• Nenhum resultado encontrado

Correlação do vigor de sementes básicas e rendimento de produção de sementes de milho híbrido

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Correlação do vigor de sementes básicas e rendimento de produção de sementes de milho híbrido"

Copied!
31
0
0

Texto

(1)

FACULDADE DE AGRONOMIA ELISEU MACIEL

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SEMENTES

CORRELAÇÃO DO VIGOR DE SEMENTES BÁSICAS E RENDIMENTO DE PRODUÇÃO DE SEMENTES DE MILHO HÍBRIDO

Felix Junior Silva Castro

(2)

FELIX JUNIOR SILVA CASTRO

CORRELAÇÃO DO VIGOR DE SEMENTES BÁSICAS E RENDIMENTO DE PRODUÇÃO DE SEMENTES DE MILHO HÍBRIDO

Dissertação apresentada à Universidade Federal de Pelotas, como parte das exigências do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Sementes, para obtenção do título de Mestre Profissional.

Orientador: Prof°. Dr. PAULO DEJALMA ZIMMER Co-Orientadora: Drª. ANDREIA DA SILVA ALMEIDA

(3)
(4)

FELIX JUNIOR SILVA CASTRO

CORRELAÇÃO DO VIGOR DE SEMENTES BÁSICAS E RENDIMENTO DE PRODUÇÃO DE SEMENTES DE MILHO HÍBRIDO

BANCA EXAMINADORA

Aprovada em: 06 /08 /2015

__________________________________________ Prof°.Dr Paulo Dejalma Zimmer

__________________________________________ Drª. Andreia da Silva Almeida

__________________________________________ Prof°.Dr. Francisco Amaral Villela

__________________________________________ Dr Geri Eduardo Meneghello

(5)

Agradecimentos

À Instituição pelo ambiente criativo е amigável qυе proporciona.

A Universidade Federal de Pelotas, pela oportunidade dе fazer о curso e ao sеυ corpo docente, direção е administração qυе oportunizaram а janela qυе hoje vislumbro υm horizonte superior, eivado pеlа acendrada confiança nо mérito е ética aqui presentes.

Ao professor Prof°. Dr. Paulo Dejalma Zimmer, pela orientação, apoio е confiança. Ao minha Co-orientadora: Andreia da Silva Almeida, pelo apoio e empenho dedicado à elaboração deste trabalho.

(6)

DEDICATÓRIA

Dedico este estudo à minha família e a toda a sociedade que mantém esta Universidade Federal

(7)

RESUMO

CASTRO, Felix Junior Silva. CORRELAÇÃO DO VIGOR DE SEMENTES BÁSICAS E RENDIMENTO DE PRODUÇÃO DE SEMENTES DE MILHO HÍBRIDO. 2015. 30f. Dissertação (Mestrado) – Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Sementes. Universidade Federal de Pelotas, Pelotas.

Foram estudados 138 campos de produção de sementes de híbridos simples de milho de uma empresa produtora no ano de 2015 nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso, totalizando uma área de 9208 hectares divididos em 40 configurações de híbridos diferentes. Foram levantados os dados de qualidade de semente básica de cada campo de produção e divididos em classes de vigor pelo teste frio, onde 43 campos foram classificados com vigor igual ou superior a 90%, 45 com vigor entre 85 e 89%, 31 com vigor ente 80 e 84% e 19 com vigor abaixo de 80%. Os dados dos rendimentos de produção destes campos foram levantados e comparados com os as metas que serviram de base para planejamento. Os dados obtidos foram submetidos em correlação de Pearson e os resultados indicaram que, dentre as classes estudadas, as com vigor muito alto (igual ou superior a 90%) e vigor alto (entre 85 e 89%) apresentaram correlação significativa na associação dos fatores de produção, onde os resultados apresentaram um valor de ‘r’ superior a 0,73 em todas as interações. Quando utilizados lotes de sementes com classes de vigor médio (entre 80 e 84%) e baixo (abaixo de 80%) as interações deixam de ter significância no caso de vigor baixo, mas mesmo no vigor médio o valor de ‘r’ já passa a ser de 0,41 e 0,46 para a produtividade em quilogramas e número de sacos de sementes produzidos respectivamente associados aos valores planejados. Concluímos que os fatores de produção naõ possuem associação quando lotes de sementes de vigor médio e baixo são utilizados na produção de sementes de milho híbrido.

(8)

ABSTRACT

CASTRO, Felix Junior Silva. CORRELATION OF BASIC SEEDS QUALITY AND PRODUCTION YIELD OF HYBRID CORN SEEDS. 2015. 56F. THESIS (MA) - GRADUATE PROGRAM IN SCIENCE AND SEED TECHNOLOGY. FEDERAL UNIVERSITY OF PELOTAS, PELOTAS.

A total of 138 seed production fields of maize hybrids from a production company in 2015 in the states of São Paulo, Minas Gerais, Goiás and Mato Grosso were studied, totaling an area of 9208 hectares divided in 40 different hybrids configurations. The basic seed quality data of each field of production were and divided into classes of vigor by cold test, where 43 fields were classified with 90% or greater vigor, 45 with vigor between 85 and 89%, 31 with vigor between 80 and 84% and 19 with vigor below 80%. The production yield data from these fields were surveyed and compared to the targets that served as the basis for planning. The data obtained were submitted to a Pearson correlation and the results indicated that among the classes studied, those with very high vigor (equal or superior to 90%) and high vigor (between 85 and 89%) presented a significant correlation in the association of factors of production, where the results presented a value of 'r' superior to 0,73 in all the interactions. When using seed lots with average vigor classes (between 80 and 84%) and low (below 80%), the interactions are no longer significant in the case of low vigor, but even in the mean vigor, the value of 'r' already passes to be 0.41 and 0.46 for productivity in kilograms and number of seed bags produced respectively associated with the planned values. We conclude that the factors of production do not have association when lots of medium and low vigor seeds are used in the production of hybrid corn seeds.

