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RESOLUÇÃO Nº 90/2014/CONEPE. CONSIDERANDO parecer do Comitê de Área em Ciências Agrárias aprovado em reunião realizada em 17/11/2014;

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1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE

CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 90/2014/CONEPE

Aprova as alterações no Regimento Interno do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos (PROCTA).

O CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO da Universidade Federal de Sergipe, no uso de suas atribuições legais,

CONSIDERANDO que a proposta apresentada atende a legislação vigente, e em especial a Resolução nº 25/2014/CONEPE;

CONSIDERANDO a ata da reunião do Colegiado Pleno do PROCTA, realizada em 07/11/2014; CONSIDERANDO parecer do Comitê de Área em Ciências Agrárias aprovado em reunião realizada em 17/11/2014;

CONSIDERANDO o parecer do Relator, Cons. VERONALDO SOUZA DE OLIVEIRA, ao analisar o processo nº 24.581/2014-15;

CONSIDERANDO ainda, a decisão unânime deste Conselho, em sua Reunião Ordinária, hoje realizada,

R E S O L V E:

Art. 1º Aprovar a alteração do Regimento Interno do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos (PROCTA) nos termos do Anexo que integra a presente Resolução.

Art. 2º Esta Resolução entra em vigor nesta data, revoga as disposições em contrário e, em especial, a Resolução nº 49/2012/CONEPE.

Sala das Sessões, 19 de dezembro de 2014

REITOR Prof. Dr. Angelo Roberto Antoniolli PRESIDENTE

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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE

CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 90/2014/CONEPE

ANEXO

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS (PROCTA)

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

Art. 1º O Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos (PROCTA) ficará responsável pelo curso de Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos, a fim de formar profissionais capacitados ao exercício da docência, Centros de Pesquisas e Indústrias, além de instrumentalizados para a realização de pesquisas na área de Ciência e Tecnologia de Alimentos.

Art. 2º O Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos compreenderá o nível de formação de Mestrado Acadêmico, que irá conferir o grau de Mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos, tendo nos seus objetivos específicos:

I. aprofundar a competência adquirida nos cursos de graduação, desenvolvendo o domínio das técnicas de investigação no campo de Ciência e Tecnologia de Alimentos, e,

II. agrupar as potencialidades locais, regionais e nacionais, objetivando a aquisição e o desenvolvimento de competência, formação e experiência diversifica da para compreender, refletir e atuar em processos científicos e tecnológicos na área da Ciência e Tecnologia de Alimentos de maneira interdisciplinar.

CAPÍTULO II

DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA, DA ELEIÇÃO, DA COMPOSIÇÃO E COMPETÊNCIAS DO COLEGIADO, DO COORDENADOR E DO COORDENADOR

ADJUNTO

Art. 3º O PROCTA será responsável pelo Curso de Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos no âmbito da Universidade Federal de Sergipe e conduzirá as atividades relacionadas ao Curso.

Art. 4º A formação de recursos humanos utilizará uma metodologia que vincule as atividades didáticas a um projeto de pesquisa associado, desenvolvido conjuntamente pelos segmentos docente e discente.

Art. 5º O PROCTA responde à Coordenação de Pós-Graduação (COPGD) da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (POSGRAP) da Universidade Federal de Sergipe (UFS), estando sujeito às resoluções da Pós-Graduação Stricto Sensu da Universidade Federal de Sergipe em vigor.

Parágrafo Único: O PROCTA fará parte do Comitê de Pós-Graduação na área de Ciências Agrárias.

Art. 6º A estrutura administrativa do PROCTA é composta de: I. um Colegiado;

II. uma Coordenação;

III. uma Coordenação Adjunta, e,

IV. uma Secretaria Administrativo-Acadêmica. Art. 7º O Colegiado será constituído por: I. um Coordenador;

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II. um Coordenador Adjunto; III. todos os docentes permanentes, e,

IV. um representante do corpo discente titular ousuplente.

§ 1º O mandato dos representantes discentes, titular e suplente, no Colegiado, será de um ano. § 2º O Coordenador e o Coordenador Adjunto serão escolhidos entre os docentes permanentes do PROCTA, lotados na UFS, por meio de votação e por maioria dos votos.

§ 3º O requerimento para composição das chapas para os cargos de Coordenador e Coordenador Adjunto deverá ser entregue à Coordenação do PROCTA no período definido pelo Colegiado, em edital.

§ 4º Poderão votar em Coordenador e Coordenador Adjunto somente os docentes permanentes do PROCTA.

§ 5º A Coordenação do PROCTA se encarregará de operacionalizar a eleição da representação discente.

Art. 8º O Colegiado reunir-se-á mensalmente mediante convocação escrita do Coordenador, por meio eletrônico (e-mail), com um mínimo de 48 (quarenta e oito) horas de antecedência e com presença da maioria absoluta dos seus membros.

Parágrafo Único: As deliberações do Colegiado do PROCTA serão tomadas pela maioria simples ou absoluta de votos dos membros presentes, definido conforme Instrução Normativa.

Art. 9º O Colegiado do PROCTA será regido por este Regimento Interno e em consonância com as normas e procedimentos para funcionamento da Pós-Graduação na UFS.

