SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE PLANO DE ENSINO

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Texto

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Disciplina: NFR510074 - Políticas públicas na atenção à saúde da mulher e do recém-nascido

Professores Responsáveis: Dra. Marli Terezinha Stein Backes, Dra. Evangelia Kotzias Atherino

dos Santos

PLANO DE ENSINO

Créditos: Semestre: 3 2017/2 Ementa:

Aspectos históricos e políticos relacionados com a saúde da mulher e do recém-nascido. Contextualização dos programas governamentais, da legislação atual e da contribuição da enfermagem na área.

Objetivos:

Refletir criticamente sobre os programas/políticas e pactos direcionados à saúde da mulher e do recém-nascido no Brasil e diretrizes internacionais.

Distinguir os principais enfoques adotados pelas políticas públicas, nas últimas décadas, no que diz respeito à saúde da mulher e do recém-nascido.

Refletir criticamente sobre as políticas públicas na área da saúde da mulher e do recém-nascido, relacionando-as com os movimentos e/ou organismos internacionais, assim como as ideologias que as embasam.

Conhecer a legislação brasileira atual relacionada à saúde da mulher e do recém-nascido. Identificar as contribuições da enfermagem na atenção à saúde da mulher e recém-nascido.

Conteúdo:

1. Programas/Políticas e Pactos de Saúde voltados à Mulher:

1.1Programas e Políticas de Saúde da Mulher no Brasil: breve reconstituição histórica

1.2Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher: o processo de construção e implementação no Brasil

1.3Implementação da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher 1.4Pacto Nacional pela Redução da Mortalidade Materna e Neonatal

1.5Política Nacional de Atenção Obstétrica e Neonatal 1.6Centro de Parto Normal

1.7Programa de Humanização no Pré-Natal e Nascimento (PHPN)

1.8Programa Nacional de Controle do Câncer do Colo do Útero e de Mama - Viva Mulher 1.9Política Nacional de Planejamento da Vida Sexual e Reprodutiva

1.10Rede Cegonha

2. Outros Pactos direcionados à saúde da mulher no Brasil: Pacto pela Saúde e suas três dimensões - Pactos pela Vida, em defesa do SUS e de Gestão.

2.1II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres

3. Programas e Políticas de Saúde da Mulher – Diretrizes Internacionais

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3.2Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência Contra a Mulher (1994) 3.3Conferência Internacional da Mulher (1995)

3.4Convenção de Eliminação de todas as Formas de Discriminações Contra a Mulher (CEDAW) 3.5Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) e a saúde materno-perinatal (Objetivos 4 e 5). 3.6Objetivos do Desenvolvimento Sustentável

4. Programas/Políticas e Pactos de Saúde relacionados ao Recém-Nascido:

4.1Programas/Políticas de Saúde ao Recém-Nascido no Brasil: breve reconstituição histórica 4.2 Método Canguru

4.3 Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC) 4.4 Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil 4.5 Rede Nacional de Bancos de Leite humano

4.6 Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança

5. Legislação atual relacionada à saúde da mulher e do recém-nascido: 5.1 Lei 11.108 de 2005 – Lei do acompanhante. Lei da Doula em SC.

5.1Regulamento Técnico para Funcionamento dos Serviços de Atenção Obstétrica e Neonatal -RDC nº. 36

5.2Proteção legal à maternidade e amamentação 5.3Direitos da mulher estudante e trabalhadora 5.4Licença maternidade

5.5Manutenção da amamentação 5.6Direitos da mãe adotiva

5.7Direitos da mulher privada de liberdade

5.8Direitos do pai trabalhador - Licença paternidade 5.9Portaria MS nº 2.068 de 21 de outubro de 2016

5.10Salas de apoio à amamentação em empresas públicas e privadas

5.11Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância, Bicos, Chupetas e Mamadeiras – NBCAL

Metodologia:

A disciplina será desenvolvida através de diferentes dinâmicas e estratégias, de acordo com os conteúdos a serem abordados. Incluem-se nessas estratégias: aulas interativas, expositivo dialogadas, apresentação e discussão de vídeos, leituras individuais e grupais de textos indicados; apresentação e debate de textos em sala de aula; exercícios temáticos e debates intra-grupo, visando o aperfeiçoamento e aprofundamento; seminários; discussão individual e em grupos programada com as docentes; debates informais; palestras com professores convidados.