(9)

LISTA DE TABELAS

Tabela 01. Médias de MPP, MPR, proporção MPP/MPR e MSR, em relação à classe de vigor inicial de sementes básicas de milho no ano de 2015...15 Tabela 02. Matriz de Correlação de Pearson dos rendimentos planejados e realizados de sementes de milho hibrido referente ao grupo de vigor inicial muito alto na Safra de 2015..16 Tabela 03. Matriz de Correlação de Pearson dos rendimentos planejados e realizados de sementes de milho hibrido referente ao grupo de vigor inicial alto na Safra de 2015...17 Tabela 04. Matriz de Correlação de Pearson dos rendimentos planejados e realizados de sementes de milho hibrido referente ao grupo de vigor inicial médio na Safra de 2015...18 Tabela 05. Matriz de Correlação de Pearson dos rendimentos planejados e realizados de sementes de milho hibrido referente ao grupo de vigor inicial baixo na Safra de 2015...19

(10)

SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO ... 4

2. REFERENCIAL TEÓRICO ... 6

2.1 Produção de sementes de milho híbrido ... 6

2.2 Caracterização do vigor de sementes de milho ... 8

2.3 Principais fatores que influenciam na qualidade ... 9

3. MATERIAL E MÉTODOS ... 13

4. RESULTADOS E DISCUSSÃO ... 15

5. CONCLUSÕES ... 20

(11)

1. INTRODUÇÃO

A área de produção de milho no chegou as 15 milhões de hectares com cerca de 90% com utilização de sementes de milho híbrido. Para atender este mercado diversas empresas obtentoras de material genético e tecnologias vem trabalhando em planos de produção cada vez mais desafiadores nos mais diversos ambientes. A necessidade de entregar um produto de qualidade ao cliente hoje é um pré-requisito para se manter no mercado de forma competitiva e a qualidade das sementes é um dos principais fatores que podem garantir a satisfação dos produtores de milho no Brasil.

Porem dentro das companhias produtoras de sementes de milho híbrido é comum o uso de sementes com qualidade fisiológica abaixo dos exigidos para comercialização para produzirem seus lotes comerciais e este ponto é amparado pela legislação.

O potencial fisiológico de sementes ainda encontra-se como o principal foco de atenção dos tecnologistas de sementes, sendo representado pela germinação e pelo vigor das sementes, determinando a capacidade da semente em estabelecer uma plântula normal. De modo geral, segundo Marcos-Filho (2005), as manifestações do baixo potencial fisiológico de lotes de sementes podem ser atribuídas à menor velocidade de germinação, maior sensibilidade das sementes e plântulas a estresses durante esse processo e plantas com crescimento vagaroso, reduzido, desuniforme e com menor desenvolvimento radicular.

Menor velocidade de emergência deve-se ao fato de que sementes de baixo vigor, antes de dar início ao crescimento do eixo embrionário demandarem tempo para a restauração de organelas e tecidos danificados (Villiers, 1973).

Além disso, pode-se dizer que o aumento da produtividade final de grãos de milho está diretamente relacionado à maximização da exploração do ambiente, que acontece de forma mais efetiva quando existe uniformidade entre plantas, proporcionando baixa competição intra-específica, principalmente na cultura de milho, que é uma das espécies de gramíneas mais sensíveis à esse tipo de competição (Maddonni e Otegui, 2006).

(12)

No entanto a pressão comercial para que estas empresas entreguem o volume planejado é muito forte, pois as demandas de utilização são levantadas por regiões e híbridos e as áreas de manufaturas são responsáveis pela entrega destes materiais. Para adequar um plano de produção as empresas trabalham com metas de para os rendimentos de produção baseadas em seus históricos ou dados de pesquisas para determinar o tamanho da área a ser trabalhada para produzir determinado número de sacos de sementes, bem como a necessidade de insumos e serviços.

As metas de produção não utilizam a qualidade fisiológica das sementes básicas e hoje não sabemos como esse fator pode interferir nos resultados planejados versus resultados alcançados. Este trabalho tem como objetivo avaliar a influencia do vigor dos lotes de sementes básicas na acuracidade e aderência das metas de produção de sementes de milho híbrido simples com seus resultados alcançados.

(13)

2. REFERENCIAL TEÓRICO

2.1 Produção de sementes de milho híbrido

Na cultura do milho (Zea mays L.), a demanda por sementes de híbridos, com alta qualidade, tem aumentado significativamente nos últimos anos, devido, principalmente, à alta competitividade do mercado, fazendo com que as empresas produtoras de sementes adotem, muitas vezes, padrões de qualidade mais rígidos do que os estabelecidos por órgãos oficiais (GOMES et al., 2000).

