2ª PP de Português / 9º ano / Profª Letícia Silva / Pág. 1
Aluno(a): Nº
Ano: 9º Turma: Data: 11/06/2018 Nota:
Professor(a): Letícia Silva Valor da Prova: 30 pontos
Orientações gerais: 1) Número de questões desta prova: 15
2) Valor das questões: Abertas (5): 3,0 pontos cada. Fechadas (10): 1,5 pontos cada. 3) Provas feitas a lápis ou com uso de corretivo não têm direito à revisão.
4) Aluno que usar de meio ilícito na realização desta prova terá nota zerada e conceituação comprometida.
5) Tópicos desta prova:
Interpretação de texto: Gêneros textuais diversificados/Tipos de predicado/Regência Verbal/Colocação do pronome oblíquo/Redação dissertativa
1ª Questão:
Cartum e Charge
Para quem pensa que o cartum e a charge são textos distantes da nossa realidade, engana-se completamente, pois, ao contrário disso, representam aqueles com os quais estamos acostumados a conviver diariamente, ou seja, podemos encontrá-los em jornais, revistas, livros didáticos, entre outros. Dessa forma, passemos a conhecer, primeiramente, acerca dos pontos que consideramos como mais relevantes em se tratando do cartum.
O cartum se caracteriza como uma anedota gráfica em que nele podemos visualizar a presença da linguagem verbal associada à não verbal. Suas abordagens dizem respeito a situações relacionadas ao comportamento humano, mas não estão situadas no tempo, por isso são denominadas de atemporais e universais, ou seja, não fazem referência a uma personalidade em específico. Cientes disso, torna-se importante compreendermos que o nome cartum proveio de um acontecimento ocorrido em Londres, em 1841. Tal acontecimento diz respeito ao fato de o príncipe Albert, no intuito de decorar o Palácio de Westminster, ter promovido um concurso de desenhos feitos em grandes cartões (cartoons em inglês), os quais seriam colados às paredes. Dessa forma, no intento de satirizar, a revista Punch, considerada na época a primeira revista humorística do mundo, resolveu publicar seus próprios cartoons.
A charge, um tanto quanto diferente do cartum, satiriza situações específicas, situadas no tempo e no espaço, razão pela qual se encontra sempre apontando para um personagem da vida pública em geral, às vezes um artista, outras vezes um político, enfim. Em se tratando da linguagem, também costuma associar linguagem verbal e não verbal. Outro aspecto para o qual devemos atentar diz respeito ao fato de a charge, expressa na língua francesa, possuir significado de “carga”, aderindo por completo à intenção do chargista, ou seja, a de que ele realmente atua de forma crítica numa situação de ordem social e política.
(www.escolakids.com/cartumecharge.htm. Acesso em 2/10/2013. Adaptado.)
Colégio XIX de Março
Educação do jeito que deve ser
2018
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De acordo com o texto, todas as características são comuns ao cartum e à charge, EXCETO a) Usam linguagem verbal e não verbal.
b) São textos humorísticos.
c) Retratam aspectos da realidade. d) Lidam com temáticas atemporais.
e) Utilizam da crítica com leve toque de humor. 2ª Questão:
(Disponível em: <www.correiobraziliense.com.br>. Acesso em: 3 jun. 2018.)
O principal efeito de humor provocado por esse texto está na crítica que faz à/ao(s) a) falta de cordialidade das pessoas no trânsito.
b) fato de que, no inferno, o trânsito estaria bem melhor. c) motoristas, que tornam o trânsito infernal.
d) trânsito que, por não fluir, tem dificultado que as pessoas cheguem ao destino. e) excesso de automóveis nas ruas.
3ª Questão: Observando o texto não verbal que compõe o cartum, pode-se inferir que: ©Jean Galvão
ALMANAQUE BRASIL. Almanaque de cultura popular. São Paulo, ano 11, n. 126, p. 34, out. 2009.
a) é óbvia a escolha feita pelo bombeiro, a qual quebra a expectativa do que ele deveria fazer naquela situação.
b) é da natureza do bombeiro apagar incêndios.
c) o cartum retrata a evidência de a flor precisar mais do bombeiro do que o prédio em chamas. d) o texto não verbal necessitaria de texto verbal para construir o sentido pretendido pelo autor do cartum.
e) o cartum critica a falta de atenção dos bombeiros para com situações de perigo como a retratada no texto.
