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Influência do extrato pirolenhoso na germinação de sementes de Brachiaria brizantha cv. Piatã

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Academic year: 2021

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE

UNIDADE ACADÊMICA ESPECIALIZADA EM CIÊNCIAS AGRÁRIAS COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA FLORESTAL

YANKA BEATRIZ COSTA LOURENÇO

INFLUÊNCIA DO EXTRATO PIROLENHOSO NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE Brachiaria brizantha cv. Piatã

Macaíba 2019

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Yanka Beatriz Costa Lourenço

INFLUÊNCIA DO EXTRATO PIROLENHOSO NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE Brachiaria brizantha cv. Piatã

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao curso de graduação em Engenharia Florestal da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, como requisito parcial para obtenção do título de Engenheira Florestal.

Orientador: Prof. Dr. Alexandre Santos Pimenta

Macaíba - RN 2019

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Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN Sistema de Bibliotecas - SISBI

Catalogação de Publicação na Fonte. UFRN - Biblioteca Setorial Prof. Rodolfo Helinski - Escola Agrícola de Jundiaí - EAJ

Lourenço, Yanka Beatriz Costa.

Influência do extrato pirolenhoso na germinação de sementes Brachiaria brizantha cv Piatã / Yanka Beatriz Costa Lourenço. - 2019.

43 f.: il.

Monografia (graduação) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Unidade Acadêmica Especializada em Ciências Agrárias, curso de graduação em Engenharia Florestal. Macaíba, RN, 2019. Orientador: Prof. Dr. Alexandre Santos Pimenta.

1. Carbonização - Monografia. 2. Imersão - Monografia. 3. Líquido pirolenhoso - Monografia. I. Pimenta, Alexandre Santos. II. Título.

RN/UF/BSPRH CDU 620.95

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A minha avó Francisca da Silva Costa (in memoriam), à minha mãe, Maria da Conceição, dedico este trabalho

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AGRADECIMENTOS

Agradeço primeiramente a Deus por me conceder a graça de ter frequentado uma Universidade Federal de qualidade e por não ter me deixado desistir todas as vezes que me desanimei. Sem Ele, jamais teria chegado até aqui.

Especialmente à minha mãe por ser o ponto chave na minha vida, por ter me dado a oportunidade de frequentar uma universidade, por todas as vezes que secou minhas lágrimas, me colocou no colo e me lembrou o quão longe eu poderia ir. Pretendo ir muito mais longe para vê-la me aplaudir.

Minha vó materna, in memorian, que sonhou junto comigo esse sonho e que, infelizmente, não está presente fisicamente, mas que eu não tenho dúvidas que ela está sentindo o maior orgulho do mundo de mim. Sonhamos isso juntas.

A toda a minha família materna, especialmente meu padrasto, que cuidou e cuida tão bem de mim e sempre foi ouvido atento para minhas conquistas. A minha família paterna que me ajudou financeiramente em todas as viagens que tive a oportunidade de realizar durante meus anos de curso. Gratidão por terem me permitido voar mais alto.

Ao meu primeiro e único orientador, Professor Dr. Alexandre Santos Pimenta por todas as oportunidades concedidas, por todo conhecimento passado e por ter confiado tanto no meu desempenho em todos os projetos que me envolveu. Sem dúvidas, o meu espelho como profissional e pesquisador.

Aos meus grandes amigos e companheiros de Laboratório, Elias, Nayane e Bruna, por serem meu braço direito e grandes responsáveis por esse trabalho ter dado certo. Sem dúvidas, vocês são pontos chaves da minha graduação.

Agradeço a minha dupla da faculdade e da vida, a minha amiga desde o meu primeiro dia de faculdade, Maria Luiza. Ela conseguiu deixar meus dias mais leves e serenos.

Aos meus amigos de longas datas que me acompanham desde o ensino fundamental e que seguraram a barra e me lembraram todas as vezes que eu era capaz de ir além.

E por fim, não poderia deixar de agradecer a mim mesma por não ter me permitido desistir. Só eu e Deus sabemos tudo que passei durante a graduação e ter me mantido sempre resiliente. Escrevo esses agradecimentos com o coração cheio de orgulho de mim.

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‘’Ama-se mais o que se conquista com esforço.’' Benjamin Disraeli

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RESUMO

O objetivo deste trabalho foi avaliar a germinação e desenvolvimento de sementes de

Brachiaria britzantha cv. Piatã embebidas em diferentes concentrações e tempos do

Extrato Pirolenhoso (EP). O experimento foi conduzido no Laboratório de Análise de Sementes localizado na Unidade Acadêmica Especializada em Ciências Agrárias (UAECIA). A carbonização foi realizada em mini forno retangular com queimador vertical de fumaça. O produto bruto foi bidestilado no Laboratório de Tecnologia da Madeira, também localizado na UAECIA, em um destilador do tipo retorta de aço inox. Os tratamentos consistiram em 5 concentrações do EP (0, 5, 10, 15 e 20%) e diferentes horas de imersão (1, 4, 8, 16 e 24 horas). Para a preparação das concentrações do EP foram utilizados a proporção de 1:100 V/V de extrato pirolenhoso e água destilada. Foram realizados os testes de germinação, primeira contagem de germinação, teste de emergência, índice de velocidade de emergência e o teste frio. A análise estatística foi realizada pelo Design Expert® Versão 7.0.0 (Stat-Ease, EUA). Foi realizada uma análise fatorial utilizando 2 fatores, onde cada resposta está relacionada com duas variáveis, neste caso, tempo e concentração. A germinação espécie Brachiaria brizantha cv. Piatã sofreu influência tanto pela concentração do EP quanto pelo tempo que permaneceu imersa. Houve menor taxa de germinação da espécie, especificamente na concentração de 20% imersas durante 24 horas. O tratamento que obteve maior IVG e IVE e mais rápida emergência no campo foi a testemunha, sem adição do EP, contudo, o IVG sofreu uma maior influência mediante as diferentes concentrações do que pelo tempo que passou exposta. No tratamento com 5% de EP, durante 18 horas de imersão, 60% das sementes emergiram, já o tratamento utilizando 20% de EP, durante 4 horas de imersão, apresentou mais de 70% de germinação, em baixas temperaturas. O Extrato Pirolenhoso proporcionou mais de 80% de germinação da espécie Brachiaria brizantha cv Piatã no tempo de 16 horas e concentração de 10% de EP.

