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POLÍTICA AMBIENTAL DAS EMPRESAS ELETROBRAS

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Academic year: 2021

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EM

MPRESAS

AM

PO

MBIENT

S ELETR

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LÍTICA

TAL DAS

ROBRAS

Versão 3.0 4/01/2016

A

S

S

0 6

(2)

1

 

Obje

2

 

Princ

3

 

Dire

3.1

 

D

3.1.1 3.1.2 3.1.3 3.1.4 3.1.5 3.1.6

3.2

 

D

3.2.1 3.2.2 3.2.3 3.2.4 3.2.5 3.2.6 Energ

4

 

Resp

5

 

Disp

etivo ....

cípios ...

trizes ...

Diretrizes

1  Articula 2  Articula 3  Relacio 4  Uso Su 5  Desenv 6  Gestão

Diretrizes

1  Biodive 2  Educaç 3  Comun 4  Mudanç 5  Gestão 6  Reman gia Elétrica

ponsabil

posições

P O L Í T I C A

...

...

...

Gerais ...

ação Inter ação Exter onamento stentável volvimento Ambienta

Temática

ersidade ... ão Ambien icação Am ças Climát Sociopatr ejamento a ...

idades .

Gerais

A M B I E N T A

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A L D A S E M P

Sumário

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... ... ciedade ... rsos Energ o e Tecnol ...

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P R E S A S E L

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E T R O B R A S

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... 3

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... 3 ... 4 ... 4 ... 4 ... 5 ... 5

... 5

... 5 ... 6 ... 7 ... 8 ... 8 de ... 10

... 11

... 12

3

 

3

 

3

      4  4  4                     

2

 

(3)

1

O

Orientar o os princípi

2

P

 Es pe  At  As pr  As  Im in  Pr  Ex pr  Ap  Ex

3

D

3.1

D

3.1.1 A  As pr  As en  A  O pa

Objetivo

o tratament os da suste

Princípio

star em con ertinentes, tender aos ssegurar a ráticas de g ssegurar a mplantar p stituições. romover re xplorar as rincípios do poiar o des xecutar e p

Diretrize

Diretrizes

Articulaçã s políticas rocessos in s questões ntre as área dimensão s princípios arcerias firm P O L Í T I C A

o

to das ques entabilidade

os

nformidade bem como princípios d manutenç gestão. incorporaç rogramas e lacionamen potencialid o desenvolv senvolvimen promover aç

es

s Gerais

o Interna públicas ternos. ambientais as das emp ambiental s e as dire mados. A M B I E N T A stões ambie e. e com as po o com os ac da sustenta ção de um ão da dime e ações am nto com os ades de re vimento sus nto científic ções relativ a relativas s dos empr presas. deve ser in etrizes des A L D A S E M P entais nas olíticas púb cordos inter abilidade co m processo ensão ambi mbientais d diversos se ecursos ene stentável. co e tecnoló vas à gestã ao meio reendiment ncorporada sta política P R E S A S E L empresas blicas, com rnacionais d orporativa. sistemátic ental aos p de forma a egmentos d ergéticos lo ógico aplica ão ambienta ambiente tos devem s aos proces devem se E T R O B R A S Eletrobras os marcos dos quais o co e contín processos d articulada c da sociedad cais e regio ado às ques al. devem se ser tratada ssos de tom r incorpora em conson s legais e r o Brasil é si nuo de me das empres com outros de. onais, aten stões ambi er conside as de forma mada de dec ados aos c nância com egulatórios gnatário. elhoria nas as. s setores e ndendo aos entais. eradas nos a articulada cisão. contratos e m s s e s s a e

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3.1.2 A  As em  O bu em  As hi ag  As na 3.1.3 R  As de e  A qu  As es am 3.1.4 U  A es  O se  O en  As ef na Articulaçã s oportunid mpreendim compartil uscado com mpreendim s empresa idrográficas gentes envo s especificid as articulaç Relacionam s empresa esde o iníci necessidad linguagem ue se destin s empresas sclarecimen mbientais. so Suste utilização stimulada. s mecanism er utilizados s custos e nergéticos d s empresas ficiência en aturais. P O L Í T I C A o Externa dades de d mentos deve lhamento m os dem mentos. as Eletrobr s e para o olvidos. dades dos ções das aç

