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RESUMOS

IMA, Creuza Fernandes Correia. A PROFESSORANDA NORMALISTA: alguns dados importantes para uma possível prática pedagógica consequente. Forta-leza, FACED/UFC, 1986. Dissertação de Mestrado em Educação. Orientador da Dissertação: Profes-sor Antônio Carlos de Almeida Machado, PhD.

Este trabalho é uma tentativa de estudar a li' [essoranda normalista de Fortaleza, tendo em vI ta a identificação de três aspectos considerados

Importantes para uma possível prática pedagógica ((I"Sequente: o estrato social a que pertence a

pro-l. soranda normalista e a relação deste com a esco-111 do curso, com as aspirações profissionais da 1"ofessoranda, e com a sua visão do alunado e da

ola pública.

Buscou-se identificar estes aspectos para com-I'r vação da hipótese de que as professorandas per-I ncentes aos estratos sociais mais baixos apresen-I1m condições pessoais, sociais e culturais mais I Ivoráveis para exercer o magistério da escola pu-hlica onde estuda o alunado de nível social

equiva-1 nte ao seu.

Participaram deste estudo uma amostra de 354 uJeitos, representando 22% do universo da pesquisa (1616 sujeitos).

(2)

Utilizou-se a escola da Laiz Mouzinho & Sérgio Dua:te, com alterações, para identificar o estrato soclal,da p:ofessoranda; para os dois outros aspec -~os aClma cltados utilizou-se questionários, cujos ltens foram tabulados, cruzando-se cada variável com o estrato social sendo apresentadas sob a forma de,ta~el~s de dupla :ntrada. E para se verificar a eXlstencla da dependencia entre as variáveis nas t~b~l~s uzou-se o Teste do X2 com um nível de si g-nlflcencia de 0,05.

Analis~dos os resultados, chegou-se as seguin-tes conclusoes:

_ -,O estrato ~oc~al da professoranda e sua pre-ferencla pelo maglsterio, quer em relaç~o a escolha d~ curso, normal, quer em relaç~o às suas aspira-çoes ~ro~issionais apresentam relações

significati-va~, lndlcando que as prófessorandas de estrato

balxo escolhem em maior percentual o curso normal apre~entam uma maior preferência para exercer o ma~ gisterio na es~ola pública e nela permanecer.

- A relaçao en~re o estrato social da profes-soranda e a sua visao do alunado e da escola públi-ca apre~enta-se algumas vezes significativa, outras vezes nao significativa, indicando que:

- Há uma mesma preferência da professoranda para trabalhar com alunos de estrato social equiva-lente ao de~as, tenrlo como principais razões para esta preferencia a possibilidade de um melhor rela-cionamento e mais identidade'

A mai~r~ das professÔf~ndas percebe que a es-tratificaçao social reflete na escola, principal-mente quando se categoriza escola pública e escola particular;

- A visão da professoranda dos estratos mais baixos apresenta-se mais positiva e mais crítica quando se coloca_o problema da aprendizagem do alu-nado da escola publica, ou seja, tende a revelar um conhecimento mais real e contextual deste alunado ~ad~ ~ue é esta professoranda que percebe em maio; lncldencia que o aluno da escola pública, apesar de

1",1> e capaz de aprender desde que lhes sej am da-01 I ondições e oportunidades.

1;\11 MARÃES, Rosa Catarina Negreiros. O ENSINO DE

PORTUGUÊS: aspectos ideológicos do discurso

oficial (de 1961 a 1986). Fortaleza, FACED/UFC,

1988. Dissertaç~o de Mestrado em Educaç~o.

Orientador da Dissertaç~o: Professor Luiz Tava-res Júnior, LD.

