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Estudos Mistos Estudos de Avaliação

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Estudos Mistos

Estudos Mistos

Estudos de Avaliação

Estudos de Avaliação

Metodologia de Investigação I

Prof. Doutora Isabel Chagas

Departamento de Educação

Departamento de Educação

Maria Teresa Relvas

Maria Teresa Relvas

(2)

Metodologia de Investigação I

Prof. Doutora Isabel Chagas

ESTUDOS MISTOS

ESTUDOS MISTOS

Os

métodos mistos

métodos mistos

correspondem a uma

“combinação” das duas tradições

metodológicas progenitoras – a tradição

quantitativa (mais empirista) e a tradição

qualitativa (mais construtivista ou

interpretativa), consideradas por alguns

fundamentalistas epistemológicos como

posições antagónicas extremadas.

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Características dos Paradigmas Quantitativo e Qualitativo

Características dos Paradigmas Quantitativo e Qualitativo

ESTUDOS MISTOS

ESTUDOS MISTOS

Paradigma Quantitativo

Paradigma Quantitativo

Paradigma Qualitativo

Paradigma Qualitativo

Positivismo lógico de Comte – cada fenómeno deverá ter uma e só uma interpretação objectiva (científica); procura as causas dos fenómenos sociais, prestando

escassa atenção aos aspectos subjectivos dos indivíduos.

Idealismo de Kant – há tantas interpretações da realidade quantos os indivíduos

(investigadores) que a procuram interpretar.

Fenomenologismo – compreensão de

fenómenos/condutas humanas a partir dos próprios pontos de vista daquele que actua.

Interaccionismo simbólico – encara a vida social como um processo segundo o qual os indivíduos interpretam o seu (

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Características dos Paradigmas Quantitativo e Qualitativo

Características dos Paradigmas Quantitativo e Qualitativo

ESTUDOS MISTOS

ESTUDOS MISTOS

Paradigma Quantitativo

Paradigma Quantitativo

Paradigma Qualitativo

Paradigma Qualitativo

(

(AdaptadoAdaptadode de ReichardtReichardte Cook, 1986, 29, in e Cook, 1986, 29, in MetodologiasMetodologiasdadaInvestigaçãoInvestigação, , UniversidadeUniversidadeAbertaAberta))

Observação naturalista e sem controlo

Medição rigorosa e controlada

Subjectivo Objectivo

Próximo dos dados; perspectiva a partir de dentro: o investigador é o “instrumento” de recolha de

dados À margem dos dados;

perspectiva a partir de fora

Metodologia de Investigação I

(5)

Características dos Paradigmas Quantitativo e Qualitativo

Características dos Paradigmas Quantitativo e Qualitativo

ESTUDOS MISTOS

ESTUDOS MISTOS

Paradigma Quantitativo

Paradigma Quantitativo

Paradigma Qualitativo

Paradigma Qualitativo

(

(AdaptadoAdaptadode de ReichardtReichardte Cook, 1986, 29, in e Cook, 1986, 29, in MetodologiasMetodologiasdadaInvestigaçãoInvestigação, , UniversidadeUniversidadeAbertaAberta))

Fundamentado na realidade, orientado para a descoberta, exploratório, expansionista, descritivo e indutivo.

Não fundamentado na realidade, orientado para a comprovação, confirmatório, reducionista, inferencial e hipotético-dedutivo

Válido; dados “reais”, “ricos” e “profundos”

Fiável; dados “sólidos” e reprodutíveis

Orientado para o resultado Orientado para o processo. Requer muito tempo

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Características dos Paradigmas Quantitativo e Qualitativo

Características dos Paradigmas Quantitativo e Qualitativo

ESTUDOS MISTOS

ESTUDOS MISTOS

Paradigma Quantitativo

Paradigma Quantitativo

Paradigma Qualitativo

Paradigma Qualitativo

(

(AdaptadoAdaptadode de ReichardtReichardte Cook, 1986, 29, in e Cook, 1986, 29, in MetodologiasMetodologiasdadaInvestigaçãoInvestigação, , UniversidadeUniversidadeAbertaAberta))