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4ª Questão:
Sentar em frente a um computador para escrever é fazer uma escolha. Escolhemos um caminho em que há várias características que nos encantam.
Martha Medeiros. Zero Hora, 18/01/17. p. 4.
Assinale o que for adequado sobre o uso do verbo haver nesse trecho. a) Foi deixado no singular porque é impessoal.
b) Pode ser substituído pelo verbo “existir” no singular. c) Tem valor de preposição e pode ser substituído por "a". d) Pode ser empregado no plural na mesma frase em que está. e) Caracteriza uma situação futura em relação ao leitor.
5ª Questão:
É preciso estabelecer uma distinção radical entre um “brasil” escrito com letra minúscula, nome de um tipo de madeira de lei ou de uma feitoria interessada em explorar uma terra como outra qualquer, e o Brasil que designa um povo, uma nação, um conjunto de valores, escolhas e ideais de vida. O “brasil” com b minúsculo é apenas um objeto sem vida, pedaço de coisa que morre e não tem a menor condição de se reproduzir como sistema.
Mas o Brasil com B maiúsculo é algo muito mais complexo. Estamos interessados em responder esta pergunta: afinal de contas, o que faz o brasil, BRASIL? Note-se que se trata de uma pergunta relacional que, tal como faz a própria sociedade brasileira, quer juntar e não dividir. Queremos, isto sim, descobrir como é que eles se ligam entre si; como é que cada um depende do outro; e como os dois formam uma realidade única que existe concretamente naquilo que chamamos de “pátria”.
Se a condição humana determina que todos os homens devem comer, dormir, trabalhar, reproduzir-se e rezar, essa determinação não chega ao ponto de especificar também qual comida ingerir, de que modo produzir e para quantos deuses ou espíritos rezar. É precisamente aqui, nessa espécie de zona indeterminada, mas necessária, que nascem as diferenças e, nelas, os estilos, os modos de ser e estar; os “jeitos” de cada grupo humano. Trata-se, sempre, da questão de identidade.
Como se constrói uma identidade social? Como um povo se transforma em Brasil? A pergunta, na sua discreta singeleza, permite descobrir algo muito importante. É que, no meio de uma multidão de experiências dadas a todos os homens e sociedades, algumas necessárias à própria sobrevivência – como comer, dormir, morrer, reproduzir-se etc. – outras acidentais ou históricas –, o Brasil ter sido descoberto por portugueses e não por chineses, a geografia do Brasil ter certas características, falarmos português e não francês, a família real ter se transferido para o Brasil no início do século XIX etc. –, cada sociedade (e cada ser humano) apenas se utiliza de um número limitado de “coisas” (e de experiências) para se construir como algo único.
Nessa perspectiva, a chave para entender a sociedade brasileira é uma chave dupla. E, para mim, a capacidade relacional – do antigo com o moderno – tipifica e singulariza a sociedade brasileira. Será preciso, portanto, discutir o Brasil como uma moeda. Como algo que tem dois lados. E mais: como uma realidade que nos tem iludido, precisamente porque nunca lhe propusemos esta questão relacional e reveladora: afinal de contas, como se ligam as duas faces de uma mesma moeda? O que faz o brasil, Brasil?
Adaptado de: DAMATTA, R. O que faz o brasil, Brasil? A questão da identidade. In:_____. O que faz o brasil, Brasil? Rio de Janeiro: Rocco, 1986. p. 9-17.
Assinale a alternativa que está de acordo com o sentido global do texto.
I. O brasil escrito com b minúsculo, nome de um tipo de madeira de lei, não faz parte do Brasil escrito com B maiúsculo, nome de uma nação.
II. O Brasil, como identidade social de um povo, constrói-se na relação entre as experiências necessárias à sobrevivência e as experiências históricas.