Cronograma/Atividades previstas:

DATA ATIVIDADE/CONTEUDO MÉTODO LEITURA

RECOMENDADA

11/08

13:30 - 17:30

Introdução à disciplina: apresentação das docentes e dos discentes e expectativas (dinâmica do nome e identidade profissional). Apresentação e discussão do Plano de

Ensino.Divisão dos grupos para os seminários.

Acolhimento. Dinâmica do nome, identidade pessoal e profissional

18, 21, 23, 24, 33Bibl. Compl. 18 e 23

(3)

25/08

13:30 - 17:30

Programas e Políticas de Saúde da Mulher no Brasil: breve reconstituição histórica. O processo de construção e implementação no Brasil - Implementação da política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher.

Seminário – Grupo 1 16, 17, 18 e 23

01/09

13:30 - 17:30

Atividades de estudo individual e/ou em grupo Leitura de textos e preparo dos seminários

Referentes aos seminários 15/09

13:30 - 17:30

Implementação da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (continuação) voltada ao nascimento/reprodução: Pacto Nacional de Redução da Mortalidade Materna e Neonatal. Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento. Política Nacional de Atenção Obstétrica e Neonatal. Centro de Parto Normal. Rede Cegonha. Política Nacional de Planejamento da vida reprodutiva.

Seminário – Grupo 2 4, 5, 8,12, 19, 28 e Bibl. Compl. 9, 19, 24 e 28

29/09

13:30 - 17:30

Implementação da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (continuação) voltadas à saúde ginecológica: Programa Nacional de Controle do Câncer (colo uterino e mama). Pacto pela Saúde.

Seminário – Grupo 3 Bibl. Compl. 4, 17 e 26

06/10

13:30 - 17:30

Atividades de estudo individual e/ou em grupo Leitura de textos e preparo dos seminários

Referentes aos seminários 20/10

13:30 - 17:30

II Plano Nacional de políticas para as mulheres Seminário – Grupo 1 20, 24 eBibl. Compl. 2 27/10

13:30 - 17:30

Diretrizes Internacionais: Conferência

Internacional de População e Desenvolvimento realizada no Cairo (1994). Convenção

Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a violência contra a Mulher Belém (1994). Conferência Internacional da Mulher (1995). Convenção de Eliminação de todas as formas de Discriminações contra a Mulher (CEDAW). Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) e a saúde materno perinatal (Objetivos 4 e 5). Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Seminário – Grupo 2 1, 2, 14, 22, 30 e 31

10/11

13:30 - 17:30

Programas/Políticas e Pactos de Saúde do Recém-nascido: breve reconstituição histórica. Principais Programas/Políticas relacionados à saúde do RN. Método Canguru. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança. Seminário – Grupo 3 6, 10, 13, 21, 25 eBibl. Compl. 9 e 12 17/11 13:30 - 17:30

Principais Programas/Políticas relacionados à saúde do RN (continuação): Iniciativa Hospital Amigo da Criança. Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil. Rede Nacional de Bancos de Leite Humano.

Seminário – Grupo

1Apresentação do Vídeo IHAC do MS

7, 12, 27, 34 e 12

24/11

13:30 - 18:30

Legislação atual relacionada à saúde da mulher e do recém-nascido. Proteção Legal à

Maternidade e à amamentação. Direitos da mulher estudante, da mulher trabalhadora, da mãe adotiva, da mulher privada de liberdade. Licença Maternidade. Direitos do Pai

Trabalhador – Licença Paternidade. Salas de apoio à amamentação em empresas públicas e privadas. NBCAL. Lei do Acompanhante.Lei da Doula em SC.Avaliação final da disciplina (oral e escrita)

Seminário – Grupo 2 e Grupo 3.Apresentação dos Vídeos: Salas de apoio à amamentação MS e “NBCAL para fazer valer a Lei, da Rede IBFAN Brasil”

3, 11, 21Bibl. Compl. 8, 10 eVídeos NBCAL e Salas de apoio à amamentação Avaliação:

As(os) alunas(os) serão avaliadas(os) através da:

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na organização das atividades programadas para cada grupo.