Art. 10. Deverão ser observadas as seguintes condições básicas quanto à estrutura e funcionamento do Colegiado do PROCTA:

I. o Coordenador e o Coordenador Adjunto serão eleitos para um mandato de 2 (dois anos), permitida uma recondução;

II. o Coordenador Adjunto substituirá o Coordenador em suas faltas e impedimentos;

III. nas faltas e impedimentos do Coordenador e do Coordenador Adjunto assumirá a Coordenação um membro docente indicado pelo Colegiado do Programa, levando em consideração o maior tempo de vinculação do membro ao Programa, e em segundo lugar o maior tempo de vinculação do membro na Instituição;

IV. no caso de vacância do cargo de Coordenador ou Coordenador Adjunto, observar-se-á o seguinte:

a) se tiverem decorridos 2/3 (dois terços) do mandato, o professor remanescente assumirá sozinho a Coordenação até o término do mandato;

b) se não tiverem decorridos 2/3 (dois terços) do mandato, deverá ser realizada, no prazo de 60 (sessenta) dias, eleição para um novo mandato;

V. na vacância simultânea dos cargos de Coordenador e Coordenador Adjunto, a coordenação será feita pelo docente indicado no inciso III deste Artigo, o qual deverá, num prazo máximo de 60 (sessenta) dias, convocar eleição para os cargos.

Art. 11. São atribuições do Colegiado do PROCTA:

I. decidir, em primeira instância, sobre a organização e revisão curricular do curso; II. decidir sobre a oferta de disciplinas;

III. solicitar aos outros programas de pós-graduação o ajustamento de disciplinas de interesse do PROCTA;

IV. apreciar e sugerir providências para a melhoria do nível de ensino do curso;

V. decidir sobre os pedidos de aproveitamento de créditos de disciplinas e transferência de alunos;

VI. homologar a composição da Comissão de Seleção e de Bancas Examinadoras; VII. propor novas disciplinas e mudanças de ementas de disciplinas existentes;

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VIII. apreciar e deliberar sobre requerimentos provenientes do corpo discente e docente do PROCTA;

IX. indicar um substituto na falta ou impedimento do orientador e apreciar pedidos de troca de orientador e/ou co-orientador;

X. julgar as solicitações de inscrição no curso;

XI. fixar prazos para inscrição, seleção e matrícula em disciplinas, em conformidade com as regras da COPGD/POSGRAP/UFS;

XII. propor semestralmente à COPGD/POSGRAP/UFS o número de vagas dos cursos de mestrado; XIII. propor alterações curriculares e normativas e submetê-las à apreciação da Coordenação de Pós-Graduação, do Comitê de Pós-Graduação-Ciências Agrárias, e do Conselho do Ensino, da Pesquisa e da Extensão (CONEPE) da Universidade Federal de Sergipe;

XIV. diagnosticar e informar o Comitê de Pós-Graduação-Ciências Agrárias sobre as dificuldades e necessidades das atividades de pesquisa e de pós-graduação, quanto à infraestrutura, recursos disponíveis e manutenção de salas de aula e laboratórios;

XV. propor e aprovar quaisquer medidas consideradas úteis à execução e aperfeiçoamento do Programa;

XVI. propor o desligamento de alunos, nos casos não previstos na Resolução Geral de Pós-Graduação em vigor ou no regimento do curso;

XVII. opinar sobre qualquer assunto de ordem acadêmica que lhe seja submetido pelo coordenador do PROCTA;

XVIII. alterar o regimento do Programa e encaminhá-lo, após aprovação interna, ao Comitê de Pós-Graduação das Ciências Agrárias, para apreciação, e posterior encaminhamento ao CONEPE, para a homologação final;

XIX. analisar e decidir acerca da proposta de distribuição de bolsas de estudo elaborada pela comissão de bolsas do Programa, a qual terá, na sua constituição, além do coordenador do PROCTA, um representante do corpo docente e um representante do corpo discente;

XX. julgar e deliberar sobre credenciamento e descredenciamento de docentes, atendendo às normas específicas do Programa e gerais da Pós-Graduação;

XXI. decidir sobre a instauração de processos administrativos envolvendo discentes ou docentes do Programa, a fim de coibir atos e práticas que estejam em desacordo com regras específicas e com a ética científica de forma geral;

XXII. aprovar a criação e modificação de linhas de pesquisa com base nos recursos humanos e na produção científica existentes, e,

XXIII. decidir sobre os casos omissos.

Art. 12. São atribuições do Coordenador do PROCTA:

I. responder pela Coordenação e representar o Colegiado do Programa;

II. cumprir e fazer cumprir as disposições do Estatuto e do Regimento Geral da UFS, das normas para a criação, coordenação, organização e funcionamento de cursos de Pós-Graduação na UFS, e do Regimento Interno do Programa;

III. administrar os serviços acadêmicos e a Secretaria do Programa; IV. convocar e presidir as reuniões do Colegiado do Programa;

V. solicitar, mediante programação definida na estrutura curricular e entendimento com os docentes do PROCTA, a oferta de disciplinas em cada período letivo;

