CURSO DE NR 20. NR 20 SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO COM INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS Curso Reciclagem NR 20 Avançado II

Texto

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CURSO DE NR 20

NR 20

SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

COM INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS

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Curso de NR 20

Objetivo do Curso

O principal objetivo do curso de NR 20- Segurança e Saúde no

Trabalho com inflamáveis e Combustíveis

( Reciclagem NR 20 Avaçando II) é estabelecer requisitos

mínimos para gestão da segurança e saúde no trabalho contra

os fatores de risco de acidentes provenientes das atividades de

extração, produção, armazenamento, transferência, manuseio e

manipulação de inflamáveis e líquidos combustíveis,

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Curso de NR 20

Curso Reciclagem NR 20Avançado II:

Segundo o item

20.11.8 Os trabalhadores que laboram

em instalações classe III e adentram na área ou local

de extração, produção, armazenamento, transferência,

manuseio e manipulação de inflamáveis e líquidos

combustíveis, mantêm contato direto com o processo

ou processamento, realizando atividades de operação e

atendimento a emergências, devem realizar

curso Reciclagem NR 20 Avançado II

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Curso de NR 20

Público Alvo

Curso Reciclagem NR 20 Avançado I I

Os trabalhadores que laboram em instalações classe II e adentram

na área ou local de extração, produção, armazenamento,

transferência, manuseio e manipulação de inflamáveis e líquidos

combustíveis, mantêm contato direto com o processo ou

processamento, realizando atividades de operação e atendimento a

emergências, devem realizar curso Reciclagem NR 20 Avançado II

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Curso Reciclagem NR 20 Avançado II

1. Introdução

2. Abrangência

3. Definições

4. Classificação das Instalações

5. Inflamáveis, características, propriedades, perigos e riscos

6. Controles coletivo e individual para trabalhos com inflamáveis

7. Fonte de ignição e seu controle

8. Conhecimento e utilização dos sistemas de segurança contra incêndios com

inflamáveis / Proteção contra incêndios com inflamáveis.

9. Procedimentos em situações de emergência com inflamáveis

10. Estudo da Norma Regulamentadora NR 20

11. Análise Preliminar de Perigos/Riscos, conceitos e exercícios práticos

12. Permissão para Trabalho com Inflamáveis

13. Acidentes com Inflamáveis e combustíveis

14. Planejamento de Resposta a emergências com Inflamáveis

15. Noções básicas de segurança de processo de instalação

16. Noções básicas de gestão de segurança

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Curso de NR 20

1- Introdução

Elementos da NR 20

20.1 Introdução 20.2 Abragência 20.3 Definições

20.4 Classificação das Instalações 20.5 Projeto de Instalações

20.6 Segurança na Construção e Montagem 20.7 Segurança Operacional

20.8 Manutenção e Inspeção das Instalações

20.9 Inspeção em Segurança e Saúde no Ambiente de Trabalho 20.10 Análise de Riscos

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Curso de NR 20

1- Introdução

Elementos da NR 20

20.11 Capacitação dos Trabalhadores

20.12 Prevenção e Controle de Vazamentos, Derramamentos, Incêndios, Explosões e Emissões fugitivas

20.13 Controle de Fontes de Ignição

20.14 Plano de Resposta a Emergências da Instalação 20.15 Comunicação de Ocorrências

20.16 Contratantes e Contratadas

20.17 Tanque de Líquidos Inflamáveis no Interior de Edíficios 20.18 Desativação da Instalação

20.19 Protuário da Instalação 20.20 Disposições Finais

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Curso de NR 20

1- Introdução

item

20.1.1 Esta Norma Regulamentadora – NR estabelece requsitos mínimos para

a gestão da segurança e saúde no trabalho contra fatores de risco de acidentes

provenientes das atividades de extração,produção, armazenamento, transferência,

manuseio e manipulação de inflamáveis e líquidos combustíveis.

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Curso de NR 20

2- Abrangência

Item 20.2

20.2.1 Esta NR se aplica às atividades de:

a) extração, produção, armazenamento, transferência, manuseio e

manipulação de inflamáveis, nas etapas de projeto, construção,

montagem, operação, manutenção, inspeção e desativação da

instalação;

b) extração, produção, armazenamento, transferência e manuseio e

manipulação de líquidos combustíveis, nas etapas de projeto,

construção, montagem, operação, manutenção, inspeção e

desativação da instalação.

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Curso de NR 20

2- Abrangência

Item 20.2

20.2.2 Esta NR não se aplica:

a)as plataformas e instalações de apoio empregados

b)com finalidade de exploração e produção de petróleo

c) e gás do subsolo marinho, conforme definido no anexo II,

d)da Norma Regulamentadora

e) 30 (Portaria SIT n. 183, de 11 de maio de 2010);

f) as edificações residenciais unifamiliares.

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Curso de NR 20

3- Definições

Líquidos Inflamáveis são líquidos que possuem

ponto de fulgor < 60 °C

Gases Inflamáveis: Gases que inflamam com o ar a

20 °C

e a uma pressão padrão de 101,3 Kpa.

Líquidos combustíveis: são líquidos com

ponto de fulgor > 60 °C e < 93 °C

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Curso de NR 20

4- Classificação das Instalações

Para efeito desta NR, as instalações

são divididas em classes.

Classe I

a) Quanto à atividade:

a.1 postos de serviço com inflamáveis e/ou líquidos combustíveis.

b) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma

permanente e/ou transitória:

b.1 – gases inflamáveis: acima de 2 ton até 60 ton;

b.2 – líquidos inflamáveis e/ou combustíveis: acima de

10m

3

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Curso de NR 20

4- Classificação das Instalações

Para efeito desta NR, as instalações são divididas em classes.

