Relatório da Administração Senhores Associados,
Submetemos à apreciação de V.S.as as Demonstrações Contábeis do exercício findo em 31/12/17 da Cooperativa de Crédito de Servidores Públicos e Trabalhadores da Rede de Ensino da Região e Colar Metropolitano do Vale do Aço Ltda. – SICOOB COSMIPA, na forma da Legislação em vigor.
1. Política Operacional
Em 31/12/2017 o SICOOB COSMIPA completou 36 anos mantendo sua vocação de instituição voltada para fomentar o crédito para seu público alvo, os cooperados. A atuação junto aos seus cooperados se dá principalmente através da concessão de empréstimos e captação de depósitos. 2. Avaliação de Resultados
No exercício de 2017, o SICOOB COSMIPA obteve um resultado de R$ 6.143.972,72 representando um retorno sobre o Patrimônio Líquido de 14,38%.
3. Ativos
Os recursos depositados na Centralização Financeira somaram R$ 23.246.392,93 Por sua vez a carteira de créditos comercial representava R$ 46.658.485,89.
Os Vinte Maiores Devedores representavam na data-base de 31/12/17 o percentual de 5,28% da carteira, no montante de R$ 2.598.325,33.
4. Captação
As captações, no total de R$ 31.132.256,74, apresentaram uma evolução em relação ao mesmo período do exercício anterior de 23,43%.
As captações encontravam-se assim distribuídas:
Depósitos à Vista R$ 6.978.013,53 22,41%
Depósitos a Prazo R$ 24.154.243,21 77,59%
Os Vinte Maiores Depositantes representavam na data-base de 31/12/17 o percentual de 18,40% da captação, no montante de R$ 5.623.090,04.
5. Patrimônio de Referência
O Patrimônio de Referência do SICOOB COSMIPA era de R$42.670.920,30 O quadro de associados era composto por 11.128 Cooperados, havendo um acréscimo de 20,03% em relação ao mesmo período do exercício anterior.
6. Política de Crédito
A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de alçadas pré-estabelecidos a serem observados e cumpridos, cercando ainda a Singular de todas as consultas cadastrais e com análise do Associado através do “RATING” (avaliação por pontos), buscando assim garantir ao máximo a liquidez das operações.
A Singular passou a utilizar-se dos serviços prestados pela Cobrança Centralizada do SICOOB CENTRAL CECREMGE, visando padronizar os procedimentos de cobrança de créditos de difícil recuperação.
O SICOOB COSMIPA adota a política de classificação de crédito de sua carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas na Resolução CMN nº 2.682/99.
7. Governança Corporativa
Governança corporativa é o conjunto de mecanismos e controles, internos e externos, que permitem aos associados definir e assegurar a execução dos objetivos da cooperativa, garantindo a sua continuidade, os princípios cooperativistas ou, simplesmente, a adoção de boas práticas de gestão.
Nesse sentido, a administração da Cooperativa tem na assembléia geral, que é a reunião de todos os associados, o poder maior de decisão.
A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos, com clara separação de funções. Cabem ao Conselho de Administração as decisões estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão dos negócios da Cooperativa no seu dia a dia.
A Cooperativa possui ainda um Agente de Controles Internos, supervisionado diretamente pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE, que, por sua vez, faz as auditorias internas.
Os balanços da Cooperativa são auditados por auditor externo, que emite relatórios, levados ao conhecimento dos Conselhos e da Diretoria. Todos esses processos são acompanhados e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão ao qual cabe a competência de fiscalizar a Cooperativa.
Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a Cooperativa adota ferramentas de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito, a Cooperativa adota o Manual de Crédito, aprovado, como muitos outros manuais, pelo Sicoob Confederação e homologado pela Central. Além do Estatuto Social, são adotados regimentos e regulamentos, entre os quais destacamos o Regimento Interno, o Regimento do Conselho de Administração, o Regimento do Conselho Fiscal, o Regulamento Eleitoral.
A Cooperativa adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais, além de ter uma política de remuneração de seus empregados e estagiários dentro de um plano de cargos e salários que contempla a remuneração adequada, a separação de funções e o gerenciamento do desempenho de todo o seu quadro funcional.
Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são fundamentais para levar aos associados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de todas as atividades desenvolvidas pela instituição.
8. Conselho Fiscal
Eleito anualmente na AGO, com mandato até a AGO de 2018, o Conselho Fiscal tem função complementar à do Conselho de Administração. Sua responsabilidade é verificar de forma sistemática os atos da administração da Cooperativa, bem como validar seus balancetes mensais e seu balanço patrimonial anual.
Todos os membros efetivos e suplentes do Conselho Fiscal participaram de um curso de formação ministrado peloSICOOB CENTRAL CECREMGE, com o objetivo de detalhar as responsabilidades dos conselheiros fiscais e as formas de exercê-las.
9. Código de Ética
Todos os integrantes da equipe do SICOOB COSMIPA aderiram, em 2007, por meio de compromisso firmado, ao Código de Ética e de Conduta Profissional proposto pela Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO. A partir de então, todos os novos funcionários, ao ingressar na Cooperativa, assumem o mesmo compromisso.
10. Sistema de Ouvidoria
A Ouvidoria, constituída em 2007 representou um importante avanço a serviço dos cooperados, dispõe de diretor responsável pela área e de um Ouvidor. Atende às manifestações recebidas por meio do Sistema de Ouvidoria do SICOOB, composto por sistema tecnológico específico, atendimento via DDG 0800 e sítio na internet integrado com o sistema informatizado de ouvidoria tendo a atribuição de assegurar o cumprimento das normas relacionadas aos direitos dos usuários de nossos produtos, além de atuar como canal de comunicação com os nossos associados e integrantes das comunidades onde estamos presentes.
No exercício de 2017, a Ouvidoria do SICOOB COSMIPA registrou 37 manifestações de cooperados sobre a qualidade dos produtos e serviços oferecidos pela Cooperativa. Dentre elas, havia reclamações, pedidos de esclarecimento de dúvidas e solicitações de providências relacionadas principalmente a atendimento, conta corrente, cartão de crédito e operações de crédito.
Das 37 reclamações, 16 foram consideradas procedentes e resolvidas dentro dos prazos legais, de maneira satisfatória para as partes envolvidas, em perfeito acordo com o previsto na legislação vigente.
11. Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito - FGCoop
De acordo com seu estatuto, o Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito- FGCoop tem por objeto prestar garantia de créditos nos casos de decretação de intervenção ou de liquidação extrajudicial de instituição associada, até o limite de R$ 250 mil por associado, bem como contratar operações de assistência, de suporte financeiro e de liquidez com essas instituições. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou resolução que estabelece a forma de contribuição das instituições associadas ao Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), ratifica também seu estatuto e regulamento. Conforme previsto na Resolução CMN nº 4.150/12, esse fundo possui como instituições associadas todas as cooperativas singulares de crédito do Brasil e os bancos cooperativos integrantes do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC).
