Detalhe de Oferta de Emprego
Caracterização da Oferta
Código da Oferta: OE202008/0029
Tipo Oferta: Procedimento Concursal Comum Estado: Expirada
Nível Orgânico: Câmaras Municipais
Orgão / Serviço: Câmara Municipal de Santarém Vínculo: CTFP por tempo indeterminado Regime: Carreiras Gerais
Carreira: Técnico Superior Categoria: Técnico Superior Grau de Complexidade: 3
Remuneração: 1205,08 Suplemento Mensal: 0.00 EUR
Caracterização do Posto de Trabalho:
Funções de complexidade de grau 3 com a categoria de técnico superior, na área de engenharia eletrotécnica, para exercer as suas atividades na Divisão de Gestão de Espaço Público e Espaços Verdes do Departamento de Ambiente, Sustentabilidade e Espaço Público. Elaborar informações, pareceres técnicos, estudos, planos de manutenção e projetos eletrotécnicos, nas áreas de intervenção da unidade orgânica; Coordenar equipas operacionais e gerir a realização de obras por administração direta; Elaborar cadernos de encargos e demais peças procedimentais necessárias à contratação externa de bens e serviços, nas áreas de atuação da unidade orgânica; Gerir contratos de aquisição de bens e serviços, nas áreas de atuação da unidade orgânica.
Requisitos de Admissão
Nomeação definitiva
Nomeação transitória, por tempo determinável Nomeação transitória, por tempo determinado Relação Júridica: CTFP por tempo indeterminado
CTFP a termo resolutivo certo CTFP a termo resolutivo incerto
Sem Relação Jurídica de Emprego Público
a) Nacionalidade Portuguesa, quando não dispensada pela Constituição, convenção internacional ou lei especial;
b) 18 anos de idade completos; Requisitos para a Constituição de
Relação Jurídica:
c) Não inibição do exercício de funções públicas ou não interdição para o exercício daquelas que se propõe desempenhar;
d) Robustez física e perfil psíquico indispensável ao exercício das funções; e) Cumprimento das leis de vacinação obrigatória.
Autorização dos membros do Governo Artigo 30.º da LTFP:
18 de maio 2020 Requisitos de Nacionalidade: Sim
Habilitação Literária: Licenciatura
Descrição da Habilitação Literária: Licenciatura Engª Eletrotécnica, Engª Eletromecânica, insc. Ordem Engenheiros membro efetivo.
Grupo Área Temática Sub-área Temática Área Temática
Locais de Trabalho
Local Trabalho Nº Postos Morada Localidade Código Postal Distrito Concelho
Câmara Municipal de Santarém 1 Praça do Município 2000027 SANTARÉM Santarém Santarém
Total Postos de Trabalho: 1
Formalização das Candidaturas
Outros Requisitos: Carta de condução, categoria B.
Envio de Candidaturas para: [email protected] Contacto: 243304200
Data Publicitação: 2020-08-26 Data Limite: 2020-09-08
Texto Publicado
Jornal Oficial e Orgão de Comunicação Social: Diario da Republica 2ª Série nº 165, de 25/08/2020
Texto Publicado em Jornal Oficial: MUNICÍPIO DE SANTARÉM CÂMARA MUNICIPAL AVISO PROCEDIMENTO CONCURSAL COMUM DE CONTRATAÇÃO EM REGIME DE CONTRATO DE TRABALHO EM FUNÇÕES PÚBLICAS POR TEMPO INDETERMINADO PARA VINTE POSTOS DE TRABALHO. 1 – Nos termos do nº 2 do artigo 33º da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas doravante designada LTFP, aprovada pela Lei nº 35/2014, de 20 de junho conjugado com o disposto no artigo 11º da Portaria nº 125-A/2019, de 30 de abril, torna-se público, que na sequência das deliberações da Câmara Municipal tomada na reunião de 18 de maio, encontram-se abertos pelo prazo de 10 dias úteis, a contar da data da publicação do presente aviso no Diário da República, Procedimentos Concursais Comuns na Modalidade de Relação Jurídica de Emprego Público por Tempo Indeterminado, para preenchimento dos seguintes postos de trabalho: Departamento de Ambiente, Sustentabilidade e Espaço Público: Procedimento A – 1 Técnico (Engenharia Civil); Procedimento B - 1 Técnico Superior (Engenharia Eletrotécnica); Procedimento C – 1 Assistente Técnico (Área de Ambiente - Sensibilização e Animação Ambiental); Procedimento D – 1 Assistente Técnico (Gestão
Ambiental). Departamento de Gestão Territorial e Planeamento: Procedimento E - 1 Técnico Superior (Engenharia Civil); Procedimento F - 1 Técnico Superior (Arquitetura); Procedimento G - 1 Técnico Superior (Arquivo); Procedimento H - 1 Técnico Superior (Planeamento). Departamento de Administração e Finanças: Procedimento I - 1 Técnico Superior (Contabilidade); Procedimento J - 1 Técnico Superior (Solicitadoria ou Gestão Pública); Procedimento K - 5 Assistentes Operacionais (Vigilância). Departamento de Educação, Cultura e
Desenvolvimento Social: Procedimento L - 1 Técnico Superior (Arqueologia); Procedimento M - 1 Técnico Superior (Psicologia); Procedimento N - 1 Técnico Superior (Turismo); Procedimento O - 1 Técnico Superior (Som e Imagem); Procedimento P - 1 Assistente Técnico (Turismo) 2 - Não estão constituídas reservas de recrutamento no Município; - De acordo com a solução interpretativa uniforme da Direcção-Geral das Autarquias Locais, homologada pelo Senhor Secretário de Estado da Administração Local, em 15 de Julho de 2014, as autarquias não têm de consultar a Direcção-Geral da Qualificação dos
Trabalhadores em Funções Públicas (INA), no âmbito do procedimento prévio de recrutamento de trabalhadores em situação de valorização profissional (anterior regime de requalificação); - Não se encontra ainda constituída a EGRA (Entidade Gestora da Requalificação nas Autarquias Locais); - A Portaria nº. 125-A/2019,
Formação Profissional Nº de Vagas/ Alterações
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de 30 de abril, diploma legal que regulamenta a tramitação do procedimento concursal na administração pública, não prevê já a consulta à ECCRC (Entidade Gestora das reservas de recrutamento centralizadas); 3 - Legislação aplicável: Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas aprovada pela Lei nº 35/2014 de 20 de junho, Decreto Regulamentar n.º 14/2008, de 31 de julho, LTFP, Portaria n.º 125-A/2019, de 30 de abril e Decreto-Lei n.º 209/2009, de 03 de setembro. 4 – Nos termos do n.º 3 e 4 do artigo 30.º da Portaria 125-A/2019, os
procedimentos concursais são válidos para ocupação de idênticos postos de trabalho a ocorrer no prazo máximo de 18 meses contados a partir da data de homologação da lista de ordenação final dos presentes procedimentos concursais (reserva de recrutamento interna) 5 – Caracterização dos postos de trabalho: Procedimento A – Funções de complexidade de grau 3 com a categoria de técnico superior, na área de engenharia civil, para exercer as suas atividades na Divisão de Gestão de Espaço Público e Espaços Verdes do Departamento de Ambiente, Sustentabilidade e Espaço Público. Elaborar informações, pareceres técnicos, estudos, planos de manutenção e projetos de engenharia civil, nas áreas de intervenção da unidade orgânica; Coordenar equipas operacionais e gerir a realização de obras por administração direta; Elaborar cadernos de encargos e demais peças procedimentais necessários à contratação externa de bens e serviços, nas áreas de atuação da unidade orgânica; Gerir contratos de aquisição de bens e serviços, nas áreas de atuação da unidade orgânica. Procedimento B - Funções de complexidade de grau 3 com a categoria de técnico superior, na área de engenharia eletrotécnica, para exercer as suas atividades na Divisão de Gestão de Espaço Público e Espaços Verdes do Departamento de Ambiente, Sustentabilidade e Espaço Público. Elaborar informações, pareceres técnicos, estudos, planos de manutenção e projetos eletrotécnicos, nas áreas de intervenção da unidade orgânica; Coordenar equipas operacionais e gerir a realização de obras por administração direta; Elaborar cadernos de encargos e demais peças procedimentais necessárias à contratação externa de bens e serviços, nas áreas de atuação da unidade orgânica; Gerir contratos de aquisição de bens e serviços, nas áreas de atuação da unidade orgânica. Procedimento C – Funções de complexidade de grau 2 com a categoria de Assistente técnico, na área de ambiente – sensibilização e animação ambiental, para exercer as suas atividades na Divisão de Ambiente e Sustentabilidade do Departamento de Ambiente, Sustentabilidade e Espaço Público. Desenvolver projetos de animação ambiental e do património ambiental como ribeiras, rios, floresta, espécies e habitat naturais a preservar e a proteger. Envolver pessoas nas temáticas ambientais e induzir às mudanças de
comportamento necessárias para uma sociedade mais ativa nas questões ambientais. Assegurar o funcionamento da Casa do Ambiente. Apoiar a conceção, organização e executar a operacionalização de campanhas de Informação, Sensibilização e Educação Ambiental; Desenvolver projetos de Animação Ambiental no espaço público; Desenvolver projetos de envolvimento de grupos alvo nos projetos ambientais nos vários domínios da gestão ambiental nomeadamente gestão e resíduos, gestão de recursos hídricos, Qualidade do Ar, Alterações Climáticas; Apoiar na implementação de sistemas de gestão