Classe II

a) Quanto à atividade:

a.1 – engarrafadoras de gases inflamáveis;

l

a.2 – atividades de transportes dutoviário de gases e líquidos

inflamáveis e/ou combustíveis.

b) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente

e/ou transitória:

b1 – gases inflamáveis: acima de 60 ton até 600 ton;

b2 – líquidos inflamáveis e/ou combustíveis: acima de 5.000 m

3

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Curso de NR 20

4- Classificação das Instalações

Para efeito desta NR, as instalações são divididas em classes

Classe III

a) Quanto à atividade:

a.1 – refinaria;

a.2 – unidades de processamento de gás natural;

a.3 – instalações petroquímicas;

a.4 – usinas de fabricação de etonel e/ou unidades de fabricação de álcool

b) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma permanente e/ou transitória:

b.1 – gases inflamáveis: acima de 600 ton;

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Curso de NR 20

5-

INFLAMÁVEIS

CARACTERÍSTICAS

PROPRIEDADES

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Curso de NR 20

5- INFLAMÁVEIS

Características:

São classificadas como inflamável ou substâncias inflamáveis todas e quaisquer substâncias que se enquadram nas seguintes características:

Substâncias que ao ar e à temperatura ambiente possam se aquecer e acabar por incendiar, sem fonte de aquecimento ativa;

Sólidos que possam entrar em combustão através de centelha ou atuação ligeira de fonte de ignição e que continuam a queimar ou formam braseiro por si próprio;

Líquido que possuem baixa temperatura de combustão (entre 4 °C e 21 °C);

Substância que em contato com água ou umidade do ar possam produzir gases altamente inflamáveis. Por exemplo: acetona, etanol, etc

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Curso de NR 20

5- INFLAMÁVEIS

Características

Gás Combustível – é o gás que queima a qualquer temperatura. Vapor– é a fase gasosa de uma substância que a 25 e°C

760mmHg é líquida ou sólida (vapores de água, gasolina, etc).

Líquido Combustível – qualquer líquido que tenha ponto de fulgor igual ou superior a 60 °C

e inferior a 93 °C

Líquido Inflamável –qualquer líquido que tenha ponto de fulgor inferior a 60 C. Queima à temperatura ambiente e qualquer foco de ignição pode acendê-lo já que a sua temperatura de combustão é baixa.

Ex: gasolina, álcool, étilico, etc

Sólidos Combustíveis– necessitam ser aquecidos até emitir vapores por destilação e geralmente a sua

temperatura de combustão situa-se acima dos 100 °C

Gás – substâncias que em condições normais de temperatura e pressão (25 °C

e 760 mmHg estão em estado gasoso

Sólidos Pulverizados – Partículas em suspensão no ar que se comportam como geram gases inflamáveis

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Curso de NR 20

5-INFLAMÁVEIS

Características

Gás Líquefeito de Petróleo

O GLP é composto por gases incolores (propano e butano) e

tem odor característica devido à presença da mercaptana. De

uma forma geral, o GLP é considerado um asfixiante simples,

embora o butano puro tenha um Limites de Tolerância (LT) de

470 ppm e grau de insalubridade médio.

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Curso de NR 20

5- INFLAMÁVEIS

Características

Qual a diferença entre GLP e GNV

Nunca confudir o GLP com GNV (Gás Natural Veicular). A confusão entre GLP e GNP

tem ocasionado diversos acidentes.

O GLP é um gás liquefeito armazenado em cilindros de baixa pressão (5 a 8 atm),

enquanto o GNV é um gás permanente à base de metano comprimido apenas em fase

gasosa a pressões elevadas, em torno de 200 a 220 atm.

Devido a essas diferenças, os cilindros de GLP não são capazes de suportar o

enchimento de GNV em altas pressões, o que fatalmente resultará na explosão do

cilindro de GLP com possibilidade real de lesão grave e morte.

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Curso de NR 20

5- INFLAMÁVEIS

Propriedades

Todas as informações (características, propriedades, perigos e

riscos) das substâncias inflamáveis poderão ser verificadas nas

respectivas fichas de informação de segurança que

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Curso de NR 20

5- INFLAMÁVEIS

Perigos e Riscos:

Substâncias Inflamáveis e Combustíveis:

Queimam com facilidade;

Podem produzir atmosfera explosivas em locais com

deficiência de ventilação;

Um derrame de líquido inflamável pode gerar um incêndio que

irá se movimentar, acompanhando o desnível existente no piso.

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Curso de NR 20

5- INFLAMÁVEIS

Perigos e Riscos:

Incêndios em líquidos normalmente são mais díficeis de serem

combatidos do que em materiais sólidos, visto que é necessário

extinguir o fogo em toda superfície atingida.

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Curso de NR 20

5- INFLAMÁVEIS

Perigos e Riscos:

A projeção violenta do agente extintor sobre um líquido

inflamado pode provocar respingos ou seu transbordamento,

cuja consequência poderá sera propagação do incêndio.

Em caso de gases, quando não é possível cortar o suprimento, o

vazamento seguirá gerando maiores volumes de mistura

inflamável, que fatalmente encontrará uma fonte de ignição em

suas proximidades, provocando uma explosão.

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Curso de NR 20

5- INFLAMÁVEIS

Perigos e Riscos:

Todas as informações quanto aos perigos e riscos constam nas

respectivas Fichas de Informação de Segurança do Produto

Químico - FISQP

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5- INFLAMÁVEIS

Perigos e Riscos:

Gasolina Comum

Toxidade aguda:

Produto não classificado como tóxico agudo

por via oral, pode causar náuseas e vômitos, se ingerido.

Corrosão/Irritação à pele:

Provoca irritação à pele com

vermelhidão e ressecamento.

Lesões oculares graves/ Irritação ocular:

Provoca irritação aos

olhos com vermilhidão, dor e lacrimejamento. O contato

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Curso de NR 20

5 – Inflamáveis

Perigos e Riscos:

Gasolina Comum

Sensibilização respiratória ou à pele:

Pode ser absorvido pela pele e causar

dermatite crônica após contato prolongado. Não é esperado que provoque

sensibilização respiratória.

Pode provocar irritação das vias respiratórias com tosse, espirros e falta de ar.

Pode provocar sonolência, vertigem e dor de cabeça.

Pode caausar dano ao sistema nervoso central e fígado por exposição repetida e

prolongada.

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Curso de NR 20

6- CONTROLES

COLETIVOS

E

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Curso de NR 20

6 - Controles

Coletivos e Individual

EPC – Equipamento de Proteção Coletiva

São equipamentos utilizados para proteção de segurança enquanto um

grupo de pessoas relizam determinadas tarefa ou atividade. O

equipamento de Proteção Coletiva deve ser usado prioritamente ao uso

do Equipamento de Proteção Individual, por exemplo: piso

antiderrapante ou fitas antiderrapante no piso para garantir que as

pessoas que transitam no local não escorreguem é mais adequado, visto

que protege um coletivo. E somente quando esta condição não for

possível, deve ser pensado o uso de bota de borracha ou outro calçado

com solado antiderrapante como Equipamentos de Proteção Individuais

(EPI) para proteção dos trabalhadores, pois são de uso apenas

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Curso de NR 20

6- Controle Coletivos e Individual

Os equipamentos de proteção coletiva

– EPC são

dispositivos utilizados no ambiente de trabalho com o objetivo

de proteger os trabalhadores dos riscos inerentes aos

processos, tais como a ventilação dos locais de trabalho, a

proteção de partes móveis de máquinas e equipamentos, a

sinalização de segurança, dentre outros. Portanto, o EPI será

obrigatório somente se o EPC, não atenuar os riscos

completamente ou se oferecer proteção parcialmente.

