Perspectivas da Cadeia Produtiva
da Laranja no Brasil
Marcos F. Neves (PENSA) e Marcos S. Jank (ICONE)
Estrutura da Apresentação
1. Comércio Exterior - Agronegócio
Exportações e balança comercial do agronegócio
2. Comércio do Suco de Laranja
Produção e Exportação de Suco de Laranja Destino do Suco de Laranja Brasileiro Tarifas incidentes sobre o suco de laranja
Cadeia produtiva da laranja e seus valores de venda Produção de Laranja nos Estados Unidos
3. Evolução das Relações Contratuais na Citricultura
4. Tendências do setor em cada elo da cadeia
Insumos Produção
Processadora e Packing House Distribuição
Consumo
5. Agenda 2015 – Desafios de Coordenação
6. Comentários Finais
1. Comércio Exterior – Agronegócio
Fonte: SECEX e FAO Elaboração: ICONE
US$ Bilhões
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EXPORTAÇÕES
IMPORTAÇÕES
Superavit Comercial: US$ 29 bilhões1. Balança Comercial Agronegócio
Definição de agricultura da OMCUS$ Billion
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3,2% 3,2% 2,0% 2,0% 4,0% 4,0% 6,2% 6,2% 3,3% 3,3% 1,9% 1,9% 5,3% 5,3% 3,0% 3,0% 5,3% 5,3% 9,5% 9,5% 3,1% 3,1% 5,4%5,4% 6,0%6,0% 1,6% 1,6% 6,3%6,3%Taxa Anual de Crescimento 1990-2003
Fonte: FAO
Elaboração: ICONE
Taxas Anuais de Crescimento da Produção e Exportação 8% 12% 15% 102% -2% 28% -1% -3% 24% 17% 9% 10% Valor -1% 13% -10% 3.212 Outros Preço Taxas anuais de crescimento
(1996-2005) Brasil / Mundo Exportações 2005 (US$ milhões) 13% 15% 105% 5% 32% 9% 7% 31% 21% 13% 10% -3% 4 16% 1,163 Carne suína -7% 1 82% 1,110 Suco Laranja -1% 4 5% 457 Algodão 0% -387 Frutas -4% 3 4% 31,653 Total Agrícola* -9% 1 23% 1,707 Fumo -9% 1 29% 2,919 Café -5% 1 20% 3,014 Carne Bovina -3% 1 29% 3,509 Carne de Aves -4% 1 29% 4,699 Açúcar / Etanol 0% 2 38% 9,476 Complexo Soja Ranking Participação Quantid.
1. Exportações do Agronegócio Brasileiro
Fonte:MDIC Elaboração: ÍCONE 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Complexo Soja Açúcar-Etanol Frango Carne Bovina Café Fumo Suco de Laranja Carne Suína Milho Frutas Algodão Média 1993-1994 Média 2003-2004
1. Desempenho do Comércio Exterior
Principais Produtos Exportados pelo Agronegócio Brasileiro1.
Exportações do Agronegócio Brasileiro
Por destino
Fonte: SECEX-MDIC. Elaboração: ICONE.
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2000
2001
2002
2003
2004
2005
Desenvolvido Em desenvolvimento US$ BilhõesCrescimento médio anual = 28%
2. Comércio do Suco de Laranja
Produção de Suco de Laranja
Exportação Mundial de Suco de Laranja
Destino do Suco de Laranja Brasileiro
Tarifas incidentes sobre o suco de laranja
Cadeia produtiva da laranja e seus valores de venda
Produção de Laranja nos Estados Unidos
2. Produção de Suco de Laranja
em 2005 2% 42 Mil 3% 78 Mil 2% 48 Mil 42 Mil 2% 2% 46 Mil 30% 709 Mil 59% 1,40 MilhõesBrasil EUA Itália Espanha Israel México Outros em Toneladas
• Em 2005, Brasil e Estados Unidos produziram 89% do suco produzido no
mundo. A produção mundial foi de 2,4 milhões de toneladas.
2. Exportação Mundial de Suco de Laranja
em 200583%
1,37 Milhões
2%
33 Mil 17 Mil 1% 22 Mil1%
5%
75 Mil 37 Mil2%
6%
102 Mil
Brasil Espanha EUA México Israel Itália Outros em Toneladas
Fonte: Elaborado pelo PENSA, a partir de dados da USDA.
• Em 2005, as exportações mundiais foram de 1,65 milhões tons, sendo 83%
do Brasil e apenas 5% dos EUA.
2. Destino do Suco de Laranja Brasileiro
em 2005 41% 724 Mil 24% 428 Mil 5% 89 Mil 3% 56 Mil 15% 270 Mill 9% 159 Mil 3% 49 MilBélgica Holanda EUA Japão R. Unido China Outros em Toneladas
Fonte: Elaborado pelo PENSA, a partir de dados da USDA.
