonal, acima das expectativas. O resultado forte no mês foi disseminado, com altas em oito dos

dez componentes. Na nossa visão, o desempenho recente é reflexo da queda da inflação (que aumenta a

renda real das famílias), da redução das taxas de juros e do saque das contas inativas do FGTS. Além

disso, a receita real do setor de serviços de junho também apresentou resultado acima das expectativas,

com alta de 1,3% após ajuste sazonal.

PIB cresce 0,2% no 2º trimestre e desemprego recua

O PIB cresceu 0,2% no 2º trimestre ante o primeiro com ajuste sazonal, em linha com o cenário de

recuperação moderada da atividade econômica. O resultado foi mais forte do que o esperado (0,0% de

crescimento). Do lado da oferta, o setor de serviços exerceu a principal contribuição de alta. Do lado da

demanda, o consumo das famílias e as exportações garantiram o crescimento positivo. A taxa de

desemprego continuou recuando em julho, com aumento da população ocupada sem carteira assinada.

Usando nosso ajuste sazonal, o desemprego recuou pelo quarto mês consecutivo, de 12,9% para 12,7%.

Déficit nas contas públicas segue elevado

O setor público consolidado registrou déficit primário de R$ 16,1 bilhões em julho. Assim, o déficit primário

consolidado em 12 meses subiu para 2,7% do PIB, ante 2,6% no mês anterior. Acreditamos que o governo

será capaz de cumprir a meta revisada de déficit primário para o setor público consolidado. No entanto,

ainda há algum risco na execução de receitas extraordinárias, em particular com o Refis/PERT e o leilão de

hidrelétricas.

Déficit em conta corrente segue contido

A conta corrente apresentou um déficit de US$ 3,4 bilhões em julho, o primeiro déficit após quatro meses

consecutivos de superávit. Acumulado em 12 meses, o déficit em conta corrente recuou para US$ 13,8 bi

ou 0,7% do PIB. O forte superávit comercial segue contribuindo para os bons resultados na conta corrente,

(3)

Ativos financeiros se valorizam em agosto

Em agosto, o Ibovespa subiu 6,9% em dólares e 7,5% em reais. O risco-país medido pelo CDS de cinco

anos caiu 14 pbs e terminou o mês em 196 pbs. A taxa de câmbio ficou relativamente estável em 3,15 reais

por dólar.

Próximos eventos

A atenção deve se voltar novamente aos eventos políticos. Uma nova denúncia contra o Presidente Michel

Temer deve ser encaminhada ao STF na próxima semana. A votação da TLP no Senado deve acontecer

também na próxima semana, visto que o prazo para a votação da nova taxa vence no dia 06 de setembro.

Do lado da arrecadação, o conselho de administração do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI)

divulgou o cronograma do programa de privatizações, com destaque para os leilões das usinas da CEMIG

que devem ocorrer já no próximo mês.

(4)

Principais indicadores macroeconômicos

1. Dados do fim do mês. Variação percentual com relação ao mês anterior.

2. IPA (Índice de Preços no Atacado) e IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) da Fundação Getúlio Vargas; IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) do IBGE. O último dado referente ao IPCA é a inflação dos primeiros 15 dias do mês (IPCA-15) com relação ao mês anterior; o penúltimo é o do mês completo. O IGP-M [inflação ponderada - 30% pela inflação ao consumidor, 60% pelo IPA e 10% pelo INPC], sempre se refere ao período de 30 dias terminados no 20º dia do mês.

3. Baseado na média dos últimos três meses, acumulado em 12 meses.

4. M3 = moeda em circulação, depósitos à vista, poupança, CDBs, fundos de renda fixa e operações compromissadas com títulos federais. Crédito bancário = crédito das instituições financeiras para os setores públicos e privados. Ajustado sazonalmente pelo Itaú Unibanco.

5. Valores de fim de período, exceto a taxa intradiária, que é um valor cumulativo do mês. A taxa swap em dólar é conversível em reais.

6. Média diária: volume mensal total / número de dias úteis. Variação do índice: razão da variação percentual mensal do Ibovespa sobre a variação mensal da taxa de câmbio R$/dólar.

7. Média da taxa de oferta do ultimo dia útil do mês.

8. CDS = prêmio em pontos base, calculados a partir da Libor, utilizado como proteção no caso de uma moratória brasileira no período de cinco anos. 9. Spread sobre título US Treasury ou de duração equivalente, em pontos bases. O Global 40 é resgatável em qualquer momento após 17/08/2015.