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ABSTRACT

The objective of this work was to evaluate the germination and seed development of Brachiaria britzantha cv. Piatan soaked in different concentrations and times of Pyroligneous Extract (EP). The experiment was conducted at the Seed Analysis Laboratory located at the Specialized Academic Unit in Agricultural Sciences (UAECIA). The carbonization was performed in a mini rectangular oven with vertical smoke burner. The crude product was bi-distilled at the Wood Technology Laboratory, also located in UAECIA, in a stainless steel retort-type distiller. The treatments consisted of 5 PE concentrations (0, 5, 10, 15 and 20%) and different hours of immersion (1, 4, 8, 16 and 24 hours). For the preparation of EP concentrations the ratio of 1: 100 V / V of pyroligneous extract and distilled water was used. Germination tests, first germination count, emergency test, emergency speed index and cold test were performed. Statistical analysis was performed by Design Expert® Version 7.0.0 (Stat-Ease, USA). A factor analysis was performed using 2 factors, where each response is related to two variables, in this case, time and concentration. The germination species Brachiaria brizantha cv. Piatã was influenced by both the concentration of the EP and the time it remained immersed. There was a lower germination rate of the species, specifically at a concentration of 20% immersed during 24 hours. The treatment with the highest IVG and LVI and the fastest emergence in the field was the control, without the addition of PE, however, the IVG was more influenced by the different concentrations than by the time spent exposed. In the treatment with 5% of PE, during 18 hours of immersion, 60% of seeds emerged, while the treatment using 20% of EP, during 4 hours of immersion, showed more than 70% of germination at low temperatures. Therefore, it can be concluded that the Pyroligneous Extract acted as a germinative stimulator of Brachiaria brizantha cv Piatã species.

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LISTA DE FIGURAS

Figura 01 – Mini forno retangular com queimador vertical de fumaça ... 22 Figura 02 – Condensador de fumaça... 23 Figura 03 – Destilador de Extrato Pirolenhoso do tipo retorta de aço inox ...23 Figura 04 – Teste de emergência instalado na casa de vegetação da Unidade Acadêmica

Especializada em Ciências Agrárias (UEACIA) em Macaíba, RN...25 Figura 05 – Germinação de Brachiaria brizantha cv. Piatã imersas durante diferentes tempos, em diferentes concentrações do Extrato Pirolenhoso...28 Figura 06 – Primeira contagem de germinação de sementes de Bracharia brizantha cv Piatã sob influência de diferentes tempos e concentrações de Extrato Pirolenhoso...30 Figura 07 – Índice de Velocidade de Germinação Brachiaria brizantha cv. Piatã imersas em diferentes tempos e concentrações do Extrato Pirolenhoso...33 Figura 09 – Índice de Velocidade de Emergência de sementes de Brachiaria brizantha cv Piatã submetidas a diferentes concentrações e tempo do Extrato Pirolenhoso...34 Figura 10 – Teste frio em sementes de Brachiaria brizantha cv Piatã submetidas a diferentes concentrações e tempos de imersão em Extrato Pirolenhoso...36

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LISTA DE TABELAS

Tabela 1. Tratamentos com suas respectivas concentrações do Extrato Pirolenhoso

e água destilada...24

Tabela 2. Tempos e concentrações ótimas dos tratamentos na germinação de

Brachiaria brizantha cv Piatã. ...27 Tabela 3. Tempos e concentrações ótimas dos tratamentos na Primeira Contagem

de Germinação de Brachiaria brizantha cv Piatã...29

Tabela 4. Tempos e concentrações ótimas dos tratamentos no Índice de Velocidade

de Germinação de Brachiaria brizantha cv Piatã...31

Tabela 5. Tempos e concentrações ótimas dos tratamentos no Teste de Emergência

de Brachiaria brizantha cv Piatã... 34

Tabela 6. Tempos e concentrações ótimas dos tratamentos no Índice de Velocidade

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LISTA DE EQUAÇÕES

Equação 01 – Cálculo do Índice de Velocidade de Germinação (MAGUIRE,1962) ... 26 Equação 02 – Índice de Velocidade de Emergência (MAGUIRE,1962) ... 27

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SUMÁRIO 1. Introdução ... 13 2. Objetivo Geral ... 16 2.1 Objetivo específico ... 16 3. Referêncial teórico ... 17 3.1 Brachiaria spp. ... 17

3.2 Brachiaria brizantha cv Piatã ... 18

3.3 Extrato Pirolenhoso ... 19

4. Material e método ... 22

4.1 Instalação do experimento ... 22

4.2 Teste de germinação ... 24

4.3 Primeira contagem de germinação ... 24

4.4 Índice de velocidade de germinação ... 24

4.5 Teste de Emergência ... 25

4.6 Índice de velocidade de Emergência ... 25

4.7 Teste Frio ... 26

4.8 Análise dos dados ... 26

5. Resultados e Discussões ... 27

5.1 Teste de germinação ... 29

5.2 Primeira Contagem de Germinação ... 31

5.3 Índice de Velocidade de germinação ... 32

5.4 Teste de Emergência ... 33

5.5 Índice de Velocidade de Emergência ... 35

5.6 Teste frio ... 36

6. Conclusão ... 37

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1. Introdução

Com a crescente procura por proteína animal, o Brasil tornou-se um dos maiores produtores de carne bovina do mundo, alcançando uma escala de 95% da sua carne oriunda de regimes de pastagens que hoje alcança 167 milhões de hectares, resultados esses frutos de décadas de investimentos tecnológicos (EMBRAPA, 2019). Ainda segundo a EMBRAPA (2019), em 2015, o país apresentava o maior rebanho, com 209 milhões de cabeças, consumia cerca de 38,6 kg/habitante/ano e foi considerado, ainda, como o segundo maior exportador com 1,9 milhões de toneladas de carne bovina no mundo, atualmente, a exportação de carne bovina chega à representar 3% das exportações brasileiras, com um faturamento de 6 bilhões de reais, representando 30% do PIB do Agronegócio.

Para que o Brasil tornasse um dos maiores produtores de carne bovina a melhoria das pastagens foi fundamental, segundo Caetano et al. (2018), a demanda por forrageiras acompanhou o crescimento da pecuária, onde sua exportação abriram portas para que o Brasil produzisse, consumisse e exportasse uma grande escala de capim forrageiro.

As forrageiras que são consideradas bem-sucedidas são aquelas que que desenvolveram mecanismos de superação ao superpastejo, ao ataque de predadores, além de adaptação a condições edafo-climáticas (VALLE, et al., 2009). No Brasil é mais facilmente encontrada variedades de forragem do gênero Brachiaria spp. devido à alta produção de matéria seca, boa adaptação a diferentes solos e crescimento durante a maior parte do ano (ALMEIDA et al. 2009). Considerada, assim, o gênero mais importante nas regiões Centro-Oeste, sudeste e Norte do Brasil (EUCLIDES, et al., 2010). Dentre este gênero, destaca-se a Brachiaria brizantha cv. Piatã, cultivar divulgada pela EMBRAPA em 2007, sendo posteriormente popularizada entre os agricultores por apresentar qualidades superiores ao cultivar ‘Marandu’, que era o predominante em pastagens (EMBRAPA, 2015).