III. O Brasil, com B maiúsculo, é uma sociedade com indivíduos isolados, que comem, bebem, dormem e reproduzem-se.
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Quais podem ser consideradas corretas, de acordo com o texto?
a) Apenas I. b) Apenas II. c) Apenas III.
d) Apenas II e III. e) I, II e III. Texto para as questões 6 e 7
PAPOS – Me disseram...
– Disseram-me. – Hein?
– O correto é “disseram-me”. Não “me disseram”. – Eu falo como quero. E te digo mais... Ou é “digo-te”? – O quê?
– Digo-te que você...
– O “te” e o “você” não combinam. – Lhe digo?
– Também não. O que você ia me dizer?
– Que você está sendo grosseiro, pedante e chato. E que eu vou te partir a cara. Lhe partir a cara. Partir a sua cara. Como é que se diz?
– Partir-te a cara.
– Pois é. Parti-la hei de, se você não parar de me corrigir. Ou corrigir-me. – É para o seu bem.
– Dispenso as suas correções. Vê se esquece-me. Falo como bem entender. Mais uma correção e eu...
– O quê?
VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 65.
6ª Questão: a) Qual é o tema da crônica de Luis Fernando Verissimo?
________________________________________________________________________________ b) O contexto em que ocorre o diálogo é formal ou informal? Justifique sua resposta.
________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ 7ª Questão: Abaixo, estão algumas regras de uso formal dos pronomes. Copie os trechos da crônica que têm sua explicação baseada nestas regras:
a) Para a norma-padrão, não deve haver mistura da segunda (tu) com a terceira pessoa (você). ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ b) Para a norma-padrão, não se deve iniciar um período com pronome do caso oblíquo.
________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ 8ª Questão: Considere este anunciado:
“Me esquece. Lhe pedi uma penca de vezes. Por favor, larga do meu pé.” Reescrevendo-o totalmente de acordo com a norma culta, tem-se: a)Esquece-me. Já pedi um tempão. Por favor, deixa isso pra lá.
b) Me esqueça. Já te pedi isso centenas de vezes. Por favor, me larga do pé. c)Esqueças de mim. Já te pedi muito. Por favor, pare de me cercar.
d)Esqueça-me. Já lhe fiz esse pedido muitas vezes. Por favor, pare de insistir. e)Esquece. Já lhe solicitei muitas vezes. Por favor, não assedie-me mais.
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Texto para as questões 9 e 10
Sobre as memórias (fragmento)
Rubem Alves
Memória é onde se guardam as coisas do passado.
Há dois tipos de memória: memórias sem vida própria e memórias com vida própria.
As memórias sem vida própria são inertes. Não têm vontade. 1Sua existência é semelhante à das ferramentas guardadas numa caixa. Não se mexem. Ficam imóveis nos seus lugares, à espera. À espera de quê? 2À espera de que as chamemos. 3Ao chegar a um hotel, a recepcionista nos entrega uma ficha para ser preenchida. 4Lá estão os espaços em branco onde deverei escrever meu nome, endereço, número da carteira de identidade, do CPF, número do telefone, e-mail. Abro a minha caixa de memórias sem vida própria e encontro as informações pedidas. Se desejo ir do meu apartamento à casa de um amigo, eu pergunto: que ruas tomar para chegar lá? Abro a caixa de ferramentas e lá encontro um mapa do itinerário que devo seguir. É da caixa das memórias sem vida própria que se valem os alunos para responder às questões propostas pelo professor numa prova. Se a memória não estiver lá, ele receberá uma nota má...
São essas as memórias que os neurologistas testam para ver se uma pessoa está sofrendo do 5mal de Alzheimer. O médico, como quem não quer nada, vai discretamente fazendo perguntas sobre a cidade onde nasceu, o nome dos pais, onde moram os filhos. Se a pessoa não souber responder é porque sua caixa de memórias está vazia. Essas memórias são muito importantes. Sem elas não poderíamos nos virar na vida. Estaríamos sempre perdidos.