Conforme previsto no artigo 2º da Resolução CMN nº 4.284/13, a contribuição mensal ordinária das instituições associadas ao Fundo é de 0,0125%, dos saldos das obrigações garantidas, que abrangem as mesmas modalidades protegidas pelo Fundo Garantidor de Créditos dos bancos, o FGC, ou seja, os depósitos à vista e a prazo, as letras de crédito do agronegócio, entre outros. As contribuições ao FGCoop pelas instituições a ele associadas tiveram início a partir do mês de março de 2014 e recolhidas no prazo estabelecido no § 4º do art. 3º da Circular Bacen nº 3.700/14. Ainda nos termos de seu estatuto, a governança do Fundo será exercida pela Assembleia Geral, pelo Conselho de Administração e pela Diretoria Executiva, e está estruturada de modo a permitir a efetiva representatividade das associadas, sejam elas cooperativas independentes ou filiadas a sistemas cooperativistas de crédito, sendo o direito de voto proporcional às respectivas contribuições ordinárias.
Agradecimentos
Agradecemos aos nossos associados pela preferência e confiança e aos funcionários e colaboradores pela dedicação.
__________________________________
Zélia Maria Alves RabeloDiretora Presidente
___________________________________________ Márcia Maria Ferraz Moreira Sena
Diretora Administrativo
___________________________________________ Edivaldo Ferreira de Souza
Diretor Financeiro
___________________________________________ Delcenir da Silva Siqueira
Conselho administração
___________________________________________ Telma Aparecida Morais Cardoso de Azevedo
Conselho Administração
___________________________________________ Irlene Martins Moreira
Conselho Administração
___________________________________________ Amarildo Valadares
BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2017 E DE 2016 (Valores expressos reais – R$)
A T I V O Nota 31/12/2017 31/12/2016
Circulante 37.677.396,49 34.215.922,03
Disponibilidades 1.259.192,07 588.456,35
Relações Interfinanceiras 4 23.246.392,93 22.039.992,84
Centralização Financeira - Cooperativas 23.246.392,93 22.039.992,84
Operações de Crédito 5 12.592.730,14 10.997.853,45
Operações de Crédito 14.217.379,17 11.810.819,35
(Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa) (1.624.649,03) (812.965,90)
Outros Créditos 6 528.879,17 539.037,39
Créditos por Avais e Fianças Honrados 73.224,11 50.643,44 (Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa) (46.433,83) (29.708,37)
Rendas a Receber 178.768,96 278.822,66
Diversos 323.319,93 239.279,66
Outros Valores e Bens 50.202,18 50.582,00
Despesas Antecipadas 50.202,18 50.582,00
Realizável a Longo Prazo 34.623.849,66 27.930.634,07
Operações de Crédito 5 34.065.755,75 27.420.532,18 Operações de Crédito 34.065.755,75 27.420.532,18 Outros Créditos 6 558.093,91 510.101,89 Diversos 558.093,91 510.101,89 Permanente 5.712.617,94 4.800.248,87 Investimentos 7 3.751.445,51 2.904.383,34 Participações em Cooperativas 3.751.445,51 2.904.383,34 Imobilizado em Uso 8 1.890.340,30 1.848.891,17
Outras Imobilizações de Uso 2.568.775,20 2.315.773,58
(Depreciações Acumuladas) (678.434,90) (466.882,41)
Intangível 70.832,13 46.974,36
Ativos Intangíveis 177.263,52 130.554,04
(Amortização Acumulada) (106.431,39) (83.579,68)
TOTAL DO ATIVO 78.013.864,09 66.946.804,97
As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
COOPERATIVA DE CRÉDITO DE SERVIDORES PÚBLICOS E TRABALHADORES DA REDE DE ENSINO DA REGIÃO E COLAR METROPOLITANO DO VALE DO AÇO LTDA
BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2017 E DE 2016 (Valores expressos reais – R$)
P A S S I V O Nota 31/12/2017 31/12/2016 Circulante 34.737.131,21 28.190.258,59 Depósitos 9 31.132.256,74 25.221.506,90 Depósitos à Vista 6.978.013,53 4.949.309,82 Depósitos a Prazo 24.154.243,21 20.272.197,08 Relações Interdependências 10 8.565,03 3.586,42
Recursos em Trânsito de Terceiros 8.565,03 3.586,42
Outras Obrigações 11 3.596.309,44 2.965.165,27
Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados 25.541,25 4.286,07
Sociais e Estatutárias 2.484.458,59 2.018.461,14
Fiscais e Previdenciárias 161.618,35 160.747,22
Diversas 924.691,25 781.670,84
Exigível a Longo Prazo 558.093,91 507.579,93
Outras Obrigações 11 558.093,91 507.579,93 Diversas 558.093,91 507.579,93 Patrimônio Líquido 42.718.638,97 38.248.966,45 Capital Social 13 35.663.486,19 33.664.409,84 Reserva de Lucros 4.130.514,75 3.302.747,09 Sobras Acumuladas 2.924.638,03 1.281.809,52 TOTAL 78.013.864,09 66.946.804,97
As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
COOPERATIVA DE CRÉDITO DE SERVIDORES PÚBLICOS E TRABALHADORES DA REDE DE ENSINO DA RE SICOOB COSMIPA
(Valores expressos reais – R$)
Nota
Receitas (Ingressos) da Intermediação Financeira 5.502.758,62 10.562.873,19 8.249.629,27
Operações de Crédito 5.502.758,62 10.562.873,19 8.249.629,27
Despesas (Dispêndios) da Intermediação Financeira (1.867.197,25) (3.474.100,77) (2.835.012,95)
Operações de Captação no Mercado (936.846,02) (2.132.607,08) (2.181.094,71)
Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses - - (1,20)
Provisão para Operações de Créditos (930.351,23) (1.341.493,69) (653.917,04)
Resultado Bruto Intermediação Financeira 3.635.561,37 7.088.772,42 5.414.616,32 Outras Receitas / Despesas (Ingressos / Dispêndios) Operacionais (797.370,74) (947.774,31) (502.896,96)
Receitas (Ingressos) de Prestação de Serviços 719.361,78 1.360.866,56 1.031.255,24
Rendas(Ingressos) de Tarifas Bancárias 46.905,88 112.034,86 74.688,22
Ingressos de Depósitos Intercooperativos 815.545,21 1.984.067,84 2.429.123,30
Despesas (Dispêndios) de Pessoal (1.564.239,58) (2.915.753,74) (2.483.654,48)
Outras Despesas (Dispêndios) Administrativas (1.402.602,59) (2.712.877,47) (2.214.018,04)
Despesas (Dispêndios) Tributárias (62.874,95) (134.033,22) (95.689,47)
Outras Receitas (Ingressos) Operacionais 15 867.562,52 1.794.663,53 1.420.305,43
Outras Despesas (Dispêndios) Operacionais 16 (217.029,01) (436.742,67) (664.907,16)
Resultado Operacional 2.838.190,63 6.140.998,11 4.911.719,36
Resultado Não Operacional (1.065,33) 2.974,61 (73.145,38)
Resultado Antes da Tributação 2.837.125,30 6.143.972,72 4.838.573,98
Imposto de Renda sobre Atos Não Cooperativos 14.663,89 - (78.943,64)
Contribuição Social sobre Atos Não Cooperativos 12.862,31 - (65.921,68)
Sobras / Perdas antes das Destinações 2.864.651,50 6.143.972,72 4.693.708,66
Juros ao Capital Próprio 14 (2.319.889,34) (2.938.083,01)
Sobras Liquidas do Exercício 3.824.083,38 1.755.625,65
Destinações legais e Estatutárias (1.078.641,38) (663.809,49)
F.A.T.E.S. (549.088,40) (218.363,23)
Reserva Legal (366.058,93) (145.575,49)