Apesar de muito utilizadas, as sementes de pastagens apresentam baixa qualidade física e fisiológica, quando comparadas às de grandes culturas (TOMAZ et al., 2010), dificuldades na germinação, determinação da sua qualidade fisiológica, emergência das plântulas no campo e seu estabelecimento no campo, devido à presença de dormência nas sementes (COSTA et al. 2011). As sementes de Brachiaria spp. apresentam dificuldade para germinar em laboratório e em campo (LAGO et al., 1998). Um estudo, realizado por Nascimento et al. (2015), utilizou ácido sulfúrico (H2SO4) e nitrato de potássio (KNO3) e água aquecida como tentativa de superação de dormência para o gênero Brachiaria,

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sendo o tratamento térmico com água o melhor resultado para a germinação das sementes, onde a cultivar Piatã destacou-se. Martins et al. (2006) avaliaram soluções do solo de uma área cultivada com B. brizantha; solução do solo de uma área sem B. brizantha (mata nativa); água destilada; solução de polietilenoglicol; e solução de polietilenoglicol com potencial osmótico, onde a porcentagem de sementes normais, mortas, anormais e dormentes de B. brizantha não foi influenciada por nenhuma das soluções testadas.

Soluções que corroboram com a germinação de sementes são utilizados para acelerar e potencializar o desenvolvimento das espécies. E, para uma garantia ainda maior de sucesso produtivo, a utilização dessas soluções advindas de fontes renováveis têm sido estudadas na tentativa de uma agricultura mais limpa e sustentável. Como é o caso do Extrato Pirolenhoso (EP), conhecido como líquido pirolenhoso ou licor pirolenhoso, subproduto da carbonização da madeira, que vendo sendo estudado como antifúngico e antibacteriano (ARAÚJO, 2018), como influente na produtividade de culturas agronômicas (SOUZA, 2012), no tratamento de mudas (SOUZA-SILVA et al. 2006), na produção de mudas in vivo (SILVA et al. 2017), como aditivo condicionante do solo e na germinação e desenvolvimento de espécies (MENEGALE, 2013) e, segundo Wang et al. (2019), o EP contém componentes ativos, que podem aumentar o crescimento das plantas e a tolerância ao estresse hídrico.

Entende-se como carbonização da madeira, combustão incompleta pela ação do calor removendo o H e o O do sólido, permanecendo somente o carbono. Dos produtos oriundos do processo de carbonização, o carvão é o principal, porém consegue-se obter muito além disso, desde sejam utilizados processos de recuperação da fumaça que antes, seria expelida, como subprodutos temos 80% carvão, 35,5% de extrato pirolenhoso, 6,5% alcatrão insolúvel e 25% de gases não condensáveis (PIMENTA, 2002).

Antes de ser utilizado no Brasil, o extrato pirolenhoso já era utilizado entre os Chineses e Ingleses para o tratamento de doenças e não se conhecia seu benefício na agricultura. Brown et al. (1994) e Brown et al. (1997), em estudo do EP na agricultura, trataram sementes com EP para avaliar o seu efeito como promotor da germinação. Dessa forma, foi estudado se havia alguma interação entre o EP e giberelinas (GA3), citocininas, ácido abscísico (ABA) e etileno (ethefon - Ethrel ®) onde os resultados demonstraram que o extrato agiu em consórcio com GA3 e aumentou a sensibilidade das sementes de alface ao ABA.

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Yatagai (1998) estudou a ação do EP no solo e nas plantas, quando aplicado dentro de certos critérios e normas estabelecidas, diminuindo a poluição ambiental e assim, diminuindo a utilização de agrotóxicos. O EP promoveu, ainda, melhorias físico- química e biológica do solo controlando pragas e doenças, onde favoreceu a germinação e crescimento radicular.

Somente após Segunda Guerra mundial, o uso de extrato foi sendo popularizado entre os agricultores (SILVEIRA, 2010). Mesmo com a popularização do uso do extrato, ainda é considerável a falta de informação ou uso indiscriminado do EP, podendo assim ocasionar um maior número de danos que benefícios, sendo de grande importância trabalhos que apresentem resultados e confiabilidade.

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2. Objetivo Geral

O objetivo geral deste trabalho foi avaliar a influência do Extrato Pirolenhoso na germinação de sementes Brachiaria britzantha cv. Piatã.

2.1 Objetivos Específicos

a) Avaliar a influência das diferentes concentrações de EP na germinação de sementes de Brachiaria brizantha cv. Piatã;

b) Avaliar a influência dos diferentes tempos de imersão na germinação desenvolvimento de sementes de Brachiaria brizantha cv. Piatã

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3. Referencial teórico

3.1 Brachiaria spp.

O gênero Brachiaria spp. é um forte contribuinte na produção de carne e leite no Brasil pois, somente no bioma Cerrado, mais de 51 milhões de hectares são ocupados por sua forragem (MACEDO, 2015). Encontrada em várias regiões, as espécies de Brachiaria se adaptaram a diferentes condições edafoclimáticas, adquirindo diferentes formas de adaptações à seca e a pragas, apresentando características peculiares (PEREIRA, 2002). As espécies do gênero Bracharia mais utilizadas no Brasil para a pastagem, são B.

Decumbens, B. brizantha e B. humidícula (ALVIM et al., 2002).

Pertencente à família Poaceae, o gênero Brachiaria, desde a década de 60, é a forrageira tropical mais utilizada no Brasil, chegando a ocupar 90 milhões de hectares e, ainda, alcança a escala mundial de forrageira mais utilizada na pecuária (EMBRAPA, 2014). Possuindo mais de cem espécies, abrange as regiões tropicais e subtropicais, chegando especialmente no continente africano (KARIA et al. 2006). De acordo com Costa (2011), no mercado de exportação de pastagens, cerca de 80% é dominado pelo gênero Brachiaria. E, além de grande exportador, o país vem sendo o maior consumidor e produtor de sementes de forrageiras tropicais, chegando a 100 mil toneladas nas suas safras.

Para que uma gramínea forrageira apresente uma pastagem de qualidade, a escolha da espécie deve ser criteriosa, na qual a gramínea deve ser escolhida visando a maior produtividade de matéria seca e um conteúdo de proteína bruta elevado, e principalmente, possuindo uma aceitabilidade por parte do animal (CRISPIM et al., 2002). Ainda segundo CRISPIM et al. (2002), para se possuir um pastejo de alta produtividade, a produção de forragem é uma das principais garantias para manter essa produção.

Gramínea originária da África Tropical e do Sul, muito utilizada pois se adapta a diferentes solos, principalmente aqueles de difícil adaptabilidade (CRISPIM et al. 2002). Apresentam porte grande chegando a 1,5 metros, de ciclo curto e perene, suas técnicas de plantio geralmente são a lanço ou em linhas e o período de cultivo se dá durante a estação chuvosa. Permite os primeiros pastejo já aos 90 dias após o plantio e, ainda apresenta resistência à cigarrinha-das-pastagens (CRISPIM et al. 2002).