- Exigir-se-á frequência mínima de 75% nas aulas, conforme normas da UFSC.

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1. 1. ALVES, J.A.L.A Conferência do Cairo sobre população e desenvolvimento e o paradigma

de Huntington. Revista Brasileira de Estudos de População, São Paulo, v.12, n.1-2, p.3-20, jan/dez,1995.

2. AS CONFERÊNCIAS MUNDIAIS SOBRE AS MULHERES. In: Conferência Mundial sobre as mulheres, 4. Beijing, 1995. Disponível em: <http://

www.icieg.cv/files/00364_confer.pdf>.

3. BRASIL. Lei nº.11.108. Altera a Lei nº 8.080 de 19 de setembro de 1090, para garantir às parturientes o direito à presença de acompanhante durante o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS. Diário Oficial da União 2005; 8 abr.

4. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 1067/GM de 4 de julho de 2005. Institui a Política Nacional de Atenção Obstétrica e Neonatal. Diário Oficial da União. Poder Executivo, Brasília: Ministério da Saúde, 2005. Disponível em:

http://dtr2001.saude.gov.br/sas/Portarias/Port2005/GM/GM-1067.htm.

5. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 569/GM de 1 de junho de 2000. Institui o

Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento no âmbito do Sistema Único de Saúde. Diário Oficial da União. Poder Executivo, Brasília: Ministério da Saúde, 2000.

6. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 1.130, de 5 de agosto de 2015. Institui a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Disponível em:

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2015/prt1130_05_08_2015.html. Acesso em 12 junho 2017.

7. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 1.153/GM de 22 de maio de 2014. Redefine os critérios de habilitação da Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC) como estratégia de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno e à saúde integral da criança e da mulher, no âmbito do Sistema Único de Saúde. Diário Oficial da União, p.43, Seção 1, Brasília, 28 de maio de 2014.

8. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 1.459/GM de 24 de junho de 2001. Institui no âmbito do Sistema Único de Saúde a Rede Cegonha. Diário Oficial da União, Brasília, 27 de junho de 2011.

9. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 399/GM de 22 de fevereiro de 2006. Pacto pela Saúde. Divulga o Pacto pela Saúde 2006. Consolidação do SUS e aprova as Diretrizes operacionais do referido pacto. Brasília, 2006. Disponível em:

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/prtGM399_20060222.pdf.

10. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 930/GM de 10 de maio de 2012. Define as diretrizes e objetivos para a organização da atenção integral e humanizada ao recém-nascido grave ou potencialmente grave e os critérios de classificação e habilitação de leitos de

Unidade Neonatal no âmbito do Sistema Único de Saúde, 2012.

11. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 2.068 de 21 de outubro de 2016. Institui

diretrizes para a organização da atenção integral e humanizada à mulher e ao recém-nascido no Alojamento Conjunto. Disponível em: http://www.lex.com.br/legis_27204912_Portaria n. 2068_DE_21_de outubro de_2016.aspx. Acesso em: 13 junho 2017.

12. BRASIL. Ministério da Saúde. Programa Humanização do Parto: humanização no pré-natal e nascimento. Brasília: Ministério da Saúde, 2002.

13. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Área Técnica de Saúde da Criança e Aleitamento Materno. Gestões e gestores de políticas públicas de atenção à saúde da criança: 70 anos de história. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Área Técnica de Saúde da Criança e Aleitamento Materno. Brasília: Ministério da Saúde, 2011. 80 p.: il. – (Série I. História da Saúde). Saúde da Criança. 2. Aleitamento Materno. 3. Políticas públicas em saúde. 4. Histórico. I. Título. II. Série. CDU 613.95(81).

14. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. I Conferência Internacional de Monitoramento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio no Setor de Saúde: rumo ao alcance das metas de 2015.

Brasília, 2008. Relatório final. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.

Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. Brasília: Ministério da Saúde, 2010. 131 p.: il. – (Série D. Reuniões e Conferências) (Série ODM Saúde Brasil; v.II).

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Programáticas Estratégicas. Perspectiva da equidade no pacto nacional pela redução da mortalidade materna e neonatal: atenção à saúde das mulheres negras. Brasília, 2005. Disponível em: <http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/

perspectiva_equidade_negras.pdf>.

16. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Política nacional de atenção integral à saúde da mulher: plano de ação 2004-2007.Brasília, 2007. Disponível em:

<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nac_atencao_mulher2.pdf>. Acesso em: 29 junho 2016.

17. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Política nacional de atenção integral à saúde da mulher: princípios e diretrizes. Brasília, 2004. Disponível em:

<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/ politica_nac_atencao_mulher.pdf pdf.>. Acesso em: 29 junho 2016.

18. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Relatório de gestão 2003 a 2006: Política nacional de atenção integral à saúde da mulher. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.

Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. Brasília: Ministério da Saúde, 2007, p.25-56 (Série C. Projetos, Programas e Relatórios). ISBN 978.

19. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 11/GM de 7 de janeiro de 2015. Redefine as diretrizes para implantação e habilitação de Centro de Parto Normal (CPN) no âmbito do Sistema Único de Saúde para o atendimento à mulher e ao recém-nascido no momento do parto e do nascimento, em conformidade com o componente Parto e Nascimento da Rede Cegonha e dispõe sobre os respectivos incentivos financeiros de investimento, custeio e custeio mensal. Brasília, 2015.

20. BRASIL. Presidência da República. Secretaria Especial de políticas para as mulheres. II Plano Nacional de políticas para as mulheres. Brasília: Secretaria Especial de políticas para as mulheres, 2008.

21. BRÜGGEMNN, O.M.; OLIVEIRA, M.E.; SANTOS, E.K.A. Políticas e legislação na atenção obstétrica e neonatal. In: BRÜGGEMANN, O.M.; OLIVEIRA, M.E.; SANTOS, E.K.A. (Org.). Enfermagem na atenção obstétrica e neonatal. Curitiba: Editora Progressiva. Cap. 4, 2011, p.51-70.

22. CONVENÇÃO INTERAMERICANA PARA PREVENIR, PUNIR E ERRADICAR A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER - "CONVENÇÃO DE BELÉM DO PARÁ. Belém, 1994. Disponível em: <http://

www.pge.sp.gov.br/centrodeestudos/bibliotecavirtual/instrumentos/belem.htm>. Acesso em: 13 junho 2017.

23. COSTA A.M.; BAHIA, L.; CONTE, D. A saúde da mulher e o SUS: laços e diversidades no processo de formulação, implantação e avaliação das políticas de saúde para mulheres no Brasil. Saúde em debate. Rio de Janeiro, v.31, n.75-77, p.13-24, jan/dez. 2007.

24. COSTA A.M. Participação social na conquista das políticas de saúde para mulheres no Brasil. Ciência & Saúde Coletiva. Rio de Janeiro, v.14, n.4, p.1073-1083, 2009.

25. COSTA, R. PADILHA, M.I.; MONTICELI, M.; RAMOS, F.R.S.; BORENSTEIN, M.S.

Políticas públicas de saúde ao recém-nascido no Brasil: reflexos para a assistência neonatal. HERE – Revista História da Enfermagem – Revista eletrônica, Brasília, v.1, n.1, p.55-68, jul/dez, 2010. Disponível em: http://pesquisa.bvsalud.org/enfermagem/resource/pt/bde-25594. Acesso em: 13 junho 2017.

26. ESTADO DE SANTA CATARINA. Lei nº 16.869, de 15 de janeiro de 2016. Dispõe sobre a presença de doulas durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, e estabelece outras providências. Disponível em:

https://www.google.com.br/?gws_rd=ssl#q=a+Doula+Santa+catarina. Acesso em 12 junho 2017.

