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9261
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CLERO
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ÂUXÃisDM
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•<;x«i'»
'I'.,.}.
' ' '. ' . •
líi
lida, cotn fervoroso interesse eappTauso,^firde.ai iPatriarcha 4^^ «
: »
.JÍâQ
ba
espíritos decontrovérsia,nem
refutaçpc^ <ae5^^^K^
Rebatidoum
arguipento,ppíap se
j
.lissimque
reju^lauma
quest3H>« .yerdia#, seaíifnento, ii^to^ifi» e poesípi
—
5J0à
contextura de
—
Eo B o
Ci^rao.É
Mça trininpho; 'mas o vencedor, no ajraial dos vencidos, olha coiarjfa?»iip,
^
^peíiaiÇ^sda
Jboste desbaratada, crusa ^qs^açpSi. e
,(ttcjls^Bí.:—
<\:Çoit^da'daigpor^çgia!. .. \
Quiséramos
cliatiifir ^r. Percuíafló o.,fec^pilluminador de prestigies aposentado? na.escpridade
ijptelleclual
do
rnaiornumero
de portuguezes.. . .de lisofíiaíias—flipito ^teigpo ha, quji
i«»
>fi«Ppend[o..4SiÍ8H>nft,,íev
^iíetipqs^
pçrguc^i
aCÂ^ontiittíènàté'áii CotlkaHstiè.ÒS
fia^dres,
que
o accusassem na alçada competenteeram
convictos dé Visionariòs, paf^avam ascustas, e o réo àbsoifido, Vitíhà, còóténte
do
seu óptimo raciocini'o« r^ver-se náVp^gín^ií íAdependeàteísdaauà
^rectosis^iimMstorià
Hê
Potlugál." iBaa nâo é estè o
tempo
dás s\ibmissôes espon-^ iaoeas,bem
osbríps domuito
saber doSr. A, ller-« Cidáúo (iònséntiani úiíeá
egreja se irrogassè timit éèdsàfa sobrè òa seos e8cri|!|to^i 'dè''cerio '^iXò'^que
bera'claro o diz elle:«O
ntiéii Wtbilò è apeílaâ«rogar direcláménte a
V.
E."*, e indirectamènlè
aòà <(demais
preladosde
Portugál, a cujas'mlíòs che-^ « gàr esta carta pioV ioterVc^ç^òda
itòp^èiiisiàf,^ue
«
ãisttiado anMàs
^rovòèèçQé^ fla paVté tlbélérofté «poupeiB adaruma
dura lirão. . .»Por
cònsêqúéii«icia, aorihodoxia. dasua obra decidiu-a o seu authorj
O
<]|ue elle não quer ó provocações de púlpito,mal^
^eiiaa pot*padres
de
«juem'oSn
A«iIerciílaiio-keíiaé Iein6^(0,pòr qUe
iemcúusasmaia
ieriàs'ém^e
cogitóriEsta perdoável liberdade de
ameaçar
—
isto^quéparece
um
risonhodespotismo desábio,más
tjúe tiííòj)assa.de
uma
jusUí iiuUgnaçao^ là é mais adiante timeqisadode
lí^aíespias»mám^s,