6As memórias com vida própria, ao contrário, não ficam quietas dentro de uma caixa. 7São como pássaros em voo. Vão para onde querem. E podemos chamá-las que elas não vêm. Só vêm quando querem. Moram em nós, mas não nos pertencem. O seu aparecimento é sempre uma surpresa. É que nem suspeitávamos que estivessem vivas! A gente vai calmamente andando pela rua e, de repente, um cheiro de pão. E nos lembramos da 8mãe assando pães na cozinha.
(...)
Uma leitora enviou-me um e-mail em inglês. Desculpou-se. É egípcia. Vive no Brasil, entende bem o português, mas tem dificuldades em se expressar. Disse-me que gostava das coisas que escrevo. Escreveu-me para dizer que uma palavra, uma única palavra que eu havia escrito a apunhalara. Numa crônica que eu escrevera para minhas netas, contando como era a vida na roça, disse que não havia eletricidade. Portanto não havia geladeiras. As comidas eram guardadas num armário de tela chamado “guarda-comida”. Essa foi a palavra que a apunhalou. Como é que uma palavra tão banal pode apunhalar? Não foi a palavra. Foi a lembrança. Ela já havia se esquecido de que essa palavra existia. Aí, quando ela a leu, um passado longínquo retornou. Ela se viu menina na cozinha de sua casa no Cairo. Lá havia um guarda-comida...
(...)
(http://tiatiz.wordpress.com/2009/11/06/sobre-as-memorias-rubem-alves/Acesso em 17/10/2016.)
Vocabulário: 5Mal de Alzheimer: A doença de Alzheimer provoca deterioração das funções
cerebrais, como perda de memória, da linguagem, da razão e da habilidade de cuidar de si próprio. 9ª Questão: a) “Sua existência é semelhante à das ferramentas guardadas numa caixa.” (ref. 1). No vocábulo destacado, no trecho acima, o autor substituiu uma palavra que pode ser recuperada por uma leitura mais atenta. Qual foi essa palavra?
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b) “À espera de que as chamemos.” (ref. 2)
O pronome destacado remete o leitor a uma expressão anterior, do mesmo parágrafo, que desempenha a função de sujeito. Transcreva-a.
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10ª Questão: a) A lembrança da “mãe assando pães na cozinha”, (ref. 8), faz parte de que tipo de memória?
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b) Em cada uma das frases destacadas a seguir, foi empregada uma figura de linguagem como recurso estilístico. Quais são elas?
I) “As memórias com vida própria, ao contrário, não ficam quietas dentro de uma caixa.” (ref. 6) _______________________________________________________________________________ II) “São como pássaros em voo.” (ref. 7)
_______________________________________________________________________________ 11ª Questão: Considerando que o verbo transitivo direto requer um complemento verbal chamado objeto direto, assinale a alternativa em que esse termo ocorre.
a) O tostão é regateado com cerimônia. b) – Como viverei sem ti, meu bem? c) E vão fazendo telhados.
d) – Vamos… – disse Jesuíno. e) Eram todos irmãos, felizmente.
12ª Questão: O esporte é bom pra gente, fortalece o corpo e emburrece A MENTE. – Antes que o primeiro corredor indignado atire UM TÊNIS em minha direção (...) – Quando estamos correndo, não há previsão de pagamento.
Os termos grafados com letras maiúsculas nas passagens acima, extraídas do texto apresentado, identificam-se pelo fato de exercerem a mesma função sintática nas orações de que fazem parte. Indique essa função:
a) Sujeito. b) Objeto direto.
c) Predicativo do sujeito.
d) Predicativo do objeto. e)Objeto indireto.
13ª Questão: Produção de texto
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema Geração smartphone: os efeitos dessa tecnologia no cotidiano do jovem brasileiro, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.
Texto 1
Na esteira da tendência da popularização dos smartphones e tablets, as crianças e os adolescentes internautas brasileiros estão acessando mais à rede por meio desses dispositivos móveis. É o que indica a pesquisa TIC Kids 2013, divulgada nesta quarta-feira pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br), do Comitê Gestor da Internet do Brasil (CGI.br), e que mede o uso e os hábitos digitais de jovens entre 9 e 17 anos em relação às tecnologias de informação e de comunicação.