27. FUNDO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A INFÂNCIA. Hospital Amigo da Criança: revista, atualizada e ampliada para o cuidado integrado – Módulo 1: Histórico e implementação. Fundo das Nações Unidas para a Infância. Brasília: Ministério da Saúde, 2008. 78p.: il. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos).

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Enfermagem [online]. v.22, n.3, p.763-771, 2013. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S0104-07072013000300024.

30. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Disponível em:

http://www.itamaraty.gov.br/images/ed_desenvsust/ODSportugues12fev2016.pdf. Acesso em 12 junho 2017

31. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. 8 objetivos do milênio. Disponível em: <http://www.objetivosdomilenio.org.br/>. Acesso em: 13 junho 2017.

32. OSIS, M.J.M.D. PAISM: um marco na abordagem da saúde reprodutiva no Brasil. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.14, Supl. 1, p.25-32, 1998.

33. SANTOS, E.K.A. et al. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Curso de Especialização em Saúde da Família – modalidade a distância. Saúde da mulher: enfermagem [Recurso eletrônico]. Universidade Federal de Santa Catarina,

Florianópolis, 2010.

34. SANTOS F.S. et al. Aleitamento materno e diarreia aguda entre crianças cadastradas na estratégia saúde da família. Texto & Contexto Enfermagem, Florianópolis, v.25, n.1, 2016. Disponível em:

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-07072016000100313&Ing=pt&nrm=iso. Acesso em: 19 julho 2016. Epub 01 abril 2016. http://dx.doi.org/10.1590/S0104-070720160000220015.

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(outras poderão ser indicadas no decorrer da disciplina)

1. ARAÚJO, M.J.O.; SIMONETTI, M.C.M. Saúde das mulheres: questões que se repetem no debate sobre políticas públicas. Jornal da Rede Feminista de Saúde, 2011. p.18-22.

2. BRASIL. Constituição Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1998. 41. ed. atual. e ampl. São Paulo: Saraiva, 2008.

3. BRASIL. Instituto Nacional de Câncer. Plano de ação para redução da incidência e

mortalidade por câncer do colo do útero: sumário executivo. Instituto Nacional de Câncer. Rio de Janeiro: INCA, 2010. 159p.

4. BRASIL. Lei nº 10.421, de 15 de abril de 2002 - Estende à mãe adotiva o direito à licença maternidade e ao salário maternidade, alterando a Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, e a Lei no 8.213, de 24 de julho de 1991. Diário Oficial da União. Poder Executivo, Brasília: Ministério da Saúde 2002.

5. BRASIL. Lei nº. 11.265, de 3 de janeiro de 2006. Regulamenta a comercialização de alimentos para lactentes e crianças de primeira infância e também a de produtos de

puericultura correlatos. Diário Oficial da União. Poder Executivo, Brasília: Ministério da Saúde, 2006.

6. BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC nº. 221 de 05 de agosto de 2002. Regulamento técnico sobre chupetas, bicos, mamadeiras e protetores de mamilo. Diário Oficial da União. Poder Executivo, Brasília: Ministério da Saúde, 2002.

7. BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC nº 222 de 05 de agosto de 2002. Regulamento técnico para promoção comercial dos alimentos para lactentes e crianças de primeira infância. Diário Oficial da União l. Poder Executivo, Brasília: Ministério da Saúde, 2002.

8. BRASIL. Ministério da Saúde. Pesquisa nacional de demografia e saúde da criança e da mulher PNDS 2006: dimensões do processo reprodutivo e da saúde da criança. Brasília: o Ministério, 2009.

9. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria/GM nº 2.418, de 2 de dezembro de 2005.

Regulamenta o art. 1º da Lei nº 11.108, de 7 de abril de 2005. A presença de acompanhante para mulheres em trabalho de parto, parto e pós-parto imediato nos hospitais públicos e conveniados com o Sistema Único de Saúde – SUS. Diário Oficial da União, Poder Executivo. Brasília: Ministério da Saúde. 2005.

10. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 371, de 7 de maio de 2014. Institui diretrizes para a organização da atenção integral e humanizada ao recém-nascido no Sistema Único de Saúde. Diário Oficial da União. Seção I, n.86, Brasília, 8 de maio de 2014.

11. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 2.051 de 08 de novembro de 2001. Norma brasileira de comercialização de alimentos para lactentes e crianças de primeira infância, bicos, chupetas e mamadeiras. Diário Oficial da União. Seção 1. Poder Executivo, Brasília: Ministério da Saúde, 2001.

12. BRASIL. Ministério da Saúde. Resolução RDC nº 36, de 3 de junho de 2008. Dispões sobre regulamento técnico para funcionamento dos serviços de atenção obstétrica e neonatal. Diário Oficial da União. Brasília, 4 de junho de 2008.

13. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Manual de acolhimento e classificação de risco em obstetrícia. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Brasília: Ministério da Saúde, 2014.

14. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. INCA. Controle do câncer de mama: documento de consenso. 2004.

15. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Protocolo de atenção à saúde e resposta à ocorrência de microcefalia relacionada à infecção pelo vírus zika. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2016. 16. BRASIL. Portaria nº 904, de 29 de maio de 2013. Estabelece diretrizes para implantação e habilitação de Centro de Parto Normal (CPN), no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), para o atendimento à mulher e ao recém-nascido no momento do parto e do nascimento, em conformidade com o Componente PARTO E NASCIMENTO da Rede Cegonha, e dispõe sobre os respectivos incentivos financeiros de investimento, custeio e custeio mensal.

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17. MANDÚ, E.N.T. et al. Atenção integral à saúde feminina: significados e implicações. Revista da Escola de Enfermagem da USP, v.33, n.1, p.31-38, mar, 1999.

18. MARINHO, L. Rede cegonha ignora políticas anteriores e causa estranheza. Jornal da Rede Feminista de Saúde, 2011. p.28.

19. MENDES, E.V. As redes de atenção à saúde. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2011.

20. NAGAHAMA, E.E.I; SANTIAGO, S.M. A institucionalização médica do parto no Brasil. Ciência & saúde coletiva, Rio de Janeiro, v.10, n.3, p.651-657, 2007.

21. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Assistência ao parto normal: um guia prático. Brasil, 1996.

22. POHLMANN, F.C. et al. Modelos de assistência pré-natal no extremo sul do país. Texto & Contexto Enfermagem, Florianópolis, v.25, n.1, 2016. Disponível em:

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-07072016000100307&Ing=pt&nrm=iso. Acesso em: 19 julho 2016. Epub 22 março 2016. 23. REDE NACIONAL FEMINISTA DE SAÚDE, DIREITOS SEXUAIS E DIREITOS

REPRODUTIVOS. Posição sobre a Medida Provisória nº 557 de 26 de dezembro de 2011. Janeiro de 2012.

24. SANTOS, E.K.A.; MONTICELLI, M.; BRÜGGEMANN, O.M. Editorial. Texto & contexto Enfermagem [online]. Florianópolis, v.17, n.3, p.411-412, jul/set, 2008.

25. SERRUYA, S.J.; CECATTI. J.G.; LAGO, T.D. O programa de humanização no pré-natal e nascimento do Ministério da Saúde no Brasil: resultados iniciais. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.20, n.5, p.1281-1289, set/out, 2004.

26. SOUTO, C.M.R.M. et al. Tendências das pesquisas de enfermagem em saúde da mulher no período de 2001 a 2005. Texto & Contexto Enfermagem [online], Florianópolis, v.16, n.4, p.719-726, out/dez, 2007.

27. SOUZA, C. Políticas públicas: uma revisão da literatura. Sociologias, Porto Alegre, ano 8, n.16, p.20-45, jul/dez, 2006.

28. TRINDADE, W.R.; FERREIRA, M.A. Sexualidade feminina: questões do cotidiano das mulheres. Texto & Contexto Enfermagem [online], Florianópolis, v.17, n.3, p.417-426, jul/set, 2008.

29. VICTORA, C.G. et al. Saúde de mães e crianças no Brasil: progressos e desafio. Séries. Saúde no Brasil 2. The Lancet, p.32-46, 2011. Publicado Online, 9 de maio de 2011.

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Referências

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