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Curso de NR 20

6- Controle

Coletivos e Individual

EPC – Equipamentos de Proteção Coletiva:

Outros exemplos de EPC podem ser citados:

Enclausuramentos acústico de fontes de ruído;

Exaustor para gases, névoas e vapores contaminantes;

Ventilação no local de trabalho;

Proteção de partes móveis de máquinas;

Sensores em máquinas;

Palete de contenção;

Armário antichama

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Curso de NR 20

6- Controle

Coletivos e Individual

EPC – Equipamentos de Proteção Coletiva:

Outros exemplos de EPC podem ser citados:

Corrimão e guarda-corpos;

Contêineres com proteção antichama;

Detector de Vazamento de Gás;

Piso Anti-derrapante;

Cabine para pintura;

Isolamento de áreas de risco;

Sinalizadores de Segurança;

Lava-olhos de segurança;

Chuveiros de emergência;

Kit de primeiros socorros

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Curso de NR 20

6- Controle

Coletivos e Individual

EPC – Equipamentos de Proteção Individual:

O equipamento de Proteção Individual – EPI é todo

dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo

trabalhador, destinado a proteção contra riscos capazes

de ameaçar a sua segurança e a sua saúde

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Curso de NR 20

6- Controle

Coletivos e Individual

EPC – Equipamentos de Proteção Individual:

O uso deste tipo de equipamento só deverá ser feito

quando não for possível tomar medidas que permitam

eliminar os riscos do ambiente em que se desenvolve a

atividade, ou seja, quando as medidas de proteção

coletiva não forem viáveis, eficientes e suficientes para

atenuação dos riscos de acidentes do trabalho e/ou de

doenças profissionais e do trabalho

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Curso de NR 20

6- Controle

Coletivos e Individual

EPC – Equipamentos de Proteção Individual:

Compete ao Serviço Especializado em Engenharia de

Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT, ou

Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA

nas empresas desobrigada de manter SESMT,

recomendar ao empregador o EPI adequado ao risco

existente em determinada atividade.

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Curso de NR 20

6- Controle

Coletivos e Individual

EPC – Equipamentos de Proteção Individual:

Os tipos de EPI´s utilizados podem variar depedendo do tipo de atividade ou de riscos que poderão ameaçar a segurança e a saúde do trabalhador e da parte do corpo que se pretende proteger, tais como:

Proteção auditiva: abafadores de ruídos ou protetores auriculares; Proteção respiratória: máscara e filtros;

Proteção visual e facial: óculos e viseiras; Proteção de cabeça: capacetes;

Proteção de mãos e braços: luvas e mangotes;

Proteção de troncos, pernas e pés: aventais, macações, sapatos, botas; Proteção contra quedas: cintos de segurança e cinturões.

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Curso de NR 20

6- Controle

Coletivos e Individual

EPC – Equipamentos de Proteção Individual:

O equipamento de proteção individual de fabricação

nacional ou importado só poderá ser posto à venda ou

utilizado com a indicação do Certificado de Aprovação –

CA, expedido pelo órgão nacional competente em

matéria de segurança e saúde no trabalho do Ministério

do Trabalho e Emprego.

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Curso de NR 20

6- Controle

Coletivos e Individual

EPC – Equipamentos de Proteção Individual:

Dentre as atribuições exigidas pela NR-6, cabe ao empregador as seguintes

obrigações:

-

adquirir o EPI adequado ao risco de cada atividade;

- exigir seu uso;

- fornecer ao trabalhador somente o equipamento aprovado pelo órgão nacional

competente em matéria de segurança e saúde no trabalho;

- orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação;

- substituir imediataamente o EPI quando danificado ou extraviado;

- responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica;

- e comunicar o MTE qualquer irregularidade observada.

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Curso de NR 20

6- Controle

Coletivos e Individual

EPC – Equipamentos de Proteção Individual:

O empregado também terá que observar as seguintes

obrigações:

Utilizar o EPI apenas para a finalidade a que se destina;

Responsabilizar-se pela guarda e conservação;

Comunicar ao empregador qualquer alteração que o

tome impróprio ao uso,

E cumprir as determinações do empregador sob o uso

pessoal.

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Curso de NR 20

7- Fonte de

Ignição

e seu

Controle

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Curso de NR 20

7- Fonte de Ignição

e seu Controle

Fontes de Ignição

Uma mistura dentro dos limites de inflamabilidade necessita

apenas de um elemento para que se produza um incêndio ou

explosão. A Fonte de Ignição ( faiscas, centelhas, chamas abertas,

pontos quentes, eletricidade estática, etc). Na presença de

produtos inflamáveis, é de fundamental importância o controle das

referidas Fontes de Ignição.

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Curso de NR 20

7- Fonte de Ignição

e seu Controle

Fontes de Ignição

O risco mais significativo diz respeito à possibilidade de vazamento na presença de fontes de ignição.

As fontes de ignição podem ser as mais variadas possíveis e podem gerar temperaturas suficientes para iniciar o processo de combustão da maioria das

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Curso de NR 20

7- Fonte de Ignição

e seu Controle

Fontes de Ignição

Eletricidade estática: Como exemplo de cargas

acumuladas nos materiais. As cargas materiais

isolantes; as manifestações da eletricidade

estática são observadas, principalmente em locais

onde a umidade do ar é muito baixa, ou seja,

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Curso de NR 20

7- Fonte de Ignição

e seu Controle

Fontes de Ignição

Faíscas: O impacto de uma ferramenta contra uma superfície sólida pode gerar uma alta temperatura, em função do atrito, capaz de ionizar os átomos presentes nas móleculas do ar, permitindo

que a luz se tome visível.

