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CE-18: Comissão de Estudos de Piso Intertravado

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Academic year: 2021

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CE-18:600.11 – Comissão de Estudos de Piso Intertravado

ATA DA 8ª REUNIÃO DATA: 09/12//2010

INÍCIO: 14h TÉRMINO: 17h TÉRMINO:

LOCAL: ABCP

COORDENADOR: Claudio Oliveira

SECRETÁRIO: Mariana Marchioni E e

1 PARTICIPANTES

1.1 Presentes

ABCP Claudio Oliveira

ABCP Mariana Lobo Marchioni

ANAMACO Rubens Morel

AREVALE Eduardo Aoki

BLOCOBRASIL Carlos Alberto Tauil

FUL CONSULTORES Francisco Van Langendonck

GLASSER Mario Guimarães

INTERCITY Mauro Igarashi

PMSP Marcos A. Romano

PROGUARU Renato Augusto Nascimento

UFMS Sandra Bertocini

UNI-STEIN José Eli Goulart

1.2 Ausentes justificados

Nada consta. 2 EXPEDIENTE

2.1 Caso o coordenador e/ou secretário não comparecer (em) à reunião, indicar quem

atuou, bem como novas nomeações por eleição.

Claudio Oliveira atuou como coordenador e os trabalhos foram secretariados por Mariana Marchioni.

2.2 Indicar a leitura, correção e aprovação da ata anterior.

Efetuada a leitura da ata anterior e conteúdo aprovado

2.3 Registrar a correspondência recebida e/ou expedida.

Nada consta.

2.4 Distribuição dos documentos aos membros da comissão.

(2)

Concreto e Agregados

3. ASSUNTOS TRATADOS

Projeto 18.600.11-001 - Pavimento intertravado com peças de concreto – Especificação, Métodos de ensaio e Execução.

 Revisão final do texto para enviá-lo para consulta pública

 Item 3 – Termos e definições:

o Item 3.9 – Pavimento intertravado: substitui “obtido” por “proporcionado”

o Item 3.10 – Intertravamento: foi dividido em intertravamento, intertravamento

vertical, horizontal, rotacional e acrescentado giração

o Item 3.18 – Contenção lateral: foi retirado “lateral” e mantido apenas “contenção” o 3.19 – Viga de contenção: alterou a definição

o Segue o texto:

3 Termos e definições

Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos e definições, complementadas pelas definições adotadas na ABNT NBR 7207.

3.1 pavimento

estrutura construída após a terraplenagem e destinada, econômica e simultaneamente, em seu conjunto:

resistir e distribuir ao subleito os esforços verticais oriundos dos veículos; melhorar as condições de rolamento quanto à comodidade e segurança;

resistir aos esforços horizontais que nela atuam tornando mais durável a superfície de rolamento.

3.2 base

camada destinada a resistir e distribuir os esforços verticais oriundos dos veículos e sobre a qual se constrói um revestimento.

3.3 sub-base

camada corretiva do subleito, ou complementar à base, quando por qualquer circunstância não seja aconselhável construir o pavimento diretamente sobre o leito obtido pela terraplenagem.

3.4 subleito

terreno de fundação do pavimento. 3.5

leito

superfície obtida pela terraplenagem, estrutura ou obra de arte e conformada ao seu greide e perfis transversais.

3.6 estrutura

combinação das camadas de sub-base, base, camada de assentamento e revestimento, dimensionada para suportar o carregamento do tráfego, distribuindo os esforços no leito.

(3)

índice de Suporte Califórnia – ISC (CBR)

define a capacidade de suporte das camadas de fundação. O ISC deve ser determinado conforme a ABNT NBR 9895

3.8

pavimento flexível

tipo de pavimento no qual a absorção de esforços se dá de forma dividida entre as camadas, tendo-se as tensões verticais em camadas inferiores mais concentradas em região próxima da área de aplicação da carga.

3.9

pavimento intertravado

pavimento flexível cuja estrutura é composta por uma camada de base (ou base e sub-base), seguida por camada de revestimento constituída por peças de concreto sobrepostas em uma camada de assentamento e cujas juntas entre as peças são preenchidas por material de rejuntamento e o intertravamento do sistema é proporcionado pela contenção lateral.

3.10

intertravamento

capacidade das peças de concreto resistir à deslocamentos individuais, seja ele vertical, horizontal, de rotação ou giração em relação à peças adjacentes.

3.11

intertravamento vertical

capacidade de resistir à esforços de cisalhamento entre as peças. 3.12

intertravamento horizontal

capacidade de resistir à esforços causados por forças de aceleração e freagem das cargas. 3.13

intertravamento rotacional

capacidade de resistir à esforços perpendiculares excentricos aos eixos da peça. 3.14

intertravamento giracional

capacidade de resistir à esforços pontuais no eixo da peça. 3.15

peça de concreto

componente pré-moldado de concreto utilizado como material de revestimento em pavimento intertravado.

