Grupo de Materiais de Construção 2 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
Indústria automobilística
nacional
Década de 80
Já era usual os prédios
terem até 2 subsolos
Com mais carros tornou-se
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fundamental para a evolução das contenções
Concreto projetado com fibras
Telas metálicas
Armação manual
EX 1:
Conceito era baseado no peso próprio
Surgem os tirantes
Importante:
Terras urbanas
m
2– preço muito alto
Esbeltez
EX 2:
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evitam perda de área e permitem escavações
mais profundas.
É preciso considerar:
• Custo
• Prazo
As tecnologias mais modernas propiciam maior
produtividade, melhor aproveitamento do
terreno e escavações mais profundas e
seguras.
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topografia acidentada, representam sempre um elevado
ônus no orçamento total da obra.
Diante disso, é importante a realização de uma análise
detalhada de qual tipo de contenção atende do ponto
de vista técnico, além de satisfazer também quanto ao
Definição:
Elemento estrutural que apresenta a função de
conter um determinado maciço de terra que possa
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Detalhes:
• É a solução mais comum para segurar um
barranco.
• A função do muro de arrimo é substituir a terra que
foi removida para a feitura de um platô.
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C o r t e
Te r r e n o n a t u r a l
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Terreno removido
exercia uma
pressão sobre o
Região ficou solta
e pode
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Muro de
arrimo
Deve exercer
pressão ≥ a do solo
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Gravidade
+
Flexão
Muro de gravidade
Gabiões
Flexão com contrafortes
Concreto
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Parede diafragma
Outros métodos:
Perfis com pranchada
Solo grampeado
x x x x x x x x x x x x x x
x x x x x x x x x x x x x x
momento
Muro de gravidade - Concreto
< Tendência ao
tombamento!!!
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Muro de gravidade - Concreto
x x x x x x x x x x x x x x
x x x x x x x x x x x x x x
momento
> Tendência ao
tombamento!!!
x x x x x x x x x x x x x x
x x x x x x x x x x x x x x
momento
± 40 a 50 % de H
H
Economicamente viáveis
para:
H < 5 ou 6 m
Princípio: Peso Próprio
Muro de gravidade - Concreto
Em geral:
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Muro de gravidade - Concreto
x x x x x x x x x x x x x x
x x x x x x x x x x x x x x
Se for usada esta configuração, recomenda-se fazer uma
pequena inclinação no talude (2 graus com a vertical).
88 graus
Motivo:
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Muro de Gravidade - Gabiões
Gaiolas de aço galvanizado cheias com pedras de
granulometria superior a malha
x x x x x x x x x x x x x x
Muro de Gravidade - Gabiões
Formato Prisma retangular
Uso Muros de barragens,
contenções e canalizações
Comprimento (m) 1,5; 2; 3 ou 4
Altura (m) 0,5 ou 1 m
Largura (m) 1
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Muro de Gravidade - Gabiões
No caso de muros de grande
altura:
Gabiões mais baixos na base
(altura = 0,5m): maior rigidez e
resistência.
Muro de Gravidade - Gabiões
Para muros muito longos:
Gabiões com comprimento de
até 4 m podem ser utilizados
para agilizar a construção.
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Muro de Gravidade - Gabiões
Aço galvanizado
• Galvanização dupla
• Pode ter revestimento
de PVC
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Degraus para dentro
x x x x x x x x x x x x x x
Pode ser assim?
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Principais vantagens:
• Grande flexibilidade (permite que a estrutura se acomode
a recalques diferenciais);
• Permeabilidade.
• Forma de L
• Anti-econômicos para alturas > 5 a 7 m
• Concreto armado
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Resistem aos empuxos por flexão, utilizando parte
do peso próprio do maciço.
Muro de Flexão
São estruturas mais esbeltas que os muros de
gravidade convencionais.
x x x x x x x x x x x x x x
momento
Muro de Flexão
50 a 70% de H
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x x x x x x x x x x x x x x
momento
Muro de Flexão com Contrafortes
Contraforte
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x x x x x x x x x x x x x x
momento
Muro de Flexão com Contrafortes
Contraforte
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Técnica em que o reforço do maciço é
obtido através da inclusão de
elementos metálicos:
Grampos
Solo Grampeado
Resistentes à tração e
momentos fletores.