mento co s Eletrobra io do plane des. m utilizada n na. s Eletrobra nto ao públ ntável do de fontes mos de ince s como opo benefícios devem ser s Eletrobra nergética, A M B I E N T A a desenvolvim em ser pote das respo mais agent ras devem uso susten ecossistem ções e prog om a Socie as devem ejamento do nos process s devem e ico sobre a os Recurs renováveis entivo à re ortunidade s sociais e internaliza s devem a como estr A L D A S E M P mento sust encializadas onsabilidade tes público m contribu ntável dos mas e das co ramas amb edade dialogar co os empreen sos de com estabelecer as questões sos Energ s na expans edução de e de negócio ambientai dos nas em poiar os pr ratégia par P R E S A S E L tentável lo s. es instituc os e priva ir para a recursos h omunidade bientais com om os dive ndimentos, municação d um proce s relacionad géticos são da ofe emissões d os. s na defin mpresas Ele rogramas d ra a racion E T R O B R A S cal e regio ionais e f dos que gestão i hídricos, em slocais dev m ações e p ersos atore identifican deve ser ad sso contínu das à energ rta de ener e gases de ição da ut etrobras. de conserva nalização d onal decor financeiras atuam na integrada m articulaç vem ser co políticas pú es sociais ndo suas ex dequada ao uo de com gia elétrica rgia elétric e efeito est tilização do ação de en do uso do rentes dos deve ser área dos de bacias ção com os onsideradas úblicas. envolvidos xpectativas o público a unicação e e às ações a deve ser tufa devem os recursos nergia e de s recursos s r s s s s s s a e s r m s e s

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3.1.5 D  As es de  A El  As de 3.1.6 G  O de  As de  As am  As co co em  O qu  As de

3.2

D

3.2.1 B  As co si  As en  A Desenvolv s empresas studos e p esenvolvim gestão e etrobras de s empresa esenvolvim estão Am s sistemas emais siste s empresa esempenho s empresas mbiental. s empresas olaboradore onservação mpresa. s colabora uanto às su s empresas e influência

Diretrizes

iodiversid s empresas om a legisl gnatário. s questões ntre as área biodiversid P O L Í T I C A vimento C s Eletrobra esquisas re ento suste os recurso evem ser c as Eletrob ento de es mbiental s de gestã emas de ges as Eletrobr o ambiental s Eletrobras s Eletrobra es, parceir de energ dores, parc uas respons s Eletrobras a dos empre

s Temáti

dade s Eletrobra ação ambie s relacionad as das emp dade deve s A M B I E N T A Científico s devem p elativos às ntável. os em est ompartilha ras devem tudos e pes o ambienta stão empre ras devem l. s devem ut s devem in ros de ne ia, de efic ceiros e fo sabilidades s devem pr eendimento

cas

s devem d ental nacio das à biod presas. ser incorpo A L D A S E M P e Tecnol promover a interações udos e pro dos. m apoiar squisas de al devem esarial. m executar tilizar indic ncentivar o egócios e ciência ene ornecedores com o mei romover aç os. desenvolver onal e os a diversidade rada aos p P R E S A S E L ógico cooperaçã s entre ene ojetos de instituiçõe interesse a ser implan r ações qu adores par o atendime fornecedor ergética e s devem s io ambiente ções de sen r suas ativ cordos inte devem se rocessos de E T R O B R A S ão técnica p ergia elétri interesse c s de ens ambiental. ntados de ue promov a aferir os nto a requ res, bem de combat ser sensibil e. nsibilização idades em ernacionais er tratadas e tomada d para a elab ca, meio a comum às sino e pe forma inte vam a m resultados uisitos amb como as te ao desp izados e c o ambiental estrita con s dos quais de forma de decisão. boração de ambiente e empresas esquisa no egrada aos elhoria do s da gestão ientais por ações de perdício na capacitados l nas áreas nformidade s o Brasil é articulada e e s o s o o r e a s s e é a