e.verdadeiíriBiinentécnnsiaa. ; •
'
*'*
«Se
eutivesse jiroferiJoalguma
heresia, os pre-» olados portuguezea eem
particularV,
E"**,comá
«
meu
pastpr,nâo
èeriam capazesde
faltar aos seus«
roais estrictos dçveVés,dehan^o
de
^ do'Wro
cóin cáridadé ef^ngelicai e Áe' íiíe-^^-con*«demnar
se en insistisse* níèlfe;» '• " '
* ' I)'aqui
i(iíire-se hão
uma
hyrònia de itíedianaperfeições dos juizes
humanos
-^embora
o Sr.Çer*
cttlaòQ,
uma
paginarpuH
Mas
se o illustrehistoriador, daaljlesadossçusjuizos;' fibsolvc as obrasda
sua cpnscienqa,como
poderi^iii:jwladôs
por^gM^K^s^dwt^P
^fim
cw
9*»^W^9;
I '
OvMida;*!*
qMalroan^o^
apparecc^uo
1/
vch'lume
daHiMoria
dePormgaly
e,um
anuo
depois,o
2.^,houve
um
egresso, que,do
púlpito 4^.^^.egFOjaS: de Braga, condqmnofi 4}'i(fretôif|8a,||opH nilo
do
proAiodo jhiatomador.aaspeito
da.i^ppai^de
Christos a.Affonsal}eai;iqu(U)dade
com
que por
ejla erafaJ(Btad9*..(i/;egftp^e
luno^ncio
III. . . , ... ?yy.-*0
hom
dp.friidl KliieramaTÍ.^j,|iDii|ASÇQptfNtlaão9 ôs Kvros
do
Sr. Hofculfino, para oslén
JPodaser
que
aalma do
egresso, desvalido na actualída-*fUcf pascesse naa gf^odepe^.^ 4^-
P^^^^^
9 flÍq^At<>4)8fiffiti}al das crençaa
;| ^..(ffffn^
wt^
o^f^sq^,^
là^Jaà/
wisf
fftnriM. ri»Y4f^cam no <;oçDç^g q|iandòMm
algures .ençfrotrár^ pçiPSpLadprasíf^avraftdo
Sr.A. Herculano
: ' r<> .. ..Oaifta ft<w;Kjílião
doa
la^p?,mi^f^^ms^ít
-«a nac5o p(M^Mgllf«MtK.«:.-A^
seufj.(«iias*'foram,i«iif€#ti|pf9#;^
.pojno^o
.pprqiiç^íQatfi planta defhílftetirapddu
«scapar^As^repetidaspro-:«ccllas,
que
acercavam
dos seus prinieíros diasdo
•««vegetação,
d^c^^fâm
qs olhça^^ip^is ÍQoredj|^^^ («Jtoia daoPaoHfkkwii^ ^l),Qu^«i,^Jial,?.,r^
•* *
....
O
egresso cria piedosamente no milagre.Com-parando
os dias de hojecom
os de Julho de li39,(>arécià-lhe
que
o
braço visívelde
iDeus abençoáradite 80I0
como
heidade
de
christioet~
outo iec»^hê
itípfAsif^
vasto sepuléró dosenidleiádeS'minis-tros
do
Chrisiianismo. Coitado!—
^urgia-lhe, talvez^á
necessidadede
um
bocadode
p8o,que
a philoso-i pbia lheDão
eamolavate
verteu sobreum
«uditorio^éé
ó;-nlo'enteadte,ttm
fíotteodiaqoélla'tbsy^thioamargo/
justo, e ^anctocomò
o do
cdraçãode
um
martjr.