INFLAÇÃO (1) (2) Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Acumulado

12M 3M Anualizado 2016 IPCA 1,3 0,9 0,4 0,6 0,8 0,3 0,5 0,4 0,1 0,3 0,2 0,3 6,3 3,0 IPA-M 1,1 1,4 0,4 0,3 1,0 2,2 (0,0) 0,0 0,2 0,1 (0,2) 0,7 7,6 2,7 IGP-M 1,1 1,3 0,5 0,3 0,8 1,7 0,2 0,2 0,2 0,2 (0,0) 0,5 7,2 2,7 2017 IPCA 0,4 0,3 0,2 0,1 0,2 (0,2) 0,2 0,4 2,5 1,4 IPA-M 0,7 (0,1) (0,2) (1,8) (1,6) (1,2) (1,2) (0,1) (4,4) (9,3) IGP-M 0,6 0,1 0,0 (1,1) (0,9) (0,7) (0,7) 0,1 (1,7) (5,0)

BASE MONETÁRIA E CRÉDITO (1) (4)

2016 M3 (0,2) 1,2 1,2 0,5 0,8 0,7 1,0 1,2 0,5 1,0 0,8 2,0 11,0 15,9

Crédito Bancário 0,1 -0,2 (1,2) (0,2) 0,0 (0,4) (0,1) (0,2) (0,4) (0,2) (0,1) (0,7) (3,4) (3,9)

2017 M3 0,7 0,8 1,3 (0,1) 0,9 0,5 1,0 10,8 9,6

Crédito Bancário (0,2) 0,2 0,1 0,1 (0,2) 0,2 (0,2) (1,6) (0,8)

TAXAS DE JUROS (5)

2016 Overnight (Taxa interbancária em R$) 14,2 14,2 14,2 14,2 14,2 14,2 14,2 14,2 14,2 13,9 13,9 13,7 14,1 13,8 Taxa de Juros de 2 anos (em R$) 15,2 14,7 13,8 12,6 12,8 12,7 12,5 12,4 11,7 11,6 11,6 11,0 12,7 11,4

Taxa de Juros de 2 anos (em US$) 4,1 4,2 4,2 2,7 3,2 3,1 2,7 2,7 2,4 2,5 2,8 2,7 3,1 2,7

2017 Overnight (Taxa interbancária em R$) 12,9 12,2 12,2 11,2 11,2 10,2 9,2 9,2 11,9 9,5

Taxa de Juros de 2 anos (em R$) 10,4 9,9 9,6 9,5 9,3 9,2 8,5 8,4 10,0 8,7

Taxa de Juros de 2 anos (em US$) 2,9 2,6 2,5 2,4 2,7 2,7 2,7 2,8 2,6 2,7

BOLSA DE VALORES IBOVESPA (6)

2016 Volume negociado (média diária - US$ mil.) 1293 1503 2444 2316 1866 2007 2079 2281 2037 2751 2746 2328 2129 2608 Variação (Fim do mês em US$) (10,0) 7,6 30,8 11,1 (13,7) 20,1 10,2 1,0 0,5 13,6 (10,7) 1,4 66,4 12,1

2017 Volume negociado (média diária - US$ mil.) 2184 2935 2568 2558 2949 2533 1985 2681 2521 2489

Variação (Fim do mês em US$) 11,9 4,0 (4,6) (0,3) (5,5) (1,6) (1,6) (1,6) 3,1 (17,5)

TAXA DE CÂMBIO Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez

(Fim de período) 2016 (a) R$/US$ (7) 4,04 3,98 3,56 3,45 3,60 3,21 3,24 3,24 3,25 3,18 3,40 3,26 --- ---(b) % variação mensal 3,5 (1,6) (10,6) (3,0) 4,2 (10,7) 0,9 0,0 0,3 (2,1) 6,8 (4,1) (17,5) 1,1 (c) R$/Euro (€) (7) 4,38 4,32 4,05 3,95 4,00 3,54 3,62 3,61 3,65 3,48 3,60 3,43 --- ---(d) % variação mensal 2,7 (1,3) (6,2) (2,6) 1,4 (11,6) 2,2 (0,2) 1,1 (4,6) 3,4 (5,4) (20,2) (24,3) 2017 (a) R$/US$ (7) 3,13 3,10 3,17 3,20 3,24 3,31 3,13 3,15 --- ---(b) % variação mensal (4,1) (0,9) 2,2 0,9 1,4 2,0 (5,3) 0,5 (2,9) (11,4) (c) R$/Euro (€) (7) 3,38 3,29 3,33 3,46 3,63 3,78 3,40 3,75 --- ---(d) % variação mensal (1,6) (2,7) 1,3 4,1 4,8 4,2 (10,0) 10,2 3,8 14,2