ambiental; Participar em projetos de conservação da natureza, da promoção da biodiversidade, das florestas, da fauna, flora e habitats; Assegurar as campanhas nacionais de cariz ambiental implementadas localmente; Aplicar as técnicas de animação em atividades de animação ambiental; Promover a cidadania ambiental nos grupos-alvo; Conceber matérias pedagógicos de comunicação ambiental aos grupos alvos; Desenvolver e executar a programação de eventos ambientais na Casa do Ambiente e digitalmente. Procedimento D – Funções de complexidade de grau 2 com a categoria de assistente técnico, na área de gestão ambiental, para exercer as suas atividades na Divisão de Ambiente e Sustentabilidade do Departamento de Ambiente, Sustentabilidade e Espaço Público. Funções em áreas operacionais da gestão ambiental designadamente na gestão de resíduos, na gestão sustentável de recursos hídricos e nas Campanhas de Educação e sensibilização Ambiental. Otimização de circuitos de recolha de resíduos; Manter o sistema de contentorização funcional recorrendo a medidas de organização de meios humanos, mecânicos e serviços; Monitorização em campo dos sistemas de recolhas seletivas bem como da rede ecopontos implementada no concelho; Avaliar as reclamações do sistema de gestão de resíduos e propor diariamente a sua resolução em articulação com o Serviço Operacional de Resíduos com reporte semanal à área de engenharia da Divisão; Proceder ao levantamento, organização e tratamento de dados para caraterização de situações de referência em gestão de resíduos; Utilizar os sistemas de informação geográfica; Participar em atividades que impliquem a aplicação de legislação ambiental e ou
identificação de infrações; Assegurar o reporte de dados do Sistema de Avaliação da Qualidade dos Serviço de gestão de Resíduos; Apoiar no terreno os projetos de engenharia ambiental de conservação da natureza e valorização da
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biodiversidade em habitats ribeirinhos; Apoiar a conceção, organização e operacionalização de campanhas de informação, sensibilização e educação ambiental na área da gestão de resíduos e outras de cariz ambiental; Assegurar as sessões de dinamização da Casa do Ambiente como equipamento aprovado na APA -Centro de Interpretação Ambiental. Procedimento E - Funções de complexidade de grau 3 com a categoria de técnico superior, na área de engenharia civil, para exercer as suas atividades na Divisão de Planeamento e Projetos do Departamento de Gestão Territorial e Planeamento. Elaborar projetos internos nas especialidades de edifícios (preferencialmente projetos de estabilidade, rede predial de abastecimento de águas, e rede predial de águas residuais domésticas e pluviais), infraestruturas rodoviárias (preferencialmente projetos de arruamentos, projetos de abastecimento de águas, projetos de drenagem de águas residuais domésticas e pluviais); Elaborar informações, pareces e executar atividades de apoio geral ou especializado na área de engenharia civil; Preparar os elementos necessários para o lançamento de concursos públicos de projetos e empreitadas de obras públicas de acordo com o CCP, nomeadamente elaborar programas de concurso, caderno de encargos, memórias descritivas, mapa de quantidades, estimativas orçamentais e condições técnicas gerais e especiais; Integrar os júris dos procedimentos concursais de projetos e empreitadas efetuando a análise e pareceres preliminares e finais de adjudicação, sem prejuízo de outras tarefas a si distribuídas neste âmbito, tais como o esclarecimento de erros e omissões; Colaborar e articular as suas atividades com outros serviços, nomeadamente nas áreas do planeamento do território e arquitetura; Elaborar programas
preliminares ou programas base que definam os requisitos que o dono de obra pretende ver cumpridos na elaboração de projetos, quando contratados a projetistas externos; Acompanhar e apreciar tecnicamente os projetos adjudicados ao exterior, nas especialidades de edifícios, infraestruturas rodoviárias, infraestruturas públicas de drenagem e de abastecimento de água e recolha de pareceres, internos e/ou externos, referentes a outras especialidades; Efetuar a gestão de projetos, que consiste em verificar se os aspetos definidos em programa preliminar/programa base estão a ser devidamente assegurados nas várias fases de entrega do projeto; Elaborar relatórios de avaliação imobiliária com análise urbanística no sentido de preparar pareceres técnicos no âmbito de processos de aquisição de imóveis, expropriações e constituição de servidões administrativas; Utilizar as ferramentas informáticas de trabalho nomeadamente: gestão documental, autocad, office, cype e outro software específico para as especialidades acima descritas; Procedimento F - Funções de complexidade de grau 3 com a categoria de técnico superior, na área de arquitetura, para exercer as suas atividades na Divisão de Gestão Urbanística do Departamento de Gestão Territorial e Planeamento. Avaliação e informação de processos relativos a operações urbanísticas e pedidos de informação prévia, assegurando conformação às normas regulamentares plasmadas nos Instrumentos de Gestão Territorial; Avaliação e informação de processos de obras particulares, nomeadamente procedimento de comunicação prévia e licenciamento, entrados e em tramitação nos serviços de Urbanismo do Município; Promoção das diligências associadas à obtenção de pareceres externos (SIRJUE), garantindo controlo e conclusão do procedimento; Elaboração da informação sobre pretensões em avaliação nos serviços do Município, ao nível do enquadramento nos instrumentos de gestão territorial, bem como verificar adequação às normas regulamentares aplicáveis à iniciativa; Integração da Comissão Técnica de Vistorias, participando nas ações sobre as quais o Município tenha competências ao nível da gestão urbanística;
Desempenhar funções de atendimento presencial na Loja do Cidadão, no balcão do atendimento do urbanismo, informação sobre instrução de operações urbanísticas, condicionantes, normas e esclarecimento sobre filosofia de intervenção de planos Municipais de Ordenamento de Território em vigor na Concelho; Elaborar informações sobre os diferentes procedimentos associados às competências da unidade orgânica de Gestão Urbanística, do Município. Procedimento G - Funções de complexidade de grau 3 com a categoria de técnico superior, na área de arquivo, para exercer as suas atividades na Divisão de Gestão Urbanística do Departamento de Gestão Territorial e Planeamento. Promover a digitalização do acervo documental por forma a facilitar o acesso aos documentos e evitar a sua danificação pelo manuseamento; Promover a digitalização e arquivamento (aplicação X-ARQ) de documentação relativa a processos de obras particulares; Avaliar e organizar a documentação de fundos públicos e privados com interesse administrativo, probatório e cultural, tais como documentos textuais, cartográficos, audiovisuais e legíveis por máquina; Orientar e elaborar instrumentos de descrição da documentação ou, dito de outra maneira, simplificar o acesso aos documentos em arquivo com recurso à sua descrição; Apoiar na pesquisa e recuperação de registos e documentos
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apropriados; Assegurar a aplicação dos normativos legais de gestão da documentação em arquivo, manter o acervo documental existente organizado e avaliado; Articular a reprodução de documentos respeitantes à atividade municipal em coordenação com diversos serviços municipais de modo a evitar a duplicação; Exercer, com responsabilidade e autonomia técnica, sob
coordenação superior, funções consultivas, de estudo, planeamento, programação, avaliação e de aplicação de métodos e processos de natureza técnica e ou científica inerentes à área de gestão da informação; Promover trabalhos tendo em vista a conservação e o restauro de documentos; Executar outras atividades de apoio geral ou especializado nas áreas de atuação comuns, instrumentais e operativas dos órgãos e serviços. Procedimento H - Funções de complexidade de grau 3 com a categoria de técnico superior, na área de planeamento, para exercer as suas atividades na Divisão de Planeamento e Projetos do Departamento de Gestão Territorial e Planeamento. Elaborar e fazer o acompanhamento de IGT’S, nomeadamente Plano Diretor Municipal, Plano de Pormenor, Urbanização e Unidades Execução; Acompanhar a compatibilidade dos PMOT’S com os IGT´S de ordem superior, nomeadamente o PROT-OVT – Plano Regional de Ordenamento do Território de Oeste e Vale do Tejo, POPNSAC, entre outros, identificando os problemas e os objetivos do ordenamento do território às diferentes escalas de análise; Promover o desenvolvimento, caracterizar e elaborar o modelo territorial do concelho; Preparar os programas de intervenção e posterior acompanhamento do desenvolvimento de planos, projetos ou estudos de natureza urbanística; Apreciar, no quadro da gestão urbana, de estudos, projetos ou propostas de intervenção urbana, assim como de pedidos de informação formulados pelo público e emissão dos respetivos pareceres; Conceção de Projeto urbanos, nomeadamente de conjuntos urbanos, espaços e estruturas verdes, ordenando os diversos elementos de modo a garantir a permanência do equilíbrio visual, e tendo em consideração aspetos de ordenamento, estéticos, arquitetónicos, históricos, sociais, de qualidade de vida e de sustentabilidade económica, prestando a devida assistência técnica e orientação no decurso da respetiva execução; Colaborar na definição das propostas de estratégia, de metodologia e de desenvolvimento para as intervenções urbanísticas, nomeadamente nas áreas do arquitetura, reabilitação social e urbana e engenharia; Desenvolver a programação, avaliação e aplicação de métodos e processos de natureza técnica e ou científica, que fundamentam e preparam a decisão; Elaborar
