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M E T O D O L O G I A
D O E N S I N O
P R I M Á R I O
C O M P A N H I A E D I T O R A N A C I O N A L ii'A :
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Curso de Psicologia
e Pedagogia
O B R A S D O P R O F E S S O R T H E O B A L D O M I R A N D A
S A N T O S
■ -f 1 - Noções de Filosofia da Educação 2-Noções de História da Educação 3 - Noções de Psicologia Educacional 4 - Noções de Sociologia Educacional
5 - Noções de Biologia Educacional
6 - N o ç õ e s d e D i d á t i c a G e r a l
7-Noções de Didática Especial 8 - Noções de Administração Escolar
9-Noções de Prática do Ensino
^ 10-Metodologia do Ensino Primário
II -Manual do Professor Primário 12-Manual do Professor Secundário
13 - Aprenda a Educar seu Filho 14 - A Arte de Estudar e fazer Exames
15 - Noções de Psicologia Experimental 16 - Noções de Psicologia da Criança 17 - Noções de Psicologia do AdoleS'
c e n t e
18 - Noções de Psicologia Diferencial 19 - Noções de Psicologia da Apren»
dízagem
20 - Noções de Psicologia dos Ancsmais 21—Noções de Psicotécnica
O Volumes já publicados).
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Edições da- ■
, COMPANHIA EDITORA NACIONAL
Rua dos Giwnões, 639
S X o P A U L O -csr? -jíx
II fi'3igg.?8áa mú ij
— i r O/., M E T O D O L O G I A D OENSINO PRIMÁRIO
Cnrso de Psicologia
e Pedagogia
OBRAS DO PROFESSOR THEOBALDO MIRANDA S A N T O S - f - f - f1 - Noções de Filosofia da Educação 2 - Noções de História da Educação 3 - Noções de Psicologia Educacional 4 - Noções de Sociologia Educacional 5 — Noções de Biologia Educacional 6 - Noções de Didática Geral
7 - Noções de Didática Especial
8 - Noções de Administração Escolar 9 - Noções de Prática do Ensino
v' -f 10 - Metodologia do Ensino Primário
-f 11 -Manual do Professor Primário 12 - Manual do Professor Secundário 13 - Aprenda a Educar seu Filho
■f 14-A Arte de Estudar e fazer Exames
■f 15-Noções de Psicologia Experimental 16 - Noções de Psicologia da Criança
17-Noções de Psicologia do AdoleS'
c e n t e
18-Noções de Psicologia Diferencial
19 - N^ões de Psicologia da
Apren-dízagem
20 - Noções de Psicologia dos Anormais
21-Noções de Psicotécnica
(-f Volumes já publicados).
— E d i ç õ e s d a
hiV COMPANHIA EDITORA NACIONAL
If-!: • dos Giismões,- 639 S À O P A U L O
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M E T O D O L O G I A D O
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A
Í N D I C E Págs. P r e f á c i o P R I M E I R A P A R T E METODOLOGIA GERAL M É T O D O
I) método! Condições do método. Valor do método. I I I O n i é í o d o c a c i S n d a :
Métodos inventivos. Métodos sistemáticos. Regras
d o m é t o d o .
I I I ) O m é t o d o e a c u l t u r a • • • " • • ■ •
Método e concepção do mundo. Método e técnica.
Técnica e cultura. 2 3 E x e r c í c i o s 2 3 N o t a s 2 3 B i b l i o g r a fi a MÉTODOS PEDAGÓGICOS
1) - pedagógico; O método e a
apren-d i z a g e m . _ I I ) T m é t o á a ' d i d á t i c o . P r i n c í p i o s gerais do método. I I I ) O Ò m é t o d o e a c o n c e p ç ã o d e v i d a . E x e r c í c i o s 2 9 N o t a s 3 Q Bibliografia
EVOLUÇÃO DOS MÉTODOS PEDAGÓGICOS
I ) O s
8
Theolaldo Miranda Santos
M é d i aè,-r-Pa.r,s«ea. A e -^
n e t o d o s n r t > « . T T T \ r \ i j j Notas Bibliografia."...'.deSyÕ; aS"«°^"phtv- de'
BibliograftaV.;/" *
-") P'oce's^'- ■ ài
V-g-íirtss-fe
"-"""-as.ii:::;::::;:::^'"-i;;
■■ ■ " > c ,, S£Íi'í>.«°
3 4 3 6 3 9 4 0 4 0 4 1 4 4 4 7 4 8 4 8 4 9 5 0 5 3 5 3 5 4 5 5 5 6 6 1 6 2 6 2Metodologia do ensino primário 9
MODOS DIDÁTICOS
I) Caracteres gerais
Definição de modo didático. O modo didático e a
classificação dos alunos.
I I ) E s i ) c c i e s d e m o d o s d i d á t i c o s 6 4
Modo individual. Modo simultâneo. Modo mutuo.
M o d o m i s t o . E x e r c í c i o s N o t a s Bibliografia MATERIAL DIDÁTICO I ) C a r a c t e r e s g e r a i s ' j • • • • • • • • • 6 8 Definição de material didático. Teonas do material
d i d á t i c o .
H ) T i p o s d e m a t e r i a l d i d á t i c o • ' , ' j j  J
-Classificação do material didãt.co. O material didético e o trabalho escolar. 7 2 E x e r c í c i o s 7 3 N o t a s Y 3 Bibliografia A L I Ç Ã O
" t uçao: 'Fatores da lição: Classifi^^^^^
lições.