Não generalizável: estudos de casos isolados

Generalizável: estudos de casos múltiplos

Assume uma realidade dinâmica Assume uma realidade estável

Particularista Holístico

Metodologia de Investigação I

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Características dos Paradigmas Quantitativo e Qualitativo

Características dos Paradigmas Quantitativo e Qualitativo

ESTUDOS MISTOS

ESTUDOS MISTOS

(

(AdaptadoAdaptadode de ReichardtReichardte Cook, 1986, 29, in e Cook, 1986, 29, in MetodologiasMetodologiasdadaInvestigaçãoInvestigação, , UniversidadeUniversidadeAbertaAberta))

Recorre

Recorre

-

-

se às metodologias mistas quando se

se às metodologias mistas quando se

pretende simultaneamente realizar análises

pretende simultaneamente realizar análises

comparativas e desenvolver aspectos do estudo

comparativas e desenvolver aspectos do estudo

em termos compreensivos e em profundidade

em termos compreensivos e em profundidade

O recurso aos métodos mistos permite

O recurso aos métodos mistos permite

ultrapassar as limitações das metodologias

ultrapassar as limitações das metodologias

quantitativas e qualitativas, permitindo uma

quantitativas e qualitativas, permitindo uma

complementaridade dos dados (TRIANGULAÇÃO)

complementaridade dos dados (TRIANGULAÇÃO)

e obter informações de tal forma ricas que não

e obter informações de tal forma ricas que não

poderiam ser obtidas utilizando cada um dos

poderiam ser obtidas utilizando cada um dos

métodos isoladamente

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ESTUDOS MISTOS

ESTUDOS MISTOS

Metodologia de Investigação I

Prof. Doutora Isabel Chagas

Dois tipos de

Dois tipos de

Metodologias Mistas

(9)

ESTUDOS MISTOS

ESTUDOS MISTOS

Correspondem à associação de

Correspondem à associação de

metodologias provenientes de estudos

metodologias provenientes de estudos

parcelares, tendo cada um a sua

parcelares, tendo cada um a sua

metodologia específica e sendo todos

metodologia específica e sendo todos

eles incluídos num mesmo projecto

eles incluídos num mesmo projecto

investigativo global

investigativo global

(

(

Hubermann

Hubermann

e

e

Miles

Miles

,

,

1991,

1991,

in

in

Lourenço, 1998)

Lourenço, 1998)

1

(10)

ESTUDOS MISTOS

ESTUDOS MISTOS

Metodologia de Investigação I

Prof. Doutora Isabel Chagas

Existência no mesmo estudo (mesmo

Existência no mesmo estudo (mesmo

problema, mesma amostra) de elementos

problema, mesma amostra) de elementos

de ambas as tradições

de ambas as tradições

quantitativa e

quantitativa e

qualitativa

qualitativa

-

-

, ou seja, corresponde a uma

, ou seja, corresponde a uma

fusão que engloba vários elementos de

fusão que engloba vários elementos de

ambas as metodologias

ambas as metodologias

(

(

Bryman

Bryman

, 1995,

, 1995,

in

in

Lourenço, 1998).

Lourenço, 1998).

2

(11)

ESTUDOS MISTOS

ESTUDOS MISTOS

Constrangimentos:

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ESTUDOS MISTOS

ESTUDOS MISTOS

Metodologia de Investigação I

Prof. Doutora Isabel Chagas

Em virtude de corresponder a vários

Em virtude de corresponder a vários

estudos parcelares, cada um deles com

estudos parcelares, cada um deles com

uma metodologia própria, assume

uma metodologia própria, assume

naturalmente as limitações e

naturalmente as limitações e

potencialidades de cada metodologia

potencialidades de cada metodologia

(qualitativa ou quantitativa). Neste

(qualitativa ou quantitativa). Neste

caso,

caso,

o problema incide na articulação dos

o problema incide na articulação dos

resultados das diferentes partes, em

resultados das diferentes partes, em

particular quando estes não são

particular quando estes não são

convergentes.

convergentes.