Entre as espécies mais utilizadas desse gênero, encontra-se a Brachiaria brizantha cv. Marandu, onde, na região Centro Oeste, chega a ocupar cerca de 50% das áreas de pastagens cultivadas (EUCLIDES, et al., 2010). Outro gênero conhecido entre os pecuaristas, é a Brachiaria brizantha cv. Piatã, lançada pela EMBRAPA, a gramínea

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apresenta elevado crescimento foliar e alto valor nutritivo, como característica do gênero, a espécie se adapta a seca (MACEDO, 2006).

Dentre as gramíneas forrageiras utilizadas na alimentação animal, a espécie B.

brizantha destaca-se por apresentar alta produção de massa seca, alto valor nutricional,

aceitabilidade ótima dentre os animais, sendo disseminada na pecuária produtora de ruminantes (SILVA et al. 2014).

3.2 Brachiaria brizantha cv. Piatã

A Brachiaria brizantha cv. Piatã, conhecida popularmente como capim-piatã, é mais um gênero das Brachiaria spp., que após 16 anos de estudo, foi lançada pela Embrapa em 2007, com o objetivo de diversificar as pastagens do Brasil (VALLE et al., 2007). Essa forrageira possui crescimento ereto e de porte médio, com colmos finos e verdes. Uma característica forte que a diferencia facilmente dos outros gêneros é a ocorrência de inflorescência (BRASIL, 2007). A cultivar se adapta a solos de média fertilidade, bem drenados, mas comparado ao capim-marandu, ainda se adapta melhor em solos com má drenagem (ALMEIDA et al., 2003).

O plantio do capim-piatã é realizado através de semente, porém, a maioria das gramíneas forrageiras tropicais afetadas pela dormência, fenômeno que dificulta a germinação e emergência das plântulas no campo, mesmo em condições ambientais favoráveis e o estabelecimento dessas pastagens (COSTA et al. 2011). Diferentes tratamentos podem ser utilizados para superar a dormência em sementes de pastagem, entre eles, a elevação da temperatura, até certos limites ou a imersão de sementes em ácido sulfúrico. Santos et al. (2011) avaliaram a germinação de tipos diferentes de sementes de

Brachiaria brizantha cv. Piatã, sendo elas de alta pureza, escarificadas e revestidas,

umedecidas em água destilada e nitrato de potássio, onde com relação a primeira contagem do teste de germinação dos diferentes tipos de sementes de B. brizantha cv. Piatã, observou-se melhores resultados para as sementes que foram escarificadas e revestidas.

Lima et al. (2015) testaram três métodos de superação de dormência na germinação de três gêneros do capim-braquiária, o Marandu, Piatã e MG5. Os tratamentos foram com ácido sulfúrico (H2SO4), tratamento térmico com água aquecida, nitrato de potássio (KNO3) e a testemunha, apresentando uma maior germinação no gênero cv. Piatã em relação às demais cultivares, com a quebra de dormência por meio do tratamento

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térmico. Devido à ocorrência de dormência no gênero Brachiaria, Veronka et al. (2012) avaliaram o efeito alelopático do extrato bruto de Brachiaria decumbens BRA001996 na germinação e no vigor de sementes e de plântulas de três cultivares: BRS Piatã, Marandu e Xaraés. O extrato bruto de Brachiaria decumbens BRA001996 reduziu a germinação e o vigor das sementes, bem como o vigor das plântulas das três cultivares

March et al. (2008) analisaram os potenciais do tratamento de sementes com água quente ou com ácido sulfúrico na quebra de dormência, bem como da aplicação de fungicidas na parte aérea das plantas a fim de combater a ocorrência de uma doença comum do gênero Brachiaria, a doença do carvão, no qual os resultados encontrados da escarificação das sementes de B. brizantha cv. Piatã com ácido sulfúrico, resultou em aumento da taxa de germinação, jácom relação à redução do aparecimento do patógeno nas sementes, o tratamento com ácido sulfúrico apresentou efeito positivo, mas observou- se que em exposição mais longa pode danificar a semente. Além da doença do carvão comum entre o gênero, deficiências nutricionais influenciam negativamente no desenvolvimento de plantas forrageiras. O fósforo é um nutriente primordial para as plantas forrageiras e sua deficiência gera deficiência no crescimento de pastagens, assim, avaliou a produção do capim-piatã submetido a diferentes fontes de fósforo, onde a adubação fosfatada incrementou a matéria seca das folhas, pseudocolmo e da parte aérea do capim-piatã. (DIAS et. al. 2015).

3.3 Extrato Pirolenhoso

O Extrato Pirolenhoso, resultante da condensação dos gases da carbonização, caráter predominantemente ácido, possui cerca de 90% de água em sua composição, os outros 10% são misturas complexas de vários componentes, em que mais de duzentos compostos orgânicos podem estar presentes, tais como acético, álcoois, acetonas, ésteres, fenóis e alguns derivados de lignina, hidrocarbonetos e compostos nitrogenados (WU et al. 2015). Com coloração amarelo ao castanho avermelhado, a produção do licor depende temperatura utilizada no processo, podendo influenciar na variação da cor ecomposição, pois pode inibir ou ativar componentes bioativos. (BROWN et al. 1997).

Dias Júnior et al. (2008) em análise da pirólise e subprodutos da madeira de espécies do semiárido brasileiro, encontraram que os extratos pirolenhosos de todas as espécies apresentaram compostos oxigenados, como ácidos carboxílicos, ésteres, éteres e cetonas, assim como derivados fenólicos, guaiacol e fenólicos.

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Wei et al., (2010) testaram três faixas de temperatura (90-230 °C, 230-370 °C e 370-450 °C) na produção do EP de ramos Carya illinoinensis (Wangenheim) K. Koch. para verificar seu potencial antimicrobiana, logo, todas as faixas de temperatura produziram extrato com ação antimicrobiana, porém, na faixa de 230 a 370°C, apresentou atividade antimicrobiana mais forte entre as faixas estudadas.

Menegale (2013) estudou o potencial do licor pirolenhoso como aditivo em condicionador de solo e no crescimento inicial de Eucalyptus grandis e Eucalyptus

urophylla, onde mostrou que a incorporação de EP na composição inicial da compostagem

incrementou os teores de N, P, K, Mg, S Na, Fe, Mn e Zn do composto condicionador de solo e, ainda, suprimiu o desenvolvimento das plantas, apresentando os menores valores de altura e diâmetro de colo aos 30, 60 e 90 dias pós-plantio.

Utilizando o licor pirolenhoso incorporado ao substrato de fibra de coco, avaliando características morfológicas de mudas de tomate, mostrou correlação positiva para a maior dose utilizada (0,6% de EP) no desenvolvimento da parte aérea, peso seco do sistema radicular e da parte aérea (GUERREIRO et al. 2012). Ainda na cultura do tomate, Mungkunkamchao et al. (2013) avaliou o uso do ácido pirolenhoso e bioextratos fermentados com o objetivo de aumento no crescimento e produção da cultura, onde os dois produtos naturais obtiveram resultados semelhantes no incremento da cultura, apresentando pequeno aumento no peso seco total de plantas, número de frutos, massa fresca de frutos e peso seco de frutos, contudo, houve um incremento significativo dos solutos solúveis totais de frutos de tomate. Souza et al. (2012) utilizaram o extrato na produção de pimentão, por meio de irrigação, onde o licor não apresentou efeitos na primeira colheita.