''"^^iSa^S'Ss auias; Organitação-do-p^no deaula;
E x e r c í c i o s * 7 9
N o t a s 8 0
Bibliografia
MÉTODOS ATIVOS E ESCOLAS NOVAS
I) Caracteres gerais
A educação renovada.
II) Métodos ativos ■ -■■ p-iton'.' Método de
proje-Método Monte^on- P'^"°„Dalton^^, P
S^te^'df W—.""Stientação metodológica do
p r o f e s s o r . i q I
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oxTheobaldo Miranda Santos
11) Técnica de ensino
Processos de ensino da histÁrí. "ka '- 206
da história. Material de íruiL do ensino
E x e r c í c i o s e n s i n o d a h i s t ó r i a .
N o t a s 2 1 0
B i b l i o g r a fi a 2 1 0
211
I) Caracteres CIÊNCIAS NATURAIS
Notas.... B i b l i o g r a fi a . 2 2 1 221 f^ETODOLOnTA ^
""TTsrSi.
"rocessos de Hianuaíii' y i ®"^"ogrnfÍa"■ ■ • • ■ • • - • . . . , ■ , ■ 2 3 7"
- n o • ■■■
-245 246 p r e f a c i or^OM a publicação dêsle livro. .f
^ atender às exigências da le, organ,ca do swa
normal que fiz da Metodologia do Ens,no Pr„ a
,w,a das matérias básicas das nossas
CO,no tan,bcn, J,w,,LTcre.a.tdo para
::":ZJor::'Zstério .n>„an-o e secn....
em nosso país.
^ D e s t i n a d o a o s . ^ t r u t u r a
rnsl,t,aos de educa ao,
smtettca e elementar, ,n ^.^na ntetodologia
Páginas todos os proble,nas ^a ,noaerna
pedagógica. ^ original, êste conipêndio
Nada tendo os ensina,nentos procura resumm c s,. r,qçtunuis c
estrangeiros. Seu um p,,param
mente, aos jovens que,
para a tarefa digmj^cante
P R I M E I R A PA R T E
M E T O D O L O G I A G E R A L
m é t o d o •
I. CARACTERES GERAIS
1) Definição de método. - A palavra método í de
origem grega - meia odos - e significa "caminho para chegar
a um fim". Por conseguinte, de um modo geral, podemosc o n s i d e r a r c o m o m e t ó d i c a q u a l q u e r ®
nada visando atingir uma determinada finalidade. Sob o ponto
de vista científico, porém, o método representa o conjunto de
processos que o espírito humano deve empregar para a
mves-No esLdrdTum dênciaT^od^ yisar ttes objetivos,
constituindo cada um dêles uma etapa do trabalho cientifico:
1) pesquisar as verdades de que se compõe essa ciência;
2) sistematizar os resultados dessa pesquisa;
3) expor ou ensinar as verdades descobertas e
sistema-t i z a d a s .
Daí três espécies fundamentais de método científico,
correspondendo a cada uma dessas finalidades:
1) métodos inventivos; 2) métodos sistemáticos, 3) métodos didáticos.
Os dois primeiros pertencem à lógica e o último à
peda-g o peda-g i a . / ^ .
Êsses métodos, entretanto, nao se opoem, antes se
1 6 Thcohaldo Miranda Santos
está também ensii
quando descoberta, deve ^pr ^ ^ veraade cientitica,
toda mundo. divulgada, isto é, ensinada a
E necessário norèm
^ ^^toí^ologia Cien
tífico ao^nf^' primeira estuda Pedagógica, parte
pedagógico^ ^ segunda método
cien-(técnica de' en^- didáticos s5 ^ regras do método
umaXsão ^ foniar '?nf;"^dos Didática
divisão da MetodologirpJdLóa *'^^^^^^^ constitui
B) Condições ^ '^^dagogica.
nao é arbitrária ?etodo. — a pc .i.
a duas condições M ^^'^rido só é aconc ivíi método
apjicado e o fi^ d atende
nao são exclusivas dn em víct a que vai ™^r)do. Sg . etodo cientificn exigências
? a í r ' ° p o r S n ^ n f ' ^
aulain^^ objeto, isto P ^^^""dios deverá ?' uma
otcfe o f• qJe tel^' conta a
-HSlpíS«SirS'-lSi
s í r „ v i s
exclusivamentp^' ^omo uma i V outros os corpos,■ •
-e s p a ^ c S , ^ ó r u m i " " '
^^itmêtica ou^^o os ibipí "âo são^ «"^oçâo, são "otáveldiversidaH®^°"^otria p ""^^^omáticos ^^"^Porais,"a entes dá
,• 'EaSí í-iCrís-™
- '««.«o í "«Sff! «"S'SS
dao
corres-B a c o n
Mrtodoloffia do t )isiiw primário i7
p o n d c m e x a t a m e n t e à n a t u r e z a
dos objetos estudados. Os mai
ores erros metodológicos têm
resultado de uma apreciação
errônea sobre a estrutura dos
objetos. Descartes, por exem
plo, aplicou o método dedutivo
à física porque acreditava que
a realidade física fosse de con-textura matemática. No exame
dos fatos psíquicos
preponde-r o u , d u preponde-r a n t e m u i t o t e m p o , a
aplicação do método da mate
mática, por analogia com o que
se praticava no domínio dos
corpos, até que a crítica R eason, com suas análises Psicologos e filósofos, entre os qua . . p^j. geu caráter penetrantes, demonstrou que °-P - /n,
p r a t o , é , w w M .