Tendo como referencial três concepções de Fi-losofia da Educaç~o, (segundo SAVIANI) - "humanis-I "humanis-IS" tradicional e moderna e dialética - analisamos I diretrizes para o ensino do português, a partir ti Lei 4024/61 até o Parecer 785/86, tentando iden-lificar as relações entre o discurso oficial e o

r ntexto histórico-social e explicitar aspectos

Ideológicos nelas contidos. Com a LDB, além da 0-brigatoriedade do ensino do português, observa-se

Ima quebra da rigidez e certo grau de descentrali-zaç~o com a substituiç~o das "instituições

metodo-ógicas" por orientações bem mais flexíveis, apesar do controle do C.F.E: com a Lei 5.692/61 o ensino do português passou a plano secundário, como con-teúdo de Comunicaç~o e Express~o, ficando sua obri-gatoriedade comprometida pela variaç~o de carga ho-rária e sua importância minimiza~a pela profissio-nalizaç~o obrigatória, prevalecendo um enfoque tec-nicista, calçado nas ciências da comunicaç~o, nas diretrizes propostas. Consequência desse quadro foi a crise no ensino do português, analisada por duas c;missões criadas pelo governo: em 1976 e 1985. Re-percussões e sensíveis desses estudos foram a rein-troduç~o de redaç~o no vestibular em 1977 e a mu-dança na denominaç~o da matéria para português ou língua portuguesa, e o aumento da carga horária com o Parecer 785/86. Observamos nas diretrizes do pe-ríodo estudado, a alternância das posições "huma-nistas" tradicional e moderna e indícios leves da dialética.

244 Educação em Debate, Fort. 15-16 jan./dez. 1988

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N6BREGA, Ana Maria Vieira da. ANÁLISE DO 1NDICE DE

DISCRIMINAÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA NO VESTI-BULAR DA UFC. Fortaleza, FACED/UFC, 1987. Dis-sertação de Mestrado em Educação. Professor Orientador: José Anchieta Esmeraldo Barreto, PhD.

O estudo, no qual se baseia a presente Disser-tação teve como finalidade maior verificar se a prova de Matemática do exame vestibular da Univer-sidade Federal do Ceará, realizado nos anos de 1982 a 1985, discriminou, realmente, os candidatos mais aptos ao ensino superior.

Por se tratar de um método prático e simples, e também por eliminar o pressuposto de normalidade da distribuição do escore do teste, usou-se o índi-ce de discriminação proposto por Cova.

Trabalhou-se com candidatos ao vestibular de 15 cursos sendo que estes foram reunidos em três grupos: Grupo Forte, Grupo Médio e Grupo Fraco. Pa-ra a formação destes Grupos, partiu-se de critérios obtidos em estudos feitos pela Comissão Coordenado-ra do Vestibular. (CCV).

Cada Grupo acima referido, foi submetido a três situações de tratamento. Primeiro tratamento: ordenação dos candidatos pelo número de pontos ob-tidos segundo critérios de classificação, adotados pela Instituição até 1985/1; Segundo Tratamento: ordenação dos candidatos pelo número de pontos ob-tidos segundo critérios de classificação adotados pela Instituição, a partir de 1985/2; Terceiro Tra-tamento: classificação dos candidatos que atingiram um perfil mínimo - acertar 4 ou mais questões na prova de Matemática. Cada Grupo foi submetido aos três Tratamentos seguidos da análise da d iscrimina-ção na prova de Matemática segundo o Método de Co-va.

Obteve-se que, frente ao Tratamento 1, o Grupo

Fraco discrimina menos que o Grupo Médio, e este,

menos que o Grupo Forte, sendo que, neste trat amen-to, observou-se que em comparação com os outros dois é este o que menos discrimina.