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Curso de NR 20

Fonte de Ignição

e seu Controle

7- Fontes de Ignição

Composição adiabática: Toda vez que um gás ou vapor é comprimido em um sistema fechado, ocorre um aquecimento natural. Quando esta compressão acontece de forma muita rápida (dependendo da diferença entre a pressão inicial(P0) e final(P1),

e o calor não sendo trocado, devidamente entre os sistemas envolvidos, ocorre o que chamamos tecnicamente de compressão adiabática.

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Curso de NR 20

7- Fonte de Ignição

e seu Controle

Fontes de Ignição

Chama direta:

É a fonte mais fácil de ser identificada.

Algumas chamas de combustíveis,

por exemplo, podem atingir temperaturas variando de 1800 C

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Curso de NR 20

7- Fonte de Ignição

e seu Controle

Controle

Na presença de produtos inflamáveis é de fundamental

importância o controle das referidas Fontes de Ignição.

Ventilação adequada;

Isolando adequadamente processos ou operações

auxiliares consideradas perigosas (ambientes confinados,

externos ou compartimentados);

Aterramentos adequados das instalações, máquinas e

equipamentos.

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Curso de NR 20

7- Fonte de Ignição e seu Controle

Controle

Os produtos inflamáveis devem ser armazenados em áreas isoladas do restante das instalações e edifícios, seja pelo distanciamento

ou mediante a utilização de elementos construtivos (compartimentação);

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Curso de NR 20

7- Fonte de Ignição

e seu Controle

Controle

No caso de tambores e outros recipientes transportáveis deve ser deixado um corredor separando os edifícios anexos e o armazenamento.

A zona de armazenamento deve ser utilizada única e exclusivamente para este fim. Uso de recipientes metálicos (preferencialmente)

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Curso de NR 20

7- Fonte de Ignição

e seu Controle

Controle

A estocagem dos recipientes deve ser feita em

pallets, evitando-se o contato direto com o piso e

a altura de empilhamento, sempre que possível

não deve ser superior a um recipiente.

Realizar inspeções regularmente para detecção

de possíveis vazamentos.

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Curso de NR 20

7- Fonte de Ignição

e seu Controle

Controle

As áreas próximas ao armazenamento de produtos inflamáveis

devem ser mantidas livres de vegetação,

lixo ou materiais combustíveis;

A manipulação e/ou o armazenamento de produtos inflamáveis,

sempre que possível, deve ser feito em depósitos ou

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Curso de NR 20

7- Fonte de Ignição

e seu Controle

Controle

A construção deve ter resistência ao fogo de 120 minutos. Devem dispor de sistemas de drenagem suficientes;

Não devem ser utilizados aparelhos elétricos que provoquem centelhas;

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Curso de NR 20

7- Fonte de Ignição

e seu Controle

Controle

Dependendo do tamanho dos recipientes, devem

ser previstas bandejas para contenção de

vazamentos;

Tratando-se pequenos depósitos no exterior de

prédios e isolados é conveniente que a cobertura

tenha baixa resistência

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Curso de NR 20

7- Fonte de Ignição

e seu Controle

Controle

Evitar que existam degraus no acesso ao depósito, para reduzir o

risco de tombamento dos meios de transportes;

Quando são utilizados pequenas quantidades de inflamáveis,

recomenda-se o armazenamento seja feito em armários especiais

(sinalizados e com resistências ao fogo de 15 minutos).

A transferência de líquidos inflamáveis só deverá ser realizada

após todos os elementos metálicos estarem conectados

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Curso de NR 20

7- Fonte de Ignição

e seu Controle

Controle

O aquecimento de líquidos inflamáveis representa

risco de incêndio e/ou explosão quando não

puder ser evitado, a operação deverá ser feita

com aparelhos próprios e com temperatura

controlada (banho maria, mantas térmicas, etc),

jamais utilizar chama reta ou resistências elétricas

desprotegidas.

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Curso de NR 20

7- Fonte de Ignição

e seu Controle

Controle

Manter um bom nível de ordem e limpeza, removendo

frequentemente tambores e outros recipientes vazios.

Realizar manutenção preventiva constante em equipamentos e

acessórios;

Devem ser mantidas as FISPQ.

Cuidados especiais quando em proximidades a trabalho à quente.

Extintores portáteis e/ou sobre rodas de pó BC, quando existir

somente líquidos, ou pó ABC quando é possível um incêndio em

sólidos.

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Curso de NR 20

7- Fonte de Ignição

e seu Controle

Controle

Detectores autimáticos de incêndio do tipo termovelocímetros;

Sistema de hidrantes para o resfriamento e proteção de prédios e

instalações vizinhas;

Chuveiros automáticos (sprinklers), caso nas demais áreas exista este

tipo de proteção;

Sistemas de água nebulizada para refrigeração de tanques de líquidos

ou gases;

Sistemas fixos ou manuais de espuma para extinção de incêndios em

líquidos ou para sua prevenção em caso de derrame;

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Curso de NR 20

8 - Conhecimento e Utilização dos Sistemas de Segurança

Contra Incêndio com Inflamáveis

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Curso de NR 20

8-

Conhecimento e Utilização dos Sistemas de

Segurança

Contra Incêndio com Inflamáveis

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Curso de NR 20

8-

Conhecimento e Utilização dos Sistemas de

Segurança

Contra Incêndio com Inflamáveis

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Curso de NR 20

8-

Conhecimento e Utilização dos Sistemas de

Segurança

Contra Incêndio com Inflamáveis

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Curso de NR 20

8-

Conhecimento e Utilização dos Sistemas de

Segurança

Contra Incêndio com Inflamáveis

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Curso de NR 20

8-

Conhecimento e Utilização dos Sistemas de

Segurança

Contra Incêndio com Inflamáveis

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Curso de NR 20

8-

Conhecimento e Utilização dos Sistemas de

Segurança

Contra Incêndio com Inflamáveis

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Curso de NR 20

9- PROCEDIMENTOS

PARA EMERGÊNCIAS

P.A.E

OBJETIVOS

Proporcionar aos ocupantes preparação para uma resposta rápida, eficiente e

segura em situações de emergências

Responder a uma emergência, priorizando a proteção do meio ambiente, da

reputação e da imagem da instituição protegendo as instalações até o

restabelecimento seguro das operações

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Curso de NR 20

9- PROCEDIMENTOS PARA EMERGÊNCIAS P.A.E

OBJETIVOS

Definir relação e responsabilidade da equipe de atendimento a emergências

Definir os procedimentos a serem seguidos em caso de uma emergência

Documentar todos os recursos utilizados nas ações de controle

e Extinção da emergência

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Curso de NR 20

9- PROCEDIMENTOS

PARA EMERGÊNCIAS

Consideram-se como emergência, situação especial, decorrente de acidentes e incidentes

de qualquer natureza, capazes de provocar danos às pessoas, equipamentos ou ao meio

ambiente, exigindo para o seu controle e eliminação, a interrupção obrigatória e imediata

das rotinas normais de trabalho, podendo ser de

Emergência de Pequeno Porte

É a emergência decorrente de pequenos focos que se imediatamente combatida com

recursos humanos e materiais disponíveis no local de sua ocorrência, não põe em ricos a