A produção de sementes de milho envolve uma cadeia de produção agroindustrial complexa, formada pelos macrosegmentos: produção agrícola, industrialização e comercialização. A coordenação eficaz das atividades desta cadeia garante a competitividade da empresa no setor e tem por objetivo prover sementes ao cliente no momento certo, com níveis de qualidade aceitáveis e mínimo custo. Para tanto, instrumentos eficientes para a coordenação desta cadeia são fundamentais, como o planejamento da produção e logística. Este planejamento agregado possui alto grau de complexidade devido às suas especificidades e à dispersão geográfica da produção agrícola, industrial e da demanda, com as quais é formada uma rede logística. Nesta rede existem múltiplos produtos, definidos no momento da produção agrícola e ajustados às especificidades da região geográfica e do tipo do produtor. Também influenciam a sazonalidade e a variabilidade da produção agrícola e da demanda, dependentes de fatores climáticos e biológicos (JUNQUEIRA & MORABITO, 2006).

O alto desempenho dos híbridos de milho é resultado do efeito heterótico alcançado pelo cruzamento de linhagens que possuem boa capacidade combinatória. Em geral, o principal efeito esperado está relacionado com o aumento do rendimento (ALLARD, 1971). Apesar de vários caracteres agronômicos serem melhorados e explorados através da heterose, as bases do vigor híbrido, para qualidade fisiológica de sementes não estão totalmente elucidadas.

As sementes de milho podem ser divididas em dois tipos de produtos: variedade e milho híbrido. Para o caso das variedades, as sementes têm as mesmas

(14)

características da planta original. Pode ser reproduzida pelo próprio produtor rural, todavia seu desempenho é baixo. Para o milho híbrido, há cruzamento entre diferentes linhagens, gerando uma semente com características diferentes das matrizes e manipuladas na medida em que são conhecidos os efeitos dos cruzamentos. O híbrido pode ser simples, duplo e triplo. As fases finais da etapa agrícola são a colheita e o transporte. A colheita do milho pode ser realizada em grãos ou em espigas. Para a produção de sementes é recomendada a colheita em espigas, já que esta preserva a qualidade da semente em termos de germinação e vigor (OLIVEIRA et al; 1997).

Para Junqueira e Morabito (2006), a etapa de industrialização pode ser dividida em preparo da matéria-prima e beneficiamento. O preparo da matéria-prima transforma grãos úmidos ou espigas úmidas vindos do campo em grãos secos, com um mínimo de impurezas por meio de operações de limpeza, secagem e debulha (apenas para o caso de espigas). Dependendo do tipo de matéria-prima, espigas ou grãos, o preparo envolve diferentes processos produtivos. Já o beneficiamento transforma grãos secos no produto final, ou seja, o grão de milho seco, limpo, classificado por tamanho, tratado quimicamente, ensacado e em condições de germinação. Para isso são realizadas operações de limpeza, classificação por tamanho, tratamento e ensaque. Não necessariamente o milho é proveniente do preparo da matéria-prima na UBS; ele também pode ter vindo transferido de outras UBSs, ou preparado em uma unidade independente subcontratada.

O vigor híbrido em relação à taxa de crescimento e ao potencial de produção pode estar associado com a alta atividade fisiológica e bioquímica das plantas F1 híbridas (Srivastava,1983 e McDaniel, 1986). Mino e Inoue (1994) reportaram que o vigor híbrido, manifestado pela rápida germinação e crescimento vigoroso de plântulas, está associado com altas taxas de metabolismo de RNA, proteínas, lipídeos, DNA e glicose nos embriões.

A demanda de sementes de qualidade é um aspecto crítico a ser considerado na produção, em função dos erros de previsão e da complexidade de gerenciamento. Devido à necessidade de obtenção de escala de produção, a empresa tende a comercializar as sementes em áreas mais dispersas geograficamente para poder ampliar mercado de atuação. Sendo assim, as diversidades de climas e de ambientes de produção interferem na época em que

(15)

deve estar disponível ao cliente. Além disso, os diversos perfis de produtores rurais de cada região de demanda necessitam de um mix de produtos diferentes.

2.2 Caracterização do vigor de sementes

O potencial fisiológico de sementes de milho é representado pela germinação e pelo vigor e determina a capacidade da semente em produzir uma plântula normal. O vigor das sementes é representado pelo conjunto de características que confere às sementes potencial para germinar, emergir de forma rápida e uniforme sob ampla diversidade de condições ambientais. Nesse contexto, sementes soja com baixo vigor podem provocar reduções na porcentagem e na velocidade de emergência de plântulas, no tamanho inicial, na produção de matéria seca, na área foliar e nas taxas de crescimento das plantas (Schuch et al., 1999; Schuch et al., 2000; Machado, 2002; Höfs, 2003, Melo et al., 2006b).

A ocorrência de baixo vigor nas sementes pode ser explicada pela necessidade das mesmas da reorganização de seus tecidos e organelas danificadas, pouco antes de dar início ao crescimento do eixo embrionário, retardando a emergência das plântulas (VILLIERS, 1973).

O vigor das sementes é definido como as características físicas e fisiológicas que a semente possui para uma rápida e uniforme germinação com bom desenvolvimento sobre diferentes condições de campo (AOSA, 2002). Egli & Rucker (2012), confirmaram que sementes de milho com maior vigor sempre apresentam maior uniformidade de emergência e estabelecimento de estande do que sementes com baixo vigor.

Avaliando o crescimento inicial de plantas de milho, Mondo et al. (2013) concluíram que quanto maior a porcentagem de sementes com alto vigor na linha de semeadura, maior é o crescimento das plantas de milho até o estádio de oito folhas.