PRINCIPAIS TÍTULOS BRASILEIROS (%)

2016 CDS 5 anos (8) 473 460 366 340 363 318 291 260 273 274 297 281

Global 40 Spread sobre US Treasury (9) 487 487 394 375 388 351 347 321 334 322 360 337

2017 CDS 5 anos (8) 251 224 226 218 236 242 210 196

(5)

Principais indicadores macroeconômicos (continuação)

1. Dados dessazonalizados pelo IBGE.

2. Índice dessazonalizado pelo IBGE, média de 2002=100. 3. Dados dessazonalizados da FGV.

4. Vendas no varejo ajustado sazonalmente e deflacionado pelo IPCA, 2011=100.

5. Dados da pesquisa da FGV sobre as expectativas do consumidor nacional para as condições econômicas atuais e futuras. Dados dessazonalizados, setembro de 2005 = 100

6. Dados da pesquisa da FGV referentes às expectativas de produção da indústria sobre as condições atuais e futuras. Ajustados sazonalmente. 7. Dados domiciliares do IBGE para o país, incluindo a força de trabalho de 14 anos de idade ou mais; a pesquisa tem duração de 30 dias. Média móvel

de três meses, dessazonalizados pelo Itaú Unibanco.

8. Dados domiciliares do IBGE (Pnad) sobre a população empregada no país, milhões de pessoas, média móvel de 3 meses, dessazonalizados pelo Itaú Unibanco.

9. Dados do Registro Empresarial (Caged) do Ministério do Trabalho, média 2003 = 100, incluindo todos os empregados com carteira de assinada, ajustados sazonalmente pelo Itaú Unibanco.

10. Fluxos acumulados no ano, exceto para a dívida pública líquida que é estoque. Inclui os governos federal, estadual e municipal, com suas respectivas empresas não financeira (mais o Banco Central) e excluindo a Petrobras e Eletrobrás.

11. Necessidade líquida de financiamento do setor público.

12. Dívida pública bruta. Não inclui Banco Central, estatais e Previdência.

13. Dívida bruta menos créditos do governo geral, inclui dívidas líquidas do Banco Central e empresas públicas. 14. Inclui empréstimos intercompanhias.

15. Inclui ações, títulos, empréstimos, créditos de fornecedores, transferências de ativos, e outros. 16. Inclui o investimento direto e outros.

17. Inclui, além de dinheiro, ações de linhas de recompra e os empréstimos no exterior.

18. Estoque de swaps de dólar do Banco Central do Brasil. Um número negativo expressa posição comprada em swaps e, portanto, vendida em dólares. 19. Dívida externa total de curto, médio e longo prazos dos setores público e privado (excluindo empréstimos intercompanhias, que estão incluídos no

investimento direto).

PIB (1) 2017

T3 T4 Ano T1 T2 T3 T4 Ano T1 T2 T3 T4 Ano T1 T2

Índice (1995 = 100) 174,7 175,3 175,1 173,1 169,1 166,8 165,3 168,5 163,6 163,0 162,1 161,3 162,5 163,0 163,4

Variação trimestral (%) 0,2 0,3 0,5 (1,2) (2,3) (1,4) (0,9) (3,8) (1,0) (0,4) (0,6) (0,5) (3,6) 1,0 0,2

ATIVIDADE ECONÔMICA Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez

2016 Produção Industrial (2) 85,3 83,0 84,8 85,2 84,8 86,2 86,6 83,8 84,8 83,6 84,0 85,9

Utilização de Capacidade (3) 74,2 73,9 73,9 74,3 73,9 74,0 74,1 73,9 74,2 73,7 73,7 72,9