• Apesar das barreiras tarifárias impostas ao suco brasileiro (maiores do que as
barreiras de outros países), os Estados Unidos importam do Brasil cerca de
2. Tarifas incidentes sobre o suco de laranja
Principais países
2. Cadeia produtiva da laranja e seus valores de venda por agente participante, em 2003
2. Produção de Laranja nos Estados Unidos
em 2005Fonte: Elaborado pelo PENSA, a partir de dados da USDA.
• Crise profunda na Flórida: geadas (80’s), furacões (3 em 2004, 1 em 2005),
cancro cítrico + greening, aumento do preço da terra (valorização imobiliária) e restrições ambientais.
• Queda na área plantada e número de árvores desde 1996!
11.734 8.989 6.903 8.178 8.394 12.495 4.000 7.000 10.000 13.000 1985 1987 1989 1991 1993 1995 1997 1999 2001 2003 em Milhares de Toneladas
-28%
8.358 20052. Produção de Citros
Estado de São Paulo e na Flórida0
200
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1200
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02-03 03-04 04-05 05-06 06-07e 07-08p 08-09p(K
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(m
ilhões de cai
xas)
suco laranjas suco laranjasFLÓRIDA
SÃO PAULO
3. Evolução das Relações Contratuais
na Citricultura
Instalação do parque citrícola industrial.
Aquisição da matéria-prima por contratos, sem entidades que
representassem as partes.
1960
Setor se organiza em associações.
Início das negociações contratuais entre representantes das indústrias e
dos produtores, sob intermediação do governo.
1970
Contrato-Padrão para compra e venda da matéria-prima, estabelecido
entre governo (CACEX), indústria (ASSOCITRUS, ABECITRUS, ANIC,
ABRASSUCOS) e produtores (FAESP , ACIESP , ASSOCITRUS).
O que mudou:
- preço da laranja acoplado às cotações internacionais do suco.
- pagamento da colheita e do transporte.
- legitimação dos atores coletivos.
3. Evolução das Relações Contratuais
na Citricultura
1992
ACIESP e ASSOCITRUS denunciam as indústrias por cartel, visando
alteração das condições do Contrato-Padrão.
SDE decide que o Contrato-Padrão era legítimo, uma vez que
negociado entre produtores e indústrias.
1994
Associação de Produtores acusa 12 indústrias por formação de
cartel, imposição de preços e integração vertical
SDE entende que o Contrato-Padrão era anti-competitivo e o
processo passou a ser julgado pelo CADE.
1995
CADE: proíbe indústrias de se reunirem para negociar preço e
suspende o contrato-padrão (não intervém, porém, nos pomares próprios).
Negociações passam a ser individuais, na maioria das vezes com preços pre-fixados ou com um preço mínimo (piso) acrescido de uma participação na venda do SLCC no mercado europeu.
Safra 1999/2000
Estiagem afeta pomares e altos estoques de passagem na indústria.
Preço da caixa abaixo do custo de produção, parte da safra não é
colhida.
Alguns citricultores “sem contrato” abandonaram a atividade.
Produtores denunciam indústria por formação de cartel, alegando
que a indústria rompeu os contratos existentes e não colheu as
laranjas.
2002
SEAE concluiu não haver indícios de cartel e, em 2005, o Ministério
Público Federal chegou à mesma conclusão. Esse processo deu
origem à busca e apreensão sofrida pela indústria citrícola em 2006.
2005
Rigidez contratual e dólar em baixa impedem a valorização da
laranja.
Preço do suco na Bolsa de Nova York atinge patamares recordes
dos últimos 14 anos por conta do déficit de produção na Flórida.
Setor volta a discutir remuneração e propõem mudanças.
2000
3. Evolução das Relações Contratuais
na Citricultura
4. Tendências do setor em cada elo da cadeia
Insumos
Produção
Processadora e Packing House
Distribuição
Insumos
Insumos
Produção Processadora ePacking House Distribuição Consumo 1. Concentração de fornecedores em quase todos os insumos.2. “Pacotes” e incremento tecnológico.
3. Redução da participação da citricultura na compra de insumos. 4. Participação de cooperativas na distribuição de insumos.
5. Agregação de valor nos produtos com serviço de assistência técnica.
1. Aumento da incidência de pragas e doenças, causando danos irreversíveis
(quantidade e a qualidade da fruta), risco de erradicação completa do pomar, maior uso de defensivos (aumento de custos).
2. Grande volatilidade de preços e de relações contratuais prod x ind.
3. Concentração da produção já ocorreu e mecanismo de preços estimulam o aumento da escala (fundamental para sobrevivência), pools de venda.