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Curso de NR 20

9- PROCEDIMENTOS

PARA EMERGÊNCIAS

Consideram-se como emergência, situação especial, decorrente de acidentes e incidentes de qualquer natureza, capazes de provocar danos às pessoas, equipamentos ou ao meio ambiente, exigindo para o seu controle e eliminação, a interrupção obrigatória e imediata das rotinas normais

de trabalho, podendo ser de

Emergência de Médio Porte

É a emergência cujo controle demanda o envolvimento de Brigada de Energência local e que em não havendo pronto combate ou controle pode implicar em prejuízos humanos, materiais e/ou

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Curso de NR 20

9- PROCEDIMENTOS

PARA EMERGÊNCIAS

Consideram-se como emergência, situação especial, decorrente de acidentes e incidentes

de qualquer natureza, capazes de provocar danos às pessoas, equipamentos ou ao meio

ambiente, exigindo para o seu controle e eliminação, a interrupção obrigatória e imediata

das rotinas normais de trabalho, podendo ser de

Emergência de Grande Porte

É a emergência que põe em risco a segurança de pessoas, instalação, produto e/ou do

meio ambiente, atingindo grande parte das áreas do estabelecimento e comprometendo a

continuidade operacional necessitando para seu controle a interveção do Corpo de

Bombeiros

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Curso de NR 20

9- PROCEDIMENTOS

PARA EMERGÊNCIAS

As situações de emergência podem na maioria dos casos, serem

prevenidas ou pelo menos controladas através de um bom planejamento,

fazendo com que suas consequências possam ser praticamente

insignificantes. Elas podem se dar de diversas formas

Incêndios

Acidentes Naturais

Interrupção no Fornecimento de Energia

Vazamento de Gas

Vazamento de Liquidos Combustíveis

Queda de Balão

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Curso de NR 20

9- PROCEDIMENTOS

PARA EMERGÊNCIAS

Procedimento de

Atuação

Os componentes da brigada de emergência deverão se dirigir ao local da ocorrência e

prestar o atendimento devido

Análise da situação

Após o alerta, o Brigadista deverá analisar a situação de emergência. Havendo

necessidade, acionar o Corpo de Bombeiros e desencadear os procedimentos necessários,

que podem ser priorizados ou ralizados simultaneamente, de acordo com o número de

Brigadista e de recursos disponíveis no local.

Primeiros socorros

Prestar os primeiros atendimentos às possíveis vítimas, com eventual transporte e

posterior soccorro especializado, devendo ser utilizado, se possível, a caixa de primeiros

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Curso de NR 20

9- PROCEDIMENTOS

PARA EMERGÊNCIAS

Procedimento de Atuação

Corte de energia

Em caso de incêndio, onde seja necessário a intervenção com

hidrante ou extintor de água pressurizada, os dijuntores dos

quadros de distribuição elétrica da área sinistrada deverão ser

desligados.

Corte de abastecimento

Em caso de incêndio nas áreas que utilizam líquidos inflamáveis e

combustíveis, o fornecimento deverá ser imediatamente cortado,

assim como o caso de vazamento nas linhas de distribuição ou

equipamentos. Neste caso somente pessoas habilitadas deverão

(72)

Curso de NR 20

9- PROCEDIMENTOS

PARA EMERGÊNCIAS

Abondono de Área

Proceder ao abandono da área parcial ou total, quando

necessário, transferindo-se aos pontos de concentração (área

segura, distante do local do sinistro), conforme acomunicação

preestabelecida permanecendo nestes pontos até a definição final

(73)

Curso de NR 20

9- PROCEDIMENTOS

PARA EMERGÊNCIAS

Abondono de Área

Todos envolvidos no abondono deverão transmitir segurança,

calma e agilidade em suas ações

Para melhor eficiência do Plano de Abondono, estabelecemos

como regra o ritmo dos passos que serão de caminhada rápida

Isolamento da Área

Deve-se isolar fisicamente o local da ocorrência, de modo a

garantir os trabalhos de emergência e evitar que pessoas

(74)

Curso de NR 20

9- PROCEDIMENTOS

PARA EMERGÊNCIAS

Abondono de Área

Investigação

Levantar as possíveis causas de emergências e suas

consequências e emitir relatório para adoação de medidas

corretivas para evitar a repetição de ocorrência.

Observação

Com a chegada de órgão oficial competente (Corpo de

Bombeiros) a brigada deve ficar a disposição.

(75)

Curso de NR 20

9- PROCEDIMENTOS

PARA EMERGÊNCIAS

Noções Básicas de Primeiros Socorros

Primeiros Socorros, são todas as medidas que devem ser tomadas de

imediato para evitar agravamento do estado de saúde ou lesão de uma

pessoa antes do atendimento médico

.

Isolar a área, evitando o acesso de curioso;

Proporcionar o conforto da vítima;

Observar a vítima verificando as alterações ou ausência de respiração,

hemorragias, fraturas, colorações diferentes da pele, presença de suor

intenso, expressão de dor;

Procurar que haja comunicação imediata com hospitais ambulâncias,

bombeiros, polícia se necessário.

(76)

Curso de NR 20

9- PROCEDIMENTOS

PARA EMERGÊNCIAS

Emergências com Inflamáveis

Antes que se possam iniciar operações efetivas de

reação em um acidente com materiais perigosos e

inflamáveis, deve-se obter a maior quantidade de

informações possíveis a respeito a identidade do produto

como também do acidente. Primeiro identificar-se o

produto envolvido e depois se faz uma avaliação do que

aconteceu, está acontecendo ou pode acontecer.