autonomamente ou em grupo, de estudos setoriais, cartas temáticas e cartas de riscos naturais, classificação e qualificação de solo urbano e rural; Elaboração de relatórios e de conteúdos materiais e documentais específicos dos IGT’S; Acompanhar a elaboração de Avaliações Ambientais Estratégicas inerentes aos PMOT’S; Acompanhar a execução do Mapa de Ruído do Concelho; Gestão e atualização de base de dados gráficas e/ou alfanuméricas; Elaboração e Domínio de ferramentas informáticas para análise e tratamento de dados, nomeadamente Access e Excell; Utilização e desenvolvimento de trabalhos em Autocad Map e ArcGis, nomeadamente, digitalização de dados, cruzamento e compatibilização de diferentes bases de dados e elementos gráficos e análise espacial com vista à produção de cartografia em formato digital e analógico; Conhecimento na área das tecnologias e sistemas de informação geográfica (ArcGis; Quantum Gis, ou similares). Procedimento I - Funções de complexidade de grau 3 com a categoria de técnico superior, na área de contabilidade, para exercer as suas atividades na Divisão de Finanças do Departamento de Administração e Finanças. O posto de trabalho inerente ao presente procedimento concursal envolve o exercício de funções da carreira geral de Técnico Superior, tal como descritas na LTFP. Funções inerentes ao funcionamento da Divisão de Finanças cujas atribuições se encontram descritas no artigo 32.º do Regulamento dos Serviços do Município de Santarém publicado no DR n.º 187, 2.ª série, de 30 de setembro de 2019. O presente posto de trabalho prevê o exercício das seguintes tarefas: Apoio ao registo da receita e despesa e controlo da execução das mesmas, assim como colaboração nas modificações orçamentais; Análise e controlo de extratos e balancetes gerais; Apoio ao fecho de contas através da execução de alguns movimentos de fecho e elaboração dos mapas finais; Elaboração de reportes mensais de execução orçamental; Proceder ao registo contabilístico nos subsistemas de organização contabilística: contabilidade orçamental, contabilidade financeira e contabilidade de gestão; Desenvolve funções consultivas, de estudo, planeamento, programação, avaliação e aplicação de métodos e processos de natureza técnica e ou científica, que fundamentam e preparam a decisão. Elabora pareceres, projetos e atividades conducentes à definição das políticas do Município na área da unidade orgânica,
nomeadamente, na contabilidade orçamental e financeira. Procedimento J - Funções de complexidade de grau 3 com a categoria de técnico superior, na área de Solicitadoria/Gestão Pública, para exercer as suas atividades na Divisão de
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Finanças do Departamento de Administração e Finanças. O posto de trabalho inerente ao presente procedimento concursal envolve o exercício de funções da carreira geral de Técnico Superior, tal como descritas na LTFP. Funções inerentes ao funcionamento da Divisão de Finanças cujas atribuições se encontram descritas no artigo 32.º do Regulamento dos Serviços do Município de Santarém publicado no DR n.º 187, 2.ª série, de 30 de setembro de 2019. Colaborar na adaptação de todo o Património Móvel e Imóvel ao SNC-AP; Instruir e acompanhar os processos que se refiram à defesa dos bens do domínio público a cargo do Município e ainda do património que integre o seu domínio privado; Auxiliar na inventariação e registos contabilísticos no Sistema de Normalização do Património e Sistema de Normalização Contabilística de acordo com as novas exigibilidades do SNC-AP; Auxiliar na elaboração de regulamento do Património Municipal - adaptado à realidade em SNC-AP; Harmonização entre os registos municipais e a informação contida na AT e na Conservatória do Registo Predial. Procedimento K - Funções de complexidade de grau 1 com a categoria de Assistente Operacional, na área da vigilância, para exercer as suas atividades em regime de turnos na Divisão de Administração do Departamento de Administração e Finanças. Desempenho das funções previstas no Anexo a que se refere o n.º 2 do artigo 88.º da LTFP, assim como o desempenho de funções de vigilante, nomeadamente: Vigiar e proteger pessoas e bens em locais de acesso vedado ou condicionado ao público; Controlar a entrada, a presença e a saída de pessoas e bens em locais de acesso vedado ou condicionado ao público, em áreas previamente definidas; Prevenir a prática de crimes; Executar serviços de resposta e intervenção relativamente a alarmes que se produzam em centrais de receção e monotorização de alarmes;
Responsabilidade pelos equipamentos sob sua guarda e pela sua correta utilização, procedendo, quando necessário, à manutenção e reparação dos mesmos; Informar superiormente todas as anomalias verificadas no cumprimento das obrigações decorrentes da sua atividade. Procedimento L - Funções de complexidade de grau 3 com a categoria de técnico superior, na área de arqueologia, para exercer as suas atividades na Divisão de Cultura,
Património Cultural e Turismo do Departamento de Educação, Cultura e Desenvolvimento Social. Exercer funções consultivas, de estudo, planeamento, programação, fiscalização, avaliação e aplicação de métodos e processos de natureza técnica e científica que visam fundamentar e preparar a decisão, no âmbito do património arqueológico do Município de Santarém; Desenvolver ações que visam a gestão, conservação, estudo e divulgação do espólio arqueológico da Reserva de Arqueologia do Museu Municipal de Santarém; Realizar intervenções em sítios arqueológicos do concelho de Santarém, nomeadamente, através de projetos continuados de investigação, projetos de estudo, de valorização, recuperação e musealização de sítios e monumentos, ações de salvamento de bens e jazidas arqueológicas, bem como ações preventivas sobre o património arqueológico e cultural em risco. Principais atividades: Elaborar estudos, pareceres técnicos e projetos sobre o Património Arqueológico concelhio; Dirigir, coordenar e executar trabalhos arqueológicos, nomeadamente, escavações, prospeções, peritagens, vistorias, ações de fiscalização, informações e estudos diversos, elaborando os respetivos relatórios técnico-científicos; Executar trabalhos de prospeção e inventariação de sítios arqueológicos; Organizar, inventariar, classificar e elaborar estudos de materiais arqueológicos pertencentes à Reserva de Arqueologia do Museu Municipal de Santarém; Apoiar estudantes e investigadores nacionais e internacionais, na realização de trabalhos académicos e de índole científica, relativos ao Museu Municipal de Santarém, às suas coleções arqueológicas e demais património concelhio; Elaborar e acompanhar projetos de conservação, restauro e valorização de monumentos e sítios arqueológicos; Desenvolver ações de investigação, apresentação pública e publicação de trabalhos sobre as coleções em reserva no Museu e sobre o Património Arqueológico concelhio; Elaborar conteúdos e montar exposições temporárias sobre o Património Arqueológico de Santarém; Realizar visitas guiadas ao Museu Municipal de Santarém e ao Património Arqueológico concelhio; Colaborar nas atividades
educativas/divulgativas do Museu Municipal de Santarém. Procedimento M - Funções de complexidade de grau 3 com a categoria de técnico superior, na área de psicologia, para exercer as suas atividades na Divisão de Ação Social e Saúde do Departamento de Educação, Cultura e Desenvolvimento Social. Realizar a avaliação psicológica de crianças e jovens do Município de Santarém com recurso aos métodos e técnicas específicas para o efeito, e que são da exclusiva competência dos psicólogos, tendo em vista o despiste e o diagnóstico de perturbações mentais (e.g., perturbações do desenvolvimento, dificuldades de aprendizagem, perturbações do humor, da ansiedade e do comportamento); Proceder à intervenção psicoterapêutica com crianças e jovens, através de abordagens teórico-práticas adequadas às suas problemáticas, com vista a
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diminuí-las ou a reduzir o impacto no seu desenvolvimento psicológico e social, e a promover a sua integração social e académica; Articular com as diversas entidades com competências em matéria de infância e juventude, para complementar a intervenção de acordo com as necessidades emergentes (e.g., Psiquiatria da Infância e da Juventude, Comissão de Proteção de Crianças e Jovens, Ministério Público); Elaborar relatórios e outros pareceres formais; Realizar avaliação pericial (i.e., responder às solicitações de avaliações psicológicas efetuadas pelo Tribunal); Desenvolver e administrar ações de sensibilização e/ou de formação dirigidas aos intervenientes educativos, às crianças e jovens e às suas famílias, no âmbito da promoção da saúde mental e de comportamentos saudáveis; Desenvolver projetos de investigação científico-tecnológicos na área da saúde mental; Apoiar estudantes estagiários, e colaborar com investigadores na realização de trabalhos académicos e científicos.
