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(1)
(2)

Grupo de Materiais de Construção 2 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Indústria automobilística

nacional

(3)

Década de 80

Já era usual os prédios

terem até 2 subsolos

Com mais carros tornou-se

(4)

Grupo de Materiais de Construção 4 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

fundamental para a evolução das contenções

Concreto projetado com fibras

Telas metálicas

Armação manual

EX 1:

(5)

Conceito era baseado no peso próprio

Surgem os tirantes

Importante:

Terras urbanas

m

2

– preço muito alto

Esbeltez

EX 2:

(6)

Grupo de Materiais de Construção 6 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

evitam perda de área e permitem escavações

mais profundas.

É preciso considerar:

• Custo

• Prazo

(7)

As tecnologias mais modernas propiciam maior

produtividade, melhor aproveitamento do

terreno e escavações mais profundas e

seguras.

(8)

Grupo de Materiais de Construção 8 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

topografia acidentada, representam sempre um elevado

ônus no orçamento total da obra.

Diante disso, é importante a realização de uma análise

detalhada de qual tipo de contenção atende do ponto

de vista técnico, além de satisfazer também quanto ao

(9)

Definição:

Elemento estrutural que apresenta a função de

conter um determinado maciço de terra que possa

(10)

Grupo de Materiais de Construção 10 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Detalhes:

• É a solução mais comum para segurar um

barranco.

• A função do muro de arrimo é substituir a terra que

foi removida para a feitura de um platô.

(11)
(12)

Grupo de Materiais de Construção 12 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

C o r t e

Te r r e n o n a t u r a l

(13)
(14)

Grupo de Materiais de Construção 14 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Terreno removido

exercia uma

pressão sobre o

(15)

Região ficou solta

e pode

(16)

Grupo de Materiais de Construção 16 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Muro de

arrimo

Deve exercer

pressão ≥ a do solo

(17)
(18)

Grupo de Materiais de Construção 18 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

(19)

Gravidade

+

Flexão

Muro de gravidade

Gabiões

Flexão com contrafortes

Concreto

(20)

Grupo de Materiais de Construção 20 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Parede diafragma

Outros métodos:

Perfis com pranchada

Solo grampeado

(21)

x x x x x x x x x x x x x x

x x x x x x x x x x x x x x

momento

Muro de gravidade - Concreto

< Tendência ao

tombamento!!!

(22)

Grupo de Materiais de Construção 22 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Muro de gravidade - Concreto

x x x x x x x x x x x x x x

x x x x x x x x x x x x x x

momento

> Tendência ao

tombamento!!!

(23)

x x x x x x x x x x x x x x

x x x x x x x x x x x x x x

momento

± 40 a 50 % de H

H

Economicamente viáveis

para:

H < 5 ou 6 m

Princípio: Peso Próprio

Muro de gravidade - Concreto

Em geral:

(24)

Grupo de Materiais de Construção 24 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

(25)

Muro de gravidade - Concreto

x x x x x x x x x x x x x x

x x x x x x x x x x x x x x

Se for usada esta configuração, recomenda-se fazer uma

pequena inclinação no talude (2 graus com a vertical).

88 graus

Motivo:

(26)

Grupo de Materiais de Construção 26 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Muro de Gravidade - Gabiões

Gaiolas de aço galvanizado cheias com pedras de

granulometria superior a malha

x x x x x x x x x x x x x x

(27)

Muro de Gravidade - Gabiões

Formato Prisma retangular

Uso Muros de barragens,

contenções e canalizações

Comprimento (m) 1,5; 2; 3 ou 4

Altura (m) 0,5 ou 1 m

Largura (m) 1

(28)

Grupo de Materiais de Construção 28 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Muro de Gravidade - Gabiões

No caso de muros de grande

altura:

Gabiões mais baixos na base

(altura = 0,5m): maior rigidez e

resistência.

(29)

Muro de Gravidade - Gabiões

Para muros muito longos:

Gabiões com comprimento de

até 4 m podem ser utilizados

para agilizar a construção.