(77)

Curso de NR 20

9- PROCEDIMENTOS

PARA EMERGÊNCIAS

Emergências com Inflamáveis

A análise e verificação dos riscos envolvidos durante as

emergências com produtos químicos perigosos são iniciadas

assim que seja informadas a Brigada de Emergências da

existência de um acidente, e só termina após cessação da

(78)

Curso de NR 20

9- PROCEDIMENTOS

PARA EMERGÊNCIAS

Emergências com Inflamáveis

As emergências são sempre dinâmicas, elas mudam em questões

de segundos uma vez que dependem de inúmeros fatores,

portanto a análise e verificação do risco são constantes durante

toda ocorrência.

A ideia principal é: O risco potencial deve ser imediatamente

analisado para que as atividades do Grupo de Emergências

possam ser dirigidas de maneira suficiente.

Na análise de risco, o fator predominante é o bom senso que

deverá prevalecer, a fim de que, atitudes corretas sejam tomadas,

não colocando em risco desnecessário as pessoas, os bens

materiais e o meio ambiente.

(79)

Curso de NR 20

9- PROCEDIMENTOS

PARA EMERGÊNCIAS

Emergências com Inflamáveis

Portanto, em casos de acidentes, com situações de emergências,

os procedimentos básicos devem ser adotados de acordo com o

tipo de ocorrência.

Em caso de ocorrência de Vazamento

Pequenos Vazamentos

Lavar a área com grande quantidade de água

Grandes Vazamentos

Isolar a área. Sinalizar o local. Afastar os curiosos.

Eliminar dos as fontes de ignição da área.

Impedir a contaminação das fontes, lagos e rios, através do uso de

barreiras e dispositivos que possam confinar o produto.

(80)

Curso de NR 20

9- PROCEDIMENTOS

PARA EMERGÊNCIAS

Grandes Vazamentos

Absorver com areia, terra ou outro material absorvente e recolher

em embalagem apropriadas para posterior destruição.

Avisar imediatamente as Autoridades locais (Bombeiros, Órgão

Ambiental, Defesa Civil, Polícia Rodoviária).

(81)

Curso de NR 20

9- PROCEDIMENTOS

PARA EMERGÊNCIAS

Emergências com Inflamáveis

Em caso de Incêndio (Fogo)

Pequenas proporções:

Extinção por químico seco, gás

carbônico, espuma mecânica oua em forma de neblina.

Acionar a equipe de Brigada de Emergência para ínicio

ao combate e extinguir o incêndio

Grandes proporções:

Resfriar os tanques e recipientes

de armazenamento e instalações próximas com água em

forma de neblina ou outra sistema de combate a

incêndio desponível e acionar o Corpo de Bombeiros

(82)

Curso de NR 20

9- PROCEDIMENTOS

PARA EMERGÊNCIAS

Em caso de provocar Poluição:

Impedir o escoamento do produto para rios,

canais e poços

*Avisar:

*Corpo de Bombeiros

(83)

Curso de NR 20

9- PROCEDIMENTOS

PARA EMERGÊNCIAS

Emergência com Inflamáveis:

Com envolvimento de pessoas, iniciar os primeiros socorros

básicos:

*Remover a vítima para um local arejado. Retirar as roupas contaminadas.

*Em caso contato com os olhos, lavar com água em abundância, no mínimo por 15 minutos.

*Em caso de contato com a pele, lavar as partes atingidas com água e sabão. *Em caso de ingestão, não provocar vômitos.

Se o acidentado estiver inconsciente e não estiver respirando, praticar respiração artificial ou oxigenação

*Chamar o médico

*Passar todas as informações disponíveis sobre o acordo no acidente e também com a vítima ao médico ou equipe de atendimento (SAMU), Bombeiros

(84)

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NR 20 – SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

COM INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS

(85)

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20

20.1 Introdução

20.2 Abragência

20.3 Definições

20.4 Classificação das Instalações

20.5 Projeto de Instalações

20.6 Segurança na Construção e Montagem

20.7 Segurança Operacional

20.8 Manutenção e Inspeção das Instalações

20.9 Inspeção em Segurança e Saúde no Ambiente de

Trabalho

(86)

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20

20.1 Introdução

20.1.1 Esta Norma Regulamentadora –

NR estabelece requsitos mínimos para

a gestão da segurança e saúde no

trabalho contra fatores de risco de

acidentes provenientes das atividades

de extração, produção,

armazenamento, transferência,

manuseio e manipulação de

(87)

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20.2 Abrangência

20.2.1 Esta NR se aplica às

atividades de:

a) extração, produção,

armazenamento, transferência,

manuseio e manipulação de

inflamáveis, nas etapas de projeto,

construção, montagem, operação,

manutenção, inspeção e desativação

da instalação;

(88)

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20.2 Abrangência

b) extração, produção,

armazenamento, transferência e

manuseio e manipulação de líquidos

combustíveis, nas etapas de

projeto, construção, montagem,

operação, manutenção, inspeção e

desativação da instalação.

(89)

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20.2.2 Esta NR não se aplica

a) as plataformas e instalações de apoio

empregados com finalidade de

exploração e produção de petróleo e gás

do subsolo marinho, conforme definido no

anexo II, da Norma Regulamentadora 30

(Portaria SIT n. 183, de 11 de maio de

2010);

b) as edificações residenciais

unifamiliares.

(90)

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20.3 Definições

20.3.1. Líquidos Inflamáveis são líquidos que possuem

ponto de fulgor < 60 °C

20.3.2. Gases Inflamáveis: Gases que inflamam com o

ar a 20 C e a uma pressão padrão de 101,3 Kpa.