VI. submeter, ao colegiado do Programa, o plano das atividades a serem desenvolvidas em cada período letivo, que deverá incluir a lista de disciplinas oferecidas, e, após aprovação, registrá-lo nas instâncias competentes da UFS;

VII. submeter ao colegiado os programas de adaptação e os processos de aproveitamento de estudos;

VIII. enviar, anualmente à POSGRAP relatório de credenciamento e descredenciamento dos docentes do Programa;

IX. submeter ao colegiado do Programa os nomes dos membros de bancas examinadoras para exames de qualificação e para defesa de dissertação, ouvindo para isso o orientador do discente;

X. adotar, em casos de urgência, medidas que se imponham em nome do colegiado do curso, submetendo-as à ratificação do colegiado na primeira reunião subsequente;

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XI. zelar pelos interesses do Programa junto aos órgãos superiores e empenhar-se na obtenção de recursos necessários ao seu bom funcionamento;

XII. remeter à POSGRAP o calendário das principais atividades do Programa em cada semestre; XIII. expedir documentos relativos às atividades do Programa;

XIV. participar das atividades do Colegiado do Programa;

XV. coordenar as atividades do Programa e fazer cumprir as deliberações do seu Colegiado;

XVI. convocar reuniões ordinárias mensalmente, e extraordinárias a qualquer tempo, e exercer a sua presidência, cabendo-lhe o direito de voto, inclusive de qualidade;

XVII. exercer a coordenação das atividades de seleção e de matrícula no âmbito do PROCTA, em articulação com a POSGRAP;

XVIII. viabilizar junto à POSGRAP as condições necessárias para as defesas dos trabalhos acadêmicos (passagens, hospedagens etc.), e,

XIX. colaborar com a COPGD e com a POSGRAP nos assuntos da pós-graduação.

Art. 13. São atribuições do Coordenador Adjunto do PROCTA substituir e auxiliar o Coordenador do Programa.

Art. 14. A Secretaria Administrativa-Acadêmica do PROCTA será dirigida por um(a) Secretário(a), que terá as seguintes atribuições:

I. organizar, coordenar e controlar os trabalhos da Secretaria;

II. informar, processar, distribuir e arquivar documentos relativos às atividades didáticas e administrativas;

III. organizar e manter atualizados a legislação pertinente ao Programa;

IV. sistematizar informações, organizar prestações de contas e elaborar relatórios; V. secretariar as reuniões do Colegiado do Programa e manter em dia o arquivo de atas; VI. manter em dia o inventário de equipamentos e materiais pertencentes ao Programa;

VII. receber a inscrição dos candidatos ao exame de seleção, conferindo a documentação exigida; VIII. receber matrícula dos alunos;

IX. operacionalizar a convocação das reuniões do Colegiado do Programa;

X. manter o corpo docente e discente informados sobre resoluções dos Colegiado do Programa, da Comissão de Pós-Graduação (CPG) e do Conselho do Ensino, da Pesquisa e da Extensão (CONEPE), e,

XI. expedir documentos e fornecer informações ao corpo docente e discente a respeito do Programa.

CAPÍTULO III

DO CORPO DOCENTE, DO CREDENCIAMENTO, DO DESCREDENCIAMENTO E DO RECREDENCIAMENTO

Art. 15. Os docentes do PROCTA deverão ter o título de Doutor, dedicar-se à pesquisa, ter produção científica continuada, ser aprovado pelo Colegiado do Programa, serem autorizados pelo departamento acadêmico ou unidade de origem, e terem seus nomes homologados pela Coordenação de Pós-Graduação da Universidade Federal de Sergipe.

§ 1º O corpo docente dos cursos de mestrado do PROCTA será constituído por docentes Permanentes e, a critério do Colegiado do Programa e conforme Instrução Normativa vigente, Colaboradores.

§ 2º As normas para o PROCTA destinar vagas para docentes permanentes nos processos seletivos para admissão de discentes regulares nos cursos de mestrado acadêmico deverá ser definida através de uma Instrução Normativa.

§ 3º Poderão fazer parte integrante do corpo docente do PROCTA professores de outras Instituições de Ensino Superior do País ou do Exterior, bem como, pesquisadores especialistas, nacional e estrangeiros, convidados e aprovados pelo Colegiado do Programa, devendo ter seus nomes homologados pelo Comitê de Pós-Graduação - Ciências Agrárias.

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Art. 16. São atribuições do Corpo Docente: I. ministrar aulas;

II. orientar trabalhos de pesquisa em campo e laboratório; III. participar de comissões de seleção e examinadoras; IV. orientar trabalhos acadêmicos, e;

V. desempenhar todas as atividades, dentro dos dispositivos regulamentares, que possam beneficiar o Curso.

Parágrafo Único: Os membros do corpo docente permanente deverão oferecer pelo menos uma disciplina sob sua responsabilidade, de forma condensada ou extensiva, ao menos uma vez por ano; ficando, em caso contrário, impedidos de receber novos orientandos, salvo justificativa aceita pelo Colegiado do Programa.

Art. 17. O interessado no credenciamento ou recredenciamento somente deverá encaminhar solicitação à Coordenação do PROCTA mediante Edital Específico lançado pelo PROCTA.