A hipótese de que o crescimento inicial é uma característica importante para a capacidade produtiva das plantas de milho, estando relacionado a algumas enzimas chave no processo de fixação e distribuição dos fotoassimilados na planta. O maior crescimento inicial pode incrementar o aproveitamento da radiação solar

(16)

disponível no início do ciclo da cultura, intensificando o crescimento vegetativo (Almeida & Mundstok, 2001).

O aproveitamento da luz é influenciado pela distribuição espacial das plantas na área, pela disposição das folhas na planta e pela extensão da área foliar presente (Fancelli & Dourado Neto, 2000). Esse aproveitamento da radiação solar é fundamental no desenvolvimento inicial das plantas, visto que futuramente haverá competição entre as plantas por esse recurso.

Além disso, pode-se dizer que o aumento da produtividade final de grãos de milho está diretamente relacionado à maximização da exploração do ambiente, que acontece de forma mais efetiva caso exista uniformidade entre plantas, proporcionando baixa competição intra-específica, principalmente na cultura de milho, que é uma das espécies de gramíneas mais sensíveis à esse tipo de competição (MADDONNI & OTEGUI, 2006).

2.3 Principais fatores que influenciam na qualidade

Visando à obtenção de material de melhor qualidade, muitos produtores de sementes de milho estão optando pela colheita em espigas. Apesar da colheita em espigas já ser utilizada em larga escala por empresas produtoras, muitos aspectos desse tipo de colheita, como o método de corte ou despalha, podem afetar a qualidade final das sementes.

O método de colheita em espigas tem como vantagem sobre a colheita debulhada, pois a possibilidade de se colher o material próximo da maturidade fisiológica, com menor índice de danos. Observaram se, em sementes colhidas mecanicamente em grãos, maiores índices de danos do que as colhidas em espigas (NASCIMENTO, PESSOA e BOITEAUX, 1994; e OlIVEIRA et al., 1997). Além disso, as espigas podem ser selecionadas, levando à obtenção de sementes de melhor qualidade (WYCH, 1988; OLIVEIRA, 1997).

Como a colheita das sementes de milho em espiga geralmente é realizada com teores de água entre 27% e 35%, podendo até atingir valores acima de 35%, a

(17)

operação de secagem torna-se importante e imprescindível para reduzir essa umidade (AHRENS et al., 1998).

Após a colheita, o conjunto de práticas que compõem o beneficiamento, eliminam os materiais indesejáveis que acompanham as sementes e melhora a qualidade do lote. Essa etapa do processo produtivo é obrigatória para a obtenção de sementes de alta qualidade.

Em razão de o sabugo ter grau de umidade de pelo menos 10% superior ao das sementes, o tempo de secagem em espigas é cerca de três vezes maior ao de sementes debulhadas (BAKER et al., 1991).

Segundo Silveira & Vieira (1982) a qualidade final da semente depende do cuidado em manter, durante o beneficiamento e o armazenamento, a qualidade obtida no campo, minimizando os danos que ocorrem durante o beneficiamento, principalmente as injúrias mecânicas.

Para Delouche (1967), qualquer equipamento usado no manuseio é fonte potencial de danos mecânicos e de contaminação. Os transportadores, elevadores e outros equipamentos usados para movimentar sementes, desde a colheita, beneficiamento e embalagem, podem ter importante influência na qualidade da semente.

Reduções no vigor de sementes de milho foram observadas, após a operação de pré-limpeza (Albuquerque & Priante-Filho, 1993). Resultados semelhantes também foram observados por Fessel et al., (1996) durante as etapas do beneficiamento de sementes de milho, como evidenciou os resultados da avaliação do dano mecânico, germinação, teste de tetrazólio e condutividade elétrica.

O efeito da temperatura de secagem sobre a funcionalidade da mitocôndria também tem sido pesquisado. A mitocôndria, uma organela do citoplasma, é fonte primária de energia durante a germinação e subseqüente crescimento da plântula (MADDEN & BURRIS, 1995). Burris et al. (1997) observaram que temperatura elevada de secagem resultou em cristas mitocondriais pouco visíveis.

Numa revisão conduzida por Baker et al. (1991), a maioria das sementes de milho com teor de água acima de 25% é seca numa temperatura de 35ºC, e abaixo desse teor, a 40-43ºC. Segundo Amaral & Dalpasquale (2000), para a secagem de milho em espigas, a temperatura do ar de secagem varia entre 40º e 50º C, não

(18)

devendo ultrapassar esse limite para não comprometer a qualidade fisiológica das sementes.

O armazenamento em ambiente controlado sob condições sub-ótimas de temperatura e umidade relativa do ar, é adequado para promover diferenças na intensidade e velocidade de deterioração de sementes de genótipos de milho (TIMOTEO & MARCOS-FILHO, 2012).

Alta temperatura e umidade relativa do ar durante o processo de armazenagem de sementes de milho contribuem para sua deteriorização por promover mudanças degenerativas como desestabilização de atividades enzimáticas e destruição e eventual perda da integridade do sistema de membrana das células, causando peroxidação lipídica devido ao aumento da atividade de microorganismos (ALSCHER et al., 2002).

A manutenção de sementes de milho em baixas temperatura e baixa umidade relativa do ar reduz a atividade das enzimas envolvidas no processo de respiração, conseqüentemente, aumentando a longevidade das sementes no armazenamento. A deteriorização não pode ser revertida, mas pode ser minimizada durante o armazenamento sobre condições apropriadas (SANTOS et al., 2004).