F.A.T.E.S. Atos não Cooperativos (163.494,05) (299.870,77)
Lucro / Prejuízo (Sobra / Perda) Líquido 2.745.442,00 1.091.816,16
COOPERATIVA DE CRÉDITO DE SERVIDORES PÚBLICOS E TRABALHADORES DA REDE DE ENSINO DA REGIÃO E COLAR METROPOLITANO DO VALE DO AÇO LTDA
SICOOB COSMIPA
As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
2º SEMESTRE
2017 31/12/2017 31/12/2016
DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2017 E 2016 (Valores expressos reais – R$)
Capital Subscrito Capital a
Realizar Legal Expansão
Saldos em 31/12/2015 29.093.333,97 (100,00) 2.106.641,24 584.580,30 1.311.886,85 33.096.342,36 Destinação de Sobras Exercício Anterior:
Constituição de Reservas 327.971,71 327.971,71 (655.943,42) Juros Ao Capital 645.964,85 (645.964,85) -Movimentações de Capital: (9.978,58) (9.978,58) Por Subscrição/Realização 5.551.753,82 (1.072,14) 5.550.681,68 Por Devolução ( - ) (4.380.387,09) (4.380.387,09) Reversões de Reservas (189.993,36) 189.993,36
-Sobra / Perda Líquida 4.693.708,66 4.693.708,66
Provisão de Juros ao Capital Próprio (2.938.083,01) (2.938.083,01)
Subscrição do Juros ao Capital Próprio 2.787.688,83 2.787.688,83
IRRF sobre Juros ao Capital Próprio (32.772,40) (32.772,40)
Fates Atos Não Cooperativos (299.870,77) (299.870,77) Destinação da Sobra do Exercício:
. Fundo de Reserva 145.575,49 (145.575,49)
-. F A T E S (218.363,23) (218.363,23)
Saldos em 31/12/2016 33.665.581,98 (1.172,14) 2.580.188,44 722.558,65 1.281.809,52 38.248.966,45 Destinação de Sobras Exercício Anterior:
Constituição de Reservas 320.452,38 320.452,38 (640.904,76)
Ao Capital 629.519,06 (629.519,06)
-Cotas Capital à Pagar - Ex-associados (11.385,70) (11.385,70) Movimentações de Capital:
Por Subscrição/Realização 5.504.070,78 892,14 5.504.962,92
Por Devolução ( - ) (6.325.865,29) (6.325.865,29)
Reversões de Reservas (179.196,03) 179.196,03
-Sobra / Perda Líquida 6.143.972,72 6.143.972,72
Provisão de Juros ao Capital Próprio (2.319.889,34) (2.319.889,34)
Subscrição do Juros ao Capital Próprio 2.205.542,25 2.205.542,25
IRRF sobre Juros ao Capital Próprio (15.082,59) (15.082,59)
Fates Atos Não Cooperativos (163.494,05) (163.494,05) Destinação da Sobra do Exercício:
. Fundo de Reserva 366.058,93 (366.058,93)
-. F A T E S (549.088,40) (549.088,40)
Saldos em 31/12/2017 35.663.766,19 (280,00) 3.266.699,75 863.815,00 2.924.638,03 42.718.638,97 Saldos em 30/06/2017 33.478.553,72 (190,00) 2.580.188,44 722.558,65 3.920.225,98 40.701.336,79 Destinação de Sobras Exercício Anterior:
Ao FATES -Constituição de Reservas 320.452,38 320.452,38 (640.904,76) -Movimentações de Capital: -Por Subscrição/Realização 2.700.080,07 (90,00) 2.699.990,07 Por Devolução ( - ) (2.705.327,26) (2.705.327,26) Reversões de Reservas (179.196,03) 179.196,03
-Sobra / Perda Líquida 2.864.651,50 2.864.651,50
Provisão de Juros ao Capital Próprio
-Subscrição do Juros ao Capital Próprio 2.205.542,25 (2.319.889,34) (114.347,09)
IRRF sobre Juros ao Capital Próprio (15.082,59) (15.082,59)
Fates Atos Não Cooperativos (163.494,05) (163.494,05) Destinação da Sobra do Exercício:
. Fundo de Reserva 366.058,93 (366.058,93)
-. F A T E S (549.088,40) (549.088,40)
Saldos em 31/12/2017 35.663.766,19 (280,00) 3.266.699,75 863.815,00 2.924.638,03 42.718.638,97
As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
COOPERATIVA DE CRÉDITO DE SERVIDORES PÚBLICOS E TRABALHADORES DA REDE DE ENSINO DA REGIÃO E COLAR METROPOLITANO DO VALE DO AÇO LTDA SICOOB COSMIPA Capital Eventos Reservas de Sobras Sobras ou Perdas Acumuladas Totais
(Valores expressos reais – R$)
Atividades Operacionais
Sobra / Perda do Exercício Antes da Tributação 2.837.125,30 6.143.972,72 4.838.573,98
IRPJ / CSLL 27.526,20 - (144.865,32)
Depreciações e Amortizações 115.246,83 247.506,25 282.561,49
Provisão para Perda com Operações de Crédito 566.374,50 811.683,56 371.840,94
Provisão de Juros ao Capital Próprio (2.319.889,34) (2.319.889,34) (2.938.083,01)
1.226.383,49
4.883.273,19 2.410.028,08 Aumento (Redução) em Ativos Operacionais
Operações de Crédito (3.253.854,13) (9.051.783,82) (8.394.341,32)
Outros Créditos (19.766,96) (37.833,80) 662.475,12
Outros Valores e Bens 23.728,53 379,82 (31.368,73)
Aumento (Redução) em Passivos Operacionais
Depósitos a Vista 2.507.378,46 2.028.703,71 2.713.820,31
Depósitos sob Aviso (18.278,95) (29.545,24) (93.398,73)
Depósitos a Prazo 497.751,73 3.911.591,37 7.028.971,93
Relações Interdependências 2.092,60 4.978,61 3.586,42
Outras Obrigações 2.017.517,88 681.658,15 366.987,93
Caixa Líquido Aplicado em Atividades Operacionais 2.982.952,65 2.391.421,99 4.666.761,01 Atividades de Investimentos
Alienação de Investimento (21.824,69) (847.062,17)
-Alienação de Imobilizações de Uso - - 7.467,01
Aplicação no Intangível (42.418,48) (47.298,48) (16.918,02)
Aplicação no Diferido - - (13.234,98)
Inversões em Imobilizado de Uso (243.728,14) (265.514,67) (1.037.399,12)
Inversões em Investimentos - - (325.739,30)
Outros Ajustes - - (51,00)
Caixa Líquido Aplicado / Originado em Investimentos (307.971,31) (1.159.875,32) (1.385.875,41) Atividades de Financiamentos
Por Subscrição / Realização 2.699.990,07 5.504.962,92 5.550.681,68
Devolução de Capital à Cooperados (2.705.327,26) (6.325.865,29) (4.380.387,09)
Incorporação de Capital - Ex associados - (11.385,70) (9.978,58)
FATES - Resultado de Atos Não Cooperativos (163.494,05) (163.494,05) (299.870,77)
FATES - Sobra Exercício (549.088,40) (549.088,40) (218.363,23)
Subscrição do Juros ao Capital Próprio 2.205.542,25 2.205.542,25 2.787.688,83
IRRF sobre Juros ao Capital Próprio (15.082,59) (15.082,59) (32.772,40)
Caixa Líquido Aplicado / Originado em Financiamentos 1.472.540,02 645.589,14 3.396.998,44 Aumento / Redução Líquida das Disponibilidades 4.147.521,36 1.877.135,81 6.677.884,04 Modificações em Disponibilidades Líquida
No Início do Período 20.358.063,64 22.628.449,19 15.950.565,15
No Fim do Período 24.505.585,00 24.505.585,00 22.628.449,19
Variação Líquida das Disponibilidades 4.147.521,36 1.877.135,81 6.677.884,04
As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2017 E 2016
DESCRIÇÃO
COOPERATIVA DE CRÉDITO DE SERVIDORES PÚBLICOS E TRABALHADORES DA REDE DE ENSINO DA REGIÃO E COLAR METROPOLITANO DO VALE DO AÇO LTDA
SICOOB COSMIPA
31/12/2017 31/12/2016 2º SEMESTRE
1 COOPERATIVA DE CRÉDITO DE SERVIDORES PÚBLICOS E TRABALHADORES DA REDE DE ENSINO DA REGIÃO E COLAR METROPOLITANO DO VALE DO AÇO LTDA -
SICOOB COSMIPA
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2017 E 2016
1. Contexto Operacional