§ 1º O professor/pesquisador candidato ao credenciamento ou recredenciamento deverá comprovar produção científica ajustada à(s) linha(s) de pesquisa do Programa, assim como envolvimento no(s) grupo(s) de pesquisa e/ou em projetos coordenados por pesquisadores do Programa.

§ 2º O professor/pesquisador candidato ao credenciamento ou recredenciamento deverá enviar ao PROCTA cópia do extrato da ata de Aprovação pelo Conselho do Departamento ou instituição de origem, do Curriculum vitae (Lattes), formulário específico da POSGRAP/COPGD devidamente preenchido, relação de disciplinas a serem ministradas e atividades a serem desempenhadas, além de declaração de vinculação a uma das linhas de pesquisa do Programa.

Art. 18. Os interessados em credenciamento ou recredenciamento devem atender aos seguintes critérios qualitativos devidamente comprovados nos últimos três anos:

I. coordenação em projetos de pesquisa;

II. artigos científicos publicados em periódicos indexados, e,

III. orientações em Iniciação Científica e Tecnológica e Trabalhos de Conclusão de Curso.

Art. 19. Se define, como critérios quantitativos para credenciamento ou recredenciamento de docentes permanentes a comprovação dos seguintes itens nos últimos três anos:

I. média de artigos publicados em periódicos A1, A2, B1 e B2 do Qualis da Área por ano, nos últimos três anos, conforme critérios definidos em instrução normativa vigente do PROCTA; II. orientação de Iniciação Científica, Tecnológica, Mestrado, Doutorado ou Trabalhos de

Conclusão de Curso concluída, no mínimo de 02 (dois), para ser considerado apto à orientação de Mestres.

§ 1º Os artigos no prelo deverão ser considerados para efeito do atendimento do critério de produção científica, desde que seja apresentada a comprovação de aceite do periódico, no qual o artigo deverá ser publicado.

§ 2º Cada docente do PROCTA poderá participar de no máximo dois Programas de Pós-Graduação, observando as exceções permitidas pela CAPES.

Art. 20. Professor ou pesquisador da UFS e de outra instituição de ensino ou pesquisa poderá atuar como Co-orientador mediante solicitação de um Orientador (evidenciando os aspectos complementares da atuação do co-orientador em relação ao projeto do aluno), a qual será avaliada pelo Colegiado do PROCTA. A co-orientação será restrita ao aluno e ao referido projeto e se encerrará com a defesa. O Co-orientador poderá participar de mais de uma co-orientação.

Parágrafo Único: É facultada ao co-orientador a participação na banca de defesa de dissertação do seu co-orientado.

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Art. 21. O credenciamento, descredenciamento ou recredenciamento de docentes no Programa está condicionado aos critérios definidos conforme Instrução Normativa vigente do PROCTA.

Art. 22. O prazo determinado para o exercício de atividade didática será suspenso quando o professor se encontrar afastado de suas atividades docentes por ocasião de realização de cursos de Pós- Doutorado, estágio no exterior ou que esteja licenciado.

CAPÍTULO IV

DO CORPO DISCENTE, DA SELEÇÃO, DA INSCRIÇÃO, DA MATRÍCULA E DE BOLSAS Art. 23. O Corpo Discente do curso é formado de alunos regulares e especiais, em conformidade com a Norma de Pós-Graduação vigente, portadores de diplomas de cursos de graduação nas áreas de Ciência e Tecnologia de Alimentos, Engenharia de Alimentos, Engenharia Química, Química Industrial, Engenharia de Pesca, Engenharia Agronômica, Nutrição e áreas afins, de Instituições de Ensino Superior nacional e estrangeiras, com todos os direitos e deveres definidos pela legislação pertinente.

§ 1º São alunos especiais aqueles selecionados através de processo seletivo específico para cursar disciplinas ofertadas pelo PROCTA, visando à obtenção de créditos que poderão reduzir seu tempo de realização do Mestrado.

§ 2º Admite-se também a inscrição de candidatos regularmente matriculados em Cursos de Graduação da UFS que atendam as Resoluções Nº 21/2009/CONEPE e Nº 76/2011/CONEPE.

§ 3º Os alunos especiais submetem-se às mesmas obrigações dos alunos regulares, no que se refere às disciplinas em que estejam matriculados, e não têm direito à realização de qualificação e à orientação formalizada de dissertação.

§ 4º Alunos pertencentes a Programas de Pós-Graduação de outras Instituições poderão cursar disciplinas ofertadas pelo PROCTA, sendo necessária a apresentação de comprovante de matrícula na instituição de origem, carta de encaminhamento do seu orientador para que curse a(s) disciplina(s), e aceite do professor que irá ministrar a disciplina na UFS.

§ 5º O aluno especial que desejar passar para a condição de aluno regular, deverá se submeter e obter aprovação em processo seletivo definido através de edital público para seleção de alunos regulares, sendo vedada, sob qualquer hipótese, a alteração da condição de aluno especial para a condição de aluno regular sem aprovação em processo seletivo definido através de edital público.

§ 6º Alunos regulares que foram alunos especiais da UFS podem solicitar à Coordenação do PROCTA que as disciplinas nas quais tenham sido aprovados quando eram alunos especiais sejam aproveitadas, cabendo esta decisão ao Colegiado do Programa.