-.to^:td/.°ototSÍp«»»2
demonstração e exposição da ver pgra a
intehgen-Poderqso de disciplina, precisão e s g capricho e o acaso,
■cia. Ele exclui da pesquisa cientnica^ ^g^dade. "A história
e coloca a razão no caminho c progressos, que
experi-das ciências mostra como os . gj^jg^ com uma revolução
P i e n t a r a m e m t o d o s o s t e m p o s , c m é t o d o ,
do método que adotaram, f c C' q jp^todo é para a
não há progresso eficaz o músculo: multipiica-Ihe inteligência o que a alavanca e inteligência relativamente
extraordinariamente a método, conseguirá o que
fraca, auxiliada por um pode trabalho, será um gênio, mas desorientado e p^ggmo que Bacon queria
impotente para conseguir • anfecedtf cursorem
exprimir quando dizia: , gppra o gênio, "mas não
«fa viam. Não é que o método supra ^ ^
pasta, asseverava Descartes, ter o e^Pe apUcá..lo bem'*
1 8
Theohaldo Miranda Santos
n. 0 MÉTODO E A CIÊNCIA
A) Métodos inventivos nu
tivos (de invenire, ' Chamanvse 7?ietodos invert^
ou descoberta das verdaHpi na investigação
Qo espírito, na marcha da t^Ôc o ponto de partida
revestir as seguintes formas- ° "^^todo inventivo pode
i) Método de AnTn
d?1S' ^3seamos nas^afíf' pesquisarmos a
r
-não devemos Hp 'Pomás ^ sobre a autc
^«-0 inteTr^mem^^^ Todavia,
Bacon de impor n ^^P^'^Buo.
consideran-Podeser visto, ou^^^'^'^ador a de Descartes e
em conta nenhum;i Verificado Lr admitir o que
tóna impossível, TL?^''ídade, tornarí, sem levar
das ciências. ' '^mbém entavf- a
his-. « ■ i r
» .
SS" ■ »ss'i,° "S»?°í? »'■ ~ "»
Por outr^^i^ ^ ^^agnacã '^^^^'^^Veria sua pessoal,mente ^^^o, a & tôdas as c^n Isso
legítima, desp^ ^^vestida h P ra a realização
i;™"í Sfe aí-r»:".í í; T ■
"™-=~í-4=3a,{S;5s^âC|'.&í■s
Metodologia do ensino lyrimário 1 9
não podem verificar por si mesmos. A ciência não é uma obra exclusivamente individual. É também uma obra cole tiva. Por isso, dizia Pascal, com razão, que "toda a seqüência dos homens, durante o curso de tantos séculos, deve ser
considerada como um mesmo homem que subsiste sempre
e que aprende continuamente".
2) Método de razão, quando, ao pesquisarmos a ver dade, nos baseamos naquilo que a nossa inteligência, por sua
própria fôrça e com seus próprios recursos, considerou como
verdade. O método de razão reveste modalidades diversas,
conforme a ciência representa um conjunto de princípios certos ou uma explicação da causalidade dos fenômenos. No primeiro caso, teremos: a) Método dedutivo, se o espírito, na demons
tração daqueles princípios, desce do geral ao particular, como
acontece na matemática, b) Método vidutivo, se o espírito
sobe do particular ao geral, como nas ciências experimentais.
O método indutivo, segundo os processos empregados, toma os nomes de oôserfíição, experimentação, con^paração e analogia.
No segundo caso, teremos: u) Aféíodo sintético, que cor
responde ao método dedutivo, e consiste em explicar os efeitos recorrendo às causas, as conseqüências voltando aos princípios.
b) Método analítico, que corrresponde ao método indutivo, e
consiste em explicar as causas pela consideração dos efeitos.
É também chamado método de decotnposição ou de regressão.
B) Métodos sistemáticos. — Aos métodos inventivos, que se propõem descobrir as verdades, seguem-se os métodos sistetnáticos cuja finalidade é provar as verdades encontradas. Essa prova é realizada por dois processos sucessivos, deno minados, por isso, momentos da sistematização. São eles a
dejinição e a classificação. Descoberta a verdade, o espirito
para prová-la, para melhor conhecê-ia, dejtne^a com clareza
e precisão, distinguindo-a das outras, e, em seguida, classi ficada, isto é, localiza-a no quadro geral dos conhecimentos
humanos.
Os métodos não são empregados isoladamente, mas sim
em conjunto, pelas diversas ciências, rnuito embora com pre
2 0
neohalâ.o Miranda Santos
Descartes
sem análise, é ciência falsa, e
análise sem síntese, ciência in-'
completa". Realmente ê nc-'
cessário que se associem os
métodos para uma investiga^
çào mais ampla e rigorosa da realidade, ainda que a contri-'
Duição de cada um dêles varie
e acordo com a natureza dos
tcnomenos pesquisados. Daí a
tazao pela qual, para Mercier,
método científico é único: íti-'
wo^dediitivo e analíticosir^^
sempre o método. — n nh- '■
''isam tôdas ela, ®™bora seja divpr. ciências ê
modo que ' o com^f 0°^° '^to é,
ticulares e distinguir ar- fenômenos,
P/<^cessos são S ^ada S'i. ^^todos par^
^>m,^Descartes ^ "^tialquer ord*^ ^^todo geral cujos
inv gerais a n ^^curso dn conhecimento.
-CotduTí
cimento ^ Pouco r ^^ceis'de pelos
" , d.".,2íí- í.