A Cooperativa de Crédito de Servidores Públicos e Trabalhadores da Rede de Ensino da Região e Colar Metropolitano do Vale do Aço Ltda - SICOOB COSMIPA, é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 20/05/1982, filiada à CCE CRÉD EST MG LTDA.– SICOOB CENTRAL CECREMGE e componente da Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO, em conjunto com outras cooperativas singulares e centrais. Tem sua constituição e o funcionamento regulamentados pela Lei nº 4.595/1964, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei nº 5.764/1971, que define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei Complementar nº 130/2009, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução CMN nº 4.434/2015, do Conselho Monetário Nacional, que dispõe sobre a constituição e funcionamento de cooperativas de crédito.
O SICOOB COSMIPA possui 5 Postos de Atendimento (PAs) nas seguintes localidades: IPATINGA - MG, CORONEL FABRICIANO - MG, JOANÉSIA - MG, AÇUCENA - MG, BELO ORIENTE - MG
O SICOOB COSMIPA tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade:
(i) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados;
(ii) A formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda mútua da economia sistemática e do uso adequado do crédito; e
(iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de garantias, prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e remunerar os recursos.
2. Apresentação das demonstrações contábeis
As demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil – BACEN, considerando as Normas Brasileiras de Contabilidade, especificamente àquelas aplicáveis às entidades Cooperativas, a Lei do Cooperativismo nº 5.764/71 e normas e instruções do BACEN, apresentadas conforme Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF, e sua emissão foi autorizada pela Diretoria Executiva em 24/01/2018.
Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para contabilizar determinados ativos e passivos entre outras transações. As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, às provisões necessárias para causas judiciais, entre outras. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas.
Em aderência ao processo de convergência às normas internacionais de Contabilidade, algumas Normas e suas Interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos
2 Contábeis (CPC), as quais serão aplicadas às instituições financeiras quando aprovadas pelo Banco Central do Brasil. Nesse sentido, os Pronunciamentos contábeis já aprovados pelo Banco Central do Brasil são: CPC Conceitual Básico (R1) - Resolução CMN nº 4.144/2012; CPC 01(R1) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos - Resolução CMN nº 3.566/2008; CPC 03 (R2) - Demonstrações do Fluxo de Caixa - Resolução CMN nº 3.604/2008; CPC 05 (R1) - Divulgação sobre Partes Relacionadas - Resolução CMN nº 3.750/2009; CPC 10 (R1) - Pagamento Baseado em Ações - Resolução CMN nº 3.989/2011; CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. – Resolução CMN nº 4.007/2011; CPC 24 - Evento Subsequente - Resolução CMN nº 3.973/2011; CPC 25 – Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes – Resolução CMN nº 3.823/2009; CPC 33 - Benefícios a Empregados CMN nº 4.424/2015.
3. Resumo das principais práticas contábeis a) Apuração do resultado
Os ingressos/receitas e os dispêndios/despesas são registradas de acordo com o regime de competência.
As receitas com prestação de serviços, típicas ao sistema financeiro, são reconhecidas quando da prestação de serviços ao associado ou a terceiros.
Os dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com os montantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato não-cooperativo, quando não identificados com cada atividade.
b) Estimativas contábeis
Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para determinar o valor de certos ativos, passivos e outras transações considerando a melhor informação disponível. Incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à vida útil dos bens do ativo imobilizado, provisões para causas judiciais, dentre outros. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas.
c) Caixa e equivalentes de caixa
Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/2008, incluem as rubricas caixa, depósitos bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valores e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias.
d) Operações de crédito
As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas por critério "pro rata temporis", com base na variação dos respectivos indexadores pactuados.
e) Provisão para operações de crédito
Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica.
3 As Resoluções CMN nº 2697/2000 e 2.682/1999 estabeleceram os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (risco mínimo) a H (risco máximo).
f) Depósitos em garantia
Existem situações em que a cooperativa questiona a legitimidade de determinados passivos ou ações em que figura como polo passivo. Por conta desses questionamentos, por ordem judicial ou por estratégia da própria administração, os valores em questão podem ser depositados em juízo, sem que haja a caracterização da liquidação do passivo.
g) Investimentos
Representados substancialmente por quotas do SICOOB CENTRAL CECREMGE e ações do Bancoob, avaliadas pelo método de custo de aquisição.
h) Imobilizado
Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, instalações, edificações, veículos, benfeitorias em imóveis de terceiros e softwares, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para reduzir o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas aplicáveis e levam em consideração a vida útil econômica dos bens.
i) Intangível
Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Cooperativa ou exercidos com essa finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente amortizados de forma linear no decorrer de um período estimado de benefício econômico.
j) Ativos contingentes
Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários, caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com probabilidade de êxito provável, quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas às demonstrações contábeis.
k) Obrigações por empréstimos e repasses
As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no recebimento dos recursos, líquidos dos custos da transação. Em seguida, os saldos dos empréstimos tomados são acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incorrido (“pro rata temporis”), assim como das despesas a apropriar referente aos encargos contratados até o final do contrato, quando calculáveis.
l) Demais ativos e passivos
São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidas, até a data do balanço. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridas.