O método construtivo:
• Corte do solo de acordo com a
geometria do projeto (exceto se for
para reforçar taludes);
• Colocação da linha de
chumbadores (grampos);
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O método construtivo:
• Aplicação do revestimento de concreto projetado;
• São feitos drenos profundos de paramentos e canaletas
conforme o projeto ao longo do talude.
Introdução dos grampos
no maciço:
• Por cravação direta de
elementos metálicos
(diâmetros entre 12,5 a 38 mm)
Solo Grampeado
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Introdução dos grampos
no maciço:
• Através de pré-furos
(diâmetros entre 75 a 150 mm)
,
seguidos pela introdução de
barras metálicas e
preenchimento do furo.
Tipo de perfuratriz:
Depende da área de trabalho,
profundidade e diâmetro do
furo.
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O método de perfuração
deve permitir estabilidade da
cavidade perfurada até que a
injeção da calda de cimento
seja concluída.
Após a perfuração:
Instalação e fixação de nervuras metálicas, de fibra de vidro
ou similares.
Metálica: Mais comum
Precisa de tratamento anticorrosivo adequado
(resina epóxica ou calda de cimento)
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Dispositivo centralizadores:
Garantir recobrimento
contínuo e constante do
grampo com a calda de
cimento.
Usualmente, reserva-se o uso de
resinas para materiais rochosos
e calda com elevado teor de
cimento para solos.
Material de enchimento:
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Detalhe da cabeça do
grampo
Para a instalação:
Preencher o furo com o
material injetado e
introduzir a barra
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Para a instalação:
Outra alternativa: injetar
a calda de cimento após
a instalação da barra
Detalhe: pode precisar
de tubulação acessória.
O revestimento do talude é um ponto muito importante nesta
técnica
Solo Grampeado
Garante a estabilidade do
sistema em conjunto com
Grupo de Materiais de Construção 58 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
Tela soldada:
Oferece ao concreto
projetado uma armação
muito prática e eficiente
É necessário uma perfeita
compactação para evitar
o efeito sombra (vazio
atrás da tela)
Camadas: 1 ou 2
Concreto projetado
Espessura 5 a 20 cm
Elevadas resistências iniciais:
até 10 MPa em 10 horas
Alto teor de cimento
Adições: Sílica ativa (5 a 10%)
Aditivos
Grupo de Materiais de Construção 60 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
Drenos:
• Drenagem profunda
• Drenagem de superfície
DHP (drenos sub-horizontais profundos)
• Resultantes da instalação de tubos plásticos de 1½” a 2”
drenantes, em perfurações no solo de 2 ½” a 4”.
• Comprimento de 6 a 18 m.
• Tubos perfurados e recobertos por manta geotêxtil ou por
tela de nylon
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Drenos de superfície (Barbacãs):
• Cavidade (cerca de 40 x 40 x 40 cm) - preenchida com
material granular (areia) - tendo como saída um tubo de PVC
drenante com inclinação descendente (dreno pontual)
• Canaleta de pé ou dreno linear.
Esquema
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Década de 50 e 60
Execução da linha 1 (Azul) do metrô de SP;
Foi o grande propulsor das contenções no Brasil;
Grande investimento em pesquisa e técnicas construtivas.
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escavada com
lama bentonítica
Uso: quando as escavações internas de uma obra
interceptam o lençol freático e materiais arenosos.
Objetivo: evitar que estas escavações internas ao terreno
ocorram com o fluxo constante de água para dentro da obra,
eliminando-se o rebaixamento do lençol freático nas regiões
anexas à escavação e melhorando as condições de
Grupo de Materiais de Construção 70 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
A sequência executiva compreende as fases de:
a) Preparo e instalação do canteiro;
b) Execução das paredes guias;
110 cm
Paredes guias
de concreto
A sequência executiva compreende as fases de:
c) Posicionamento da diafragmadora;
Grupo de Materiais de Construção 72 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
Escavação:
- Espessura entre 30 e
120 cm
- Largura de 2,50 ou
3,20 m
A sequência executiva compreende as fases de:
d) Escavação do painel com a diafragmadora e
preenchimento da escavação com lama bentonítica
previamente preparada;
Objetivo da lama bentonítica: evitar desbarrrancamento da
parte interna da cava.
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Lama bentonítica:
Mistura de água com a bentonita em pó em proporções
adequadas ao desenvolvimento do serviço.
Bentonita?
Bentonita: Argila com predominância de
montmorilonita, que é um argilomineral expansivo
Para solos mais finos que areia média, é usual a concentração
de bentonita de 4%.