Ainda testando o efeito de diferentes doses de extrato pirolenhoso no desenvolvimento de orquídeas, Schnitzer et al. (2015) avaliou o crescimento da orquídea

Cattleya loddigesii Lindl, onde para altura da parte aérea, conforme aumentavam as doses

de extrato pirolenhoso, ocorria acréscimo da altura da parte aérea das plantas e, ainda, pode-se recomendar uma dose do EP para a espécie Cattleya loddigesii Lindl., sendo ela de 0,6% (6 mL L-1 ).

Fernandes et al. (2015) avaliaram, após 4 meses de desenvolvimento das plântulas de Catassetumos culatum incorporadas com o extrato pirolenhoso, o aumento no desenvolvimento vegetativo, radicular e formação de bulbo na constituição de 1 ml do extrato. Portanto, Wang et al. (2019) embebeu sementes de trigo em soluções do ácido pirolenhoso para investigar a tolerância da cultura diante estresses hídricos, onde

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mostraram o aumento no teor de ácido abscísico (ABA) nas raízes de trigo no tratamento com o ácido, sendo esse hormônio responsável por cessar o crescimento de algumas plantas em determinadas épocas do ano, sendo de fundamental importância para que uma espécie consiga se estabelecer em ambientes com climas extremos, como uma deficiência hídrica. Concluíram, ainda, que o EP pode iniciar um mecanismo de defesa antecipado para mitigar o estresse hídrico.

Na agricultura do Brasil, o uso do extrato ainda é recente e vem atraindo a atenção de pesquisadores e técnicos, como alternativa de fertilizantes de origem natural (BRASIL, 2009). Zeferino et al. (2018) testaram o uso de extrato pirolenhoso como adjuvante na germinação de Brachiaria decumbens, Bidens pilosa e Amaranthus viridis, onde apresentaram influência na germinação e, ainda funcionou também, em doses elevadas, como herbicida, inibindo 100% das sementes das três espécies avaliadas.

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4. Material e Métodos

4.1. Instalação do experimento

O experimento foi instalado no Laboratório de Análise de Sementes da UFRN, localizado na Unidade Acadêmica Especializada em Ciências Agrárias (UAECIA), Macaíba-RN

A lenha utilizada na carbonização para a extração do Extrato Pirolenhoso é do clone híbrido Eucalyptus grandis x urophylla, plantio que fica localizado na área experimental, na Unidade Acadêmica Especializada em Ciência agrárias – UAECIA em Macaíba, RN, com coordenadas 05º 53’ 57.56’’ S e 35° 21’ 33.59’’ W (SOUZA E SILVA, 2013).

A carbonização foi realizada em mini forno retangular (Figura 1) com queimador vertical de fumaça (Figura 2). O alcatrão foi levado para o Laboratório de Tecnologia da Madeira, também localizado na UAECIA, para ser bidestilado em um destilador do tipo retorta de aço inox (Figura 3), para se obter o Extrato Pirolenhoso pufiricado e, ainda, eliminar outras toxinas que ainda poderão estar presentes.

A figura 1, 2 e 3 mostra as instalações do forno de alvenaria localizado na Escola Agrícola de Jundiaí:

(24)

23

Figura 2. Condensador de fumaça.

(25)

24

As concentrações do EP foram submetidos a diferentes tempos de imersão: 24 horas; 16 horas; 8 horas; 4 horas e 1 hora. Para a preparação das concentrações do Extrato foram utilizados a proporção de1:100 V/V de extrato pirolenhoso e água destilada.

A tabela 1 ilustra a composição das concentrações do EP:

Tabela 1. Tratamentos com suas respectivas concentrações do Extrato Pirolenhoso e água destilada.

Testemunha 0% de EP 100% água destilada

Tratamento 2 5% de EP 95% água destilada

Tratamento 3 10% de EP 90% água destilada

Tratamento 4 15% de EP 85% água destilada

Tratamento 5 20% de EP 80% água destilada

4.2 Teste de Germinação

As sementes foram semeadas em Gerbox sobre duas folhas de papel-toalha (tipo Germitest ®) umedecido em 2,5 vezes a massa seca do papel, e colocadas em dois germinadores (tipo BOD) que apresentaram à temperatura de 20 °C durante a noite e 35 °C durante o dia, sendo trocadas de BOD diariamente para a ocorrência de choque térmico.

Para cada tratamento, foram semeadas 25 sementes, sendo 4 repetições e 5 concentrações do Extrato, totalizando 20 caixas do tipo Gerbox para cada tempo de imersão. Durante o teste de germinação, realizou-se a contagem de sementes germinadas, diariamente, sendo considerada germinada quando houvesse a protrusão da raiz. O teste teve duração de 21 dias.

4.3 Primeira Contagem de Germinação (PCG)

Executado em conjunto com a germinação, utilizando-se a mesma metodologia, sendo realizada a primeira contagem de germinação de plântulas normais, no sétimo dia de instalação. Sementes foram consideradas germinadas após a protrusão da raiz.

4.4 Índice de Velocidade de Germinação (IVG)

Lotes de sementes que tendem a uma maior velocidade de germinação, são considerados mais vigorosos. Por isso, o IVG avalia o vigor através da velocidade de germinação das sementes (OLIVEIRA et. al. 2009).

(26)

25

Após os 21 dias e finalização do teste de germinação, calculou-se o índice de velocidade de germinação, dado pela seguinte fórmula (MAGUIRE, 1962):

I.V.G.= (G1/N1)+ (G2 /N2 )+ ... + (Gn /Nn ) Onde:

I.V.G. = índice de velocidade de Germinação;

G1, G2..GN = número de plântulas germinadas na primeira, segunda …. última contagem;

N = número de dias da semeadura à 1a , 2a ... última contagem.

4.5 Teste de Emergência

25 sementes foram semeadas em bandejas 41x27x7,5 cm com areia esterilizada em estufa de 60 °C durante 24 horas. O experimento foi instalado em casa de vegetação localizada Unidade Acadêmica Especializada em Ciência Agrárias – UAECIA em Macaíba, RN.

A irrigação se dava duas vezes ao dia devido à exposição às temperaturas ambientes. As contagens eram realizadas diariamente, com duração de 21 dias, sendo consideradas sementes emergidas o aparecimento da primeira estrutura sobre a areia.

A Figura 4 apresenta o Teste de Emergência instalado na casa de vegetação da Escola Agrícola de Jundiaí:

Figura 4. Teste de emergência instalado na casa de vegetação da Unidade Acadêmica Especializada em Ciências Agrárias (UEACIA) em Macaíba, RN.