De acordo com o levantamento, o acesso à Internet por smartphones pelos jovens mais que dobrou entre 2012 e 2013, saltando de 21% para 53%. A utilização de tablets para o mesmo fim também registrou um expressivo crescimento, passando de apenas 2% para 16%. Apesar das mudanças, os computadores de mesa continuam a ser as principais plataformas de conexão à rede, com 71% dos internautas jovens fazendo uso delas.
Disponível em http://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/acesso-internet-por-celulares-mais-que-dobra-entre-os- jovens-brasileiros-em-2013-13508621#ixzz3OslGoipU.
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Texto 2
Texto 3
Tão recente quanto seu próprio aparecimento é a discussão, nas escolas, sobre como lidar com o uso cada vez mais intenso de smartphones em sala. Sem orientações formais por parte de órgãos públicos, o tema tem como pioneira no debate a Unesco que, em 2013, lançou o guia “Diretrizes de políticas para a aprendizagem móvel”. No documento, a instituição estimula o acolhimento da tecnologia nas disciplinas que, entre outros benefícios, pode “permitir a aprendizagem a qualquer hora, em qualquer lugar”, “minimizar a interrupção em aulas de conflito e desastre” e “criar uma ponte entre a educação formal e a não formal”.
— Não podemos mais ignorar o celular, ele está em todo lugar. Sou contra a proibição do uso, pois a regra acaba sendo burlada. Será que em vez de proibir, não é melhor acolhê-lo como ferramenta educativa? — questiona Maria Rebeca Otero Gomes, coordenadora do setor de Educação da Unesco no Brasil. — Já existem diversos aplicativos voltados para a educação especial, a alfabetização e o ensino da matemática, por exemplo.
No Centro Educacional de Niterói, ainda não há consenso sobre quais regras devem ser seguidas. O professor Nelson Silva, de história, busca usar os smartphones como ferramenta de pesquisa em suas aulas.
— Normalmente, os alunos ficam mais estimulados em fazer pesquisas através do celular. Claro que, no meio, eles mandam uma ou outra mensagem, é inevitável. Mas já tentamos fugir da TV, do vídeo. Não dá para fugir do celular. O grande nó é saber como usá-lo em favor do aprendizado — afirma.
Para Priscila Gonsales, diretora do Instituto Educadigital, os professores devem se planejar para incluir os celulares no processo de ensino.
— É preciso olhar com empatia para os alunos que estão usando seus aparelhos em classe e se perguntar: por que o celular está chamando mais a atenção deles do que a aula? — aponta Priscila, que se diz “super a favor” do uso de smartphones em sala. — O professor tem, com os celulares, um infinito de possibilidades. Ao trazê-los para a sala de aula, a escola pode instruir os alunos sobre temas importantes do comportamento cibernético, como o respeito à privacidade.
No entanto, Maria Rebeca Gomes identifica entre os docentes descrença e falta de conhecimento dos aparelhos.
— As escolas devem auxiliá-los nesse processo, com diálogo e formação — afirma.
Disponível em: http://oglobo.globo.com/rio/bairros/apesar-da-frequente-proibicao-unesco-recomenda-uso-de-celular- em-sala-de-aula-14372630#ixzz3OSqwAuu6.
Instruções:
1. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero. 4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
4. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.
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14ª Questão: “Até que, numa noite, um homem saiu de casa e se pôs a contemplar o céu na escuridão.(...) Um velho ouviu a conversa dos dois e veio contar que, em criança, tinha visto o Cometa Halley. Apareceu uma mulher e comentou que só cortava os cabelos na Lua minguante.”
Os verbos que estão em destaque são classificados respectivamente em: a) VTD, VI, VTD.
b) VI, VI, VI. c) VTI, VTI, VL. d) VI, VTD, VTD. e) VTD, VTD,VTD.
15ª Questão: Analise o trecho abaixo:
“O sol entra cada dia mais tarde, pálido, fraco, oblíquo.” “O sol brilhou um pouquinho pela manhã”. Pela ordem, os predicados das orações acima classificam-se como:
a) nominal e verbo-nominal b) verbal e nominal
c) verbal e verbo-nominal d) verbo-nominal e nominal e) verbo-nominal e verbal