(30)

Grupo de Materiais de Construção 30 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Muro de Gravidade - Gabiões

Aço galvanizado

• Galvanização dupla

• Pode ter revestimento

de PVC

(31)
(32)

Grupo de Materiais de Construção 32 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Degraus para dentro

x x x x x x x x x x x x x x

Pode ser assim?

(33)
(34)

Grupo de Materiais de Construção 34 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Principais vantagens:

• Grande flexibilidade (permite que a estrutura se acomode

a recalques diferenciais);

• Permeabilidade.

(35)

• Forma de L

• Anti-econômicos para alturas > 5 a 7 m

• Concreto armado

(36)

Grupo de Materiais de Construção 36 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Resistem aos empuxos por flexão, utilizando parte

do peso próprio do maciço.

Muro de Flexão

São estruturas mais esbeltas que os muros de

gravidade convencionais.

(37)

x x x x x x x x x x x x x x

momento

Muro de Flexão

50 a 70% de H

(38)

Grupo de Materiais de Construção 38 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

(39)

x x x x x x x x x x x x x x

momento

Muro de Flexão com Contrafortes

Contraforte

(40)

Grupo de Materiais de Construção 40 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

(41)

x x x x x x x x x x x x x x

momento

Muro de Flexão com Contrafortes

Contraforte

(42)

Grupo de Materiais de Construção 43 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Técnica em que o reforço do maciço é

obtido através da inclusão de

elementos metálicos:

Grampos

Solo Grampeado

Resistentes à tração e

momentos fletores.

(43)

O método construtivo:

• Corte do solo de acordo com a

geometria do projeto (exceto se for

para reforçar taludes);

• Colocação da linha de

chumbadores (grampos);

(44)

Grupo de Materiais de Construção 45 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

O método construtivo:

• Aplicação do revestimento de concreto projetado;

• São feitos drenos profundos de paramentos e canaletas

conforme o projeto ao longo do talude.

(45)

Introdução dos grampos

no maciço:

• Por cravação direta de

elementos metálicos

(diâmetros entre 12,5 a 38 mm)

Solo Grampeado

(46)

Grupo de Materiais de Construção 47 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Introdução dos grampos

no maciço:

• Através de pré-furos

(diâmetros entre 75 a 150 mm)

,

seguidos pela introdução de

barras metálicas e

preenchimento do furo.

(47)

Tipo de perfuratriz:

Depende da área de trabalho,

profundidade e diâmetro do

furo.

(48)

Grupo de Materiais de Construção 50 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

O método de perfuração

deve permitir estabilidade da

cavidade perfurada até que a

injeção da calda de cimento

seja concluída.

(49)

Após a perfuração:

Instalação e fixação de nervuras metálicas, de fibra de vidro

ou similares.

Metálica: Mais comum

Precisa de tratamento anticorrosivo adequado

(resina epóxica ou calda de cimento)

(50)

Grupo de Materiais de Construção 52 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Dispositivo centralizadores:

Garantir recobrimento

contínuo e constante do

grampo com a calda de

cimento.

(51)

Usualmente, reserva-se o uso de

resinas para materiais rochosos

e calda com elevado teor de

cimento para solos.

Material de enchimento:

(52)

Grupo de Materiais de Construção 54 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Detalhe da cabeça do

grampo

(53)

Para a instalação:

Preencher o furo com o

material injetado e

introduzir a barra

(54)

Grupo de Materiais de Construção 56 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Para a instalação:

Outra alternativa: injetar

a calda de cimento após

a instalação da barra

Detalhe: pode precisar

de tubulação acessória.

(55)

O revestimento do talude é um ponto muito importante nesta

técnica

Solo Grampeado

Garante a estabilidade do

sistema em conjunto com

(56)

Grupo de Materiais de Construção 58 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Tela soldada:

Oferece ao concreto

projetado uma armação

muito prática e eficiente

É necessário uma perfeita

compactação para evitar

o efeito sombra (vazio

atrás da tela)

Camadas: 1 ou 2

(57)

Concreto projetado

Espessura 5 a 20 cm

Elevadas resistências iniciais:

até 10 MPa em 10 horas

Alto teor de cimento

Adições: Sílica ativa (5 a 10%)

Aditivos

(58)

Grupo de Materiais de Construção 60 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Drenos:

• Drenagem profunda

• Drenagem de superfície

(59)

DHP (drenos sub-horizontais profundos)

• Resultantes da instalação de tubos plásticos de 1½” a 2”

drenantes, em perfurações no solo de 2 ½” a 4”.