' '* ' »
-'
'.'•>
Be
màhf
o rrade,que
recebéraalguma
educa-çlo hò
convento, lêracom
bonshumores
a'biogra<« Çlá;dòsPontifi^
GrègdrioVil
e
InhôceDeioIIL
iVlra
que
n'estas duas cabeças visíveisn5o
mora-vam
sãmenteintelUgenciascorruptas, cobiçosas^ evith*JerHas, £scandalisou-se nà sua boa fé, e quiz talvez
ãtzer^^
que
GregorioVII
era citado, por epithetos degiíidahtés;e impiamenté
offensivosámeral
religio^ ía, acomparecer
no século19:-
—
a ellepapa, que, possuídode
todo o zello da sua dignidade celeste^ guerreâraanimosamente
a prepotênciaque
osimpe-radores
do
occideute—
duranteb
pontificadode'Ale^
jraUditfíII,-tentaram exercer- sobre
a
iivvestidara^meramente
divina, dosprelados nos bens espirituaesde
seus territórios. Quereria dizerque
o religioso^
sábio pontíãce, presidindo aum
dos concílios ro^ tàanòs; convencera; e eonvertêrai>keh^
aitediagoiFángers,
que
atucavao
dogmá
-daEiiáiéryMal
:É
crivei que aboa fé
do
frade colorisse as guerrasde
•guelfos e gibelinos
com
a tintura mystica da Reli-gião; e, fazeodo*o, não teria decertoquem
porláo
(ioDvenoèSse
dK^tdBlram.-FMukide-se.talfe2
%
Ihusiaíliiio religio0O dasprimeiras»
eonquisUs da
Twr
ra-Saocla, exaltariaGregorio VII,
que
primeiro coo-cebârao
iDÍorJuemeDie grandioso plaiu) das cruza^das»
O
seufyeím
ter-lbe-hia ditoque
as visiu4eide
Gregorio
ecam
tsdo
homem
de
(nirissimoB^cosrtutnts, tião ob^lante
algum
deiicto aque o
forças*»sem
as desordens da egreja allemBa, as invectivastrai^^oeiras dos imperadores,
e
as falsas decretaesde
seu antecessor.• •
A
respeitode
Iimocencjo III» caracler similhanteao de
GregorioIX
—
que
Diopen-sarij de
bem
o franciscano, recordaiidu-se que,du-rante oseu pontificado, nasceram as quatro
primei-ras ordens mendicantes,
ásquaes
realmente perten-,€Íav^reS0o» pcAredo
todo^ vica'eóm^nte
do
Cf6a«ças e
amor
de
DeusT
t». . Esta
éa
noticia da primeira aggressSoque
ma-goou o
Sr. llerculauo. Julgou primeiro S. S.*qua
<^to Ddo passára
de
um
4n^uli$^éê fm^tímo.iwiir
vidual;
mais
tarde,laccorrenciMda
mesm*
fiatiK^W:
dnefÊg«imwúm^*o dê
quê ofaeioferinuskum
um
tyMetna organisúdo (iú^jfre^sdo.
Humildemente
aqui diremosque
oio
éo
segundo
juizoque
pj^evaic^ ce«Os
pedaços dispetsoa .des«0 vultoodiado, chwpiirdo
o.velbo cleroilosmoateírcia, i4arnSo
do
S^nimt
poderia reunil-os para se orgairisarem
^m
sjstema
d*»ggres85o ao Sr. Uercnlano.
Os
que nBo
expira-ram
indeíesos,ou
em
defesa»perderap
á força,de
comprimidos
e.aoouladoS' n.ptopfia conaqieiífciada
aiia'imporlaiida'de bomeno:
imi
acalMim»yi^mio
das sopas
de
um
pareuilere
outros mendigaiido Ia3 aldeiasdo
norte p alimentoque
lhe não dóa
parca esmola
de
uma
missa. Destes ellemeotosnSo
ee
organíseum.jBOTfQ:SinMimtím.t^
W
10
leraria ;
nem
astúcias sani^uinanasJapolitica po*lleiíi cpniar
com
elies pararesatm
um
ciepn^m*
'dts sobreo
cadaterda
violiiiiaque
èxpiroe Ba lu**eta.
FiAn
esseáémerfa
a esperançade
melherareoi Tiesta vida:vivem
para depois do tumulo, onde nàolia o roubo ea penúria, neio a mcBlira das
promes*
aas
que
lhesha
Teiloa
, Betigião,
do
iBÍwro eofiforte, •Abrigo extremo
daalma que
hamirrado
O
longo agoíiisar^-*
Ba
desbonra;do
exiUoiou
da
iejusliça.•.(t)Trex
partesdo
paiz ignorava a publicação'da
Historia de Portugal. Infelizmente. Muitas
que
ius-sem
Della as here^^ias nãoera
de temer que
ocoih
^lejgio affectasse a^nseiealeia
do peveyara
quem
^
-prestigio reltglosò
é
maia
reelde
veiierafiteque
oa xodigos civis e criminaes. - • . , . .*
O
livro, que ro|)elíia de sí a existência deum
^]k|i(agre tradiccional, foi o pregãode «um
padreque
«
deiMlieMl.'iSsiemtla^
^xh
^queridq-do< povo»^«MhpéeapaixouadòjifeUiniaravílboaó?