se verifica uma melhor Já no Tratamento 2,

, rém a ordem desta

liscriminação que no anter~or, po _

t _ Grupos permanece como an discriminaçao frente aos , 1 - a esse

riormente. O que se observa em re a~a~ _ ~ e ele deixa nos Grupos Med~o e Fra ratamento e qu - t frente ao Gru-o, vagas ociosas o que nao acon ece

po Forte. t 3 é o que Dos três Tratamentos, o Tra~amen o t

~ doçao deste tratamen o melhor discrimina, porem, a a ssões de

~ 'iro momento, repercu

acarretara, num~pr~me relação aos Grupos d ial ja que o mesmo, em ~ or em soc , ", 'deravelmente o numero Médio e Fraco, d~m~nu~ cons~ " - o

hidas chegando esta d~mu~çao para

de vagas preenc ,

Grupo Fraco abaixo de 10%. _

SAMPAIO Helena Alves de carvalho. AMAMENTAÇAO: a~=

, . f '1 e contexto so sistência materno-~n ant~ FACED/UFC cio-cultural da mulher. Fortaleza, - P ~

1987 Dissertação de Mestrado em Educaçao. ro • . d . Maria Nobre Damasceno, fessora Or~enta ora.

Dra.

O presente trabalho estuda as ativ~dades de-senvolvidas pelo Programa Materno-Infant~l de uma unidade médico-as:istenci~l do ~~~~~~~E~o ~~~~~~= 1 te no que d~z respe~to ao - d pa men ti a ainda a interferencia e mento materno. Inves g ~t' da

amamen-~, 1 'sobre a pra ~ca

fatores soc~o-cu tu~a~sd todos os profissionais tação: Foram entr:v~stae~~iPe materno-infantil da de saude que compoem ~ , tendimentos dis-unidade bem como ass~st~dos os a , d

' _ clientela. Entrevistou-se a~n a uma pensatdOSdaaclientelamatriculada (20 mulheres)., os amos ra ~ticas educat~vas resultados apontam ~alhaStnaS t~~~o bem como baixa de incentivo ao ale~tamen o ma , , ~ o incidência de aleitamento na~ural exclus~vo ate _ - d 'da da criança Sao apresentadas suges 60 mes e v~ .

t~es para minimização do problema.

R' PSIc6LOGO ESCOLAR: BALBINO, Viviana do Car~o ~os~ocesso de transfor-agente de modificaç~o no ~ACED/UFC, 1988. Dis-mação social? Forta eza,

(4)

sertação de Mestrado em Educ - ,

Dissertação: Maria S açao. Orlentador da

PhD. usana Vasconcelos Jimenez,

Através de t

f - s ~e trabalho, procuramos analisar

ormaçao e a pratica do psicólo o a

perspectiva dialética Fizemo g escolar numa

e de estudo de caso t~ndo s US? ~e questionários

gos escol~res de Fortaleza~omo SU]eltos os

psicólo-_ A analise dos resultados d '

nao a pesqulsa perm't'

somente traçar o perfil d ,~ 1 lU

fortalezense Como possib'l' o pSl:010go escolar

p:ee~são de sua formaçãola~~~~mi~:m~em ~a~or

com-flSslonal no contexto d' pratlca

pro-a socledpro-ade de clpro-asses.

VIANA, Cl 'del e Marla' Queved Q' ~

EDUCACIONAL' r, O ulxada. ORIENTAÇÃO

. crltlcas e per '

za, FACED/UFC 1988 D' spe:tlvas.

Fortale-- ' . lssertaçao de M

Educaçao. Professor O' d estrado em

PhD. rlenta or: Ozir Tesser,

O estudo aborda a formação e

orientador e a validade de for a, prática do

pecialista em educação Id

~a:

o orlentador

es-- • entlflca um d

-entre a formaçao dada C a a equaçao

e a prática educatl' no urso de Pedagogia da UFC

va nas escolas ~bl'

orientadoras egressa d pu lcas das

~inha tradicional li~er:~t~ curso, predominando uma

]ustar" o educando ,e O.E. que procura

"a-ylorista atrave~sdaado,m~l~.Enfoca a influência

ta-lVlsao de h b'l'

-ficas e defende a e t' - d a 1 :taçoes

especí-I' x lnçao a formaç d

lstas cartoriais 1 ao e

especia-f ' ressa tando a 'd

ormar um educador g I' neceSSl ade de

te. enera lsta, crítico e

competen-FEIJO, ~:a~i Lima. O DESCASO DA ESCOLA POBLICA'

co~ ~çoes de vida e de trabalho da . as

p:lmaria. Fortaleza, FACED/UFC 1987 p~?fessora

çao de Mestrado em Ed - ' .

lsserta-t d M ucaçao. Professora

Orien-a orOrien-a aria Nobre Damasceno, Dra.