Metodologia do cvsüio primário 21
111. O MÉTODO E A CULTURA
À) Método e concepção do mundo. — As regras
metodológicas de Descartes fo^m msp.radas pelo esmdo da
matemática. Um dos erros capitais dêsse filósofo foi, justa
mente a pretensão de aplicar o método matemático, privativo
das ciêncL abstratas, ao mundo dos corpos e dos espíritos
sem evar em conta os dados da experiencia O caso deoScartes demonstra, eloqüentemente, a influencia que as
concepçóes T mundo, dominantes em certas épocas, têm
Re°almeme ismo" têm
resul-tado^l Ptedcminio deje—^ ^Icso.cos^
EStó°Pucciaréni - que a natureza se reduzisse em última
tugenio i ucciareiii ^ vigorou em toda a ciência
instância, ^ fato de experiência à suposta a intenção de reconduzir t°d ^ conseqüente
base comum de "^tf'^,_t^^âtica em instrumento de todo
ilusão de converte psíquico e sociahhistórico. O
saber, mclusive no à generalização de certas
século XX, por seu 1 '/gpencer) e essa visão realçou,
ime-concepções J gg aplicou, sem restrições, à
diatamente, um método
biologia (Ríbot) c às ciências da cultura .
— Os Dovos primitivos possuíam
B) Método e técnica. Us^po ^ Trabalha^
a p e n a s p r o c e s s o s s e m r u m o s p r e e s t a b e l e c i d o s ,
vam, grosseira e ocasionamienre,^ ^
sem objetivos precisos. 1 e racionalizando suas do fracasso, foram, porem, ap ^ trabalho passou,
formas de atividade e d p,anos preconcebidos e
gradativameiite, a ser ^ g P ^ tecmca, realizado por normas met ^
como resultado da racionalize ç
d e t r a b a l h o . f o ; a a l a v a n c a q u e i m p u l
-O d e s e n v o l v i m e n t o d d v i l i z a ç a o .
Tlieohaldo Miranda Santos
do trabalhof 0'melhl>rament^ ° rendimento
de transporte, e tudo isso n°-h. I ^j^.^rsificaçào dos meios
mnantes, ocasionou um nr'o^"± tores
conco-longevidade, o aumento da n inclusive uma maior civilização industrial com numT niundial, e uma nova
ociais, políticas e culturais, etc " m econômicas,
Q Técnica e cultur-a
PeTa^quaTo^®''"''
A caractPr° pratica uma nr3 como a maneira vc a mec^nf. - essencial da técmV. ° um trabalho,
c r i a ç ã o d a p t c c e s s c s q u e ' ' ^ c i o n a l i z a ç ã o
representa a Perfeita^ dominar o mundo
técnica. "^^^^rialização dos nrn' ^ ^ ^áquim, que
, . d é s s c c a . .
chamoroTmfm a técnica está
de fabricar instrumentp?'-^^^^^^ Pois ^o r. ^^^gson
í °/"^olve. Para o os quais trnn animal capaz
técnica ^ ^ ?PengIer. os J .^^^"sforrna a realidade
®Scie que"- 'v".^ ^ susc^tfvlr H''"'"'' ^
escapar a e im j^ogidcs a L ^Prendiza^
c o n s c i e n t e d o a ç ã o S ò m e n t P u d a
O tornem
v i t a l . E s t a p a r a 9 ^ a p r e n d i d a p r ó p r i a ,
A tlemV ' o'crTa'or
mteligênrí. ? o, ^or ^ S"a fatalidad^ técnica
v i t a l . E s t a p a r a
A t é c n i c o ' c r i a " d o 7
Mas'f Wa'na'7 ^""^^guintr'
fin-^lidade":""^.^ '^'"Pr^um qPe a
desvinculada utilin'^J''^ P^ra a cnn^^'^ ^ Produzir
^ ^ L i ü . n . . . ^ ^ ^ d i g n i d a d e
MetodoJofjia do ensino jn'imdrio
E X E R C Í C I O S
2 S 1. Qual a definição de método? - 2. Quais objetivos de urm
ciência? — 3. Os métodos lógicos se opc^ni aos ' .
4. Quais as condições básicas do ' íSntíficos'» 7
método'' 6 Como se classificam os métodos aentificos. 7.
Qua^ as características do método de 1 f_'t"^ual a
7 '■ " Zlrícof'-10"'c^Sluís SmJdo métâf de
SSTrtí' -^"as con"ep si'do mundo exereem innuência.sôbte os
mSs eientifícos' - 12, Quais as relações entre a técn.ca, a cmhzaçao
e a c u l t u r a ?
n o t a s
Cl) "Um método não
teoria. Os sábios, cujas os meios que os levaram ao
o cuidado de anotar o caminho s^egu aprofundado destes meios
fim. Outros, depois dêles. ^'^eram u processos, a princípio
e deram a razao de sua eficácia. E ^ d método
mais ou menos empíricos, se transformaram, pouco f
verdadeiramente racional" (L^^rs^ ^ científicas, a razão,
(2) "Qualquer que seja o domm seqüência progressiva dos
na sua marcha metódica para a vem , possuídas e, em último lugar, seus raciocínios, deve partir de cert J gj mesmas, à adesão
de dados de evidência imediata q^^^^^^^adas. a saber: .1.») fatos
do espirito sem necessidade de serem . j-g. 2.") primeiros
pnn-de experiência concreta pnn-devidamente
cípios racionais" (H. Collin). -,.,„:Hável conflito entre a pessoa
(3) "Estamos no início ^ impiedosa para com tudo que
moral e a máquina. A téctiica é sempr^ de^onhece será a fôrça que
vive e existe. E esta piedade que „ .-g^gfA
limitará o seu império sôbre a vi ^ ^ esqueceu os fins , (4) "Se a nossa época é a da ^cn ^ artificial dos meios"
pelos meios, isto é, vê os fins últimos na cnas
( W e m e r S o m b a r t ) . •
b i b l i o g r a fi a
^ J 4.A^ím e brático de Metodologia,
. 1. Achille, V. A.: TraW ^ Fundamentos do Methodo. Paris, 1908. — 2. Arruda, P- . Qidátka da Escola Nova, São Paulo, 1938. — 3. Agüayo, frature and Direction trad. São Paulo, 1935. — 4. Burton, . i^Expêrimentation en
^ Learning, New York, 1929. H.: Manuel de Philosophie Pédagogie, Bruxelas, 1935, c .'/nvesíigdcíones Lógicos, trad.,
Thomiste: Paris, 1937. - 7 Husserl. E^ J ^el Aprendi^
Madrid, 1929. — 8. GqnçXlez, de Philosophie, Pans, 1926.
