Centro Universitário Uni Sant´anna
ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO
Professor(a) Fabio
PESQUISA ARQUITETURA DE COMPUTADORES
Lucas Ponciano Gomes da Costa RA 10014104
Douglas Aparecido Damasceno RA 10717104
5º Semestre
Sala I 309
Sumário
Resumo 1
Trasnferência de Dados
1
Taxa de Transferência de Dados
3
Definição da Transferência de Dados
3
Referências
6
Resumo
Transferência de dados é o método que a rede usa para enviar e receber informações de tudo qualquer tipo e formato.
Transferência de Dados
Estando a conexão estabelecida, os dois usuários podem transferir dados em ambas as direções. O serviço de transferência de dados é não-confirmado; ou seja, os dados são emitidos e recebidos sem precisar de TPDU-ACK para confirmar a sua chegada. O usuário emissor envia um T-DATE-request ou um T-EXPEDITED-DATA-request e o usuário receptor recebe um T-DATE-indication ou um T-EXPEDITED-DATE-T-DATE-indication.
A figura acima mostra como é efetuada uma transferência de dados normais. As TPDU-DT são numeradas seqüencialmente, tendo a primeira TPDU-DT o seu TPDU-NR igual a zero (0). Esse controle de seqüência serve para detectar perda, duplicação e erro de seqüência das DT-TPDU recebidas. É também usado nas classes 2 a 4 para o controle de fluxo, que é implementado através da técnica janela deslizante com alocação de crédito.
Não é necessário que seja enviado uma TPDU-ACK para cada TPDU-DT recebida. A quantidade de TPDU-DT enviadas sem uma TPDU-ACK depende do crédito. Se o tamanho da janela for quatro (2), a entidade que está enviando as DT pode enviar somente duas (2) DT sem receber uma TPDU-ACK. Imagine que uma conexão foi estabelecida e que o crédito inicial foi fixado em cinco (4). Suponha também que a entidade remota ao receber as três (3) primeiras TPDU-DT - (0), (1) e (2), envia uma TPDU-ACK(3, 5). Bem, ela está reconhecendo as três primeiras TPDU-DT e está pedindo para que sejam enviadas as próximas cinco (5) - TPDU-DT (3)..TPDU-DT(7). Ao mesmo tempo que foi feito o reconhecimento, foi aumentado o crédito.
Na classe 4, os números de seqüência das TPDU-DT são usados para ordená-las. A entidade remota ao receber uma TPDU-DT fora de ordem, pode guardá-la e esperar chegar as outras. Nas outras cguardá-lasses isso não acontece, ao receber uma TPDU-DT fora de ordem, ela é descartada, tendo que ser retransmitida outra vez. Dessa maneira, se alguma TPDU-DT é perdida e a classe que foi negociada for a classe 4, o receptor envia ao emissor uma TPDU-RJ (TPDU-reject), forçando ao emissor retransmití-la. Nas demais classes, todas as TPDU-DT a partir da perdida devem ser retransmitidas. Uma outra característica importante da classe 4 é a retransmissão por temporizaçào. Se uma determinada TPDU-DT ou o seu ACK se perder, esta TPDU-DT será retransmitida quando estourar a temporização associada à espera da respectiva TPDU-ACK. Existe também uma temporização para as
TPDU-ACK. Se após a transmissão de uma TPDU-ACK não chegar TPDU-DT alguma, logo que terminar a temporização adequada a TPDU-ACK é retransmitida. Esta retransmissão para ACK é muto importante pelo seguinte motivo: imagine que uma TPDU-ACK( ??, 0) foi transmitida. Ela indica que é para a entidade transmissora suspender as transmissões até que outra TPDU-ACK( ??, X) - tal que X é positivo e maior que zero(0), seja transmitida, alterando o crédito. Se essa TPDU-ACK que liberaria o crédito for perdida, as duas entidades ficariam esperando uma pela outra. Com o processo de retransmissão de TPDU-ACK por temporização, esse problema foi solucionado. O exemplo que segue apresenta uma transferência unidirecional de dados normais, junto com a variação do tamanho da janela à medida que as TPDU-DT e ACK forem trocadas. Observe que na camada de transporte não são
implementados mecanismos de piggybacking.
No caso de dados expressos, são utilizadas a TPDU-ED e a TPDU-EA. Tais TPDU possuem uma numeração independente a dos dados normais. Os dados expressos têm prioridade sobre os dados normais e são enviados na frente deles. É garantido que os dados expressos sejam enviados na frente dos dados normais que ainda não foram enviados, contudo não é garantido que
eles cheguem na frente dos dados normais no destinatário. Para contornar
esse problema, na classe 4, a transmissão dos dados normais é suspensa até que chegue a respectiva TPDU-EA (ACK dos dados expressos), o que não acontece nas demais classes.