20.3.3. Líquidos combustíveis: são líquidos com ponto

de fulgor > 60 °C

(91)

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20.4 - Classificação das Instalações

20.4.1 Para efeito desta NR, as

instalações são divididadas em

classes, conforme a Tabela 1

(92)

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Tabela 1 – Classe I

a) Quanto à atividade:

a.1 postos de serviço com inflamáveis e/ou líquidos

combustíveis.

b) Quanto à capacidade de armazenamento, de

forma permanente e/ou transitória:

b.1 – gases inflamáveis: acima de 2 ton até 60 ton;

b.2 – líquidos inflamáveis e/ou combustíveis: acima

de 10 m

3

até 5.000 m

3

(93)

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Tabela 1 – Classe II

a) Quanto à atividade:

a.1 – engarrafadoras de gases inflamáveis;

a.2 – atividades de transportes dutoviário de

gases e líquidos inflamáveis e/ou

combustíveis.

b) Quanto à capacidade de armazenamento,

de forma permanente e/ou transitória:

b1 – gases inflamáveis: acima de 60 ton até

600 ton;

b2 – líquidos inflamáveis e/ou combustíveis:

acima de 5.000 m

3

até 50.000 m

3

(94)

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Tabela 1 – Classe III

a) Quanto à atividade:

a.1 – refinaria;

a.2 – unidades de processamento de gás natural;

a.3 – instalações petroquímicas;

a.4 – usinas de fabricação de etonel e/ou unidades de

fabricação de álcool

b) Quanto à capacidade de armazenamento, de forma

permanente e/ou transitória:

b.1 – gases inflamáveis: acima de 600 ton;

b.2 – líquidos inflamáveis e/ou combustíveis: acima de

50.000 m

3

(95)

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20.4 - Classificação das Instalações

20.4.1.1 Para critérios de classificação, o tipo

de atividade enunciada possui prioridade

(96)

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20.4 - Classificação das Instalações

20.4.1.2 Quando a capacidade de armazenamento

da instalação se enquadrar em duas classes

distintas, por armazenar líquidos inflamáveis,

deve-se utilizar a classe de maior gradação

(97)

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20.4 - Classificação das Instalações

20.4.2 Esta NR estabelece dois tipos de

instalações que constituem execeções e

estão definidas no Anexo I, não devendo ser

aplicada a Tabela 1.

(98)

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20.5 Projeto da Instalação

20.5.1 As instalações para extração, produção,

armazenamento, transferência, manuseio e manipulação de

inflamáveis e líquidos combustíveis devem ser projetadas

considerando os aspectos de segurança, saúde e meio

ambiente que impactem sobre a integridade física dos

trabalhadores previstos nas Normas Regulamentadoras,

normas técnicas nacionais e, na ausência ou comissão

destas, nas normas internacionais, convenções e acordos

coletivos, bem como nas demais regulamentações

(99)

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20.5 Projeto da Instalação

20.5.2 No projeto das instalações classes II e III devem constar,

no mínimo, e em língua portuguesa

l

a) descrição das instalações e seus respectivos processos

através do manual de operações;

b) planta geral de locação das instalações;

c) características e informações de segurança, saúde e meio

ambiente relativa aos inflamáveis e líquidos combustíveis,

constantes nas fichas com dados de segurança de produtos

químicos de materias primas, materiais de consumo e produtos

acabados;

(100)

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20.5 Projeto da Instalação

20.5.2 No projeto das instalações classes II e III devem constar, no mínimo, e em língua portuguesa

d) fluxograma de processos;

e) especificação técnica dos equipamentos, máquinas e acessórios críticos em termos de segurança e saúde no trabalho estabelecidos pela análise de riscos;

lf) plantas, desenhos e especificação técnicas do sistemas de

segurança da instalação;

lg) identificação das áreas classificadas da instalação, para efeito

de especificação dos equipamentos e instalação elétricas;

h) medidas intrínsicas de segurança identificadas na análise de riscos do projeto.

(101)

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20.5 Projeto da Instalação

20.5.2.2 No projeto, devem ser observado as

distâncias de segurança entre instalações,

edificações, tanques, máquinas, equipamentos,

áreas de movimentação e fluxo, via de

circulação interna, bem como dos limites da

propriedade em relação a áreas circunvizinhas e

vias públicas, estabelecidas em normas

(102)

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20.5 Projeto da Instalação

20.5.2.3 O projeto, deve incluir o estabelecimento de

mecanismos de controle para interromper e/ou

reduzir uma possível cadeia de eventos decorrentes

de vazamentos, incêndios ou explosões.

(103)

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20.5 Projeto da Instalação

20.5.3 Os projetos das instalações

existentes devem ser atualizados com a

utilização de metodologias de análise de

riscos para a identificação da necessidade

de adoação de medidas de proteção

(104)

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20.5 Projeto da Instalação

20.5.4 Todo sistema pressurizado deve possuir

dispositivos de segurança definidos em normas

técnicas nacionais e, na ausência ou omissão

destas, em normas internacionais.

(105)

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20.5 Projeto da Instalação

20.5.5 Modificações ou ampliações das

instalações passíveis de afetar a segurança e

a integridade física dos trabalhadores devem

ser precedidas de projeto que contemple

(106)

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20.5 Projeto da Instalação

l

20.5.7 No processo de transferência,

enchimento de recipientes ou dica.e tanques,

devem ser definidas em projeto as medidas

preventivas para:

l

a) eliminar ou minimizar a emissão de vapores

e gases inflamáveis

l

b) controlar a geração, acúmulo e descarga de

(107)

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20.6 Segurança na construção e Montagem

20.6.1 A construção e montagem das instalações

para exfertração, produção, armazenamento,

transferência, manuseio e manipulação de

inflamáveis e líquidos combustíveis devem

observar as especificações previstas no projeto,

bem como nas Normas Regulamentadoras e nas

normas técnicas nacionais e, na ausência ou

(108)

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20.6 Segurança na construção e Montagem

20.6.2 As inspeções e os testes realizados na fase de

construção e montagem e no comissionamento devem

ser documentados de acordo com o previsto nas

Normas Regulamentadoras, nas normas técnicas

nacionais e, na ausência ou omissão destas, nas

normas internacionais, e nos manuais de fabricação dos

equipamentos e máquinas.

(109)

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20.6 Segurança na construção e Montagem

20.6.3 Os equipamentos e as instalações devem ser

identificados e sinalizados de acordo com o previsto

pelas Normas Regulamentadoras e normas técnicas

nacionais.