248

Educação em Debate, Fort. 15-16 jan.jdez. 1988

Uma concepção de educação intimamente

realcio-nada com a totalidade da sociedade, e a crença de

uma escola mediadora de relações sociais mais igua-litárias constituem-se o marco teórico deste traba-lho.

Em consonância com essa teorização,

acredi-ta-se que fatores externos e internos interferem no

atual insucesso da escola pública de lQ grau.

Dentre os fatores internos à escola,

desta-ca-se a ação pedagógica da professora primária,

pe-la importância de seu papel de agente facilitador

do processo de transmissão do saber sistematizado,

podendo, assim, contribuir para reduzir, ou para

reforçar o processo de seletividade constatado no

ensino de lQ grau.

Tem-se como objeto de estudo deste

as condições de vida e de trabalho da

primária, bem como a percepção que ela própria vida e das relações sociais de educativa.

A investigação empírica foi feita em duas

es-colas de lQ grau da rede estadual, localizadas na

periferia de Fortaleza. Os sujeitos são todas as 48

professoras da

le

a

4e

série em efetivo exercício

nessas duas escolas, durante os anos de 1984 e

1985. O trabalho de campo foi realizado em duas etapas: a primeira constou da aplicação de

questio-nários junto às 48 professoras acima referidas; e a

segunda, de entrevistas e observações em sala de

aula. Para essa fase, foram selecionadas 10

profes-soras, entre aquelas que preencheram os

questioná-rios na primeira etapa.

Os dados da pesquisa são reveladores da

precá-ria situação sócio-econômica e cultural da vida da

professora e de suas condições de trabalho, também, nada satisfatórias, faltando-lhe, muitas vezes, até

o material didático indispensável a

instrumentali-zação do currículo escolar. Esse quadro de

caren-cias em que vive e trabalha a professora primária

tem sérias repercussões na sua prática pedagógica,

tornando-se também pobre repetitiva e rotineira. trabalho, professora

tem da sua

sua prática

(5)

A visão que as professoras têm no fenômeno educativo, das relações que se processam dentro da escola e desta com a sociedade; e do papel social e político do professor é contraditória, fragmentada, difusa, como é próprio da representação.

Ao longo de toda a pesquisa, dá para perceber, com muita clareza, o descaso com que é tratada a educação e, em decorrência, a escola pública de 19 grau; bem como torna-se evidente a falta de uma de-cisão política, manifesta em ações substantivas que revertam a situação de deficiências em que funciona a escola do pobre - a escola pública de 19 grau.

Acreditando que é possível resgatar a função social e política da escola de 19 grau e reabilitar a sua credibilidade junto à população que a procura e se interessa pelos seus destinos, apresento algu-mas indicações que poderão ser consideradas numa opção política que, de fato, privilegie a expansão e a melhoria do ensino de 19 grau.

GOMES, Maria Clarisse Ferreira. O ESTÁGIO CURRICU-LAR:_sua proposta e dinâmica nos cursos de gra-duaçao da UFC. Fortaleza, FACED/UFC, 1988. Dis-sertação de Mestrado em Educação. Orientador da Dissertação: Antônio Carlos de Almeida Machado PhD.

O estudo que apresentamos analisa a questão dos estágios curricular do ponto de vista dos· fato-res determinantes que levaram à sua concepção, e qual a contribuição que a sua prática traz para os segmentos nele envolvidos.

Examinando as tendências da educação brasilei-ra no período posterior a 1964, tendo como referên-cia a Teoria do Capital Humano e a concepção dialé-tica da educação, procuramos situar a direção que o estágio curricular na Universidade Federal do Ceará assumirem em relação a essas tendências.