4 São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar uma obrigação legal. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido.
n) Passivos contingentes
São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente segurança. As ações com chance de perda possível são apenas divulgadas em nota explicativa às demonstrações contábeis e as ações com chance remota de perda não são divulgadas.
o) Obrigações legais
São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei ou outro instrumento fundamentado em lei, aos quais a Cooperativa tem por diretriz.
p) Imposto de renda e contribuição social
O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em operações consideradas como atos não-cooperativos de acordo com o Decreto 3.000/1999, art. 183. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados não tem incidência de tributação conforme art. 182 do mesmo Decreto.
q) Segregação em circulante e não circulante
Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão classificados no circulante, e os prazos superiores, no longo prazo (não circulante).
r) Valor recuperável de ativos – impairment
A redução do valor recuperável dos ativos não financeiros (impairment) é reconhecida como perda, quando o valor de contabilização de um ativo, exceto outros valores e bens, for maior do que o seu valor recuperável ou de realização. As perdas por “impairment”, quando aplicável, são registradas no resultado do período em que foram identificadas.
Em 31 de Dezembro de 2017 não existem indícios da necessidade de redução do valor recuperável dos ativos não financeiros.
s) Eventos subsequentes
Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para a sua emissão. São compostos por:
• Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e
• Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis.
Não houve qualquer evento subsequente para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de Dezembro de 2017.
5 Refere-se à centralização financeira das disponibilidades líquidas da Cooperativa, depositadas junto ao SICOOB CENTRAL CECREMGE conforme determinado no art. 24, da Resolução CMN nº 4.434/2015.
5. Operações de crédito
a) Composição da carteira de crédito por modalidade:
Modalidade 31/12/2017 31/12/2016
Circulante Não Circulante Total
Adiantamento a Depositante 13.874,41 0,00 13.874,41 8.381,35 Empréstimos 13.304.390,27 31.932.447,81 45.236.838,08 36.811.477,52
Títulos Descontados 44.175,63 0,00 44.175,63 236,40
Financiamentos 854.938,86 2.133.307,94 2.988.246,80 2.411.256,26 (-) Provisões para Operações de Crédito -696.588,58 -928.060,45 -1.624.649,03 -812.965,77 TOTAL 13.520.790,59 33.137.695,30 46.658.485,89 38.418.385,76 b) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN nº 2.682/1999:
Nível / Percentual de Risco /
Situação Total em 2017 Provisões 2017 Total em 2016 Provisões 2016 AA Normal 1.670.105,68 - 2.129.031,23 - A 0,5% Normal 32.628.191,02 163.140,96 29.672.882,09 148.364,41 B 1% Normal 7.931.131,88 79.311,32 3.263.087,80 32.630,88 B 1% Vencidas 1.957.974,17 19.579,74 2.114.956,02 21.149,56 C 3% Normal 817.836,59 24.535,10 167.903,96 5.037,12 C 3% Vencidas 558.270,12 16.748,10 659.101,12 19.773,03 D 10% Normal 127.283,94 12.728,39 124.279,90 12.427,99 D 10% Vencidas 420.771,63 42.077,16 237.897,24 23.789,72 E 30% Normal 169.799,65 50.939,90 118.464,44 35.539,33 E 30% Vencidas 903.338,27 271.001,48 220.096,07 66.028,82 F 50% Normal 75.827,78 37.913,89 35.055,28 17.527,64 F 50% Vencidas 127.679,16 63.839,58 75.447,88 37.723,94 G 70% Normal 11.371,41 7.959,99 9.871,96 6.910,37 G 70% Vencidas 162.268,77 113.588,14 57.378,64 40.165,05 H 100% Normal 138.152,80 138.152,80 63.717,84 63.717,84 H 100% Vencidas 583.132,48 583.132,48 282.180,06 282.180,06 Total Normal 43.569.700,75 514.682,34 35.584.294,50 322.155,58 Total Vencido 4.713.434,60 1.109.966,69 3.647.057,03 490.810,19 Total Geral 48.283.135,35 1.624.649,03 39.231.351,53 812.965,77 Provisões (1.624.649,46) (812.965,90) Total Líquido 46.658.485,89 38.418.385,63
c) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento:
Descrição Até 90 De 91 até 360 Acima de 360 Total
Empréstimos 4.307.621,56 8.599.384,05 31.932.447,81 44.839.453,42 Financiamentos 236.925,70 618.013,16 2.133.307,94 2.988.246,80 TOTAL 4.544.547,26 9.217.397,21 34.065.755,75 47.827.700,22 d) Composição da carteira de crédito por tipo de produto, cliente e atividade econômica:
Descrição Conta Corrente Empréstimo / Financiamento Título Descontado 31/12/2017 % da Carteira Setor Privado - Serviços 30.023,82 1.353.162,63 41.573,98 1.424.760,43 3% Pessoa Física 381.235,68 46.474.537,59 2.601,65 46.858.374,92 97%
6 TOTAL 411.259,50 47.827.700,22 44.175,63 48.283.135,35 100% e) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito:
Descrição 31/12/2017 31/12/2016
Saldo Inicial (812.965,90) (441.124,96)
Constituições / Reversões (1.324.768,23) (631.426,27)
Transferência para prejuízo 513.084,67 259.585,33
TOTAL (1.624.649,46) (812.965,90)
f) Concentração dos Principais Devedores:
Descrição 31/12/2017 % Carteira Total 31/12/2016 % Carteira Total
Maior Devedor 324.428,33 1,00% 355.016,02 1,00%
10 Maiores Devedores 1.642.417,60 3,00% 1.416.374,94 4,00% 50 Maiores Devedores 4.620.906,35 10,00% 4.003.616,12 10,00%
g) Movimentação de Créditos Baixados Como Prejuízo:
Descrição 31/12/2017 31/12/2016
Saldo inicial 485.791,80 314.582,15
Valor das operações transferidas no período 513.084,67 259.585,33 Valor das operações recuperadas no período (193.149,60) (88.375,68)
TOTAL 805.726,87 485.791,80
h) Receitas de operações de crédito:
Descrição 31/12/2017 31/12/2016
Rendas de Adiantamentos a depositantes 11.054,91 7.977,56
Rendas de Empréstimos 9.854.706,54 7.806.108,26
Rendas de Títulos Descontados 5.649,74 1.107,47 Rendas de Financiamentos 499.179,02 356.904,85 Recuperação de Créditos Baixados como Prejuízo 192.282,98 77.531,13
TOTAL 10.562.873,19 8.249.629,27
6. Outros créditos
Valores referentes às importâncias devidas a Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no país, conforme demonstrado:
Modalidade 31/12/2017 31/12/2016
Outros Créditos
Avais e Fianças Honrados (a) 73.224,11 50.643,44
Provisão para outros créditos (b) (46.433,83) (29.708,37)
Rendas a Receber
Serviços Prestados a Receber 54.699,29 42.836,98
Outras Rendas a Receber
Centralização Financeira (c) 124.069,67 235.985,68
Diversos
Antecipações Salarias - Férias 10.817,93 -
Adiantamento para Pagamentos de Nossa Conta 500,00 3.119,77
Títulos de Crédito a receber 700,50 322,00
Devedores por Depósitos em Garantia (d) 558.093,91 510.101,89
Devedores Diversos - Pais
Impostos e Contribuições a compensar (e) 51.741,59 6.185,30
Plano de Saúde a receber (f) 101.116,98 202.886,04
Pendências a regularizar 158.442,93 26.766,55
TOTAL 1.086.973,08 1.049.139,28
7 (a) Refere-se a inadimplência de Cartão de Crédito;
(b) Refere-se a provisão para outros créditos de liquidação duvidosa foi apurada com base
na classificação por nível de risco, de acordo com a Resolução CMN nº 2.682/1999. (c) Refere-se a receitas sobre saldos mantidos na Centralização financeira no SicoobCentral Cecremge;
(d) Refere-se a Devedores por Depósitos em Garantia estão registrados depósitos judiciais para: PIS sobre Atos Cooperativos (R$ 91.296,18), COFINS sobre Atos Cooperativos (R$ 466.797,73);
(e) Refere-se a valor de IRPJ (R$27.204,43) e CSLL (R$23.561,90) a compensar, base de cálculo negativa no período, recolhimento antecipado por estimativa;
(f) Refere-se a valores a receber de cooperados referente ao Plano de Saúde – USISAÚDE.