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 As on  M op  Pe e  A el  In pa  As co  O bi 3.2.2 Ed  O em  As em Pr  As pr di em  As fo Re  O so  A co  As pú  As s ações de nde as emp ecanismos portunidade esquisas em Desenvolv cooperaçã aboração d ndicadores ara aferir o s empresas olaboradore s critérios odiversidad ducação s program mpreendim s empresa mpreendim rogramas d s empresa rogramas e iferentes mpreendim s empresa ormalizada, esponsabil s program ocioambien gestão ompartilhad s empresa úblicas per s empresas P O L Í T I C A e conserva presas estã de incentiv e de negóc m biodivers imento. ão técnica de estudos de biodive s resultado s Eletrobra es quanto à para contr de. Ambienta mas de ed mentos nas as Eletrob mentos, obt de Educaçã s Eletrobra e projetos grupos mentos. as Eletrob , com repr idade Soci mas de edu ntal particip dos progr da. s Eletrobra rtinentes. s Eletrobra A M B I E N T A ção da bio o inseridas vo à conse ios. sidade deve entre as e pesquisa ersidade de os da gestã as devem às suas resp ratação de al ducação a suas fases ras devem tendo info ão Ambient as devem d socioambi sociais q bras devem resentação al, Comuni ucação am pativo. ramas de as devem as devem e A L D A S E M P odiversidad s. ervação da em ser fom empresas s relativos evem ser u o ambienta promover ponsabilida fornecedor ambiental s de constr m atuar n rmações q tal, com qu dialogar e ientais das que inter m assegu o das áreas icação, Jur biental de educação contempla estabelecer P R E S A S E L e devem s biodiversid mentadas po Eletrobras à biodivers utilizados e al. ações de s ades com a res devem devem se rução, ope nas fases ue possam ualidade e atuar de f s empresas agem na rar integr s envolvida rídico e áre vem ser s o ambient ar, articula r parcerias E T R O B R A S ser potenc dade devem or meio de s deve ser sidade. m estudos sensibilizaç biodiversid considerar er implant ração e de anteriores m suportar custos com forma tran s, de outra a área d ração inte as, tais co eas técnica suportados tal deve r e buscar públicas e ializadas n m ser utiliz projetos d r incentiva de novos ção e capa dade. r questões tados em scomission s à const , posterior mpetitivos. nsversal no as instituiç de influê erna, estru mo: Meio s. em um d ser partic r acesso à e privadas. nas regiões ados como de Pesquisa da para a projetos e acitação de relativas à todos os namento. rução dos rmente, os os diversos ções e dos ência dos uturada e Ambiente, diagnóstico cipativa e às políticas s o a a e e à s s s s s s e , o e s

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 A si so  Na tr Am  As ed  Na tr co  As e re  O se 3.2.3 C  As co  As qu em  A em  A et op  As a  U co  As cu  A  A continuida stemáticas ocioambien a fase de rabalhadore mbiental e s empresa ducação am a fase de rabalhadore omplement s empresas de recur ecomendad s dados, i er suportad omunicaç s ações de omunicação s ações d ualquer aç mpreendim comunica mpreendim população tapas, norm peração. s empresas interação m canal p ontínuo da s ações de ultural, am linguagem comunicaç P O L Í T I C A

ade dos pro s de m ntais. e construç es envolvid specífico – s Eletrobr mbiental pa e operaçã es envo tarmente c s Eletrobra sos financ do. nformes e dos de form ção Ambi e comunic o das emp de comun ção de cam mento. ação amb mento: estu o deve ser mas e proc s Eletrobra com a pop ermanente população comunica biental e e m deve ser ção ambien A M B I E N T A ogramas d onitorame ção dos e dos nos em – PEAT. as devem ara o públi ão dos em olvidos como agent as devem s ceiros com registros ma estrutu iental cação amb resas. icação am mpo que e biental de udos, proje mantida in cedimentos as devem i ulação, en e de diálog o. ção ambien econômico adequada ntal deve s A L D A S E M P e educação nto e a empreendim mpreendim estabelece co interno mpreendim nos em tes ambien ser dotadas mpatíveis c gerados n rada em ba iental dev mbiental d envolva as eve ser c eto, constru nformada d s inerentes nstituir est sejando um go deve se ntal devem do context ao público ser promov P R E S A S E L o ambienta avaliação, mentos, d mentos rece er, de form . mentos, de mpreendime ntais. s de supor com o pa o âmbito d anco de da em ser in evem ser s comunida contemplad ução, oper de seus dir aos empre tratégias d m processo er criado p m ser emba to local. o a que se d vida para o E T R O B R A S al deve ser a part deve ser ebam o Pro ma sistem eve ser a entos se rte qualiqua adrão de da educaçã ados. tegradas à implemen ades da ár da em t ação e des reitos, bem eendiment de comunic o participat para asseg asadas no c destina. público in r garantida ir de in assegurad ograma de ática, prog assegurado ejam q antitativo educação ão ambien às demais ntadas an rea de inf odas as scomission m como das os em con cação que tivo. gurar o at conhecime terno. a mediante ndicadores o que os e Educação gramas de o que os ualificados de pessoal ambiental ntal devem ações de ntecedendo luência do fases do amento. s políticas, strução ou promovam endimento ento social, e s s o e s s l l m e o o o , m o ,

