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22/09/2010 LI XO: Pela Norma NBR

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Academic year: 2021

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Aula 6

Aula 6 –– O Meio Terrestre I I

O Meio Terrestre I I

Poluição do Solo Urbano

Poluição do Solo Urbano

RESÍDUOS SÓLIDOS OU LIXO

RESÍDUOS SÓLIDOS OU LIXO

LI XO:

• Restos das atividades humanas, considerados inúteis, indesejáveis ou descartáveis pelos geradores;

• Mistura de materiais gerados nas Residências, Comércio e Serviços, Atividades Públicas e até de materiais perigosos, provenientes de Processos I ndustriais e Atividades Médico-Hospitalares.

Pela Norma NBR 10.004

• Materiais nos estados sólido e semi-sólido, que resultam de atividades da comunidade, de origem I ndustrial,

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Classificação dos Resíduos

Classificação dos Resíduos

Para os efeitos da NBR

Para os efeitos da NBR--10.004, os

10.004, os

resíduos são classificados em:

resíduos são classificados em:

 a) resíduos classe I a) resíduos classe I -- Perigosos;Perigosos;

 b) resíduos classe I I b) resíduos classe I I –– Não perigosos;Não perigosos;

►resíduos classe I I A resíduos classe I I A –– Não inertes.Não inertes.

►resíduos classe I I B resíduos classe I I B –– I nertes.I nertes.

CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS

CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS

QUANTO À ORIGEM

QUANTO À ORIGEM

RESÍ DUOS RESÍ DUOS SÓLI DOS SÓLI DOS DOMI CI LI AR

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ORI GEM E COMPOSI ÇÃO DO LI XO

ORI GEM E COMPOSI ÇÃO DO LI XO

Fonte: IPT/CEMPRE - Lixo Municipal, 1998

0,00 10,00 20,00 30,00 40,00 50,00 60,00 70,00 Vidr o Pape l Pap elão Plás tico Metal Maté ria O rgân ica Outro s Brasil EUA Europa Japão Índia Suécia

Variação na Composição dos

Variação na Composição dos

Resíduos em São Paulo

Resíduos em São Paulo

Materiais

Materiais AnoAno

1927 1927 19471947 19651965 19691969 19901990 19931993 2003 2003 aa Papel e Papelão Papel e Papelão 13,413,4 16,716,7 16,816,8 29,229,2 29,629,6 14,414,4 11,111,1 Trapo e Couro Trapo e Couro 1,51,5 2,72,7 3,13,1 3,83,8 3,03,0 4,54,5 3,93,9 Plástico Plástico ----xx---- ----xx---- ----xx---- 1,91,9 9,09,0 12,012,0 16,816,8 Vidro Vidro 0,90,9 1,41,4 1,51,5 2,62,6 4,24,2 1,11,1 1,81,8 Metais Metais 1,71,7 2,22,2 2,22,2 7,87,8 5,35,3 3,23,2 2,22,2 Matéria Orgânica Matéria Orgânica 82,582,5 76,076,0 76,076,0 52,252,2 47,447,4 64,464,4 57,557,5 Outros Outros -- -- -- -- -- -- 6,86,8

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PROBLEMAS ASSOCIADOS AOS

PROBLEMAS ASSOCIADOS AOS

RESÍDUOS SÓLIDOS

RESÍDUOS SÓLIDOS

Quando dispostos de forma inadequada no meio ambiente:

• Contaminação do Solo e da Água Subterrânea e Superficial;

• Proliferação de Vetores (I nsetos, Roedores, entre outros), podendo trazer problemas relacionados à disseminação de doenças;

Necessidade de um Gerenciamento adequado dos resíduos, de forma a proteger o Homem e o Meio Ambiente dos efeitos adversos causados pelo lixo.

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GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS URBANOS GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS URBANOS

Gestão dos resíduos sólidos

Gestão dos resíduos sólidos

• Políticas Nacional e Estaduais de Gerenciamento: • São Paulo  Lei n° 12.300/ 2006;

• Brasil  Lei n° 12.305/ 2010. • O que há de novo?

• Conceito de responsabilidade pós-consumo. • Foi inaugurado com a publicação das resoluções CONAMA:

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SERVIÇO PÚBLICO DE LIMPEZA

SERVIÇO PÚBLICO DE LIMPEZA

• Coleta Especial contempla os resíduos não recolhidos pela coleta regular:

• Entulhos; Animais Mortos; Podas de Jardins.

• Coleta Seletiva, tem por objetivo recolher os resíduos segregados na origem.

Í ndice de Coleta de Lixo no Brasil

Região Brasil Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste

Índice 86,70 % 64,10 % 73,70 % 91,80 % 94,70 % 86,00 %

Fonte: - SEPURB/DESAN, 1999

• Tem por objetivo remover do “lixo” os materiais que podem ser reaproveitados, recuperados ou reprocessados;

• A separação pode ser feita no ponto de geração ou em estações intermediárias; • É benéfica pois reduz a quantidade de material a ser disposto no meio ambiente.

Reciclagem de Resíduos

Reciclagem de Resíduos

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Reciclagem de

Reciclagem de Resíduos

Resíduos

O sucesso dos programas de reciclagem depende:

• Existência de mercado para absorver os materiais recicláveis;

• Participação da população, que deve estar consciente das vantagens e dos custos associados à reciclagem, devendo estar motivadas para participar;

• Segregação adequada dos materiais a serem reciclados.

Preço dos Materiais

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Codificação de Cores para os

Codificação de Cores para os

Resíduos

Resíduos

►AZUL AZUL  Papel e PapelãoPapel e Papelão ►

►VERMELHO VERMELHO  PlásticoPlástico ►

►VERDE VERDE  VidroVidro ►

►AMARELOAMARELO  MetalMetal ►

►PRETOPRETO  MadeiraMadeira ►

►LARANJALARANJA  Resíduos PerigososResíduos Perigosos ►

►BRANCOBRANCO  Serviço de SaúdeServiço de Saúde ►

►ROXOROXO  RadioativosRadioativos ►

►MARROMMARROM  OrgânicosOrgânicos ►

►CI NZACI NZA  DiversosDiversos

Resolução CONAMA n° 275/ 2001

Disposição de Resíduos Urbanos

Disposição de Resíduos Urbanos

 Lançamento em áreas desocupadas, geralmente afastadas dos centros urbanos:

► Encostas de morros, margens de rios e córregos e outros locais impróprios, dando origem aos

chamados lixões;

 Aterro Sanitário:

► Estrutura mais indicada para a disposição dos resíduos domésticos;

► Sua implantação, construção e operação é

fundamentada em critérios de engenharia e normas específicas

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Representação esquemática de um aterro sanitário com a indicação dos principais componentes e estruturas

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Tratamento do Resíduo Urbano

Tratamento do Resíduo Urbano

Compostagem

Compostagem::

 Utilizado para a estabilização aeróbia da matéria Utilizado para a estabilização aeróbia da matéria orgânica presente no resíduo;

orgânica presente no resíduo;

 Realizado em duas fases distintas:Realizado em duas fases distintas:

►Fase Fase TermófilaTermófila

 Temperatura Temperatura 70 70 °°C;C;

 Duração Duração 2 a 4 semanas;2 a 4 semanas;

 Destruição de organismos patogênicos.Destruição de organismos patogênicos. ►

►Fase MesófilaFase Mesófila

 Temperatura Temperatura 30 30 °°C;C;

Referências

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