RELATÓRIO
FINAL
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LUNO Nº2008206
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NO LETIVO2013/2014
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ÍNDICE
1. INTRODUÇÃO ...3
2. CORPO ...3
2.1. Estágio parcelar de Pediatria ...4
2.2. Estágio parcelar de Ginecologia e Obstetrícia...4
2.3. Estágio parcelar de Saúde Mental………. ...5
2.4. Estágio parcelar de Medicina Geral e Familiar...6
2.5. Estágio parcelar de Medicina...6
2.6. Estágio parcelar de Cirurgia.. ...8
3. REFLEXÃO CRÍTICA FINAL...9
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1. INTRODUÇÃO
O Mestrado integrado em Medicina (doravante MIM) está organizado em seis anos. Os três primeiros, correspondentes ao 1º ciclo, são dedicados à aprendizagem das ciências básicas e fundamentais conducentes à aquisição de conhecimentos sobre o funcionamento normal e fisiológico do indivíduo. Os três últimos anos, correspondentes ao 2º ciclo, visam adquirir as aptidões e competências necessárias ao reconhecimento do indivíduo com doença e à gestão adequada dos problemas médicos tendo por base uma abordagem bio-psico-social.
O 6º ano do MIM dispõe de um carácter profissionalizante, tendo como objetivo primordial proporcionar o exercício orientado mas progressivamente autónomo da prática médica. O estágio profissionalizante contempla a realização de seis estágios parcelares – Pediatria, Ginecologia/Obstetrícia, Saúde Mental, Medicina Geral e Familiar, Medicina interna e Cirurgia – culminando com a elaboração deste relatório.
Num primeiro momento, explicito os objetivos a que me propus concretizar durante este ano. Posteriormente, resumo os elementos representativos de cada estágio. Num terceiro e último momento, coloco a tónica no meu desenvolvimento ao longo do ano e estabeleço uma análise retrospetiva e autocrítica do cumprimento dos objetivos inicialmente delineados.
Os objetivos pessoais a que me propus no início do ano, a par dos propostos pelas diferentes unidades curriculares, tinham por base três pilares fundamentais. Em primeiro lugar, a obtenção de um maior grau de autonomização e responsabilização, no marco do ensino tutelado, com primordial relevância no aprofundamento dos conhecimentos teóricos e práticos previamente lecionados. Em segundo lugar, planificar uma abordagem holística e integradora da Medicina, que contemple o desenvolvimento de competências de comunicação eficazes com o doente e as suas famílias, de forma a aprimorar a relação médico-doente enquanto pedra basilar de um sistema de saúde baseado nas necessidades do doente. Em terceiro lugar, contactar satisfatoriamente com diferentes unidades de prestação de serviços de saúde, permitindo-me compreender as suas dinâmicas de funcionamento e abrindo-me os horizontes para assimilar a necessidade de uma cada vez maior
4 pluridisciplinaridade na abordagem aos problemas de saúde, bem como de uma aposta crescente destas unidades no fomento da investigação clínica, biomédica e translacional.
2. CORPO DO TRABALHO
2.1. ESTÁGIOPARCELARDEPEDIATRIA
Este estágio teve lugar no serviço de Pediatria do Hospital Dona Estefânia, entre 16 de Setembro e 11 de Outubro de 2013, sob a orientação da Mestre Leonor Sassetti. Ao longo das quatro semanas de estágio fui integrado na Unidade de Adolescentes. Na enfermaria, tive a oportunidade de acompanhar a atividade diária dos médicos e ser incluído na respetiva equipa enquanto membro ativo, desempenhando tarefas na observação dos doentes, na realização dos registos clínicos, na formulação de hipóteses diagnósticas e na sugestão de planos terapêuticos adequados às patologias concretas. Destaco ainda a minha participação nas consultas externas dirigidas especificamente ao segmento etário dos adolescentes, permitindo-me adquirir conhecimentos valiosos acerca das principais patologias neste grupo. Mas, não menos importante, foi-me incutido pela minha tutora a necessidade de atender às particularidades desta faixa etária, tendo em atenção que a interação médico-adolescente pode ser particularmente tortuosa por receio do adolescente demonstrar os seus problemas e não ser entendido. A adoção de determinadas estratégias, como o recurso a uma linguagem facilmente percetível, e a demonstração de compreensão face aos seus anseios possibilitaram-me contornar este problema. Também tive a oportunidade de contactar com a patologia pediátrica aguda em contexto de urgência, o que me facultou alargar o leque etário dos doentes observados. Foi-me proposto, pela minha tutora, a apresentação de um caso clínico intitulado “Desmielinização osmótica após correção hidroeletrolítica”, a propósito de uma doente observada na consulta externa.