§ 7º Cada aluno especial poderá se matricular em até 02 (duas) disciplinas por semestre e no máximo por dois semestres consecutivos na mesma disciplina, sendo o primeiro aquele no qual tenha sido aprovado no processo seletivo como aluno especial.

§ 8º O aluno especial que receber conceito D ou E numa disciplina no primeiro ou segundo semestre será desligado do PROCTA.

§ 9º O tempo de validade das disciplinas ofertadas para alunos especiais será de 5 (cinco) anos. Art. 24. O ingresso no curso será realizado mediante exame de seleção. Em época prevista, o Coordenador submeterá ao Colegiado do PROCTA a minuta do Edital de abertura de inscrição e seleção.

§ 1º Aprovada a minuta, o Coordenador encaminhará o respectivo Edital para publicação, no qual será indicado o número de vagas, as condições exigidas dos candidatos, o valor da taxa de inscrição, as datas, os horários e os locais em que as provas serão realizadas, bem como os critérios de avaliação.

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§ 2º O processo de seleção será definido em Edital da POSGRAP.

§3º É pré-requisito para inscrição na seleção de Mestrado Acadêmico ter concluído ou estar em conclusão de curso superior de graduação plena preferencialmente em curso de Ciências, Tecnologia e Engenharia de Alimentos ou área afins.

§ 4º Só terão acesso à bolsa os candidatos que tenham condições expressas de se dedicarem integralmente ao mestrado e que atendem à legislação em vigor.

§ 5º O Colegiado do PROCTA deferirá o pedido de inscrição, em vista da regularidade da documentação apresentada.

Art. 25. Os critérios para a seleção dos candidatos, cuja inscrição tenha sido previamente aceita pela Comissão de Seleção serão estabelecidos pelo Colegiado do PROCTA através do Edital de seleção.

Art. 26. Os alunos classificados no exame de seleção deverão matricular-se mediante preenchimento de formulário próprio definido pelo PROCTA, de acordo com as normas vigentes, em data fixada pelo calendário acadêmico.

Parágrafo Único: O aluno que, na matrícula inicial, não obedecer ao prazo previsto pelo calendário, perderá o direito à vaga podendo, a critério do Colegiado do Programa, ser substituído por outro em ordem de classificação.

Art. 27. A matrícula será feita em disciplinas, dentre aquelas prescritas no programa de estudo do aluno e constantes do elenco oferecido em cada semestre.

Parágrafo Único: A matrícula do aluno deve ser renovada semestralmente, mesmo quando os créditos em disciplinas tiverem sido integralizados.

Art. 28. O aluno poderá requerer à Coordenação do Programa o trancamento da matrícula no curso ou em uma ou mais disciplinas, de acordo com o calendário da POSGRAP.

§ 1º É permitido ao aluno requerer trancamento da matrícula no curso por um período letivo durante o mestrado.

§ 2º O pedido de trancamento deverá ser acompanhado de anuência do orientador, do motivo, e de reformulação do plano de atividades do discente.

§ 3º Os pedidos de trancamento estão sujeitos à aprovação pelo Colegiado do Programa, que levará em consideração para o seu deferimento o não comprometimento da conclusão do Curso, e somente em caso de aprovação é que o referido trancamento se efetivará.

§ 4º Não será permitido o trancamento de matrícula em uma mesma disciplina duas vezes.

§ 5º Não será permitido o trancamento de matrícula em disciplinas obrigatórias, exceções por problemas de saúde.

§ 6º O afastamento do discente via trancamento em todas as disciplinas fica condicionado ao parecer do orientador e a avaliação e aprovação pelo Colegiado do Programa.

§ 7º Durante o período sob trancamento, não estará suspensa a contagem de tempo para determinação do prazo máximo de duração do curso.

Art. 29. A cota de bolsas destinada ao PROCTA será distribuída segundo critérios definidos Instrução Normativa e de acordo com a legislação em vigor.

Parágrafo Único: Os alunos poderão estar com uma cota de bolsa do programa até o período máximo de 24 (vinte e quatro) meses de curso.

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Art. 30. A seleção dos bolsistas será de responsabilidade da Comissão de Bolsas do PROCTA. § 1º A Comissão de Bolsas será constituída pelo Coordenador do PROCTA, um representante docente ou seu suplente, e um representante discente ou seu suplente.

§ 2º O representante docente e seu suplente serão eleitos entre os docentes permanentes do PROCTA e terão mandato de dois anos, renovável apenas uma vez.

§ 3º O representante discente e seu suplente serão eleitos pelos seus pares, com mandato de um ano, renovável apenas uma vez.

CAPÍTULO V DOS CRÉDITOS

Art. 31. A integralização dos estudos necessários ao curso será expressa em unidades de crédito. Parágrafo Único: Cada unidade de crédito corresponderá a 15 (quinze) horas de atividades programadas, compreendendo aulas teóricas, práticas, seminários, pesquisa e redação de dissertação.