—
dér««i*lliena
èspâríto impre^siondvol
uma
sensação trisliKsiraacom
uma
talnovidade.Quererem
expolial-o assimda suaherança
de ereaça«~dia;erem-íhe
pela boeaiudU
/^nadâ
do^ciero^^ne
aíappári^liido
CaRiam
nò
ber* ço^'eatá'Wlraf
ftran
A
aef«ido.4ementiraa'Ihides* cas; c, pdf fim» mc«tfaram-lbe o sudário detorpe*-"lafc eto
qne
doímiara osomno
eterno dousrepre-'MiUmiea
de
Íleoslia letra^ 4•4uda
iato»pto asíiim,
mas
pintado na tella quebradiça da ru-desad9
povo, eraque
forte accusarAo d'ini|iieda4c*para que
o
nome
de
8r«Her^uiam^
demne
4o
pui'*'f»ito
eomo
um»
dcmis
apostrofes coléricasaSoUMa
na
tarde de sexta feira de paixão» '• *
" '
PèsH, por tnnio, severa responsabilidade sobre o primeiro orador
que
demineiouao
bom
auditóriod^
Braga
a abolictto do>milagre* oiida
iraHeçà^
ub^
««rda«
00
felMUíáo
apparmmváú
dê
GHHUq^
ceme
lhe
chamou
o Sr. Herculano.Tào
alto no seu estylocomo
despegado d;isin-ietligeiíciasvulgares, afuelie excelleote escripior
uào
eserevAra historia para^evte nosso povo
de
eorác^eincuito, e'de^BtIeoiriod'espirítosrelifnosoSi«Niogiiém
me
di^^aque o
saudoso cantordo
vivo crer de nos*-st>5 avós—
n'uma
época de desaleato e immorali-dade« tentára accercar-se das multídòes iguaras par<w
e^êiicel-tesde milagrt^iiiumúm a
imiiLop-.
Não.
O
Sr.A.
Herculano disséraem
Í8Í3:
«Pobres, fracos, humilhados, depois dos tão
formo>-«
SOS dias depoderios renome^
^
jios>i0Slft senie•« eilMilado^?'
M
teme»
o^tbeseufo-^delOeasQS.«Hfeelaa-«f^e^eeetentamèirttos-
ém
qoaiito n^presènle' sA acha*» «mos
vácuo e Iristcza.Esqueçamo-nos
pois delle,e
^«vivamos vida mel^ior, a
de
nossos avós. (1) » . ^E
^uae9'affectos e contentnmeii|os sSoos^do
pofo.?*
As
'víeterias^de^GMibi^?As
fmtíladas pni*'•digiosiistdrAljuinffWtaT
As
paista
adulterasde
Lèo«-nor Telles ?
O
decoromouarcbico
de Sancho
II e ÂffonsoVlf
•Affpctos e cntuentamctuos sorriem-lhe a elle por áe^
traz
do
vaporoso dasliadições,onde
iocensn o subit'*me
religioso.~
Aflcnso Henriques, [irostrudofm
face
de
Chrísto, recebendo aleotoi.do
céodesbarate
dé
cinco reis nuHiroa-*— é tudoo
i(aeo
povo contava da historia
de
outo séculos.O
Sr*Herculano
sabe vcrditdeiramente
oque
bio é; e
em
provado
aeugrande
amar
petoa atte-ctoa grafadosno
coraçtodo qua
$eabraça éscn»»;-^s
da
infância,o
Sr» HerciiMBiBO gracíeea e cari*dosameote
diz: «SeDeus
podesse fazer milagres«^bsurdoa e
íuuteiscomo
oda
appariçfto,eu
pre«-«
feriria'ver<>iiie convertidoem
tertídor a carpidor «fde farrapos parencticos a iarda
.accosar*iiie .de«uma
acção,que
não sei qual seria mais, secobarr«ide, se desapiedada.»