1

(13)

ESTUDOS MISTOS

ESTUDOS MISTOS

Uma vez que corresponde à fusão de

Uma vez que corresponde à fusão de

elementos provenientes de ambas as

elementos provenientes de ambas as

tradições de pesquisa (qualitativa e

tradições de pesquisa (qualitativa e

quantitativa) numa mesma situação

quantitativa) numa mesma situação

investigativa, a sua utilização é mais

investigativa, a sua utilização é mais

complexa, devendo adequar

complexa, devendo adequar

-

-

se os

se os

aspectos conflituantes entre a existência

aspectos conflituantes entre a existência

de categorias pré

de categorias pré

-

-

definidas pela teoria a

definidas pela teoria a

validar e as categorias emergentes do

validar e as categorias emergentes do

2

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Metodologia de Investigação I

Prof. Doutora Isabel Chagas

Contexto regulador e ensino das

Contexto regulador e ensino das

Ciências

Ciências

um estudo com crianças

um estudo com crianças

dos estratos sociais mais baixos”

dos estratos sociais mais baixos”

Maria Helena Lourenço

Maria Helena Lourenço

(Tese de Doutoramento, 1998)

(Tese de Doutoramento, 1998)

Um exemplo de aplicação de metodologia mista

Um exemplo de aplicação de metodologia mista

(associação e fusão)

(associação e fusão)

ESTUDOS MISTOS

ESTUDOS MISTOS

exemplo de aplicação

exemplo de aplicação

(15)

exemplo de aplicação

exemplo de aplicação

Contexto regulador e ensino das Ciências

Contexto regulador e ensino das Ciências

um estudo com

um estudo com

crianças dos estratos sociais mais baixos” (

crianças dos estratos sociais mais baixos” (

M. H. Lourenço, M. H. Lourenço, 19981998

)

)

A pesquisa foi subdividida em 3 estudos interrelacionados

A pesquisa foi subdividida em 3 estudos interrelacionados

:

:

1ª Parte

1ª Parte -

-

caracterização do código da escola em que as crianças

caracterização do código da escola em que as crianças

se inserem em termos de poder e controlo ;

se inserem em termos de poder e controlo ;

2ª Parte

2ª Parte -

-

analisar o posicionamento das crianças da amostra em

analisar o posicionamento das crianças da amostra em

dois contextos: escola e família, relacionando

dois contextos: escola e família, relacionando

-

-

os com

os com

determinadas variáveis;

determinadas variáveis;

3ª Parte

3ª Parte -

-

analisar em que medida um grupo de crianças em risco

analisar em que medida um grupo de crianças em risco

adquiriu regras de reconhecimento e/ou de realização para

adquiriu regras de reconhecimento e/ou de realização para

específicos contextos pedagógicos da escola.

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ESTUDOS MISTOS

ESTUDOS MISTOS

exemplo de aplicação

exemplo de aplicação

Metodologia de Investigação I

Prof. Doutora Isabel Chagas

Contexto regulador e ensino das Ciências

Contexto regulador e ensino das Ciências

um estudo com

um estudo com

crianças dos estratos sociais mais baixos” (

crianças dos estratos sociais mais baixos” (

M. H. Lourenço, 1998M. H. Lourenço, 1998

)

)

1ª Parte

1ª Parte –

Processo Metodológico (etnografia estruturada,

Processo Metodológico (etnografia estruturada,

quer na obtenção, quer no tratamento dos dados)

quer na obtenção, quer no tratamento dos dados)

Estrutura:

Estrutura:

Esta metodologia permitiu a captação da realidade de forma estru

Esta metodologia permitiu a captação da realidade de forma estruturada, turada, evitando a dispersão e correspondente processo de acumulação de

evitando a dispersão e correspondente processo de acumulação de

dados inerentes aos processos etnográficos puros.