4. Redução da área plantada: concorrência com cana-de-açúcar e eucalipto (custo de oportunidade).
5. Migração para o Centro-Sul do Estado de São Paulo.
6. Irrigação, novos cavalos e plantio adensado: break-through tecnológico!
7. Pressão do Ministério Público: cumprimento de Leis Trabalhistas.
Insumos
Produ
Produ
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Processadora ePacking House Distribuição Consumo4. Novas Formas Organizacionais
• Laranja para consumo in natura = 20% • Laranja para industrialização = 80%
¾ Produção própria = 20-25%
¾ Processamento em pools (toll processing) = 10% ¾ Contratos de médio e longo prazo = 20-30%
¾ Mercado “spot” = 20-30%
• Novos Formatos Contratuais
¾ Preço fixo
¾ Preço mínimo com gatilhos baseados na variação do preço internacional ¾ Parcerias com empresas de insumos e mudas
¾ Pagamento via porcentagem de produção
¾ Financiamento via compra antecipada da fruta
• Citricultura exige desenho de contratos complexos: cultura perene, de
implantação custosa, colheita e transporte difíceis e alta perecibilidade dos frutos
• A crise atual é uma oportunidade para mudanças comportamentais
profundas.
• Setor deveria trabalhar no aprimoramento de contratos de longo prazo que
reduzam o oportunismo e o risco da volatilidade de preços ao produtor no mercado spot.
4. Citros no Estado de São Paulo
Estratificação dos número de produtores vs. total de árvores
Nota: Compreende apenas o cinturão citrícola do Estado de São Paulo e exclui a produção própria das indústrias. Fonte: Entrevistas PENSA e ICONE.
2006
2001
100% 100% 100% 100% 16,1% 76,3% 17,9% 77,5% < 10 mil árvores 17,6% 15,2% 20,0% 14,9% 10 a 29 mil árvores 9,3% 3,5% 11,3% 3,5% 30 a 49 mil árvores 13,9% 2,8% 14,9% 2,6% 50 a 99 mil árvores 11,7% 1,3% 12,7% 1,1% 100 a 199 mil árvores 6,0% 0,5% 10,1% 0,3% 200 a 399 mil árvores 25,5% 0,4% 13,3% 0,2% > 400 mil árvores % Árvores % Produtores % Árvores % Produtores4. Custo de Produção
Por HectareFonte: Elaborado pelo PENSA
Custo Operacional para Produção de Citros
em R$, por hectare, do 4º ao 20º ano
1.092 1.092 294 559 559 179 187 847 1.341 402 487 557 807 5 R$ 0 R$ 1.000 R$ 2.000 R$ 3.000 R$ 4.000 R$ 5.000 SP S/I SP C/I DESPESAS ADM./GERAIS COLHEITA MÃO-DE-OBRA (sem colheita) OPERAÇÕES MECANIZADAS INSUMOS: Água e Energia INSUMOS: Defensivos INSUMOS: Fertilizantes e corretivos 3.641 4.767 VALOR TOTAL
4. Custo de Produção
Por CaixaCusto Operacional para Produção de Citros
em R$, por caixa (40,8 kg), do 4º ao 20º ano
1,55 0,98 0,01 0,26 0,79 0,50 0,25 0,17 1,20 1,20 0,57 0,44 0,79 0,72 R$ 0 R$ 1 R$ 2 R$ 3 R$ 4 R$ 5 R$ 6 SP S/I SP C/I DESPESAS ADM./GERAIS COLHEITA MÃO-DE-OBRA (sem colheita) OPERAÇÕES MECANIZADAS INSUMOS: Mudas, Água e Energia INSUMOS: Defensivos INSUMOS: Fertilizantes e corretivos 4,27 5,16 Valor Total
4. Produtividade
Caixas por HectareProdutividade - Qtde de Caixas por Hectare (em milhares)
0,40 0,52 0,61 0,75 0,85 0,85 0,81 0,81 0,81 0,81 0,81 0,81 0,75 0,68 0,64 0,58 0,51 0,63 0,82 0,97 1,18 1,28 1,28 1,28 1,28 1,28 1,28 1,18 1,08 1,01 0,92 0,80 0,24 1,35 1,35 0,39 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º 11º 12º 13º 14º 15º 16º 17º 18º 19º 20º
SP NÃO IRRIGADO SP IRRIGADO Fonte: Elaborado pelo PENSA
4. Produtividade
SSL por HectareRendimento - Produção de Sólido Solúvel por Hectare (em toneladas)
1,05 1,36 1,59 1,97 2,25 2,25 2,14 2,14 2,14 2,14 2,14 2,14 1,95 1,78 1,66 1,52 1,32 1,35 1,74 2,04 2,52 2,74 2,74 2,74 2,74 2,74 2,74 2,51 2,28 2,13 1,95 1,69 0,64 0,82 2,89 2,89 -1,00 2,00 3,00 4,00 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º 11º 12º 13º 14º 15º 16º 17º 18º 19º 20º
SP NÃO IRRIGADO SP IRRIGADO Fonte: Elaborado pelo PENSA
1. Concentração industrial já ocorreu (SP, Florida).
2. Capacidade ociosa de packing-houses e indústria de SLCC.
3. Internacionalização das empresas (investimentos nos EUA). 4. Desafio de novas áreas próprias ou contratos mais sofisticados.