•V^de
como
bem
seexprime
a erudiçiiogene*
rosa,
quando
nni ancião rcspaitaval, vifiitado,r aiaptilliinosdias
da
vlda^ pèlo lííerodo
Sr«Hercillano,eiicoíitia ahi desídias asillusues de sua
alma
—
es-sas
que suavemente
odespediam
destemundo
—
atUa
que,no
ir*se para Deus, as legaria intacfaaa
aeós filhoit
O
ai|Ciaoy davidodoesta tristedasengar
1)0, eácnhrèra «otasdo,*|Hi|^pliaanda: a ^xitsertae&a
do
milagre.O
Sr. Herculano, por^m, soíTreandoo
4è9i
amor
próprio,como
ainda miusmodestamente
diz, evitoa
que
Q&4ipuposda
publicoa
um
p&krpuMbt
depralfiasiaai*aiafflificao«bra
ò
lBÍIo>diilQro«aoiflo -deorepilo enfiemioieiangustíadoi • '>"rí
S. S.* previu a peior face
do
porvir.. ;Quem
sabe seopublico apuparia as crençasdo
velho?
£
quem
poda
crer^iptvr baii^
13
€$crevesse chocarrlees,
que
o publico decorasse» pa-> ia apupar o pobre veUioao
leitoá% dér?!
•
Como
é
bello repelir eataapalame
do
Sr.Herr
eolaiioescriptaa
em
1843:
€.•..Haaa
monarebia
«
portuguezaestava decretadanamente
de Deus.Es-«tepaiz cujos destinos
eram
conquistar parao Chris» « tianismoe
paraa
civilisaçfto trea partesdo
mua-«do»
devia terem
reoompeosa
umcamente
a
glon«ria;»
(1)Ecomo
é desconsoladora aasperidão doestasou-tras escriptas
em
1850:
«Á
excessiva devassidão é « bruteza d'aquelieatempos
de
trèvaauniam
(o$m
idademeáia)
uma
ereoçafervorosaconfundida(^m
«
superstição extrema.» (2) ''
Mal
bajam
osque
foram colher espinhosde
um
espirito fecundo,
que
só brotára flâres! SlÁo.fim te-rfeo 08'^ue não deixaram
passar fechada^ootcevOd ^00' criam,a
frínería dePiíriugàlIPorque sip
ve-daram
ao povo esse thesouro de axiomas,como
lheé
vedadaaeducação,que
deveria precedero
/Safji^
do
Sr.Herculano?
-j • -:;.j
Abi
estãojornaes litterarioae
poBticos assoar ifcttadoa
paoiçio do^^dero:e
i^e
lueram
d'ag-gravar o escândalo, seuma
paginado
próprio pre* ceptor anniquilla ascampanudas
tiradas dos innc^ eeotes mentirososdo
séculoXV
?I. . > *'>; I>-hòra
em
diante» oinguen^ faàli^áem
Sjpnmy--ika iMkãna^
nem
no
addilamento 6.* liçiodo(^
ficÀo das Chagas.
Até
aquiécriveique
oE.'"'*Palriar-cha»
como
outro qualquer padre, ignorassea^razòeatxígui tii4o explica ao seu ijrelado, explica-!h'o, e
áepois termina: «Agorar
(hmim
^ja
feilaá
prom^^ «I^Úèo
pam wèái^
68mh
froiÍM
cm
jcm^m^p»^
« V^^» guarr(Iand(vsileD€ÍD-étílè as refitfaçôeã»
que
se«^ltt€'dirigiain pela iinprensa.»