4.6 Índice de Velocidade de Emergência (IVE)

Com a finalização dos 21 dias de Teste de Emergência, calculou-se o índice de velocidade de Emergência (MAGUIRE, 1962):

(27)

26

I.V.E.= (G1 /N1 )+ (G2 /N2 )+ ... + (Gn /Nn ), Onde:

I.V.E. = índice de velocidade de emergência;

G = número de plântulas normais computadas nas contagens; N = número de dias da semeadura à 1a , 2a ... última avaliação.

4.7 Teste Frio

Procedeu-se a semeadura de 25 sementes em Gerbox de 12x12x2,5 cm com dois papéis toalha do (tipo Germitest ®) em um germinador do tipo BOD na temperatura de 10° C por 7 dias. Após esses 7 dias, as sementes foram submetidas à temperatura do teste de germinação (20-35°C) por mais 14 dias, totalizando 21 dias. A contagem única foi realizada 7 dias após a mudança de temperatura, isto é, no 14° dia.

4.8 Análise dos dados

Os dados obtidos experimentalmente foram importados ao ambiente Design Expert® Versão 7.0.0 (Stat-Ease, EUA). O modelo escolhido foi a análise fatorial utilizando 2 fatores, onde cada resposta está relacionada com duas variáveis, neste caso, tempo (horas) e concentração (porcentagem de extrato). Todos os dados foram utilizados, o que aumenta a confiabilidade estatística dos resultados experimentais para os fatores a serem estudados. Todos os valores inseridos no programa foram usados como valores numéricos, aumentando a precisão das respostas a serem dadas.

Os modelos foram construídos de forma a utilizar apenas as variáveis estatisticamente significantes que após serem submetidas ao teste F obtiveram valor de alfa inferior a 0.05. Figuras de Pareto também foram utilizados para avaliar a significância das variáveis utilizando como limites: o limite de Bonferroni e valor t calculados pelo próprio programa.

As figuras e valores ideias de tempo e concentração foram obtidos considerando- se qualquer valor entre o máximo e mínimo dessas variáveis, exigindo-se, apenas, a combinação destes para que se obtenha o maior valor (em termos numéricos) para as respostas (por exemplo: maior valor de germinação). Cada resposta apresentou uma série de possibilidades em termos de equação, porém a selecionada foi aquela que apresentou o maior valor de resposta em todos os casos, isto é, o ótimo experimental.

(28)

27

5. Resultados e Discussões

5.1 Teste de Germinação

A germinação de Brachiaria brizantha cv. Piatã sofreu influência tanto pela concentração do Extrato Pirolenhoso quanto pelo tempo que a semente permaneceu imersa. O EP apresentou influência positiva na germinação do capim-piatã (Tabela 2).

A Tabela 2 mostra os três tempos de imersão e concentração do EP que permitiram uma maior porcentagem de germinação:

Tabela 2. Tempos e concentrações ótimas dos tratamentos na germinação de Brachiaria

brizantha cv Piatã.

Tempo (horas) Concentração (%) Germinação (%)

16 10 85

1 15 84

16 0 83

O tempo de 16 horas de imersão na concentração de 10% do EP obteve a maior porcentagem de germinação, com 85% de sementes germinadas. Uma concentração maior do EP, 15%, e um curto período de tempo proporcionou uma porcentagem de germinação de 84%, logo, pode-se afirmar que o EP acelerou a germinação de Brachiaria brizantha cv Piatã, e sua germinação sofreu influência tanto pela concentração do EP como o tempo que permaneceu em contato. Silveira (2010) explica que o Extrato Pirolenhoso influencia na germinação das espécies através de respostas hormonais, interagindo, em muitas espécies, com a giberelinas, citocininas, ácido abscísico e etileno.

Além dos tempos e concentrações ótimas dos tratamentos ilustrados na Tabela 2, outros pontos onde houve uma maior germinação são apresentados na Figura 5, onde, na cor vermelha, identificaram uma mais de 70% de sementes germinadas na concentração sem EP e na concentração de 20% do EP imerso 1 hora. Logo, o EP em contato com a espécie influenciou na sua germinação, oscilando e diminuindo com os tratamentos que apresentaram maior concentração do licor em um maior período de tempo que permaneceu em contato. Zeferino et al. (2018), em contrapartida aos resultados deste trabalho, utilizaram o EP na germinação de três ervas daninhas, a fim de ser utilizado, futuramente, como herbicida, no qual o EP apresentou ação herbicida quando em doses altas, inibindo

(29)

28

totalmente a germinação de Brachiaria decumbens, Bidens pilosa e Amaranthus viridis. A Figura 5 ilustra a oscilação de maior e menor taxa de germinação, representados pela cor vermelha e azul, respectivamente.

Figura 5. Germinação de Brachiariabrizantha cv. Piatã imersas durante diferentes tempos, em diferentes concentrações do Extrato Pirolenhoso.

Schnitzer et. al. (2015) avaliou doses de extrato pirolenhoso no cultivo da orquídea

Cattleyalo ddigesii Lindl, onde testou se o EP influenciaria positivamente seu cultivo,

onde elevou, inclusive, o número de folhas, comprimento da raiz e parte aérea. Esse trabalho, contudo, testou pequenas doses do EP, 0,1, 0,2, 0,3, 0,4, 0,5 e 0,6%, onde os melhores resultados nas orquídeas foram apresentados na concentração de 0,6% Inferiores as concentrações testadas nesta pesquisa.

Acredita-se, com isso, que devido aos seus mais de 200 compostos, o pirolenhoso em doses elevadas chegue a ser tóxico para determinadas espécies, como mostrado por Lourenço et. al. (2018), onde o EP atuou como um inibidor de germinação de uma espécie considerada invasora em diferentes regiões, Leucaena leucocephala (Lam.) de Wit. no qual, em doses e tempos elevadas, 50% imersas em 20 horas, houve inibição total da germinação da espécie, indicando, assim, a utilização do EP no controle de espécies consideradas invasoras. Reafirmando ainda os diversos efeitos que o EP pode apresentar, a Figura 5 mostra, ainda, ilustrado na cor azul, onde houve menor taxa de germinação da espécie, especificamente na concentração de 20% imersas durante 24 horas. Portanto, isso pode ser explicado pelo efeito tóxico que o EP pode apresentar mediante altas concentrações em longo período de contato.

Uma mesma espécie pode responder de forma distinta ao entrar em contato com o extrato pirolenhoso, mas não sendo somente devido ao contato direto com o extrato e sim, também, ao período que essa semente ficará em exposição. A figura 5 apresenta esse comportamento distinto de uma mesma espécie, sendo essa exposta a uma mesma

(30)

29

porcentagem de solução do licor, 20%, mas com intervalos de imersão distintos. A germinação do capim-piatã respondeu positivamente a solução de 20% do extrato quando imersa durante 1 hora. Já quando a espécie foi exposta a mesma concentração, sendo agora deixada imersa durante 24 horas, sua resposta foi negativa, sendo a sua menor taxa de germinação, ilustrada pela cor azul. Portanto, com isso, pode-se afirmar que o tempo de exposição que determinada espécie passa em contato com o extrato pirolenhoso é determinante para o seu sucesso.