Procedimento N - Funções de complexidade de grau 3 com a categoria de técnico superior, na área de turismo, para exercer as suas atividades na Divisão de Cultura, Património Cultural e Turismo do Departamento de Educação, Cultura e Desenvolvimento Social. Funções de conceção e adaptação de métodos e processos científicos-técnicos, de âmbito geral ou especializados, executados com autonomia e responsabilidade com vista a informar a decisão superior; Elaboração de conteúdos especializados com vista a inovar as intervenções na área de trabalho; Acolhimento e atendimento na área de trabalho em que se insere; Recolher, tratar e difundir informação turística e cultural necessária ao serviço em que esta´ integrado; Prestar informação turística e cultural no contexto de outras atividades relacionadas com turismo e cultura no serviço em que está integrado; Planear, organizar e participar em eventos ou outros projetos de natureza turística e cultural que promovam os recursos, os produtos e os agentes turísticos e culturais do município; Desenvolver as atividades administrativas inerentes a` atividade turística e cultural, fazendo uso de meios informáticos; Executar tarefas, procedimentos ou atribuições compatíveis com o exercício da função, que lhe são cometidas por lei, deliberação, despacho ou determinação superior. Procedimento O - Funções de complexidade de grau 3 com a categoria de técnico superior, na área de Som e Imagem, para exercer as suas atividades na Divisão de Cultura, Património Cultural e Turismo do
Departamento de Educação, Cultura e Desenvolvimento Social. Planificar, gerar e difundir conteúdos audiovisuais adequados a diferentes tipos de formatos de difusão, com o recurso a aplicações multimédia. Principais atividades: Pré-produção, produção e pós-produção de projetos audiovisuais; Captação de som; Operação de câmara vídeo; Iluminação; edição não-linear; Pós-produção de áudio; Pós-produção de imagem, Funções consultivas, de estudo, planeamento, programação, avaliação e aplicação de métodos e processos de natureza técnica e ou científica, que fundamentam e preparam a decisão. Elaboração, de pareceres e projetos, com diversos graus de complexidade, e execução de outras atividades de apoio geral ou especializado nas áreas de atuação comuns, instrumentais e operativas dos órgãos e serviços. Funções exercidas com responsabilidade e autonomia técnica, ainda que com enquadramento superior qualificado. Representação do órgão ou serviço em assuntos da sua
especialidade, tomando opções de índole técnica, enquadradas por diretivas ou orientações superiores. Procedimento P - Funções de complexidade de grau 2 com a categoria de assistente técnico, na área de turismo, para exercer a sua atividade na Divisão de Cultura, Património Cultural e Turismo do Departamento de Educação, Cultura e Desenvolvimento Social. Exercício de funções inerentes à carreira e categoria de assistente técnico; Funções de natureza executiva, de aplicação de métodos e processos, com base em diretivas bem definidas e instruções gerais, de grau médio de complexidade, nas áreas de atuação comuns e instrumentais e nos vários domínios de atuação da Autarquia. Principais atividades: Execução de tarefas de apoio elementares e indispensáveis ao funcionamento dos Postos de Turismo, nomeadamente no atendimento, acolhimento e prestação de informações aos visitantes fazendo uso de línguas estrangeiras; Assegurar o acompanhamento de grupos em visitas organizadas, na cidade e Concelho; Colaborar na organização e participar em ações, feiras e eventos de promoção, informação e animação turística organizadas pela autarquia ou outras nas quais esta participe; Apoiar o planeamento e a definição de estratégias inerentes à atividade turística; Desenvolver todas as atividades administrativas inerentes à atividade turística, fazendo uso de meios informáticos e outras que se adequem; Recolher, tratar e difundir toda a informação turística necessária ao serviço em que está integrado; Responsabilidade pelos materiais de merchandising de promoção turística; Armazenamento, controlo e
levantamento de stocks; Execução ou colaboração na realização de inventários periódicos; Zelar pela integridade do património afeto ao Posto de Turismo. 6 – Local de trabalho: Área do Município de Santarém. 7 – Remuneração: O posicionamento remuneratório dos trabalhadores recrutados obedecerá ao
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disposto no n.º 1 do artigo 38.º da LTFP. Procedimento A, B, E, F, G, H, I, J, L, M, N e O - A posição remuneratória de referência é de 1 205,08€ (mil duzentos e cinco euros e oito cêntimos), correspondente à 2ª posição remuneratória, nível remuneratório 15 da Tabela Remuneratória Única. Procedimento C, D e P - A posição remuneratória de referência é de 693,13€ (seiscentos e noventa e três euros e treze cêntimos), correspondente à 4ª posição remuneratória, nível remuneratório 5 da Tabela Remuneratória Única. Procedimento K - A posição remuneratória de referência é de 645,07€ (seiscentos e quarenta e cinco euros e sete cêntimos), correspondente à 4ª posição remuneratória, nível remuneratório 4 da Tabela Remuneratória Única. 8 – Requisitos obrigatórios de Admissão (eliminatórios): 8.1 – Requisitos Gerais, previstos no artigo 17.º da LTFP: a) Ter nacionalidade portuguesa, quando não dispensada pela Constituição, convenção internacional ou lei especial; b) Ter 18 anos de idade completos; c)Não estar inibido do exercício de funções públicas ou interdito para o exercício das funções que se propõe desempenhar; d)Possuir robustez física e o perfil psíquico indispensáveis ao exercício das funções; e) Cumprimento das leis de vacinação obrigatória. 9 – Requisito Habilitacional: Procedimento A – Licenciatura em Engenharia Civil e inscrição na Ordem dos Engenheiros como membro efetivo. Procedimento B - Licenciatura em Engenharia Eletrotécnica ou Engenharia Eletromecânica e inscrição na Ordem dos Engenheiros como membro efetivo. Procedimento C – 12º ano de escolaridade e qualificação profissional de nível 3 ou superior, designadamente nas áreas de gestão ambiental, animação ambiental, animação ambiental e de património. São, ainda, admitidas licenciaturas na área de ambiente. Procedimento D – 12º ano de escolaridade e qualificação profissional de nível 3 ou superior, designadamente nas áreas de gestão ambiental ou similar. São, ainda, admitidas licenciaturas na área de ambiente. Procedimento E - Licenciatura em Engenharia Civil, inscrição na Ordem dos Engenheiros como membro efetivo, Membro da lista oficial de Peritos Judiciais do Tribunal da Relação e Perito avaliador de fundos de investimento imobiliário registada na CMVM. Procedimento F - Licenciatura em Arquitetura de Gestão Urbanística; Procedimento G - Licenciatura na área da Documentação e Arquivística; Procedimento H - Licenciatura Arquitetura em Gestão Urbanística ou Planeamento Regional e Urbano ou Planeamento e Gestão do Território ou Engenharia do Território ou Geografia e Ordenamento do Território e Inscrição válida na Ordem dos Arquitetos ou Ordem dos Engenheiros ou Colégio ou Associação Equiparada, como membro efetivo ou associado registado; Procedimento I - Licenciatura ou grau superior na área de Contabilidade; Procedimento J - Licenciatura ou grau superior, na área de Administração Pública, Solicitadoria, Contabilidade, Gestão ou Economia; Procedimento K – Escolaridade obrigatória de acordo com a idade; Procedimento L - Licenciatura em História – variante de Arqueologia; Procedimento M – Licenciatura na área de Psicologia Clínica, inscrição como membro/associado de associação ou sociedade de psicoterapia ou psicologia em Portugal, inscrição na ordem dos Psicólogos e Certificado de Formador na área de Psicologia e das Relações Humanas; Procedimento N - Licenciatura em Turismo; Procedimento O - Licenciatura em Som e Imagem - ramo imagem; Procedimento P - 12º ano de escolaridade - Curso tecnológico, profissional ou outro de nível 3 com equivalência ao ensino secundário, na área do turismo. 10 – Outros requisitos Procedimento A, B e K - Carta de condução, categoria B. Procedimento L, O e P – Conhecimentos de línguas (inglês, francês e espanhol). 11 – Âmbito do recrutamento: 11.1 - Podem ser admitidos ao procedimento concursal agora publicado os seguintes