Características da lama bentonítica:
Antes da escavação
Antes da concretagem
Densidade ≥ 1,03 g/cm
3
Densidade ≤ 1,1 g/cm
3
Viscosidade ≥ 30s
Viscosidade ≤ 90s
pH entre 7 e 11
pH entre 7 e 11
Teor de areia ≤ 3%
Teor de areia ≤ 3%
A lama pode ser reciclada desarenando-a ou misturando com
lama nova para que atinja os parâmetros acima especificados.
Grupo de Materiais de Construção 76 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
A sequência executiva compreende as fases de:
e) Colocação da armadura dentro do painel cheio de lama;
Armaduras ou gaiolas: Armadura dos painéis
previamente montadas.
• Atentar para a limpeza da base da escavação com a retirada de detritos
remanescentes;
• Efetuar a substituição da lama bentonítica por outra que apresente as
características estabelecidas.
A sequência executiva compreende as fases de:
f) Concretagem submersa do painel.
Tubo de concretagem ou tubo tremonha:
Tubos metálicos, de diversos comprimentos, acoplados entre
si, utilizados para concretagem submersa, dotados em sua extremidade
de um funil.
Grupo de Materiais de Construção 78 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
A sequência executiva compreende as fases de:
A sequência executiva compreende as fases de:
f) Concretagem submersa do painel.
Características do concreto:
- Resistência â compressão mínima de 20 MPa, aos 28 dias
- Consumo de cimento mínimo de 400 kg/m
3- Brita 1
- Slump entre 18 e 22 cm
- Não utilizar cimentos CPIII, cimento ARI, pó de pedra ou
aditivos retardadores de pega
Grupo de Materiais de Construção 80 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
g) Preenchimento da escavação com placa pré-moldada:
- Procedimento alternativo da concretagem no local
- Após escavação, troca-se a lama por coulis (mistura de
cimento com lama bentonítica, com 100 a 200 kg de
cimento por m
3
de lama);
- Concreta-se o fundo da escavação e coloca-se a placa
embutindo-a no concreto.
Grupo de Materiais de Construção 82 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
g) Preenchimento da escavação com
placa pré-moldada:
- A placa pode ser de CA ou CP, maciça
ou vazada, com encaixe macho-fêmea.
- A estanqueidade é obtida pelo coulis
formado entre a mureta-guia e a placa
pré-moldada
A sequência executiva compreende as fases de:
Grupo de Materiais de Construção 84 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
A sequência executiva compreende as fases de:
Grupo de Materiais de Construção 86 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
Características:
- Não necessita de lama bentonítica para
execução
- Eliminação da mureta-guia
- Penetra em materiais de grande resistência,
como argila dura e rocha gnaisse
- Ausência de desbarrancamento durante a
escavação das estacas, devido ao revestimento
das estacas aliado à utilização do trado helicoidal
contínuo
Grupo de Materiais de Construção 88 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
A sequência executiva compreende as fases de:
a) Perfuração: máx. de 17,5m
-
Perfuratriz de hélice contínua
-
Possui “cabeça dupla” que possibilita perfuração
encostada na divisa e o recorte de peças de concreto.
“Cabeça dupla”: composta por um tubo de revestimento que
gira no sentido anti-horário e um trado helicoidal que gira
no sentido horário, de modo que o tubo de revestimento
perfura e o trado helicoidal limpa a parte interna da
b) Concretagem
- Preenchimento das estacas com argamassa fluida com
slump > 28 cm e f
ck
entre 18 e 25 MPa
c) Armação
- As estacas da 1
a
fase não são armadas, apenas
argamassadas. As peças são implantadas deixando-se
a previsão para as estacas da 2ª fase, que são armadas
e devem recortar as estacas argamassadas.
- É possível o uso de perfis I de aço em todas as
estacas para maior estruturação da parede.
Grupo de Materiais de Construção 90 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
Grupo de Materiais de Construção 92 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
Obtido pela cravação de perfis metálicos estruturais
(laminados ou soldados), junto às divisas do terreno a ser
escavado: cravação com bate-estaca de queda livre.
Perfis também podem ser utilizados como fundações,
servindo de apoio às lajes periféricas da edificação.
Pequena espessura final do arrimo (~35 cm), baixo custo
final e boa velocidade de execução.