^ge, Havana, 1939. - 9. Lahrs, C--. Nociones de Teorut dei
- 10. Romero. F. e PUCCIARELli, E- Logtc
1"j"-métodos pedagógicos
Mrtodoloffiü do ensino primário 2 5
B) O método e a aprendizagens- — Diante da com'
plexidade do processo da aprendizagem, certos educadores revolucionários negam o valor dos métodos, sustentando que
"o verdadeiro método consiste em não ter método algum .
Na opinião desses educadores, o método constitui a morte
de toda educação, a ruína de toda formação espiritual, pois mecaniza o ensino, impedindo o livre exercício da atividade criadora da criança, assim como da iniciativa pessoal do mestre.
Essa objeção se desfaz, entretanto, ao considerar-se o
método pedagógico, não com uma serie de formulas "gidas
e mecânicas, mas como um conjunto de 'J? j flexiveis que se podem ajustar, f
espontânea e livre da criança e ao trabalho criador do mestre.
11. MÉTODOS DE ENSINO E DE EDUCAÇÃO
.Q) Método pedagógico e de'mêto'do
peda-método didático constitui uma modalidade de meMdo Pe^a
gógico. Êle se aplica somente ao ei.s.no ^ ^
educação da inteligência, enquanto S Contudo, os
^Ços abrangem todo o como um fim, mas
^etodos didáticos não colimam o e r g-go integral do
*^30 Somente como um meio para
e d u c a n d o . c o m u n i c a r c o n h e c i
-Os métodos didáticos visam, m ^
aprendi-^entos, como formar a inteli^genci- didáticos têm
pis i'Si ,ST5r-»d» í dw.»
■ -«.»pt-tÊi ísrSdS;
exercidas pela educação. Segundo Ruij e
distinguir os seguintes métodos pedag o
M é t o d o s h o r m o n ó t i c o s o u n o s e n t i d o
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9õTheohaldo Miranda Santost
ni. o MÉTODO E 0 EDUCADOR
do valL^nSsmtvefdo^êto^^^ ~ ° reconhecimento
algum, a redução de tnHn acarretar, de modo
meramente metodológico educativo a um problema
num "simples instrumento a ^ ^^^"sformaçâo do educador Comênio e Pestalozzi. Os como pretendiam Jd educador para animá-lns^ fvaiem sem o espírito
E .0 valor e a eficácird; „' ^ frutificar.
prmcipalrnente, da personalida^^H^ P^^^gógico dependem/
o fator principal de toda a acã^'f ° professor que representa
tambérn â ^j^^tar, não só ^ necessidade
essa aH i^'^^^reristicas indi^ educando, como
e s s a a d a p t a ç ã o ^ ^ i d i v i d u a í s , '
também âs caíSst?^?" do educa
SSalho^í^^° do método T educador.'
O fr^ "cativo não produzirá^^r'^"^!'^^^^ professor, o
minados Sdof «^^ucadores nf
p r o d u t i v o s , p o r t í e t e r
-a n-aturez-a técnir-a ?"^t-as vêzes de eficientes e
psicológicas dos rpf citados métod.^^ "discordância entre
Pf exemplo,'bas ^^ucad^rS o' Í"tacterísticas
educador certas nn atividade r, de projetos,
Já o método dos cenírn j '"telectual aue « exteriorização,
B ) O r n é . t ^ A " t u r a l ó g i c a m a i s
gySs'tor^ ° de vida. - a
dêles Se ^^hegarp ^ ^dosôficos dn ^iialisando-se
"^^tafisic^'i^ ^^ondus5o H P^^la^
exemplo^ vam ""em e da Jí^Plicitamerue If, um
7amer°«'« todoí- No mTodoTl
e John Dew P"stüladS t Pot
assim com. P'^g"tatismo rio método do§
Mdodolofjla do ensino primário 2 9
centros de interesse sc nos
deparam, claramente, os
princípios do naturalismo de Rousseau. Daí a con
clusão inelutável de que não existe método peda gógico que não carregue
no bôjo uma filosofia de t'ida, não obstante sua
A p a r e n t e n e u t r a l i d a d e científica.
Segundo Delikat, "não
existe método pedagógico
não seja a emanação
de Uma determinada
con-^ P Ç ã o f i l o s ó f i c a d a v i d a " . _
O l l t - r i « - . - - . v R 0 U S S C 3 U
d tí^ riao era a opmiaoc Binet e Simon quando dncrneico provém de uma
assinalavam que "todo método P^^lag g
2""trina, formulada ou inconsciente, q .g^^ria a cair num
^ partida e de justificação" e q""; aplicar um método iripirismo cego quem se contenta doutrina que lhe serve
pedagógico, sem procurar conhecer ^^todo pedagógico,
«e alma". Todavia, podemos "Sjcos sôbre os quais o
nos subordinar aos princípios filo
esmo se fundamenta.