2.2. ESTÁGIOPARCELARDEGINECOLOGIAEOBSTETRÍCIA
O estágio decorreu no Hospital São Francisco Xavier entre 14 de Outubro e 8 de Novembro de 2013, sob a orientação de diferentes tutores, embora tenha sido acompanhado mais tempo pela Dra. Lurdes Gonçalves. Foi-me facultada a observação e colaboração em diversas atividades quer da
5 componente Obstétrica quer da componente Ginecológica. Relativamente à Obstetrícia, destaco a participação na consulta externa de Alto Risco, o acompanhamento de doentes internadas na enfermaria materno-fetal, a visualização de ecografias em diferentes momentos da gravidez e a observação de procedimentos cirúrgicos obstétricos, tanto eletivos como em urgência. No que concerne à Ginecologia, participei nas consultas de Ginecologia geral e de colpo-citologia, envolvi-me nas atividades de enfermaria e assisti a cirurgias eletivas.
A rotação pelos vários serviços permitiu-me adquirir uma visão global e multidisciplinar do seu funcionamento e da sua complementaridade, tendo tido a oportunidade de contactar com as patologias ginecológicas e obstétricas mais prevalentes, ganhar experiência no seguimento da grávida, na colheita de história clínica dirigida, na realização do exame objetivo obstétrico e exame ginecológico e, sobretudo, saber distinguir as situações que necessitam impreterivelmente de ser referenciadas à especialidade.
2.3. ESTÁGIOPARCELARDESAÚDEMENTAL
O estágio decorreu entre 11 de Novembro e 6 de Dezembro de 2013, tendo início com uma componente teórico-prática, sob a forma de seminários, lecionados pelo Professor Miguel Xavier, onde foram abordadas situações clínicas frequentes no âmbito da Saúde Mental.
A componente prática decorreu no Hospital Júlio de Matos (HJM), tendo sido dividida em dois períodos distintos. Um primeiro, onde contactei com as diferentes valências do HJM, nomeadamente o Hospital de Dia, Reabilitação, Alcoologia e visitas domiciliárias; e um segundo período em que acompanhei a minha tutora, Dra. Liliana Paixão, no Serviço de Estabilização e Tratamento de Agudos (SETA), na consulta externa e em contexto de urgência. No SETA pude observar de doentes recém-chegados do serviço de urgência, o que me permitiu contactar com múltiplas patologias psiquiátricas e perceber como lidar com cada uma delas. Procedi à realização de entrevistas com os doentes e com os seus familiares, com posterior elaboração de história clínica de um caso. Inicialmente, o contacto com o doente psiquiátrico revelava-se um dos meus maiores receios pelo medo de não saber gerir as expetativas/crenças dos doentes face aos seus
6 diagnósticos. Contudo, no decorrer do estágio, foi-me possível incrementar as minhas competências clínicas e estratégias comunicacionais no âmbito da Saúde Mental, o que se reveste da maior importância tendo em atenção a elevada prevalência da patologia psiquiátrica nos diferentes contextos clínicos. Foi igualmente muito útil para a minha experiência, a participação nas visitas domiciliárias na zona de Chelas/Marvila, por ter permitido o contacto com alguns tipos de cuidados de enfermagem específicos, tendo-me confrontado com condições habitacionais bastante precárias inseridas num complexo contexto socioeconómico.
2.4. ESTÁGIOPARCELARDEMEDICINAGERALEFAMILIAR(MGF)
O estágio decorreu entre 9 de Dezembro de 2013 e 17 de Janeiro de 2014 na USF Cuidar Saúde (Seixal) sob orientação do Dr. José Feliz. Estas quatro semanas proporcionaram-me o contacto com as diferentes áreas de atuação desta especialidade, nomeadamente saúde de adultos, saúde materna, saúde infantil, planeamento familiar, consultas de agudos e domicílios.
Sendo esta a única especialidade não hospitalar com que tive contacto no 6º ano, esta situação colocou-me perante desafios específicos que procurei superar: a necessidade de uma abordagem centrada no indivíduo e não na doença, de forma contextualizada às realidades familiares e psico-socio-culturais; lidar com os constrangimentos inerentes à não disponibilidade de meios complementares de diagnóstico na USF; adquirir mais conhecimentos nas áreas de prevenção, exame periódico de saúde e educação para a saúde nas diversas faixas etárias, tendo em conta os hábitos e fatores de risco do indivíduo; compreensão da importância de uma boa relação médico-doente, de modo a obter a confiança do doente e a assegurar adesão à terapêutica; e, finalmente, conhecer os critérios que presidem à referenciação dos doentes a outras especialidades. Contactei efetivamente com os problemas de saúde mais comuns na comunidade, e hierarquizei as necessidades de aprendizagem conforme a importância epidemiológica de cada entidade nosológica
2.5. ESTÁGIOPARCELARDEMEDICINAINTERNA
Este estágio decorreu entre 27 de Janeiro e 21 de Março de 2014, no serviço 2.1. do Hospital de Santo António dos Capuchos, sob tutela da Dra. Madalena Lisboa.