• Comprimento de 6 a 18 m.

• Tubos perfurados e recobertos por manta geotêxtil ou por

tela de nylon

(60)

Grupo de Materiais de Construção 62 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Drenos de superfície (Barbacãs):

• Cavidade (cerca de 40 x 40 x 40 cm) - preenchida com

material granular (areia) - tendo como saída um tubo de PVC

drenante com inclinação descendente (dreno pontual)

• Canaleta de pé ou dreno linear.

(61)

Esquema

(62)

Grupo de Materiais de Construção 64 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

(63)

Década de 50 e 60

Execução da linha 1 (Azul) do metrô de SP;

Foi o grande propulsor das contenções no Brasil;

Grande investimento em pesquisa e técnicas construtivas.

(64)

Grupo de Materiais de Construção 68 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

escavada com

lama bentonítica

(65)

Uso: quando as escavações internas de uma obra

interceptam o lençol freático e materiais arenosos.

Objetivo: evitar que estas escavações internas ao terreno

ocorram com o fluxo constante de água para dentro da obra,

eliminando-se o rebaixamento do lençol freático nas regiões

anexas à escavação e melhorando as condições de

(66)

Grupo de Materiais de Construção 70 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

A sequência executiva compreende as fases de:

a) Preparo e instalação do canteiro;

b) Execução das paredes guias;

110 cm

Paredes guias

de concreto

(67)

A sequência executiva compreende as fases de:

c) Posicionamento da diafragmadora;

(68)

Grupo de Materiais de Construção 72 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Escavação:

- Espessura entre 30 e

120 cm

- Largura de 2,50 ou

3,20 m

(69)

A sequência executiva compreende as fases de:

d) Escavação do painel com a diafragmadora e

preenchimento da escavação com lama bentonítica

previamente preparada;

Objetivo da lama bentonítica: evitar desbarrrancamento da

parte interna da cava.

(70)

Grupo de Materiais de Construção 74 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Lama bentonítica:

Mistura de água com a bentonita em pó em proporções

adequadas ao desenvolvimento do serviço.

Bentonita?

Bentonita: Argila com predominância de

montmorilonita, que é um argilomineral expansivo

Para solos mais finos que areia média, é usual a concentração

de bentonita de 4%.

(71)

Características da lama bentonítica:

Antes da escavação

Antes da concretagem

Densidade ≥ 1,03 g/cm

3

Densidade ≤ 1,1 g/cm

3

Viscosidade ≥ 30s

Viscosidade ≤ 90s

pH entre 7 e 11

pH entre 7 e 11

Teor de areia ≤ 3%

Teor de areia ≤ 3%

A lama pode ser reciclada desarenando-a ou misturando com

lama nova para que atinja os parâmetros acima especificados.

(72)

Grupo de Materiais de Construção 76 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

A sequência executiva compreende as fases de:

e) Colocação da armadura dentro do painel cheio de lama;

Armaduras ou gaiolas: Armadura dos painéis

previamente montadas.

• Atentar para a limpeza da base da escavação com a retirada de detritos

remanescentes;

• Efetuar a substituição da lama bentonítica por outra que apresente as

características estabelecidas.

(73)

A sequência executiva compreende as fases de:

f) Concretagem submersa do painel.

Tubo de concretagem ou tubo tremonha:

Tubos metálicos, de diversos comprimentos, acoplados entre

si, utilizados para concretagem submersa, dotados em sua extremidade

de um funil.

(74)

Grupo de Materiais de Construção 78 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

A sequência executiva compreende as fases de:

(75)

A sequência executiva compreende as fases de:

f) Concretagem submersa do painel.