7. Investimentos
O saldo é, substancialmente, representado por quotas do SICOOB CENTRAL CECREMGE e ações do BANCOOB.
Descrição 31/12/2017 31/12/2016
Participações em cooperativa central de crédito 3.059.917,31 2.316.743,97 Participações inst financ controlada coop crédito 691.528,20 587.639,37
TOTAL 3.751.445,51 2.904.383,34
8. Imobilizado de uso
Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo:
Descrição 31/12/2017 31/12/2016 Taxa Depreciação
Imobilizado em Curso (a) 179.196,03 0,00
Instalações 1.367.987,87 1.363.173,76
(-) Depreciação Acumulada de Instalações -241.530,36 -134.265,73
Móveis e equipamentos de Uso 650.979,02 639.223,02 10%
(-) Depreciação Acum. Móveis e Equipamentos de Uso -246.115,17 -188.355,60
Sistema de Comunicação 7.434,45 0,00 20%
Sistema de Processamento de Dados 308.120,59 261.467,56 10%
Sistema de Segurança 55.057,24 51.909,24 10%
(-) Depreciação Acum. Outras Imobilizações de Uso -190.789,37 -144.261,08
TOTAL 1.890.340,30 1.848.891,17
(a) As imobilizações em curso serão alocadas em grupo específico após a conclusão das obras e efetivo uso, quando passaram a ser depreciadas.
9. Depósitos
É composto de valores cuja disponibilidade é imediata aos associados, denominado de depósitos a vista, portanto sem prazo determinado para movimentá-lo, ficando a critério do portador dos recursos fazê-lo conforme sua necessidade.
É composto também por valores pactuados para disponibilidade em prazos pré estabelecidos, denominados depósitos a prazo, os quais recebem atualizações por encargos financeiros remuneratórios conforme a sua contratação em pós ou pré fixada. Suas remunerações pós fixadas são calculadas com base no critério de pro rata temporis, já a remunerações pré fixadas são calculadas o prazo final da operações, tendo o valor futuro, a data do demonstrativo contábil, apresentado em conta redutora.
8
Descrição 31/12/2017 31/12/2016
Depósito à Vista 6.978.013,53 4.949.309,82
Depósito Sob Aviso 33.343,80 62.889,04
Depósito a Prazo 24.120.899,41 20.209.308,04
TOTAL 31.132.256,74 25.221.506,90
Os depósitos, até o limite de R$ 250 mil (duzentos e cinquenta mil), por CPF/CNPJ, estão garantidos pelo Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), o qual é uma associação civil sem fins lucrativos, com personalidade jurídica de direito privado de abrangência nacional, regida pelo presente Estatuto e pelas disposições legais e regulamentares aplicáveis, conforme, constituído conforme Resoluções CMN n°4.284/2013. As instituições associadas são todas as cooperativas singulares de crédito e os bancos cooperativos.
Descrição 31/12/2017 % Carteira Total 31/12/2016 % Carteira Total
Maior Depositante 757.853,01 2,00% 655.211,21 3,00%
10 Maiores Depositantes 3.767.763,48 12,00% 4.213.010,39 17,00% 50 Maiores Depositantes 9.239.637,95 30,00% 9.360.746,74 38,00% Despesas com operações de captação de mercado:
Descrição 2017 2016
Despesas de Depósitos de Aviso Prévio 4.895,00 15.596,22
Despesas de Depósitos a Prazo 2.086.377,69 2.135.634,56
Despesas de Contribuição ao Fundo Garantidor de Créditos 41.334,39 29.863,93
TOTAL 2.132.607,08 2.181.094,71
10. Outras Obrigações 10.1 Sociais e Estatutárias
Descrição 31/12/2017 31/12/2016
Provisão para Participações nos Lucros - 2.658,84 Resultado de Atos com Associados (a) 549.088,40 218.363,23 Resultado com não associados (a) 163.494,05 299.870,77
Cotas de Capital a Pagar (b) 1.771.876,14 1.497.568,30
TOTAL 2.484.458,59 2.018.461,14
(a) O FATES é destinado às atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, sendo constituído pelo resultado dos atos não cooperativos e 15% das sobras líquidas do ato cooperativo, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em contas passivas segue determinação do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular nº 3.224/2006, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – Fates é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/1971.
(b) Refere-se às cotas de capital a devolver de associados desligados.
10.2 Fiscais e Previdenciárias
As obrigações fiscais e previdenciárias, classificadas no passivo na conta de Outras Obrigações estão assim compostas:
Descrição 31/12/2017 31/12/2016
Provisão para impostos e contribuições / lucros 0,00 19.133,35
Impostos e contribuições a recolher 161.618,35 141.613,87
TOTAL 161.618,35 160.747,22
9 10.3 Diversas
Descrição 31/12/2017 31/12/2016
Cheques Administrativos 4.259,82 1.178,92
Obrigações por Aquisição de Bens e Direitos (a) 71.026,04 19.778,06
Provisão para Pagamentos a Efetuar (b) 185.289,04 183.713,68
Outras Despesas Administrativas (c) 84.255,69 35.116,30
Credores Diversos – País (d) 33.347,43 130.834,01
Conta Transitória 2.225,86 306.492,60
Transitória portabilidade de Crédito - 41.034,00
Outras Contingências (e) 32.827,79 63.523,27
Pendência Passiva Bancoob (f) 511.458,88 -
Provisão para Passivos Contingentes (g) 558.093,91 507.579,93
TOTAL 1.482.785,16 1.289.250,77
(a) Referem-se à provisão para pagamento de despesas com Fornecedores e a valor a repassar Usisaúde, descontado dos cooperados.
(b) Referem-se as provisões para pagamento a efetuar aos Empregados, provisão Férias, INSS, FGTS, PIS e 13° Salário.
(c) Referem-se as provisões para pagamento de luz, comunicação, manutenção e conservação bens, transporte, Compensações, Contribuições, seguro prestamista e Cartões.
(d) Refere-se a pendências a regularizar, diferença de caixa, desconto de empréstimo de empregados a serem baixados no mês subsequente.
(e) Refere-se à outras contingências Garantias prestadas coobrigações.
(f) Refere-se a repasse das empresas (desconto em folha) a serem baixados no mês subsequente e pendências oriundas do Bancoob.