e x e r c í c i o s a d i f e r e n ç a
entre o ^ conceito de '"étodo P^dagô^^' lógicos? -7 pedagógiS do
ediir- niótodos pedagógicos e os . g q rnétodo p . g^g da
dfe '"-rodo? -4 Por que S S7odos
PedioA^^ ■ Quíiis os princípios ge reduzirá » métodos- 7. O processo educativoj-^
metodológico? — 8. E^stc v g
Ságjcos e as concepções de vida.
achem descritas em
deteri!-^ "As técnicas não são boas tenh^ ®a "atiíãdIS ^àa
rextos de pedagogia ou po^ ^ jôgo a aüvi
s o
"^heohaUo Miranda Santos
econômicas e eficazes. Quando
de nedaon*^ e preconceitnc método, encontrou um
natureza dà^ ^''^ncesa. Porém adam "Método não estava no.s livros
(2) "6 , ^^"2ález). ^ a impor-sc por suas
hotror ao itiétSn â método se deve à .
(3) "Cm», P^^eguiça mental" íWiii de pensamento e o
^ - ' i W á t i c a t e m
''"'-ao"'?or2'°do'S,?e°'d:r
ficial" ,'.'° m«tre a • - . da arlc de Ircsa-.itir"
despreocupado e super,
que lhe fS desejada ^omçâo fica susnp^rf^ ' dentro de
n,^ ®^contrar a Plenampm° diante de um
^ « g a r á d ^ ^ " ^ ^ a Ç ã o " ^ ® " e i r a d e ^ ^ ®mas oll^^iesmomodnM^^^mo. Nãnl'"""'^. sôbre o caráter dos
S^.Porque'^^Sj^modo; e ensinará na ®
Radice). uma alma tenha liHn ® premiará, nem
®a! ;^<«-itan,„s „a „b ^ 'iomba^d'o
■^^'««irrjj^Merdaedu^í • ="dente ? I .'""^os, mas antes
4 Í " v e m u d : í % P ' ' P r i « o m é t o d o
(Poerster) ^""açoes e ten^A aplica,dôncias rebeldes e,
t . t > » _ _
EVOLUÇÃO DOS MÉTODOS PEDAGÓGICOS
1. OS MÉTODOS NA ANTIGÜIDADE
_ rí) A educação primitiva. — ^"í^api^escolarer'' Mas
nao há educação sistemática, nem msti mç influência
a formação das novas geraçoM nao
'fusa e inconsciente do meio. Nota-se fnrmacão da criança
e d°rf hT Pi^uouupação tnunifesta pe ^
tívn .^'^°'''®uunte segundo certos . , gj, das necessidades
vitL'"i -'"i" educação seja » Ã ^létodos educativos
indivíduo e da comunidade. .p^ios consciente: oempregados de maneira, mais ou ^ ^ poético ou
^ nncíico ou da imitação, o lúdico imitando e tra^
hniu As crianças selvagens, b
P hando, aprendem as atividades ^ ^gg cerimônias da
,• cm certas ocasiões, como aco , ^ ensinamentos
da Puberdadc, os adolescentes ecebem
orais sobre a vida social, religiosa e moral. ^
t > \ . 1 A e d u c a ç ã o n o A n t i g o
Or- ^ ^ educação oriental. . novas gerações de
?e caracteriza peia transmissão^
gerai-rnpn. P°®'fo doutrinário de uf" jjyjna, e sob a guarda
de o considerada como àe origen aceitação passiva e
sp_ ^f.ctdotes, de magos ou de sabi9 • _ método dogmático
^ discussão dessa doutrina ttodicional __ constituem a
K ' u sua interpretação — método . ,3 nas escolas
&r° P^cess^educativo, tai com° fs ^ '"TTÍ
ttaítcas dos egípcios, nas instituições ,^3 Lna°|, «Idêus e ná escolas brâmaaes da „ fizeram do
form tradições e o desinterêsse pelO^
ensin ® da memorização os P 5 pedagógicos
w
Theclahlo Miranda Santos
edu^çãS^? ® dfversas-apresenta
^ ao preoarn -f- *^°"^inante que pmr^.- caracteriza pelo
educativos se ? 5®'' ^ginástica e estrar^""^^ educação física
*ter o raéxL 'i^suiram pela riaTdlf ^eus processos
P'n»°- A e de Sn'e visavam
° manejo das arw^' ^ ''''"Sa (orquéstica)'^ eorpo e do eS'do dardo e" ri =" 4uitaSo a
o hconlL eram os 0^;. °
Homero e o con^ • ° dos tr^ií, educação
^e<mrsos da eS'-™«to orai das In P''"daro e de
■ A e d u c a ç ã o a t e n í e d u c a ç ã o
«to organização
j u s t i ç a b e l e z a e a ^ o d u c a c ã n h a r m o
-Atenas^''™t«;*ía)eot>»; °.=-ntidó
^mtísica mtísíca e a ?^^o abrana; ^ o^osmo
^usoí, deusas tôdas física ^ ^ educação
"f„ j'-'estra «^ncias part? f^^^^P^nas
fimosuirca ak ginásio Vua «• i^^^'^'nadas às
==^í^4té|s-éiã^
---"■sagili-s
Petiam entreí
^ C ã.S.2 S3| C3 «'C £ 0 " ^è!v Z v - aAletodoloyia do ensino primarw
si e que possuíam ceTrmestr^"" a' educação
seus preços e a habilidade ? modo ocasional, nos
intelectual dos jovens era com os filósofos_e ginásios, através de conversas, assistemático nao
poetas. Êste ensino .^gerada ateniense atingiu a
foi mais suficiente quando a estudos se tornaram
plenitude do seu a dialética e a sojísitca.
