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Abordagem Comunitária

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Academic year: 2021

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(1)

 Abordagem

 Abordagem

Comunitária

Comunitária

Diagnóstico comunitário

Diagnóstico comunitário

(2)

Territorialização

Territorialização

No Brasil, a Territorialização é um pressuposto básico do Programa de

No Brasil, a Territorialização é um pressuposto básico do Programa de

a!de da "am#lia $P"%, institu#do pelo &inistério da a!de desd

a!de da "am#lia $P"%, institu#do pelo &inistério da a!de desd

e

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'(()*

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+elatório Dason '(-.

+elatório Dason '(-.

 A descentralização de aç/es e ser0iços para os munic#pios gerou a

 A descentralização de aç/es e ser0iços para os munic#pios gerou a

necessidade de se limitar cada sistema de sa!de com base no

necessidade de se limitar cada sistema de sa!de com base no

território*

território*

 A territorialização é um aspecto 1undamental para o desen0ol0imento

 A territorialização é um aspecto 1undamental para o desen0ol0imento

de uma prática da &edicina de "am#lia e Comunidade

(3)

Territorialização

Territorialização

No Brasil, a Territorialização é um pressuposto básico do Programa de

No Brasil, a Territorialização é um pressuposto básico do Programa de

a!de da "am#lia $P"%, institu#do pelo &inistério da a!de desd

a!de da "am#lia $P"%, institu#do pelo &inistério da a!de desd

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+elatório Dason '(-.

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 A descentralização de aç/es e ser0iços para os munic#pios gerou a

 A descentralização de aç/es e ser0iços para os munic#pios gerou a

necessidade de se limitar cada sistema de sa!de com base no

necessidade de se limitar cada sistema de sa!de com base no

território*

território*

 A territorialização é um aspecto 1undamental para o desen0ol0imento

 A territorialização é um aspecto 1undamental para o desen0ol0imento

de uma prática da &edicina de "am#lia e Comunidade

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II Princípio - A MFC

II Princípio - A MFC é infuenciada pela comunidade:é infuenciada pela comunidade:

2 médico de 1am

2 médico de 1am#lia #lia e comunidade de comunidade de0e apresentar 3abe0e apresentar 3abilidade parailidade para responder

responder

e adaptar4se 5s mudanças de situação e 5

e adaptar4se 5s mudanças de situação e 5 di0ersidade de situaç/esdi0ersidade de situaç/es cl#nicas de acordo com as necessidades das pessoas e utilizando4se dos cl#nicas de acordo com as necessidades das pessoas e utilizando4se dos recursos dispon#0eis, assim como utilizar4se da rede de ser0iços

recursos dispon#0eis, assim como utilizar4se da rede de ser0iços secundários e terciários com

secundários e terciários com critérios*critérios*

III Princípio - O médico de

III Princípio - O médico de amília e comunidade é recurso deamília e comunidade é recurso de uma

uma

população denida população denida66

7a0endo uma responsabilidade para assegurar mel3oria

7a0endo uma responsabilidade para assegurar mel3oria nas condiç/esnas condiç/es de sa!de dessa população, em especial, da8uelas com maior risco social, de sa!de dessa população, em especial, da8uelas com maior risco social, com a possibilidade de a0aliar, plane9ar estratégias e implementar aç/es com a possibilidade de a0aliar, plane9ar estratégias e implementar aç/es de pre0enção e de

de pre0enção e de promoção 5 sa!de, indi0iduais e coleti0as dapromoção 5 sa!de, indi0iduais e coleti0as da população*

(5)

T:++;T2+;A<;=A>?26 BA: PA+A A 

2P:+AC;2NA<;=A>?2 DA @;;<NC;A 

:& AD:

2b9eti0o do processo de territorialização6

Permitir 8ue as necessidades e os problemas dos grupos se9am

denidos, possibilitando o estabelecimento de aç/es mais

apropriadas e resoluti0as*

 A territorialização é uma condição para a obtenção e a análise de

in1ormaç/es sobre as condiç/es de 0ida e de sa!de da população e

meio pelo 8ual se podem compreender os conteEtos de uso do

território em todos os n#0eis das ati0idades 3umanas $econFmico,

social, cultural%, produzindo4se dados mais dedignos 8ue

(6)

 A elaboração dos diagnósticos territoriais re8uer dados de

condiç/es de 0ida e sa!de da população e está relacionada ao

trinFmio estratégico Gin1ormação4decisão4açãoH

(7)

Território

2 território é um espaço limitado pol#tico4administrati0amente ou

por ação de um grupo social, em 8ue se edicam e eEercitam os

poderes do :stado e dos cidadãos, de grande importIncia para a

denição estratégica de pol#ticas p!blicas*

+esultado de uma produção 3istórica, ambiental e social capaz de

gerar uma identidade própria com problemas e necessidades sociais*

 A partir da conteEtualização da dinImica e da identicação dos

problemas do território, podem4se 0ericar situaç/es de risco e

plane9ar, propor e implementar aç/es para resolução desses

problemas

(8)