Taes
retutdções teriam mais pezo na critica áé3êérr o qu€ vai na intelligeacia dos outros,
mofmen»
te'Da doE."**^ cardeal piatriarclia,
sem que
a defesado
clero, subscripta pela^reladOf ileobarjpesfiâ^liild'
' » <iflsetow.ttft6!; porqpe.8ft*faaiiter'ifâç^
im
confeRçada
moempqlencta
da cen9«ra fulminada pot*um
hiitoritidorsem
jurísdioçdo canónica».coo*vengMHiB
«também»
de que
o preladometropo4ilaM
aequie8Cêtfi'4te'iiyv^lim
do
puipito;,dbBsde«o.áiolBon^ toque
ellassoaram
livres,segunda
e lerdeíratvoz»nas assemBléas catholicas.
'
Á
custa fnesi:no dfiresi^çao que
é mister patà^1^^
v0fl60Ld«fi'deaGiforamS):aa:Sr*'Heroiilano^i::^mQlM^fiiri^tliivnra-sdé^olto^fdarev quejpáactalíaílfnr cio tenha
um
brado, Orouioque
<eUe seja,em
abono
^os tres ou qiíâtro, ou centenares
de
padres, pormesquinba
desventura sua,terzidoM
de faxmpoê
é»^os baptisou o Sr. Herculano.
~
Vai nessa desigual,mas
conscienciosa replica do clero, o interesseda
m
bem, no
dèsfotto4o
<4ero, )efíiátít icamalo'de
glofiápara o Sr. Herculano, cujas palivtas, fie^efdiçadas
pelas siimmidfídps rioclero, nâc irSo corti toda asua gravidade» desmentir
o
egressode
Braga»o
guerrí^Ibéiro
dò
AleMéjOt
Ottdpadi^^^ue
imi^udèiHMcMé
Íh!c696o'o kértgt'nk'iÊÍÈé tnèslfnÀ pat^hitf:
Quáera-liios que, senSo aeloquência, ao
menos
ozí^lo clirtí^tSo, decidisse entre o
completòtriumpho^o
Sr.Hèr*
culaoOt e estas suas palavras:«OmíVti
a fabulAu
dà
appaítecítoéntòde
Chriíito;còmo
íMUa'
iridigna a<da gravidadeda
Uêloriá,é
iob ceftO á^ftèclo^dè^kmasiado
irreverente paracom
o sublime fundadoi* «do ehristiani^íno;'
• Gonvính» pedir a
Samuel,
a tisdras, aBaoieU
e-tfo^Qs
úm
bxflicé^tí deirte$ iri^et*<tae{M ifim4
propri6«^us ÍBèimpyAli/
^\
** *
A
passagerti *domar
vermelho.A
roi do Eternofio áltó
do
Sinay.A
suspensão apparentedo
^\
6voz
de
losue*'O
I^azaroque
se ergtiedu
'Hiimlilo.'O
'AftiMiitid,*<)iié qnèbra a |iedi*a lAiâãlar;>itio'séa
èl^gUèr^ie
pab
o
9èiodó
'PádHe<iiE!t€>rAéLl'1^iVai
othes
do
reíigioso,qué
sentecomfmngido
ãbutnildBdedo manso
cordeiro, nSO passaram por irrèVererttWparacoin JesusCtaristõ os iM^tt)S'sòbr0tuitupae8
do
'seu'mutti^m
éim»
^bmm,
é;'^ísí6*9Mv^
da
*»a
Olilfflpbtéricial'í-'*"'^ * ' ' -.Tr'>'»' '/í''
^
Màis
: quízeramósdo
ctero n ètpreSsSo rfíjorosado
milagre úòsúrão^ para altingirmos o espiritual!iiibllt^
d^
noméadá
^uo
o
^Sr^ fièieilitfiio 'add<lK'^«tp
de
riso» aioda vàMWkOiípte onúfiversariQsão
Sr« Herculano,iiveitm
mH^^iiadawm
bwu
rnusdèf hi8<«lorícas4>milagre
da
apparição11É
que
dSo-ba pe*iielrar
sem
o raio visualde
luminosotalento a inti»ma
idéada expressãoque
oprofundoescriptoradapta, iOm^diremos
aoniilagie,mas
ábypothese do
milagre^E»
aom
tudo» .sèa
xaligião/está ferida nps seuspmtigioK, oSe
haverá fatalmeotequem,
d'eiitreaclefo^lhe ministre o
balsnmo
do laciocioio puro, eòlreinôdespreocrupado de hypocrií^ia?