Características do concreto:

- Resistência â compressão mínima de 20 MPa, aos 28 dias

- Consumo de cimento mínimo de 400 kg/m

3

- Brita 1

- Slump entre 18 e 22 cm

- Não utilizar cimentos CPIII, cimento ARI, pó de pedra ou

aditivos retardadores de pega

(76)

Grupo de Materiais de Construção 80 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

(77)

g) Preenchimento da escavação com placa pré-moldada:

- Procedimento alternativo da concretagem no local

- Após escavação, troca-se a lama por coulis (mistura de

cimento com lama bentonítica, com 100 a 200 kg de

cimento por m

3

de lama);

- Concreta-se o fundo da escavação e coloca-se a placa

embutindo-a no concreto.

(78)

Grupo de Materiais de Construção 82 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

g) Preenchimento da escavação com

placa pré-moldada:

- A placa pode ser de CA ou CP, maciça

ou vazada, com encaixe macho-fêmea.

- A estanqueidade é obtida pelo coulis

formado entre a mureta-guia e a placa

pré-moldada

(79)

A sequência executiva compreende as fases de:

(80)

Grupo de Materiais de Construção 84 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

A sequência executiva compreende as fases de:

(81)
(82)

Grupo de Materiais de Construção 86 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Características:

- Não necessita de lama bentonítica para

execução

- Eliminação da mureta-guia

- Penetra em materiais de grande resistência,

como argila dura e rocha gnaisse

- Ausência de desbarrancamento durante a

escavação das estacas, devido ao revestimento

das estacas aliado à utilização do trado helicoidal

contínuo

(83)
(84)

Grupo de Materiais de Construção 88 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

A sequência executiva compreende as fases de:

a) Perfuração: máx. de 17,5m

-

Perfuratriz de hélice contínua

-

Possui “cabeça dupla” que possibilita perfuração

encostada na divisa e o recorte de peças de concreto.

“Cabeça dupla”: composta por um tubo de revestimento que

gira no sentido anti-horário e um trado helicoidal que gira

no sentido horário, de modo que o tubo de revestimento

perfura e o trado helicoidal limpa a parte interna da

(85)

b) Concretagem

- Preenchimento das estacas com argamassa fluida com

slump > 28 cm e f

ck

entre 18 e 25 MPa

c) Armação

- As estacas da 1

a

fase não são armadas, apenas

argamassadas. As peças são implantadas deixando-se

a previsão para as estacas da 2ª fase, que são armadas

e devem recortar as estacas argamassadas.

- É possível o uso de perfis I de aço em todas as

estacas para maior estruturação da parede.

(86)

Grupo de Materiais de Construção 90 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

(87)
(88)

Grupo de Materiais de Construção 92 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

(89)

Obtido pela cravação de perfis metálicos estruturais

(laminados ou soldados), junto às divisas do terreno a ser

escavado: cravação com bate-estaca de queda livre.

Perfis também podem ser utilizados como fundações,

servindo de apoio às lajes periféricas da edificação.

Pequena espessura final do arrimo (~35 cm), baixo custo

final e boa velocidade de execução.

(90)

Grupo de Materiais de Construção 94 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Após a cravação dos perfis, a escavação é executada

simultaneamente à colocação dos pranchões entre os perfis

e a divisa do terreno;

Os pranchões podem ser de madeira ou placas de CA;

O trecho pranchado fica em balanço e o restante do perfil

enterrado no solo;

Os perfis têm comprimento de 12 m e resistência de

escoamento entre 250 e 350 MPa.

(91)
(92)

Grupo de Materiais de Construção 98 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Sistema construtivo estrutural que possui

assentamento por encaixe rápido e versátil.

(93)
(94)

Grupo de Materiais de Construção 100 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Permite a construção de muros de diferentes

configurações estéticas ou funcionais.

(95)

Ranhuras dimensionadas para atender três níveis de recuo

entre fiadas.

• faces inclinadas de 90, 80 ou 70°

com a horizontal

(96)

Grupo de Materiais de Construção 102 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Sistema de drenagem

Preencher as cavidades do

bloco com material drenante,

que conduzirá a água para

um dreno implantado na parte

inferior do muro

(97)

Materiais de reforço

Dois tipos: geogrelhas ou geotêxteis

Sua escolha se baseia:

• Tipo de solo utilizado como aterro;

• Capacidade de suporte do solo de fundação;

• Configurações geométricas da contenção;

• Cargas solicitantes do sistema.