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 As pa am  O ar 3.2.4 M  A co  As de  As m  As em m  As às G  As cl br  As de  As re 3.2.5 G  O al  As de ob  Se re  As Pr s empresas ara viabiliz mbiental. s informes rmazenado Mudanças estratégia ompensem s empresas e fontes de s empresa mudanças c s empresas missões de melhores pr s empresa s informaçõ ases de Efe s empresa imáticas, n rasileiro e s empresas e emissões s empresa elativas à m estão So uso e a o inhadas co s respostas evem ser bjetivo de empre qu eservatório s empresa reservação P O L Í T I C A s Eletrobra zar o emp s e registro os em banc Climática a das emp as suas em s Eletrobra e energia r s Eletrobra limáticas p s Eletrobra e GEE, ma ráticas. s Eletrobra ões, em es eito Estufa as Eletrob no esforço de buscar s Eletrobra s de GEE de as Eletrobr mudança d ciopatrim cupação d om a legisla s aos pedid padronizad manter a t e as con os devem s s Eletrobra o Permanen A M B I E N T A as devem a preendimen os gerados co de dados as resas Eletr missões de as devem p enováveis. as devem para o seu as devem a antendo um as devem special com a das Empr bras devem de identifi novas tecn as devem a e forneced ras devem o clima no monial e A os reserva ação. dos de anu das, de ac transparên ndições de er compati as devem z nte – APPs A L D A S E M P assegurar q nto observ s no âmbit s. robras par e Gases de priorizar em . identificar negócio. assegurar a m process assegurar m a publica resas Eletro m foment icar e com nologias pa atuar junto ores e clie m apoiar e âmbito go Ambienta atórios dev uência para cordo com cia. e operaçã ibilizados. zelar pela s de seus r P R E S A S E L que as açõ vem as rec to da com a adoção d Efeito Est m sua cart os princip a impleme so sistemá aos públic ação anual obras”. ar os est preender s ara minimiz o à cadeia ntes. e atuar na overnamen al dos Res em ser de a o uso de a naturez o permitir recuperaçã reservatório E T R O B R A S es desenvo comendaçõ unicação a de práticas ufa – GEE teira de pro ais riscos ntação de tico e con cos externo do “Invent tudos rela seus impac zar seus ef produtiva, a normatiz tal e da so servatório finidos em bordas, ilh za de cada rem, os ão e manu os, promov olvidas pel ões da co ambiental d s que min deve ser u ojetos a pa e oportuni ações de g ntínuo e a o e interno tário de Em ativos às ctos no set feitos. buscando zação das ociedade ci os m normas e ha e espel a solicitaçã usos múlt tenção das vendo a pr a empresa municação devem ser imizem ou unificada. articipação idades das gestão das busca de o o acesso missões de mudanças tor elétrico a redução s questões vil. específicas, ho d´água ão, com o tiplos dos s Áreas de reservação a o r o s s e o e s o o s , a o s e o