No processo de municipalização, podem ser

identicados

os seguintes territórios6

Território4distrito 6 delimitação pol#tico4administrati0aJ

Território4área 6 delimitação da área de abrangKncia de

uma unidade ambulatorialJ

Território4microárea 6delimitada com a lógica da

3omogeneidade socioeconomicossanitáriaJ

(9)

Território4distrito

2 distrito sanitário 6

De0e ter uma base territorial delimitada geogracamente, com uma

rede de ser0iços de sa!de dotada de tecnologia, con1orme

necessidade e caracter#sticas epidemiológicas da população*

2 distrito poderia se identicar com o território do munic#pio, com

parte dele ou, ainda, constituir4se como um consórcio de munic#pios*

2riginalmente, de0e ser resoluti0o e atender a todas as necessidades

em sa!de da população de seu território, abrangendo o cuidado 5

sa!de indi0idual e coleti0a, com aç/es de promoção e de pre0enção,

com assistKncia ambulatorial especializada, com atenção a situaç/es

emergenciais com internaç/es em um compleEo mais especializado

(10)

Território4área

• 2 território4área constitui4se na área de abrangKncia de uma unidade básica

de sa!de

• L um espaço de determinação da corresponsabilidade pela sa!de entre a

população e o ser0iço, assim como o espaço de atuação da unidade básica de sa!de

• A área para uma unidade de sa!de da 1am#lia $M"% é 1ormada por

microáreas, nem sempre cont#guas, onde atua uma e8uipe de sa!de da 1am#lia, e residem em torno de -*).. a )*... pessoas, sendo a média recomendada de *... indi0#duos*

• A assistKncia gerada pela pressão da demanda espontInea de população de

áreas lim#tro1es eOou não assistidas por uma unidade de sa!de caracteriza4 se pela área de inuKncia*

(11)
(12)

Território4microárea

2 território4microárea é uma subdi0isão do território4área*

Tem como ob9eti0o a prática da 0igilIncia em sa!de e a

mel3oria de indicadores de sa!de $3ipertensos, diabéticos,

gestantes cadastradas, n!mero de tuberculosos,

3ansenianos, etc*%*

é 1ormada por um con9unto de 1am#lias 8ue congrega, no

máEimo, QR. 3abitantes, constituindo a unidade

operacional do agente de sa!de*

(13)
(14)

Território4moradia

2 território4moradia instituiu4se no espaço de 0ida de uma 1am#lia,

al0o de aç/es de inter0enção, con1orme a epidemiologia e a 1onte

de in1ormação* L o ob9eto da prática da 0igilIncia em sa!de*

No in#cio do cadastramento das 1am#lias no P", em '((), para o

preenc3imento da "ic3a A $denição%, considera0a4se uma 1am#lia

o con9unto de pessoas 8ue di0idiam um mesmo espaço $desde uma

casa completa até um 8uarto de madeira, tenda de plástico ou

8ual8uer espaço 1#sico ocupado por uma 1am#lia 8ue na8uele

ambiente constrói um modo de 0ida%*

(15)
(16)

 AB2+DA:& C2&MN;TS+;A6 +MP2 NA 

 AT:N>?2 P+;&S+;A  AD:

(17)

Diagnostico Comunitário

• "azer o diagnóstico comunitário é identicar os problemas, as

necessidades , os recursos de uma comunidade* L um processo 8ue constitui a primeira etapa do plane9amento em sa!de comunitária*

• A eEistKncia de in1ormaç/es coná0eis e atualizadas sobre os

determinantes e as condiç/es de sa!de de uma dada comunidade

permite a0aliar e monitorizar os ser0iços de sa!de orientados por dados 8ue reetem a realidade local *

•  :n0ol0endo a participação popular, a abordagem intersetorial e a

descentralização da pol#tica de sa!de*

(18)
(19)

Diagnostico Comunitário

2 n#0el regional assegura a coordenação e a super0isão das aç/es

locais*

2 n#0el central decide as grandes orientaç/es de pol#tica sanitária

e 1ornece os apoios complementares necessários $recursos

(20)

&etodologia U1ase preparatória

2 ponto de partida é o con3ecimento do n!mero total de pessoas 8

(21)

&etodologia U1ase preparatória

•Características da comunidade:

•O conteto- a 3istória da comunidadeJ o clima, as caracter#sticas geográcas zona

urbana e ruralJ a distribuição da população, os tipos de 3abitação ***

 A demo!raa-n!mero de 3abitantes e a estrutura por idade Ja natalidade, a mortalidade***

 A situação s"cio econ#mica -as ati0idades da comunidade e os recursos locaisJ

situação de empregos e desemprego***

 A or!ani$ação administrati%a- centralização da administraçãoJ a pol#tica go0ernamental em matéria de sa!deJ a legislação sanitária e social***

 A %ida cultural e reli!iosa- as tradiç/es, os costumes, os comportamentos relati0os ,alimentação, 5 sa!de e 5 reprodução 3umanaJ as religi/es , o n#0el de escolaridade e de al1abetização***

•&istema sanit'rio-estrutura de sa!de e e8uipamento sanitário eEistente $p!blico e

(22)