(17)

2ª Parte

2ª Parte –

Aplicação de questionários

Aplicação de questionários

análise estatística

análise estatística

(metodologia quantitativa)

(metodologia quantitativa)

Estrutura:

Estrutura:

Os questionários foram “feitos à medida” e assentes em grande pa

Os questionários foram “feitos à medida” e assentes em grande parte em rte em dados de observação naturalística (associada à tradição qualitat

dados de observação naturalística (associada à tradição qualitativa).iva).

exemplo de aplicação

exemplo de aplicação

Contexto regulador e ensino das Ciências

Contexto regulador e ensino das Ciências

um estudo com

um estudo com

crianças dos estratos sociais mais baixos” (

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Metodologia de Investigação I

Prof. Doutora Isabel Chagas

3ª Parte

3ª Parte –

Entrevista semi

Entrevista semi

-

-

estruturada (metodologia híbrida)

estruturada (metodologia híbrida)

Estrutura:

Estrutura:

Combinou questões prévias, estruturadas com a informação adicion

Combinou questões prévias, estruturadas com a informação adicional al que foi surgindo ao longo da entrevista e também dados de nature

que foi surgindo ao longo da entrevista e também dados de natureza za naturalística. Relativamente ao tratamento dos dados, combinou a

naturalística. Relativamente ao tratamento dos dados, combinou análises nálises desenvolvidas rigorosamente em paralelo (obedecendo a uma estrut

desenvolvidas rigorosamente em paralelo (obedecendo a uma estrutura ura prévia), com análises relativas a aspectos singulares (adicionai

prévia), com análises relativas a aspectos singulares (adicionais) s) eventualmente surgidos durante a entrevista ou a partir de outra

eventualmente surgidos durante a entrevista ou a partir de outras fontes. s fontes. Esta análise combinada permitiu uma compreensão em profundidade,

Esta análise combinada permitiu uma compreensão em profundidade,

difícil de atingir de outro modo.

difícil de atingir de outro modo.

ESTUDOS MISTOS

ESTUDOS MISTOS

exemplo de aplicação

exemplo de aplicação

Contexto regulador e ensino das Ciências

Contexto regulador e ensino das Ciências

um estudo com

um estudo com

crianças dos estratos sociais mais baixos” (

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ESTUDOS DE AVALIAÇÃO

ESTUDOS DE AVALIAÇÃO

São concebidos como uma

pesquisa aplicada a campos como

a educação, a saúde ou a

sociedade cuja abordagem permite

avaliar, com objectivos definidos

ou sem objectivos, a continuidade

de estratégias implementadas.

Estudos de Avaliação

(20)

ESTUDOS DE AVALIAÇÃO

ESTUDOS DE AVALIAÇÃO

Metodologia de Investigação I

Prof. Doutora Isabel Chagas

Estudos de avaliação vs. pesquisa educacional

Semelhanças

Designs

Instrumentos

Metodologias de análise

Diferenças

Ênfase dada à decisão

Amplitude da aplicação de conclusões Juízos de valor

(21)

ESTUDOS DE AVALIAÇÃO

ESTUDOS DE AVALIAÇÃO

Fases Preparatórias de um Estudo

de Avaliação

Clarificação das razões que levam à realização do estudo

Identificação dos intervenientes

Decisão sobre os elementos do programa a avaliar:

Metas

Estratégias e metodologias

Gestão do programa

Identificar as questões da avaliação

Desenvolver o design da avaliação e a calendarização

Recolher e analisar a informação

(22)