5. Aumento da produção e exportação de NFC (Not From Concentrate)
6. Grande diversidade contratual com produtores. Conflito com parte deles. 7. Aumento do controle e fiscalização dos órgãos de defesa da concorrência. 8. Elevada carga tributária ao longo da a cadeia citrícola.
9. Estagnação da exportação de frutas frescas: barreiras sanitárias e falta de ações mercadológicas
Insumos Produção
Processadora e
Processadora e
Packing
Packing
House
House
Distribuição Consumo1. Logística eficiente.
2. Cresce poder de redes de supermercados com maior concentração das grandes redes varejistas no exterior.
3. Distribuição de frutas no Brasil deverá crescer em termos qualitativos. 4. Queda de consumo no pequeno varejo.
5. Aumento do consumo e da movimentação de marcas próprias ante o poder do canal de distribuição do varejo
Insumos Produção Processadora ePacking House
Distribui
Distribui
ç
ç
ão
ão
Consumo1. Grande parte da laranja consumida como suco caseiro nos países em desenvolvimento. Baixa demanda por suco pronto no Brasil.
2. Problemas com o aspecto calórico do suco.
3. Crescimento mais rápido de outros sucos (competição). 4. Aumento na demanda por NFC no mundo.
5. Mercado interno brasileiro ainda pouco desenvolvido. 6. Crescimento do mercado de produtos orgânicos.
7. Crescimento de produtos com apelo sócio-ambiental e geográfico.
Insumos Produção Processadora ePacking House Distribuição
Consumo
Consumo
5. Agenda 2015 – Desafios de Coordenação
1. Unificar e fortalecer organizações horizontais (produtores, indústrias) e criar/remodelar uma organização vertical privada com capacidade de coordenar a cadeia nas áreas de: (a) pesquisa e defesa sanitária, (b) contratos e arbitragens; (c) inteligência de mercado e planejamento estratégico.
2. O financiamento deveria ser obrigatório, via contribuições, tributos e outros mecanismos.
3. É preciso gerar e divulgar dados confiáveis de produção e mercado de citros, via um Sistema de Inteligência da Citricultura.
4. Implementar sistemas de controle de qualidade, envolvendo
rastreabilidade, padronização, certificações, segurança do alimento, sustentabilidade ambiental, etc.
5. Criar mecanismos de arbitragem não compulsória para o relacionamento produtor-indústria, nos moldes de uma câmara formada por
6. Propor um modelo de contrato-padrão de longo prazo entre a indústria e produtores, com regras mínimas e transparentes de auto-regulação a serem seguidas por indústrias e produtores, aprovado pelos órgãos de defesa da concorrência e atrelado a indicadores como:
• Piso de custo e preço da laranja no Brasil (indústria e mesa) e no
exterior, ambos medidos/estimados por instituições neutras. Hora de construir o Consecitrus?
• Possibilidade de prêmio pela qualidade do produto: teor de sólidos
solúveis, número de frutas por caixa, quantidade de bagaço, percentual de frutas não-maduras, etc.;
• Parcela vinculada à remuneração dos subprodutos: pellets, óleos,
essências, etc;
• Parcela atrelada à remuneração do suco no mercado internacional
7. Reestruturar o Fundecitrus, ampliando os mecanismos para erradicar pomares infestados, a disseminação de novas tecnologias e a base de pesquisa do setor (variedades mais resistentes a pragas e doenças e que permitam colheita o ano todo, etc.).
Agenda da Produção, Inovação, P&D, Marketing, Institucional, Canais (Cap 7)
• Plantar e Renovar pomares utilizando alta tecnologia.
• Diversificação Regional.
• Investir em pesquisa para variedade de planta mais resistente a pragas e
doenças, e variedades que permitam colheita o ano todo, utilizando a
biotecnologia.
• Desenvolver sucos para as classes C, D, E que atendam a requisitos de
sabor, praticidade e preço para combater os refrigerantes.
• Desenvolver critérios de sustentabilidade (ambiental e social) e
certificações.
• Realizar um amplo plano de marketing, utilizando uma estratégia de
incentivo ao consumo e criação de padrões de qualidade elevados, dando
respaldo à laranja brasileira e seus derivados na adequação internacional (seria o braço marketing da organização vertical).
• Regulamentação do uso de defensivos, redução da lista de princípios
ativos, evitando que princípios ativos essenciais para a citricultura sejam proibidos.
• Desenvolver novos canais de distribuição.