:tapas do diagnóstico

•(edação do protocolo de pes)uisa $ introdução , 9usticati0a , ob9eti0os,

metodologia , calculo do taman3o da amostra ,cronograma ,re1erencias ,aneEos*%

•*n%io ao comit+ de ética e pes)uisa ,C:P4 ComitK de ética e pes8uisa % • Apro%ação

•*laoração dos instrumentos para coleta de pes)uisa $elaboração dos

8uestionários pre0iamente 0alidos , pes8uisa no DATAM , ;AB , ;B: , linguagem popular ,ob9eti0o ,conter identicação%

•Perdas e recusas $ &#nimo  tentati0as ,pedir a pelo menos - 0izin3os os

tele1one %

• Amostra!em $menos numero de indi0#duos entre0istados e eEaminados,

(23)

:tapas do diagnóstico

•&eleção e treinamento dos entre%istados $entre0istados , treinamento em

con9unto ,pro0a teórica para a0aliar o desempen3o%

 Aplicação , preenc3imento e codicação dos 8uestionários $numero !nico de identicação %

•Padroni$ação de medidas $a1erição de pressão , peso , comprimento , estatura

,coleta de sangue ***%

•*studo piloto $em domic#lios não sorteados ,4testando a log#stica do estudo e o

desempen3o dos entre0istados %

•Coleta de dados $mapa detal3ado da região, um coordenador de campo

,super0isores ,entre0istadores e responsá0eis pela digitação %

•Controle de )ualidade $de0e Use entrar em contato com '.W dos entre0istados

,pessoalmente ou por tele1one ,para c3ecar a realização da entre0ista e algumas respostas c3a0es do 8uestionário %

(24)

:tapas do diagnóstico

• .i!itação dos dados

• /impe$a dos ancos de dados

• Analise dos dados

$estat#stico , re1erenciados em mapas %

• .i%ul!ação dos resultados

$apresentado a comunidade local em

linguagem simples e a comunidade acadKmica atra0és de publicaç/es

e apresentaç/es em congressos e simpósios %

• .ia!nostico de demanda

$Pes8uisa rápida e barata Hmoti0o da

consulta U C;AP e C;D '., !til para denir padrão de morbidade ,

perl do usuário , in1ormaç/es sobre o processo de assistKncia a

(25)

Cuidado domiciliar

Denição $2&% U HA pro0isão de ser0iços de sa!de por

prestadores 1ormais e in1ormais com o ob9eti0o de

promo0er , restaurar e manter o con1orto , a 1unção é a

sa!de das pessoas em um n#0el máEimo, incluindo

cuidados para uma morte digna *2s ser0iços podem ser

classicados como pre0enti0os , terapKuticos ,

reabilitadores de acompan3amento por longo tempo e de

cuidados paliati0os H

(26)

 A 0isita domiciliar

Cuidado domiciliar  Atendimento domiciliar 0isita

.omiciliar Internação domiciliar

Cuidado .omiciliar 1

Todo e 8ual8uer

atendimento ao domicilio , realizado por

prossionais 8ue integram a e8uipe*

 Atendimento .omiciliar 1

 Atuação

prossional no domicilio *

 0isita domiciliar 1

Diagnostico da

realidade do indi0iduo e as aç/es

educati0as *

Internação .omiciliar 1

Mtilização de

aparato tecnológico em domicilio , não

substitui a internação 3ospitalar , mas

pode ser uma continuidade desta de

&ais remota re1erencia 3istórica 6 éculo X;;; a*C na terceira

dinastia do :gito antigo Umedico c3amado ;m3otep atendia

inclusi0e ao 1araó a domic#lio

2

(27)

2 domicilio

Domicil

io

Cuidad

or

Pess

oa

"am#l

ia

2 lar é o mundo do

3omem , um mundo 8ue

pode imprimir ilus/es de

estabilidade 8ue pode

re0elar muito e guardar

segredos *2nde as

relaç/es sociais se

e0idenciam , podendo

1ortalecer o potencial da

(28)

 Atenção Domiciliar

ituação 8ue

 9ustica a

assistKncia

domiciliar

:mergKncia

Doenças agudas

incapacitantes

;dosos acamados

ou 8 moram

sozin3os

:gressos de

3ospitais

Conrmação de

óbito

Critério de

inclusão

Consentimento da

1am#lia ouOe da

pessoa en1erma

:EistKncia de

cuidador

Condiç/es clinicas

 Srea de

abrangKncia

Mso continuo de

in1us/es

Critérios de

desligamento

OAlta

• AusKncia de cuidador • Não aceitação do acompan3amento • Alteração da condição clinica • +ecuperação • Agra0amento do caso4 encamin3amento • &udança de área • Ybito

(29)

 Atenção Domiciliar4 Prossionais

 AC

TLCN;C2 D: :N":+&A:&

:N":+&:;+2

&LD;C2

CM;DAD2

(30)

 Atenção Domiciliar

:stetoscópio

AbaiEador de l#ngua

:s1ogmomanFmetro

&edicamentos

2toscópio

<u0as de

procedimentos

<anterna

&aterial de curati0o

2E#metro

&aterial e educati0o

in1ormati0o

licos#metria

+eceituário

Referências

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