candidatos: a) Trabalhadores em situação de requalificação e trabalhadores detentores de vínculo de emprego público por tempo indeterminado; b) De acordo com a autorização previamente concedida pela Câmara Municipal tomada na reunião de 18 de maio de 2020, trabalhadores com vínculo de emprego público por tempo determinado ou determinável e candidatos sem relação jurídica de emprego público. 11.2 – Não podem ser admitidos candidatos que, cumulativamente, se encontrem integrados na carreira, sejam titulares da categoria e, não se encontrando em mobilidade, ocupem postos de trabalho previstos no mapa de pessoal desta Câmara Municipal idênticos aos postos de trabalho para cuja ocupação se publicita o presente procedimento. 12 – Para a formalização da candidatura, os candidatos deverão utilizar obrigatoriamente o formulário tipo “Formulário de Candidatura ao Procedimento Concursal” (disponível em www.cm-santarém.pt) devendo ser remetida preferencialmente para o email [email protected], ou remetida por correio por carta registada até ao termo do prazo de candidatura, para Praça do Município – 2005-245 SANTARÉM. Os candidatos são excluídos caso não entreguem o formulário tipo corretamente preenchido. 13 – O requerimento deve ser acompanhado dos seguintes documentos, sob pena de exclusão: a) Curriculum vitae detalhado, datado e assinado; b) Certificado ou documento comprovativo das habilitações literárias c) Documentos comprovativos de ações de formação onde conste a
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data de realização e duração das mesmas; d)Documento comprovativo da inscrição na ordem de engenheiro/arquiteto, Colégio ou Associação Equiparada como membro efetivo ou associado registado de acordo com o exigido no requisito habilitacional de cada procedimento (só para os procedimentos A, B, E e H); e) Carta de condução (só para o Procedimento A, B e K); f) Documento comprovativo Membro da lista oficial de Peritos Judiciais do Tribunal da Relação e Perito avaliador de fundos de investimento imobiliário registada na CMVM (Só para o Procedimento E); g) Registo Criminal que ateste que podem exercer a atividade de vigilante e Atestado médico comprovativo da robustez física para o exercício das funções a desempenhar (só para o procedimento K); h) Documento comprovativo da inscrição como membro/associado de associação ou sociedade de psicoterapia ou psicologia em Portugal, inscrição na ordem dos Psicólogos e Certificado de Formador na área de Psicologia e das Relações Humanas (só para o procedimento M); i) No caso de os candidatos possuírem relação jurídica de emprego público, documento comprovativo da existência de relação jurídica de emprego público, bem como da carreira/categoria de que seja titular, da atividade que executa, do órgão ou serviço onde o candidato exerce funções, as menções de desempenho obtidas nos últimos três biénios de avaliação e a posição remuneratória que detém. O documento é reportado ao prazo estabelecido para apresentação das candidaturas. 14 - Os candidatos que exercem funções ao serviço da Câmara Municipal de Santarém estão
dispensados de apresentar o documento constante da alínea i) do ponto 13. 15 – Métodos de seleção – Os métodos de seleção a utilizar são os previstos no artigo 36.º da LTFP e artigo 5.º da Portaria 125-A/2019, de 30 de abril - Prova de Conhecimentos Escrita, Avaliação Psicológica e Entrevista Profissional de Seleção. 15.1 – Para os candidatos que estejam a executar as funções caracterizadoras do posto de trabalho em causa bem como para os candidatos em situação de requalificação que, imediatamente antes, tenham desempenhado aquelas funções, e salvo se expressamente afastados por escrito pelos
candidatos, os métodos de seleção obrigatórios Prova de Conhecimentos Escrita e Avaliação Psicológica, serão substituídos pelos métodos de seleção obrigatórios Avaliação Curricular e Entrevista de Avaliação de Competências. 15.2 – A prova de conhecimentos revestirá a forma escrita (PCE), com a duração máxima de noventa minutos, sendo valorada de 0 a 20 valores (considerando-se a valoração até às centésimas), com possibilidade de consulta aos diplomas legais apenas em suporte papel, versando sobre os seguintes conteúdos: Procedimento A: Regulamento Geral dos Sistemas Públicos e Prediais de Distribuição de Água e de Drenagem de Águas Residuais: Decreto-Regulamentar nº 23/95, de 23 de agosto; Regulamento de Sinalização de Trânsito: Decreto-Regulamentar nº 22-A/98, de 1 de outubro, na sua atual redação; Regulamentação das Condições de Segurança e de Saúde no Trabalho em Estaleiros Temporários ou Móveis: Decreto-Lei nº 273/2003, de 29 de outubro; Código dos Contratos Públicos: Decreto-Lei nº 18/2008, de 29 de janeiro, na sua atual redação; Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas - Lei nº 35/2014, de 20 de junho, na sua atual redação; Código do Procedimento Administrativo - Decreto-Lei nº 4/2015, de 7 de janeiro. Procedimento B: Regras Técnicas das Instalações Elétricas de Baixa Tensão (RTIEBT): Portaria n.º 949-A/2006, de 11 de setembro; Regulamento de Segurança das Redes de Distribuição de Energia Elétrica em Baixa Tensão: Decreto Regulamentar n.º 90/84, de 26 de dezembro; Requisitos de acesso e exercício da atividade das entidades e profissionais responsáveis pelas
instalações elétricas, conformando-os com a disciplina da Lei n.º 9/2009, de 4 de março, e do Decreto-Lei n.º 92/2010, de 26 de julho, que transpuseram as Diretivas n.os 2005/36/CE, de 7 de setembro, relativa ao reconhecimento das qualificações profissionais, e 2006/123/CE, de 12 de dezembro, relativa aos serviços no mercado interno: Lei n.º 14/2015, de 16 de fevereiro;
Regulamentação das Condições de Segurança e de Saúde no Trabalho em Estaleiros Temporários ou Móveis: Decreto-Lei nº 273/2003 de 29 de outubro; Código dos Contratos Públicos: Decreto-Lei nº 18/2008 de 29 de janeiro, na sua atual redação; Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas - Lei nº 35/2014, de 20 de junho, na sua atual redação; Código do Procedimento Administrativo - Decreto-Lei nº 4/2015 de 7 de janeiro. Procedimento C: Em matéria de Educação Ambiental e Cidadania deverá dominar os conceitos exarados nos diplomas legais e institucionais: Estratégia Nacional de Educação Ambiental 2020 - Resolução do Conselho de Ministros nº. 100/2017, da Estratégia Nacional de Educação Ambiental para o período 2017-2020 (ENEA 2020);
https://apambiente.pt/index.php?ref=16&subref=142&sub2ref=244 Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento 2018-2022 - Resolução do Conselho de Ministros n.º 94/2018 de 16 de julho 2018; Resolução da
Organização das Nações Unidas (ONU) “Transformar o nosso mundo: a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável” (A/RES/70/1), dia 25 de setembro de 2015;
https://nacoesunidas.org/wp-content/uploads/2015/10/agenda2030-pt-Texto Publicado em Jornal Oficial:
br.pdf https://www.portaldiplomatico.mne.gov.pt/politica-externa/temas-multilaterais/agenda-2030 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas; https://www.unescoportugal.mne.pt/pt/temas/objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel/os-17-ods Centro de Informação Regional das Nações Unidas para a Europa Ocidental; www.unric.org/pt
https://unric.org/pt/Objetivos-de-Desenvolvimento-Sustentavel/ O Plano de Ação da Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento 2018-2022 (ENED 2018-2022); https://www.instituto-camoes.pt/sobre/comunicacao/noticias/plano-de-acao-da-estrategia-acional-de-educacao-para-o-desenvolvimento-2018-2023 Em matéria de Biodiversidade deve dominar os conceitos exarado no diploma legal: Aprova a Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e Biodiversidade 2030 Resolução do Conselho de Ministros n.º 55/2018 - Diário da República n.º 87/2018, Série I de 2018-05-07; Em matéria de Alterações Climáticas deve dominar os conceitos exarado no diploma legal: Resolução do Conselho de Ministros n.º 56/2015 - Diário da República n.º 147/2015, Série I de 2015-07-30 - Aprova o Quadro Estratégico para a Política Climática, o Programa Nacional para as Alterações Climáticas e a Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas, determina os valores de redução das emissões de gases com efeito de estufa para 2020 e 2030 e cria a Comissão Interministerial do Ar e das Alterações Climáticas; Resolução do Conselho de Ministros n.º 107/2019 - Diário da República n.º 123/2019, Série I de 2019-07-01 - Aprova o Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050; Em matéria de gestão de resíduos deve dominar os conceitos exarados nos diplomas legais: Plano Estratégico para Resíduos Sólidos Urbanos - Portaria n.