Art. 32. Dos créditos a serem obtidos, o aluno deverá cumprir:

I. 8 (oito) créditos dentro do elenco de disciplinas do Núcleo Comum do Programa; II. 8 (oito) créditos em atividades previstas no projeto pedagógico do Programa, e,

III. Os demais créditos poderão ser cumpridos dentro do elenco de disciplinas da área de concentração do Programa (domínio Conexo).

§ 1º As disciplinas do núcleo comum serão definidas em Instrução Normativa.

§ 2º Serão consideradas disciplinas do domínio conexo aquelas pertencentes aos programas de mestrado da UFS de Áreas afins ao programa e aprovadas pelo Colegiado por meio de Instrução Normativa.

§ 3º O aluno poderá solicitar o aproveitamento de créditos em disciplinas cursadas e concluídas em outros cursos de mestrado reconhecido pela CAPES através de requerimento devidamente justificado pelo orientador. O requerimento deverá ser apreciado pelo Colegiado do Programa, e os créditos aprovados não poderão exceder 1/3 dos créditos em disciplinas do Programa.

§ 4º Para os fins do disposto neste Artigo, o candidato deverá fornecer os documentos comprobatórios oficiais de conclusão com aproveitamento, acompanhados dos respectivos programas das disciplinas cursadas.

§ 5º Dos créditos solicitados somente poderão ser aproveitados aqueles referentes a disciplinas que tenham sido cursadas em época não anterior a 05 (cinco) anos a partir da matrícula do candidato no Programa como aluno regular.

§ 6º Só poderão ser aproveitados créditos de disciplinas com nota 8,0 (oito vírgula zero) ou superior.

§ 7º A proficiência em Língua Inglesa deverá ser comprovada mediante a apresentação de certificado de cursos reconhecidos pela CAPES ou UFS até o final do segundo semestre do curso.

CAPÍTULO VI

DA AVALIAÇÃO E DO DESEMPENHO ACADÊMICO

Art. 33. O aproveitamento nas disciplinas e em outras atividades didáticas ocorrerá por meio de um processo contínuo de interação professor-aluno e, para fins de aprovação, as exigências mínimas serão definidas pelos docentes, e em última instância pelo Colegiado do Programa.

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Art. 34. O cumprimento das exigências definidas para cada disciplina ou atividades, implicará na atribuição de um conceito, conforme as Normas de Funcionamento da Pós-Graduação da Universidade Federal de Sergipe em vigor.

§ 1º O pós-graduando deverá obter, em qualquer disciplina ou atividade, no mínimo, o conceito final C e fará jus ao número de créditos atribuídos à mesma.

§ 2º Serão excluídos do Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos os alunos que obtiverem dois conceitos insuficientes (D ou E) em disciplinas no mesmo período letivo ou em períodos letivos diferentes e que não cumprir qualquer atividade ou exigência nos prazos regimentais se:

I. deixar de efetuar matrícula;

II. não concluir as atividades do Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos no prazo de 24 (vinte e quatro) meses.

§ 3º Cada conceito corresponderá à seguinte pontuação: A – Excelente (9,0 - 10,0);

B – Bom (8,0 - 8,9); C – Suficiente (7,0 - 7,9);

D– Reprovação por obter nota inferior a 7,0; e E – Reprovação por obter frequência inferior a 75%.

§ 4º O aluno que tem bolsa e obtiver conceito C ou inferior, ao final de cada semestre, será avaliado pelo Colegiado do Programa, que definirá sobre a continuidade ou não da bolsa.

Art. 35. O Exame de Qualificação de Mestrado é obrigatório e deverá ocorrer até o final do terceiro semestre letivo do aluno, e será avaliado por uma Banca Examinadora constituída do Orientador (como presidente) e dois outros docentes indicados pelo orientador e homologados pelo Colegiado do Programa.

§ 1º A aprovação do candidato só ocorrerá por maioria dos votos.

§ 2º O Co-orientador poderá ser um membro adicional da Banca, porém somente terá voto caso o orientador abra mão de sua prerrogativa ao voto.

§ 3º As normas para redação e os critérios para avaliação do Exame de Qualificação de Mestrado e Redação da Dissertação de Mestrado serão estabelecidas pelo Colegiado do Programa na forma de Instrução Normativa.

CAPÍTULO VII

DO ESTÁGIO DE DOCÊNCIA

Art. 36. O estágio de docência será realizado levando-se em consideração a legislação vigente da CAPES para este assunto.

Art. 37. A atuação do discente nesta atividade poderá ser feita por meio de atividade pedagógica, na qual a atuação do discente limita-se apenas ao auxílio ao professor, competindo a este a integral responsabilidade pela disciplina.

Parágrafo Único: Os casos omissos serão tratados em Instrução Normativa.

Art. 38. O estágio de docência será realizado em ensino universitário de graduação no curso de Engenharia de Alimentos ou áreas afins com duração de no mínimo um semestre letivo, levando-se em consideração carga-horária total mínima de 60 (sessenta) horas integralizadas em 04 (quatro) horas semanais.

Art. 39. O estágio de docência deverá estar sob a responsabilidadede um professor da UFS vinculado ao PROCTA.

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Art. 40. O estágio de docência deverá ser realizado até o segundo semestre letivo, contado a partir da matrícula como aluno regular.