3.16

revestimento

camada composta por peças de concreto e material de rejuntamento e que recebe diretamente a ação de rolamento dos veículos, tráfego de pedestres ou suporte de cargas. 3.17

camada de assentamento

camada composta por material granular, com distribuição granulométrica definida, que tem como função acomodar as peças de concreto proporcionando de forma correta a distribuição de carga e o nivelamento do pavimento.

3.18 contenção

estrutura ou dispositivo permanente ou provisório utilizado para manter as peças de concreto e o material de rejuntamento na posição apropriada, proporcionando o intertravamento.

(4)

Concreto e Agregados 3.19

viga de contenção

elemento estrutural permanente, utilizado para manter as peças de concreto e o material de rejuntamento na posição apropriada, mantendo o intertravamento.

3.20

material de rejuntamento

material granular, com distribuição granulométrica definida, utilizado no preenchimento das juntas, tendo como função a transferência de esforços de cisalhamento para as peças adjacentes à aquela que recebe o carregamento.

3.21 junta

espaços entre duas ou mais peças de concreto e entre as peças de concreto e a contenção lateral que devem ser preenchidos com material de rejuntamento.

3.22

espaçador de junta

dispositivo para facilitar a uniformidade de espessura das juntas. Pode estar incorporado à peça de concreto no momento de sua fabricação.

 Item 5.5 – Camada de assentamento: foi alterada a dimensão máxima do agregado

para menor que 5 vezes a espessura da camada. Segue o texto:

5.5 Camada de assentamento

A camada de assentamento deve ser constituída de materiais pétreos granulares e deve cumprir as seguintes especificações:

A umidade do material de assentamento deve estar entre 3% e 7% no momento da aplicação;

O material de assentamento deve cumprir as especificações da ABNT NBR 7211, quanto à presença de torrões de argila, materiais friáveis e impurezas orgânicas;

A camada de assentamento deve ser uniforme e constante com espessura de 5 cm, com variação máxima de mais ou menos 2 cm, na condição não compactada ou conforme especificação de projeto.

Recomenda-se a seguinte distribuição granulométrica para o material de assentamento: Tabela 1 — Distribuição granulométrica

Abertura de peneira (mm) Porcentagem retida, em massa (%) 6,3 mm 0 a 7 4,75 mm 0 a 10 2,36 mm 0 a 25 1,18 mm 5 a 50 600 µm 15 a 70 300 µm 50 a 95 150 µm 85 a 100 0,075 µm 90 a 100

A dimensão máxima característica do material de assentamento deve ser menor que 5 vezes a espessura da camada de assentamento já compactada.

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mineralógica do material. Sob determinadas condições de utilização do pavimento, o excesso de material retido nesta peneira pode acarretar uma compactação excessiva da camada de assentamento resultando em deformações do pavimento.

 Item 5.6 – Material de rejuntamento e juntas: Foi alterada junta para entre 2mm –

5mm. Segue o texto:

5.6 Material de rejuntamento e Juntas

O rejuntamento deve ser executado com materiais pétreos granulares e deve cumprir as seguintes especificações:

Recomenda-se que o material de rejuntamento esteja seco no momento da aplicação, para facilitar o preenchimento da juntas.

O material de rejuntamento deve cumprir as especificações da ABNT NBR 7211, quanto à presença de torrões de argila, materiais friáveis e impurezas orgânicas;

A espessura das juntas entre as peças deve ser de 2 mm a 5 mm. Casos específicos, como por exemplo, trechos em curva, devem ser definidas em projeto.

Recomenda-se a seguinte distribuição granulométrica para o material de rejuntamento: Tabela 2 — Distribuição granulométrica

Abertura de peneira (mm) Porcentagem retida, em massa (%) 4,75 mm 0 2,36 mm 0 a 25 1,18 mm 5 a 50 600 µm 15 a 70 300 µm 50 a 95 150 µm 85 a 100 0,075 µm 90 a 100

 Texto aprovado para ser enviado à consulta pública

4 OUTROS ASSUNTOS

4.1 Solicitações à Secretaria do CB-18:

 Enviar o Projeto 18.600.11-001 - Pavimento intertravado com peças de concreto –

Especificação, Métodos de ensaio e Execução, para consulta nacional. 4.2 Programação

 Texto finalizado. A comissão dará continuidade a revisão da norma NBR 9781 – Peças

de Concreto para pavimentação - especificação

5. PRÓXIMA REUNIÃO

DATA: 17.02.2011 HORÁRIO: 14h – 17h LOCAL: ABCP - Sede

Referências

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