7 A maioria das atividades foi desempenhada na enfermaria, onde me eram atribuídos dois ou três doentes diariamente, em relação aos quais procedia à avaliação clínica e respetivo registo, com posterior discussão da marcha diagnóstica, plano terapêutico e requisição e interpretação de exames complementares, embora estes últimos dois aspetos sempre com base na orientação da minha tutora. Tive ainda a oportunidade de elaborar histórias clínicas, notas de entrada e notas de alta. Foi igualmente importante para a minha experiência reconhecer a necessidade de uma abordagem multidisciplinar do doente, destacando o contacto frequente com outras especialidades, com a enfermagem e ainda com os Técnicos dos Serviços Sociais. Acrescento que, no âmbito da rotina diária da enfermaria, assisti e participei nas sessões clínicas do serviço, tendo realizado uma revisão teórica acerca de “Hiponatrémias”. Foi-me adicionalmente facultada a oportunidade de assistir às consultas externas da minha tutora, focadas na Diabetes (tipos I, 2 e gestacional), onde aprofundei conhecimentos acerca dos esquemas de insulina a administrar. No SU do HSJ, acompanhei a equipa da minha tutora, nas diversas valências deste serviço, como balcão de atendimento, serviço de observação e sala de reanimação, tendo sido uma mais-valia o contacto com a patologia aguda por requerer um raciocínio clínico mais rápido e sistematizado. Destaco alguns pontos-chave que valorizo deste estágio: a continuidade no acompanhamento dos doentes na enfermaria; a identificação atempada de potenciais complicações e sinais de alerta no doente internado; saber quando solicitar ECD; identificar o timing ideal para a alta; prever o impacto de eventuais ajustes terapêuticos.
No entanto, registo que o meu desenvolvimento neste estágio foi pautado por um período inicial de sinuosa adaptação ao ritmo de trabalho da equipa, por não ter a noção exata do que era esperado da minha parte e por nunca antes me ter sido atribuído um tão elevado grau de autonomia. Dificuldades estas que, com o pleno apoio da equipa foram ultrapassadas, tendo adquirido as competências necessárias para a compreensão da dinâmica das tarefas.
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2.6. ESTÁGIOPARCELARDECIRURGIA
O estágio parcelar de Cirurgia teve lugar no Hospital Beatriz Ângelo (HBA) e decorreu de 24 de Março a 23 de Maio de 2014, sob a coordenação do Prof. Doutor Rui Maio. O estágio contemplou uma componente teórica, com a abordagem de patologias prevalentes no contexto desta especialidade e de algumas técnicas cirúrgicas e não cirúrgicas básicas.
Durante seis semanas do estágio, acompanhei o trabalho diário da Dra. Sílvia Silva, nas diversas valências da especialidade: bloco operatório (incluindo cirurgia de ambulatório), enfermaria, serviço de urgência, consulta externa de Cirurgia Geral e de Senologia. Foi possível, assim, o contacto com os cuidados pré e pós-operatórios; a observação e participação ativa em diversas cirurgias enquanto 2º ajudante, treinando técnicas importantes como a desinfeção, preparação da mesa cirúrgica e suturas. A minha participação nas atividades de enfermaria pautou-se pela execução do exame objetivo dirigido, pela realização autónoma dos registos clínicos, incluindo diários, notas de entrada e de alta.
O estágio parcelar incluiu ainda duas semanas numa especialidade opcional, tendo por mim sido escolhida a Anestesiologia, dada a falta de oportunidade de contactar com a mesma durante o meu percurso curricular. Foi possível a familiarização com as técnicas anestésicas mais utilizadas em contexto operatório; a participação na consulta externa; e a passagem pela Unidade da Dor do HBA, tendo ficado especialmente sensibilizado para a necessidade de aprofundar conhecimentos no âmbito da farmacologia da dor.
Considero que o estágio se destacou pelo acento tónico dado à participação dos alunos nas atividades do bloco operatório, contrastando com os estágios cirúrgicos dos anos prévios, onde este contacto era mais escasso. Por outro lado, a organização do HBA, com um modelo baseado no doente, alicerçado à não separação física das enfermarias por especialidade, permitiu-me verificar a relevância da abordagem multidisciplinar, facto que pude comprovar in vivo com a participação em reuniões de discussão onde participavam diferentes especialidades.
9 De salientar ainda que, no último dia do estágio, foi organizado pela Prof. Doutor Rui Maio um minicongresso de Cirurgia. Fiquei responsável pela exposição oral, em representação do meu grupo, de um caso clínico intitulado “Uma manifestação rara de uma doença rara”, a propósito de um tumor neuroendócrino do jejuno. Acresce que o trabalho foi premiado com o 1º lugar do Congresso, tendo o meu grupo sido convidado a proceder à publicação do mesmo sob a forma de artigo científico, na revista de casos clínicos do HBA.