Taxa de transferência de dados
Em telecomunicações, taxa de transferência de dados ou apenas taxa de
transferência é o número médio de bits, caracteres ou blocos por unidade de
tempo que passam entre equipamentos num sistema de transmissão de dados. Taxas de transferência servem a várias funções. O tempo de resposta pode ajudar um administrador de rede a localizar com precisão onde estão os gargalos potenciais duma rede. Ao analisar as taxas de transferência de dados e ajustá-las de acordo como medida preventiva, um sistema pode tornar-se mais eficiente e mais preparado para lidar com restrições extras de largura de banda em momentos de uso intenso.
Mecanismos de teste tais como loopbacks de fibra óptica podem ajudar a medir e conduzir testes de transferência de dados.
Definição da transferência de dados
Ao criar uma sociedade, o usuário deve especificar como os dados dessa sociedade devem ser transferidos para o sistema Consolidação. O usuário pode fazer isso no Guia de implementação, em Dados mestre Sociedades Atualizar sociedades, no campo Transferência de dados.
Além de especificar o método geral de transferência de dados, é necessário também fazer outras especificações para os procedimentos de importação individuais. Essas especificações devem indicar a partir de quais sets de dados a transferência é feita e como os dados são importados para o sistema Consolidação. Atualizar as especificações adicionais em Processar Suplementos Transferência de dados ou com um clique no botão correspondente. Observar os seguintes aspectos:
É necessário fazer especificações adicionais para importações de dados, ao utilizar os seguintes métodos:
extrato periódico do R/2
Upload PC
Para esses métodos, o usuário deve especificar a partir de que sets de dados os dados devem ser transferidos. O usuário pode carregar a partir de
entrada de dados do PC no Access
entrada de dados do PC no dBASE
R/2
Se não forem necessárias quaisquer especificações adicionais, a opção não obrigatório fica automaticamente marcada.
É necessário fazer especificações adicionais para importações de dados, ao utilizar os seguintes métodos:
extrato periódico (do FI ou R/2)
extrato periódico da Consolidação por etapas
Upload PC
rollup de ledger especial
Para esses métodos, é necessário especificar como os dados devem ser importados para o sistema Consolidação. É possível importar
diretamente
através do IDOC (Documentos Intermediários)
através do PC
através do UNIX
O usuário só pode marcar determinadas variantes de importação, que dependem dos métodos de transferência de dados especificados. Por exemplo, para o método Upload, o usuário só pode importar através do PC ou UNIX. O sistema oferece somente essas variantes para a seleção.
Se nenhuma especificação adicional for necessária (como é o caso dos métodos ‘Entrada manual’ e ‘Contabilização direta do FI’), o campo não obrigatório fica automaticamente marcado.
Quando o usuário combina os seis métodos gerais de transferência de dados e as respectivas variantes de importação, diversos procedimentos de importação ficam disponíveis. Por exemplo, uma vez que é possível extrair periodicamente do FI com todas as quatro variantes de importação especificadas anteriormente, quatro procedimentos de importação estão disponíveis para esse método.
Para todos os métodos que exigem importação de dados através do PC ou UNIX, é necessário especificar um nome de file lógico em Atualização de sociedade. O caminho físico do file correspondente para a importação é encontrado através dos nomes de files lógicos. Definir o nome de file lógico no Guia de implementação na seção Dados de encerramento individual antes de fazer a atribuição no registro mestre da sociedade.
Ao especificar o método de transferência de dados na tabela mestre da sociedade, o usuário pode determinar como os dados da sociedade devem ser transferidos para o sistema Consolidação. A partir de então, a transferência
acontece somente pelo método especificado. Se o usuário desejar utilizar outro método, deve fazer uma modificação em Atualização de sociedade. A entrada manual é uma exceção, porque está sempre disponível além do procedimento especificado.
A tabela a seguir apresenta as variantes de importação disponíveis e os procedimentos de importação resultantes para todos os métodos de transferência de dados. Os procedimentos que exigem uma especificação adicional referente aos sets de dados da transferência constam também na coluna ‘Upload’.
Método Upload Variante de
importação Procedimento deimportação
Contabilização direta Atualização
Rollup Direta Rollup (direto)
Rollup IDOC Rollup (IDOC)
Rollup PC Rollup (PC)
Rollup UNIX Rollup (UNIX)
Extrato R/2 PC Extrato do R/2 (PC)
Extrato R/2 UNIX Extrato do R/2 (UNIX)
Extrato Direta Extrato do R/3 (direto)
Extrato IDOC Extrato do R/3 (IDOC)
Extrato PC Extrato do R/3 (PC)
Upload Access PC Upload do Access (PC)
Upload Access UNIX Upload do Access
(UNIX)
Upload dBASE PC Upload do dBASE
(PC) Upload
dBASE UNIX Upload do dBASE
(UNIX)
Manual Entrada manual
Extrato. Cons. por
Etapas. Direta Cons. por Etapas.
(Dir.)
Extrato. Cons. por Etapas.
IDOC Cons. por Etapas. (IDOC)
Extrato. Cons. por
Etapas. PC Cons. por Etapas.(PC)
Extrato. Cons. por
Etapas. UNIX Cons. por Etapas.(UNIX)
Referências
http://pt.wikipedia.org/wiki/Taxa_de_transfer%C3%AAncia_de_dados http://penta.ufrgs.br/rc952/trab2/osi414.html