(g) É estabelecida considerando a avaliação dos consultores jurídicos quanto às chances de êxito em determinados questionamentos fiscais e outros em que a cooperativa é parte envolvida. Dessa forma, são constituídas as seguintes provisões:
31/12/2017 31/12/2016
Descrição Provisão para
Contingências Depósitos judiciais Provisão para Contingências Depósitos Judiciais PIS 91.296,18 91.296,18 83.030,01 83.030,01 COFINS 466.797,73 466.797,73 424.549,92 424.549,92 Outros - - - 2.521,96 Total 558.093,91 558.093,91 507.579,93 510.101,89
PIS e COFINS - Quando do advento da Lei nº 9.718/98, a cooperativa entrou com ação judicial questionando a legalidade da inclusão de seus ingressos decorrentes de atos cooperados na base de cálculo do PIS e COFINS. Consequentemente, registrou as correspondentes obrigações, sendo que os valores equivalentes foram depositados em juízo e estão contabilizados na rubrica Depósitos em Garantia.
11. Instrumentos financeiros
O SICOOB COSMIPA opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibilidades, aplicações interfinanceiras de liquidez, títulos e valores mobiliários, relações interfinanceiras, operações de crédito, depósitos à vista e a prazo, empréstimos e repasses.
Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores contábeis, os quais se aproximam dos valores justos.
10 12. Patrimônio líquido
a) Capital Social
O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$ 1,00 cada e integralizado por seus cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito em a um voto, independentemente do número de suas cotas-partes.
Descrição 31/12/2017 31/12/2016
Capital Social 35.663.486,19 33.664.409,84
Associados 11.128 9.271
b) Reserva Legal
Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de 10%, utilizada para reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades.
c) Reserva de Expansão
Reserva destinada à reforma da sede, abertura de PA`s e melhorias na área de informática. d) Sobras Acumuladas
As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas do Banco Central do Brasil e posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular nº 3.224/2006, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/1971.
Em Assembleia Geral Ordinária, realizada em 17/02/2017, os cooperados deliberaram pelo aumento da reserva legal no valor de R$320.452,38 e pelo aumento da reserva de expansão no valor R$320.452,38 com sobra do exercício findo em 31 de dezembro de 2016, no valor de R$640.904,76, pelo aumento da reserva legal no valor de R$320.452,38 e pelo aumento da reserva de expansão no valor R$320.452,38.
e) Destinações estatutárias e legais
A sobra líquida do exercício terá a seguinte destinação:
Descrição 2017 2016
Sobra líquida do exercício 3.824.083,38 1.755.625,65
Lucro líquido decorrente de atos não-cooperativos apropriado ao
FATES (163.494,05) (299.870,77)
Sobra líquida, base de cálculo das destinações 3.660.589,33 1.455.754,88 Destinações estatutárias
Reserva legal - 10% (366.058,93) (145.575,49)
Fundo de assistência técnica, educacional e social - 15% (549.088,40) (218.363,23) Sobra à disposição da Assembleia Geral 2.745.442,00 1.091.816,16
13. Resultado de atos não cooperativos
O resultado de atos não cooperativos tem a seguinte composição:
Descrição 2017 2016
Receita de prestação de serviços 1.190.871,72 929.660,74
Despesas específicas de atos não cooperativos (2.723.382,20) (3.028.342,28) Despesas apropriadas na proporção das receitas de atos não
11
Resultado operacional (1.933.497,03) (2.420.009,70)
Receitas (despesas) não operacionais, líquidas 2.974,61 (73.146,01) Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social (1.930.522,42) (2.493.155,71) Resultado de atos não cooperativos (lucro líquido) (1.930.522,42) (2.493.155,71) 14. Provisão de Juros ao Capital
A Cooperativa pagou juros ao capital próprio, visando remunerar o capital do associado. Os critérios para a provisão obedeceram à Lei Complementar 130, artigo 7º, de 17 de abril de 2009. A remuneração foi limitada ao valor da taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia – SELIC. A referida provisão foi demonstrada na Demonstração de Sobras ou Perdas – DSP e na Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido – DMPL, conforme circular BACEN nº 2.739/1997.
15. Outros ingressos/rendas operacionais
Descrição 2017 2016
Recuperação de Encargos e Despesas 11.965,32 153.605,58
Rendas Juros Cartão de Crédito 141.590,25 0,00
Rendas Multas por Atraso - Cartão de Crédito 32.933,60 0,00
Crédito Receita SIPAG - Faturamento 4.907,79 191,21
Crédito Receita SIPAG - Antecipação 15.335,28 0,00
Rendas Intercâmbio - Cartão de Crédito 51.865,63 0,00
Rendas Intercâmbio - Cartão de Débito 41.291,18 0,00
Atualização de Depósitos Judiciais 184,64 0,00
Dividendos 82.064,53 59.566,43
Taxa de administração para Funcionamento da Cooperativa 1.163.617,13 980.017,31
Outras Rendas Operacionais 248.908,18 226.924,90
TOTAL 1.794.663,53 1.420.305,43
16. Outros dispêndios/despesas operacionais
Descrição 2017 2016
Despesas de Cessão de Operações de Crédito 106.844,91 355.309,71
Cancelamento de Tarifas Pendentes 723,00 146,50
Contribuições ao Fundo Garantidor de Depósitos 0,00 11,70
Contrib. ao Fundo Ressarc. Fraudes Externas 1.900,89 630,99
Contrib. ao Fundo Ressarc. Perdas Operacionais 733,92 209,19
Contrib. ao Fundo Tecnologia da Informação 87.256,22 78.375,11
Bonificação Seguro Prestamista 161.833,92 163.136,51
Multas e Juros diversos 7.226,45 2.193,90
Tarifa consulta / Saques / Cirrus Cabal 96,20 103,60
Outras Despesas Operacionais 50.516,36 62.893,28
Estorno de Juros / Mora 57,55 42,27
Despesas com provisões passivas 17.328,37 -
Provisão para Garantias Prestada 2.224,88 1.854,41
TOTAL 436.742,67 664.907,16
17. Partes Relacionadas
As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da cooperativa e membros próximos da família de tais pessoas.
As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica.
As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das limitações impostas pelas normas
12 do Banco Central, tais como movimentação de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito.
As garantias oferecidas em razão das operações de crédito são: avais, garantias hipotecárias, caução e alienação fiduciária.
Montante das operações ativas e passivas no exercício de 2017:
Montante das operações ativas (carteira de crédito) % em relação à carteira total
214.473,81 0,54%
Montante das operações passivas (aplicações financeiras) % em relação à carteira total
268.726,96 1,28%
Operações ativas e passivas – saldo em 2017:
OPERAÇÃO ATIVA Natureza da
Operação de Crédito
Valor da Operação de Crédito
PCLD (Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa)
% da Operação de Crédito em Relação à Carteira Total
Cheque Especial 5.804,70 168,13 0,01%
Empréstimo 169.108,77 2.878,14 0,35%
OPERAÇÃO PASSIVA
Natureza da Operação Valor da Operação % em relação à carteira total Taxa média - %
Depósitos a Prazo 1.199.347,00 5,00% 95,61%
Foram realizadas transações com partes relacionadas, na forma de: depósito a prazo, cheque especial, empréstimos, à taxa/remuneração relacionada no quadro abaixo, por modalidade:
Natureza das Operações Ativas e Passivas Taxas Aplicadas em Relação às Partes Relacionadas
Empréstimos 0,54%
Aplicação Financeira - Pós Fixada 1,28%
PERCENTUAL EM RELAÇÃO À CARTEIRA GERAL MOVIMENTAÇÃO NO EXERCÍCIO DE 2017
Empréstimos e Financiamentos 0,46%
As garantias oferecidas pelas partes relacionadas em razão das operações de crédito são: avais, garantias hipotecárias, caução e alienação fiduciária.