(98)

Grupo de Materiais de Construção 104 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

(99)
(100)

Grupo de Materiais de Construção 106 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

É interessante usar os dois tipos de materiais de reforço

na mesma contenção.

• Geogrelhas na parte inferior (material mais rígido e

resistente)

• Geotêxteis na parte superior da contenção.

(101)

Materiais utilizados no sistema:

a) Aterro

Pode ser o solo local

Exceto os com alta concentração de pedregulhos e entulhos

que possam danificar os elementos de reforço.

(102)

Grupo de Materiais de Construção 109 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

b) Reforço

Geotêxteis - muros baixos (h < 4 m de altura) ou nas

inclusões superiores de muros altos

Geogrelhas - na base e inclusões inferiores/intermediárias de

muros altos (h > 4 m)

(103)

b) Reforço

A combinação de ambos pode ser viável, se adequadamente

projetada, no sentido de minimizar o custo da contenção e

facilitar a execução.

(104)

Grupo de Materiais de Construção 111 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

c) Contenção

Blocos segmentados de concreto

d) Fixação dos blocos

Pinos de aço CA-50, f1/4“ (6,3 mm), com comprimento de 30

cm, posicionadas nas ranhuras dos blocos.

(105)

f) Fundação

Areia adensada ou brita 2 lançada sobre solos de fundação

de boa capacidade de suporte - SPT > 5 golpes.

Substituição ou melhoria do solo quando o solo de fundação

possuir baixa capacidade de suporte - SPT < 4 golpes.

(106)

Grupo de Materiais de Construção 113 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

SPT ?

Standard Penetration Test”

“Teste de Penetração Padrão”

Índice de compacidade do

solo usado mundialmente

(107)

Golpe = 65 kg caindo em queda

livre de 75 cm de altura.

SPT ?

(108)

Grupo de Materiais de Construção 115 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

(109)

Dados gerais:

1 - Construído simultaneamente:

Assentamento dos blocos até uma determinada altura (duas

a três fiadas) e logo a instalação do material de reforço e

compactação da camada de solo nos espaçamentos

especificados

(110)

Grupo de Materiais de Construção 117 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Dados gerais:

2 - Os blocos trabalham como fôrma para preenchimento

das camadas de aterro

3 - O lançamento das camadas do aterro deve ser feito

com retroescavadeira, pá-carregadeira, ou outro sistema

mecanizado.

(111)

Dados gerais:

4 - A compactação das camadas do aterro deve ser feita com

rolo compactador ou aparelho tipo sapo, atingindo grau de

compactação de no mínimo 90% do Proctor Normal

(112)

Grupo de Materiais de Construção 119 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

5 - Em muitos casos, não há

necessidade de compactação

pesada próxima à face do

muro (até 1 m de distância).

Nesta zona, a compactação

pode ser manual.

(113)

1) Preparação da base e valeta de assentamento

Sequência de execução:

Escavação da valeta de

drenagem e assentamento

dos blocos

(114)

Grupo de Materiais de Construção 121 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Posicionamento dos elementos de drenagem no interior da

valeta (por exemplo, tubos-dreno, geotêxtil, etc.).

Sequência de execução:

(115)

Preenchimento da valeta com o material de fundação

(por exemplo, brita 2) até o nível de assentamento da

primeira fiada de blocos.

Sequência de execução:

(116)

Grupo de Materiais de Construção 123 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

2) Primeira fiada de blocos

Sequência de execução:

• Feito apenas por justaposição;

• Não necessita de argamassa de

rejunte;

• Cuidado especial deve ser

tomado em relação ao nível e

(117)

Sequência de execução:

Prumo?

(118)

Grupo de Materiais de Construção 126 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Sequência de execução:

(119)

3 - Próximas fiadas de blocos

Sequência de execução:

Posicionar os pinos de aço

CA-50, h=30 cm, f1/4“ (6,3 mm) nas

ranhuras posteriores de cada

bloco da primeira fiada

(Os pinos são guias e esperas

dos blocos das fiadas superiores)

(120)

Grupo de Materiais de Construção 128 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

• Preencher as aberturas

posteriores de cada bloco com

material drenante.