2.4 Teste frio

O teste frio é utilizado para identificar o vigor de lotes de sementes de várias espécies, inclusive sementes básicas de milho onde são utilizadas várias linhagens com as mais distintas características.

Todos os testes são realizados no Laboratório de Analise de Sementes, com substrato de 1/3 de solo para 2/3 de areia, ambos secos e peneirados. O substrato é colocado sobre papel filtro ou papel de germinação de acordo com o tamanho da bandeja e adicionada água até a capacidade de campo. São colocadas duas repetições de 100 sementes de lotes com vigor conhecido e duas repetições de lotes a serem testados, espalhados uniformemente sobre o substrato e adicionado 1,5 cm de substrato encima das sementes. Os recipientes são cobertos por sacos plásticos

(19)

para reduzir evaporação, identificados e encaminhados para câmara fria, com temperatura controlada de 10°C por sete dias.

Após os sete dias na câmara fria é retirada a proteção plástica e encaminhamos as amostras para a sala de crescimento, com temperatura controlada de 27°C + ou – 3°C, em ausência de luz. Mais sete dias nesta sala e as amostras são retiradas e as avaliadas, contando o numero de plantas vigorosas.

(20)

3. MATERIAL E MÉTODOS

3.2 Dados

Para este trabalho foram utilizados dados internos de uma empresa produtora de sementes de milho híbrido em formato eletrônico referentes ao vigor inicial dos lotes de sementes básicas para produção de sementes de milho híbrido simples S1. Estes dados se referem a 138 campos de produção espalhados pelo Brasil nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso no ano de 2015, totalizando em uma área de 9208 hectares com semeadura de 40 configurações de híbridos simples para produção de sementes.

Os dados de rendimento de produção também foram levantados para que uma analise de correlação fosse realizada onde:

MPP = Meta de Produção Planejada = rendimento esperado de sacas de 60 quilogramas, estimado através de analises de resultados obtidos ao longo dos anos ou resultados de pesquisa de produção.

PR = Produtividade realizada = rendimento em sacas de 60 quilogramas atingidos em cada campo de produção.

MSP = Meta de Sacos Planejado = rendimento esperado em sacas de 80.000 sementes, avaliando os dados históricos e pesquisa de cada híbrido por ambiente. SR = Sacos Realizado = rendimento atingido em sacas de 80.000 sementes para cada campo de produção.

Para analise, os campos foram divididos em classes de acordo com seu vigor inicial avaliado pelo teste frio da seguinte forma:

Vigor muito alto: Resultado de vigor igual ou superior a 90%; Vigor alto: Resultado de vigor entre 85 e 90%;

Vigor médio: Resultado de vigor entre 84 e 80%; Vigor baixo: Resultado de vigor menor de 80%;

Os resultados com as medias de baixo vigor apresentaram os melhores resultados quanto a variação, o que não era esperado, acredito que neste caso a

(21)

resposta esteja na base de dados, onde temos 43 campos na classe de vigor muito alto, 45 campos na classe de vigor alto, 31 campos na classe de vigor médio e apenas 19 campos na classe de vigor baixo. Os resultados dos testes são colocados no sistema e são utilizados em tomadas de decisão tanto para planos de produção como para utilização comercial, onde a companhia tem um compromisso intrínseco com a qualidade das sementes utilizadas em todos seus processos.

Os dados foram submetidos em analises estatísticas realizando a correlação de Pearson para a verificação da existência de relação entre os valores encontrados para os rendimentos de produção planejados versus os rendimentos alcançados.

(22)

4. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Na tabela 01 podemos verificar que em nenhum momento os resultados reais conseguem atingir o planejado, pois a proporção entre MPP e PR é sempre menor que 1, que pode ser em decorrência de estimativas agressivas formando metas que são cada vez mais difíceis de serem alcançadas, ou então a inclusão de híbridos lançamentos que comumente apresentam quebras de produtividade por falta de conhecimento destes materiais.

Tabela 01. Médias de MPP, MPR, proporção MPP/MPR e MSR, em relação à classe de vigor inicial de sementes básicas de milho no ano de 2015.

Classes de vigor MPP PR Proporção MPP/PR SR Muito alto (maior 90) 66,23 62,68 0,96 120,37

Alto (85-90) 56,35 53,65 0,98 101,37

Médio (80-84) 59,90 52,90 0,88 106,63

Baixo (<80) 56,64 54,13 0,94 102,39

Um ponto muito interessante é que em classes de vigor mais elevadas os resultados de proporão entre MPP e PR são mais próximos de 1, mostrando neste que existe sim um indicativo que o vigor contribui para que os resultados sejam atingidos de acordo com o planejado.

Em lotes com vigor inicial muito alto, encontramos correlação positiva para todos os fatores de produção demonstrados na Tabela 03, onde a MPP apresentou relação positiva a PR. A produtividade real também apresentou correlação positiva significativa para o PR, mostrando uma correlação significativa com a SR, indicando que estas variáveis são altamente responsivas uma a outra. O produto planejado também evidenciou nos resultados uma boa correlação com o produto realizado, porem com uma variação indicando que o planejado sempre se manteve a cima do realizado.

(23)

Esta ocorrência está totalmente ligada a habilidade de uma semente germinar sob amplo limite de condições e é definida como a manifestação do seu vigor, dependendo, entre outros fatores, das condições ambientais encontradas no local onde foi semeada (SIMONI et al., 2011), justificando a maior correlação entre produtividade real versus SR r=0,94**.