Natureza da Operação de Crédito Garantias Prestadas
Empréstimos e Financiamentos 185.546,85
As coobrigações prestadas pela Cooperativa a partes relacionadas foram as seguintes:
Total de Coobrigações:
COOBRIGAÇÕES 62.510,34
No exercício de 2017 os benefícios monetários destinados às partes relacionadas foram representados por honorários, apresentando-se da seguinte forma:
BENEFÍCIOS MONETÁRIOS NO EXERCÍCIO DE 2017 (R$) Benefícios Total 1º + 2º semestre 2º semestre: balancete dezembro. 1º semestre: balancete junho Honorários 509.692,58 260.958,92 248.733,66 Gratificação da Diretoria 33.334,86 33.334,86 -
13 Cédulas de presença 62.130,00 31.065,00 31.065,00
INSS 213.581,42 76.340,63 137.240,79
18. Cooperativa Central
A Cooperativa de Crédito de Servidores Públicos e Trabalhadores da Rede de Ensino da Região e Colar Metropolitano do Vale do Aço Ltda. - SICOOB COSMIPA, em conjunto com outras cooperativas singulares, é filiada à CCE Créd Est MG Ltda. - SICOOB CENTRAL CECREMGE, que representa o grupo formado por suas afiliadas perante as autoridades monetárias, organismos governamentais e entidades privadas.
O SICOOB CENTRAL CECREMGE, é uma sociedade cooperativista que tem por objetivo a organização em comum em maior escala dos serviços econômico-financeiros e assistenciais de suas filiadas (cooperativas singulares), integrando e orientando suas atividades, de forma autônoma e independente, através dos instrumentos previstos na legislação pertinente e normas exaradas pelo Banco Central do Brasil, bem como facilitando a utilização recíproca dos serviços, para consecução de seus objetivos.
Para assegurar a consecução de seus objetivos, cabe ao SICOOB CENTRAL CECREMGE a coordenação das atividades de suas filiadas, a difusão e fomento do cooperativismo de crédito, a orientação e aplicação dos recursos captados, a implantação e implementação de controles internos voltados para os sistemas que acompanhem informações econômico-financeiras, operacionais e gerenciais, entre outras.
O SICOOB COSMIPA responde solidariamente pelas obrigações contraídas pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE perante terceiros, até o limite do valor das cotas-partes do capital que subscrever, proporcionalmente à sua participação nessas operações.
Saldos das transações da Cooperativa com a SICOOB CENTRAL CECREMGE:
Descrição 31/12/2016 31/12/2016
Ativo circulante - Relações interfinanceiras - centralização financeira
23.246.392,93 22.039.992,84 Ativo Permanente - Investimentos 3.059.917,31 2.316.743,97 As demonstrações contábeis do SICOOB CENTRAL CECREMGE, em 30/06/2017, foram auditadas por outros auditores independentes que emitiram relatório de auditoria sobre as demonstrações contábeis, datado de 18/08/2017, com opinião sem modificação.
19. Gerenciamento de Risco Risco Operacional
1. As diretrizes para o gerenciamento do risco operacional encontram-se registradas na Política Institucional de Risco Operacional que foi aprovada pela Diretoria Executiva e pelo Conselho de Administração do Sicoob Confederação, entidade responsável por prestar os serviços de gestão centralizada do risco operacional para as entidades do Sicoob.
2. O processo de gerenciamento do risco operacional consiste na avaliação qualitativa dos riscos por meio das etapas de identificação, avaliação, tratamento, testes de avaliação dos sistemas de controle, comunicação e informação.
3. As perdas operacionais são comunicadas à Área de Controles Internos que interage com os gestores das áreas e identifica formalmente as causas, a adequação dos controles implementados e a necessidade de aprimoramento dos processos, inclusive com a inserção de novos controles.
14 5. A metodologia de alocação de capital, para fins do Novo Acordo da Basileia, utilizada para
determinação da parcela de risco operacional (RWAopad) é a Abordagem do Indicador Básico (BIA).
6. Em cumprimento à Resolução CMN 3.380/2006, encontra-se disponível no sítio do Sicoob (www.sicoob.com.br) relatório descritivo da estrutura de gerenciamento do risco operacional.
Riscos de Mercado e de Liquidez
1. O gerenciamento dos riscos de mercado e de liquidez do SICOOB COSMIPA objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar os riscos de mercado e de liquidez, por meio das boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída nas Resoluções CMN 3.464/2007 e 4.090/2012.
2. Conforme preceitua o artigo 9 da Resolução CMN 3.464/2007 e artigo 8 Resolução CMN 4.090/2012, o SICOOB COSMIPA aderiu à estrutura única de gestão dos riscos de mercado e de liquidez do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. (Sicoob Confederação), desde novembro de 2017, sendo anteriormente realizado pelo Banco Cooperativo do Brasil S.A (Bancoob), que pode ser evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br.
3. No gerenciamento do risco de mercado são adotados procedimentos padronizados de identificação de fatores de risco, de classificação da carteira de negociação (trading) e não negociação (banking), de mensuração do risco de mercado de estabelecimento de limites de risco, de testes de stress e de aderência ao modelo de mensuração de risco (backtesting).
4. No gerenciamento do risco de liquidez são adotados procedimentos para identificar, avaliar, monitorar e controlar a exposição ao risco de liquidez, limite mínimo de liquidez, fluxo de caixa projetado, testes de stress e planos de contingência.
5. Não obstante a centralização do gerenciamento dos riscos de mercado e de liquidez, o SICOOB COSMIPA possui estrutura compatível com a natureza das operações e com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de liquidez da entidade.
Risco de Crédito
1. O gerenciamento de risco de crédito do SICOOB COSMIPA objetiva garantir a aderência às normas vigentes, maximizar o uso do capital e minimizar os riscos envolvidos nos negócios de crédito por meio das boas práticas de gestão de riscos.
2. Conforme preceitua o artigo 9 da Resolução CMN nº 3.721/2009, o SICOOB COSMIPA aderiu à estrutura única de gestão do risco de crédito do Sicoob, centralizada no Sicoob Confederação (Sicoob), desde novembro de 2017, sendo anteriormente realizado pelo Banco Cooperativo do Brasil S.A (Bancoob), a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br.
3. Compete ao gestor a padronização de processos, de metodologias de análises de risco de clientes e de operações, de criação e de manutenção de política única de risco de crédito para o Sicoob, além do monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas.
4. Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, o SICOOB COSMIPA possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de crédito da entidade.