2017 Produção Industrial (2) 85,9 86,0 84,4 85,5 86,5 86,5

Utilização de Capacidade (3) 74,6 74,3 74,4 74,7 74,7 74,2 74,7 74,1

2016 Vendas no Varejo (4) 90,7 91,8 90,9 91,0 90,0 90,0 89,2 88,7 88,1 87,6 88,5 86,9

Índice de Confiança do Consumidor (5) 66,6 69,3 66,9 65,3 69,2 72,2 76,5 78,8 79,5 79,8 77,9 73,1 Índice de Confiança do Empresário (6) 77,9 76,0 76,2 78,1 78,9 82,1 85,7 85,7 87,8 86,1 86,3 84,7

2017 Vendas no Varejo (4) 91,4 91,2 90,2 91,2 91,4 92,5

Índice de Confiança do Consumidor (5) 79,3 81,8 85,3 82,2 84,2 82,3 82,0 80,9 Índice de Confiança do Empresário (6) 89,0 87,8 90,7 91,2 92,3 89,5 90,8 92,2

EMPREGO Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez

(%)

2016 Taxa de Desemprego (7) 9,8 10,1 10,4 10,8 10,9 11,2 11,4 11,7 11,9 12,1 12,3 12,6

Emprego IBGE (8) 91,5 91,4 91,2 91,0 91,0 90,8 90,4 90,1 89,8 89,6 89,8 89,7

Emprego Formal Caged (9) 144,8 144,1 143,6 143,0 142,6 142,1 141,8 141,4 141,0 140,7 140,2 140,1

2017 Taxa de Desemprego (7) 12,9 13,1 13,2 13,2 13,0 12,9 12,6

Emprego IBGE (8) 89,7 89,6 89,5 89,6 89,8 90,2 90,6

Emprego Formal Caged (9) 139,9 139,7 139,4 139,3 139,3 139,2 139,1

CONTAS FISCAIS (10) Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez

(% PIB)

2016 Resultado Nominal (acumulado no ano) (11) (5,8) (8,3) (6,1) (5,2) (6,6) (6,5) (7,0) (7,6) (8,2) (7,3) (8,0) (9,0) Resultado Primário (acumulado no ano) 5,7 0,5 (0,4) 0,2 (0,5) (0,8) (1,0) (1,4) (1,8) (0,9) (1,5) (2,5)

Dívida Pública Bruta (12) 66,4 66,6 66,3 66,7 67,7 67,5 68,6 69,2 69,9 69,9 71,0 69,9

Dívida Líquida Bruta (13) 35,3 36,2 38,3 38,9 39,1 41,3 41,9 42,7 43,6 43,9 44,1 46,2

2017 Resultado Nominal (11) 0,1 (5,2) (6,8) (5,8) (7,2) (7,6) (7,7)

Resultado Primário (acumulado no ano) 7,2 1,3 0,1 0,7 (0,6) (1,1) (1,4)

Dívida Pública Bruta (12) 69,9 70,5 71,2 71,4 72,6 73,1 73,8

Dívida Líquida Bruta (13) 46,5 47,3 47,5 47,4 48,1 48,7 50,1

BALANÇO DE PAGAMENTOS Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 12 Meses

(US$ bilhões)

2016 Balança Comercial 0,6 2,9 4,2 4,6 6,2 3,7 4,3 3,9 3,6 2,1 4,5 4,2 45,0

Exportações 11,1 13,3 15,9 15,3 17,5 16,6 16,2 16,9 15,7 13,7 16,1 15,9 184,5

Importações 10,5 10,4 11,7 10,7 11,3 12,9 11,9 13,0 12,1 11,6 11,6 11,7 139,4

Conta Corrente (4,8) (1,9) (0,9) 0,4 1,2 (2,5) (4,0) (0,6) (0,5) (3,3) (0,7) (5,9) (23,5)

Investimento Direto no País (14) 5,5 5,9 5,6 6,8 6,1 3,9 0,2 7,2 5,3 8,4 8,0 15,3 78,2

Outros Fluxos de Capital (15) (4,1) (1,0) (2,7) 0,4 (1,9) 3,8 5,0 (4,4) (2,7) (11,0) (4,4) (2,8) (25,8)

Fluxos Brasileiros ao Exterior (16) (2,7) 2,7 8,3 3,9 3,0 7,4 (3,5) 2,0 2,2 (4,9) 2,3 6,1 26,8