Com base nesse referencial analisamos a pro-posta do estágio como base estabelecida pela

Refor-250 Educação em Debate, Fort.15-16 jan./dez. 1988

ma Universitária, que trazia no seu bojo os elemen-tos que garantiam a qualificação de profissionais aptos a contribuirem para o aumento da produtivida-de. Tentamos mostrar que o estágio assume um cará-ter marcadamente técnico, sem ser aproveitado, tam-bém, como momento para se discutir a questão social do trabalho e sua dinâmica, levando os estudantes a refletirem sobre sua posição como profissionais.

A pesquisa se caracteriza como um estudo de caso, para a qual coletamos informações de di~eren-tes fondi~eren-tes, a saber: levantamento da legislaçao so-bre estágio, à nível federal e local;

caracteriza-ção da situacaracteriza-ção do estágio curricular nos Cursos de Graduação da UFC; entrevista com professores envol-vidos no processo de estágio há alguns anos e apli-cação de questionários a estagiários, professores orientadores e orientadores técnicos.

Das análises efetuadas concluimos que a con-cepção do estágio está fundamentada na Teoria do Capital Humano, aceitando como princípio, que com o investimento na educação se atingiria o desenvolvi-mento do País, e em consequência a distribuição de renda e a ascenção social.

É com esta visão mecanicista do processo de desenvolvimento que o estágio na UFC assume uma ca-racterística notadamente técnica, tendo como

prin-cipal função favorecer a qualificação de

mão-de-obra e seleção de recursos humanos para a empresa.

GARCIA, Celina Fontenele. A ESCOLA COMO PERSONAGEM DA LITERATURA BRASILEIRA. Fortaleza, FACED/UFC, 1988. Dissertação de Mestrado em Educação. Pro-fessora Orientadora: Maria Lúcia Lopes Dallago, PhD.

No presente trabalho tentamos demonstrar elitismo, o dualismo e o bacharelismo sempre veram presentes em nosso sistema de ensino e,

sequentemente, em nossa formação intelectual.

que o

esti-

(6)

É um estudo baseado na obra de alguns autores

de História da educação, da cultura, da política,

da sociedade ou que escreveram romances e memórias

em que falaram da escola brasileira. A escolha

des-ses autores teve como fator preponderante a visão

crítica que tiveram sobre a realidade do Segundo

Império e da Segunda República.

A análise da escola como núcleo de nosso estu

-do conduz-nos à conclusão de que, em nosso País, o

elitismo e o dualismo na educação geram o

bachare-lismo que constitui um meio de ascensão social.

Is-so se constata através de panorama da História do

Brasil, que nos mostra uma sociedade patriarcal,

latifundiária e escravocrata, baseada na

monocultu-ra agrária e intelectual.

A literatura, constituíndo o documento

histó-rico e sociológico mais antigo que existe, mostra

que nossa escola é o reflexo da sociedade

brasilei-ra sempre dependente.

Essa sociedade, como um todo, reflete-se na

literatura do Segundo Império e da Segunda

Repúbli-ca, nas obras de: Raul Pompéia, José Lins do Rego,

Graciliano Ramos e Pedro Nava. Esses autores

apre-sentam uma sensibilidade nostálgica ou revoltada

contra essas características mais marcantes da

edu-cação nacional: o elitismo e o dualismo.

Analisamos, assim, nossa literatura, tendo

co-mo pontos de referência a história da educação e a

história da sociedade brasileira.

~

Para os escritores, aqui estudados, a escola e

o ponto central de um problema gerado na infância e

que se estende até a vida adulta. A violência

físi-ca simbólica aparecem em todos os momentos da vida

escolar desses autores, numa escola desvinculada da

realidade e que causa a revolta, o medo e o

analfa-betismo.

A partir desse estudo constatamos que nossa

escola pouco ou nada mudou. Os mesmos problemas

permanecem. Assim, a escola brasileira cresceu

nu-mericamente e não qualitativamente.

Referências

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