Art. 41. A inscrição para o estágio de docência deverá ocorrer com a anuência do orientador até antes do final do semestre letivo anterior ao pretendido para o estágio, de acordo com cronograma e prazos estabelecidos pelo Colegiado do PROCTA.

Art. 42. A Coordenação do PROCTA se responsabilizará pela operacionalização dos estágios, de comum acordo com os Departamentos da UFS.

Art. 43. O processo de operacionalização dos estágios será definido em Instrução Normativa. CAPÍTULO VIII

DA ORIENTAÇÃO

Art. 44. Todo aluno regular terá direito a um orientador de Dissertação para o Mestrado, dentre os docentes credenciados no corpo docente do PROCTA.

§ 1º O possível orientador será indicado pelo discente dentre os professores permanentes do Curso de Mestrado Acadêmico em Ciência e Tecnologia de Alimentos até 04 (quatro) meses após a realização da matrícula de uma nova turma, conforme definido no calendário acadêmico do programa.

§ 2º O orientador poderá requerer dispensa da função de orientador de determinado aluno, por meio de requerimento fundamentado, dirigido ao Coordenador do Programa, o qual deverá ouvir o aluno envolvido e emitir parecer, a ser encaminhado para a decisão do Colegiado do Programa.

§ 3º O aluno regular do PROCTA poderá ter, facultativamente, um segundo orientador (co-orientador), de acordo o Art. 20 deste Regimento que rege o credenciamento de co-orientadores.

Art. 45. Os orientadores deverão possuir o título de Doutor e:

I. ter experiência anterior na orientação de alunos em trabalhos de iniciação científica ou monografias ou dissertações ou teses;

II. estar ativo na linha de pesquisa em que oferece orientação, e,

III. empenhar-se para que o discente não ultrapasse o tempo máximo definido pelo Regimento Interno do PROCTA e nas Normas de Funcionamento da Pós-Graduação da UFS.

Art. 46. Cabe ao orientador e Co-orientador:

I. orientar o aluno na organização de seu plano de estudo e assisti-lo em sua formação acadêmica;

II. verificar e acompanhar o andamento do plano de estudos e propor alterações do mesmo, quando julgar necessário;

III. dar assistência ao aluno na elaboração e na execução de seu trabalho acadêmico, acompanhando, orientando, revendo, estabelecendo metas de cumprimento de atividades e avaliando este trabalho;

IV. solicitar a designação de Comissões Examinadoras e Julgadoras; V. presidir as Comissões referidas no item anterior, e,

VI. cumprir os prazos e normas estabelecidas no presente regimento e em outras instruções emitidas pelo Colegiado do PROCTA.

Art. 47. O número máximo de orientandos por orientador será estabelecido pelo Colegiado do PROCTA na forma de Instrução Normativa, atendendo as normas da CAPES.

CAPÍTULO IX

DO TÍTULO E DA DISSERTAÇÃO

(12)

Art. 49. A Dissertação tem caráter obrigatório, sendo requisito imprescindível para a obtenção do título de mestre e deverá ser resultante do trabalho de pesquisa científica proposto. Somente será admitido à defesa da Dissertação o aluno que tenha cumprido as demais exigências para a obtenção do grau de Mestre, incluída a aprovação em exame de Qualificação.

Art. 50. Na dissertação, o aluno deverá demonstrar domínio do tema escolhido, conhecimento do estado da arte, capacidade de sistematização de ideias e de análise crítica.

Parágrafo: A dissertação deverá ser apresentada de acordo com os procedimentos estabelecidos pelo Colegiado do Programa na forma de Instrução Normativa.

Art. 51. Os requisitos para a obtenção do grau de Mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos são:

I. integralização obrigatória de um mínimo de vinte e quatro (24) créditos em disciplinas obrigatórias e optativas;

II. aprovação no Exame de Qualificação;

III. realização do Estágio de Docência, para os que são bolsistas da CAPES;

IV. apresentar no momento da entrega da dissertação um artigo extraído da dissertação, comcomprovação da submissão a um periódico de no mínimo Qualis B2;

V. aprovação na defesa pública da dissertação; VI. permanência no curso pelo período regulamentar;

VII. entrega da dissertação corrigida no prazo máximo de sessenta(60) dias após a defesa pública, e,

VIII. aprovação no exame de Proficiência em Língua Inglesa.

Art. 52. Para apresentação da Dissertação o aluno deve ter integralizado os créditos exigidos em disciplinas e atividades e ter obtido aprovação no Estágio de Docência (quando for o caso), observados os prazos fixados neste Regimento.

§ 1º A dissertação deverá ser redigida em português, com resumo em português e inglês, de acordo com as normas fixadas pelo Colegiado do Programa na forma de Instrução Normativa.

§ 2º A dissertação deverá ser apresentada de acordo com os procedimentos estabelecidos pelo Colegiado do Programa na forma de Instrução Normativa.

Art. 53. O julgamento da dissertação deverá ser requerido pelo orientador, ao Coordenador do Programa, com a indicação no requerimento dos membros da Banca Examinadora.

§ 1º O estudante, com anuência do orientador, encaminhará os exemplares da dissertação ao Coordenador do Programa, com antecedência mínima de 15 (quinze) dias antes da data sugerida para a defesa.