'.
O
ci^ro!.. ..esse,,a estas horas, envergonhasseda:
sua
tuesqiiiBbezv' oo.açohardK-se na.afBiçMvalua^o
de
quem
já sabeque
assuas razisss serSoapupadas nos grémios, nos jornaes, e nos botequins^
()s..privilégios do talento são admiráveis e muitos:
feja«irD'4^,.ooSrrUefculano, que,.detrazda
si|a.cpr-tina pjthagorica, despediu
em
harmouia
d'e|)oquent^ verdades, o seu folheto tio lidoe perfumado
em
oblações
de
publico enthusiasmo!Na
sua acrimoniade^i^laivras erradas e dolorosas nSo transsuda dui^er
i:a
de cquflO:
fip Sr».Herculano;
não^.tamhem
ca-* ridadeo
que
eUas
aes Tevellan»mas
bem
pôde
serque
d'ahivenham
utilidades aosacerdócio.As
má-ximas
dos grandeshomens
obram
oseu ^SS^io^ çiUfixiaota ânuos depois
de
promuiga4aSp,,-» .
i
/ .Eutr^tapto,:Dlosahenoa'.,o
qi^
éqye
tapla<com*fwinio nos implora para a desconsiderada,classe dos
jKidics Catholicos era Portugal!
E
talvez aquellecaridoso sentir do Sr. Herculano, quando, sentadij
poiifsiiar .do egresso^ nos dizia as miseriaa, qi^ie
nepqayam
no
i^assadio dç.infelji» a queai os/philo^aoifos
da
liberdideesmolavam
o
aarcsismo :e a vilftrJ • kl •
.V....;. i •..;...
«Trífltès e profundas sío asDOsiafteoimcçQes.
Opadrt
mil^éMòiBODB
sua miflAioeomo
uid ayaribol»d&Deui
^UAjúitli^ o é já! Arvore
desmeJulada
e ooroidano
tronco, uraa ououtra fronde virente, n3o dá jásona-1)ra para
o
abrigodo que
procurana
lerrao
dele-gado
do
Clio.Tombem
com
-esto olhar laortmoiodo
itoésB
ulmntmm
úegrejaeMmlm^-^fr^^^n^*^
4a
suaimmensa
tristeza.Queremos
aspirar desse por-vir glorioso para ella;mas
dii-nos a consciência-^ue
murchas
flores set^o asda
grinaldacom
i|uooftla geração réiígiosa è poela lhe *corlar -o fraoto
desanuviada
!—
Este descèhírdesamparado
aggra«Va-o odesalento de qiiem devéra chorar sobre
Jeru-^em
antes4as
suas ruínas.. .Soam-oos
ainda aqui^
canlicos esporançobos de'quem
nio
prefira eslo futuro.O
Sr.Herculano
promettAraniosa
regenerai•ç3o da boa moral pelaobservância dasvirtudes chris* • tã. Fallecem d esperar os
que anceiam
esse dia. ..
^lílsperarI
de
quem
?Do
Sacerdote1.• . esse depri*--mem-fi'b;ou
despresam-n^o;nme
abandono
a
si
mesmo,
aimmoralidade
acaricia-ono
seu d<»torr6'e presta-liie o regaço que a sociedade lhe nâo dá.