Grupo de Materiais de Construção 94 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
Após a cravação dos perfis, a escavação é executada
simultaneamente à colocação dos pranchões entre os perfis
e a divisa do terreno;
Os pranchões podem ser de madeira ou placas de CA;
O trecho pranchado fica em balanço e o restante do perfil
enterrado no solo;
Os perfis têm comprimento de 12 m e resistência de
escoamento entre 250 e 350 MPa.
Grupo de Materiais de Construção 98 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
Sistema construtivo estrutural que possui
assentamento por encaixe rápido e versátil.
Grupo de Materiais de Construção 100 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
Permite a construção de muros de diferentes
configurações estéticas ou funcionais.
Ranhuras dimensionadas para atender três níveis de recuo
entre fiadas.
• faces inclinadas de 90, 80 ou 70°
com a horizontal
Grupo de Materiais de Construção 102 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
Sistema de drenagem
Preencher as cavidades do
bloco com material drenante,
que conduzirá a água para
um dreno implantado na parte
inferior do muro
Materiais de reforço
Dois tipos: geogrelhas ou geotêxteis
Sua escolha se baseia:
• Tipo de solo utilizado como aterro;
• Capacidade de suporte do solo de fundação;
• Configurações geométricas da contenção;
• Cargas solicitantes do sistema.
Grupo de Materiais de Construção 104 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
Grupo de Materiais de Construção 106 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
É interessante usar os dois tipos de materiais de reforço
na mesma contenção.
• Geogrelhas na parte inferior (material mais rígido e
resistente)
• Geotêxteis na parte superior da contenção.
Materiais utilizados no sistema:
a) Aterro
Pode ser o solo local
Exceto os com alta concentração de pedregulhos e entulhos
que possam danificar os elementos de reforço.
Grupo de Materiais de Construção 109 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
b) Reforço
Geotêxteis - muros baixos (h < 4 m de altura) ou nas
inclusões superiores de muros altos
Geogrelhas - na base e inclusões inferiores/intermediárias de
muros altos (h > 4 m)
b) Reforço
A combinação de ambos pode ser viável, se adequadamente
projetada, no sentido de minimizar o custo da contenção e
facilitar a execução.
Grupo de Materiais de Construção 111 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
c) Contenção
Blocos segmentados de concreto
d) Fixação dos blocos
Pinos de aço CA-50, f1/4“ (6,3 mm), com comprimento de 30
cm, posicionadas nas ranhuras dos blocos.
f) Fundação
Areia adensada ou brita 2 lançada sobre solos de fundação
de boa capacidade de suporte - SPT > 5 golpes.
Substituição ou melhoria do solo quando o solo de fundação
possuir baixa capacidade de suporte - SPT < 4 golpes.
Grupo de Materiais de Construção 113 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
SPT ?
Standard Penetration Test”
“Teste de Penetração Padrão”
Índice de compacidade do
solo usado mundialmente
Golpe = 65 kg caindo em queda
livre de 75 cm de altura.
SPT ?
Grupo de Materiais de Construção 115 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
Dados gerais:
1 - Construído simultaneamente:
Assentamento dos blocos até uma determinada altura (duas
a três fiadas) e logo a instalação do material de reforço e
compactação da camada de solo nos espaçamentos
especificados
Grupo de Materiais de Construção 117 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
Dados gerais:
2 - Os blocos trabalham como fôrma para preenchimento
das camadas de aterro
3 - O lançamento das camadas do aterro deve ser feito
com retroescavadeira, pá-carregadeira, ou outro sistema
mecanizado.
Dados gerais:
4 - A compactação das camadas do aterro deve ser feita com
rolo compactador ou aparelho tipo sapo, atingindo grau de
compactação de no mínimo 90% do Proctor Normal
Grupo de Materiais de Construção 119 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
5 - Em muitos casos, não há
necessidade de compactação
pesada próxima à face do
muro (até 1 m de distância).
Nesta zona, a compactação
pode ser manual.
1) Preparação da base e valeta de assentamento
Sequência de execução:
Escavação da valeta de
drenagem e assentamento
dos blocos
Grupo de Materiais de Construção 121 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
Posicionamento dos elementos de drenagem no interior da
valeta (por exemplo, tubos-dreno, geotêxtil, etc.).
Sequência de execução:
Preenchimento da valeta com o material de fundação
(por exemplo, brita 2) até o nível de assentamento da
primeira fiada de blocos.