então necessários, como a reídnca, a sociedade
Os pitagôricos, e político, utilizaram
s e c r e t a d e c a r á t e r r e l i g i o s o , S u a f o r m a
métodos orientais simbólicos ^ qu discursiva por
f u n d a m e n t a l d e e n s i n o e r a a ^ e s c u t a r , s e m
parte do mestre. Os alonos do professor discussão e em absoluto submetiam inteiramente
{método dogmático). Dêles provém o magisíer
à autoridade doutrinária de Pi g mfluencia do tradicionalismo
dixit, onde podemos vislumbrar a mfl ^jgar gs verdades
oriental que se preocupavado que em transmitir uma doutri diversa,
Sócrates utilizou o ^^^efutar ou de um discípulo
conforme se tratava de ^ofis^ multiplicava, habilmente,
a instruir. Diante de um a . ' contradição. ^
as perguntas ate o^irigado a cai
ironia socrática. Diante V dos casos individuais tas de modo a levá-lo do^c Rra a maiéutica ou
à formulação da definição un^ ^ maiéutica
socra-na trnítraVò^osocra-nal. Mas empregou tam^
a forma epogãgicu ou m ut.a.^^
n ius i uB U SU O O e;ta u oD sa n be i B s ns s so
u un Bi o op o ' iís ão uisi o ja g ^ BU 3 O OD IAU BqU SOB
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3 6
Theobahlo Miranda Santos
n a d e i ^ s a
rimentais se achavam no berrA ciências expe"
OS filosóficos, 0 que contribuía para°rpaT*^" ^^ preferidos eram
/Sr' e abrissem clareiras no domto^r
OS MÉTOOOS WA i
nAOE MOOEKNA
' I "
tamo, sôbre a prática escof'^'ii''^^ mfluêíeh *t ^
todavia, a necLwSe da /d ^ Mo l
naturals da criancrp t ^'^"cação se insoir^r realçaram, relÔvo a oposição entre ? ^'''^ências da vida ^°'ícitações
umco educador do Rena ^°"^Preensão e a mp P^ndo em Proprio e original «o - ^'"^^nto que prrf ^^"^^rização. O
SFSSSSSSÍP£5S
í í ) D e R o u q o ^ ^ r t e s , S p i n o s a■nfluência e.erceo S" " "ofbart - o
Sdgica foi a n//? ^"0 o fnn^?f '"fluência fo/'® '"«derna
o da perversão dn^r^^toido
° aa sociedade.MHodoiofiia do ensino primário 3 7
Rousseau pregou a educação
negativa, isto é, considerou
nociva qualquer intervenção
pedagógica no desenvolvi^ pi?
mento natural da criança. ^
^as, ao lado disso, entreviu
que a criança possui "manei^ ^
ras de ver, pensar e sentir que lhe são próprias", e que 'cada idade tem seus impul" sos", devendo, por isso, o
rnestre começar "por estudar
seus alunos".
Essas intuições de RouS"
seau, frutos do seu senti" ynentalismo e utilizadas como
jnstrumento de polêmica filosófica e literária, nada con
tribuíram para o progresso científico da técnica
pedagó-Sjca e, como observa Piaget,
somente influíram sôbre os
niétodos educativos moder- r^ram novamente
encon-"a partir do momento em e da experiência
tradas sôbre o plano da observação objeti ^^ ^
por autores mais ciosos da verdade
Sistemático". princípios metodológicos
Basedow procurou aplicar os p^gtalozzi q^^
Rousseau à prática cducativ^, infantil ^
{"ais pôs em relêvo o valor ^o ^esen ^ í„,„íçüo, ^sto e, a
ase de toda educação, mostran criança» devia .observação ou percepção sensorial ^^aü^açôes
o fundamento do método didati • gni conta as e p
f Pestalozzi não levaram, P°'^/'/que se evidencia no for.
desenvolvimento do educando, o classificação meca •nalismo dos seus horários rígidos, n j^os de gmasticadas matérias de ensino e "«/'/elaboração teórica e a
'Welectual. Esse contraste entre a
ioi uau ips cus y op ^ /p saJ aio ciW ' 's aic ioç S 's eao 3ç,
ij dsa cjjB ou a s siB aiu ssu — ^s -c ^ ja po oio iS B oiu sçu Bjn
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CLASSIFICAÇÃO DOS MÉTODOS
PEDAGÓGICOS
I. AS CLASSIFICAÇÕES MODERNAS
-4) Necessidade de uma classificação. — O culto da
técnica é uma das tendências características da pedagogia
moderna O^oue explica a importância, por vêzes excessiva
tiue certos educadores contemporâneos conferem ao problerna
do mlíodo na educação atual. A
de vista tem sido °ensino, baseados em
maior de métodos, plano? e ^^te
princípios os mais apresentam ao professor é das grandes dificuldades que P ^t^^i^ente existentes,
escolher, na ""Itiplic dade ^os rnern^^^^^ educativo,
aquêle que deverá orientar estabelecer uma
das-Assim sendo, tor^a-se r o seu estudo de modo
sificação geral dos ^ Antes de tentar essa clas^
r á p i d o , s i n t é t i c o e ^ o m p r e e c o l o c a m o s ,
Sificação dentro do as%rincipais
dassifi-procuremos examinar, su niulticôr da metodologia
cações que se destacam no
contemporânea. ^ Thorndyke. - Thorndyke
classi-B) Classificação de Thor y arbitrária, sem levarfica os métodos de ens no d mane.r
em conta qualquer criieno y
1) Método do livro de texto.
2) Método de discussão. 3) Método de leitura. 4) Método de exercício.