º 241-B/2019, de 31 de julho: Aprova o PERSU 2020+, que constitui um ajustamento às medidas vertidas no Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos (PERSU 2020); Plano Nacional de Gestão de Resíduos - Resolução do Conselho de Ministros n.º 11-C/2015, de 16 de março: Aprova o Plano Nacional de Gestão de Resíduos para o horizonte 2014-2020; Plano de Ação para a Economia Circular em Portugal - Resolução do Conselho de Ministros n.º 190-A/2017 - Diário da República n.º 236/2017, de 2017-12-11; Regime Geral da Gestão de Resíduos - Decreto-Lei n.º 178/2006, de 5 de setembro, alterado pelos Decretos-Leis n.º 73/2011, de 17 de junho, n.º 67/2014, de 7 de maio e n.º 165/2014, de 5 de novembro. Estabelece o regime geral aplicável à prevenção, produção e gestão de resíduos; Em matéria de ambiente em termos genéricos deve dominar os conceitos exarados nos diplomas legais: Lei n.º 19/2014. D.R. n.º 73, Série I de 2014-04-14 - Assembleia da República - Define as bases da política de ambiente; Lei n.º 50/2006, de 29 de agosto, regime das contraordenações ambientais; Regulamento de Resíduos Sólidos e Higiene Pública do Município de Santarém publicado a 7 de junho de 2001. Procedimento D: Em matéria de Gestão de Resíduos deverá dominar os seguintes documentos legais: Plano Estratégico para Resíduos Sólidos Urbanos - Portaria n.º 241-B/2019, de 31 de julho: Aprova o PERSU 2020+, que constitui um ajustamento às medidas vertidas no Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos (PERSU 2020); Plano Nacional de Gestão de Resíduos - Resolução do Conselho de Ministros n.º 11-C/2015, de 16 de março: Aprova o Plano Nacional de Gestão de Resíduos para o horizonte 2014-2020; Economia Circular - Resolução do Conselho de Ministros n.º 190-A/2017, de 11 de dezembro, alterada pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 108/2019, de 2 de julho: Aprova o Plano de Ação para a Economia Circular em Portugal; Regime Geral da Gestão de Resíduos - Decreto-Lei n.º 178/2006, de 5 de setembro, alterado pelos Decretos -Leis n.º 73/2011, de 17 de junho, n.º 67/2014, de 7 de maio e n.º 165/2014, de 5 de novembro. Estabelece o regime geral aplicável à prevenção, produção e gestão de resíduos; Transporte de Resíduos - Território Nacional - Portaria n.º 145/2017, de 26 de abril, alterada pela Portaria n.º 28/2019, de 18 de janeiro: Define as regras aplicáveis ao transporte rodoviário, ferroviário, fluvial, marítimo e aéreo de resíduos em território nacional e cria as guias eletrónicas de
acompanhamento de resíduos (e-GAR), a emitir no Sistema Integrado de Registo Eletrónico de Resíduos (SIRER); Fluxos Específicos de Resíduos - Decreto-lei n.º 152-D/2017, de 11 de dezembro, alterada pela Lei n.º 69/2018, de 26 de dezembro e pela Lei n.º 41/2019, de 21 de junho: estabelece o regime jurídico a que fica sujeita a gestão dos seguintes fluxos específicos de resíduos:-
Embalagens e resíduos de embalagens; -Óleos e óleos usados; -Pneus e pneus usados; - Equipamentos elétricos e eletrónicos e resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos; - Pilhas e acumuladores e resíduos de pilhas e acumuladores; - Veículos e veículos em fim de vida; Gestão de Resíduos de Construção e Demolição - Decreto-Lei n.º 46/2008, alterado pelo Decreto-lei n.º 73/2011, de 17 de junho: Aprova o regime da gestão de resíduos de construção e demolição. Em matéria de gestão de Recurso Hídricos deverá dominar os seguintes documentos legais: Lei n.º 58/2005, de 29 de dezembro, Lei da Água, alterada e republicada pelo Decreto-Lei n.º 130/2012, de 22 de junho transpõe para o direito nacional a Diretiva Quadro da Água; Lei n.º 54/2005, de 15 de
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novembro - Estabelece a titularidade dos recursos hídricos; Decreto-lei n.º 226-A/2007, de 31 de maio (com as alterações introduzidas pelos decretos-leis n.ºs 391-A/2007, de 21 de dezembro e 93/2008, de 4 de junho) - Estabelece o regime jurídico da utilização dos recursos hídricos. Em matéria de Biodiversidade deverá dominar o seguinte documento legal: Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e Biodiversidade para 2030 (ENCNB 2030) Resolução do Conselho de Ministros Nº 55/2018 de 7 de maio. Em matéria de Alterações Climáticas deverá dominar o seguinte documento legal: Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050 (RNC 2050). Em matéria de Educação Ambiental deverá dominar o seguinte documento legal: Estratégia Nacional de Educação Ambiental (ENEA). Em matéria de ambiente de forma genérica deverá dominar os seguintes documentos legais: Lei n.º 19/2014. D.R. n.º 73, Série I de 2014-04-14 - Assembleia da República - Define as bases da política de ambiente; Lei n.º 50/2006, de 29 de agosto, regime das contraordenações ambientais; Regulamento de Resíduos Sólidos e Higiene Pública do Município de Santarém publicado a 7 de junho de 2001. Procedimento E: Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, na sua atual redação - (Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas); Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro, na sua atual redação - (Código do Trabalho); Regulamento n.º 757/2019, de 30 de setembro – (Regulamento dos Serviços do Município de Santarém); Resolução do Conselho de Ministros n.º 111/1995, de 24 de outubro, na sua atual redação - (Plano Diretor Municipal de Santarém); Decreto-Lei n.º 794/76 de 05 de novembro, na sua atual redação - (Lei dos Solos); Decreto-Lei n.º 4/2015, de 7 de janeiro - (Código do Procedimento Administrativo); Decreto-Lei n.º 18/2008, de 29 de janeiro, na sua atual redação - (Código dos Contratos Públicos); Lei n.º 168/99, de 18 de setembro, na sua atual redação - (Código das Expropriações); Regulamento da CMVM n.º 2/2015, 17 de julho - (Comissão do Mercado de Valores Mobiliários); Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de dezembro, na sua atual redação - (Regime Jurídico da Urbanização e Edificação); Decreto-Lei n.º 38 382 de 7 de agosto de 1951, na sua atual redação – (Regulamento Geral das Edificações Urbanas); Regulamento n.º 420/2013, 31 de outubro - (Regulamento Municipal da Urbanização e Edificação do Município de Santarém); Decreto-Lei n.º 163/2006 de 8 de agosto, na sua redação atual – (Condições de acessibilidade a satisfazer no projeto e na construção de espaços públicos, equipamentos coletivos e edifícios públicos e habitacionais); Portaria n.º 701-H/2008, de 29 de julho – (Conteúdo obrigatório do programa e do projeto de execução bem como os procedimentos e normas a adotar na elaboração e faseamento de projetos de obras públicas); Decreto-Lei n.º 95/2019, 18 de julho – (Regime aplicável à reabilitação de edifícios ou frações autónomas); Decreto-Lei n.º 235/83, de 31 de maio, na sua atual redação – (Regulamento de Segurança e Ações para Estruturas de Edifícios e Ponte); Decreto-Lei n.º 349-C/83, de 30 de julho, na sua atual redação – (Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré-Esforçado); Decreto-Lei n.º 194/2009, de 20 de agosto, na sua atual redação - (Regime jurídico dos serviços municipais de abastecimento público de água, de saneamento de águas residuais e de gestão de resíduos urbanos); Decreto-Lei n.º 6/2004, de 6 de janeiro – (Regime de Revisão de Preços da Empreitada de Obras Públicas e Obras Particulares e de Aquisição de Bens e Serviços); Lei n.º 2110 de 19 de agosto de 1961, na sua atual redação – (Regulamento Geral das Estradas e Caminhos Municipais); Procedimento F: Gerais: Constituição da República; procedimento administrativo; direitos, deveres e garantias dos trabalhadores que exercem funções públicas; gestão e avaliação de desempenho dos trabalhadores da Administração Publica. Específicos: Conhecimentos sobre a tramitação dos procedimentos de Licenciamento, Comunicação Prévia e Autorização, previstos no RJUE; Conhecimento de Normas Técnicas a garantir nas operações urbanísticas em apreciação nos serviços municipais; Conhecimento de normas técnicas de acessibilidade aos edifícios e estabelecimentos que recebem público. Legislação: Constituição da República Portuguesa - Lei Constitucional n.º 1/2005, de 12 de agosto (conhecimentos genéricos sobre as responsabilidades dos agentes a desempenhar funções na administração pública e sobre a organização do poder político e, nomeadamente, do poder local - Parte III, Títulos I e VIII); Código do Procedimento Administrativo, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 4/2015 de 7 de janeiro, na sua atual redação; Regime Jurídico da Urbanização e Edificação, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de dezembro, na sua atual redação; Regime da acessibilidade aos edifícios e estabelecimentos que recebem público, via pública e edifícios habitacionais, Decreto-Lei n.º 163/2006 de 8 de agosto; Regime Jurídico das Autarquias Locais – Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, na sua atual redação e Lei n. º 169/99, de 18 de setembro, alterada e republicada pela Lei n. º 5-A/2002, de 11 de junho, na parte que se mantém em vigor; Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, aprovada pela Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, na sua atual redação; Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro, na sua atual redação; Lei nº