§ 2º O Co-orientador em casos excepcionais poderá presidir a banca substituindo o Orientador, conforme aprovação pelo Colegiado do PROCTA.

§ 3º Na falta ou impedimento do Orientador e Co-orientador, o Colegiado do Programa designará um substituto.

§ 4º O orientador apresentará 4 (quatro) nomes, sendo 2 (dois) titulares e 2 (dois) suplentes, para composição da banca examinadora, a qual será definida pelo colegiado do PROCTA.

§ 5º A banca examinadora de dissertação será composta por: I. o orientador;

II. um docente interno ou externo ao Programa de Pós-Graduação, e, III. um docente externo ao Programa de Pós-Graduação e à UFS.

§ 6º O Orientador e o Co-orientador (se houver) poderão integrar a banca examinadora, cabendo ao primeiro a presidência da comissão. O voto de ambos será permitido, contudo deverá ser contado apenas um voto.

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§ 7º A aprovação do aluno será admitida por maioria dos votos.

Art. 54. Encerrada a arguição, a Banca Examinadora, em sessão secreta, deliberará sobre o resultado a ser atribuído ao candidato.

§ 1º Os membros da Banca Examinadora atribuirão o conceito conforme as normas da Pós- Graduação Stricto Sensu da UFS em vigor.

§ 2º Os procedimentos para registro e demais providências relacionadas ao julgamento serão conduzidos com base nas normas da Universidade Federal de Sergipe.

Art. 55. O mestrando apresentará à Coordenação do PROCTA a Dissertação, com as possíveis correções indicadas pela Banca Examinadora, numa quantidade e padrão definidos pelo Colegiado do PROCTA na forma de Instrução Normativa.

Art. 56. O candidato à obtenção do grau de Mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos, que tenha satisfeito todas as exigências deste Regimento, fará jus ao respectivo diploma.

Art. 57. A expedição do diploma de Mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos ficará condicionada à preparação, pela Coordenação do Programa, de um relatório em que conste:

I. histórico escolar do aluno no Curso; II. o resultado da Defesa da Dissertação;

III. o resultado de Proficiência em Língua Inglesa;

IV. a duração total da realização do curso pelo aluno como regular, e,

V. título(s) do(s) artigo(s) extraído(s) da dissertação e o comprovante de sua submissão em periódico indexado Qualis B2, no mínimo.

CAPÍTULO X DOS PRAZOS

Art. 58. O prazo máximo para apresentação do tema de dissertação, encaminhado pelo orientador à Coordenação do PROCTA, é de 04 (quatro) meses após a realização da matrícula dos novos alunos regulares no Programa.

Art. 59. Os prazos, mínimo e máximo para a integralização de créditos e a Defesa da Dissertação serão 12 (doze) e 24 (vinte e quatro) meses, a partir da matrícula no Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos.

§ 1º Prorrogação poderá ser concedida conforme a legislação vigente;

§ 2º Os discentes poderão solicitar, com anuência do orientador, prorrogação máxima de três meses em casos de doença grave, atestado por um médico da Divisão de Assistência ao Servidor (DIASE) da UFS e concedendo licença superior a trinta dias corridos;

§ 3º O Colegiado do PROCTA decidirá o tempo de prorrogação que será concedida. § 4º Os períodos de trancamento não suspenderão a contagem para o término do curso. Art. 60. O prazo máximo para abertura de processo de pedido de diploma é de seis meses.

CAPÍTULO XI

DO DESLIGAMENTO DO CURSO

Art. 61. O discente será desligado do Programa quando não cumprir as exigências do Regimento Interno ou as Normas de Funcionamento da Pós-Graduação da Universidade Federal de Sergipe, bem como nas seguintes situações:

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II. for reprovado 2 (duas) vezes em qualquer disciplina ou atividade do PROCTA; III. for reprovado na Defesa da Dissertação;

IV. não ocorrer a defesa da Dissertação dentro o prazo de 24 (vinte e quatro);

V. caracterizar sua desistência pelo não cumprimento da matrícula curricular semestral, nas datas definidas pela POSGRAP;

VI. for solicitado desligamento do curso feito pelo orientador ou pelo aluno e apreciado pelo Colegiado do PROCTA, e,

VII. caso o aluno não bolsista não cumprir carga horária mínima de quinze horas semanais em atividades acadêmicas sob coordenação do orientador.

Parágrafo Único: Em caso de reprovação na defesa da Dissertação, o discente, com anuência do seu orientador, poderá solicitar nova defesa ao Colegiado, que deverá ocorrer num prazo máximo de dois meses, observando o prazo máximo de prorrogação permitida.

CAPÍTULO XII

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 62. Os casos omissos neste Regimento serão resolvidos preliminarmente pelo Colegiado do PROCTA, cabendo recurso seguidamente à Coordenação de Pós-Graduação (COPGD/POSGRAP) e ao Conselho do Ensino, da Pesquisa e da Extensão (CONEPE) da Universidade Federal de Sergipe (UFS).

Art. 63. O presente Regimento entra em vigor nesta data e revoga as disposições em contrário. Sala das Sessões, 19 de dezembro de 2014

Referências

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