3 - Próximas fiadas de blocos

• Preencher também os espaços

formados entre blocos com

material drenante.

(121)

Sequência de execução:

3 - Próximas fiadas de blocos

- Encaixar as ranhuras do bloco da

fiada superior no pino de espera da

fiada logo abaixo.

- Posicionar os pinos para espera da

próxima fiada na ranhura posterior.

- Repetir o pocedimento para as

outras fiadas.

(122)

Grupo de Materiais de Construção 130 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Sequência de execução:

4 – Assentamento de blocos em curva

Remover aletas na posterior do bloco,

permitindo articulação entre dois blocos.

(123)

Sequência de execução:

(124)

Grupo de Materiais de Construção 132 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Seqüência de execução:

4 – Assentamento de blocos em curva

(125)

Sequência de execução:

5 – Execução do solo reforçado

• Geogrelha

• Geotêxtil

Cada um possui particularidades de instalação

(126)

Grupo de Materiais de Construção 134 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Sequência de execução:

5 – Execução do solo reforçado

• Diversos níveis de resistência à ruptura e módulos de

deformação.

• Compostos por materiais distintos

• Conferir as suas características com as especificações de

projeto.

(127)

Sequência de execução:

5 – Execução do solo reforçado

• Geogrelha

Logo abaixo da primeira

fiada de geoblocos

A fixação é feita através

dos próprios pinos de

(128)

Grupo de Materiais de Construção 136 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Sequência de execução:

5 – Execução do solo reforçado

Inicia-se o assentamento dos blocos até a altura do

espaçamento especificado

Por exemplo: se o espaçamento é igual a 40 cm, então

assentam-se duas fiadas de geobloco.

(129)

Sequência de execução:

Inicia-se a compactação do solo

- Em camadas de 20 cm até atingir o topo do

espaçamento especificado.

- Posiciona-se uma nova camada de geogrelha e o

processo se repete até a última camada.

5 – Execução do solo reforçado

• Geogrelha

(130)

Grupo de Materiais de Construção 138 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Sequência de execução:

5 – Execução do solo reforçado

• Geotêxtil

Envelopamento da camada

de solo compactado.

• Envelopamento não garante ligação entre a face e o aterro.

• Prever instalação de uma faixa de geotêxtil (de ligação) com

aproximadamente 1 m de largura ancorada aos pinos de

(131)

Sequência de execução:

5 – Execução do solo reforçado

• Geotêxtil

Detalhe da faixa de

geotêxtil de ligação

(132)

Grupo de Materiais de Construção 140 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Sequência de execução:

5 – Execução do solo reforçado

Após o geotêxtil de ligação, inicia-se o assentamento das

fiadas que servirão de fôrma para o envelopamento com

geotêxtil.

(133)

Sequência de execução:

5 – Execução do solo reforçado

Estender o geotêxtil com o devido comprimento de ancoragem (L)

Deixar a outra extremidade

livre para compor o retorno do

sistema de envelopamento

(134)

Grupo de Materiais de Construção 142 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

• Compactação das camadas de terreno sobre o geotextil

Sequência de execução:

5 – Execução do solo reforçado

• Camadas de 20 cm de altura até

o espaçamento especificado.

(135)

Sequência de execução:

5 – Execução do solo reforçado

Executa-se o retorno do geotêxtil para o interior do aterro,

conferindo o efeito de envelopamento

Geotêxtil

de ligação

(136)

Grupo de Materiais de Construção 144 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Sequência de execução:

5 – Execução do solo reforçado

Detalhe do retorno do geotêxtil

para o interior do aterro.

(137)

Sequência de execução:

5 – Execução do solo reforçado

Posicionar os pinos e o

geotêxtil de ligação e repetir

os passos até a última

(138)

Grupo de Materiais de Construção 146 Prof. Dr. Marcelo Medeiros

Sequência de execução:

5 – Execução do solo reforçado

Geotêxtil de ligação

Envelopamento

com geotêxtil

(139)

Algumas vantagens:

• Solução bastante versátil

• Baixo custo

• Grande apelo estético.

• Simples execução

Referências

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