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Z f4 1 Theohaldo MiraiuJa Sii.iiios
2) Métodos ascéticos ou exet' citadores (exercício) 3) Métodos hodegéticos ou orientadores (orientação) 4) ,Métodos didáticos ou de ensino (instrução) 5) Métodos terapêuticos ou emendativos (correção) Í Z Á n f ( m e m ó r i a ) I S í fgagügicos (trabalho) l métodos i5r<igmü/icos (ação)
(:a;ssr,.ss=;sr'
s s e a a ff s s , ; - - '
tmçlo) '""" «"^«'isoção c
dcmons-'«todos cr5„dw<i,4Salho,
A) Métodos jierai«i
pedagógicos em dois granri dividir ^
c o n s t i t u e m a n t e s ® g r u p o s - n j m é t o d o s
métodos do que prònri ^^Sicos empregnri
dos especiais, que são métodos neH °® • os
>sto é, Elaborados °<^os especiffcam®°®"'°^' 2)
mé(o-é, por meio de se re-ii" ^""dutivos ou dedu
° ^^ciocíniQ
Metodolofjia do ensino prníiárío
4 5transduHvo ou sittcréítco. Isto não significa, °
referidos métodos não devam ser aplicados a ^ í . lArfico
que é necessário ir acostumando a mesma ao
L adulto, ainda que de maneira lenta e suave e sem pretender
"apressar" o seu desenvolvimento mental.
Sob o ponto de vista da/ornm exíerior. isto acmdo
com a maior ou menor atividade do ^^ucando os ^d^^
gerais podem ser dogmáticos ou /icuristiecs. transmite asou de exposição são aqueles em que o nprmanecendo
verdades aos seus alunos por meto da pala^ Mic métodos
os mesmos passivos no trabalho do ensmo. Nos
heitrísíicos, também chamados de inucs ig ç ^ , mestre
os alunos tomam parte ativa na aula e a tarefa do mestre
consiste em estimular seu interesse e '
que realizem, por si mesmos, a aprendizage .
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d i f e r e n ç a s i n d i v i d u a i s . a m n f n r m e
De acôrdo com o primeiro procestT
a atividade df/tribuir os métodos pedagógicos
aprendizagem, podemos eus
pelos seguintes grupos:
1) MÉTOOOS OA AT.V.OAOB LÓmCA brados na^
do pensamento reflexivo, na marcha progressiva
i n t e l e c t u a i s : ^ , W r ^ r b i r t
-a ) m é t o d o d o s d e S -a l l w ü r k ; h ) m é t o d o d a s S e y f e r t ;
c) método dos graus d ^ Decroly:
d) método dos centros de wteresse o
e) método dos complexos de Blonsky.
a.,x/ir»AnE PROPOSITADA, bascauos no
2) métodos da atividad
trabalho projetado, na açao .
a) método de projetos de Kilpatrick,
4 6
Theohaldo 3Iiranda Santos
esfôrço de vontade reaHzJdo^atrlvé^^
a) método do trabalhn /í do trabalho manual:
d o
,
4) Métodos da atividad. , ® Blonsky.
umâ anr?"^"' na
con-'Capacidade criadora do professor ''''Pendência exclusiva
, 5) Métodos da ATivir.
al?''«"í.^'^"'®ncias vitais o'baseados nas
"vivên-ser. Schar.,..™, KarsTn.l^^^^^^
mismo afenCX"' atctiva b
a) mVr A A '"™nsciente: baseados no
dina-»s: s ss""" "»*
. »•«. «.d„T "■
progressivo de John acrescentar n a
mente da crianca „ ^c- que, baspaH ajustamento
conscientes e inconscienr™'"^ ajustar-sf às °
^^senvolvi-à experiência conS '- ^a parte em nn T' 'C''Pe"êndas
à
p r a r m " à r
ss- '^^SssIS/P^i
. . . 1 ) 1 ) M É T o n o . . . , ^ M é t o d s e g u i n t e ss e g u i n t e s
í") método de De"ua ms, ,e Deschamps; S de M. i .
Métodos «r. plano Dait-
^^^nder-MetodoJoc/ia do ensino prmdrio
4 7ou equipes) homogêneos,
sentando a mesma capacidade de apr i- g
g) plano Santa Bárbara,
a) método de projetos; b) método de Decroly; c) método de Cousinet; d) técnica de Freinet; e) plano Jena; /) plano Pueblo;
h) plano Los Angeles, i) plano Detroit; ^
j) plano ManheimT
[) plano Cambridge.
tânea ou sucessivamente individualizado e socializaao.
d) plano Batávia;
e) plano North Denver.
a) sistema de Winnetka;
b) técnica de Dottrens;
c) plano Howard;
Esta classificação possui um valor
os métodos aciríia referidos nao pontos de
e autônomas, possuindo, ao con ' representam mesmo
c o n t a c t o m a i s o u m e n o s D a í a s i m p l e s a d a p t a ç õ e s o u t o d o s ê s s e s
inutilidade de se estudarem, significativos
parrs%'rtm£hP£p|nos^^^^^^^^^^ class.
STova; ex"aminaremos os mais' importantes métodos
especiais de educação.
e x e r c í c i o s
. j ..mT rlasstficacão dos métodos pedagógi'
1. Qual a nccassidadc de uma c^ classificasões de Thomdyke,
coa7-2. Quais as bases e os cyacter^ ^ ^ ^
P i n k e v i c h , A g u a y o , 4 . Q u e s ã o m é t o d o s g e r a i s e
orgânica e completa dessas classiíi C ^ g^ais?
métodos especiais de educasao? 5^ Com^^ , 7. Quais