Tabela 02. Matriz de Correlação de Pearson dos rendimentos planejados e realizados de sementes de milho hibrido referente ao grupo de vigor inicial muito alto na Safra de 2015.

MPP PR MSP SR

MPP 1 0,86** 0,85** 0,72**

PR 1 0,77** 0,94**

MSP 1 0,74**

SR 1

** Associação em nível de probabilidade de 1% pelo teste de Correlação de Pearson.

Igualmente ao caso da classe de vigor muito alto, a classe de vigor alto, as interações apresentaram correlações a significativas positivas para todo as associações possíveis, onde podemos verificar que o alinhamento entre a meta planejada e o produto planejado estão fortemente relacionados, apresentando r=0,95. Outra correlação que se mostra próxima do adequado para o planejamento na classe de vigor alto é o de fato produzido no campo com o produto pronto para entrega r=0,94**, evidenciando neste caso que os resultados possuem uma forte similaridade e que provavelmente formem linhas muito próximas.

Andreoli et al,. 2002, verificaram que a qualidade fisiológica do lote de semente utilizada na semeadura do milho é fundamental para o estabelecimento da cultura e o aumento da produtividade. Além disso, o aumento da densidade de semeadura não compensou a baixa qualidade dos lotes de sementes de milho.

(24)

Tabela 03. Matriz de Correlação de Pearson dos rendimentos planejados e realizados de sementes de milho hibrido referente ao grupo de vigor inicial alto na Safra de 2015.

MPP PR MSP SR

MPP 1 0,82** 0,95** 0,71**

PR 1 0,79** 0,94**

MSP 1 0,73**

SR 1

** Associação em nível de probabilidade de 1% pelo teste de Correlação de Pearson.

Com a utilização se sementes dentro da classe de vigor alto, encontramos forte correlação positiva entre os fatores de produção estudados, com significância de 1% para todos os índices e o valor de ‘r’ acima de 0,71. Os resultados indicam que quando trabalhamos com lotes de sementes básicas com vigor adequado as chances de alcançar os resultados planejados é muito maior.

Os resultados obtidos para o grupo de vigor médio também mostraram boa correlação positiva para todas as interações, apenas para a relação de produtividade versus produto planejado e também de produto planejado para produto pronto os valores de ‘r’ ficaram abaixo de 0,5 (0,41* e 0,46** respectivamente).

Nesta classe podemos identificar que as interações por mais que apresentem resultados de correlações significativas, temos um distanciamento entre os valores alcançados para os valores planejados, nos dois fatores de produção. Este é um indicativo que a classe vigor interfere nos resultados de um plano de produção e devem ser considerados em nível de planejamento.

Todo trabalho sobre que busca um melhor acuracidade das metas para os fatores de produção podem ser afetados em safras com qualidade de semente básica melhor ou pior em referencia ao vigor inicial. Os resultados com ‘r’ abaixo de 0,7 já mostram um distanciamentos dos indicadores de produção, neste caso, apesar de significativos, os valores de ‘r’ já estão próximos de 0,4. Considerar as classes de vigor para definição das metas seria uma grande oportunidade para todas as empresas que trabalham na produção de sementes de milho híbrido, pois desta forma é possível reduzir alguns desvios que em investigações não tem

(25)

motivos encontrados e podem ter sido causados pelo vigor inicial da semente básica.

Tabela 04. Matriz de Correlação de Pearson dos rendimentos planejados e realizados de sementes de milho hibrido referente ao grupo de vigor inicial médio na Safra de 2015.

MPP PR MSP SR

MPP 1 0,79** 0,74** 0,76**

PR 1 0,41* 0,97**

MSP 1 0,46**

SR 1

** Associação em nível de probabilidade de 1% pelo teste de Correlação de Pearson. * Associação em nível de probabilidade de 5% pelo teste de Correlação de Pearson.

Analisando os dados de vigor baixo, não encontramos correlação entre produtividade e meta de produto acabado (r=0,32) tão pouco para a relação entre produto planejado e produto pronto. Estes dados estão bem alinhados com observações realizadas dentro da companhia que mostram que nos casos de lotes com baixo vigor, a variação pode ser muito grande, onde muitas vezes em volumes totais os produtos são entregues, mas quando verificamos no detalhe, alguns dos produtos do grupo estão realmente muito abaixo do planejado.

As correlações entre produtividade planejada versus produtividade real e também de produtividade planejada versus produto acabado foram significativamente positivas, mas com valor de ‘r’ baixo, r=0,58 e r= 0,51 respectivamente, apresentando valores abaixo de r=0,7, evidenciando que para o grupo de vigor baixo estes fatores não possuem uma associação tão forte.

O processo de produção de sementes de milho híbrido permite a utilização de sementes com vigor inicial abaixo dos trabalhados no mercado e exigidos pela legislação, como a semente básica na maioria das vezes tem o processo de produção de responsabilidade da obtentora, estas empresas acabam utilizando alguns lotes com qualidade inferior para produzir determinados produtos e não

(26)

apresentar quebras de pano de produção e deixar de entregar sementes de alguns híbridos no mercado.

Tabela 05. Matriz de Correlação de Pearson dos rendimentos planejados e realizados de sementes de milho hibrido referente ao grupo de vigor inicial baixo na Safra de 2015.

MPP PR MSR SR

MPP 1 0,58** 0,84** 0,51*

PR 1 0,32 0,89**

MSR 1 0,38

SR 1

** Associação em nível de probabilidade de 1% pelo teste de Correlação de Pearson. * Associação em nível de probabilidade de 5% pelo teste de Correlação de Pearson.