Ha
11m
homem em
Portuejal que parecia altear'ia cruz
no
cimo do
seu fastígio^ Foi oSr.Herculano
nquando
ocléroamolleoiftQosett «lâidtto doscoroçoair.'9'um
tínbamoA a
esperar quaiitas esmolas o^sabioreligioso pôde favorecer a espíritos tremidos na fé,
e
desalentadosna esperança.. . D'outroque
tínhamos?'par veutura a probaln lidado-
da
regeherar^se-tom-progredir
do
Chrístianismona
suaappUcação a
todos ospensamentos
políticos e aetos.humanos.
i
«08
caminhos
da
.fida,ÇQIQM
p|Í|Qf\$t(i(f^M.
f
«na
esperança, postos pelaReiigilO 9101» 4aHiortfi<c^em
que
um
momento
vacille,sem
que
um
mor
«Liufiuio a ki« ae.A{Nig(i^
ou
a ^p^r^o^a
&eis^u^
«seça
» (í). ' ' . * »Eata
Micidade
ItAb#»
cfllii|ifebMj4P foTf
Sr. Herculano,nâo
era a sua, porque,não é a daalma queimada
pelo sopro árido dasciencia—
«Co-«-mo
a Horinhado
cau^po i|í4kp4 por onde passojyiA
ft ytoeeUa.idafàibiopiíiii» e^se. turbilhllo traasiti^iirrio.daidaÉtrifiiB9>
da
iy8t9pa9, d^opinidasyd
argur«
mentos, peudeuesouimada
e triste;e
naclaridadeM
baça do sceplyci.smo,que
torna pesada e fria ^ 4taUimaapbeca4a
in^iiig^iiàciii,i^p.póáe
iiN|MOCfii>ftem
AOS«wto
aqileiídidmdP
IK^Id.umi^ orançafjii»»
(2),Sentíi^o^
t^iabw
fftà$xw
q^a
U|am
ja cartft-do Sr. Herculano.
* < ^
Oaaoremos
asvirtudes religiosas deoos^
a^^ç,,fotqua-OiSr* Uei?culaw> noa di«aa
qua
4
fççe^p^
«ikaaMMiaa
^ínvlím
d'«9ua((ai letyyoada
«ratoií^imflf»tima
creRpafervqrq$aC(mfmdi4^
ےm'$i^r9i꣈o 4rtma*JUascremos
do Calholici^mo por<||jiaSkmifíiuto^
uai
anoid$
Júpiter Síator o.#niM^mmto.
* 1Dafcremoi
íáotl^Humpbp
tr^ígaiiaradprdl
a«nntqr
des cbristas, por
que
a çgvoja,Mndncío
fiumedecerr.lhe os pés osangue kuinano verlldopalp
f^J9
ilflÇ^-jdoial
CQHimpia
aterradtiip futuro.. llaÍ0iwaMao:é,oi>aço.€larfto
de
poiei^ciai|aeTein
*«
' » « •1,».
(I) rmt«ffNiti>ua^*'fteti«'4.*p«|.ifaa^ i
âes
amargas
Ddo as dulcificam as bellezas dadic-llSo:—
ficam, fundem-se» e eotAlbam-se na alma»porque é o
Sn
Herculano
o
que
as dic.Em
Gm,
d issoque
aht está,nío
escriplo porclero,
nem
fanático, tiraiuma
conclusão que r;os nàodóe
:E*
nascabeças võê desciencia que oSr.l/<ír-eulano
^ra
o mériào
do
seeplycismo.Mas
—
vós,Mbios que
o
dizeisI**»fèdeque emPorlugal,
iafe-lizmeute, a vossa sciencia nào atem
muitascabe-ças.. . E, se podeis
—
fazei-a valler. . .DaMOi
a
felicidade.ERRATA.
Lin*