Sendo assim, os trabalhos de germinação da espécie estão associados a diferentes métodos de superação da dormência, sendo o mais utilizado o tratamento com ácido sulfúrico (NASCIMENTO et al., 2015). Entretanto, neste trabalho não houve tratamento para superação de dormência, concluindo que o EP atuou, nesse sentido, como um estimulante germinativo sem a necessidade de outro tratamento para a superação da dormência. O que pode ser investigado se o EP pode agir, também, como um atuante na eliminação da dormência de outras espécies.

5.2 Primeira Contagem de Germinação - PCG

O Extrato Pirolenhoso possibilitou o aumento do número de sementes germinadas mas não acelerou esse processo, onde o maior número de sementes germinadas foi no tratamento sem EP.

Contudo, não houve diferença estatística entre o tratamento sem EP e o tratamento com 10% de EP, como mostra a Tabela 3.

Tabela 3. Tempos e concentrações ótimas dos tratamentos na Primeira Contagem de Germinação da Brachiaria brizantha cv Piatã

Tempo (horas) Concentração (%) Primeira Contagem de Germinação (%)

16 0 78

16 10 76

24 0 65

A primeira contagem de germinação não se comportou da mesma forma que o Teste de Germinação, pois essa não foi influenciada pelo tempo de imersão e sim pela concentração do EP, como mostra a Figura 6.

(31)

30

Figura 6. Primeira contagem de germinação de sementes de Bracharia brizantha cv Piatã sob

influência de diferentes tempos e concentrações de Extrato Pirolenhoso.

Na Figura 6, a cor vermelha ilustra o melhor resultado da primeira contagem de germinação que não sofreu influência do pirolenhoso. Entretanto, mais de 60% de sementes germinaram no tratamento com 5% do EP no período entre 18 horas. Na cor azul, 10% de EP no tempo de 6h75min, houve 10% de sementes germinadas, onde o mesmo resultado foi alcançado quando elevou o tempo de contato com o extrato, chegando a 24 horas. Logo, conclui-se que o tempo que a semente permanece exposta na substância, influencia no comportamento da mesma.

Em estudo realizado por Santos et al. (2011) foi realizado o teste de germinação para diferentes tipos de sementes de Brachiaria brizantha cv Piatã, no qual apresentaram, com relação a primeira contagem do teste de germinação, que sementes escarificadas chegaram a 67% de germinação em relação às sementes escarificadas e revestidas. Como mostrado na Figura 6, a cultivar Piatã apresentou os mesmos percentuais de primeira contagem de germinação quando submetidas a 5% de EP na faixa de, aproximadamente, 20 horas.

Martins et. al. (2006) realizaram tratamento térmico em sementes da cultivar Marandu com o objetivo de superar sua dormência. Assim, as variáveis analisadas, incluindo suas avaliações de primeira contagem da germinação, efeitos imediatos positivos nos tratamentos com 65 °C por 5 horas. Gaspar-Oliveira et. al. (2008) avaliaram a duração do teste de germinação da Brachiaria

brizantha cv Marandu onde a primeira contagem de germinação não apresentou correlação

(32)

31

5.3 Índice de Velocidade de Germinação (IVG)

O tratamento que obteve maior velocidade de germinação foi o tratamento que não houve influência do extrato pirolenhoso. Contudo, o mesmo tempo de imersão que a semente foi exposta, mas em concentrações diferentes, apresentaram pequenas diferenças estatísticas quanto ao IVG, como mostra a Tabela 4.

Tabela 4. Tempos e concentrações ótimas dos tratamentos no Índice de Velocidade de Germinação de Brachiaria brizantha cv Piatã.

Tempo (horas) Concentração (%) IVG (%)

16 0 6,54

16 10 6,18

24 0 6,15

Diante da necessidade de acelerar a germinação das gramíneas forrageiras por apresentarem dormência, Silva et al. (2013) verificaram o efeito de diferentes concentrações de giberelina na germinação de sementes de B. brizantha ‘Marandu’ e ‘MG 5’. Observou-se a influência positiva na germinação do cultivar Marandu no emprego de giberelina, chegando a 63,7% de sementes germinadas na dosagem de 63 mg.

O teste de germinação (Figura 5) nos mostrou que a semente em contato com pirolenhoso, em curto intervalo de tempo, obteve uma taxa de germinação tão alta quanto o tratamento que não entrou em contato com o extrato, podendo afirmar que o capim-piatã não sofreu influência do EP. Já em relação à velocidade de germinação, o tratamento que obteve a maior velocidade de germinação foi aquele que não manteve contato com o extrato, como mostra a Figura 7.

Figura 7. Índice de Velocidade de Germinação Brachiaria brizantha cv. Piatã imersas em diferentes tempos e concentrações do Extrato Pirolenhoso.

(33)

32

Mateus et al. (2007) avaliaram diferentes períodos de contato das sementes de

Brachiaria brizantha cultivar Marandu com fertilizantes na germinação de sementes em

razão do tempo que permaneceram em contato. A germinação da espécie em laboratório e no solo sofreram influência pela interação fertilizantes e períodos de contato, ocorrendo decréscimo de 57% após 96 h em contato com o fertilizante.

O IVG pode indicar, assim, que o extrato pirolenhoso pode não ter sido um acelerador germinativo da espécie Brachiaria brizantha cv Piatã, mas que atuou, sim, como um estimulante na germinação.

5.4 Teste de Emergência

Plântulas que tendem a se estabelecer mais rápido no campo, são consideradas mais vigorosas. Com o intuito de acelerar essa emergência, o uso do extrato pirolenhoso em diferentes intervalos, no campo, proporcionou escalas de emergência diferentes para a espécie B. brachiaria cv Piatã. O maior número de sementes emergidas se deu no tempo de 16 horas, mas diferindo sua porcentagem quando avaliadas nas concentrações do EP, como mostra a Tabela 5.

Tabela 5. Tempos e concentrações ótimas dos tratamenos no Teste de Emergência de

Brachiaria brizantha cv Piatã

Tempo (horas) Concentração (%) Teste de

Emergência (%)

16 0 76

16 5 73

16 10 72

Na Figura 8, as cores vermelha e amarela representam as melhores taxas de emergência, sendo decrescente da vermelha para amarela. Assim, o tratamento que não sofreu influência do extrato pirolenhoso obteve uma emergência mais rápida no campo. Cerca de 60% das sementes emergidas foram no tratamento com 5% de extrato pirolenhoso no tempo equivalente a 18 horas.