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do fa es  As so oc  O à de  O ca  As e pr pú  As té am • • • •  O de de  A em  A de  A oc ed ev  A PG  O co op ou os recurso acilitando o star das po s empres ociopatrimo cupação in s riscos am geração d evem ser m s procedim ausados po s empresa ambienta rocediment úblicas e p s empresa écnicos rela mbiental: Plano d Plano A Pacuer Norma Proced Reserv s instrume evem ser a e Bacias Hi linguagem mpresas El participaç eve ser fom relevância cupações a ducação a ventos púb vertente a GSP exigid PGSP de omuns às peração, p utorgas. P O L Í T I C A os hídricos o fluxo gên opulações h sas Eletro onial e am devida das mbientais e de energia mantidos a mentos de or terceiros s Eletrobra ais nos re tos específ rivadas. as Eletrobr acionados de Gestão Ambiental ra; s de Uso e dimentos d vatórios. entos de g alinhados a idrográfica m para ges letrobras. ção ativa d mentada. a da cons adequados mbiental e blicos diver ambiental o pela Ane ve estar e diversas proteção e A M B I E N T A , a paisag ico de faun humanas. obras dev mbiental d s APPs sob e operacion elétrica de tualizados. comunica s em APP s as devem b eservatório ficos e de ras devem com os pr Sociopatrim de Conser e Ocupação e gestão d estão soci aos Planos s e a outro stão sociop as empres servação d s dos rese e comunic rsos. deve ser i eel. em confor usinas, al e vigilância A L D A S E M P gem, a est na e flora, vem adota os reserva sua respo nais decorr evem ser m . ação aos ó sob sua res buscar solu os, por m parcerias, m zelar pe rincipais in monial e A rvação e Us o das Borda das Áreas opatrimon s Diretores os instrume patrimonia sas Eletrob das APPs e ervatórios ação instit ncorporada rmidade co linhado co a do patri P R E S A S E L tabilidade protegend ar as m atórios, de nsabilidade rentes do u monitorado órgãos púb sponsabilid uções para meio do e , patrocínio lo cumprim strumento Ambiental d so do Ento as, Ilhas e de Preserv ial e ambi dos Munic entos de g l e ambien bras em Co e os aspe devem se tucional, c a ao Plano om norma om a legis imônio e E T R O B R A S geológica o o solo e elhores p e modo a e. uso de rese os, e os pl blicos sobr ade devem a os passiv stabelecim os e convê mento dos s de gestã do Reserva rno de Res Águas do vação Perm ental das cípios, aos estão de a ntal deve s omitês de ctos relac r intensific com veicul o de Gestão s, procedi slação, co de contro e a biodi asseguran práticas d impedir o ervatórios d lanos de e re danos a m ser padro vos sociopa mento de ênios com s requisito ão sociopat tório – PGS servatório Reservató manente – empresas s Planos do gentes div ser padron Bacias Hid ionados a cados nas lação, incl o Sociopat imentos e om as con le de con versidade, do o bem-de gestão o uso e a destinados mergência ambientais onizados. atrimoniais normas e entidades s legais e trimonial e SPAR; Artificial – rio; – APPs dos Eletrobras os Comitês versos. nizada nas drográficas os usos e ações de usive, em trimonial – conceitos ndições de cessões e , -o a s a s s e s e e – s s s s s e e m – s e e

(10)

 Pa So at 3.2.6 R E  As co fís  O m  As gr so  As co da pe di  As re  No  O co  A si  As co  O co  As pe qu  As at  As té ara cada ociopatrim tividades e Remaneja nergia El s alternativ oncebidos d sico e dos processo marco legal. s empresa rupos soci ocial e da t s informaç ompensaçã a populaç ermanente ivulgação d s empresa epresentaç o processo processo omo o reas população tuações in s relações onsiderada s vínculos onsiderado s empresa ermitam a ualidade ig s empresa tividades e s empresa écnica para P O L Í T I C A usina hi onial e Am e procedime mento d étrica vas locacio de forma a impactos s de identif . s Eletrobra ais envolv transparên ções sobre ão e repara ão atingid e, transpar do projeto. s Eletrobra ão – forma o de repara de negocia ssentament o atingida d dividuais. informais s para efei s sociocult s. as Eletrobr recompos gual ou sup s Eletrobra econômicas as Eletrob a regulariza A M B I E N T A idrelétrica mbiental de entos. e Popula onais e os a propor, s socioeconô icação da as devem p vidos, com cia. e os proje ação, critér da devem rente e a as devem p ais ou infor ação, deve-ação deve c to coletivo deve ser tr s existente itos de rem turais e f ras devem ição dos m perior ao qu as devem s. ras devem ação domin A L D A S E M P deve se e Reservat ações At arranjos sempre que micos sobr população promover m base nos etos no qu rios de ava ser disp acessível, promover a rmais – ind -se buscar comportar , a autorre ratada com es quanto manejamen familiares m garantir modos de v ue era usu apoiar açõ m prestar, nial do imó P R E S A S E L er elabora órios – MG ingidas p de projeto e possível, re a popula atingida d um amplo s princípio ue se refe aliação, fo ponibilizada por meio a participa dicadas pel a negociaç uma plura elocação e m isonomia à posse e nto. das popu a indeniza vida da po fruído ante ões que fo quando óvel a ser a E T R O B R A S ado um GSPAR, com por Emp os do setor a diminuiç ação. deve consi processo s do diálo re aos im rmas de in as aos en de canai ção das di a própria p ção. alidade de a indenizaç de critério e ao uso ulações at ação com pulação at es da interv ortaleçam a cabível, a adquirido. Manual d m detalham preendime r elétrico d ção do des iderar o d de interaç ogo, da pa mpactos, m ndenização nvolvidos is adequa iversas ins população. ações opta ção simple os, observa da terra d tingidas d valores ju tingida num venção. a independ ssessoria de Gestão mento das entos de devem ser slocamento isposto no ão com os articipação medidas de o e direitos de forma dos e de stâncias de ativas, tais es. ando-se as devem ser devem ser ustos, que m nível de dência das jurídica e o s e r o o s o e s a e e s s r r e e s e