ESTUDOS DE AVALIAÇÃO

ESTUDOS DE AVALIAÇÃO

Metodologia de Investigação I

Prof. Doutora Isabel Chagas

Critérios de um Estudo de

Avaliação

UTILIDADE

UTILIDADE

Tem carácter informativo e útil para os envolvidos

PRATICABILIDADE

PRATICABILIDADE

Apresenta apropriação do design para o enquadramento

em que está a ser conduzido e se tem rentabilidade

ADEQUAÇÃO

ADEQUAÇÃO

Oferece protecção dos direitos das pessoas envolvidas

EXACTIDÃO

EXACTIDÃO

Revela validade, interligação e informação credível sobre

a entidade avaliada

(23)

ESTUDOS DE AVALIAÇÃO

ESTUDOS DE AVALIAÇÃO

Orientação Quantitativa

Orientação Quantitativa

Avaliação por objectivos (Tyler, 1940)

Avaliação Discrepante

Avaliação de Rentabilidade

Avaliação sem objectivos (Scriven, 1978)

Modelos de Avaliação

Julgamento final dos Julgamento final dos materiais

Somativa

Julgamento dos efeitos intermediários do

programa Julgamento da estrutura e dos

conteúdos do programa Formativa Extrínseco Output Intrínseco Input Julgamento Função

(24)

ESTUDOS DE AVALIAÇÃO

ESTUDOS DE AVALIAÇÃO

Metodologia de Investigação I

Prof. Doutora Isabel Chagas

Orientação Qualitativa

Orientação Qualitativa

Avaliação responsiva ( Stake, 1977)

Resposta contínua da audiência e interacção com o avaliador

Avaliação adversária

Confrontação de grupos numa perspectiva adversária

Avaliação de perícia ( Eisner, 1977)

Baseada na crítica artística

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ESTUDOS DE AVALIAÇÃO

ESTUDOS DE AVALIAÇÃO

Alguns erros que surgem em estudos

de avaliação

(Borg, W. e Gall, M., 1989, Educational Research, An Introduction, p. 777)

Não exploração de todas as razões que originaram o pedido do estudo de avaliação Falhas na identificação ou no envolvimento dos intervenientes

Falhas na delineação de todos os aspectos do programa

A não abertura a novas questões que interfiram nos procedimentos da avaliação Não produção de relatórios das necessidades específicas de cada envolvido Não considerar modelos alternativos no design do estudo

Não utilizar medidas adaptadas às metas do programa

(26)

BIBLIOGRAFIA

BIBLIOGRAFIA

Metodologia de Investigação I

Prof. Doutora Isabel Chagas

Estudos Mistos Estudos Mistos

Bogdan, R. e Biklen, S. (1994). Investigação qualitativa em educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Colecção Ciências da Educação. Porto: Porto Editora.

Carmo, H. e Ferreira, M.M. (1998). Metodologia da investigação- Guia para auto-aprendizagem. Lisboa: Universidade Aberta.

Cohen, L., Manion, L. e Morrison, K. (2000). Research methods in education. 5ª Edição. Londres: RoutledgeFalmer.

Fernandes, D. (?). Notas sobre os paradigmas da investigação em educação. Noesis (?), 64-66.

Jones, I. (1997). Mixing qualitatives and quantitative methods in sports fan research. The qualitative report, vol.3, nº4, Dez.1997. (http://www.nova.edu/ssss/QR/QR3-4/jones.html)

Lourenço, M.H.S. (1998). Contexto regulador e ensino das Ciências – um estudo com crianças dos estratos sociais mais baixos. Tese de Doutoramento

Estudos de Avaliação Estudos de Avaliação

Borg, Walter e Gall, Meredith Damien (1989). Educational research, an introduction. Fifth Edition. New York & London. Longman.

Figari, Gérard (1996). Avaliar: Que referencial. Colecção Ciências da Educação. Porto. Porto Editora.

Roldão, Maria do Céu (2004). Gestão do currículo e avaliação de competências, a questão dos professores. 2ª Edição. Editorial Presença. Lisboa.

Scheerens, Jaap (2003). Melhorar a eficácia das escolas. Colecção em foco. porto. Asa Editores.

Sites:

Sites:

http://www.serprofessoruniversitário.pro.br

Referências

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