A utilização destes lotes deveria ser bem programada, como é em muitas situações, mas não é considerado o vigor no planejamento, que como estudado neste trabalho, pode contribuir positivamente e negativamente nos resultados. Trabalhar com penalidades nas metas dos fatores de produção de acordo com a classe de vigor seria uma interessante saída para que desvios não ocorram por este motivo.

(27)

5. CONCLUSÃO:

Não há associação entre a meta de produtividade planejada e o resultado efetivo, meta de produto acabado e o resultado efetivo na produção de sementes de milho híbrido simples a partir de sementes básicas com vigor abaixo de 80%.

(28)

6. REFERÊNCIAS

AHRENS, D. C.; BARROS, A. S. R.; VILLELA, F. A.; LIMA, D. Qualidade de

sementes de milho (Zea mays L.) sob condições de secagem intermitente. Scientia Agrícola, Piracicaba, v.55, n.2, p. 320-325, maio/ago. 1998.

ALBUQUERQUE, M.C.F.; PRIANTE-FILHO, N. Efeito da máquina de pré-limpeza na qualidade fisiológica de sementes de milho. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE SEMENTES, 8, 1993, Campo Grande. Resumos... Informativo ABRATES, Curitiba, v.3, n3, p.36, 1993.

ALLARD, R.W. Princípios do melhoramento genético em plantas. São Paulo: Ed. Blucher, 1971. 381p.

ALMEIDA, M.L.; MUNDSTOCK, C.M. O afilhamento da aveia afetado pela qualidade da luz em plantas sob competição. Ciência Rural, v.31, n.3, p.393-400, 2001.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84782001000300005&lng=en&nrm=iso.

ALSCHER, R.G.; ERTURK, N.; HEALTH, L.S. Role of superoxide dismutases (SODs) in controlling oxidative stress in plants. Journal of Experimental Botany,

v.53, n.372, p.1331-1341, 2002.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000059&pid=s0101-3122201000010001000001&lng=en.

AMARAL, D.; DALPASQUALE, V. A. Custos de secagem de sementes de milho (Zea mays L.) em espigas usando simulação matemática. Engenharia Agrícola,

Jaboticabal, v. 20, n. 1, p. 55-66, 2000.

Andreoli, C.; ANDRADE, R. V.; ZAMORA, S. A.; GORDON, M. Influencia da germinação da semente e da densidade de semeadura no estabelecimento do estande e da produtividade do milho, Revista Brasileira de Sementes, v.24, n.2, p.1-5, 2002.

ASSOCIATION OF OFFICIAL SEED ANALYSTS [AOSA]. Seed vigor testing handbook. (Contribution, 32): Stillwater, OK, 2002.

BAKER, K. D.; PAULSEN,M. R.;ZWEDEN, J.van; Hybrid and drying rate effects on seed corn viability. American Society of Agricultural Engineers, St. Joseph, v.34, n.2, p. 499-506, 1991.

(29)

BURRIS, J. S.; PETERSON, J. M.; PERDOMO. Morphological and physiological changes associated with desiccation in maize embryos. In: INTERNATIONAL WORKSHOP ON SEEDS: BASIC AND APPLIED ASPECTS OF SEED BIOLOGY, 5., 1995, Reading. Proceedings Reading: University of Reading, 1997. p. 103-111. DELOUCHE, J.C. Mechanical damage to seed. In: SHORT COURSE FOR

SEEDSMAN, 1967, Mississipi, Proceedings... Mississipi State University. p.69-71. EGLI, D.B.; RUCKER, M. Seed vigor and the uniformity of emergence of

corn seedlings. Crop Science, v.52, n.6, p.2774-2782, 2012. https://www. soils.org/publications/cs/pdfs/52/6/2774.

FANCELLI, A.L.; DOURADO-NETO, D. Produção de milho. Guaíba: Agropecuária, 2000. 360p.

FESSEL, S.A.; VIEIRA, R.D.; FAGIOLI, M. Avaliação da qualidade fisiológica de sementes de três genótipos de milho, obtidas em quatro fases do processamento. In: VII Congresso de Iniciação Científica - UNESP, 1996, Guaratinguetá. Anais... p.292. GOMES, M.S.; VON PINHO, E.V.R.; VON PINHO, R.G.; VIEIRA, M.G.G.C. Efeito da heterose na qualidade fisiológica de sementes de milho. Revista Brasileira de Sementes, v.22, n.1, p.7-17, 2000.

HÖFS, A.; SCHUCH, L.O.B.; PESKE, S.T.; BARROS, A.C.S.A. Emergência e crescimento de plântulas de arroz em resposta à qualidade fisiológica de sementes. Revista Brasileira de Sementes, v.26, n.1, p.92-97, 2004.

JUNQUEIRA, R. A. R.; MORABITO, R. Um modelo de otimização linear para o planejamento agregado da produção e logística de sementes de milho. Produção, v.16, n31, p.510-525, 2006.

MACHADO, R.F. Desempenho de aveia-branca (Avena sativa L.) em função do vigor de sementes e população de plantas. 2002. 46f. Dissertação (Mestrado em ciência e tecnologia de sementes) - Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2002. MADDEN, R. F.; BURRIS, J. S. Respiration and mitochondrial characteristics of imbibing maize embryos damaged by high temperatures during desiccation. Crop Science, Madison, v. 35, n. 6, p. 1661-1667, 1995.