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66-B/2007, de 28 de dezembro na sua redação atual: Sistema integrado de gestão e avaliação de desempenho na Administração Pública. Procedimento G: Gerais: Constituição da República; procedimento administrativo; direitos, deveres e garantias dos trabalhadores que exercem funções públicas; gestão e avaliação de desempenho dos trabalhadores da Administração Pública. Específicos: Requisitos para a gestão de documentos de arquivo; processos e controlo de documentos de arquivo; conceção e implementação de um sistema de arquivo; descrição e acesso à informação arquivística. Legislação: Constituição da República Portuguesa - Lei Constitucional n.º 1/2005, de 12 de agosto (conhecimentos genéricos sobre as responsabilidades dos agentes a
desempenhar funções na administração pública e sobre a organização do poder político e, nomeadamente, do poder local - Parte III, Títulos I e VIII); Decreto-Lei nº 4/2015, de 07 de janeiro (novo Código do Procedimento Administrativo); Lei nº 35/2014, de 20 de junho (Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas), na sua redação atual; Lei nº 66-B/2007, de 28 de dezembro (Sistema Integrado de Gestão e Avaliação de Desempenho na Administração Pública), na sua redação atual; Lei nº 75/2013, de 12 de setembro (Estabelece o regime jurídico das autarquias locais, aprova o estatuto das entidades intermunicipais, estabelece o regime jurídico da transferência de competências do Estado para as autarquias locais e para as entidades intermunicipais e aprova o regime jurídico do associativismo autárquico), na sua atual redação; Decreto-Lei nº 16/93, de 23 de janeiro (Regime Geral dos Arquivos e do Património Arquivístico); Portaria nº 412/2001, de 17 de abril, alterada e republicada pela Portaria nº 1253/2009, de 14 de outubro (Regulamento Arquivístico para as Autarquias Locais); Lei nº 26/2016 (Regime de acesso à informação administrativa e ambiental e de reutilização dos documentos administrativos), na sua redação atual; Regulamento (EU)2016/679 do Parlamento e do Conselho, de 27 de abril de 2016 relativo à proteção das pessoas singulares no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais e à circulação desses dados (RGPD) e Lei nº 58/2019, de 08 de agosto, que assegura a execução na ordem jurídica nacional do Regulamento. Bibliografia: Normas portuguesas de documentação e informação, NP 4438 - 1 - Gestão de documentos de arquivo, Parte 1: Princípios diretores e NP 4438 - 2 - Gestão de documentos de arquivo, Parte 2:
Recomendações de aplicação; ISAD(G): Norma Internacional de descrição arquivística – disponível em:
http://arquivos.dglab.gov.pt/wp-content/uploads/sites/16/2013/10/isadg.pdf ISAAR (CPF): Norma Internacional de Registo de Autoridade Arquivística para Pessoas Coletivas, Pessoas Singulares e Famílias – disponível em:
http://arquivos.dglab.gov.pt/wp-content/uploads/sites/16/2013/10/isaar.pdf ISDF: Norma internacional para descrição de funções – disponível em:
https://www.ica.org/sites/default/files/CBPS_2007_Guidelines_ISDF_First-edition_PT.pdf Direção-Geral de Arquivos. Programa de Normalização da Descrição em Arquivo; Grupo de Trabalho de Normalização da Descrição em Arquivo - Orientações para a Descrição Arquivística. 2.ª v. Lisboa: DGARQ, 2007. Disponível em:
http://arquivos.dglab.gov.pt/wp-content/uploads/sites/16/2013/10/oda1-2-3.pdf; Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas - Avaliação Suprainstitucional da Informação
Arquivística (ASIA): documento metodológico. Lisboa: DGLAB, 2016. - Disponível em:
http://arquivos.dglab.gov.pt/wp-content/uploads/sites/16/2016/03/ASIA_Doc-metodologico2016-03-10.pdf; Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas - Fichas técnicas 1 a 10. Disponível em:
http://arquivos.dglab.gov.pt/programas-e- projectos/modernizacao-administrativa/macroestrutura-funcional-mef/fichas-tecnicas/ Lourenço, Alexandra; Penteado, Pedro - A caminho da ASIA: Avaliação Suprainstitucional da Informação Arquivística. In: 12.º Congresso Nacional de Bibliotecários e Arquivistas. Lisboa, 2015. - Disponível em:
https://www.bad.pt/publicacoes/index.php/congressosbad/article/view/1458/pdf _90; Lourenço, Alexandra; Penteado, Pedro; Gago, Rita – A Lista consolidada como instrumento facilitador de aplicação do RGPD. In II Jornadas Gestão de Informação – Interação entre arquivistas e informáticos, Ponte da Barca, 2018 – disponível em; https://www.bad.pt/eventos/wp-content/uploads/2018/01/P.-Barca_LC_CLAV_RGPD_v2.pdf; Ribeiro, Fernanda - O acesso à informação nos arquivos. Porto: [Edição do Autor], 1998. - Apenas a Parte I - O acesso à informação no quadro do desenvolvimento dos arquivos em Portugal, disponível em:
https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/7058/3/fribeirovol01000061435.pdf Procedimento H: Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, na sua atual redação - (Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas); Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro, na sua atual redação - (Código do Trabalho); Regulamento n.º 757/2019, de 30 de setembro – (Regulamento dos Serviços do Município de Santarém); Resolução do Conselho de Ministros n.º 111/1995, de 24 de outubro, na sua atual redação - (Plano
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Diretor Municipal de Santarém); Decreto-Lei n.º 794/76 de 05 de novembro, na sua atual redação - (Lei dos Solos); Resolução do Conselho de Ministro n.º 64-A/ 2009, de 6 de agosto, sujeita à Declaração de Retificação n.º 71-A/ 2009, de 2 de outubro – (Plano Regional de Ordenamento do Território do Oeste e Vale do Tejo); Lei n.º 31/2014, de 30 de maio – (Lei de bases gerais da política pública de solos, de ordenamento do território e de urbanismo); Decreto-Lei n.º 80/2015 de 14 de maio, na sua atual redação (Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial); Decreto Regulamentar n.º 15/2015, de 19 de agosto – (Estabelece os critérios uniformes de classificação e reclassificação do solo, de definição de utilização dominante); Decreto-Lei n.º 166/2008 de 22 de agosto, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 124/2019, de 28 de agosto – (Regime jurídico da Reserva Ecológica Nacional); Portaria n.º 419/2012, de 20 de dezembro (Define as condições e requisitos a que ficam sujeitos os usos e ações compatíveis com os objetivos das áreas integradas em REN e os elementos instrutórios dos procedimentos administrativos previstos no regime jurídico); Decreto-Lei n.º 73/2009, de 31 de março, na sua atual redação – (Regime Jurídico da Reserva Agrícola Nacional); Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de dezembro, na sua atual redação - (Regime Jurídico da Urbanização e Edificação); Decreto-Lei n.º 38 382 de 7 de agosto de 1951, na sua atual redação - (Regulamento Geral das Edificações Urbanas); Lei n.º 107/2001, de 8 de setembro – (Estabelece as bases da política e do regime de proteção e valorização do património cultura); Decreto-Lei n.º 309/2009, de 23 de Outubro – (Estabelece o procedimento de classificação dos bens imóveis de interesse cultural, bem como o regime jurídico das zonas de proteção); Decreto-Lei n.º 307/2009, de 23 de outubro – (Estabelece o regime jurídico da reabilitação urbana em áreas de reabilitação urbana e introduz especificidades em matéria de elaboração e conteúdo material desta modalidade de Plano de Pormenor); Decreto-Lei n.º 130/2019, de 30 de agosto - (Novo regime jurídico da cartografia); Decreto-Lei n.º 193/95, de 28 de julho, na sua atual redação - (Estabelece os Princípios e normas da produção cartográfica no território nacional); Regulamento n.