(34)

33

Figura 8. Teste de Emergência Brachiaria brizantha cv. Piatã imersas durante diferentes tempos, em diferentes concentrações do Extrato Pirolenhoso.

No período de, aproximadamente, 16 horas de contato entre o EP e a semente, houve uma germinação de cerca de 50%, quando submetido à concentração de 5%. Decrescendo, assim, quando submetida a alta concentração e intervalo de tempo, emergindo menos de 10% na concentração de 20% imersos durante 24 horas. Relação essa que pode ser explicada pela alta dosagem e período de contato que chega a prejudicar o vigor da semente em questão.

Mateus et al. (2007) submeteram sementes de Brachiaria brizantha cv Marandu à diferentes horas de contato com diferentes fertilizantes, a fim de avaliar a sua germinação em laboratório e sua emergência no campo. Houve decréscimo linear na germinação com o aumento do período de contato (96 horas) entre a semente e o fertilizante nitrogenado, já em condições de campo, houve uma correlação positiva entre o tempo de contato e o fertilizante, aumentando sua emergência no período de 52 horas (MATEUS et al., 2007). Silveira (2010) avaliando o EP na emergência do milho, afirma que utilizado em concentrações adequadas, o extrato chega a ser um potencializador no crescimento em estado inicial das espécies, embasado nos resultados de IVE e PCG da sua pesquisa.

5.5 Índice de Velocidade de Emergência – IVE

De acordo com os dados apresentados na Tabela 6, independentemente do tempo de contato com o EP, não houve influência na velocidade de emergência da B.brizantha cv Piatã no campo. Já as baixas concentrações do EP, influenciaram no seu IVE, como mostra a Tabela 6.

Tabela 6. Tempos e concentrações ótimas dos tratamentos no Índice de Velocidade de Emergência (IVE) de Brachiaria brizantha cv Piatã

(35)

34

Tempo (horas) Concentração (%) IVE (%)

24 0 4,71

24 5 3,41

24 10 2,64

A maior porcentagem de plântulas emergidas na pesquisa foi de, aproximadamente, 5% e ocorreu no tratamento sem influência do EP. Com uma pequena queda na porcentagem, chegando a aproximadamente 4%, as sementes conseguiram emergir na concentração de 5% de EP no tempo de 24 horas. Por fim, apresentaram apenas 2% de emergência, na medida em que se aumentou a concentração e o período de contato. Silveira (2010) realizou um teste de emergência com milho, também avaliando a influência de diferentes concentrações de EP, onde concluiu que a espécie não sofreu nenhum tipo de influência do EP na porcentagem de plântulas emergidas e nem nos índices de emergência de plântulas no campo.

Martins (2019) utilizou bactérias que atuam no crescimento vegetal e profundidades distintas de semeadura para avaliar a estabilização da forrageira Brachiaria

brizantha cv Marandu, com o objetivo semelhante ao desta pesquisa, que utilizou o EP

como um promotor de germinação de Brachiaria. Porém, a bactéria não incrementou no crescimento da cultivar Piatã, o que diferiu dos resultados apresentados na Figura 9, na qual a presença do EP reduziu o IVE.

Figura 9. Índice de Velocidade de Emergência de sementes de Brachiariabrizanthacv Piatã submetidas a diferentes concentrações e tempo do Extrato Pirolenhoso.

(36)

35

Com o objetivo de controlar o crescimento de uma planta daninha, Costa et al. (2007) testaram concentrações crescentes de EP no desenvolvimento inicial de Cyperusrot

undus, L., popularmente conhecida como tiririca e foi observado que na concentração de

50% de EP reduziu a dormência da espécie, em 68,3%. Já em relação aos tubérculos, na concentração de 100%, ocasionou a morte de cerca de 77%.

5.6 Teste Frio

A Tabela 7 onde são apresentados os dados do comportamento da semente da cultivar Piatã submetidas à diferentes concentrações e tempos de imersão no EP, onde a espécie sofreu influência positiva tanto no tempo quanto na concentração do EP.

Observa-se que o EP apresentou uma forte influencia na germinação da espécie passada pelo Teste Frio, onde é avaliado a capacidade da semente germinar após estresses térmicos. A espécie conseguiu apresentar mais de 70% de germinação desde a concentrações mais baixas de EP, como na concentração mais alta, 20%, mesmo passando mais tempo em contato com o extrato.

Tabela 7. Tempos e concentrações ótimas dos tratamentos no Teste Frio de Brachiaria

brizantha cv Piatã

Tempo (horas) Concentração (%) TF (%)

1 5 78

1 10 71

4 20 70

Fanan et al. (2016) avaliaram o vigor de sementes de trigo através do teste frio e de envelhecimento aceleradosubmetidas à duas temperaturas (5 ºC e 10 ºC), os resultados obtidos mostraram que o teste não pôde ser indicado como uma opção eficiente para avaliar o vigor das sementes. Miguel et al. (2001) estudaram o potencial fisiológico de sementes de algodão, onde as sementes avaliadas não germinaram e, as que germinaram, foram em baixas porcentagens, estes resultados diferem dos realizados encontrados para aB. brizanthacv Piatã, que apresentou uma taxa de germinação de mais de 70%.

Observa-se que ocorreram três picos de germinação, ilustrados na cor vermelha, nesse teste, segundo a Figura 10:

(37)

36

Figura 10. Teste frio em sementes de Brachiaria brizantha cv Piatã submetidas a diferentes

concentrações e tempos de imersão em Extrato Pirolenhoso.

Mais de 70% das sementes com 20% de EP, imersas durante 4 horas, conseguiram germinar após estarem submetidas a baixas temperaturas. E, ainda, na concentração de 5% e tempo de 1 hora, as sementes apresentaram aproximadamente 80% de germinação. Aumentando o tempo e a concentração, 20% em 24 horas de imersão, houve uma queda considerável na germinação, reduzindo a taxa para 14%.

Lago et al. (1998) realizaram testes para avaliar o vigor das sementes do gênero

Brachiaria, cultivar Marandu, submetidas a exposição ao frio de 10 °C durante sete dias,

e foi observado que também ocorreu estímulo na sua germinação, porém, em menor intensidade, com uma taxa de germinação média de 40%, valores menores do que encontrados nesta pesquisa, onde a taxa de germinação chegou a 76%.

6. Conclusões

● Mais de 80% de germinação da espécie Brachiaria brizantha cv Piatã se deu no tempo de 16 horas e concentração de 10% do EP, equivalente ao da testemunha. ● O efeito que o Extrato Pirolenhoso oferece depende do tempo de imersão e da

concentração;

● Altas concentrações e um longo período de imersão chegam a inibir a germinação de desenvolvimento de Brachiaria brizantha cv Piatã; ● A maior taxa de emergência, 60%, foi na testemunha.

● O tempo de imersão influenciou na germinação da espécie após a realização do teste frio.

● O Extrato Pirolenhoso pode influênciar positivamente na germinação das espécies sendo necessário o teste de novas concentrações.

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