Reservas Internac. / Liquidez (17) 369,8 371,7 375,2 376,7 374,6 376,7 377,5 376,9 377,8 375,4 372,8 372,2 Swaps de dólar do Banco Central (18) (108,1) (108,1) (102,0) (69,0) (62,1) (62,1) (52,6) (40,1) (33,1) (28,3) (26,6) (26,6) Dívida Externa Total (19) 332,1 330,7 334,6 337,8 331,4 336,4 338,1 338,8 338,3 335,4 333,8 321,3

2017 Balança Comercial 2,5 4,4 6,9 6,7 7,4 7,0 6,1 59,3

Exportações 14,9 15,4 20,0 17,6 19,7 19,7 18,7 204,6

Importações 12,4 11,1 13,1 10,9 12,3 12,8 12,7 145,2

Conta Corrente (5,1) (0,9) 1,4 1,2 2,9 1,3 (3,4) (13,8)

Investimento Direto no País (14) 11,5 5,3 7,1 5,6 2,9 4,0 4,1 84,5

Outros Fluxos de Capital (15) (6,3) 3,3 (4,8) 1,4 (2,2) (5,3) 2,9 (36,3)

Fluxos Brasileiros ao Exterior (16) 0,0 7,4 1,4 4,1 3,1 (0,1) 2,3 25,8

Reservas Internac. / Liquidez (17) 374,9 375,3 375,3 376,3 377,7 378,4 381,0 Swaps de dólar do Banco Central (18) (26,6) (26,6) (22,0) (17,8) (27,8) (27,8) (27,8) (27,8) Dívida Externa Total (19) 316,7 315,1 314,2 319,7 314,3 306,3 306,1

90,4 91,3 2014 2015 139,4 12 Meses (9,5) (2,5) (9,4) (2,7) 89,9 13,0 11,3 90,5 Média Anual Média Anual 85,8 72,9 84,8 89,5 73,9 74,5 2016 142,1 82,1 82,3

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Pesquisa Macroeconômica – Itaú

Mario Mesquita – Economista-chefe

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Informações relevantes

1. Este relatório foi preparado e publicado pelo Departamento de Pesquisa Macroeconômica do Banco Itaú Unibanco S.A. (“Itaú Unibanco”). Este relatório não é um produto do Departamento de Análise de Ações do Itaú Unibanco ou da Itaú Corretora de Valores S.A. e não deve ser considerado um relatório de análise para os fins do artigo 1º da Instrução CVM n.º 483, de 6 de Julho de 2010.

2. Este relatório tem como objetivo único fornecer informações macroêconomicas, e não constitui e nem deve ser interpretado como sendo uma oferta de compra ou venda ou como uma solicitação de uma oferta de compra ou venda de qualquer instrumento financeiro, ou de participação em uma determinada estratégia de negócios em qualquer jurisdição. As informações contidas neste relatório foram consideradas razoáveis na data em que o relatório foi divulgado e foram obtidas de fontes públicas consideradas confiáveis. O Grupo Itaú Unibanco não dá nenhuma segurança ou garantia, seja de forma expressa ou implícita, sobre a integridade, confiabilidade ou exatidão dessas informações. Este relatório também não tem a intenção de ser uma relação completa ou resumida dos mercados ou desdobramentos nele abordados. As opiniões, estimativas e projeções expressas neste relatório refletem a opinião atual do analista responsável pelo conteúdo deste relatório na data de sua divulgação e estão, portanto, sujeitas a alterações sem aviso prévio.] O Grupo Itaú Unibanco não tem obrigação de atualizar, modificar ou alterar este relatório e de informar o leitor.

3. O analista responsável pela elaboração deste relatório, destacado em negrito, certifica, por meio desta que as opiniões expressas neste relatório refletem, de forma precisa, única e exclusiva, suas visões e opiniões pessoais, e foram produzidas de forma independente e autônoma, inclusive em relação ao Itaú Unibanco, à Itaú Corretora de Valores S.A. e demais empresas do Grupo.

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O Itau BBA International plc tem escritórios de representação na França, Alemanha e Espanha autorizados a conduzir atividades limitadas e as atividades de negócios conduzidas são regulamentadas por Banque de France, Bundesanstalt fur Finanzdienstleistungsaufsicht (BaFin) e Banco de España, respectivamente. Contate seu gerente de relacionamento se tiver perguntas; (ii) U.S.A: O Itaú BBA USA Securities, Inc., uma empresa membra da FINRA/SIPC, está distribuindo este relatório e aceita a responsabilidade pelo conteúdo deste relatório. 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