(11)

 As ex es  No so ne  O e pa  O re so re  O sa  A ca  D de co  As pr da  As so av lic

4

R

D im  Su ElD po  Á da s empresa xtensão ru stabelecido o processo ocial às pe ecessidade s projetos a definiç articipação s reassen egião, visa obre as co egionais. s reassent aneamento atividade apacitação eve-se evi eve se da ondições su s empresa rivados, vi as comunid s empres ocioeconôm valiações q cenças amb

Respons

iretoria E mplementaç uperinten letrobras iretoria E olítica em s rea de Me a divulgaçã P O L Í T I C A as Eletrob ural para a os pelas lic o de reman essoas hip es especiais de reasse ão de su o da popula tamentos ndo atenua omunidade tamentos c o e energia econômica da unidad tar ao má ar pelo m uficientes p as Eletrobr sando o d dades anfit sas Eletr micas da quantitativa bientais.

sabilida

Executiva ção. dência de – apoiar a xecutiva d suas empre eio Ambie ão desta po A M B I E N T A ras devem a populaçã enças amb nejamento, possuficient s que sejam ntamentos a localizaç ação a ser devem se ar ao máxi s anfitriãs coletivos d elétrica e, a sustentá e familiar ximo a rel enor temp para mante ras devem esenvolvim triãs. obras de população as e qualit

ades

da Eletr Planejam implementa das empre esas. nte da Ele lítica. A L D A S E M P m prestar, ão rural re bientais e/o , as empre tes, espec m diretame s, coletivos ção, deve reassentad er localiza imo o impa e sobre devem ser , quando c ável deve reassentad locação pro po possíve er seus dir m promove mento soci evem mo remaneja tativas, no robras – mento, Ges ação desta esas Eletr etrobras – P R E S A S E L quando eassentada ou por neg esas Eletrob cialmente à ente atingi s e individu m ser pre da. dos, semp acto socioc os fluxos dotados d abível, equ ser estimu da. ovisória e, el e propo eitos básic er articulaç oeconômic onitorar a ada e das mínimo, p aprovar stão Estra política. robras – g – atuar com E T R O B R A S cabível, a , em aten ociações. bras devem às idosas das pelo e uais, inclus eviamente pre que p cultural sob sociais e de infraest uipamentos ulada em c caso seja orcionar à os. ções com co da popu a evoluçã s comunid pelo períod esta polít tégica e S garantir a i mo gestora assessoria ndimento a m prestar a e às port mpreendim sive a sua negociad possível, n bre os reas econômico trutura viá s sociais. conformida a julgada n população agentes ulação reas ão das dades anfi do estabele tica e ga Sustentab implementa da implem técnica e aos prazos assistência tadoras de mento. concepção os com a na mesma ssentados, os locais e ária, água, ade com a necessária, o atingida públicos e ssentada e condições itriãs com ecido pelas rantir sua ilidade da ação desta mentação e e s a e o a a , e , a , a e e s m s a a a e

(12)

Su av  Á de

5

D

 Te se pr  Es ubcomitê valiar a imp reas de M e implemen

Disposiç

endo em vi er desdobra rincípios e d sta política P O L Í T I C A de Meio A plementaçã eio Ambie ntação, divu

ções Ge

sta o atend ada em ou diretrizes a foi aprovad A M B I E N T A Ambiente d ão e propor ente das e ulgação, ac

erais

dimento da tros docum aqui estabe da pela Res A L D A S E M P das empre r atualizaçõ empresas E companham s especifici mentos norm lecidos. solução 00 P R E S A S E L esas Eletro es desta po Eletrobras mento e ava idades de c mativos es 1/2016 de E T R O B R A S obras – SC olítica. s – operacio aliação dest cada empre pecíficos, s 04/01/201 CMA – aco onalizar as ta política. esa, esta po sempre alin 16. mpanhar e atividades olítica pode nhados aos e s e s

Referências

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