MADDONNI, G.A.; OTEGUI, M.E. Intra-specific competition in maize: contribution of extreme plant hierarchies to grain yield, grain yield components and kernel

composition. Field Crops Research, v.97, n.2/3, p.155–166, 2006.

http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0378429005002388.

MARCOS-FILHO, J. Fisiologia de sementes de plantas cultivadas. Piracicaba: FEALQ, 2005. 495p.

(30)

McDANIEL, R.G. Biochemical and physiological basis of heterosis. Critical Reviews of Plant Science, v.30, n.1, p. 227-246, 1986.

MELO, P.T.B.S.; SCHUCH, L.O.B.; ASSIS, F.N. de; CONCENÇO, G.

Comportamento individual de plantas originadas de sementes com diferentes níveis de qualidade fisiológica em populações de arroz irrigado. Revista Brasileira de Sementes, v.28, n.2, p.84-94, 2006b.

MINO, M.; INOUE, M. Analysis of glucose metabolism in the heterotic viability in seedling growth of maize F1 hybrid. Japan Journal Crop Science, v. 63, n. 4, p. 682-688, 1994.

MONDO, V. H. V.; CICERO, S. M.; DOURADO-NETO, D.; PUPIN, T. L.; DIAS, M. A. N. Seed vigor and initial growth of corn crop. Jounal of Seeds Science, v.35, n.1, p.64-69, 2013.

NASCIMENTO, W. M.; PESSOA, N. B. S. V.; BOITEOX, E. S. Qualidade fisiológica de sementes de milho doce submetidas a diferentes processos de colheita debulha e beneficiamento. Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v. 29, n. 8, p.1.211-1.214, 1994.

OLIVEIRA, J. A.; CARVALHO, M. L. M.; VIEIRA, M. G. G. C. V.; VON PINHO, E. V. R. Efeito do Método de Colheita na Qualidade Física, Fisiológica e Sanitária de Sementes de Milho, Revista Brasileira de Sementes, v. 19, n. 2, p. 200-206, 1997. SANTOS, C.M.R.; MENEZES, N.L.; VILLELA, F.A. Alterações fisiológicas e

bioquímicas em sementes de feijão envelhecidas artificialmente. Revista Brasileira de Sementes, v.26, n.1, p.110-119, 2004.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S0101- 3122200800030001700022&lng=en.

SCHUCH, L.O.B.; NEDEL, J.L.; ASSIS, F.N. de; MAIA, M.S. Crescimento em

laboratório de plântulas de aveia-preta (Avena strigosa Schreb.) em função do vigor das sementes. Revista Brasileira de Sementes, v.21, n.1, p.229-234, 1999.

SCHUCH, L.O.B.; NEDEL, J.L.; ASSIS, F.N.de; MAIA, M.S. Vigor de sementes e análise de crescimento de aveia preta. Scientia Agricola, v.57, n.2, p.305-312, 2000.

SILVEIRA, J.F.; VIEIRA, M.G.G.C. Beneficiamento de sementes. Informe Agropecuário, Belo Horizonte. v.8, n.9, p.50-56, 1982.

SIMONI, F. et al. Sementes de Sorghum bicolor L. – Gramineae, submetidas ao estresse hídrico simulado com PEG (6000). Revista de Biologia e Ciências da Terra, Pernambuco, v.11, n.1, p.188-192, 2011. Disponível em:

(31)

SRIVASTAVA, H.K. Heterosis and intergenomic complementation: Mitochondria, chloroplast and nucleus. In: Monographs on theorotical and applied genetics. Berlim: Springer-Verlag, v.6, p.260-286, 1983.

TIMOTEO, T. S.; MARCOS-FILHO, J. Seed performance of different corn genotypes during storage. Jounal of Seeds Science, v. 35, n. 2, p. 207-215, 2012.

VILLIERS, T.A. Ageing and longevity of seeds in field conditions. In:HEYDECKER, W. (Ed.). Seed Ecology. London: The Pennsylvania State University Press, p.265-288, 1973.

WYCH, R. D. Production of hybrid seed corn. In: SPRAGUE, G. F.; DULLEY, J. W. Corn and corn improvement. 3.ed. Madison: ASA/CSSA/SSSA, 1988. p. 565-607.

Referências

Documentos relacionados

Procedimentos de trabalho 3564 Segurança em eletricidade, regras básicas; 3412 Análise de risco; 3398 Permissão de Trabalho; 3484 Equipamentos de Proteção Individual;

Com relação a dimensão das obras e os resultados encontrados no presente estudo sobre as curvas de agregação de recursos, dos 19 cronogramas físico- financeiro

Elaborou-se então, com o software Microsoft Excel, uma folha de cálculo em que partindo dos dados da matriz dos tempos de deslocação e dos dados relativos ao ano de

As key results, we found that: the triceps brachii muscle acts in the elbow extension and in moving the humerus head forward; the biceps brachii, pectoralis major and deltoid

Afastamento da sala de audiências: reflete a sensibilidade dos juízes quanto ao impacto das condições físicas, sobretudo das características austeras da sala da audiência de

c Caracterizar o atual cenário de aplicação da modelagem paramétrica no ensino nacional, a partir de amostra nos cursos de arquitetura e design, com ênfase nas disciplinas de

Com foco em colmatar todos estes pontos que afetam tanto a organização das estantes, como a gestão do stock do armazém, a equipa recorreu à implementação de um sistema kanban, para