3. REFLEXÃO CRÍTICA FINAL
Terminado o sexto ano do MIM posso afirmar, com alguma segurança, que este ano profissionalizante constituiu uma etapa absolutamente fulcral da minha formação académica e profissional. De uma forma geral, acredito ter alcançado a maioria dos objetivos gerais a que me propus no início do ano e um número significativo dos objetivos específicos de cada estágio parcelar.
Ao longo do ano, pude apreciar uma evolução de natureza progressiva e ascendente, embora não isenta de dificuldades e tortuosidades, evolução traçada muito com base na disponibilidade, competência e sentido de missão dos tutores que me orientaram. Procurei aprofundar saberes adquiridos em anos precedentes, de forma a gerar um raciocínio clínico reflexo de uma planificação integradora e coerente do aprendido nestes seis anos, e não um mosaico de aprendizagens compartimentadas sem relação entre si. Planificação integradora que se refletiu, por exemplo, a nível de aprendizagem de gestos e atitudes necessárias, nomeadamente a realização de histórias clínicas completas, com obtenção de anamnese e exame objetivo, com formulação de hipóteses diagnósticas e planeamento da marcha diagnóstica e terapêutica necessária. Planeamento este adaptado e dirigido à pessoa individual, e tendo por base o contexto onde está inserida, pilar fundamental da abordagem bio-psico-social. Saliento que, para o êxito da maioria dos estágios parcelares, muito contribuiu o rácio tutor/aluno de 1:1 ou 1:2, adequado e necessário ao exercício clínico devidamente profissionalizante, por parte do aluno.
A aquisição de um maior grau de autonomia representou, para mim, o objetivo mais importante a atingir, traduzindo-se numa maior responsabilização ao nível do acompanhamento dos doentes.
10 Esta dose acrescida de responsabilização reforçou a minha atitude de dedicação, motivação e rigor no trabalho que me foi solicitado nos diferentes estágios. De realçar que foi nas componentes de Medicina interna e de MGF que melhor consegui colocar em prática a realização de tarefas autónomas.
Ainda no que respeita aos objetivos propostos, julgo que este ano profissionalizante me permitiu uma melhoria na comunicação e na empatia demonstrada quer para com os doentes e as suas famílias, quer para com as equipas de profissionais dos diversos serviços. Por outro lado, da passagem pelas estruturas de saúde, compreendi a necessidade de uma abordagem médica multidisciplinar sempre que tal se justifique, o que implica uma boa articulação entre as diferentes unidades funcionais dos serviços de saúde.
Um dos meus maiores receios prendia-se com a incerteza sobre se seria ou não capaz de aplicar os conhecimentos teóricos previamente obtidos, no marco de um exercício de tarefas progressivamente mais autónomo. De facto, apercebi-me de algumas lacunas relativamente a conteúdos teóricos específicos, como no domínio da Terapêutica, pelo que houve necessidade de ultrapassar estas dificuldades, particularmente aquando do estágio de Medicina interna.
Em conclusão, este ano curricular foi de extrema importância para a minha formação enquanto futuro profissional, mas também enquanto pessoa. Embora termine aqui o presente percurso académico, é minha vontade prosseguir e aprofundar conhecimentos, tentando sempre colocar como meta a superação e o aperfeiçoamento das minhas competências. Lamento somente a existência de discrepâncias no funcionamento de alguns estágios, nomeadamente no que diz respeito à carga horária, aos métodos de avaliação que diferem no mesmo estágio entre as diferentes instituições de ensino e ao grau de exigência que difere em cada serviço, o que confere uma grande heterogeneidade na formação final.
Não poderia terminar sem deixar uma palavra de genuíno agradecimento à Faculdade de Ciências Médicas, que me permitiu crescer e desenvolver enquanto pessoa e enquanto futuro médico, com o profundo desejo de que continue no caminho do ensino de excelência.
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NEXOS
Anexo I: Certificado de Presença na Conferência “Segurança nos Cuidados de
Saúde – Pilar essencial da qualidade”
Anexo II: Certificado de Presença na Conferência “Hipertensão arterial e
insuficiência cardíaca – Estado da arte em 2014”
Anexo III: Certificado de Frequência das “Jornadas de Pneumologia oncológica
do Hospital Beatriz Ângelo”
Anexo IV: Certificado de Frequência da Formação “IACS 2014 – Infeções
associadas aos cuidados de saúde”
Anexo V: Certificado de participação no workshop “PAIN EDUCATION” da
Fundação Grunenthal
Anexo VI: Cerificado de Frequência das “Jornadas do Departamento de
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