(110)

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20.7. Segurança Operacional

20.7.1 O empregador deve elaborar, documentar,

implementar, divulgar e manter atualizados

procedimentos operacionais que contemplam

aspectos de segurança e saúde no trabalho, em

conformidade com as especificações do projeto das

instalações classes I, II e III e com as

(111)

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20.7. Segurança Operacional

20.7.1.1 Nas instalações industriais classes II e III,

com unidades de processos, os procedimentos

referidos no item 20.7.1 devem possuir instruções

claras para o desenvolvimento de atividades em cada

uma das seguintes fases.

l

a) pré-operação;

b) operação normal;

c) operação temporária

d) operação em emergência

e) parada normal

f) parada de emergência

g) operação pós-emergência

(112)

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20.7. Segurança Operacional

l

20.7.2 Os procedimentos operacionais redefinidos no item

20.7.1 devem ser revisados e/ou atualizados, no máximo

trienalmente para instalações classes I e II e

quinquenalmente para instalações classe III ou em uma das

seguintes situações:

l

a) recomendações decorrentes do sistema de gestão de

mudanças;

l

b) recomendações decorrentes das análises de riscos;

l

c) modificações ou ampliações da instalação

l

d) recomendações decorrentes das análises de acidentes

e/ou incidentes nos trabalhos relacionados com inflamáveis

e líquidos combustíveis;

(113)

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20.7. Segurança Operacional

20.7.3 Nas operações de transferência de

inflamáveis, enchimento de recipientes ou

de tanques, devem sser adotados

procedimentos para:

l

a) eliminar ou minimizar a emissão de

vapores e gases inflamáveis;

l

b) controlar a geração, acúmulo e

(114)

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20.7. Segurança Operacional

20.7.4 No processo de transferência de inflamáveis e

líquidos combustíveis, deve-se implementar medidas

de controle operacional e/ou de engenharia das

emissões fugitivas, emanadas durante a carga e

carga e descarga de tanques fixos e de veículos

transportados, para a eliminação ou minimização

dessas emissões.

(115)

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20.7. Segurança Operacional

20.7.5 Na operação com inflamáveis e líquidos

combustíveis, em instalações de processo contínuo

de produção de Classe III, o empregador deve

dimensionar o efetivo de trabalhadores suficiente

para a realização das tarefas operacionais com

segurança.

20.7.5.1 Os critérios e parâmetros adotados para o

dimensionamento do efetivo de trabalhadores devem

estar documentados.

(116)

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20.8 Manutenção e Inspeção das Instalações

20.8.1 As instalações classses I, II e III para

extração, produção, produção,

armazenamento, transferência, manuseio e

manutenção de inflamáveis e líquidos

combustíveis devem possuir plano de

inspeção e manutenção devidamente

documentado.

(117)

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20.8 Manutenção e Inspeção das Instalações

20.8.2 O plano de inspeção e manutenção deve abranger, no

mínimo:

a) equipamento, máquinas, tubulações e acessórios,

instrumentos;

b) tipos de intervenção;

c) procedimentos de inspeção e manutenção;

d) cronograma anual;

e) identificação dos responsáveis

f) especialidade e capacitação do pessoal de inspeção e

manutenção

g) procedimentos específicos de segurança e saúde;

l

h) sistemas e equipamentos de proteção coletiva e

(118)

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20.8 Manutenção e Inspeção das Instalações

20.8.3 Os planos devem ser periodicamente

revisados e atualizados, considerando o previsto

nas Normas Regulamentadoras, nas normas

técnicas nacionais e na ausência ou omissão

destas, nas normas internacionais nos manuais de

inspeção, bem como nos manuais fornecidos pelos

fabricantes. 20.8.3.1 Todos os manuais devem ser

disponibilizados em língua portuguesa

(119)

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20.8 Manutenção e Inspeção das Instalações

20.8.4 A fixação da periodicidade das inspeções e das

intervenções de manutenção deve considerar:

l

a) o previsto nas Normas Regulamentadoras e normas

técnicas nacionais e, na ausência ou omissão destas, nas

normas internacionais;

b) as recomendações do fabricante, em especial dos itens

criticos à segurança e saúde do trabalhador;

c) as recomendações dos relatórios deinspeções de

segurança e de análise de acidentes e incidentes do

trabalho, elaborados pela CIPA ou SESMT;

d) as recomendações decorrentes das análise de riscos;

e) a existência de condições ambientais agressivas.

(120)

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20.8 Manutenção e Inspeção das Instalações

20.8.5 O plano de inspeção e manutenção e suas

respectivas atividades devem ser documentados em

formulário próprio ou sistema informatizado.

20.8.6 As atividades de inspeção e manuenção devem

serrealizados por trabalhadores capacitados e com

(121)

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20.8 Manutenção e Inspeção das Instalações

20.8.7 As recomendações decorrentes das inspeções

e manutenções devem ser registrados e

implementadas com a determinação de prazos e de

responsáveis pela execução.

20.8.7.1 A não implementação da recomendação no

prazo definido deve ser justificada e documentada.

(122)

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20.8 Manutenção e Inspeção das Instalações

l

20.8.8 Deve ser elaborada permissão de trabalho para a

atividade não rotineiras de intervenção nos equipamentos,

baseada em análise de risco, nos trabalhos:

a) que possam gerar chamas, calor, centelhas ou ainda que

envolvam o seu uso;

b) em espaços confinados, conforme a Norma

Regulamentadora NR 33;

c) envolvendo isolamento de equipamento e

bloqueio/etiquetagem;

(123)

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20.8 Manutenção e Inspeção das Instalações

20.8.8 Deve ser elaborada permissão de trabalho para a

atividade não rotineiras de intervenção nos equipamentos,

baseada em análise de risco, nos trabalhos:

d) em locais elevados com riscos de queda;

l

e) com equipamentos elétricos, conforme Norma

Regulamentadora NR 10

(124)

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20.8 Manutenção e Inspeção das Instalações

20.8.8 As atividades rotineiras de inspeção e

manutenção devem ser precedidas de instrução de

trabalho.

20.8.9 O planejamento e a execução de paradas para

manutenção de uma instalação devem incorporar os

aspectos relativos à segurança e saúde no trabalho.

(125)

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20.9 Inspeção em Segurança e Saúde no Ambiente

de Trabalho

20.9.1 As instalações classes I, II e III para extração,

produção, armazenamento, transferância, manuseio

e manipulação de inflamáveis e líquidos

combustíveis devem ser periodicamento

inspecionadas comenfoque na segurança e saúde

no ambiente de trabalho.

(126)

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20.9 Inspeção em Segurança e Saúde no Ambiente

de Trabalho

20.9.3 As inspeções devem ser documentadas e as

respectivas recomendações implementadas, com

estabelecimento de prazos e de responsáveis pela

sua execução.

20.9.3.1 A não implementação da recomendação no

prazo definido deve ser justificada e documentação.

(127)

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20.9 Inspeção em Segurança e Saúde no Ambiente de

Trabalho

20.9.4 Os relatórios de inspeção devem ficar

disponíveis ás autoridades competentes e aos

trabalhadores.

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Referências

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