º 142/2016, de 9 de fevereiro (Regulamento das Normas e Especificações Técnicas da Cartografia topográfica e topográfica de imagem a utilizar na elaboração, alteração ou revisão dos planos territoriais e na cartografia temática); Aviso n.º 11918/2019, de 24 de julho - (Normas e especificações técnicas para a cartografia topográfica vetorial e de imagem de grande escala); Decreto-Lei n.º 124/2006, de 28 de junho, na sua atual redação - (Estabelece as medidas e ações a desenvolver no âmbito do Sistema Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios); Despacho n.º 443-A/2018, de 9 de janeiro, , na sua atual redação - (Regulamento do Plano Municipal de Defesa da Floresta contra Incêndios); Decreto-Lei n.º 14/2019, de 21 de janeiro (Clarifica os condicionalismos à edificação no âmbito do Sistema Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios). Procedimento I: Lei n.º 73/2013, de 3 de setembro (Estabelece o regime financeiro das autarquias locais e das entidades intermunicipais), na sua atual redação; Decreto-Lei n.º 192/2015, de 11 de setembro (Sistema de Normalização Contabilística - para a Administração Pública), na sua atual redação; Lei n.º 151/2015, de 11 de setembro (Lei de Enquadramento Orçamental), na sua atual redação; Lei n.º 98/97 de 26 de agosto (Lei de Organização e Processo do Tribunal de Contas), na sua atual redação; Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro (Estabelece o regime jurídico das autarquias locais, aprova o estatuto das entidades intermunicipais, estabelece o regime jurídico da transferência de competências do Estado para as autarquias locais e para as entidades intermunicipais e aprova o regime jurídico do associativismo autárquico), na sua atual redação. Procedimento J: Lei n.º 73/2013, de 3 de setembro (Estabelece o regime financeiro das autarquias locais e das entidades intermunicipais), na sua atual redação; Decreto-Lei n.º
192/2015, de 11 de setembro (Sistema de Normalização Contabilística - para a Administração Pública), na sua atual redação; Lei n.º 151/2015, de 11 de setembro (Lei de Enquadramento Orçamental), na sua atual redação; Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro (Estabelece o regime jurídico das autarquias locais, aprova o estatuto das entidades intermunicipais, estabelece o regime jurídico da transferência de competências do Estado para as autarquias locais e para as entidades intermunicipais e aprova o regime jurídico do associativismo autárquico), na sua atual redação; Decreto-Lei n.º 224/84, de 06 de julho (Código do Registo Predial), na sua atual redação; Decreto-Lei n.º 287/2003, de 12 de novembro (Códigos do IMI e do IMT), na sua atual redação. Procedimento K: Cultura geral e temas diversos (Geografia, Matemática, História e
concelho/cidade de Santarém); Organização dos Serviços do Município de Santarém; Direitos, deveres e garantias dos trabalhadores que exercem funções públicas; Procedimentos de atendimento e vigilância. Legislação: Lei nº 35/2014, de 20 de junho (Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas), na sua atual redação; Lei nº 75/2013, de 12 de setembro (Estabelece o regime jurídico das
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autarquias locais, aprova o estatuto das entidades intermunicipais, estabelece o regime jurídico da transferência de competências do Estado para as autarquias locais e para as entidades intermunicipais e aprova o regime jurídico do associativismo autárquico), na sua atual redação; Lei n.º 169/99, de 18 de setembro – (Estabelece o quadro de competências, assim como o regime jurídico de funcionamento, dos órgãos dos municípios e das freguesias), na sua atual redação; Regulamento n.º 757/2019, de 2 de agosto de 2019 - Regulamento dos Serviços do Município de Santarém. Procedimento L: Conhecimentos aprofundados sobre Património Histórico e Arqueológico de Santarém;
Conhecimentos especializados no âmbito da prática arqueológica de campo e de gabinete, e em contexto de museus; Conhecimentos especializados num campo de investigação de âmbito arqueológico (excluindo-se o domínio da Arqueologia Subaquática); Conhecimentos gerais na área da Museologia. Legislação: Lei nº13/85 de 6 de julho – estabelece a lei de bases do Património Cultural Português; Resolução da Assembleia da República nº 71/97 de 16 de dezembro – aprova a Convenção Europeia para a Proteção do Património Arqueológico (Convenção de Malta); Decreto-Lei nº380/99 de 22 de setembro – em
desenvolvimento da Lei nº48/98 de 11 de agosto, estabelece as bases da política de ordenamento do território e de urbanismo, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei nº310/2003 de 10 de dezembro, pelo Decreto-Lei nº316/2007 de 19 de setembro; Decreto-Lei nº555/99 de 16 de dezembro – estabelece o regime jurídico da urbanização e da edificação, com as alterações introduzidas pela Lei nº 60/2007, de 4 de setembro, pelo Decreto-Lei nº 26/2010 de 30 de março, e pelo Decreto-Lei nº136/2014 de 9 de setembro; Decreto-Lei nº 270/99 de 15 de julho – aprova o Regulamento de Trabalhos Arqueológicos, com as alterações introduzidas pelo decreto-Lei nº 287/2000 de 10 de novembro; Lei nº 121/99 de 20 de agosto – regulamenta a utilização de Detetores de Metais; Decreto-Lei nº 69/2000 de 3 de maio, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 197/2005, de 8 de novembro – estabelece o regime jurídico da avaliação do impacte ambiental dos projetos públicos e privados suscetíveis de produzirem efeitos significativos no ambiente, transpondo para a ordem jurídica interna a Diretiva nº 85/337/CEE, do Conselho, de 27 de junho de 1985, com as alterações introduzidas pela Diretiva nº 97/11/CE, do Conselho, de 3 de março de 1997; Lei nº 107/2001 de 8 de setembro – estabelece as bases da política e do regime de proteção e valorização do património cultural e altera a Lei nº 13/85 de 6 de julho (Património Cultural Português) e o Decreto-lei n°164/97 de 27 de junho (Património Cultural Subaquático); Decreto-Lei nº 131/2002 de 11 de maio – estabelece a forma de criação e gestão de parques arqueológicos, bem como os objetivos, o conteúdo material e o conteúdo documental do plano de ordenamento de parque arqueológico; Lei n.º 47/2004, de 19 de agosto – aprova a Lei-quadro dos Museus Portugueses; Decreto do Presidente da República nº 65/2006 de 18 de julho – ratifica a Convenção sobre a Proteção do Património Cultural Subaquático, aprovada na XXXI Sessão da Conferência Geral da UNESCO; Decreto-Lei nº 173/2006 de 24 de agosto – regula o
estabelecimento de zonas de proteção de edifícios públicos de reconhecido valor arquitetónico; Portaria n.º 377/2007 de 30 de março – aprova os Estatutos do Instituto dos Museus e da Conservação, I. P.; Decreto-Lei n.º 18/2008, de 29 de janeiro, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 111B/2017, de 31 de agosto (retificado pelas declarações de retificação n.º 36-A/2017, de 30 de outubro e n.º 42/2017, de 30 de novembro) – aprova o Código dos Contratos Públicos; Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro – aprova o Código do Trabalho, na sua redação atual. Decreto-Lei 138/2009 de 15 de junho – cria o Fundo de Salvaguarda do Património; Decreto-Lei 139/2009 de 15 de junho – estabelece o Regime Jurídico de Salvaguarda do Património Imaterial; Decreto-Lei nº 140/2009 de 15 de junho – estabelece o regime jurídico dos estudos, projetos, relatórios, obras ou intervenções sobre bens culturais classificados ou em vias de classificação, de interesse nacional, público ou municipal; Lei nº31/2009 de 3 de julho – estabelece a qualificação profissional exigível aos técnicos responsáveis pela elaboração e subscrição de projetos, pela fiscalização de obra e pela direção de obra, que não esteja sujeita a legislação especial, e os deveres que lhes são aplicáveis; Resolução do Conselho de Ministros nº 70/2009 de 21 de agosto – cria o Programa de Recuperação do Património Classificado (PRPC); Decreto-Lei nº307/2009 de 23 de outubro – estabelece o regime jurídico da reabilitação urbana; Decreto-Lei nº 309/2009 de 23 de outubro, com as alterações introduzidas pelos Decretos-Lei n.os 115/2011, de 5 de dezembro e 265/2012, de 28 de dezembro, respetivamente – estabelece o procedimento de
classificação dos bens imóveis de interesse cultural, bem como o regime jurídico das zonas de proteção e do plano de pormenor de salvaguarda; Aviso n.º 955/2010, Diário da República, 2.ª série n.º 9, de 14 de janeiro de 2010 – aprova o Regulamento Municipal da Edificação e Urbanização de Santarém (RMEU); Decreto-Lei n.º 114/2012 de 25 de maio – define a Orgânica das