Sequência de execução:
Grupo de Materiais de Construção 123 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
2) Primeira fiada de blocos
Sequência de execução:
• Feito apenas por justaposição;
• Não necessita de argamassa de
rejunte;
• Cuidado especial deve ser
tomado em relação ao nível e
Sequência de execução:
Prumo?
Grupo de Materiais de Construção 126 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
Sequência de execução:
3 - Próximas fiadas de blocos
Sequência de execução:
Posicionar os pinos de aço
CA-50, h=30 cm, f1/4“ (6,3 mm) nas
ranhuras posteriores de cada
bloco da primeira fiada
(Os pinos são guias e esperas
dos blocos das fiadas superiores)
Grupo de Materiais de Construção 128 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
• Preencher as aberturas
posteriores de cada bloco com
material drenante.
3 - Próximas fiadas de blocos
• Preencher também os espaços
formados entre blocos com
material drenante.
Sequência de execução:
3 - Próximas fiadas de blocos
- Encaixar as ranhuras do bloco da
fiada superior no pino de espera da
fiada logo abaixo.
- Posicionar os pinos para espera da
próxima fiada na ranhura posterior.
- Repetir o pocedimento para as
outras fiadas.
Grupo de Materiais de Construção 130 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
Sequência de execução:
4 – Assentamento de blocos em curva
Remover aletas na posterior do bloco,
permitindo articulação entre dois blocos.
Sequência de execução:
Grupo de Materiais de Construção 132 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
Seqüência de execução:
4 – Assentamento de blocos em curva
Sequência de execução:
5 – Execução do solo reforçado
• Geogrelha
• Geotêxtil
Cada um possui particularidades de instalação
Grupo de Materiais de Construção 134 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
Sequência de execução:
5 – Execução do solo reforçado
• Diversos níveis de resistência à ruptura e módulos de
deformação.
• Compostos por materiais distintos
• Conferir as suas características com as especificações de
projeto.
Sequência de execução:
5 – Execução do solo reforçado
• Geogrelha
Logo abaixo da primeira
fiada de geoblocos
A fixação é feita através
dos próprios pinos de
Grupo de Materiais de Construção 136 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
Sequência de execução:
5 – Execução do solo reforçado
Inicia-se o assentamento dos blocos até a altura do
espaçamento especificado
Por exemplo: se o espaçamento é igual a 40 cm, então
assentam-se duas fiadas de geobloco.
Sequência de execução:
Inicia-se a compactação do solo
- Em camadas de 20 cm até atingir o topo do
espaçamento especificado.
- Posiciona-se uma nova camada de geogrelha e o
processo se repete até a última camada.
5 – Execução do solo reforçado
• Geogrelha
Grupo de Materiais de Construção 138 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
Sequência de execução:
5 – Execução do solo reforçado
• Geotêxtil
Envelopamento da camada
de solo compactado.
• Envelopamento não garante ligação entre a face e o aterro.
• Prever instalação de uma faixa de geotêxtil (de ligação) com
aproximadamente 1 m de largura ancorada aos pinos de
Sequência de execução:
5 – Execução do solo reforçado
• Geotêxtil
Detalhe da faixa de
geotêxtil de ligação
Grupo de Materiais de Construção 140 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
Sequência de execução:
5 – Execução do solo reforçado
Após o geotêxtil de ligação, inicia-se o assentamento das
fiadas que servirão de fôrma para o envelopamento com
geotêxtil.
Sequência de execução:
5 – Execução do solo reforçado
Estender o geotêxtil com o devido comprimento de ancoragem (L)
Deixar a outra extremidade
livre para compor o retorno do
sistema de envelopamento
Grupo de Materiais de Construção 142 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
• Compactação das camadas de terreno sobre o geotextil
Sequência de execução:
5 – Execução do solo reforçado
• Camadas de 20 cm de altura até
o espaçamento especificado.
Sequência de execução:
5 – Execução do solo reforçado
Executa-se o retorno do geotêxtil para o interior do aterro,
conferindo o efeito de envelopamento
Geotêxtil
de ligação
Grupo de Materiais de Construção 144 Prof. Dr. Marcelo Medeiros
Sequência de execução:
5 – Execução do solo reforçado
Detalhe do retorno do geotêxtil
para o interior do aterro.
Sequência de execução:
5 – Execução do solo reforçado
Posicionar os pinos e o
geotêxtil de ligação e repetir
os passos até a última
Grupo de Materiais de Construção 146 Prof. Dr. Marcelo Medeiros